Jesus

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Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Dólar abre cotado a R$ 2,340, queda de 0,13%


Com as incertezas se acumulando, à medida que se aproxima a reunião do Federal Reserve, programada para os dias 17 e 18 próximos, a cautela prevaleceu na abertura dos mercados monetários domésticos. O dólar abriu com sinais mistos no mercado doméstico e já mostra volatilidade em meio ao compasso de espera pelo Fed.

A moeda à vista no balcão começou a sessão com leve queda, a R$ 2,340 (-0,13%), diante da expectativa pela oferta de liquidez de até US$ 1 bilhão mais cedo, porque o BC antecipou para 10h30 o leilão de linha com recompra programada.

Às 9h21, a moeda no balcão estava na máxima, a R$ 2,3410 (-0,09%), ante uma mínima de R$ 2,3390. (-0,17%). Na BM&FBovespa, o contrato de dólar para janeiro de 2014 iniciou o dia alinhado à alta externa da moeda dos EWUA, mas depois também ficou volátil. Esse vencimento abriu a R$ 2,3460 (+0,06%) e já oscilou de R$ 2,3440 (-0,02%) a R$ 2,3500 (+0,23%). 

O resultado IBC-Br (+0,77% ante setembro com ajustes, acima da mediana das projeções de 0,55%) não trouxe pressão aos negócios. Como pano de fundo da crise externa, os operadores locais estão de olho nos desdobramentos da questão fiscal, com informações de que o governo trabalha para apresentar uma meta fiscal crível para 2014, com divulgação prevista para o início do próximo ano.

Lá fora, os investidores começaram os negócios mostrando certo otimismo, puxando para cima os índices futuros em Nova York, mesmo com a crescente dúvida sobre a possibilidade de o Fed iniciar o corte de estímulos na próxima quarta-feira, 18. Corroboram essa previsão os dados recentes mais robustos da economia nos Estados Unidos, além do acordo, aprovado ontem pela Câmara, para evitar novas paralisações do governo dos EUA.

Os futuros da soja continuam recuando na Bolsa de Chicago nessa última sessão da semana

Os futuros da soja continuam recuando na Bolsa de Chicago nessa última sessão da semana. A commodity estende as perdas, porém, de forma bem menos intensa e, às 7h40 (horário de Brasília), dessa sexta-feira (13), os vencimentos mais negociados perdiam entre 4 e 6 pontos. Milho e trigo também operavam em campo negativo. 
O mercado ainda sente a falta de direção do mercado, o bom momento do dólar e ainda o movimento de venda tanto comercial quanto por parte dos fundos, favorecendo a realização de lucros e provocando o recuo das cotações, segundo explicaram analistas. 
Além disso, os rumores de que a China poderia cancelar algumas compras de soja dos Estados Unidos também contribuem para o cenário negativo para os preços. No entanto, como explicou Vlamir Brandalizze, consultor da Brandalizze Consulting, essa seria somente uma estratégia para limitar as altas da oleaginosa. Assim, os fundamentos permanecem positivos, com as exportações norte-americanas muito aquecidas e uma escassez de oferta