Jesus

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terça-feira, 14 de julho de 2015

As previsões para o El Niño deste ano começaram a mudar a medida em que o fenômeno vem ganhando força e agora, segundo informa a meteorologista sênior do instituto norte-americano AccuWeather, Kristina Pydynowski, esse pode ser o mais forte dos últimos 50 anos. As últimas previsões indicam ainda que o fênomeno poderia durar até o verão de 2016 na América do Sul e primavera do ano que vem na América do Norte. De acordo com o NOAA - departamento oficial de clima do governo dos EUA - há 80% da chance desse cenário se confirmar. A instituição afirma ainda que há uma previsão de 90% de que o fenômeno dure, pelo menos, até o próximo inverno americano, que se inicia em dezembro. A imagem abaixo, do NOAA, mostra as anomalias de temperaturas (em graus Celsius) no oceano Pacífico em 9 de julho deste ano. A área do retângulo branco aponta as águas da região equatorial do Pacífico acima da média, presentes também na parte leste do oceano, no oeste da Califórnia (EUA), na península de Baja, no México. Enquanto isso, temperaturas mais baixas foram observadas em partes do oeste equatorial do Pacífico. El Niño - NOAA "O El Niño apresentou uma força estável ao longo do último mês e agora está se aproximando para ganhar ainda mais resistência. Há uma convicção crescente de que esse será um dos mais fortes dos últimos 50 anos, e o fenômeno atinge seu pico, normalmente, durante o período de dezembro a fevereiro", disse Brett Anderson, meteorologista também do Accuweather. "O El Niño mais forte desde o início do século 20 aconteceu entre os anos de 1997 e 1998", completou. Para o Brasil, os primeiros efeitos já estão sendo sentidos: o excesso de chuvas na região do Sul do país e as previsões de mais precipitações intensas nos próximos dias. Afinal, este é o primeiro inverno brasileiro sob influência do El Niño em mais de meia década, conforme explica o professor Eugenio Hackbart, do blog de meteorologia Metsul. "O El Niño, nesse período do ano, tem o efeito de bloquear a passagem de frentes frias no sul do Brasil, ou seja, elas avançam, mas não conseguem sair com tanta rapidez. Então, elas ficam estacionadas, atuando na mesma região por vários dias consecutivas, gerando altos volumes de precipitação", explica a meteorologista Estael Sias, também do Metsul. E associado ao El Niño, há ainda, segundo Estael, a atuação de um outro fenômeno - a Oscilação Madden-Julian (OMJ) - que é uma instabilidade de ciclo de 30 a 60 dias e gira todo o globo terrestre e que deve coincidir sua passagem pelo sul da América do Sul nos próximos dias. "Temos o fator climático, que é o El Niño, o desenvolvimento do inverno com a passagem de frentes frias e ainda mais essa instabilidade associada à OMJ. Então, temos estes três fatores atuando em conjunto. E olhando para o oceano Pacífico Central hoje vemos um aquecimento muito grande, com a formação de um El Niño clássico, com intensidade de moderada a forte e toda a região, desde a costa da América do Sul até a região Central já registrando temperaturas muito acima da média", explica a meteorologista. Assim, o quadro para os próximos meses é preocupante para a agricultura, principalmente durante o inverno nos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. O frio deve vir em curtos períodos e o excesso de chuvas exige atenção. Entre agosto e setembro - com a chegada da primavera, os temporais devem se intensificar. A umidade, ainda de acordo com informações do Metsul, deverá ficar acima da média nos três estados do Sul, e um cenário semelhante poderá ser sentido ainda no Sul de Mato Grosso do Sul.

As previsões para o El Niño deste ano começaram a mudar a medida em que o fenômeno vem ganhando força e agora, segundo informa a meteorologista sênior do instituto norte-americano AccuWeather, Kristina Pydynowski, esse pode ser o mais forte dos últimos 50 anos. As últimas previsões indicam ainda que o fênomeno poderia durar até o verão de 2016 na América do Sul e primavera do ano que vem na América do Norte. De acordo com o NOAA - departamento oficial de clima do governo dos EUA - há 80% da chance desse cenário se confirmar. A instituição afirma ainda que há uma previsão de 90% de que o fenômeno dure, pelo menos, até o próximo inverno americano, que se inicia em dezembro. 
A imagem abaixo, do NOAA, mostra as anomalias de temperaturas (em graus Celsius) no oceano Pacífico em 9 de julho deste ano. A área do retângulo branco aponta as águas da região equatorial do Pacífico acima da média, presentes também na parte leste do oceano, no oeste da Califórnia (EUA), na península de Baja, no México. Enquanto isso, temperaturas mais baixas foram observadas em partes do oeste equatorial do Pacífico. 
El Niño - NOAA
"O El Niño apresentou uma força estável ao longo do último mês e agora está se aproximando para ganhar ainda mais resistência. Há uma convicção crescente de que esse será um dos mais fortes dos últimos 50 anos, e o fenômeno atinge seu pico, normalmente, durante o período de dezembro a fevereiro", disse Brett Anderson, meteorologista também do Accuweather. "O El Niño mais forte desde o início do século 20 aconteceu entre os anos de 1997 e 1998", completou.
Para o Brasil, os primeiros efeitos já estão sendo sentidos: o excesso de chuvas na região do Sul do país e as previsões de mais precipitações intensas nos próximos dias. Afinal, este é o primeiro inverno brasileiro sob influência do El Niño em mais de meia década, conforme explica o professor Eugenio Hackbart, do blog de meteorologia Metsul. 
"O El Niño, nesse período do ano, tem o efeito de bloquear a passagem de frentes frias no sul do Brasil, ou seja, elas avançam, mas não conseguem sair com tanta rapidez. Então, elas ficam estacionadas, atuando na mesma região por vários dias consecutivas, gerando altos volumes de precipitação", explica a meteorologista Estael Sias, também do Metsul. 
E associado ao El Niño, há ainda, segundo Estael, a atuação de um outro fenômeno - a Oscilação Madden-Julian (OMJ) - que é uma instabilidade de ciclo de 30 a 60 dias e gira todo o globo terrestre e que deve coincidir sua passagem pelo sul da América do Sul nos próximos dias. 
"Temos o fator climático, que é o El Niño, o desenvolvimento do inverno com a passagem de frentes frias e ainda mais essa instabilidade associada à OMJ. Então, temos estes três fatores atuando em conjunto. E olhando para o oceano Pacífico Central hoje vemos um aquecimento muito grande, com a formação de um El Niño clássico, com intensidade de moderada a forte e toda a região, desde a costa da América do Sul até a região Central já registrando temperaturas muito acima da média", explica a meteorologista. 
Assim, o quadro para os próximos meses é preocupante para a agricultura, principalmente durante o inverno nos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. O frio deve vir em curtos períodos e o excesso de chuvas exige atenção. Entre agosto e setembro - com a chegada da primavera, os temporais devem se intensificar. A umidade, ainda de acordo com informações do Metsul, deverá ficar acima da média nos três estados do Sul, e um cenário semelhante poderá ser sentido ainda no Sul de Mato Grosso do Sul. 

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