Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

''Sem pressa, produtores de soja aguardam clima favorável para plantio”

Apesar de autorizado oficialmente, o plantio de soja nos principais Estados produtores deve se intensificar apenas nas próximas semanas, com produtores buscando fazer sua lavoura somente nas melhores condições climáticas, disseram na sexta-feira (20) entidades ligadas a produtores.
Este ano não há o mesmo entusiasmo para plantar o milho após a soja, considerando os preços mais baixos do cereal.
Mato Grosso e Paraná, que deverão ter a maior área já plantada, encerraram esta semana o período de vazio sanitário –no qual o plantio é proibido para evitar perpetuação de doenças.
“Em boa parte do Estado, (o plantio) ainda não começou. Os produtores que entraram na lavoura nesta segunda quinzena de setembro, são aqueles que plantam algodão na segunda safra e não se prendem muito ao clima”, disse o gestor do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Daniel Latorraca.
A estimativa do Imea é que até o momento menos de 0,5 por cento das lavouras de Mato Grosso tenham sido semeadas, em linha com o ano anterior.
A previsão dos meteorologista é de chuvas irregulares neste início de safra no Centro-Oeste brasileiro, com normalização das precipitações apenas em outubro.
“Este ano tende a ser muito parecido com o ano passado”, disse Latorraca, referindo-se ao atraso no plantio da soja em 2012, por falta de chuvas.
O gestor do Imea lembra que, no início de 2013, muitos produtores empolgados com os preços do milho anteciparam a colheita de soja para adiantar o plantio do cereal, mesmo sem que a oleaginosa tivesse secado de maneira adequada, reduzindo produtividades.
“Ano passado estávamos com uma fome de plantar milho muito grande, com antecipação de colheita da soja. Este ano a gente vai ter um plantio de soja mais tranquilo”, disse.
Este é um dos fatores que levaram o Imea a subir em uma saca a estimativa de produtividade média de Mato Grosso nesta temporada 2013/14, atingindo 51 sacas de soja por hectare.
O produtor rural Julio Cinpak, que planeja plantar 2 mil hectares de soja este ano na região de Lucas do Rio Verde, norte de Mato Grosso, disse que os agricultores não estão com pressa.
“De um modo geral os produtores querem fazer um bom plantio de soja, e não vão correr risco de plantar sem chuvas”, disse Cinpak, que também é vice-presidente do sindicato rural no município.
Ele relata que o plantio ocorreu na região apenas em poucas áreas, principalmente onde há irrigação.
“As chuvas já ocorreram, mas de uma maneira não uniforme. Acredito que na próxima chuva, a partir da semana que vem, é que vai ter plantio mais intenso.”
Se o padrão de plantio da safra passada for repetido, as próximas semanas devem ser de muito trabalho. Em 4 outubro de 2012, o Imea já havia registrado plantio em 8,6 por cento das áreas de soja de Mato Grosso. Em 18 de outubro o plantio estava realizado em 33 por cento da área.
PARANÁ
No Paraná, segundo maior produtor do país atrás de Mato Grosso, as chuvas têm sido boas nas últimas semanas, garantindo umidade ideal no solo. Mas é um outro fator relacionado ao clima que manteve muitas máquinas plantadeiras fora das lavouras.
“Aqui no Paraná, o zoneamento agroclimático da soja só permite plantio a partir do dia 20 (de setembro)”, lembrou o gerente técnico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), Flávio Turra.
Segundo ele, a tendência é de que a partir deste final de semana comece o plantio na região oeste do Estado, “próximo a Palotina e Marechal Cândido Rondon.”
“Existem plantios antecipados”, disse, ressaltando que eles são isolados.
Produtores que quiserem garantir financiamento em bancos oficiais ou estar habilitados para o seguro rural precisam realizar o plantio dentro dos períodos estabelecidos pelo zoneamento agroclimático, definido pelo governo.
“O mês de outubro vai ser forte no oeste e norte do Paraná, que é a região que planta milho safrinha”, disse Turra, citando a safra de milho prevista para ocorrer imediatamente depois da colheita de soja.
No norte do Paraná, por exemplo, muitos já se preparam para o plantio da soja.
“Os produtores estão realizando dessecação, roçadas de palhadas de milho e aplicação de calcário, ou seja, estão se preparando para o plantio das culturas de verão”, disse em nota o técnico William Meneghel, do Departamento de Economia Rural em Maringá.
Fonte: Agrolink

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

AVISO DE LEILÃO DE MILHO – PEPRO DIA 13/08/2013.

O MILHO DEVERA TER O DESTINO QUE COMPÕEM A REGIÃO DE GOIÁS, MATO GROSSO E MATO GROSSO DO SUL.

ORIGEM                                    PRÊMIO S/C      QUANTIDADE (kg)
GOIÁS (REGIÃO I)                       1,92               100.000.000
MT (REG I - NORTE)                    4,50               385.000.000
MT (REG II – CENTRO NORTE)  3,90                390.000.000
MT (REG  III – CENTRO SUL)      3,90                325.000.000
MT (REG IV – NORDESTE)         3,18               200.000.000
MATO GROSSO DO SUL            1,92               100.000.000


O Preço Mínimo, livre de tributos e descontos, será de R$ 17,46/kg para o Estado de Goiás e do Mato Grosso do Sul, e de R$13,02/kg para o Estado do Mato Grosso.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Desenvolvimento de colheita no Brasil.

A colheita do milho segunda safra (safrinha) em Mato Grosso, atingiu 56,6% da área total de 3 milhões de hectares atingindo 110 sacas por hectare de média . No Paraná a colheita atingiu 29% dos 2,17 milhões de hectares plantados, registrando em media de 133 sacas por hectares. Em Mato Grosso do Sul até o momento foram colhidas 2,4 milhões de toneladas no Estado, com produtividade média de 100 sacas por hectare. Em Goiás já foi colhido 50% da sua área estimada, no inicio houve colheita entre 140 a 150 sacas de milho por hectare, em alguns dias esperam colher plantações com baixa produtividade em torno de 30 a 40 sacas de milho por hectare.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Com feriado nos EUA, bolsas de Chicago e NY não operam nesta quinta

Nesta quinta-feira, 4 de julho, comemora-se o feriado do Dia da Independência nos Estados Unidos e com isso as bolsas tanto de Chicago quanto de Nova York não operam. Os negócios no mercado internacional serão retomados, portanto, amanhã, às 10h30 (horário de Brasília), com a abertura da sessão regular. 

terça-feira, 2 de julho de 2013

Os futuros dos grãos são melhores em função de cobertura de posições vendidas por fundos.

Mercado noturno chamando para soja com +1 no Julho e milho +8e e soja 2014 +6 no março e milho +3.
Os futuros dos grãos são melhores em função de cobertura de posições vendidas por fundos.
Para soja disponível ontem observamos que as empresas mantiveram os preços da semana passada (R$ 59,00 em Rondonópolis e Itiquira), acredito que ainda teremos mais algumas oportunidades de "pico" nos preços no curto prazo em função da pouca oferta no mercado e a resistência do produtor em comercializar; Também acredito que temos dois pontos para serem considerados:
1º Olhando para a oferta restrita de soja disponível e o fato de ainda estarmos em julho seria lógico que a saca de soja continuaria a se valorizar;
2º Agosto antecede o mês de início da colheita dos EUA e teremos intenção de plantio na América do Sul, então o receio é que tipo de especulação o mercado pode tentar para manipular os preços? ou a oferta restrita no Brasil vai mesmo ser o que vai manter os preços bons no mercado interno?

Soja Para 2014:
Mercado de soja está com preços bem abaixo do que o produtor gostaria de estar travando, chegamos a ter indicações de U$ 23,00 (R$ 52,00) no Itiquira e de U$ 21,70 em Rondonópolis (R$ 50,00); Porém ontem observamos que as empresas reduziram em média U$ 1,50 por saco. A redução no preço é atribuída a logística ruim, falta de capacidade dos portos para escoar milho e soja ao mesmo tempo (o que aconteceu este ano) e disputa de frete entre soja 2014 e milho safrinha 2013.

Milho Safrinha 2013:
Os preços recuaram em relação as duas semanas anteriores, isso ocorreu devido a expectativa de safra Norte Americana e um possível excedente que deve sobrar no Brasil, no momento os preços de fretes não atrapalham. Compradores externos estão se abastecendo com o milho brasileiro conforme necessitam, e isso provoca cautela nas empresas que também só compram o que tem de interesse.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Soja opera no misto, mas primeiros vencimentos seguem em alta

Nesta segunda-feira, os vencimentos mais próximos da soja operam em alta na Bolsa de Chicago. No pregão regular, por volta de 12h53 (horário de Brasília), o vencimento julho/13 subia 13,75 pontos, valendo US$ 15,78/bushel, e o agosto tinha alta de 7 pontos, cotado a US$ 14,38. As demais posições registravam ligeiras baixas de 0,25 a 3,75 pontos. 
Mais cedo, porém, o mercado da soja na CBOT chegou a subir mais, com altas de mais de 30 pontos para o julho, o qual chegou a se aproximar bastante dos US$ 16 por bushel. Segundo Vlamir Brandalizze, consultor da Brandalizze Consulting, a tendência é positiva para os preços nessa semana com os fundamentos voltando ao foco dos investidores. 
A alta no curto prazo ainda é justificada pela escassez de soja nos Estados Unidos e de uma demanda bastante aquecida pelo produto norte-americano. Na última sexta-feira (28), o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) confirmou essa oferta restrita no país reportando os estoques trimestrais da oleaginosa em 1º de junho em 11,84 milhões de toneladas, contra as 12 milhões de toneladas esperadas pelo mercado. 
Além disso, o departamento trouxe ainda uma área de soja para a safra nova também menor do que as projeções do mercado, ficando em 31,45 milhões de hectares, contra 31,58 milhões que vinham sendo esperados. 

Soja: Mercado intensifica altas e julho se aproxima dos US$ 16/bushel

Puxadas pelas primeiras posições, as cotações da soja registram um bom avanço nesse início de semana na Bolsa de Chicago. Na manhã desta segunda-feira, por volta das 9h15 (horário de Brasília), o vencimento julho/13 subia mais de 30 pontos e era cotado a US$ 15,97 por bushel; o agosto/13 tinha alta de 21,25 pontos, valendo US$ 14,52 por bushel. 
A alta no curto prazo ainda é justificada pela escassez de soja nos Estados Unidos e de uma demanda bastante aquecida pelo produto norte-americano. Na última sexta-feira (28), o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) confirmou essa oferta restrita no país reportando os estoques trimestrais da oleaginosa em 1º de junho em 11,84 milhões de toneladas, contra as 12 milhões de toneladas esperadas pelo mercado. 
Além disso, o departamento trouxe ainda uma área de soja para a safra nova também menor do que as projeções do mercado, ficando em 31,45 milhões de hectares, contra 31,58 milhões que vinham sendo esperados. 
No mercado do milho, os preços operavam em campo misto, com apenas o primeiro contrato - julho/13 - registrava uma leve alta de 0,25 ponto, valendo US$ 6,79 por bushel. As demais posições perdiam entre 2 e 3,75 pontos. Esse recuo do cereal, segundo analistas, reflete os números do USDA para o plantio da safra 2013 que deverá ter uma área de 39,42 milhões de hectares. O número veio bem acima do projetado pelo mercado, que esperava algo em torno de 38,58 milhões de hectares, depois que o clima adverso nos EUA prejudicou a semeadura do grão com baixas temperaturas e chuvasexcessivas. 
Porém, na avaliação de Liones Severo, consultor de mercado do SIMConsult, estes são números precipitados, uma vez que o departamento norte-americano acompanhou apenas as duas duas primeiras semanas dos trabalhos de campo. Assim, o mercado aguarda agora o novo relatório do USDA com, segundo Severo, números mais realistas sobre a nova safra. 
Diante disso, o consultor acredita que os preços deverão encontrar melhores momentos mais adiantes, haja visto que, no caso da soja, por exemplo, os estoques mundiais seguem muito apertados e nem mesmo a entrada da produção dos EUA será capaz de reequilibrar a relação de oferta e demanda. Isso acontece já que a China segue dando sinais de que suas compras de soja devem continuar aumentando. 
No milho, o mercado deverá ser beneficiados, de acordo com Severo, com uma maior utilização do grão para a fabricação de etanol, o que poderia ainda reduzir as exportações norte-americanas.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Grãos tentam se recuperar e operam em alta na manhã desta 3ª

A manhã desta terça-feira (25) é positiva para o mercado internacional de grãos. Por volta das 8h05 (horário de Brasília), os futuros da soja, do milho e do trigo negociados na Bolsa de Chicago operavam em alta. A oleaginosa ainda mantinha seu fôlego para continuar subindo após osganhos da sessão anterior, e os grãos tentavam reverter parte das intensas perdas registradas ontem. 
Com altas entre 1,50 e 8 pontos, a soja parece não ter absorvido um impacto muito expressivo do último reporte de acompanhamento de safra doUSDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que mostrou, no fim desta segunda-feira (24), que o plantio nos EUA passou de 85 para 92% em uma semana e que 65% das lavouras estão em boas ou excelentes condições. 
Já o milho e o trigo sobem depois de fechar o pregão regular de ontem com significativa queda. No milho, às 8h15, as altas eram de 4,25 a 5,25 pontos, no trigo, de 5 a 6 pontos na sessão desta terça-feira. 
Além da tentativa de recuperação, o mercado em Chicago no curto prazo encontra suporte ainda nos fundamentos. A oferta, tanto de soja quanto de milho, está muito escassa nos Estados Unidos e a demanda se mantém bastante aquecida. 

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Tendências sobre preços

SOJA DISPONÍVEL:
Ainda continuo acreditando que:
Julho considero o mês de “risco seguro” para a venda de soja disponível no Brasil; Temos o relatório nesta sexta (28) de estoques trimestrais dos EUA que devem divulgar estoques baixos, por lá fábricas esmagadoras possivelmente vão parar por falta de grão/soja, caso não comprem de outro país. Os estoques de soja no Brasil estão em torno de 13% - 15%, o que podemos ainda considerar um bom número, porém, se estes estoques começarem a ficar abaixo de 9% vamos ter pouca soja no mercado e isso pode fazer com que as empresas decidam não disputar mais esta soja com preços considerados "altos". Em Julho também temos previsão de clima seco nos EUA (lá tem variedades muito resistentes, não deve cair muito à produtividade), o que pode ajudar nas especulações e melhora de preços. Outro detalhe é que nada foi divulgado sobre quanto de área mudou de milho para soja, chegou para nós algo entre 20% e 25% (pode ser menor, mas não mais que isso).
Agosto já acredito ser um mês de risco médio-alto, pois antecede o mês de inicio de colheita nos EUA. Setembro acredito ser um mês de risco alto devido as especulações quanto a colheita nos EUA e início de plantio na América do Sul.
 MILHO SAFRINHA NO BRASIL:
Considerando que a área de milho nos EUA diminuiu (migrou para soja) muitos compradores estão procurando o nosso milho até que as coisas fiquem mais claras. Observamos que as empresas estão comprando conforme tem interesse no porto. O que pode ajudar os preços a melhorarem é a diminuição de área nos EUA devido ao atraso no plantio.

Com previsão de clima favorável nos EUA, grãos recuam nesta 2ª feira

A semana começou com preços em baixa no mercado internacional de grãos. Os futuros da soja, do milho e do trigo operam com ligeiras perdas na manhã desta segunda-feira na Bolsa de Chicago e, por volta das 8h (horário de Brasília), a soja perdia entre 3 e 8 pontos, com o vencimento julho/13 valendo US$ 14,90, perdendo 3,25 pontos. No milho e no trigo as perdas eram um pouco mais expressivas.
Segundo informações da agência internacional Bloomberg, o recuo dos grãos reflete um movimento dos investidores de mais cautela, à espera do relatório de acompanhamento de safra que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga no final do dia de hoje. Segundo analistas, o reporte deverá trazer uma melhora nas lavouras norte-americanas e ainda um avanço do plantio da soja.
Além disso, novas previsões indicam uma melhora nas condições climáticas do Meio -Oeste dos EUA nos próximos dias, com um tempo mais quente e menoschuvas.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Grãos continuam recuo na CBOT, porém, soja já esboça reação nesta 6ª feira

O mercado internacional de grãos opera com ligeiras baixas na manhã desta sexta-feira (21) na Bolsa de Chicago e a soja já esboça reação nos primeiros vencimentos. Na soja, por volta das 10h20 (horário de Brasília), o vencimento julho/13 opera a US$ 14,99 por bushel , leve alta de 1,75 pts. Agosto também já trabalha no azul com alta de 0,75 pts. cotado a US$ 14,21 por bushel. Os demais contratos recuavam entre 1 e 3 pontos. No milho, o primeiro vencimento - julho/13 - perdia 5 pontos e os demais caíam 4 pontos. No trigo, perdas também de 3 a 4,50 pontos. 
Na sessão de hoje, o mercado dá continuidade ao movimento  registrado ontem, quando os preços exibiram forte recuo em função do nervosismo domercado financeiro e da expressiva alta do dólar. 

quinta-feira, 20 de junho de 2013

au humor do financeiro e forte alta do dólar pressionam grãos

 O mercado passa por uma realização de lucros depois das expressivas baixas registradas ontem e reflete também o mau humor do mercado financeiro, com uma queda generalizada de commodities e outros ativos de risco e uma forte alta do dólar. 
No mercado da soja, por volta das 14h15 (horário de Brasília), os vencimentos mais negociados perdiam entre 18,25 e 25 pontos pontos, com as perdas mais intensas registradas nos vencimentos mais distantes. O contrato março/14 já perdia, novamente, o patamar dos US$ 13 por bushel. O julho, vencimento mais negociado nesse momento, valia 15,04/bu, perdendo 18,75 pontos. 
Para o milho, no mesmo momento, as principais posições recuavam entre 5,75  e 10 pontos. O vencimento setembro/13 valia US$ 6, com baixa de 9,75 pontos. Já no mercado do trigo, porém,  as posições vinham amenizando as perdas, que estavam em pouco mais de 4 pontos nos principais contratos. 
O nervosismo do mercado financeiro tem sido motivado, principalmente, pelo anúncio do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, de que os estímulos à economia dos Estados Unidos podem começar a ser retirados, aos poucos, com o programa podendo terminar em meados de 2014.

Dólar opera em forte alta após Bernanke esclarecer plano para redução de estímulos

O dólar opera em forte alta generalizada em relação a moedas do G-10 e de países emergentes nesta manhã, após o presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, esclarecer a posição do banco central norte-americano em relação ao futuro de sua política de estímulos. Às 9h40, o dólar subia 1,54%, a R$ 2,239. Na máxima, atingiu R$ 2,249.
Depois de o Fed manter sua política monetária inalterada, Bernanke disse ontem à tarde que a instituição deve começar a reduzir suas compras de ativos este ano se a economia dos EUA continuar mostrando sinais de recuperação. Ele disse ainda que o processo será gradual e que a retirada total dos estímulos pode ser completada em meados de 2014.

Grãos realizam lucros na CBOT nesta 5ª feira

O mercado registra uma intensa realização de lucros no pregão eletrônico de hoje, soja trabalha com -12,0 e o minho com -6,0, devolvendo boa parte dos ganhos registrados na sessão anterior, quando a soja subiu mais de 17 pontos em algumas posições

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Dólar abre em alta à espera de fala de presidente do Fed


O dólar ante o real abriu nesta quarta-feira, 19, cotado a R$ 2,1830 no balcão, em alta de 0,28%. Em seguida, a moeda norte-americana à vista testou mínimas sequenciais até cair a R$ 2,1750 (-0,09%).

No mercado futuro, às 9h31, o contrato de dólar para julho de 2013 recuava 0,21%, a R$ 2,1825, após abrir a R$ 2,1880 (+0,05%) - máxima até o momento. A mínima ficou em R$ 2,1790 (-0,37%).

O desempenho ainda discreto do câmbio reflete a lateralidade exibida pela moeda norte-americana no exterior. Os mercados em âmbito global estão em compasso de espera pelo anúncio, nesta quarta-feira à tarde, da decisão de política monetária e da entrevista do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, nos Estados Unidos. A grande dúvida é sobre quando o Fed dará início à redução das compras de bônus nos EUA. Para a taxa de juros dos Fed Funds, a aposta é de manutenção nos níveis atuais historicamente baixos, de zero a 0,25% ao ano.

Apesar da cautela geral, alguns operadores de bancos e corretoras ouvidos pelo Broadcast não descartavam, mais cedo, alguma pressão sobre o câmbio interno nem a volta do Banco Central, caso a volatilidade se acentue. Há possibilidade de a agência de classificação de risco Moody''s retirar a perspectiva positiva do rating do Brasil, de acordo com a agência Reuters.

Na terça-feira, 18, o dólar à vista atingiu uma máxima, a R$ 2,1850 e o BC fez dois leilões consecutivos pela manhã no mercado futuro e vendeu US$ 4,5 bilhões em contratos de swap cambial com três vencimentos (1/8/, 2/9 e 1/10). O efeito de baixa sobre o dólar dessa injeção de liquidez, porém, durou pouco tempo. À tarde, a moeda norte-americana voltou a subir.

O gerente de câmbio de uma corretora atribuiu parte do ajuste a declarações do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos, do Senado. Tombini previu momentos difíceis e de "trepidações" no mercado mundial de câmbio por causa de ajustes do dólar em relação a outras moedas. Para ele, esse reposicionamento do mercado de câmbio pode ser um processo ainda muito longo. "Tombini corroborou expectativas de novas altas do dólar e isso pode estimular a demanda pela moeda", prevê o especialista.

De fato, o presidente do BC fez um prognóstico de continuidade de alta da moeda americana no Brasil. Ele afirmou que a atuação da autoridade monetária nesse mercado continuará, mas com o objetivo apenas de evitar mudanças bruscas de cotação, a volatilidade. Tombini salientou, porém, que apesar desse período ainda de incertezas, o mundo tende a ficar melhor no futuro do que nos últimos cinco anos. "Teremos de ver aonde isso nos levará e como se acomodará", disse. "A ação do BC é no sentido de consolidar o movimento da inflação para baixo e de mitigar os efeitos dessa depreciação, do fortalecimento do dólar em relação a várias moedas, incluindo o real", afirmou. Essa atuação, na avaliação de Tombini, fará com que o crescimento econômico do próximo semestre e o de 2014 sejam "balanceados".

Os agentes financeiros também atribuíram o ajuste de alta do dólar ontem ao avanço da moeda dos EUA no exterior, a preocupações com a economia brasileira e à busca por hedge (proteção) no mercado futuro. O dólar à vista no balcão encerrou o dia em alta de 0,23%, cotado a R$ 2,1780. Este é o maior patamar de fechamento desde 30 de abril de 2009. Já o dólar para julho fechou acima de R$ 2,18, cotado a R$ 2,1870.

Na agenda doméstica desta quarta-feira, 19, a presidente da República, Dilma Rousseff, recebeu o ministro da Fazenda, Guido Mantega, às 9h30. Mais cedo, a FGV informou que o Índice de Confiança da Indústria (ICI) apurado na prévia da Sondagem da Indústria apontou queda de 1,2% em junho em relação ao resultado de maio, atingindo 103,7 pontos, voltando a ficar abaixo da média histórica recente de 104 pontos. Essa é a menor pontuação desde julho de 2012, segundo os dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A prévia de junho demonstra que o Índice da Situação Atual (ISA) cedeu 1% ante a prévia de maio, para 104,6 pontos, abaixo da média histórica recente de 105,1 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE) caiu 1,3%, para 102,8 pontos.

Já o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) da indústria ficou estável na passagem de maio para junho, permanecendo em 84,6%, segundo a prévia da Sondagem da Indústria de junho, divulgada também pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado repetiu o indicador de maio e representa o maior nível desde janeiro de 2011, quando o indicador ficou em 84,7%. A prévia dos resultados da Sondagem da Indústria teve participação de 811 empresas entre os dias 03 e 14 de junho.

Diante do ambiente instável nos mercados em âmbito global, a Votorantim Cimentos anunciou que a sua oferta pública inicial (IPO) de distribuição primária e secundária de units da Votorantim Cimentos foi interrompida até o dia 11 de setembro. A companhia, que pediu a interrupção por até 60 dias úteis, disse que a operação foi adiada devido às condições adversas de mercado.

No exterior, a China informou que as importações de minério de ferro do País devem subir para um recorde de 750 milhões de toneladas métricas neste ano, com base nas tendências atuais, segundo o vice-secretário-geral da Associação de Ferro e Aço da China, Li Xinchuang, em uma conferência nesta quarta-feira. O país importou 744 milhões de toneladas de minério de ferro no ano passado. Li Xinchuang atribuiu o aumento ao contínuo desenvolvimento econômico da China, que, em grande parte, depende de aço.

Na zona do euro, a forte expansão das encomendas à indústria da Espanha, de 5,2% em abril ante o mesmo mês do ano passado, sem ajuste sazonal, ajuda a dar suporte ao euro.

Às 9h39, o euro estava a US$ 1,340, de US$ 1,3393 no fim da tarde de terça-feira, 18. O dólar estava a 94,98 ienes, de 95,32 ienes na véspera. A moeda norte-americana oscilava ante o dólar australiano (-0,16%), o dólar canadense ((-0,21%), o peso chileno (+0,30%), a rupia indiana (-0,08%), o peso mexicano (-0,06%) e o dólar neozleandês (-0,18%).

terça-feira, 18 de junho de 2013

Soja se recupera e sobe nesta 3ª feira, milho e trigo também avançam

O mercado internacional de  grãos tem um dia positivo, mesmo depois dos últimos números divulgados pelo USDA(Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sobre o desenvolvimento da nova safra do país. 
Assim, a soja consegue recuperar parte das perdas  registradas ontem, como o trigo, e o milho dá continuidade ao movimento de alta de ontem, quando fechou com a posição julho/13 subindo mais de 10 pontos. Por volta das 7h44 (horário de Brasília), a soja subia enttre 5,50 e 6,75 pontos, com o primeiro vencimento - julho/13 - valendo US$ 15,18 por bushel. 

Plantio da soja em 85% nos EUA e 64% das lavouras em boas condições

USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou, no final desta segunda-feira (17), que 85% da área de soja havia sido plantada até o último domingo (16). Na semana anterior, esse índice era de 71%. Porém, em relação ao ano passado, os números ainda apresentam um atraso. Em 2012, nesse mesmo período, 98% da semeadura já estava concluída, e a média dos últimos cinco anos é de 91%.
O departamento norte-americano informou ainda que 64% das lavouras de soja estão em boas ou excelentes condições. 30% estão em situação regular e 6% em condições ruins ou muito ruins.  
Sobre o milho, o USDA informou que também 64% das plantações estão em condições boas ou excelentes. Em situação regular, 28%, e 8% em condições ruins ou muito ruins. Na semana anterior, esses índices era de 63%, 29% e 8%, respectivamente. 

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Soja reverte parte das perdas e opera em alta na manhã desta 6ª na CBOT

A soja voltou a subir na manhã desta sexta-feira (14) na Bolsa de Chicago. Depois de encerrar a sessão anterior com forte queda, o mercado tenta se recuperar na manhã de hoje, com o contrato julho/13, o mais negociado nesse momento, subindo 8,75 pontos, cotado a US$ 15,19 por bushel. As demais posições também operavam do lado positivo da tabela, com ganhos entre 4,75 e 7,50 pontos. 
Novamente, o mercado se foca no cenário de fundamentos ainda positivo para o curto prazo. Uma demanda muito intensa pelo pouco produto disponível nos Estados Unidos é o que dá suporte aos primeiros vencimentos. O mercado interno norte-americano também está muito aquecido e as esmagadoras locais disputam a soja que ainda existe para ser comercializada com os importadores. 
Nos vencimentos mais distantes, o mercado encontra alguma sustentação nas incertezas climáticas em importantes regiões produtoras dos Estados Unidos. Frente a isso, incertezas também são criadas sobre o desenvolvimento e os resultados reais da nova temporada norte-americana, segundo afirmam os analistas. 

quarta-feira, 12 de junho de 2013

À espera do USDA, grãos buscam direção em Chicago nesta 4ª

À espera do novo relatório de oferta e demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga nesta quarta-feira (12), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam em campo misto. Por volta das 8h15 (horário de Brasília), o vencimento julho operava com alta de 7,50 pontos, valendo US$ 15,48, enquanto o contrato março recuava 1,50 ponto, cotado a US$ 13,32 por bushel. 
Ainda na sessão desta quarta-feira, os futuros do milho e do trigo operam do lado negativo da tabela, porém, registravam ligeiras quedas, tentando manter-se próximos da estabilidade. 

terça-feira, 11 de junho de 2013

Comercialização de agroprodutos ficará suspensa por uma semana na Argentina

 O presidente da Federação Agrária Argentina (FAA), Eduardo Buzzi, anunciou nesta segunda-feira (10)  que a comercialização de produtos agropecuários naquele país deverá ser paralisada por uma semana, a partir da zero hora do próximo domingo (16).
O locaute, termo utilizado pelos argentinos para definir a paralisação vai interromper as exportações agrícolas em um momento de falta de moeda no mercado de câmbio. Sem financiamento externo, nem atração de investimentos estrangeiros, as únicas divisas que entram na Argentina são provenientes dos embarques, especialmente da soja. O país é líder mundial nas exportações de óleo e farelo de soja e o terceiro em milho.
 O locaute também terá apoio de outras  associações como a Sociedade Rural (SRA), Confederações Rurais (CRA) e Confederação Intercooperativa (Coninagro). O objetivo é chamar a atenção do governo para os elevados custos de produção e alta carga tributária. 
Segundo os representantes dos produtores, o protesto não deve afetar o abastecimento doméstico, mas sim os embarques às exportações. A manifestação ocorre apenas alguns meses antes das eleições parlamentares de outubro, quando o país vai renovar metade da Câmara e um terço do Senado.