Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



terça-feira, 31 de março de 2015

Cotação

FECHAMENTO EM 30/03 /2015

Dólar R$ 3,2310 (0,2729)

Mínima R$ 3,2095
Máxima R$ 3,2827
Dólar 05/10/15: R$ 3,38

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos        Bushel
MAI 15      (+5,0)        9,69
Jul15       (+4,4)        9,77
AGO        (+4,6)       9,76

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
Mar15        (-18,2)       3,76
Mai15       (+18,4)       3,84
JUL15    (+18,4)      3,91

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV/ MAR):
L. do Rio Verde: R$ 57,00
Rondonópolis: R$ 61,00
Alto Garça: R$ 61,00                                                       
Sorriso: R$ 56,00
Itiquira: R$ 60,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO DISPONÍVEL:
L. do Rio Verde: R$16,00
Rondonópolis: R$ 20,00
Alto Garça: R$ 18,50                                                        
Sorriso: R$ 14,50
Itiquira: R$ 19,00

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO SAFRINHA 2015 
L. do Rio Verde: R$17,00
Rondonópolis: R$ 20,00
Alto Garça: R$ 20,00                                                        
Sorriso: R$ 16,00
Itiquira: R$ 19,50

Estoques Trimestrais: USDA traz números abaixo da média para a soja e acima para o milho

Nesta terça-feira (31), o USDA  reportou seu boletim sobre os estoques trimestrais de grãos com a posição dos volumes em 1º de março. 
Sobre a soja, o USDA informou que os estoques norte-americanos ficaram em 36,306 milhões de toneladas, contra 27,053 milhões do mesmo período do ano anterior. As expectativas variavam de 34,020 a 38,456 milhões de toneladas, com média de36,687 milhões. 
Os estoques trimestrais de milho foram reportados em 196,723 milhões de toneladas, contra 178,003 milhões do registrado no mesmo período de 2014. Com média de 193,269 milhões de toneladas, as estimativas variavam de 189,459 a 198,120 milhões de toneladas.  

USDA: Área de soja projetada para safra 2015/16 dos EUA fica abaixo da média esperada.

O USDA  divulgou, no início da tarde desta terça-feira (31), seu primeiro boletim com projeções oficiais para a área de plantio da safra 2015/16. 
Para a soja, o departamento trouxe uma área a ser plantada de 34,251 milhões de hectares. O número ficou acima do registrado na safra 2014/15, quando foram cultivados 33,873 milhões hectares com a oleaginosa. Porém, o número ficou abaixo da estimativa média, que era de 34,783 milhões de hectares. As expectativas do mercado variavam de 33,629 e 35,612 milhões. 
Em fevereiro, no Annual Outlook Forum, o USDA trouxe uma perspectiva de 33,791 milhões de hectares plantados com soja na temporada 2015/16.
Sobre o milho, o USDA informou que a projeção para a área de plantio é de 36,098 milhões de hectares, número que supera a estimativa média do mercado de 35,963 milhões. Para o cereal, as expectativas variavam de 35,208 a 36,381 milhões de hectares. 
O departamento trouxe ainda, no fórum realizado no início do ano, uma perspectiva de área em 36,017 milhões de hectares plantadas com milho. 

Área de milho no Brasil deve crescer cerca de 2%

Plantio da segunda safra de milho está quase no fim
Pelo menos 98% da área prevista para o milho em todo o Brasil já foi plantada, é o que aponta os dados divulgados pela Associação dos Produtores de Soja do Brasil (Aprosoja). O relatório ainda afirma que houve um crescimento de área estimada em 2,07% comparado ao ano passado, passando de 7,96 para 8,13 milhões de hectares.
Para a consultoria Safras e Mercado, o percentual de aumento de área só não é maior, porque houve uma queda de 2% na área a ser plantada do estado de Mato Grosso, que deve ficar em 3,159 milhões de hectares.

Para a consultoria, o rendimento por hectare deve ficar abaixo do esperado se comparado ao mesmo período do ano anterior, que atingiu 5.674 quilos por hectare na segunda safra. A produção deste ano deve atingir 5.594 quilos por hectare.
A expectativa é que a produção do milho safrinha em 2015 atinja 45,480 milhões de toneladas contra 45,2 milhões de toneladas colhidas no ano passado. Mesmo com a redução de área do Mato Grosso, o estado ainda deve ser o maior em produção, com 16,429 milhões de toneladas de milho, seguido pelo Paraná, com 11,173 milhões de toneladas.
Fonte: Uagro

Dólar vira e passa a operar em baixa após déficit nas contas do governo.

Após abrir em alta, o dólar virou e passou a operar em forte baixa ante o real nesta terça-feira (31), após o governo mostrar déficit superior a R$ 7 bilhões.
Às 10h19, a moeda norte-americana recuava 1,64%, a R$ 3,1787 na venda. 
O governo central (Tesouro, Banco Central e Previdência Social) registrou déficit primário de 7,358 bilhões de reais em fevereiro, segundo informou o Tesouro Nacional nesta terça-feira. O Banco Central divulga às 10h30 o resultado primário referente a fevereiro e a expectativa do mercado é de superávit de 1,5 bilhão de reais.
Nesta manhã, o BC fará a última intervenção diária no mercado de câmbio, ofertando até 2 mil swaps cambiais, que equivalem a venda futura de dólar, com vencimentos em 1º de dezembro de 2015 e 1º de março de 2016.
O Banco Central fará ainda nesta sessão dois leilões de venda de até 2,5 bilhões de dólares ao todo com compromisso de recompra. Na operação que acontecerá entre 15h e 15h05, a data de recompra é em 4 de agosto de 2015 e, no leilão realizado entre 15h20 e 15h25, a data de recompra é em 2 de setembro.
Na segunda-feira, a moeda norte-americana fechou em queda de 0,27%, a R$ 3,2317, após subir 1,55% na sexta-feira. Na máxima do pregão, a divisa chegou a ser negociada a R$ 3,2902.

Chicago: Mercados da soja e do milho operam de lado à espera do novo boletim do USDA

Na manhã desta terça-feira (31), o mercado de grãos na Bolsa de Chicago opera estável à espera da chegada dos novos números que o USDA  divulga hoje. Um dos boletins traz os estoques trimestrais norte-americanos em 1º de março e o outro, o mais esperado, reporta as primeiras projeções oficiais para o plantio da safra 2015/16 no país. 
Assim, por volta das 7h40 (horário de Brasília), os principais vencimentos da soja perdiam entre 2,50 e 4,25 pontos nessa sessão, enquanto os futuros do milho negociados na CBOT não registravam oscilações, à exceção do contrato julho/15, que subia 0,25 ponto e era cotado a US$ 4,02 por bushel.
É opinião comum entre analistas, consultorias e traders que o USDA  irá apresentar, em seu boletim que será divulgado nesta terça-feira (31), uma área menor a ser cultivada com milho na temporada que vem a seguir. 
Algumas estimativas apontam para uma área média de 35,91 milhões de hectares, contra 36,66 milhões plantados na safra 2014/15. Caso se confirme, essee número poderia ficar mais baixo até mesmo do que o primeiro indicativo do USDA divulgado no Annual Outlook Forum, realizado pelo órgão, no início deste ano, de 36,02 milhões de hectares. 
Para a soja, a expectativa é dos traders e analistas de mercado é de que seja indicado um um aumento de área para a soja na safra 2015/16, apesar de, no Annual Outlook Forum, a indicação do órgão foi de que poderia ser registrada uma redução no espaço dedicado à oleaginosa nesta próxima temporada.
Assim, as projeções variam entre uma área de 34,77 milhões de hectares até intervalos entre 35,21 milhões e 35,61 milhões de hectares cultivados com a oleaginosa. Porém, no fórum do USDA no início de 2015, a projeção do departamento foi de uma redução com a área de soja de 33,87 milhões de hectares da safra 2014/15 para 33,79 milhões. 

segunda-feira, 30 de março de 2015

Cotação

FECHAMENTO EM 30/03 /2015

Dólar R$ 3,2310 (0,2729)

Mínima R$ 3,2095
Máxima R$ 3,2827
Dólar 05/10/15: R$ 3,38

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos        Bushel
MAI 15      (+1,6)        9,69
Jul15       (+1,6)        9,74
AGO        (+2,0)       9,73

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
Mar15        (+3,2)         3,94
Mai15       (+3,4)          4,02
JUL15    (+3,2)         4,09

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV/ MAR):
L. do Rio Verde: R$ 58,00
Rondonópolis: R$ 62,00
Alto Garça: R$ 61,00                                                       
Sorriso: R$ 56,50
Itiquira: R$ 61,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO DISPONÍVEL:
L. do Rio Verde: R$16,00
Rondonópolis: R$ 20,00
Alto Garça: R$ 18,50                                                        
Sorriso: R$ 14,50
Itiquira: R$ 19,00

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO SAFRINHA 2015 
L. do Rio Verde: R$17,50
Rondonópolis: R$ 21,00
Alto Garça: R$ 20,00                                                        
Sorriso: R$ 17,00
Itiquira: R$ 20,00

Dólar inverte e passa a cair depois de Levy e Dilma mostrarem discurso alinhado

O dólar reverteu a alta vista mais cedo e operava em queda na tarde desta segunda-feira após a presidente Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, mostrarem discurso alinhado sobre os comentários do ministro, diminuindo a preocupação com eventuais repercussões dentro do governo.
Às 15h46, a moeda norte-americana tinha queda de 0,79 por cento, a 3,2149 reais na venda, após subir 1,55 por cento na sexta-feira.
Dilma afirmou que Levy foi mal-interpretado ao fazer comentários sobre ela e que não há motivos para complicações devido ao episódio. O ministro também reforçou o alinhamento com a presidente, dizendo que a "confiança mútua é muito sólida".
Os dois comentavam sobre o áudio publicado pelo site do jornal Folha de S. Paulo no sábado, de uma apresentação do ministro Levy, em que ele diz que a presidente Dilma Rousseff tem desejo genuíno de acertar, mas nem sempre faz as coisas da maneira mais efetiva.
"A fala dele (Levy) e a própria presidente vindo a público acalmaram o mercado", disse o economista-chefe do BESI Brasil, Jankiel Santos.
O alinhamento mostrado pela presidente e pelo ministro fez com que o cenário local se sobressaísse ao externo, em que o dólar tinha valorização de cerca de 0,7 por cento em relação a uma cesta de moedas nesta segunda-feira.
Nesta manhã, o BC deu continuidade às intervenções diárias no mercado de câmbio, vendendo a oferta total de até 2 mil swaps, com volume equivalente a 97,8 milhões de dólares. Foram vendidos 1 mil contratos com vencimento em 1º de dezembro de 2015 e 1 mil swaps para 1º de março de 2016.
O BC realizou ainda um leilão de rolagem dos swaps que vencem em 1º de abril, no que deve ser o último para este vencimento, se a autoridade monetária mantiver o padrão de realizar os leilões até o penúltimo dia útil do mês. Ao todo, foram rolados cerca de 75 por cento do lote total, correspondente a 9,964 bilhões de dólares.
Fonte: Reuters

USDA: Embarques semanais de soja dos EUA superam expectativas; acumulado no ano supera 44 mi de t

O USDA  divulgou, no início da tarde desta segunda-feira (30), seu novo boletim semanal de embarque de grãos e os números vieram maiores para a soja, porém, menores para o milho. 
Na semana que terminou em 26 de março, os EUA embarcaram 655,591 mil toneladas de soja, enquanto as expectativas do mercado variavam de 440 mil a 600 mil toneladas. Na semana anterior, o total embarcado foi de 520,541 mil toneladas. No acumulado do ano, os embarques de soja norte-americanos já somam 44.320,167 milhões de toneladas, frente aos 48,72 milhões projetados pelo USDA para as exportações totais da safra 2014/15 e contra os 40.167,352 milhões do acumulado nesse mesmo período da safra anterior. 
Sobre o milho, as expectativas do mercado oscilavam entre 790 mil e 940 mil toneladas, porém, os embarques semanais dos EUA somaram 762,276 mil toneladas. Na semana anterior, esse número foi de 994,715 mil. Os embarques norte-americanos, no acumulado do ano, já totalizam 22.259,704 milhões de toneladas, número que fica em linha com o registrado no mesmo intervalo da safra 2013/14 - de 22.411,102 milhões de toneladas. O USDA estima que, em toda a atual temporada, as exportações de milho somem 45,72 milhões de toneladas. 
No caso do trigo, os embarques dos EUA somaram  322,016 mil toneladas, abaixo das expectativas de 380 mil a 540 mil toneladas. Na semana anterior, foram embarcadas 543,687 mil toneladas e, no acumulado do ano, o total já é de 18.760,396 milhões de toneladas. Na temporada passada, nesse mesmo período, os embarques somavam 25.928,515 milhões de toneladas. 

Dólar e juros futuros têm forte alta com preocupações fiscais.


O dólar e os juros futuros operam em forte alta nos primeiros negócios desta segunda-feira, influenciados por preocupações de que ruídos dentro do próprio governo possam dificultar a aprovação de medidas de ajuste fiscal, vistas como essenciais para a recuperação da credibilidade na política econômica.

A nova rodada de tensão tomou corpo depois que declarações do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, sobre a presidente Dilma Rousseff vieram à tona no fim de semana. Segundo o jornal "Folha de S.Paulo", Levy teria dito em evento em São Paulo na semana passada que a presidente Dilma demonstra um "desejo genuíno" de acertar, mas não o faz "da maneira mais fácil" e "efetiva".

A reação de mercado aos comentários de Levy ocorre na véspera da participação de Levy de audiência na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal, para debater o chamado "Plano Levy" - as medidas de ajuste fiscal e os próximos passos para recuperar a economia.

Há preocupações de que o episódio seja visto como mais um obstáculo ao convencimento de parlamentares sobre a importância da correção nas contas públicas. Nesta segunda, Levy participa de evento em São Paulo, às 12h.

Às 9h32, o dólar comercial subia 1,28%, para R$ 3,2800. O dólar para abril avançava 0,92%, para R$ 3,2830, enquanto o euro tinha alta de 0,85%, para R$ 3,5580.

Entre os DIs, a taxa com vencimento em janeiro de 2016 subia a 13,680% ao ano, contra 13,579% ao ano no ajuste anterior. O DI janeiro de 2017 tinha alta a 13,660% ao ano, ante 13,529% ao ano no último ajuste. O DI janeiro de 2021 seguia para 13,250% ao ano, frente a 13,119% ao ano no ajuste de sexta-feira. 

Às vésperas do USDA, soja inicia a semana operando com estabilidade em Chicago

Na semana em que o USDA  divulga dois importantes relatórios na terça-feira (31), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago iniciam seus trabalhos ainda operando com estabilidade entre 2,25 e 3,25 pontos. 
A expectativa é dos traders e analistas de mercado indiquem um aumento de área para a soja na safra 2015/16, apesar de, no Annual Outlook Forum realizado pelo USDA no início do ano, a indicação do órgão foi de que poderia ser registrada uma redução no espaço dedicado à oleaginosa nesta próxima temporada. Desta forma, os investidores seguem buscando estar bem posicionados antes da chegada desses números e operam ainda na defensiva, o que faz com que os preços exibam movimentações pouco expressivas. 

sexta-feira, 27 de março de 2015

Cotação

FECHAMENTO EM 27/03 /2015

Dólar R$ 3,2383 (1,5540)

Mínima R$ 3,2012
Máxima R$ 3,2410
Dólar 05/10/15: R$ 3,38

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos        Bushel
MAI 15      (-6,4)        9,68
Jul15       (-6,2)        9,72
AGO        (-6,4)        9,71

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
Mar15        (+0,2)         3,91
Mai15       (+0,2)          3,99
JUL15    (0,0)          4,06

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2015 EM (FEV/ MAR):
L. do Rio Verde: R$ 58,00
Rondonópolis: R$ 62,00
Alto Garça: R$ 61,00                                                       
Sorriso: R$ 56,50
Itiquira: R$ 61,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO DISPONÍVEL:
L. do Rio Verde: R$16,00
Rondonópolis: R$ 20,00
Alto Garça: R$ 18,50                                                        
Sorriso: R$ 14,50
Itiquira: R$ 19,00

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO SAFRINHA 2015 
L. do Rio Verde: R$17,50
Rondonópolis: R$ 20,50
Alto Garça: R$ 20,50                                                        
Sorriso: R$ 17,00
Itiquira: R$ 21,00

Media de produção

MÉDIA PRODUÇÃO MATO GROSSO
MILHO:14/14
ITIQUIRA: 105 S/C
ALTO GARÇAS: 105 S/C
SORRISO: 105 S/C
JACIARA 120 S/C
CAMP VERDE 100 S/C

SOJA: 14/15
ITIQUIRA:55,0  (90% Colhido)
ALTO GARÇAS:51,7 (93%Colhido)
SORRISO: 51,7(100% Colhido)
L. RIO VERDE: 52,7(100%Colhido)
PVA DO LESTE: 52,7(97%Colhido)

MÉDIA DE PRODUÇÃO / HA EUA 2014:
MILHO 
Alabama 79 sc
Nebraska 94 SC
Kentucky 108 sc
Iowa 75 SC
Missouri 74 SC 
Ohio 80 SC
Indiana 79 SC 
Michigan 76 SC 
Minnesota 62 SC 
Kansas 82 SC
Tennessee 72 SC
Maryland 105 SC
North carolina 71 SC
South carolina 91 SC
South Dakota76 SC
Mississippi 89 SC
Illinois 94 SC
Pennysylvania 68 sc
Connecticut 76 sc
Louisiana 89 sc
SOJA
Nebraska 25 SC
Alabama 31 sc
Pennsylvania 27 SC
Minnesota 19 SC
Maryland 24SC
New Jersy 23SC
Kentucky 41SC
Michegan 22SC Mississippi 34SC Tennessee 25 SC Louisiana 27 SC Missouri 26 SC Illinois 27SC  Wisconsin 22 SC                                                                                                                                    Kansas 21 sc
South Dakota 20 SC North Dakota 21SC Iowa 26 SCOhio 11 SC North carolina 21 SC
Arkansas 25 SC Indiana 25SC GUIRATINGA : 102 S/C

Soja: Com dólar em alta e prêmios positivos, preços tem ligeira alta nos portos nesta 6ª

O dólar voltou a subir nesta sexta-feira (27) frente ao real e, por volta de 12h50 (horário de Brasília), a moeda era cotada a R$ 3,2405, com alta de mais e 1,5%. Assim, os preços da soja nos portos já apresentavam uma reação, apesar das ligeiras baixas apresentadas em Chicago. Em Rio Grande, próximo das 13h, os preços eram de R$ 72,00 para o produto disponível e R$ 73,30 para a entrega maio/15. 
Além do dólar, outro fator que vem contribuindo para os ganhos da soja no Brasil são os prêmios que seguem positivos nos portos. Em Paranaguá, o valor para março e abril é de 45 cents de dólar sobre o valor praticado em Chicago, enquanto para maio e junho o número é de 42 centavos. E são esses prêmios ainda positivos, segundo explicam os analistas, que seguem atuando como importante termômetro da demanda e, ao se mostrarem positivos, indicam sua firmeza. No mercado americano, os prêmios também estão positivos e mais altos ainda do que os registrados no Brasil. 
Na Bolsa de Chicago, em contrapartida, o mercado operava em campo negativo, porém, com perdas um pouco mais acentuadas do que as registradas na manhã de hoje. Por volta das 13h15 (horário de Brasília), os principais vencimentos recuavam entre 6,25 e 7 pontos. Os INVESTIDORES seguem aguardando os novos números a serem divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) no dia 31 de março, terça-feira da próxima semana. 
"Os futuros da soja e do milho trabalham em queda na tarde desta sexta-feira diante de um dólar mais alto e dos traders aguardando pelo novo relatório de plantio do USDA da semana que vem", afirma Bob Burgdorfer, analista de mercado e editor do site norte-americano Farm Futures. 
Dólar 
Segundo especialistas ouvidos pelo portal G1, o dólar avança sobre a moeda brasileira nesta sexta depois do reporte dos dados do IBGE que mostraram que a economia brasileira cresceu 0,1% em 2014, o que fica ligeiramente acima da aposta do mercado. Entretanto, as sessões ainda têm sido marcadas por intensa volatilidade. 
" Após disparar ante o real no início do mês, números fracos sobre os Estados Unidos e declarações cautelosas do Federal Reserve haviam levado o dólar a corrigir parte do avanço. Mas o alívio durou pouco, com o anúncio de que o Banco Central não renovará seu programa de intervenção diária além deste mês servindo de catalisador para compras de divisas", noticiou o G1. "Há uma percepção mais ou menos generalizada de que o dólar a R$ 3,10 é muito barato. Mas, ao mesmo tempo, o mercado sabe que alguma hora o dólar vai ter de parar de subir", disse à Reuters o superintendente de câmbio da corretora Tov, Reginaldo Siaca ao portal.

Volta de tempo ensolarado na Argentina deve garantir safra recorde de soja

Os encharcados campos agrícolas da Argentina terão o tempo ensolarado tão necessário nos próximos dez dias para secar o solo e permitir que os produtores colham uma safra recorde de soja, após pesadas chuvas no início de março, disseram meteorologistas nesta quinta-feira.
Com cerca de 5 por cento da colheita em 2014/15 já concluída, a safra de soja continua no bom caminho para uma safra de 56 milhões a 60 milhões de toneladas, depois de inundações em fazendas do norte que ameaçaram reduzir a produção de forma significativa.
Uma grande safra da Argentina –principal exportador de farelo de soja– poderia adicionar pressão aos preços internacionais, já abatidos com uma colheita recorde brasileira após uma produção histórica dos EUA.
“A partir de hoje ou amanhã uma janela de tempo ensolarado vai tornar os solos firmes o suficiente para permitir que as máquinas de colheita entrem em áreas que tinham ficado muito úmidas”, disse German Heinzenknecht, meteorologista da Clima Campo.
“Amanhã (sexta-feira) eles terão colheita em algumas das áreas que estiveram mais complicadas. A janela aberta para colheita deve durar até 3 de abril…”, completou.
Fonte: Reuters

Clima: Sexta-feira chuvosa em boa parte da região centro-sul do Brasil




 Nuvens carregadas e chuvas de forte intensidade são registradas nessa manhã de sexta-feira sobre o sul do Mato Grosso e extremo norte do Mato Grosso do Sul. Também há registros de chuvas sobre a região sudoeste de Goiás, triângulo mineiro e noroeste de São Paulo. Com isso, as atividades de campo, em especial a colheita da soja, terá que ser interrompida no dia de hoje.
Isso poderá trazer novos prejuízos pontuais, uma vez que a grande maioria das lavouras encontram-se aptas a serem colhidas. E com o avanço desse sistema de baixa pressão, todo o final de semana e o início da semana que vem deverá ser com tempo fechado e chuvoso no Mato Grosso, Goiás, São Paulo, centro-sul de Minas Gerais, Paraná e no Mato Grosso do Sul. Além de que também há previsão para chuvas em Santa Catarina e faixa leste do Rio Grande do Sul para esses próximos dias.
Bom para o desenvolvimento do milho safrinha e demais lavouras de 2ª safra, bem como para as lavouras de café, cana de açúcar, frutíferas, hortaliças e pastagem. Apenas para os produtores de cana que estavam pensando em iniciar a colheita já nessa próxima semana terão que adiar por alguns dias esse começo. Além dessas chuvas proporcionar excelentes condições ao desenvolvimento das lavouras, esse padrão mais umidade da atmosfera e com temperaturas um pouco mais baixas, principalmente as noturnas, estão  possibilitando uma maior proliferação de doenças. Assim, os produtores tem que monitorar bem seus campos de produção para que possam ter pleno sucesso na colheita.
No oeste baiano, Tocantins e nas regiões produtoras do Maranhão e do Piauí a sexta-feira deverá ser com chuvas apenas na forma de pancadas, permitindo a realização da colheita, mesmo que por apenas algumas horas do dia. E esse padrão meteorológico deverá se manter inalterado ao longo dos próximos 5 dias. Sendo que entre terça e quarta-feira da semana que vem, um novo período mais chuvoso deverá se instalar sobre essa região, atrapalhando bem  todos os trabalhos de campo, podendo até mesmo gerar algumas perdas pontuais

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