Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

O mercado vive um momento de pressão sazonal em função do avanço da colheita da nova safra dos Estados Unidos

O mercado vive um momento de pressão sazonal em função do avanço da colheita da nova safra dos Estados Unidos. Segundo analistas, apesar da quebra na produção norte-americana em função da seca, estoques menores e uma demanda mundial ainda muito aquecida, a entrada efetiva dessa nova oferta pressiona as cotações. 
No entanto, o mercado vê suas altas sendo limitadas, ainda de acordo com os analistas, pelas expectativas para o novo relatório trimestral de estoques que oUSDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga na próxima segunda-feira (30). As projeções do mercado, segundo Stefan Tomkiw, analista da Jefferies Corretora, de Nova York, são de que o departamento traga números indicando estoques finais de soja bastante apertados, na casa de 3,4 milhões de toneladas. 

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

EUA: Menos da metade do milho está maduro e 7% foram colhidos

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estima que apenas 7% da safra de milho já tenha sido colhida nos EUA, o que está abaixo da média para o período, que é de 16%. O estado de Carolina do Norte é o que está mais adiantado, com 100% do milho maduro e 74% colhido. No Texas, 50% já está maduro. Os estados de Michigan, Dakota do Norte e Wisconsin são os mais lentos, todos com apenas 30% do milho maduro. 
Produtividade em cheque
Muito já foi dito sobre a safra de milho deste ano. De acordo com matéria publicada hoje pelo site americano Farmfutures, a expectativa é de que essa seja uma grande safra, mas não recorde. Muitos fatores fizeram com que esta seja uma colheita difícil de se prever. Mas a verdade logo será revelada. Algumas lavouras já foram colhidas, principalmente no leste do cinturão de grãos. 

Relatórios indicam que safra deverá render mais que o esperado, mesmo tendo passado por períodos muito chuvosos e secas extensas. No entanto, alguns relatórios precoces são de produtores que gerenciam suas lavouras minuciosamente, com fertilizantes, fungicidas e testes, por isso conseguem as melhores produtividades.  
Estes são os fatores que podem comprometer a produtividade do milho: 
Falta de nitrogênio: plantas sem o nível necessário de nitrogênio poderão ter produtividade limitada em alguns campos.
Plantio tardio: muitos campos foram semeados depois do periodo usual, devido às chuvas da primavera. No entanto, o histórico mostra que o milho plantado em meados de maio na região central do cinturão de grãos ainda poderá ter boa produtividade se o restante do periodo tiver clima favorável. 
Mudanças do clima: O clima esteve fresco e úmido durante o período de polinização. Isso favoreceu a produtividade do milho. No entanto, o clima ficou muito quente e seco em muitas áreas, nos meses de agosto e início de setembro. Isso pode fazer com que a produtividade caia, já que os grãos podem parar de crescer e não encher como seria esperado.    
Doenças: apesar de nenhuma epidemia séria ter sido relatada, as condições climática estavam favoráveis para a formação de mofo branco. Se aparecer na lavoura, ele pode continuar se desenvolvendo, mesmo se o clima ficar mais seco. A presença do mofo branco ajuda a determinar a produtividade e a qualidade do milho.
Insetos: Algumas lavouras em Illinois registraram ocorrências da larva rootworm, de acordo com o entomologista Mike Gray, da Universidade de Illinois. A larva estaria atacando algumas lavouras de milho genéticamente modificado. 
Informações: Farmfutures e USDA

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Condições de lavouras dos EUA.

Por: David B. Rahe -

As temperaturas médias e precipitações na semana passada permitiram que muitos produtores continuassem a colher o milho e permitiu também que alguns produtores iniciassem a colheita da soja e do sorgo. As temperaturas em média 34.00ºC para a semana, 11.6ºC acima do normal. As precipitações em todo o estado são em média de 8,4 Milímetros, 0,1 Milímetros abaixo do normal. Chuvas localizadas foram relatadas na maior parte dos estados, em média pelo menos 0,5 centímetros de chuvas. Houve 5,6 dias adequados para o trabalho de campo. A umidade foi avaliado em 22 %  curto, de 44 % curto, e 34 % adequada. A umidade do subsolo foi avaliada em 23 % muito ruim, 46 % ruim, e 31 % adequada. O milho na fase de preenchimento atingiu 94 %. 47 % da safra de milho estava maduro, em comparação com 94 % no ano passado e da média de 5 anos de 62 %. A colheita de milho atingiu 5 % completo, em comparação com 51 % no ano passado e da média de 5 anos de 24 %. As condições do milho foram avaliadas em 3 % péssimo, 9 % ruim, 30 % regular, 48 % bom, e 10 % excelente. A soja amarelados atingiu 72 %. Soja caindo as folhas atingiu 37 %, em comparação com 63 % no ano passado e da média de 5 anos de 47 %. 1% da safra de soja foi colhida. As condição da soja foi avaliada em 3 % péssimas, 11 % ruim, 36 % adequada, 44 % bom e 6 %  excelente. 

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Números que vêm sendo divulgados pelo USDA também acabam por tirar um pouco da direção dos negócios.

O mercado internacional de grãos, segundo analistas, ainda opera sobre muita incerteza em relação à nova safrados Estados Unidos. As chuvas que chegaram ao Corn Belt nos últimos dias e as que estão previstas para o próximo final de semana poderiam, para uns, promover uma recuperação dos danos causados pela seca, ou ao menos limitar os prejuízos. Para outros, as precipitações chegaram tarde e os danos já são irreversíveis e, em alguns casos, poderiam se agravar. 
Números que vêm sendo divulgados pelo USDA também acabam por tirar um pouco da direção dos negócios. Ontem, o departamento atualizou algumas estimativas de área plantada, aumentando seus números para soja e milho. Porém, ao mesmo tempo, revisou para cima o tamanho de áreas abandonadas de ambas as culturas. Além disso, ainda no final de setembro, o USDA traz um boletim também com a revisão dos estoques norte-americanos, informações que deverão mexer com o mercado mais adiante. 

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

A semana começa com preços em queda para a soja no mercado

A semana começa com preços em queda para a soja no mercado internacional após as chuvas que chegaram ao Meio-Oeste norte-americano no último final de semana. No pregão eletrônico desta segunda-feira (16), por volta das 7h50 (horário de Brasília), as cotações recuavam mais de 11 pontos nos principais vencimentos. 
Segundo informações do instituto meteorológico World Ag Weather, algumas áreas de estados como Minnesota e Wisconsin receberam cerca de 25 mm de chuvas. Já o MDA Weather Systems prevê que as chuvas devem voltar ao Corn Belt ainda essa semana, com mais intensidade na região norte. 
"As chuvas do final de semana e as previsões para mais precipitações para essa semana pesaram sobre o mercado em Chicago", disse o analista da Commonwealth Bank, Luke Matthews. 

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Mercado aguarda relatório do USDA.

Os comerciantes estão aguardando o relatório do USDA, as expectativas para o relatório são de que o USDA traga números ligeiramente menores para a soja, reduzindo produção e produtividade da nova safra. Ao mesmo tempo, se espera um aumento nos indicadores do milho. 
O USDA ainda traz seu novo boletim semanal de acompanhamento de safra trazendo as condições das lavouras da safra 2013/14 e a espera por esse relatório também mexe com os ânimos do mercado. 
Soja + 11,2

Milho -1,4

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Grãos têm sexta-feira volátil e operam em campo misto na CBOT

Em uma sexta-feira pós relatório doUSDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), o mercado de grãos opera com volatilidade e, por volta das 8h (horário de Brasília), os contratos futruros de soja, milho e trigo operavam em campo misto na Bolsa de Chicago. 
O mercado parece não encontrar uma direção comum para os preços frente aos fundamentos positivos ainda para o curto prazo, além das incertezas sobre o clima no Cinturão de Produção norte-americano. 
Segundo institutos internacionais de meteorologia, as próximas duas semanas deverão se dias mais quentes e secos no sudoeste do Cinturão de Produção dos EUA e essas condições poderiam causar prejuízos ao desenvolvimento das lavouras de soja e milho do país. 
De acordo com um meteorologista ouvido pela agência internacional Reuters, as temperaturas deverão subir, pouca ou nenhuma chuva será registrada, com a possibilidade um aumento de estresse hídrico cada vez mais iminente. 

quinta-feira, 11 de julho de 2013

USDA aumenta estoques de soja e milho da safra 13/14 dos EUA

USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou há pouco seu novo relatório de oferta e demanda aumentando suas estimativas para os estoques de soja e milho da safra velha dos Estados Unidos e, da safra velha, manteve os estoques de soja e reduziu os de milho. 
Soja EUA - Os estoques finais de soja dos Estados Unidos da safra 2012/13 foram estimados em 3,4 milhões de toneladas, mesmo número reportado em junho. Foram mantidos também os números para a produção em 82,05 milhões de toneladas. 
Da safra 2013/14, a estimativa para a produção norte-americana subiu, passando para 93,08 milhões de toneladas, contra as 92,26 milhões de toneladas reportadas em junho. A produtividade também aumentou, passando de 47,1 para 50,45 sacas por hectare. 
Os estoques finais de norte-americanos foram divulgados em 8,03 milhões de toneladas, frente às 7,21 milhões de toneladas do boletim anterior. Os números de esmagamento e exportações foram mantidos em 46,13 milhões e 39,46 milhões de toneladas. 
Soja Mundo - A produção mundial da safra velha, entretanto, aumentou de 267,61 milhões de toneladas para 268,02 milhões de toneladas. Os estoques finais, no entanto, subiram de 61,21 milhões de toneladas para 61,52 milhões. 
No cenário mundial, a safra de soja foi estimada pelo USDA em 285,89 milhões de toneladas, contra as 285,3 milhões de toneladas reportadas no mês passado. Já os estoques subiram de 73,69 milhões para 74,12 milhões de toneladas. 
Em instantes, mais informações. 

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Grãos: Às vésperas do USDA, mercado opera sem direção em Chicago

Na manhã desta quarta-feira (10), os futuros dos grãos operam com volatilidade e sem um direção definida no mercado internacional. Por volta das 7h50 (horário de Brasília), soja, milho e trigo trabalhavam em campo misto à espera do novo relatório de oferta e demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga amanhã, dia 11 de julho. 
O que também intensifica a falta de uma direção definida para os negócios, apesar de os fundamentos - principalmente de demanda - ainda serem muito positivos - o é a incerteza sobre o clima nos Estados Unidos e o impacto que terá sobre a nova safra americana. 

terça-feira, 2 de julho de 2013

Grãos: Mercado opera com volatilidade, mas avança nesta 3ª feira

Na manhã desta terça-feira, os grãos operam em alta no pregão eletrônico da Bolsa de Chicago. Os ganhos mais expressivos eram registrados no mercado do trigo, que subia quase 10 pontos nos vencimentos mais distantes por volta das 8h15 (horário de Brasília). No mesmo momento, a soja subia entre 2,25 e 8,25 nas posições mais negociados. O milho também operava do lado positivo da tabela. 
O mercado hoje parece tentar se recuperar da realização de lucros ontem, que fez o contrato julho/13 do milho despencar mais de 20 pontos. No entanto, analistas afirmam que esse é mais um pregão de volatilidade, movimento que pode ser intensificado pelas incertezas ainda latentes domercado financeiro
Além disso, o USDA ontem atualizou seu reporte de acompanhamento de safra e trouxe bons números tanto para a soja quanto para o milho, com 67% das lavouras de ambas as culturas em boas ou excelentes condições, além do plantio da soja concluído em 96%. A semeadura, porém, ainda está atrasada tanto em relação ao ano anterior quanto à media dos últimos cinco anos. 

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Estoques de milho abaixo de 12% a partir de junho 2012 estoques de soja abaixo de 35% todos os estoques de trigo queda de 3%.

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) atualizou, nesta sexta-feira (28), seus números para a área de plantio e estoques nos Estados Unidos referentes à safra 2013/14. 
A área plantada com soja deverá ser de 31,44 milhões de hectares na safra nova, ficando abaixo das expectativas do mercado, que projetavam algo em torno de 31,58 milhões de acres. Ao se confirmar, a área seria 1% maior do que a registrada na temporada anterior, de 31,24 milhões de toneladas. A área a ser colhida é esperada em 31,12 milhões de hectares, também com aumento de 1% em relação a 2012. 
Essa pode ser a maior área colhida da história dos Estados Unidos, segundo analistas e o reporte desta sexta-feira indica recordes de área plantada nos estados da Pensilvânia e Dakota do Sul. 
Para o milho, o departamento reportou uma área de 39,42 milhões de hectares, contra 38,58 milhões esperados pelo mercado. No ciclo passado, os produtores norte-americanos cultivaram 39,32 milhões de hectares. Essa, de acordo com os números do USDA, será a maior área plantada nos EUA desde 1936.
Os estoques de milho em 01 de junho de 2013 totalizaram 2,76 bilhões de bushels, abaixo 12 % comparado com o mesmo período em 01 de junho de 2012. Do total de ações, 1,26 bilhão de bushels estão armazenados em fazendas, uma queda de 15% ante o ano anterior. Ações não-agrícolas, em 1,50 bilhões de bushels, estão abaixo de 10 por cento de um ano atrás. O março-maio ​​2013 houve desaparecimento indicado de 2,64 bilhões de bushels, em comparação com 2,88 bilhões de bushels durante o mesmo período do ano passado.
Soja armazenada em todas as posições totalizaram em 01 de junho de 2013 totalizou 435 milhões de bushels, abaixo 35 % comparado com o mesmo período de 1 de junho de 2012. Ações na exploração totalizaram 171 milhões de bushels, abaixo 4 % em relação há um ano atrás. Ações não-agrícolas, em 263 milhões de bushels, estão abaixo 46 % em relação há um ano atrás. Indicado o desaparecimento no trimestre de Março - Maio 2013 de 564 milhões de bushels, abaixo de 20 por cento em relação 
ao mesmo período do ano anterior.

Grãos esperam pelo USDA e operam com pouca movimentação

O mercado internacional de grãos passa por mais uma sessão de volatilidade. O USDA(Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) atualiza hoje seus números de estoques trimestrais e traz também dados sobre a área plantada da nova safra e, à espera dessas informações, os investidores parecem tentar buscar o melhor posicionamento. 
Por volta das 9h30 (horário de Brasília), as principais posições da soja negociadas na Bolsa de Chicago operavam com leves altas, entre 0,6 e 4 pontos. O contrato julho/13 era negociado a US$ 15,52, com alta de 4 pontos. Já o novembro/13 valia US$ 12,76, subindo 2 pontos. 
O milho, por sua vez, operava em campo misto, com leves ganhos nos primeiros vencimentos - o julho valendo US$ 6,69, subindo 2 pontos - e as posições mais distantes registravam ligeiras perdas. Já o trigo, assim como a soja, também trabalhava do lado positivo da tabela, com pequenas altas nos principais contratos.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Dados de esmagamento de soja dizem respeito sobre estoques finais

O esmagamento de soja deve estar abaixo de 19% em Junho, julho e agosto. Em outros termos, isso significa que 1 em cada 5 unidades de processamento deve ser completamente fechada durante este período. O comércio terá que lidar com a questão, podemos importar soja o suficiente para atender às necessidades de esmagamento? O plantio tardio da soja também pode criar um buraco no abastecimento durante o final de agosto e setembro. O progresso de plantio estava em linha com as estimativas do comércio em 85% completo. As condições da soja estão começando a temporada em 64%, o que foi um pouco melhor do que o comércio estava esperando.
Condições do milho 1% bom e 64% excelente. Até o relatório de estoques trimestrais em 28 de junho o mercado vai ver muita volatilidade. 

Soja se recupera e sobe nesta 3ª feira, milho e trigo também avançam

O mercado internacional de  grãos tem um dia positivo, mesmo depois dos últimos números divulgados pelo USDA(Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sobre o desenvolvimento da nova safra do país. 
Assim, a soja consegue recuperar parte das perdas  registradas ontem, como o trigo, e o milho dá continuidade ao movimento de alta de ontem, quando fechou com a posição julho/13 subindo mais de 10 pontos. Por volta das 7h44 (horário de Brasília), a soja subia enttre 5,50 e 6,75 pontos, com o primeiro vencimento - julho/13 - valendo US$ 15,18 por bushel. 

Plantio da soja em 85% nos EUA e 64% das lavouras em boas condições

USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou, no final desta segunda-feira (17), que 85% da área de soja havia sido plantada até o último domingo (16). Na semana anterior, esse índice era de 71%. Porém, em relação ao ano passado, os números ainda apresentam um atraso. Em 2012, nesse mesmo período, 98% da semeadura já estava concluída, e a média dos últimos cinco anos é de 91%.
O departamento norte-americano informou ainda que 64% das lavouras de soja estão em boas ou excelentes condições. 30% estão em situação regular e 6% em condições ruins ou muito ruins.  
Sobre o milho, o USDA informou que também 64% das plantações estão em condições boas ou excelentes. Em situação regular, 28%, e 8% em condições ruins ou muito ruins. Na semana anterior, esses índices era de 63%, 29% e 8%, respectivamente. 

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Soja cai em Chicago, com liquidação de fundos e USDA

Nesta quinta-feira (13), a soja opera em queda na Bolsa de Chicago. O mercado dá continuidade ao movimento de baixa iniciado ontem, quando os preços recuaram frente as perdas dos vizinhos milho e trigo e aos números sem surpresas trazidos pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) em seu relatório mensal de oferta e demanda. 
Além disso, como explicou o analista de mercado Glauco Monte, da FCStone, o mercado ainda registra um movimento de liquidação técnica por parte dos fundos depois das intensas altas registradas pela oleaginosa nos últimos dias. Paralelamente, o mercado também continua o movimento de rolagem de posições por parte dos fundos, o que favorece o recuo dos preços nesta quinta. 
"É uma continuação do reflexo dos números do USDA, e também uma liquidação técnica porque o mercado subiu forte nas últimas semanas e após a divulgação desse número sem grandes alterações, também tem uma questão mais técnicas", explicou Monte. 
Às 11h50 (horário de Brasília), o vencimento julho perdia 23,50 pontos, valendo US$ 15,17 por bushel.  As demais posições caíam entre 13,50 e 17,25 pontos. Para o milho e o trigo, as perdas eram mais amenas, de pouco mais de 5 pontos nos contratos mais negociados. 
Sobre os últimos dados do departamento norte-americano, o analista afirma que um dos pontos em destaque foi o volume estimado para os estoques, o qual é maior do que o registrado nos últimos anos, principalmente no caso do milho, com mais de 50 milhões de toneladas. Para a soja, o estimado pelo USDA é de pouco mais de 7 milhões de toneladas. 
No entanto, Monte segue afirmando que, no curto prazo, no chamado mercado "spot", os preços se mantêm sustentados na falta de soja, principalmente nos Estados Unidos. O mercado interno norte-americano está bastante aquecido, o pouco produto ainda disponível vem sendo altamente disputado entre as esmagadoras locais e a demanda para importação e, até que se faça efetiva a entrada da nova safra dos EUA, esse problema não deverá ser solucionado, cenário que dá sustentação às cotações na CBOT.  

quarta-feira, 12 de junho de 2013

À espera do USDA, grãos buscam direção em Chicago nesta 4ª

À espera do novo relatório de oferta e demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga nesta quarta-feira (12), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam em campo misto. Por volta das 8h15 (horário de Brasília), o vencimento julho operava com alta de 7,50 pontos, valendo US$ 15,48, enquanto o contrato março recuava 1,50 ponto, cotado a US$ 13,32 por bushel. 
Ainda na sessão desta quarta-feira, os futuros do milho e do trigo operam do lado negativo da tabela, porém, registravam ligeiras quedas, tentando manter-se próximos da estabilidade. 

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Soja: Preços avançam na CBOT e no mercado interno brasileiro

A soja voltou a registrar boas altas na Bolsa de Chicago nesta sexta-feira (6). Por volta das 14h (horário Brasíllia), os vencimentos mais distantes subiam mais de 14 pontos. No curto prazo, osganhos eram menos expressivos dos que os registrados mais cedo, pois, apesar dos fundamentos ainda positivos, o mercado passa por uma leve realização de lucros devido a necessidade de uma rolagem de posições, como explicam os analistas. 
"Hoje é sexta-feira. O mercado opta pela garantia de lucros, tratam-se de operações técnicas, além de haver uma expectativa para o relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na semana que vem. E esses fatores não têm como serem analisados fundamentos, são apenas operações técnicas", explicou Steve Cachia, analista de mercado da Cerealpar. 
As condições climáticas nos Estados Unidos seguem desfavoráveis ao plantio da safra 2013 e há uma grande preocupação com a conclusão da semeadura da soja. As chuvas voltaram a se intensificar no Cinturão do Milho, principal região produtora de grãos dos Estados Unidos, e essas novas previsões voltaram a impulsionar as cotações em Chicago, principalmente as da soja. 
Acompanhando as altas de Chicago, os preços no mercado interno brasileiro também vêm registrando boa e expressiva valorização. O avanço do dólar nessa semana contribuiu para uma melhor formação de preços no país. 
Em importantes praças de comercialização, a saca de soja subiu de R$ 0,50 a R$ 1,00, como em Cascavel/PR, por exemplo, onde o preço passou de R$ 58 para R$ 58,50/saca, segundo a Coopavel. Em Maringá, de cordo com a Cocamar, o preço registrou o mesmo aumento. Em Não-Me-Toque/RS, a saca de soja passou a valer R$ 60,50 frente aos R$ 60 do início da semana, e em Passo Fundo, de R$ 66,50 para R$ 67,50. Uma valorização ainda mais expressiva, de R$ 2,00, foi registrada em Dourados/MS,  de R$ 57 para R$ 59 por saca. 
Além da soja em grão, o que também aumentou no Brasil foi o preço do farelo de soja. De acordo com um levantamento feito pelo Notícias Agrícolas, a tonelada do produto subiu entre 35 e 45% nos últimos 40 dias.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

USDA: Plantio do milho concluído em 86% e o da soja em 44% nos EUA

USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou no fim da tarde desta terça-feira (28) que o plantio da soja nos Estados Unidos chegou a 44% até o último dia 26, domingo. Na semana anterior, esse índice era de 24%. No mesmo período do ano passado, a semeadura estava concluída em 87% e a média dos últimos cinco anos indica 61%. 
Já o plantio do milho foi concluído em 86% até o último domingo, contra 71% da semana passada. Já nessa mesma época de 2012, o índice era de 99% e a média dos últimos cinco anos é de 90%.
Para o operador de mercado Flávio Oliveira, da McDonald & Pelz, esses números não trazem surpresas ao mercado e apenas o milho ficou ligeiramente aquém da expectativa do plantio concluído em 90%. 
Porém, ainda de acordo com o operador, a preocupação agora é com chuvasexcessivas atrasando ainda mais o plantio da soja e já podendo comprometer o potencial de produtividade das lavouras de milho. 

Após intensa alta na CBOT, grãos realizam lucros nesta 4ª feira

Depois de altas de mais de 30 pontos na sessão desta terça-feira (28), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago encerraram o pregão eletrônico com ligeiras perdas, próximos da estabilidade, devolvendo parte dos ganhos. As principais posições da commodity fecharam a sessão com pequenas quedas entre 0,25 e 0,50 ponto. Já no mercado do milho apenas o contrato julho/13 encerrou do lado negativo da tabela, os demais contratos conseguiram se sustentar e exibiram ganhos entre 1,50 e 2,50 pontos.
O mercado parece operar com um leve movimento de realização de lucros na manhã de hoje, após as cotações terem registrado intensa valorização no pregão de ontem, reflentindo as condições de clima muito desfavorável ao plantio da nova safra nos EUA. No último final de semana, choveu muito nos Estados, porém, os números apresentados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sobre o avanço da semeadura não surpreendeu os analistas e investidores, ficando dentro do esperado. 
De acordo com o departamento, até o último domingo (26), o plantio da soja estava concluído em 44%, contra 24% da semana anterior. No milho, a semeadura era de 86% da área, contra 71% da semana passada.