Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



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terça-feira, 23 de julho de 2013

Condições e clima nos EUA.

Apesar da força das oleaginosas, milho e trigo fecharam em baixa. Algumas das áreas mais secas receberam umidade na noite passada. Tempos mais frios estão previstos para o período de pico de polinização do milho, que tem compradores relutantes para adquirir novos contratos de culturas, grandes parte da Iowa perdeu as chuvas no fim de semana, mas temperaturas mais baixas e uma perspectiva mais favorável para sete dias têm mantido uma tampa sobre os preços do milho.   As perspectivas de chuvas para a semana também foi favorável para a soja.


Classificações das culturas foram informadas as 03h00min EUA.   O mercado esperava uma queda generalizada para o milho / soja classificada em 2-3%.   milho caiu 3% como esperado e soja caiu apenas 1%. Isso significa que boa excelente classificação do milho é de 63% e da soja é de 64%.   Para o milho mais notáveis ​​áreas de declínio foram Missouri, (queda de 9%), Kansas (queda de 9%) e Nebraska (queda de 5%).   No geral, as avaliações foram em linha com as expectativas do mercado para o milho e melhor do que o esperado para a soja.   trigo de Inverno é agora de 75% colhida que teve um retorno muito rápido para nos trazer de volta a um ritmo médio de colheita.   Primavera do trigo classificações de culturas caiu mais 2 % a 68% de bom excelente. O mercado ainda está sendo negociado em um padrão baseado em tempo agitado. A classificações da colheita foi diminuída um pouco tanto para milho e soja, mas não se espera que o rendimento médio nacional irá cair o suficiente para que o milho desempenhe uma situação apertada no próximo ano.   

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Soja: Mercado intensifica altas e julho se aproxima dos US$ 16/bushel

Puxadas pelas primeiras posições, as cotações da soja registram um bom avanço nesse início de semana na Bolsa de Chicago. Na manhã desta segunda-feira, por volta das 9h15 (horário de Brasília), o vencimento julho/13 subia mais de 30 pontos e era cotado a US$ 15,97 por bushel; o agosto/13 tinha alta de 21,25 pontos, valendo US$ 14,52 por bushel. 
A alta no curto prazo ainda é justificada pela escassez de soja nos Estados Unidos e de uma demanda bastante aquecida pelo produto norte-americano. Na última sexta-feira (28), o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) confirmou essa oferta restrita no país reportando os estoques trimestrais da oleaginosa em 1º de junho em 11,84 milhões de toneladas, contra as 12 milhões de toneladas esperadas pelo mercado. 
Além disso, o departamento trouxe ainda uma área de soja para a safra nova também menor do que as projeções do mercado, ficando em 31,45 milhões de hectares, contra 31,58 milhões que vinham sendo esperados. 
No mercado do milho, os preços operavam em campo misto, com apenas o primeiro contrato - julho/13 - registrava uma leve alta de 0,25 ponto, valendo US$ 6,79 por bushel. As demais posições perdiam entre 2 e 3,75 pontos. Esse recuo do cereal, segundo analistas, reflete os números do USDA para o plantio da safra 2013 que deverá ter uma área de 39,42 milhões de hectares. O número veio bem acima do projetado pelo mercado, que esperava algo em torno de 38,58 milhões de hectares, depois que o clima adverso nos EUA prejudicou a semeadura do grão com baixas temperaturas e chuvasexcessivas. 
Porém, na avaliação de Liones Severo, consultor de mercado do SIMConsult, estes são números precipitados, uma vez que o departamento norte-americano acompanhou apenas as duas duas primeiras semanas dos trabalhos de campo. Assim, o mercado aguarda agora o novo relatório do USDA com, segundo Severo, números mais realistas sobre a nova safra. 
Diante disso, o consultor acredita que os preços deverão encontrar melhores momentos mais adiantes, haja visto que, no caso da soja, por exemplo, os estoques mundiais seguem muito apertados e nem mesmo a entrada da produção dos EUA será capaz de reequilibrar a relação de oferta e demanda. Isso acontece já que a China segue dando sinais de que suas compras de soja devem continuar aumentando. 
No milho, o mercado deverá ser beneficiados, de acordo com Severo, com uma maior utilização do grão para a fabricação de etanol, o que poderia ainda reduzir as exportações norte-americanas.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Chuva atrapalha colheita do milho safrinha em Palotina, no Paraná

O presidente do Sindicato Rural de Palotina (PR), Nestor Araldi, afirma que as chuvas têm atrapalhado especialmente os produtores que plantaram mais cedo, pois o milho que já está bom para colheita vem sofrendo com as chuvas que devem continuar por mais algumas semanas. Na região de Palotina são plantados aproximadamente 38 mil hectares de milho safrinha, nos casos em que o milho foi plantado mais cedo, as perdas devem chegar à 10%.

Crescimento de milho ILLINOIS - EUA

Por: DAVID B. RAHE

"Hoje eu fotografei milho nos extremos de crescimento em nossa área. Uma parte do milho plantado está bem desenvolvido e outra parte apenas nasceram. Foi uma época de plantio longo e eu estou procurando ter uma boa safra. Eu acho que a maior parte deste milho ainda tem um bom potencial de rendimento, exceto talvez o menor. Muito ainda depende de clima de verão".




quarta-feira, 26 de junho de 2013

Grãos: Mercado aguarda números sobre área nos EUA e opera volátil na CBOT

À espera pelos novos dados que oUSDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz no final dessa semana e com os investidores mais avessos ao risco, os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam com ligeira queda nesta quarta-feira. A sessão, no entanto, é novamente marcada pela volatilidade. Trigo e milho operam do lado positivo da tabela. 
De acordo com analistas ouvidos pela agência Bloomberg, as expectativas do mercado de que o USDA trará uma área maior para a soja pressiona as cotações nesta quarta-feira (26). Um levantamento feito pela agência internacional mostrou que o espaço destinado à oleaginosa poderá ser de 31,49 milhões de hectares neste ano. Caso se confirme, esse número será maior do que a estimativa do USDA divulgada em março de 31,21 milhões de hectares. 
A pesquisa mostrou ainda que, provavelmente, muitos produtores norte-americanos tenham trocado algumas áreas de milho para soja depois que asprevisões climáticas indicavam o clima mais úmido em estados como Iowa, Minnesota, Wisconsin e Michigan nos últimos 119 anos. Chuvas excessivas e baixas temperaturas atrasaram significativamente o plantio de ambas as culturas nos EUA. 
Assim, o que se espera é que o USDA reporte, portanto, uma área menor para o milho. Para a área de milho, as expectativas de agências internacionais concluídas com um levantamento feito com analistas e consultores é de 38,57 milhões de acres (95,3 milhões de acres). Caso seja confirmada, a área será menor do que a estimativa do USDA divulgada no relatório de março de 39,37 milhões (97,282 milhões de acres). Além disso, deverá ser menor também do que o espaço destinado ao cereal no ano passado, de 39,32 milhões de hectares (97,155 milhões de acres). 
Assim, os contratos futuros do milho operam com leve avanço na sessão desta terça-feira, porém, o mercado também exibe volatilidade, com os investidores tentando buscar um melhor posicionamento antes da divulgação dessas novas informações do departamento norte-americano e também das incertezas na macroeconomia. 

terça-feira, 11 de junho de 2013

Soja foca fundamentos e intensifica ganhos na Bolsa de Chicago

Na sessão desta terça-feira (11), os contratos futuros da soja operam em alta e intensificam os ganhosregistrados na Bolsa de Chicago. Por volta das 12h53 (horário de Brasília), o primeiro e mais negociado vencimento, o julho/13, era cotado a US$ 15,34 por bushel, subindo  22,50 pontos. Os demais contratos subiam entre 2 e 13,75 pontos. 
O foco dos negócios segue no cenário de fundamentos inalterado e ainda muito positivo. Falta soja nos Estados Unidos, porém, a demanda pelo produto norte-americano, para exportação e abastecimento do mercado interno, segue muito aquecida. 
Esse ainda é o principal fator de sustentação para os preços da commodity negociada em Chicago e, para o consultor de mercado Liones Severo, do SIMConsult, a cotação do julho poderia até mesmo chegar aos US$ 16/bushel. 
Nos contratos mais distantes, as boas expectativas para a nova safra dos EUA seguem exercendo alguma pressão sobre os preços, ainda mais depois da recente melhora do clima no Cinturão de Produção. De acordo com os últimos números divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), até o último domingo (9),a área plantada de soja passou de 57 para 71% e a de milho de 91 para 95%. 
No mercado interno, os preços da soja continuam sendo favorecidos pelo avanço das cotações em Chicago e pela expressiva alta do dólar nos últimos dias. No entanto, como explica o diretor do SIMConsult, João Birkhan, os negócios acontecem de forma lenta no Brasil. 
"Os negócios estão parados. O produtor do Mato Grosso está muito bem vendido, vendeu muito no ano passado e hoje, como está muito bem capitalizado, não tem pressa para vender. Os negócios que estão acontecendo são os chamados 'da mão para a boca', e o produtor está mantendo sua poupança em produto", explica. 

terça-feira, 4 de junho de 2013

Chuvas desaceleram plantio de grãos nos EUA em semana importante

Chuvas ocasionais durante os próximos 10 dias irão desacelerar ainda mais o final do plantio do milho e da soja nos EUA, ameaçando reduzir o potencial de produtividade das culturas, disse um meteorologista agrícola nesta terça-feira.
"Haverá chuva leve no noroeste do Meio-Oeste nos próximos dois dias, não tão intensas como na semana passada, mas mais chuvas não é o que eles precisam neste momento", disse Don Keeney, meteorologista da MDA Weather Services.
"Os produtores conseguirão plantar um pouco nesta semana, mas não muito", disse ele. Keeney acrescentou que as lavouras que já estão plantadas irão se beneficiar da umidade abundante no solo mas "há o risco agora de que se houver um clima quente e seco agora isso prejudicaria as plantações mais tardias."
As chuvas mantiveram os agricultores fora das lavouras em boas parte da semana passada, limitando a capacidade de encerrar o plantio de milho e acelerar o da soja, disse o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) em seu relatório semanal do progresso das lavouras divulgado na segunda-feira.
O USDA disse que 91 por cento das lavouras de milho estão plantadas, uma alta ante os 86 por cento registrados na semana anterior, mas atrás da média de cinco anos, de 95 por cento.
O plantio de soja está 57 por cento encerrado, alta ante os 44 por cento da semana anterior, mas muito atrás da média de cinco anos, de 74 por cento.
O ritmo de plantio é o mais lento para as duas culturas, para este estágio do ano, desde 1996.
Há uma tendência de produtores migrarem as intenções de plantio do milho para a soja, em função do clima.
Um volume maior de mudança de intenções é esperado para esta semana, com a continuidade das chuvas. A produtividade potencial do milho cai a cada dia de atraso nas lavouras do cereal. A produtividade pode cair em um bushel por acre por diapara o milho plantado depois do período de 10 a 15 de maio, e produtores começam a perder os benefícios do seguro agrícola se as lavouras são plantadas após o fim de maio, dizem especialistas.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Clima desfavorável para os EUA.

David B. Rahe – Illinois EUA
‘’Acima de tudo o plantio de milho está quase terminado em Illinois. Na minha área, ainda temos cerca de 25% para ser plantado. Os agricultores estão falando sobre a mudança para a soja, se produtos químicos aplicados vão permitir isso. Temos pouca soja plantada. Estamos recebendo mais chuva agora e há tornados na área também.’’
As chuvas voltaram a cair em todo o estado na semana passada trazendo um progresso desfavorável para o plantio. Agricultores na maioria das regiões do estado estavam trabalhando longas horas tentando compensar um início lento para o plantio quando as chuvas começaram a cair na segunda-feira (27). Alguns foram capazes de trabalhar no final de semana, mas a maioria do trabalho foi totalmente perdido em seguida com mais chuvas caindo no final de semana e durante todo o feriado Memorial. Total de chuva para a semana variou de pouco mais de 25.40 mm e 63.50 mm. O tempo intenso localizado causou danos a edifícios, árvores e em vários locais causando inundações.
A germinação do plantio do milho foi excelente, durante a semana as plantas de milho foram surgindo após apenas cinco ou seis dias após ter sido plantada. Temperaturas mais frias voltaram no final da semana com geada leve que está sendo relatado no extremo Norte de Illinois.
As temperaturas em todo o estado é em média 17.00ºC para a semana, 2.77ºC abaixo do normal. Houve 3,3 dias adequados para o trabalho de campo na semana passada. Níveis de umidade em todo o estado foram classificados como 53 % adequado e 47 % em excesso. Umidade do subsolo foi classificada como 2 %  curto, 71 % adequada e de 27 % em excesso.

Os agricultores estavam tentando manter o controle das ervas daninhas com pulverização na semana passada, mas foram encontrando dificuldades devido as condições do clima. Hay estava sendo embalado na semana passada entre as chuvas, mas muitos acres têm necessidade de ser cortado, assim como o tempo o permita.

Soja e milho avançam na bolsa de Chicago.

A soja opera com forte alta na manhã desta segunda-feira trabalha com  +27,0 e o milho com +6,4 na Bolsa de Chicago.
O mercado ainda encontra suporte na pouca oferta disponível, principalmente nos Estados Unidos, e na demanda muito aquecida, que está praticamente toda focada no pouco produto norte-americano. Paralelamente, o cenário climático desfavorável ao plantio da nova safra nos EUA também confere alguma sustentação aos preços.
As chuvas excessivas têm impedido a boa evolução dos trabalhos nos campos norte-americanos, o que já começa a preocupar o mercado e os investidores sobre possíveis perdas de produtividade. O mesmo cenário influencia os preços do milho. 
As posições mais negociadas do cereal, por volta das 9h14 (Brasília), também operavam em alta, porém, registravam ganhos menos expressivos, subindo entre 5,25 e 6,50 pontos. O trigo também opera do lado positivo, avançando pouco mais de 7 pontos nos principais contratos. 

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Chuvas no feriado aumentam a expectativa de produção do milho, e o dólar em alta melhora os preços.

Em Mato Grosso ocorreu algumas chuvas entre os dias 29 e 30/05/2013, a previsão era de 20mm de chuvas, porém em algumas cidades caíram 40mm. Essas chuvas ajudaram alguns produtores que tinham alguns milhos plantados em faze de enchimento dos grãos. Antes das chuvas a estimativa era de 60% ​​da safra de milho em bom estado, agora temos 85% do milho em boas condições e 15% regulares precisando de mais chuvas. Antes das chuvas de 30/05/2013 a produção estava estimada em 75 sacas de milho por hectare, em média, agora os produtores acreditam que vão colher 90 sacos em média, mesmo que não chova mais.
O preço da soja melhorou muito em relação à semana passada, o preço em Rondonópolis-MT foi de R$ 56,50 na sexta-feira e hoje R$ 60,00. Além de o dólar ter subido R$ (Reais) 2,05 para R$ 2,13 (hoje), devido o governo ter parado de conter a inflação e elevado a taxa de juros no Brasil, essa alta do dólar aqui no Brasil ajudou muito nos preços de soja e milho. O preço do milho na segunda foi de U$ 7,00 e hoje é de US $ 7,50 por saco.
O problema é que muitos produtores têm as contas em dólar e quem recebeu pagamentos na terça-feira (25/05/2013) com o dólar de R$ 2,05 e hoje precisa pagar suas contas com dólar de R $ 2,13 vai ter problemas!

A conta fica assim: U$ 100.000,00 x = R$ 2,05 R$ 205.000,00 hoje que vai pagar U $ 100.000,00 x 2,13 = R$ 213.000,00, prejuízo de R$ 8.000,00 ou U$ 3.755,86.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

USDA: Plantio do milho concluído em 86% e o da soja em 44% nos EUA

USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou no fim da tarde desta terça-feira (28) que o plantio da soja nos Estados Unidos chegou a 44% até o último dia 26, domingo. Na semana anterior, esse índice era de 24%. No mesmo período do ano passado, a semeadura estava concluída em 87% e a média dos últimos cinco anos indica 61%. 
Já o plantio do milho foi concluído em 86% até o último domingo, contra 71% da semana passada. Já nessa mesma época de 2012, o índice era de 99% e a média dos últimos cinco anos é de 90%.
Para o operador de mercado Flávio Oliveira, da McDonald & Pelz, esses números não trazem surpresas ao mercado e apenas o milho ficou ligeiramente aquém da expectativa do plantio concluído em 90%. 
Porém, ainda de acordo com o operador, a preocupação agora é com chuvasexcessivas atrasando ainda mais o plantio da soja e já podendo comprometer o potencial de produtividade das lavouras de milho. 

Após intensa alta na CBOT, grãos realizam lucros nesta 4ª feira

Depois de altas de mais de 30 pontos na sessão desta terça-feira (28), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago encerraram o pregão eletrônico com ligeiras perdas, próximos da estabilidade, devolvendo parte dos ganhos. As principais posições da commodity fecharam a sessão com pequenas quedas entre 0,25 e 0,50 ponto. Já no mercado do milho apenas o contrato julho/13 encerrou do lado negativo da tabela, os demais contratos conseguiram se sustentar e exibiram ganhos entre 1,50 e 2,50 pontos.
O mercado parece operar com um leve movimento de realização de lucros na manhã de hoje, após as cotações terem registrado intensa valorização no pregão de ontem, reflentindo as condições de clima muito desfavorável ao plantio da nova safra nos EUA. No último final de semana, choveu muito nos Estados, porém, os números apresentados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sobre o avanço da semeadura não surpreendeu os analistas e investidores, ficando dentro do esperado. 
De acordo com o departamento, até o último domingo (26), o plantio da soja estava concluído em 44%, contra 24% da semana anterior. No milho, a semeadura era de 86% da área, contra 71% da semana passada.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Soja e milho fecham no vermelho em Chicago com previsão de clima melhor nos EUA


Mercado de soja e do milho fecharam o pregão com ligeiras baixas na Bolsa de Chicago. A oleaginosa perdeu entre 0,75 e 5 pontos nos principais vencimentos, e o cereal perdeu de 2 a 6,50 pontos. 
Entre os fatores de pressão para as cotações está a melhora para o clima dos Estados Unidos pelo menos até a próxima sexta-feira (17). Segundo Eduardo Vanin, analista de mercado da Agrinvest, os produtores norte-americanos puderam evoluir com o plantio contando com temperaturas um pouco mais altas em relação às das últimas semanas no Meio-Oeste. Com isso, as trades já divulgam expectativas sobre a semeadura do milho podendo estar concluída em cerca de 50% até o próximo domingo (19). 
Porém, no final da semana, já a partir da sexta-feira, as chuvas devem voltar à cena do plantio da nova safra norte-americana, podendo provocar mais atraso nos trabalhos de campo. Mais adiante, as previsões indicam a volta do tempo bom, com um clima mais seco na segunda quinzena de maio, de acordo com o analista de mercado Stefan Tomkiw, da Jefferies Corretora e Banco de Investimentos. 
Ainda há muita incerteza sobre o andamento das condições climáticas nos Estados unidos e as previsões se alteram a cada dia. "Isso (novas previsões de melhora) ainda precisa ser confirmado conforme o prazo vai correndo e as previsões vão tendo as leituras alteradas", afirmou Tomkiw. 
O que também pressionou os preços nesta quarta-feira foram novos rumores de mais compras de soja por parte dos Estados Unidos no Brasil, fator que pesou principalmente sobre os contratos de mais curto prazo.
Os números de esmagamento de soja nos Estados Unidos divulgados pelo Nopa (Associação Nacional dos Processadores de Oleaginosas dos EUA) ficaram abaixo das expectativas do mercado e também acabaram influenciando negativamente o mercado internacional da soja. O volume foi divulgado em 3,27 milhões de toneladas, enquanto as expectativas variavam entre 3,29 milhões e 3,51 milhões de toneladas, com uma média de 3,4 milhões. 
A alta do dólar também contribuiu para o tom negativo do mercado. A moeda norte-americana registrou hoje seu sexto dia consecutivo de alta. "Com isso, temos dólares para cima e commodities para baixo, já que isso diminui o apetite à risco por parte dos investidores", explica Vanin. 

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Soja opera em campo misto na manhã desta 2ª feira em Chicago


Os futuros da soja operam em campo misto na Bolsa de Chicago, sem registrar movimentos muito específicos. O mercado parece buscar uma direção depois dos números pouco alterados sobre a safra velha que o USDA trouxe em seu relatório da última sexta-feira (10). 
Os dados causaram um impacto pouco expressivo nos preços, que seguem trabalhando de um lado com a firmeza do mercado físico norte-americano em função da pouca oferta disponível local e de outro com as expectativas de que a safra nova venha cheia mesmo diante de alguns problemas climáticos que vem sendo registrados no início do plantio.
Soja +3,0
Milho +7,4

terça-feira, 7 de maio de 2013

Plantio atrasado nos EUA dá suporte aos grãos nesta terça-feira na CBOT


Após grandes perdas na segunda-feira (6) frente uma melhora do clima nos EUA. O mercado se recupera nesta terça-feira. A soja trabalha com +6,0 e o milho com +1,2 após o USDA ter divulgado seu boletim de acompanhamento de safra, ainda indicado um significativo atraso no plantio dos grãos e no inicio dos trabalhos para a soja.

Até o último domingo (5), o plantio do milho estava concluído em 12%, contra 5% da semana anterior. Entretanto, o mercado apostava em um índice de cerca de 19% e a média dos últimos cinco anos é de 47% para o mesmo período.

No relatório desta segunda-feira, o USDA indicou, pela primeira vez para a safra nova, números sobre o plantio de soja, o qual foi concluído em apenas 2% da área até o último domingo (5). 

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Soja busca direção nesta 2ª feira, milho tem forte queda.



A soja iniciou a semana sem uma direção definida na Bolsa de Chicago, apenas o contrato maio trabalha em alta com +2,0. E para o milho o contrato maio trabalha com -16,4 nesta segunda feira.

O mercado ainda sente o impacto de dois cenários diferentes para a soja. Os estoques muito apertados nos Estados Unidos, frente a uma demanda muito aquecida, principalmente no mercado interno; E o clima adverso que atrasa o plantio do milho e que já gera especulações de que isso poderia provocar uma migração por parte dos produtores para a soja, criando uma área maior do que o esperado para a oleaginosa. 

sexta-feira, 3 de maio de 2013

A falta de chuvas em Mato Grosso pode prejudicar a super safra de milho estimada para 2013.



De acordo com alguns produtores em Mato Grosso, as lavouras ainda necessitam de algumas chuvas nas próximas semanas. Na região de Primavera do Leste as lavouras que sofreram com excesso de chuvas durante a colheita da soja, agora pedem retorno das precipitações para a produção do milho, apenas 20% estão salvos e 80 % ainda necessita de chuvas.
Em Guiratinga e Jaciara já estão mais de 15 dias sem chuvas e 80 % dos milhos já estão salvos apenas 20 % ainda esperam algumas chuvas. Caso as chuvas acabem hoje os produtores de Guiratinga acreditam que irão colher 80 s/c por há, em Jaciara seria de 90 s/c por há.
Itiquira e Alto Garças já são mais criticas a falta de chuvas ha mais de 20 dias sem chuvas e apenas 50 % dos milhos já estão salvos. Os produtores de Itiquira acreditam que se não haver mais chuvas nos próximos dias a produção seria de 90 s/c por há, e Alto Garças 80 s/c por há.
Paranatinga e Campo Verde receberam algumas chuvas nas últimas semanas, 80% dos milhos estão salvos. Em Paranatinga os produtores acreditam em colher 90 s/c por há, em Campo Verde 100 por há casa as não ocorrer mais chuvas.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Soja e milho fecham em queda na CBOT após sessão volátil.



Após intensas altas registradas na sessão anterior, quando a soja atingiu patamares próximos aos mais altos dos últimos dez meses, o mercado optou pela realização de lucros na sessão desta terça-feira.
No entanto, o cenário para os preços, principalmente para os vencimentos de mais curto prazo, ainda é positivo, haja vista que os fundamentos permanecem bastante positivos. A oferta nos Estados Unidos segue muito apertada, com aproximadamente 100% de todo o volume destinado à exportação já vendido e a demanda pela soja norte-americana se mostrando ainda muito aquecida. 

Nesse quadro, a firmeza do mercado físico norte-americana também atua como fator positivo para os preços futuros em Chicago, uma vez que, em busca de preços ainda melhores, os produtores vêm segurando suas vendas, provocando uma forte disputa pelo produto disponível. 

Por outro lado, como explicam analistas, nas posições de mais longo prazo já pesam as especulações sobre a nova safra dos Estados Unidos. O clima adverso tem atrasado severamente o plantio do milho, que está concluído em apenas 5% da área prevista, e poderia fazer com que os agricultores migrassem da cultura do cereal para a soja. 

Apesar desse atraso no plantio nos EUA, os futuros do milho também fecharam o dia em terreno negativo, com as baixas, de acordo com os analistas, justificadas por um movimento de realização de lucros. Na sessão desta segunda-feira (29), os principais vencimentos do grão fecharam no limite de alta em Chicago refletindo esse clima desfavorável nos EUA. 

Apesar disso, o clima adverso nos Estados Unidos - fator que motivou as altas de ontem - segue como o principal foco do mercado nesse momento. "Há muita atenção sobre os mapas climáticos. Parece que poderemos ter um alívio a partir da segunda semana de maio com um tempo um pouco mais seco, o que permitiria o produtor a entrar plantando pesado para tentar recuperar o atraso que temos visto até agora", explica Pedro Dejneka, analista de mercado da PHDerivativos.

 FECHAMENTO EM 30/04/2013


Dólar R$ 2,0000(0,1650)
Mínima R$1,9980
Máxima R$ 2,0080
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:


Mês Pontos Bushel
MAY13 (-5,4) 14,66
JUL13 (-12,4) 13,96
AUG13(-7,2) 13,37

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:


Mês Pontos Bushel
MAY13 (+1,0) 6,85
JUL13 (-10,4) 6,49
SET13 (-5,6) 5,79
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:


L. do Rio Verde: R$ 43,00
Rondonópolis: R$ 50,00
Alto Garça: R$ 49,50
Sorriso: R$ 43,50
Itiquira: R$ 49,50


FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:


L. do Rio Verde: R$ 11,00
Rondonópolis: R$ 15,30
Alto Garças: R$ 14,50
Sorriso: R$ 10,00
Itiquira: R$ 15,30