Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Helicoverpa: Lagarta que ataca a soja foi registrada no Rio Grande do Sul

Agora é oficial. Exames comprovaram que a tão temida lagarta helicoverpa armigera passou, de fato, pelo Rio Grande do Sul. A praga vem causando prejuízos bilionários nas lavouras do Brasil afora e já fez com que fosse decretado estado de emergência fitossanitária na Bahia e em Mato Grosso. Um terceiro Estado, Goiás, também já solicitou o status ao Ministério da Agricultura — o pedido está agora sob análise do departamento jurídico. E há o Piauí, que decretou situação de emergência estadual.
Fonte: Zero Hora

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Ameaça de praga causa antecipação do monitoramento de lavouras de MT

Os produtores de soja anteciparam o monitoramento das propriedades de Mato Grosso. A praga chamada de helicoverpa armigera ameaça as lavouras do grão do Estado.
Uma equipe do Ministério da Agricultura faz o mapeamento das áreas de soja de Mato Grosso para acompanhar a evolução da lagarta helicoverpa armigera. A identificação do ataque nos primeiros estágios facilita o controle da praga. A destruição de outras plantas que nascem espontaneamente em meio às lavouras está entre as medidas de manejo.
Em uma propriedade do Estado, a lagarta apareceu logo no começo do plantio, quando as sementes de soja mal tinham germinado. Os técnicos da propriedade conseguiram fazer o controle com pulverização noturna. “No momento mais quente do dia ela se refugia na palhada ou embaixo do solo e o pesticida não atua. Então, fizeram aplicação noturna. É possível conviver”, diz Wanderlei Dias Guerra, coordenador da Comissão de Defesa Agropecuária.
As visitas técnicas vão acompanhar todo o ciclo da soja até o final da colheita. Para o representante do Ministério da Cultura, os produtores não podem deixar de fazer o monitoramento das lavouras. Essa é uma maneira de evitar o aumento dos custos de produção.
O acompanhamento rigoroso é feito também na fazenda em Sapezal, no oeste de Mato Grosso. Dos 14 mil hectares na propriedade, 12 mil foram reservados para a soja. Mais de dois mil hectares já foram semeados. As chuvas se anteciparam e as máquinas começaram a trabalhar mais cedo.
As primeiras sementes plantadas na segunda quinzena de setembro já estão germinando e atingem aproximadamente sete centímetros de altura. A preocupação agora no início do cultivo é que a praga volte mais resistente aos agrotóxicos usados na safra passada. A helicoverpa armigera tem alto poder de destruição e pode afetar os resultados.
Nesta safra, a área de soja em Mato Grosso deve chegar a 8,2 milhões de hectares, com aumento de 5% em relação ao ano passado.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Tempo permanece encoberto em todo o País

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta para tempo parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, exceto no sul e sudoeste e no Distrito Federal. Temperatura máxima de 37º C e a mínima de 16ºC. A previsão é válida para esta quarta-feira, dia 2 de outubro.
Possibilidade de chuva em áreas isoladas no leste do Rio Grande do Norte, da Paraíba, litoral e mata de Pernambuco, litoral de Alagoas e sudoeste da Bahia. Temperatura máxima de 39º C e mínima de 16º C.
Nublado com pancadas de chuva em Roraima e Rondônia. Pode chover no Amazonas, Pará, Acre e sul de Tocantins.  Temperatura máxima de 39º C e mínima de 20º C.
Nublado com chuva em Minas Gerais, Rio de Janeiro e em São Paulo. Temperatura máxima de 33º C e mínima de 10º C.
Parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva no centro/leste e norte do Paraná, norte, sul e leste de Santa Catarina. Demais áreas, parcialmente nublado com névoa úmida e/ou seca no decorrer do dia. Temperatura máxima de 29º C e mínima de 8º C.
Fonte: Mapa

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Mercado inicia semana à espera de números do USDA.

O mercado aguarda a divulgação do novo relatório trimestral de estoques que será divulgado hoje pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) e por isso caminha de lado, sem movimentações muito expressivas nem de alta ou baixa. Para esta segunda, espera-se também o relatório de condições de lavouras, que sai no final do dia. 
Um levantamento feito com analistas e corretores por agências internacionais apontam estoques em 3,43 milhões de toneladas (126 milhões de bushels).
No início de setembro, o departamento norte-americano estimou os estoques de passagem para a temporada 2012/13 em 3,4 milhões de toneladas (125 milhões de bushels) e, há um ano, esse número era de 4,6 milhões de toneladas (169 milhões de bushels). No boletim trimestral de junho, o USDA projetou os estoques em 11,84 milhões de toneladas (435 milhões de bushels). 
Além desse reporte, os players do mercado esperam também pelo novo boletim de oferta e demanda que o departamento norte-americano traz no dia 11 de outubro. Para os analistas, esse será o grande direcionador dos preços em Chicago, uma vez que deverá trazer números mais reais e definitivos sobre a nova safra dos Estados Unidos. 

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

‘Soja’ sofre ataque da helicoverpa no Mato Grosso


Os produtores rurais de Campo Novo do Parecis (396 quilômetros ao noroeste de Cuiabá) já iniciaram o plantio da soja e as primeiras lavouras cultivadas já foram atacadas pela lagarta helicoverpa. A situação preocupa os agricultores da região, que estavam preparados para controlar a praga, mas não imaginavam que o ataque seria tão intenso e precoce. 

Segundo o gerente do Sindicato Rural do município, Antônio de La Bandeira, os produtores estão utilizando os produtos disponíveis no mercado para tentar controlar a lagarta. Com as recentes chuvas, as ervas daninhas germinaram e serviram como planta hospedeira à praga. 

“O produtor terá de passar o inseticida antes do plantio, além do herbicida para tentar matar a lagarta antes da germinação da soja. Ainda é cedo para falar em replantio e fazer uma avaliação, mas os produtores devem realizar o monitoramento da área”, orienta o gerente. 



Frente a esse cenário, a expectativa é que haja um aumento nos custos de produção além de uma estimada perda de produtividade nas lavouras. A expectativa é que sejam colhidas, em média, 56 sacas de soja por hectare ou 3.300 quilos por hectare. 

Paralelo a esse cenário, os preços da saca da soja permanecem mais altos e giram em torno de R$ 56 no mercado disponível. Entretanto, a perspectiva dos produtores é que os preços aumentem em função da quebra na safra norte-americana. “Claro que ainda estamos iniciando a safra, produtores estão assustados com o aparecimento da helicoverpa, pois também enfrentamos anualmente a ferrugem asiática. Então os agricultores devem ter atenção a esses problemas”, destaca Bandeira

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

O mercado vive um momento de pressão sazonal em função do avanço da colheita da nova safra dos Estados Unidos

O mercado vive um momento de pressão sazonal em função do avanço da colheita da nova safra dos Estados Unidos. Segundo analistas, apesar da quebra na produção norte-americana em função da seca, estoques menores e uma demanda mundial ainda muito aquecida, a entrada efetiva dessa nova oferta pressiona as cotações. 
No entanto, o mercado vê suas altas sendo limitadas, ainda de acordo com os analistas, pelas expectativas para o novo relatório trimestral de estoques que oUSDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga na próxima segunda-feira (30). As projeções do mercado, segundo Stefan Tomkiw, analista da Jefferies Corretora, de Nova York, são de que o departamento traga números indicando estoques finais de soja bastante apertados, na casa de 3,4 milhões de toneladas. 

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

EUA: Menos da metade do milho está maduro e 7% foram colhidos

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estima que apenas 7% da safra de milho já tenha sido colhida nos EUA, o que está abaixo da média para o período, que é de 16%. O estado de Carolina do Norte é o que está mais adiantado, com 100% do milho maduro e 74% colhido. No Texas, 50% já está maduro. Os estados de Michigan, Dakota do Norte e Wisconsin são os mais lentos, todos com apenas 30% do milho maduro. 
Produtividade em cheque
Muito já foi dito sobre a safra de milho deste ano. De acordo com matéria publicada hoje pelo site americano Farmfutures, a expectativa é de que essa seja uma grande safra, mas não recorde. Muitos fatores fizeram com que esta seja uma colheita difícil de se prever. Mas a verdade logo será revelada. Algumas lavouras já foram colhidas, principalmente no leste do cinturão de grãos. 

Relatórios indicam que safra deverá render mais que o esperado, mesmo tendo passado por períodos muito chuvosos e secas extensas. No entanto, alguns relatórios precoces são de produtores que gerenciam suas lavouras minuciosamente, com fertilizantes, fungicidas e testes, por isso conseguem as melhores produtividades.  
Estes são os fatores que podem comprometer a produtividade do milho: 
Falta de nitrogênio: plantas sem o nível necessário de nitrogênio poderão ter produtividade limitada em alguns campos.
Plantio tardio: muitos campos foram semeados depois do periodo usual, devido às chuvas da primavera. No entanto, o histórico mostra que o milho plantado em meados de maio na região central do cinturão de grãos ainda poderá ter boa produtividade se o restante do periodo tiver clima favorável. 
Mudanças do clima: O clima esteve fresco e úmido durante o período de polinização. Isso favoreceu a produtividade do milho. No entanto, o clima ficou muito quente e seco em muitas áreas, nos meses de agosto e início de setembro. Isso pode fazer com que a produtividade caia, já que os grãos podem parar de crescer e não encher como seria esperado.    
Doenças: apesar de nenhuma epidemia séria ter sido relatada, as condições climática estavam favoráveis para a formação de mofo branco. Se aparecer na lavoura, ele pode continuar se desenvolvendo, mesmo se o clima ficar mais seco. A presença do mofo branco ajuda a determinar a produtividade e a qualidade do milho.
Insetos: Algumas lavouras em Illinois registraram ocorrências da larva rootworm, de acordo com o entomologista Mike Gray, da Universidade de Illinois. A larva estaria atacando algumas lavouras de milho genéticamente modificado. 
Informações: Farmfutures e USDA

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Condições de lavouras dos EUA.

Por: David B. Rahe -

As temperaturas médias e precipitações na semana passada permitiram que muitos produtores continuassem a colher o milho e permitiu também que alguns produtores iniciassem a colheita da soja e do sorgo. As temperaturas em média 34.00ºC para a semana, 11.6ºC acima do normal. As precipitações em todo o estado são em média de 8,4 Milímetros, 0,1 Milímetros abaixo do normal. Chuvas localizadas foram relatadas na maior parte dos estados, em média pelo menos 0,5 centímetros de chuvas. Houve 5,6 dias adequados para o trabalho de campo. A umidade foi avaliado em 22 %  curto, de 44 % curto, e 34 % adequada. A umidade do subsolo foi avaliada em 23 % muito ruim, 46 % ruim, e 31 % adequada. O milho na fase de preenchimento atingiu 94 %. 47 % da safra de milho estava maduro, em comparação com 94 % no ano passado e da média de 5 anos de 62 %. A colheita de milho atingiu 5 % completo, em comparação com 51 % no ano passado e da média de 5 anos de 24 %. As condições do milho foram avaliadas em 3 % péssimo, 9 % ruim, 30 % regular, 48 % bom, e 10 % excelente. A soja amarelados atingiu 72 %. Soja caindo as folhas atingiu 37 %, em comparação com 63 % no ano passado e da média de 5 anos de 47 %. 1% da safra de soja foi colhida. As condição da soja foi avaliada em 3 % péssimas, 11 % ruim, 36 % adequada, 44 % bom e 6 %  excelente. 

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Números que vêm sendo divulgados pelo USDA também acabam por tirar um pouco da direção dos negócios.

O mercado internacional de grãos, segundo analistas, ainda opera sobre muita incerteza em relação à nova safrados Estados Unidos. As chuvas que chegaram ao Corn Belt nos últimos dias e as que estão previstas para o próximo final de semana poderiam, para uns, promover uma recuperação dos danos causados pela seca, ou ao menos limitar os prejuízos. Para outros, as precipitações chegaram tarde e os danos já são irreversíveis e, em alguns casos, poderiam se agravar. 
Números que vêm sendo divulgados pelo USDA também acabam por tirar um pouco da direção dos negócios. Ontem, o departamento atualizou algumas estimativas de área plantada, aumentando seus números para soja e milho. Porém, ao mesmo tempo, revisou para cima o tamanho de áreas abandonadas de ambas as culturas. Além disso, ainda no final de setembro, o USDA traz um boletim também com a revisão dos estoques norte-americanos, informações que deverão mexer com o mercado mais adiante. 

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

A semana começa com preços em queda para a soja no mercado

A semana começa com preços em queda para a soja no mercado internacional após as chuvas que chegaram ao Meio-Oeste norte-americano no último final de semana. No pregão eletrônico desta segunda-feira (16), por volta das 7h50 (horário de Brasília), as cotações recuavam mais de 11 pontos nos principais vencimentos. 
Segundo informações do instituto meteorológico World Ag Weather, algumas áreas de estados como Minnesota e Wisconsin receberam cerca de 25 mm de chuvas. Já o MDA Weather Systems prevê que as chuvas devem voltar ao Corn Belt ainda essa semana, com mais intensidade na região norte. 
"As chuvas do final de semana e as previsões para mais precipitações para essa semana pesaram sobre o mercado em Chicago", disse o analista da Commonwealth Bank, Luke Matthews. 

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

O mercado internacional de grãos permanece acompanhando as previsões climáticas nos EUA

O mercado internacional de grãos permanece acompanhando as previsões climáticas nos EUA, que podem comprometer, ainda mais, o rendimento das lavouras do país. Nesta quarta-feira (28), alguns mapas já apontavam para possíveis chuvas em algumas regiões produtoras do país, a partir de hoje. Entretanto, segundo analistas, as precipitações ainda não seriam suficientes para amenizar a situação de stress hídrico das plantações norte-americanas. 

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Clima nos EUA ( GFS OU EURO?)

 As previsões do tempo informado pelo modelo GFS indicou o solo um pouco mais úmido nos últimos 5 dias e muito úmido nos próximos 11 a 15 dias. Os tempos são mais frescos para o início da próxima semana e no período de 11 a 15 dias, e agora fala-se de tempos muito mais frios no norte do Wisconsin. O modelo Euro é menos convincente do potencial de chuva. Com os rendimentos caindo os comerciantes querem ver a chuva antes de dar a sua posição.

Farm Futures Revista que pesquisou um grupo de agricultores que disseram que vai plantar 3,4 % acres  a menos de milho em 2014 e que pretendem plantar 2% a mais de soja. Isso faria uma plantação recorde de hectares de soja em 2014.

Futuros de soja na terça-feira foram revisados nos altos contratos que foram feitos no dia 14 de setembro de 2012. A 14.09 ¾ é agora um nível de resistência crítica nos contratos futuros de novembro. A lacuna deixada após a forte alta de abertura de segunda-feira será o apoio.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Cinco estados americanos podem ter soja e milho afetados pelas geadas

Os estados de Iowa, Wisconsin, Minnesota, Dakota do Sul e Dakota do Norte devem entrar em estado de atenção quanto aos riscos que podem ser provocados pelas geadas com a entrada do outono no Hemisfério Norte. Como as safras de milho e de soja estão se desenvolvendo em um padrão mais lento do que o normal, devido também ao plantio tardio em algumas áreas, qualquer geada por afetar negativamente, principalmente para o milho.
A situação ideal para que a safra americana não seja prejudicada, de acordo com o analista Michael Cordonnier, presidente da Soybean & Corn AdvisorInc., seria que as geadas ocorressem duas semanas depois do normal, em meados de outubro.
Para o consultor Liones Severo, da SIMConsult, este fator irá trazer bastante tensão no mercado internacional, uma vez que em algumas regiões as temperaturas já se encontram em valores abaixo do normal.
Em Iowa, o maior estado produtor, apenas 2% do milho estava na fase de enchimento de grãos em 4 de agosto, enquanto a média comum do período é 21%. Em Minnessota, essa média é de 11%, mas o número também não ultrapassa os 2%. Em Dakota do Norte, estes números são de 16% e 3%, respectivamente.
Segundo o último relatório do USDA, divulgado na última segunda-feira (12), apenas 9% das lavouras de soja estavam em condições excelentes em Iowa. 39% se encontravam em boas condições, 37% em condições regulares, 11% em más condições e 4% em condições péssimas. Para o milho, estes números são de 10% excelentes, 39% boas, 34% regulares, 12% ruins e 5% péssimas.
A média dos estados pesquisados para a soja é de 14% em condições excelentes, 50% em boas condições, 27% em condições regulares, 7% em más condições e 2% em condições péssimas. Para o milho, 18% excelentes, 46% boas, 25% regulares, 8% ruins e 3% péssimas.
Fonte:Reuters Brasil

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Safras estima aumento de 10% na safra de soja 13/14 da América do Sul


A América do Sul poderá produzir 160 milhões de toneladas de soja na safra 2013/14, 10 por cento a mais ante o recorde da temporada anterior, estimou a consultoria Safras & Mercados em relatório divulgado nesta terça-feira (13).

A avaliação considera uma tendência de aumento de área plantada, de 4 por cento, para 54 milhões de hectares, e de produtividade, de 5 por cento ante a temporada anterior, com uma normalidade climática.

"Para esta nova safra... segue a neutralidade climática, o que aproxima o clima geral da normalidade...", afirmou a consultoria.

Nas outras duas variáveis relevantes para a produtividade, disse a Safras, "há novamente a tendência da positiva ultrapassar a negativa".

"De um lado o avanço na utilização de insumos nas lavouras, relacionado com a melhora no nível de capitalização dos produtores. E de outro a utilização de áreas novas ou menos nobres, que atuaria limitando o potencial produtivo."

A safra 13/14 começa a ser plantada em setembro, pelo Centro-Oeste brasileiro, principal região produtora do Brasil.

O Brasil produziria mais da metade da safra estimada para a América do Sul. Em levantamento divulgado ao final de julho, a Safras previu uma colheita de 88,17 milhões de toneladas para o país.

"Com esse positivo sentimento para a oferta, e considerando a firme expectativa para a demanda, temos espaço para crescimento em 8 por no processamento na América do Sul, para chegar a 86 milhões de toneladas, e de 9 por cento nas exportações de soja, para alcançar os 64 milhões de toneladas", acrescentou.

Em relação à produtividade, a expectativa da Safras é de um rendimento médio potencial de 2.963 kg por hectare, que, em caso de confirmação, superaria os 2.825 kg da safra atual em 5 por cento, e o recorde de 2.887 kg da safra 2009/10 em 3 por cento.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Relatório de plantio nos EUA.

Relatório de plantio do USDA mostrou que 64% das lavouras de soja do país estão em boas ou excelentes condições. Uma semana antes o percentual era o mesmo. Ainda de acordo com a publicação, outros 27% estão em situação regular. Em patamar ruins ou muito ruins são 9%, conforme demonstrou o departamento em análise nesta segunda-feira (12).

O USDA também mensurou as condições do milho norte-americano. São 64% em condições boas ou excelentes, 25% em regular, e outros 11% entre ruim ou muito ruim.

Para o trigo, o percentual de lavouras em condições boas ou excelentes recuou de 68% para 66%. Outras em situação regular passou de 26% para 25% e, em condições ruins ou muito ruins, 8%.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Relatório mensal de oferta e demanda do USDA.

USDA divulgou seu novo relatório mensal de oferta e demanda trazendo uma redução nos principais indicativos tanto da soja quanto do milho referentes à nova safra norte-americana. 
A estimativa para a produção de soja caiu de 93,08 milhões para 88,59 milhões de toneladas, e a produtividade foi reduzida de 50,45 sacas para 48,3 sacas por hectare. 
Os estoques também apresentaram um recuo, passando de 8,03 milhões para 5,99 milhões de toneladas. 
O esmagamento da oleaginosa foi revisto para baixo e estimado em 45,59 milhões de toneladas, contra 46,13 milhões do relatório anterior.
Números que também foram reduzidos foram os de área. A área plantada foi reduzida de 31,44 milhões para 31,24 milhões de hectares e a colhida passou de 31,12 milhões para 30,92 milhões de hecatres. 
No caso do milho, a projeção para a safra norte-americana caiu de 354,35 milhões de toneladas para 349,6 milhões. O rendimento das lavouras passaram de 165,65 sacas para 163,42 sacas por hectare. 
Os estoques dos EUA também foram reduzidos e ficaram em 46,66 milhões de toneladas, contra 49,76 milhões de toneladas estimadas no boletim de julho.  
As exportações também foram revistas para baixo, caindo de 31,75 milhões para 31,12 milhões de toneladas. O volume utilizado para etanol foi mantido em 124,47 milhões de toneladas. 

Mercado aguarda relatório do USDA.

Os comerciantes estão aguardando o relatório do USDA, as expectativas para o relatório são de que o USDA traga números ligeiramente menores para a soja, reduzindo produção e produtividade da nova safra. Ao mesmo tempo, se espera um aumento nos indicadores do milho. 
O USDA ainda traz seu novo boletim semanal de acompanhamento de safra trazendo as condições das lavouras da safra 2013/14 e a espera por esse relatório também mexe com os ânimos do mercado. 
Soja + 11,2

Milho -1,4

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

A semeadura do milho nos EUA está em risco de geada no Corn Belt norte e noroeste por causa do atraso no desenvolvimento.

  A semeadura do milho nos EUA está em risco de geada no Corn Belt norte e noroeste por causa do atraso no desenvolvimento, de acordo com Michael Cordonnier, presidente e proprietário da colheita analista de soja e milho Advisor Inc.
Se as geadas iniciais ocorrem duas semanas mais cedo do que o normal no dia 15 de setembro, "teríamos um grande problema", ele escreveu em um relatório on-line hoje. As geadas precoces podem deixar a produção de milho nos EUA como o maior produtor mundial do grão a 150 bushels por acre (9,42 toneladas por hectare).
No Centro-Oeste as temperaturas são definidas abaixo do normal através da primeira metade de agosto, que vai ajudar na polinização do milho, meteorologista DTN disse ontem em um relatório. Se esse padrão fosse continuar para além da polinização, a cultura seria vulnerável a um congelamento mais cedo, porque o plantio tardio deixaria faltar maturidade, disse DTN.

"Se a safra do milho continua a se desenvolver em um ritmo mais lento do que o normal, não haverá risco significativo de geada para o milho plantado mais tarde, em Iowa, Wisconsin, Minnesota, Dakota do Sul e Dakota do Norte", Hinsdale, baseada em Illinois Cordonnier escreveu. "Qualquer geada durante o mês de setembro vai impactar negativamente no milho nos estados acima mencionados."
Para um “assassinato geado”, que encerra a época de crescimento, as temperaturas teriam que cair para 27 ou 28 graus Fahrenheit (-2,8 a -2,2 graus Celsius) durante três a quatro horas, de acordo com Cordonnier. As temperaturas de 31 graus centígrados por um breve período causariam poucos danos, escreveu ele.
Dakota do Norte
O milho em Iowa, o maior estado crescente dos EUA, foi de 2 % na fase de massa a partir do dia  04 de agosto em comparação com uma média de 21 % normalmente para essa data, escreveu Cordonnier. Para Minnesota, 2%  foi nessa fase contra uma média de 11 %, enquanto os valores respectivos para Dakota do Norte foram 3 % e 16 %. Na fase de massa que ocorre cerca de 20 a 28 dias após o florescimento dos grãos atingiram cerca da metade do seu peso seco maduro, segundo o site de Extensão da Universidade Estadual de Iowa Agronomia. Espigamento faz parte da fase de polinização.

A situação ideal para o milho no Corn Belt norte e noroeste seria para as primeiras geadas para vir duas semanas mais tarde do que o normal, o analista escreveu. Isso poderia significar um rendimento nos EUA tão alto quanto 160 bushels por acre, escreveu ele. Se as primeiras geadas ocorressem no dia 01 de outubro o rendimento médio EUA estariam na "gama média-150", segundo o relatório

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Condições de plantio nos EUA.

USDA divulgou que 64% das lavouras de soja estão em boas ou excelentes condições. O número é ligeiramente maior do que o registrado na semana passada de 63%. Cerca de 27% das plantações estão em situação regular e 9% estão em condições ruins ou muito ruins. Na semana passada, os dados eram de 28% e 9%, respectivamente.
No caso do milho, 64% das lavouras estão em boas ou excelentes condições. Na semana anterior o índice divulgado pelo órgão era de 63%. Em contrapartida, o número de lavouras em situação regular caiu de 26% para 25%. O número das plantações em condições ruins ou muito ruins se manteve em 11%.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Desenvolvimento de colheita no Brasil.

A colheita do milho segunda safra (safrinha) em Mato Grosso, atingiu 56,6% da área total de 3 milhões de hectares atingindo 110 sacas por hectare de média . No Paraná a colheita atingiu 29% dos 2,17 milhões de hectares plantados, registrando em media de 133 sacas por hectares. Em Mato Grosso do Sul até o momento foram colhidas 2,4 milhões de toneladas no Estado, com produtividade média de 100 sacas por hectare. Em Goiás já foi colhido 50% da sua área estimada, no inicio houve colheita entre 140 a 150 sacas de milho por hectare, em alguns dias esperam colher plantações com baixa produtividade em torno de 30 a 40 sacas de milho por hectare.