Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quinta-feira, 1 de março de 2012

SOJA: CHICAGO INVERTE E FECHA EM ALTA PELA 9a SESSÃO SEGUIDA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
encerrou as operações da quinta-feira com preços mais altos para o grão e o
farelo e fracos para o óleo de soja. O mercado iniciou o dia realizando
lucros, mas retornou ao território positivo na parte da tarde, impulsionado
pelo cenário fundamental positivo.
A sessão de hoje foi a nona consecutiva de ganhos em Chicago. O bom
momento é resultado da combinação de sentimento de safra ainda menor para a
região Sul do Brasil, devido à seca, e da perspectiva positiva em relação ao
ritmo das exportações americanas.
Os contratos da soja em grão com vencimento em março fecharam com alta de
3,25 centavos de dólar a US$ 13,16 3/4 por bushel. A posição maio teve ganho
de 2,50 centavos de dólar, encerrando a US$ 13,22 1/2 por bushel.
Nos subprodutos, a posição março do farelo teve preço de US$ 353,70 por
tonelada, alta de US$ 2,50. Os contratos do óleo com vencimento em março
fecharam a 53,94 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,15 centavo frente
ao fechamento anterior.

Exportações semanais

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à
temporada 2011/12, com início em 01 de setembro, ficaram em 549.100 toneladas
na semana encerrada em 23 de fevereiro, contra 1.159.400 toneladas na semana
anterior. China (248.200 toneladas) foi o principal país comprador. Para
2012/13, as vendas somaram 427.300 toneladas, contra 2.873.000 toneladas na
semana anterior. China (425.000 toneladas) foi o principal comprador. As
informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).


FONTE: Safras e Mercado.

Soja se recupera e fecha com leve alta. Milho e trigo terminam negativos

O mercado internacional da soja mostrou que continua sustentado e, contrariando a abertura negativa, fechou o dia no azul. Foram leves ganhos já que as cotações ainda se mostram suscetíveis aos movimentos de realização de lucros.

O cenário fundamental permanece o mesmo para oleaginosa: a quebra na produção da América do Sul foi bastante séria e a demanda pela soja norte-americana vive um momento aquecido e de firmeza.

"Os preços sobem, mas eles não sobem em linha reta. Eles precisam parar um pouco para respirar e depois retomar a tendência de mais longo prazo", disse o analista de mercado Pedro Dejneka, da PHDerivativos, direto de Chicago.

No entanto, Dejneka disse ainda que qualquer momento de recuo no momento da soja seria curto. Nesta quinta-feira, os preços operaram com volatilidade e oscilaram bastante entre os campos positivos e negativos.

O mercado, como há alguma sessões vem acontecendo, continua encontrando sustentação no apertado quadro de oferta e demanda da soja. As perdas na colheita sulamericana estimularam os importadores a garantirem seus estoques com a commodity norte-americana, mas, nos EUA, as reservas também seguem bastante ajustadas.

Além disso, a soja ainda precisa vencer do milho a batalha por área nos Estados Unidos, e para isso precisa continuar registrando preços atrativos para que os produtores optem pela oleaginosa em detrimento do cereal.

Essas expectativas também devem seguir contribuindo para novas altas em Chicago. "Precisamos ter uma safra quase perfeita aqui nos Estados Unidos para aliviar a situação fundamental da soja", completou o analista.

Essa firmeza, porém, parece não ter sido registrada nos mercados do milho e do trigo. Apesar da leve alta da soja, os grãos não conseguiram passar para o campo positivo e fecharam o dia no vermelho.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes