O mercado registra uma intensa realização de lucros no pregão eletrônico de hoje, soja trabalha com -12,0 e o minho com -6,0, devolvendo boa parte dos ganhos registrados na sessão anterior, quando a soja subiu mais de 17 pontos em algumas posições
Jesus
APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.
Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.
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quinta-feira, 20 de junho de 2013
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Soja cai em Chicago, com liquidação de fundos e USDA
Nesta quinta-feira (13), a soja opera em queda na Bolsa de Chicago. O mercado dá continuidade ao movimento de baixa iniciado ontem, quando os preços recuaram frente as perdas dos vizinhos milho e trigo e aos números sem surpresas trazidos pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) em seu relatório mensal de oferta e demanda.
Além disso, como explicou o analista de mercado Glauco Monte, da FCStone, o mercado ainda registra um movimento de liquidação técnica por parte dos fundos depois das intensas altas registradas pela oleaginosa nos últimos dias. Paralelamente, o mercado também continua o movimento de rolagem de posições por parte dos fundos, o que favorece o recuo dos preços nesta quinta.
"É uma continuação do reflexo dos números do USDA, e também uma liquidação técnica porque o mercado subiu forte nas últimas semanas e após a divulgação desse número sem grandes alterações, também tem uma questão mais técnicas", explicou Monte.
Às 11h50 (horário de Brasília), o vencimento julho perdia 23,50 pontos, valendo US$ 15,17 por bushel. As demais posições caíam entre 13,50 e 17,25 pontos. Para o milho e o trigo, as perdas eram mais amenas, de pouco mais de 5 pontos nos contratos mais negociados.
Sobre os últimos dados do departamento norte-americano, o analista afirma que um dos pontos em destaque foi o volume estimado para os estoques, o qual é maior do que o registrado nos últimos anos, principalmente no caso do milho, com mais de 50 milhões de toneladas. Para a soja, o estimado pelo USDA é de pouco mais de 7 milhões de toneladas.
No entanto, Monte segue afirmando que, no curto prazo, no chamado mercado "spot", os preços se mantêm sustentados na falta de soja, principalmente nos Estados Unidos. O mercado interno norte-americano está bastante aquecido, o pouco produto ainda disponível vem sendo altamente disputado entre as esmagadoras locais e a demanda para importação e, até que se faça efetiva a entrada da nova safra dos EUA, esse problema não deverá ser solucionado, cenário que dá sustentação às cotações na CBOT.
terça-feira, 4 de junho de 2013
Grãos: Mercado tem manhã de realização de lucros nesta 3ª feira
O movimento de realização de lucros se dá depois dos ganhos de mais de 20 pontos nos principais vencimentos para a soja, que subiu focada no clima adverso atrasando o plantio da nova safra dos EUA e ainda há extrema escassez de produto no país em um momento em que a demanda se mantém concentrada na oleaginosa norte-americana.
Por volta das 7h53 (horário de Brasília), o contrato julho/13 caia 9,75 pontos, cotado a US$ 15,22. Os demais vencimentos caíam entre 10 e 17,50 pontos. O milho perdia entre 3,75 e 8,50 pontos e o trigo, entre 7,25 e 8,25 pontos.
quinta-feira, 28 de março de 2013
Milho plantado será ligeiramente acima da área de 2,012, área cultivada de soja ligeiramente para baixo, somadas todas as variedades de trigo teremos aumento e algodão redução de área.
Produtores de milho a intenção de plantar 97,3 milhões de hectares de milho para todos os efeitos, em 2013 será ligeiramente acima do ano passado e 6% maior do que em 2011. Se realizado, este irá representar a maior área plantada nos Estados Unidos desde 1936, quando cerca de 102 milhões de hectares foram plantados.
A área de soja plantada para 2013 é estimada em 77,1 milhões de hectares, um pouco abaixo do ano passado, mas a quarta maior área nos registros, se realizado. Em comparação com 2012, a área plantada é abaixo nas Grandes Planícies com exceção de Dakota do Norte, Nebraska e Minnesota estão esperando os maiores declínios em comparação com o ano passado, enquanto Illinois e Dakota do Norte estão esperando os maiores aumentos.
Todas as área plantadas de trigo para 2013 são estimadas em 56,4 milhões de hectares, um aumento de 1% por cento a partir de 2012. A área de trigo de inverno de 2013 plantadas em 42,0 milhões de hectares, é de 2% acima do ano passado e um pouco acima da estimativa anterior. Desse total, cerca de 28,9 milhões de hectares são Red Winter rígido, 9,67 milhões de hectares são Red Winter Soft, e 3,39 milhões de hectares são de Inverno de qualidade branca. Área plantada com trigo de primavera para 2013 deverá totalizar 12,7 milhões de hectares, um aumento de 3 por cento a partir de 2012. Desse total, cerca de 12,1 milhões de hectares são o trigo duro vermelho da primavera. O duro está destinado a área plantada para 2013 é estimada em 1,75 milhões de hectares, uma queda de 18 por cento em relação ao ano anterior.
Todos área plantada com algodão em 2013 deverá totalizar 10,0 milhões de hectares, 19 por cento abaixo do ano passado. Área de sequeiro deverá totalizar 9,82 milhões de hectares, uma queda de 19 por cento a partir de 2012. Americana de Pima deverá totalizar 206.000 hectares, uma queda de 14 por cento a partir de 2012.
terça-feira, 26 de março de 2013
Produção será menor em MT
Mato Grosso colheu menos soja do que o previsto nesta safra. Clima e a alta incidência de pragas e doenças registradas nos últimos meses reduziram a capacidade de produção das lavouras. Das sete regiões de produção do grão no Estado, apenas uma deverá contabilizar média acima de 50 sacas por hectare no rendimento. A média estadual foi rebaixada neste ciclo e no histórico dos últimos cinco anos será a menor. Neste intervalo, o melhor rendimento médio se deu em 10/11, 53 sacas por hectare.
De qualquer forma, mesmo sem ter como comemorar, ainda, a safra da produtividade, Mato Grosso assegura mais um recorde sobre recorde, graças ao incremento de 11,6% da área plantada de ano para o outro e segue liderando a produção nacional do grão.
Restando menos de 8% da área de soja da safra 12/13 para ser colhida, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou na segunda-feira (25) a revisão dos números que haviam sido projetados no ano passado. Neste ciclo, a produtividade recua e fica abaixo das 50 sacas e consequentemente a produção de mais de 24,13 milhões de toneladas não se confirmará.
Os problemas em decorrência de estresses em vários estádios das plantas derrubaram a estimativa em quase meio milhão de toneladas, ou, para 23,58 milhões.
Como explicam os analistas do Imea, por meio do Boletim da Soja, a estratégia adotada por boa parte dos sojicultores mato-grossenses não surtiu o efeito desejado neste ciclo. Com o foco em plantar o mais cedo possível, o produtor mato-grossense cultivou os primeiros hectares logo nas primeiras chuvas de setembro de 2012 e, “em algumas regiões do Estado, um período de estiagem fez a oleaginosa se desenvolver de forma minguada”.
Fora isso, como relatam os analistas, no meio do ciclo a falta de luminosidade, causada por vários dias de céu encoberto, também se chocou com a intensidade das chuvas entre meados de janeiro e fevereiro. Em outras palavras, a má distribuição das precipitações impuseram perdas aos produtores. Não choveu como o esperado na fase do plantio e choveu acima do esperado durante a colheita, quando água demais atrapalha os trabalhos no campo, aumenta a incidência de doenças como a ferrugem asiática e pode levar o grão a passar do ponto e apodrecer, como foi verificado, especialmente, no médio norte mato-grossense.
“Nesse contexto, o resultado da temporada fez com que a produtividade diminuísse sobre o esperado, de 51 para 50 sacas/ha, redução de 1 saca/ha. Isso fará com que a produção reduza de 24,13 milhões de toneladas estimadas anteriormente para 23,59 milhões de toneladas, decréscimo de 542,5 mil toneladas, ou, recuo de 2,3%”.
REGIÕES - Quando se compara a produtividade entre as regiões, se nota que as tradicionais produtoras foram as que tiveram maiores reduções, puxando para baixo a média do Estado. Das sete regiões que servem de referência para os levantamentos do Imea, em apenas uma, a sudeste, fecha acima das 50 sacas (50,8).
As regiões médio norte, oeste e nordeste, após problemas com a falta de luminosidade e por ter muita soja para ser colhida ao mesmo tempo durante o período chuvoso, viu a produtividade cair em 2 sacas/ha sobre o estimado, fazendo com que as três regiões obtivessem média abaixo de 50 sacas/ha. “A região sudeste, apesar da queda de produção verificada em Campo Verde, teve a média de produtividade acima do esperado em uma saca, após Serra da Petrovina, Alto Garças, Alto Araguaia e Alto Taquari registrarem umas das melhores produtividades da atualidade”
Fonte: Diário de Cuiabá
FECHAMENTO EM 26/03/2013
Dólar R$ 2,0160(0,2290)
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
De qualquer forma, mesmo sem ter como comemorar, ainda, a safra da produtividade, Mato Grosso assegura mais um recorde sobre recorde, graças ao incremento de 11,6% da área plantada de ano para o outro e segue liderando a produção nacional do grão.
Restando menos de 8% da área de soja da safra 12/13 para ser colhida, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou na segunda-feira (25) a revisão dos números que haviam sido projetados no ano passado. Neste ciclo, a produtividade recua e fica abaixo das 50 sacas e consequentemente a produção de mais de 24,13 milhões de toneladas não se confirmará.
Os problemas em decorrência de estresses em vários estádios das plantas derrubaram a estimativa em quase meio milhão de toneladas, ou, para 23,58 milhões.
Como explicam os analistas do Imea, por meio do Boletim da Soja, a estratégia adotada por boa parte dos sojicultores mato-grossenses não surtiu o efeito desejado neste ciclo. Com o foco em plantar o mais cedo possível, o produtor mato-grossense cultivou os primeiros hectares logo nas primeiras chuvas de setembro de 2012 e, “em algumas regiões do Estado, um período de estiagem fez a oleaginosa se desenvolver de forma minguada”.
Fora isso, como relatam os analistas, no meio do ciclo a falta de luminosidade, causada por vários dias de céu encoberto, também se chocou com a intensidade das chuvas entre meados de janeiro e fevereiro. Em outras palavras, a má distribuição das precipitações impuseram perdas aos produtores. Não choveu como o esperado na fase do plantio e choveu acima do esperado durante a colheita, quando água demais atrapalha os trabalhos no campo, aumenta a incidência de doenças como a ferrugem asiática e pode levar o grão a passar do ponto e apodrecer, como foi verificado, especialmente, no médio norte mato-grossense.
“Nesse contexto, o resultado da temporada fez com que a produtividade diminuísse sobre o esperado, de 51 para 50 sacas/ha, redução de 1 saca/ha. Isso fará com que a produção reduza de 24,13 milhões de toneladas estimadas anteriormente para 23,59 milhões de toneladas, decréscimo de 542,5 mil toneladas, ou, recuo de 2,3%”.
REGIÕES - Quando se compara a produtividade entre as regiões, se nota que as tradicionais produtoras foram as que tiveram maiores reduções, puxando para baixo a média do Estado. Das sete regiões que servem de referência para os levantamentos do Imea, em apenas uma, a sudeste, fecha acima das 50 sacas (50,8).
As regiões médio norte, oeste e nordeste, após problemas com a falta de luminosidade e por ter muita soja para ser colhida ao mesmo tempo durante o período chuvoso, viu a produtividade cair em 2 sacas/ha sobre o estimado, fazendo com que as três regiões obtivessem média abaixo de 50 sacas/ha. “A região sudeste, apesar da queda de produção verificada em Campo Verde, teve a média de produtividade acima do esperado em uma saca, após Serra da Petrovina, Alto Garças, Alto Araguaia e Alto Taquari registrarem umas das melhores produtividades da atualidade”
Fonte: Diário de Cuiabá
FECHAMENTO EM 26/03/2013
Dólar R$ 2,0160(0,2290)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (+9,6) 14,47
JUL13 (+7,4) 14,25
AUG13(+9,2) 13,81
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (-3,6) 7,29
JUL13 (-4,2) 7,11
SET13 (-2,4) 6,02FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 48,50
Sorriso: R$ R$ 44,50
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Sorriso: R$ R$ 44,50
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 15,70
Sorriso: R$ 13,80
terça-feira, 19 de março de 2013
Mercado noturno sinalizando recuperação.
O mercado após cerca de cinco pregões com expressivas baixas na bolsa de
Chicago exibe uma ligeira reação nessa manhã para soja e para o milho. Os preços trabalham com
pequenas altas entre 2 e 3 pontos nos principais vencimentos.
Nesta segunda-feira a realização de lucros ainda foi intensificada pela
noticias negativa vindas da Zona do Euro com proposta de pacote de resgate à
economia do Chipre, novo fator que abala a confiança do bloco econômico.
segunda-feira, 18 de março de 2013
Pré-relatório de plantio 2013 dos EUA.
Os
produtores dos EUA vão plantar mais milho e soja do que a previsão do governo
no mês passado, de acordo com um levantamento dos produtores de Allendale Inc. o
plantio de trigo vai subir pelo terceiro ano consecutivo.
Os
produtores indicaram que irão semear 96, 956 milhões de hectares de milho, disse
Allendale em um comunicado enviado por email. É uma queda em relação ao ano passado que foi
plantado 97, 155 milhões de hectares, o governo informou no relatório do mês passado
que o plantio da safra 2013 vai ser de 96,5 milhões (previsão em 22 de
fevereiro).
A
plantação de soja subirá para 78.324 milhões de hectares contra 77.198 milhões
no ano passado, de acordo com uma pesquisa anual dos agricultores, que foi
realizada este ano entre 25 fevereiro - 8 março. O USDA informou no relatório do mês
passado que a área plantada de soja seria de 77,5 milhões de hectares.
A
área plantada combinada com todas as variedades de trigo irá subir para 56, 261
milhões de hectares contra 55,736 milhões em 2012, de acordo com a pesquisa
realizada.
No
mês passado, o USDA informou que os agricultores irão semear 56 milhões de
hectares.
O
USDA em 28 de março ira divulgar os resultados de uma pesquisa nacional de
intenção de plantio.
terça-feira, 12 de março de 2013
Câmbio é flutuante, mas BC está pronto para atuar, diz Tombini
SÃO PAULO - O presidente do Banco
Central, Alexandre Tombini, fez um discurso em defesa do regime cambial
brasileiro e defendeu que a evolução do real nos últimos meses é comparável com
outras moedas internacionais. Apesar do discurso de que nada de diferente
acontece com a moeda brasileira, ele voltou a falar em "instrumentos
contra choques para usar em várias situações". "Podemos dar liquidez
ao mercado", disse e citou como exemplo o mercado de câmbio futuro. Nesse
segmento, o BC voltou a atuar ontem e segurou as cotações do dólar acima de
R$ 1,95.
Às 14h30, a moeda americana é negociada a R$
1,9620, em alta de 0,20% em relação ao fechamento de ontem. Até este horário,
não houve intervenção do Banco Central no mercado de câmbio.
Em evento na capital polonesa, o presidente do
Banco Central ainda rechaçou as críticas do mercado de que o câmbio não é
flutuante no Brasil. "O câmbio no Brasil é flutuante. É flutuante
sim". Ao apresentar um quadro com a evolução da volatilidade do real,
Tombini argumentou que o que aconteceu com o real nos últimos meses é bem
parecido com o visto com o peso mexicano, o rublo russo e o dólar australiano.
Choques externos
Ele reiterou que a política de câmbio no
Brasil constitui a primeira linha de defesa do governo brasileiro contra
choques internos e externos. Segundo o presidente do BC, as reservas
internacionais (US$ 375,5 bilhões, dados de ontem) propiciam uma situação
confortável para o Brasil e os estímulos monetários já adotados vão ajudar na
recuperação da economia. Tombini destacou ainda que a confiança e o menor nível
de estoques ajudarão no crescimento industrial.
Bolsa de Tóquio cai após oito dias de ganhos
A queda de 0,3% se deu em razão de
grandes companhias compensarem compras de empresas de tecnologia
TÓQUIO - A Bolsa de Tóquio fechou em queda nesta
terça-feira, terminando uma série de ganhos de oito dias uma vez que uma
realização de lucros em papéis que avançaram muito nos últimos dias - como os
da Fast Retailing, Honda Motor e Mitsubishi Estate - compensaram as compras da
Kyocera e de outras empresas de tecnologia.
O índice Nikkei caiu 0,3%, para 12.314,81 pontos,
após uma alta de 0,5% na sessão anterior. Durante a primeira parte da sessão, o
índice atingiu o maior nível em quatro anos meio. Entre 27 de fevereiro até
segunda-feira, o Nikkei já havia acumulado 9,7% em ganhos.
Os níveis de participação permaneceram robustos,
com o volume superando a marca de 4 bilhões de ações pela terceira sessão
seguida. O valor das negociações também foi alto com mais de 2,8 trilhões de
ienes.
O Nikkei abriu com uma leve alta, uma vez que o
dólar e o euro mantiveram suas posições ante o iene depois de avanços recentes.
Além disso, a sétima alta consecutiva do índice Dow Jones também ajudou a
estimular o mercado acionário japonês.
A realização de lucros começou a compensar os
ganhos iniciais do pregão durante a sessão, no entanto, logo após o intervalo,
o Nikkei caiu abaixo do ponto de equilíbrio.
A Fasst Retailing recuou por causa da realização de
lucros pela segunda sessão seguida, uma medida esperada há algum tempo pelos
traders visto que a empresa ganhou 24% só na semana passada.
A Honda Motor liderou as montadores para baixo,
caindo 0,7%, enquanto a Toyota Motor recuou 0,8%.
Incorporadoras também foram alvo de vendas com a
Mitsubishi Estate caindo 2,3%. As ações da empresa avançaram em 16 das últimas
17 semanas.
Por outro lado, vários nomes de tecnologia
terminaram a sessão em alta acentuada, uma vez que o iene mostrou poucos sinais
de que recuperará o terreno perdido para outras moedas. A Kyocera ganhou 4,2%,
ao mesmo tempo em que a Canon avançou 1,3% e a TDK fechou em alta de 5,4%.
A Panasonic terminou a sessão em alta de 4,6% com
alto volume, depois que a mídia local relatou que a empresa planeja contratar
350 recém graduados no ano fiscal de 2014 - quase o mesmo número previsto para
ano fiscal de 2013. Mas a medida foi interpretada como positiva, considerando
as dificuldades atuais no espaço de eletrônicos de consumo.
As ações da concorrente Sony terminaram em queda de
2,0%.
Entre os motores individuais, a Nippon Steel &
Sumitomo Metal conquistou um ganho de 4,4%, visto que o jornal Nikkei divulgou
uma notícias sobre o fechamento de um forno da empresa, aumentando as
esperanças de uma oferta menor de produtos, o que pode sustentar o preços.
A JFE Holdings ganhou 1,1%.
A Japan Tobacco caiu 0,7% depois que o governo
precificou a venda de sua participação na empresa na segunda-feira depois do
fechamento do pregão a 2,949 ienes por ação. As informações são da Dow
Jones.
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