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quarta-feira, 15 de abril de 2015

Soja: Mercado tem manhã de leves altas em Chicago nesta 4ª após rally na sessão anterio

Depois das fortes altas registradas no fechamento de ontem, o mercado internacional da soja, na sessão desta quarta-feira (15), dá continuidade ao movimento positivo, porém, de forma bem mais tímida. As posições mais negociadas trabalham entre 2,25 e 3,75, tentando manter o patamar dos US$ 9,60 por bushel. 
Os investidores seguem atentos às novidades do clima nos EUA e à espera do plantio da nova safra e encontram em fatores técnicos, segundo analistas, motivo para uma recuperação depois das últimas baixas. 
Além disso, de acordo com analistas internacionais, há ainda rumores de que a China estaria sofrendo com uma pontual e de curto prazo escassez de soja, como noticiou o site norte-americano Agriculture.com.
"Estamos ouvindo relatos de que a China sofre de uma escassez pontual, de curto prazo, em seus portos. Esse é um boato de difícil apuração, porém, hoje os futuros da soja na Bolsa de Dalian subiram 16 cents por bushel e os preços alcançaram os US$ 18,11", disse um analista - que preferiu o anonimato - ao site norte-americano.
Além disso, a nação asiática divulgou, nesta quarta, dados sobre o seu crescimento e os números vieram melhores do que o esperado. No primeiro trimestre de 2015, a economia chinesa registrou um crescimento de 7% em seu PIB. Além disso, a renda das famílias mostrou uma alta de 8,1%. 

MILHO
As cotações futuras do milho negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a sessão desta quarta-feira (15) em campo negativo entre 2,50 e 2,75 pontos.
O mercado devolve os ganhos observados no pregão anterior. Nesta terça-feira, os preços da commodity esboçaram uma reação após 6 sessões consecutivas de perdas e terminaram o dia com ligeiras altas. Além do movimento técnico de recompra de posições por parte dos fundos de investimentos, os ganhos da soja também deram suporte aos preços do cereal, conforme destacam os analistas.
Ainda assim, o foco dos participantes do mercado é o clima nos Estados Unidos. Com o alto índice de umidade em importantes regiões produtoras no país, como o Sul, Sudeste e a parte Leste do Cinturão Produtor, o plantio do milho da safra 2015/16 caminha de forma mais lenta nesse momento. Até o último domingo, apenas 2% da área projetada havia sido cultivada com o grão, segundo reporte do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).
Contudo, o site internacional Farm Futures destaca que, apesar do início da semeadura mais lento, os produtores norte-americanos conseguiriam avançar com os trabalhos nos campos, caso o clima colabore. Cenário decorrente os investimentos em tecnologia, especialmente os maquinários.

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