Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



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terça-feira, 11 de junho de 2013

Comercialização de agroprodutos ficará suspensa por uma semana na Argentina

 O presidente da Federação Agrária Argentina (FAA), Eduardo Buzzi, anunciou nesta segunda-feira (10)  que a comercialização de produtos agropecuários naquele país deverá ser paralisada por uma semana, a partir da zero hora do próximo domingo (16).
O locaute, termo utilizado pelos argentinos para definir a paralisação vai interromper as exportações agrícolas em um momento de falta de moeda no mercado de câmbio. Sem financiamento externo, nem atração de investimentos estrangeiros, as únicas divisas que entram na Argentina são provenientes dos embarques, especialmente da soja. O país é líder mundial nas exportações de óleo e farelo de soja e o terceiro em milho.
 O locaute também terá apoio de outras  associações como a Sociedade Rural (SRA), Confederações Rurais (CRA) e Confederação Intercooperativa (Coninagro). O objetivo é chamar a atenção do governo para os elevados custos de produção e alta carga tributária. 
Segundo os representantes dos produtores, o protesto não deve afetar o abastecimento doméstico, mas sim os embarques às exportações. A manifestação ocorre apenas alguns meses antes das eleições parlamentares de outubro, quando o país vai renovar metade da Câmara e um terço do Senado. 

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Dólar oscila perto da estabilidade

O mercado de câmbio doméstico abriu nesta quarta-feira com o dólar perto da estabilidade, acompanhando o relativo equilíbrio da moeda norte-americana ante seus principais pares no exterior. O dólar à vista no balcão começou a sessão a R$ 2,0190 (-0,15%). No mercado futuro, às 9h21, o dólar para maio de 2013 subia 0,02%, a R$ 2,0290, mesma taxa registrada no inicio da sessão. Até esse horário, o dólar maio oscilou de R$ 2,0260 (-0,12%) a R$ 2,030 (+0,07%).
Nesta manhã, predomina o sinal negativo nas Bolsas europeias, enquanto o euro estava em US$ 1,2837 às 9h23, de US$ 1,2820 no fim da tarde de terça-feira (02). O dólar estava em 93,40 ienes, de 93,43 ienes na véspera.
O comportamento quase "de lado" das moedas nesta quarta-feira reflete o sentimento de cautela dos investidores em relação aos indicadores e eventos previstos para hoje e o resto da semana, além de um feriado amanhã e sexta-feira na China, disse um operador de tesouraria de um banco.
Os agentes de câmbio no Brasil estão na expectativa com os dados sobre o fluxo cambial, que saem às 12h30, mesmo horário previsto para o anúncio do Índice Commodities Brasil (IC-Br) de março. Mais cedo, a Fundação Getulio Vargas (FGV) informou que a confiança do empresário do comércio evoluiu desfavoravelmente em março, quando avaliado em médias móveis. O Índice de Confiança do Comércio (Icom) foi de -2,3% para o trimestre encerrado em março,, em comparação ao resultado do mesmo período do ano anterior. É a terceira piora consecutiva do indicador. Em fevereiro, a taxa havia sido de -0,9% na mesma base de comparação. "O resultado geral da pesquisa revela um ritmo de atividade entre moderado e forte ao final do primeiro trimestre do ano e expectativas menos otimistas em relação aos próximos meses.", informou a FGV, em nota oficial. Já às 10 horas, sai o índice dos gerentes de compras (PMI) do setor de serviços em março, apurado pelo HSBC.
Mais cedo, a BB Seguridade, braço de seguros do Banco do Brasil, também anunciou uma oferta pública de distribuição secundária com valor inicial de 500 milhões de ações ordinárias da companhia e de titularidade do acionista vendedor. A oferta poderá ser acrescida em até 15% em lote suplementar e em outros 20% no lote adicional. A faixa de preço estimado para a ação é de R$ 15,00 a R$ 18,00, com a oferta podendo alcançar R$ 12,150 bilhões, incluindo os lotes extras. O início dos negócios com ações da oferta está previsto para 25 de abril, sob o código "BBSE3".
A intenção da BB Seguridade é atrair investidores nacionais e estrangeiros para a operação. Eventual adesão de investidores não residentes poderá reforçar o fluxo financeiro para o País. O BC atualiza hoje os dados de fluxo cambial, mas em março até o dia 22, o segmento financeiro, que inclui investimentos estrangeiros e remessas de lucros, entre outras operações, contabilizou um saldo negativo de US$ 1,089 bilhão no período. As operações comerciais, por outro lado, mostraram entrada líquida de US$ 1,353 bilhão no período. Como resultado, o fluxo cambial foi positivo em US$ 264 milhões no mês passado até dia 22. No acumulado de 2013 até 22 de março, o fluxo cambial está negativo em US$ 2,227 bilhões, com entrada de US$ 486 milhões no segmento financeiro e saída de US$ 2,712 bilhões no comercial.
Nos EUA, a agenda de indicadores para esta quarta-feira traz como destaque o relatório da ADP/Macroeconomic Advisers sobre a criação de empregos em março e o índice de atividade dos gerentes de compra (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços para o mesmo mês, medido pelo Instituto para Gestão de Oferta (ISM). Ontem, os investidores reagiram bem ao crescimento das encomendas de bens manufaturados à indústria norte-americana, o que sinaliza a continuação da recuperação econômica do país. Contudo, também estão em compasso de espera pela divulgação, na sexta-feira, da pesquisa mensal sobre o mercado de trabalho dos EUA. Um resultado melhor do que o esperado poderá levantar receios de que o Federal Reserve reduza as medidas de estímulo econômico antes do previsto.
No Japão, o iene opera praticamente "de lado" ante o dólar antes do anúncio da decisão de política monetária do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês). A expectativa é que a primeira reunião de política monetária do BoJ sob o comando de Haruhiko Kuroda resulte no anúncio de medidas de estímulo à economia, ainda que a atividade de serviços tenha registrado um recorde no mês passado.
Na China, o setor de serviços também teve expansão em março, mas o índice de sentimento do consumidor caiu no mês passado. De acordo com a Market News International (MNI), a confiança nas condições atuais da China aumentou, mas houve um declínio nas expectativas futuras. Em comunicado divulgado após a reunião trimestral do Comitê de Política Monetária, o Banco Central da China (PBoC) informou que a economia do país está crescendo de forma constante e a tendência de preços está basicamente estável. O Comitê advertiu, porém, que ainda existem incertezas, particularmente em relação à recuperação econômica global. No comunicado, o PBoC afirmou que continuará a implementar uma política monetária "prudente", balanceando os quatro objetivos de crescimento constante, ajuste da estrutura econômica, controle da inflação e prevenção de riscos.
O cuidado também pauta os investidores nesta véspera de decisões de política monetária, amanhã, do Banco da Inglaterra (BoE) e do Banco Central Europeu (BCE). Na zona do euro, a desaceleração da inflação ao consumidor dos 17 países europeus que compartilham o euro, para 1,7% em março ante igual mês de 2012 - na menor alta desde agosto de 2010 - deve favorecer a manutenção dos juros, mas não estão descartadas eventuais medidas para impulsionar a atividade econômica da região. Vale destacar ainda que o Chipre e o Fundo Monetário Internacional (FMI) chegaram a um acordo para uma linha de crédito de 1,0 bilhão de euros, complementando a ajuda de 9,0 bilhões de euros que a ilha receberá de seus parceiros da zona do euro.

Euro sobe após confirmação de resgate ao Chipre


O euro sobe ante o dólar na sessão europeia após a troica de credores internacionais confirmar os termos do acordo de resgate com o Chipre. O memorando de entendimento, que ainda depende de aprovação do Eurogrupo e de Parlamentos da zona do euro, estabelece as condições para que o Chipre receba uma ajuda de 10 bilhões de euros (US$ 12,8 bilhões), 1 bilhão de euros que virá do Fundo Monetário Internacional e o restante da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu.

Os negócios no câmbio, no entanto, tendem a ser contidos antes das reuniões de política monetária do BCE e do Banco da Inglaterra (BoE), marcadas para a quinta-feira (04), embora não haja expectativa de mudanças.

Antes disso, o Banco do Japão (BoJ) fará seu primeiro anúncio de política monetária sob o comando do recém-empossado Haruhiko Kuroda. Analistas preveem que o banco central japonês passará a adotar medidas mais agressivas de relaxamento para estimular a economia.

Já o último número de inflação da zona do euro teve pouca influência nas transações. Em março, o índice de preços ao consumidor (CPI) do bloco subiu 1,7% em comparação com igual mês do ano passado, a menor alta desde o ganho anual de 1,6% registrado em agosto de 2010. O dado, que é preliminar, veio em linha com a expectativa.

Às 9h14 (pelo horário de Brasília), o euro avançava para US$ 1,2829, de US$ 1,2820 no final da tarde de terça-feira (02) em Nova York. Ante a moeda japonesa, o dólar subia para 93,52 ienes, de 93,43 ienes. Já a libra estava em US$ 1,5125, ante US$ 1,5110. As informações são da Dow Jones.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Mercado de câmbio inicia abril atento ao exterior


O mercado de câmbio doméstico começa a semana e o mês de abril, nesta segunda-feira, atento à volatilidade do dólar no exterior e à discussão interna sobre o rumo da política monetária e do próprio câmbio. Após encerrar março a R$ 2,0220 (+0,70%) no balcão, com valorização mensal de 2,33%, o dólar à vista abriu esta segunda-feira com leve queda, a R$ 2,020 (-0,10%).

No mercado futuro, o contrato da moeda para vencimento em 1º de maio começou a ser negociado a R$ 2,0270 (-0,20%) e, até 9h16, atingiu uma máxima de R$ 2,0315 (+0,02%). Na quinta-feira passada, esse vencimento de dólar terminou a R$ 2,0310 (+0,52%).

A leve queda da moeda ante o real na abertura está em sintonia com o desempenho da divisa dos EUA no exterior. Ao longo do dia, a tendência é de a moeda exibir uma volatilidade estreita, uma vez que o feriado prolongado na Europa pode reduzir um pouco a liquidez nos mercados. "O dólar tende a oscilar perto da estabilidade. É preciso um fato novo negativo para a moeda busca patamares mais altos", disse um operador de câmbio um banco.

Na semana passada, em meio a uma tensa discussão sobre o rumo da inflação e da política monetária brasileira, os agentes de câmbio testaram o Banco Central, puxando o dólar para perto de R$ 2,03. Quando o dólar atingiu o patamar de R$ 2,0280 no balcão, o Banco Central interveio com um leilão de swap cambial - sinalizando que este nível pode ser um novo teto informal de preço.

A alta do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) para +0,72% em março, ante 0,33% em fevereiro, divulgada nesta segunda-feira pode sustentar certa cautela dos investidores com a inflação doméstica. Já nos Estados Unidos, saem os índices ISM e Markit sobre a indústria, ambos referentes ao mês passado. Também nesta segunda-feira, serão conhecidos os números da balança comercial brasileira nos três primeiros meses do ano. Na Pesquisa Focus, do Banco Central, as projeções dos investidores para o câmbio seguiram em R$ 2,00 para o fim de 2013 e em R$ 2,05 para o fim de 2014.

A agenda semanal também prevê outros importantes indicadores internos e externos, que também irão direcionar os investidores. Na terça-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informa o resultado de fevereiro da produção industrial. Já na zona do euro será anunciado o índice de atividade (gerentes de compras) do bloco econômico em março, juntamente com a taxa de desemprego na região no período. Outros destaques do calendário serão as reuniões de política monetária dos bancos centrais da Inglaterra (BoE), zona do euro (BCE) e do Japão (BoJ), na quinta-feira, e os números oficiais do mercado de trabalho nos EUA (payroll), na sexta-feira.

Em Nova York, às 9h19, o euro estava em US$ 1,2803, de US$ 1,2820 no fim da tarde de sexta-feira. O dólar recuava a 93,77 ienes, de 94,25 ienes na sexta-feira. A moeda norte-americana tinha leve queda ante o dólar canadense (-0,07%) e o peso mexicano (-0,06%) e ligeira alta ante o peso chileno (+0,16%) e a 

quinta-feira, 28 de março de 2013

Dólar à vista fecha em leve queda, mas mantém R$ 2

Depois que o Banco Central voltou a atuar no mercado de câmbio, o dólar à vista -referência nas negociações do mercado financeiro- fechou em leve queda de 0,04%, para R$ 2,011 na venda.
A autoridade efetuou um leilão de swap cambial tradicional -que equivale a venda de dólares no mercado futuro- hoje, ofertando 20 mil contratos com vencimento em 2 de maio de 2013. A operação movimentou US$ 995,1 milhões, segundo o BC.
A operação ocorreu às 11h20 (horário de Brasília), quando o dólar à vista atingiu sua cotação máxima no dia, de R$ 2,027 na venda. Cinco minutos depois, a moeda caiu para R$ 2,004.
O dólar comercial, utilizado no comércio exterior, registrou baixa de 0,34% no dia, terminando cotado a R$ 2,010 na venda. Ontem, o dólar comercial fechou em seu maior nível desde 25 de janeiro.
No início da semana, operadores de mercado já haviam alertado que a valorização do dólar, apesar de estar em linha com o exterior, poderia levar à intervenção do Banco Central, uma vez que a moeda está acima do nível de R$ 2, considerado por muitos analistas o teto de uma banda informal cujo piso seria R$ 1,95.
A última vez que o BC havia interferido no mercado de câmbio para abaixar a cotação da moeda havia sido em 28 de janeiro deste ano, quando o dólar ultrapassou R$ 2.
Em 11 de março, a autoridade promoveu um leilão de swap cambial reverso, que equivale a uma compra de dólares no mercado futuro, para aumentar a cotação da moeda americana, quando ela chegou a R$ 1,95. 
(Folhapress)

segunda-feira, 18 de março de 2013

Problemas na zona do euro voltam a prejudicar as bolsas


A soja despenca nessa segunda-feira na Bolsa de Chicago. O mercado financeiro é o principal fator de pressão negativa para os preços não só da soja como das demais commodities agrícolas. Diante disso, a crise na Zona do Euro bem como a confiança do bloco econômico volta ao foco e estimulam uma maior aversão ao risco por parte dos investidores. 

O cenário, portanto, se complementa com bolsas de valores em baixa ao redor do mundo e o dólar em alta. O avanço do dólar acaba também pesando nos preços e pressionando ainda mais o mercado. 

Essa é a primeira vez, desde o início da crise financeira na União Européia, que um pacote de ajuda conta com uma medida tão impopular. Dessa forma, volta a crescer a desconfiança sobre a real situação do sistema bancário da Zona do Euro. 

A notícia do pacote de ajuda ao Chipre, portanto, trouxe de volta uma preocupação com a situação da Zona do Euro, e intensificou a liquidação de posições por parte dos investidores, os quais buscam ativos mais seguros.

FECHAMENTO EM 18-03-13
Dólar R$ 1,9876(0,3530)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (-17,0) 14,09
JUL13 (-16,4) 13,94
AUG13(-13,6) 13,56
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel

MAY13 (+2,0) 7,19
JUL13 (+1,0) 7,01
SET13 (+1,2)5,88
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 46,00
Sorriso: R$ R$ 40,50
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 15,20
Sorriso: R$ 13,40

sexta-feira, 15 de março de 2013

Juros caem após ata, com mercado em dúvida sobre Selic


Otom mais suave que o esperado da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada ontem, disparou a redução das taxas dos contratos futuros de juros, em especial nos vencimentos mais curtos. Após as comunicações mais recentes do Banco Central (BC), o mercado esperava uma ata que indicasse de forma clara o início do ciclo de aperto monetário em abril, mas a instituição mostrou cautela em relação ao cenário econômico ainda incerto. Com isso, operadores e analistas ainda discutem quando, de fato, a Selic (a taxa básica de juros da economia) subirá: em abril ou em maio. Para alguns analistas, não está claro nem mesmo se Selic será elevada em 2013.
Neste cenário, as taxas dos contratos futuros de juros de curto prazo caíram ontem, com os investidores reduzindo as apostas de alta da Selic no próximo encontro do Copom, em abril. No fim do dia, nota publicada pela agê

ncia Bloomberg, dando conta de que a presidente Dilma Rousseff, segundo fonte não identificada, deu autonomia ao Banco Central para elevação da Selic quando for preciso, reduziu parte da queda das taxas. Ainda assim, o contrato para julho de 2014 encerrou com taxa de 7,21%, ante 7,28% de quarta-feira. Já o contrato para janeiro de 2014 marcou 7,88%, ante 7,96%.
No câmbio, o dólar à vista fechou em alta pela quarta sessão seguida, cotado a R$ 1,9770, em alta de 0,25%. Na ata, o Copom revisou para baixo em seu cenário de referência a taxa de câmbio em março, para R$ 2,00, ante os R$ 2,05 em janeiro. Este novo parâmetro surge na esteira dos sinais recentes do BC de que o câmbio poderá oscilar numa faixa entre R$ 2,00 e R$ 1,95.
Já a Bovespa conseguiu recuperar à tarde parte das perdas vistas mais cedo, mas ainda assim encerrou em baixa, de 0,18%, aos 57.281,02 pontos. As ações da Vale, que chegaram a cair quase 2%, se recuperaram e contribuíram para a desaceleração da queda da Bolsa brasileira. O setor bancário, por sua vez, foi penalizado pelas dúvidas sobre quando o BC subirá a Selic e pela revisão da perspectiva de classificação de risco de seis instituições médias.
Em Nova York, os principais índices de ações fecharam novamente em alta, com o Dow Jones acumulando dez sessões seguidas de ganhos.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Ouro fecha em queda com alta do dolár


NOVA YORK - Os contratos futuros de ouro negociados na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), fecharam em queda nesta quarta-feira, pressionados pela alta do dólar e por dados positivos do varejo norte-americano. O contrato de ouro mais negociado, com entrega para abril, perdeu US$ 3,30 (0,2%), fechando a US$ 1.588,40 a onça-troy.
O dólar ganhou terreno ante o euro hoje, tornando os contratos de ouro denominados na divisa norte-americana mais caros para detentores de outras moedas. Uma série de dados positivos dos EUA impulsionaram o dólar.
As vendas no varejo do país subiram 1,1% em fevereiro ante janeiro, resultado bem acima da previsão dos economistas, que esperavam alta de 0,6%. O ganho do mês passado foi o quarto consecutivo e o maior desde setembro. Na comparação anual, as vendas subiram 4,6% em fevereiro. Além disso, os estoques das empresas dos EUA subiram 1,0% em janeiro ante dezembro, também bem acima da previsão dos analistas, que era de aumento de 0,5%.
"Os dados podem causar uma onda de vendas de curto prazo na medida em que o mercado antecipa menos relaxamento monetário do Federal Reserve", disse Peter Hug, diretor da Kitco Metals. O programa de compra de bônus do Fed, juntamente com outros estímulos, tem ajudado a impulsionar os preços do ouro nos últimos anos, com os investidores buscando no metal precioso proteção contra a potencial inflação.
Os preços do ouro caíram para o menor nível em sete meses no início do mês, após os investidores favorecerem o mercado de ações em detrimento de outros ativos, devido à menor necessidade por segurança.
Analistas afirmam que ainda há uma forte demanda física pelo ouro, principalmente nos mercados asiáticos, o que ajudou os preços a subirem.
FECHAMENTO EM 13-03-2013
Dólar R$ 1,9695(0,3560)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (-15,0) 14,74
MAY13 (-21,6) 14,47
JUL13 (-20,6) 14,25
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (+1,07,42
MAY13 (-5,6) 7,14
JUL13 (-1,6) 6,92
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 47,50
Sorriso: R$ R$ 42,00
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 14,40
Sorriso: R$ 10,80

terça-feira, 12 de março de 2013

Câmbio é flutuante, mas BC está pronto para atuar, diz Tombini



SÃO PAULO - O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, fez um discurso em defesa do regime cambial brasileiro e defendeu que a evolução do real nos últimos meses é comparável com outras moedas internacionais. Apesar do discurso de que nada de diferente acontece com a moeda brasileira, ele voltou a falar em "instrumentos contra choques para usar em várias situações". "Podemos dar liquidez ao mercado", disse e citou como exemplo o mercado de câmbio futuro. Nesse segmento, o BC voltou a atuar ontem e segurou as cotações do dólar acima de R$ 1,95.

Às 14h30, a moeda americana é negociada a R$ 1,9620, em alta de 0,20% em relação ao fechamento de ontem. Até este horário, não houve intervenção do Banco Central no mercado de câmbio.
Em evento na capital polonesa, o presidente do Banco Central ainda rechaçou as críticas do mercado de que o câmbio não é flutuante no Brasil. "O câmbio no Brasil é flutuante. É flutuante sim". Ao apresentar um quadro com a evolução da volatilidade do real, Tombini argumentou que o que aconteceu com o real nos últimos meses é bem parecido com o visto com o peso mexicano, o rublo russo e o dólar australiano.
Choques externos
Ele reiterou que a política de câmbio no Brasil constitui a primeira linha de defesa do governo brasileiro contra choques internos e externos. Segundo o presidente do BC, as reservas internacionais (US$ 375,5 bilhões, dados de ontem) propiciam uma situação confortável para o Brasil e os estímulos monetários já adotados vão ajudar na recuperação da economia. Tombini destacou ainda que a confiança e o menor nível de estoques ajudarão no crescimento industrial.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Dólar abriu em queda


- O dólar abriu em queda nesta sexta-feira, acompanhando a melhora no cenário externo e a expectativa de números bons do mercado de trabalho dos Estados Unidos, além de dados mais suaves de inflação trazidos pelo IPCA de fevereiro e 1ª prévia do IGP-M de março. O IPCA, no entanto, apesar de vir menor do que no mês anterior, veio perto do teto das estimativas. Às 9h12, o dólar caía 0,31%, a R$ 1,955. O dólar futuro para 1º de abril caía 0,31%, a R$ 1,960.
"A tendência de curto prazo é de apreciação do real", comentou um operador de câmbio. Segundo ele, o dólar deve se aproximar de R$ 1,95. "Mas não agora. Hoje a moeda deve ficar ao redor de R$ 1,96, acompanhando o cenário externo e a inflação", disse. Na quinta-feira (07), o dólar fechou em queda de 0,41%, a R$ 1,9610, no mercado à vista.
O IPCA de fevereiro subiu 0,60%, perto do teto das estimativas do mercado que iam de altas de 0,36% a 0,63%. Em janeiro, o IPCA subiu 0,86%. Uma desaceleração maior foi vista na primeira prévia do IGP-M de março, quando subiu 0,15% ante alta de 0,41%, em igual prévia do mesmo índice no mês passado, ficando perto do piso das estimativas dos analistas do mercado financeiro ouvidos pelo AE-Projeções, que esperavam de uma alta de 0,12% a 0,45%, com mediana das expectativas em 0,25%.
Nos EUA, às 10h30 (pelo horário de Brasília), saem os dados de criação de emprego nos setores público e privado em fevereiro. Analistas esperam que tenham sido criadas 160 mil vagas, ante mais 157 mil em janeiro. Para a taxa de desemprego, a expectativa é de recuo para 7,8%, de 7,9% em janeiro.
Nesta sexta-feira, o euro, que chegou a cair no início da manhã, invertia a mão e subia a US$ 1,3111, de US$ 1,3106 no fim da tarde de quinta-feira (07). O dólar avançava a 95,74 ienes, de 94,83 ienes no fim da tarde de quinta-feira (07). O dólar caía ante várias moedas correlacionadas a commodities: lira turca (-0,10%); rupia indiana (-0,49%); rublo russo (-0,17%). Ante o dólar australiano, o dólar americano tinha alta de 0,03% e de +0,04% ante o dólar neozelandês. 



terça-feira, 5 de março de 2013

Menor aversão a risco deve pressionar dólar para baixo


A melhora do humor nos mercados internacionais, graças a dados econômicos favoráveis na Europa e a notícias mais animadoras vindas da China, deve tirar o impulso para ganhos do dólar ante o real nesta terça-feira. Além disso, a expectativa é positiva para a divulgação do índice de atividade dos gerentes de compra (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços nos Estados Unidos em fevereiro. Essa menor aversão a risco generalizada aumenta o apetite dos investidores por ações nas bolsas europeias e nos futuros de Nova York, ao mesmo tempo em que coloca o dólar mais fraco em relação ao euro, iene, e algumas moedas correlacionadas a commodities, como o dólar australiano e o dólar canadense.
"Apesar do descolamento que ocorreu ontem, o dólar deve continuar acompanhando hoje o cenário externo, podendo abrir perto da estabilidade, mas com tendência de depreciação", comentou um operador de câmbio na manhã desta terça-feira. Segundo ele, o investidor mantém ainda cautela, à espera do comunicado do Copom, a ser anunciado na reunião de quarta-feira.
Na segunda-feira, o dólar virou e passou a cair ante o real, influenciado, em parte, pela entrada de recursos financeiros corporativos, e também melhora nas bolsas em Nova York. A moeda negociada no balcão, à vista, fechou cotada a R$ 1,9760, em baixa de 0,30%.
Nos EUA, o índice de atividade do setor de serviços, divulgado nesta terça-feira, subiu a 56,0 em fevereiro, de 55,2 em janeiro.
Na China, o investidor se animou ao ouvir do primeiro-ministro, Wen Jiabao, que o país irá aumentar os gastos e a dívida pública para alcançar um crescimento ao redor de 7,5% neste ano, além de fortalecer os esforços para mudar a estrutura econômica. Essa notícia ofuscou o dado fraco do PMI HSBC do setor de serviços na China, que recuou para 52,1 em fevereiro, de 54,0 em janeiro.
Na Europa, as vendas no varejo da zona do euro cresceram 1,2% em janeiro, ante dezembro, superando a previsão de alta de 0,3%. Na comparação com janeiro de 2012, a atividade registrou queda de 1,3%, mas menor que o esperado (-2,9%). A alta nas vendas na margem foi a maior desde abril de 2011. Outro dado da região, no entanto, o PMI composto da zona do euro, caiu para 47,9 em fevereiro, ante 48,6 em janeiro e previsão de 47,3, sinalizando uma contração mais forte no mês passado.
Na Alemanha, ainda que o PMI de serviços tenha recuado para 54,7 em fevereiro, de 55,7 em janeiro, essa desaceleração foi menor do que a esperada, de 54,1. Com isso, o PMI composto alemão passou de 54,4 para 53,3, o que ainda indica expansão da atividade, por estar acima de 50. No Reino Unido, o PMI de serviços subiu para 51,8 em fevereiro, de 51,5 em janeiro, na maior alta desde setembro de 2012 e acima da previsão, de 51,0. Isso reduz a apostas de que o Banco Central da Inglaterra (BoE), possa sinalizar mais medidas de estímulos a caminho, na reunião de quinta-feira.
O dólar australiano ganhou força nesta terça-feira após Banco Central da Austrália (RBA) manter a taxa básica de juros inalterada em 3% ao ano, pelo segundo mês consecutivo, como era esperado. A justificativa do BC para a decisão foi a de que houve melhora modesta na economia e nas condições na Europa e China.
Às 12h50, o dólar comercial operava cotado a R$ 1,9680 (-0,40%). 

Fonte:Economia & negocios
FECHAMENTO EM 04-03-2013
Dólar R$ 1,9650 (-0,3600)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (+6,614,97
MAY13 (+4,2) 14,66
JUL13 (+15,0) 14,43
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (+9,07,32
MAY13 (+6,0) 7,09
JUL13 (+4,2) 6,86
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 49,50
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 14,40

segunda-feira, 4 de março de 2013

Dólar abre semana em alta


LONDRES - O dólar opera em alta, mas os movimentos do mercado de câmbio estão limitados pela reunião dos ministros de Finanças da zona do euro, o Eurogrupo, e pela agenda cheia do restante da semana - que inclui reuniões de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) e do Banco da Inglaterra (BoE) e a divulgação do Livro Bege do Federal Reserve.
O euro apresenta queda e oscila em torno de US$ 1,30 enquanto o Eurogrupo se prepara para discutir a extensão do prazo para que Portugal e Irlanda reembolsem os empréstimos tomados por meio dos programas de resgate internacional que receberam. A incerteza política na Itália também deverá ser debatida na reunião.
Além do BCE e do BoE, os bancos centrais da Austrália, do Canadá e do Japão também decidem sobre juros nesta semana. Embora a previsão seja de que todos mantenham a política monetária inalterada, serão importantes os sinais sobre o futuro, segundo analistas. "No geral esses bancos centrais estão se movendo em direção a uma política mais acomodatícia e isso provavelmente vai dar suporte para o dólar nesta semana", afirmou Kiran Kowshik, estrategista do BNP Paribas.
O interesse no dólar também vai sendo sustentado pelo anúncio do governo da China, no fim da semana passada, de novas medidas para conter o aumento dos preços dos imóveis. O dólar australiano caiu para o nível mais baixo em quase oito meses diante do dólar dos EUA, em razão dos receios de que o movimento chinês prejudique a demanda por commodities da Austrália.
A libra também se enfraqueceu diante do dólar, pressionada pela contração mais forte em mais de três anos no setor de construção do Reino Unido em fevereiro, como mostrado pela queda no índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor para 46,8, de 48,7 em janeiro.
Enquanto isso, o iene opera em leve alta diante do dólar, depois de o candidato do governo do Japão para a presidência do banco central do país, Haruhiko Kuroda, não dizer nada novo na audiência realizada nesta segunda-feira no parlamento.
Às 10h (de Brasília), o euro caía de US$ 1,3025 no fim da tarde de sexta-feira (01) para US$ 1,3011, e de 121,80 ienes para 121,71 ienes, enquanto o dólar recuava para de 93,60 ienes 93,55 ienes. A libra se recuperava das perdas do início da manhã e subia de US$ 1,5036 na sexta-feira (01) para US$ 1,5048. O índice do dólar medido pelo Wall Street Journal estava em 73,329, de 73,347. 
FONTE:Dow Jones economia.estadao

CBOT: Com mercado cauteloso à espera do USDA, soja opera com volatilidade


Na manhã desta segunda-feira os futuros da soja operam com pequenas quedas, pouco significativas. Por volta das 10h20 (horário de Brasília) os principais contratos, negociados na Bolsa de Chicago, registravam leves perdas entre 2,00 e 3,25 pontos . Na última sessão o mercado internacional de grãos realizou lucros, e encerrou o dia do lado negativo da tabela.

De acordo com o operador de mesa da Terra Investimentos, Bruno Perottoni, os fundamentos no curto prazo são positivos. “Mas o mercado está sem grandes notícias, e deve ficar mais cauteloso essa semana à espera do relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que deve ser divulgado na próxima sexta-feira (8)”, afirma.

Além disso, as chuvas retornaram à Argentina nas principais regiões produtoras, o que poderia recuperar um pouco das perdas nas lavouras de soja, conforma diz o operador. Desde o início do plantio as plantações do país vizinho sofrem com as adversidades climáticas. Já no Brasil, apesar dos problemas pontuais com o clima, a expectativa do mercado é de uma produção cheia.

Por outro lado, analistas destacam que o caos logístico no Brasil tem sido observado pelos investidores, e tem feito com que muitos países compradores adquirem soja dos Estados Unidos, que possui estoques ajustados, para se protegerem contra os atrasos nos embarques dos grãos pelos portos brasileiros, fator de suporte para os preços futuros. 

“A demanda permanece aquecida, principalmente, por parte da China. A tendência é que as cotações oscilem entre US$14 e US$ 15/bushel no curto prazo. E toda vez que o mercado chegar próximo de US$ 14,80 os fundos tendem a liquidar suas posições e próximo de US$ 14 estimula novas compras”, explica Perottoni.

Fonte: Notícias Agrícolas // Fernanda Custódio

sexta-feira, 1 de março de 2013

Noticia do mercado 01/03/13


Mercados foram menores durante à noite em meio aos comerciantes "risco-off". Os principais "mercados externos hoje também estão em baixa, o índice do dólar dos EUA é maior e os preços do petróleo são menores. A melhora na umidade do solo nos EUA tem contribuído para o mercado trabalhar negativo, a umidade pode favorecer uma boa produção de grãos na safra 2013 americana.


FECHAMENTO EM 01-03-2013
Dólar R$ 1,9809


FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (-7,614,73
MAY13 (-6,6) 14,52
JUL13 (-5,6) 14,35
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel

MAR13 (+4,6) 7,24
MAY13 (+4,6) 7,08
JUL13 (+2,4) 6,87
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM
Rondonópolis: R$ 50,00
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 14,00

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Umidade dos solos nos EUA‏


"Tenho a relatar que, nas últimas 2 semanas, temos recebido uma boa quantidade de umidade. Mesmo para o oeste, tenho certeza as coisas vão começar a ser melhor. Eu vi pelo menos um analista de mercado dizem que a situação atual de umidade no cinturão de trigo vai impulsionar o mercado agora com a adição de chuvas e trazendo preços para baixo com as chuvas, e de longo prazo veranicos trazendo um pouco de uma colisão melhor para preços.
A colheita no Texas começará em maio e vamos começar a ter um melhor controle sobre fontes de 2013-2014".

Por: David B. Rahe - Illinois-EUA

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Monsanto adia cobrança de royalties da soja RR1 em todo o Brasil


Em nota oficial, publicada agora a pouco em seu site, a Monsanto informa estar adiando a cobranca dos boletos relativo aos  royalties (direitos sobre a patente), cujo vencimento estava previsto para ocorrer na proxima quinta-feira, dia 28 . A cobranca de 2,5% incide sobre todos as sementes que utilizam  a tecnologia  RR1.

SEGUE A NOTA:

"A Monsanto trabalhou com diversas lideranças do setor rural do Brasil para estabelecer um caminho no que diz respeito à soja RR1 no País. 

Em consequência, a empresa adiará a cobrança de royalties da soja RR1 no Brasil até que haja decisão final da justiça.


A companhia  pretende continuar documentando e mantendo as informações comerciais relativas àqueles que usam a soja RR1 durante este período de adiamento da cobrança.



No Brasil, a soja RR1 é protegida por vários direitos de propriedade intelectual, inclusive patentes. De acordo com a legislação brasileira, a Monsanto busca corrigir o prazo de uma de suas patentes brasileiras para essa tecnologia até 2014. 

Esse assunto ainda está pendente de decisão judicial e a Monsanto recorreu da recente decisão do Superior Tribunal de Justiça. Após manifestação final do STJ, a decisão definitiva ficará a cargo do Supremo Tribunal Federal.


Os agricultores que preferirem uma solução imediata e definitiva podem fazê-lo por meio de uma versão simplificada do termo de quitação geral. 

Os agricultores que assinaram a primeira versão desse termo poderão mantê-la, encerrá-la ou substituí-la pelo novo documento que está disponível no site www.monsanto.com.br


A Monsanto e as lideranças rurais reconhecem que a biotecnologia tem um importante papel na agricultura brasileira ao proporcionar maior eficiência no campo e aumento de produtividade. Também reconhecem que a propriedade intelectual e o pagamento das tecnologias a cada uso viabilizam a inovação. 

A Monsanto continua aberta ao diálogo com os agricultores e seus representantes de forma a pavimentar o caminho para novas tecnologias na agricultura brasileira".

Fonte: Redacao NA




Dólar R$ 1,9845 

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:


Mês Pontos Bushel

MAR13 (-2,614,48
MAY13 (-3,0) 14,32
JUL13 (-3,0) 14,148

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:


Mês Pontos Bushel

MAR13 (+11,0) 7,04

MAY13 (+9,0) 6,94

JUL13 (+7,0) 6,78

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:

Rondonópolis: R$ 50,00

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Mercado nesta sexta (compras técnicas/fundos)‏


Na abertura Chicago chegou a trabalhar com +20 na soja (neste momento +8 e 14,93/BU) e no milho +2.
Os fundamentos ainda são os mesmos de oferta apertada, estoques baixos, redução de produção na Argentina e hoje fundos realizando compras técnicas. Este movimento técnico (compra/venda) deve continuar até os dias que antecedem o pré-relatório de intenção de plantio dos EUA (12/03/13) e relatório definitivo no final do mês.
Por momento vamos ter mercados de necessidade e as empresas vão continuar a participar, certamente a intenção de plantio pode segurar por momento as cotações na bolsa, mas no médio prazo vamos ter empresas buscando a soja para poder esmagar ou exportar e no longo prazo o mercado interno deve demandar muito.

Temos que ficar de olho nestas compras técnicas (antes do pré e antes do relatório), isso pode abrir janelas para quem precisa vender para receber curto e pagar contas de colheita.

Entrando no março os fretes continuam a prejudicar a evolução dos preços, como a soja que deveria ser escoada no mês de fevereiro não saiu devido as chuvas, agora a disputa por caminhões está encarecendo o frete.

Soja Rondonópolis R$ 52,50
Itiquira R$ 52,00
Guiratinga / chapadão R$ 50,00
Canarana R$ 50,00

Milho / safrinha / agosto R$ 17,00 em Itiquira

Negado à Monsanto pedido de extensão de patente de soja transgênica


O ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou nesta quinta-feira (21) recurso especial da Monsanto Technology LLC, que pretendia ampliar a vigência da patente de soja transgênica. Seguindo jurisprudência consolidada pela Segunda Seção, o ministro entendeu que a patente vigorou até 31 de agosto de 2010. 

O recurso é contra decisão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, que reconheceu o vencimento da patente, pois a vigência de 20 anos começou a contar da data do primeiro depósito da patente no exterior, em 31 de agosto de 1990. No outro polo da ação está o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). 

No recurso, a Monsanto contestou o termo inicial da contagem do prazo de vigência da patente, que foi a data do primeiro depósito no exterior, pois este foi abandonado. Também sustentou que o processo deveria ser suspenso porque tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI 4.234) dos artigos 230 e 231 da Lei 9.279/96 (Lei de Propriedade Industrial), que tratam do depósito de patentes. 

Inicialmente, o ministro ressaltou que a pendência de julgamento no STF de ação que discute a constitucionalidade de lei não suspende a tramitação de processos no STJ. Há precedentes nesse sentido. 

No mérito, Cueva destacou que a Segunda Seção, que reúne as duas Turmas de direito privado, uniformizou o entendimento de que “a proteção oferecida às patentes estrangeiras, as chamadas patentes pipeline, vigora pelo prazo remanescente de proteção no país onde foi depositado o primeiro pedido, até o prazo máximo de proteção concedido no Brasil – 20 anos –, a contar da data do primeiro depósito no exterior, ainda que posteriormente abandonado”. 
Fonte: Superior Tribunal de Justiça

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Chicago: após fortes altas, soja opera com volatilidade nesta 5ª feira


Na manhã desta quinta-feira (21) as cotações futuras da soja operam do lado negativo da tabela na Bolsa de Chicago. A soja trabalha com volatilidade, com leves correções técnicas, após operar com altas expressivas nos últimos pregões. Por volta das 15h35 (horário de Brasília) os principais vencimentos da commodity trabalhavam com leves ganhos.

O analista de mercado da Cerealpar, Steve Cachia, explica que o mercado ainda tem algumas incertezas e diante do ajustado quadro de oferta e demanda norte-americana, a demanda permanece forte. A China voltou às compras no mercado internacional de grãos. Nos Estados Unidos, há rumores de que, somente nesta semana, cerca de 6 a 8 cargos de soja foram vendidos, mas as informações não foram oficialmente confirmados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

Além disso, o mercado de commodities agrícolas ainda observa o clima nas lavouras da América do Sul que foram prejudicadas pelas adversidades climáticas. Na Argentina, o volume de chuvas registrado no último final de semana não foi suficiente para amenizar as condições das plantações que sofrem com tempo seco e as temperaturas elevadas. E a expectativa é que a produção alcance 50 milhões de toneladas. 

Por outro lado, no Brasil, o excesso de chuvas atrasa a colheita nas principais regiões produtora do país. E os problemas com a ineficiente logística que logísticos impedem que os produtos cheguem à velocidade necessária ao mercado.

Ainda de acordo com o analista as estimativas de safra recorde de milho nos EUA, e uma safra cheia na América do Sul, apesar dos problemas pontuais, a situação é incerta até que a colheita da produção norte-americana. “Vamos ter uma situação de oferta muito apertada e estoques baixos e com isso acreditamos que o mercado está se sustentando, mesmo com a entrada da safra sulamericana no mercado, que poderia pressionar sazonalmente os preços futuros”, afirma o analista.

Frente a esse cenário, Cachia destaca que os Estados Unidos podem não ter produto suficiente para atender a demanda tanto no mercado interno como externo ao mesmo tempo. “E o mercado vai colocar um processo de racionamento do produto através do aumento de preços. Até a definição 100% da safra norte-americana acredito que os compradores vão continuar sendo agressivos e terá momento em que o mercado irá reagir e talvez dando suporte aos preços no mercado interno de soja. No entanto, se o clima for favorável nos EUA sem dúvidas a tendência do mercado ficaria baixista”, afirma. 

Milho – Os futuros do milho também trabalham em baixa nesta quinta-feira (21). Segundo o analista o mercado está um pouco decepcionado uma vez que as exportações do cereal norte-americano seguem em ritmo lento. Entretanto, é preciso ressaltar a quebra na produção dos EUA em função do clima seco. 

“Mas, os preços não podem ceder demais, principalmente, se a soja voltar a subir nos próximos dias, vai ocorrer uma disputa nas áreas de plantio nos EUA. E caso as cotações do milho se distancie da oleaginosa corre o risco de perder área para a oleaginosa. E sabemos que os estoques de milho também são baixos, e a forte demanda que tem para etanol daí a necessidade de ter uma safra cheia, mas sem duvidas se o mercado ficar mais firme o milho deve seguir atrás”, relata Cachia. 
Fonte: Notícias Agrícolas // Fernanda Custódio

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Chicago: soja amplia ganhos e opera pelo terceiro dia em alta


A soja opera do lado positivo da tabela pelo terceiro dia consecutivo nesta quarta-feira (20) na Bolsa de Chicago. Por volta das 11h00 (horário de Brasília), os contratos trabalhavam dois dígitos de alta, ampliando os ganhos registrados na sessão anterior. 

De acordo com o analista de mercado da Agrinvest, Eduardo Vanin, no último final de semana o mercado aguardava chuvas nas principais regiões produtoras da Argentina. Entretanto, as precipitações foram esparsas e em volumes insuficientes para amenizar a situação das lavouras argentinas que são castigadas pelo tempo seco. Na última quinta-feira (14), a Bolsa de cereais de Buenos Aires informou que a safra argentina deve atingir 50 milhões de toneladas. 

“As temperaturas estão elevadas no país, e já temos estimativas de consultorias privadas considerando quebra entre 15% a 17% ante as projeções iniciais. A expectativa é que a produção alcance 50 milhões de toneladas. E o mercado está nervoso com essa situação”, afirma. 

Paralela ao ajustado quadro de oferta e demanda mundial, há também a volta da China ao mercado internacional de grãos. Após o feriado de Ano Novo no país, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) anunciou ontem (19), uma venda de 120 mil toneladas de soja em grão para a nação asiática, para serem entregues na temporada 2012/13. O que indica que a demanda pelo grão permanece aquecida.

O analista destaca que, a importação seria uma forma da China se proteger contra uma possível paralisação dos portos brasileiros. Na última segunda-feira (18), trabalhadores portuários de Santos invadiram um navio chinês em protesto. “Diante desse quadro, podemos ver a demanda se deslocando para os EUA, mas sabemos que os estoques norte-americanos são apertados”, relata o analista. 

E caso, as exportações dos Estados Unidos permaneçam em ritmo acelerado, é possível que o país tenha que importar soja mais para frente para cumprir os seus compromissos, conforme acredita Vanin. 

Milho – Na contramão da soja, os futuros do milho em campo misto nesta quarta-feira (20) em Chicago. O analista da Agrinvest, explica que, há um deslocamento da demanda dos compradores tradicionais para outras origens como Brasil e Ucrânia e a substituição do cereal por outros produtos. 

“Com isso, as vendas de milho dos EUA são cerca de 50% menores em comparação com a temporada anterior”, diz Vanin. Essa situação reflete nos preços futuros e também, segundo analistas, é visto pelo mercado como um fator de limitante de alta.