Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



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quarta-feira, 3 de abril de 2013

Dólar oscila perto da estabilidade

O mercado de câmbio doméstico abriu nesta quarta-feira com o dólar perto da estabilidade, acompanhando o relativo equilíbrio da moeda norte-americana ante seus principais pares no exterior. O dólar à vista no balcão começou a sessão a R$ 2,0190 (-0,15%). No mercado futuro, às 9h21, o dólar para maio de 2013 subia 0,02%, a R$ 2,0290, mesma taxa registrada no inicio da sessão. Até esse horário, o dólar maio oscilou de R$ 2,0260 (-0,12%) a R$ 2,030 (+0,07%).
Nesta manhã, predomina o sinal negativo nas Bolsas europeias, enquanto o euro estava em US$ 1,2837 às 9h23, de US$ 1,2820 no fim da tarde de terça-feira (02). O dólar estava em 93,40 ienes, de 93,43 ienes na véspera.
O comportamento quase "de lado" das moedas nesta quarta-feira reflete o sentimento de cautela dos investidores em relação aos indicadores e eventos previstos para hoje e o resto da semana, além de um feriado amanhã e sexta-feira na China, disse um operador de tesouraria de um banco.
Os agentes de câmbio no Brasil estão na expectativa com os dados sobre o fluxo cambial, que saem às 12h30, mesmo horário previsto para o anúncio do Índice Commodities Brasil (IC-Br) de março. Mais cedo, a Fundação Getulio Vargas (FGV) informou que a confiança do empresário do comércio evoluiu desfavoravelmente em março, quando avaliado em médias móveis. O Índice de Confiança do Comércio (Icom) foi de -2,3% para o trimestre encerrado em março,, em comparação ao resultado do mesmo período do ano anterior. É a terceira piora consecutiva do indicador. Em fevereiro, a taxa havia sido de -0,9% na mesma base de comparação. "O resultado geral da pesquisa revela um ritmo de atividade entre moderado e forte ao final do primeiro trimestre do ano e expectativas menos otimistas em relação aos próximos meses.", informou a FGV, em nota oficial. Já às 10 horas, sai o índice dos gerentes de compras (PMI) do setor de serviços em março, apurado pelo HSBC.
Mais cedo, a BB Seguridade, braço de seguros do Banco do Brasil, também anunciou uma oferta pública de distribuição secundária com valor inicial de 500 milhões de ações ordinárias da companhia e de titularidade do acionista vendedor. A oferta poderá ser acrescida em até 15% em lote suplementar e em outros 20% no lote adicional. A faixa de preço estimado para a ação é de R$ 15,00 a R$ 18,00, com a oferta podendo alcançar R$ 12,150 bilhões, incluindo os lotes extras. O início dos negócios com ações da oferta está previsto para 25 de abril, sob o código "BBSE3".
A intenção da BB Seguridade é atrair investidores nacionais e estrangeiros para a operação. Eventual adesão de investidores não residentes poderá reforçar o fluxo financeiro para o País. O BC atualiza hoje os dados de fluxo cambial, mas em março até o dia 22, o segmento financeiro, que inclui investimentos estrangeiros e remessas de lucros, entre outras operações, contabilizou um saldo negativo de US$ 1,089 bilhão no período. As operações comerciais, por outro lado, mostraram entrada líquida de US$ 1,353 bilhão no período. Como resultado, o fluxo cambial foi positivo em US$ 264 milhões no mês passado até dia 22. No acumulado de 2013 até 22 de março, o fluxo cambial está negativo em US$ 2,227 bilhões, com entrada de US$ 486 milhões no segmento financeiro e saída de US$ 2,712 bilhões no comercial.
Nos EUA, a agenda de indicadores para esta quarta-feira traz como destaque o relatório da ADP/Macroeconomic Advisers sobre a criação de empregos em março e o índice de atividade dos gerentes de compra (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços para o mesmo mês, medido pelo Instituto para Gestão de Oferta (ISM). Ontem, os investidores reagiram bem ao crescimento das encomendas de bens manufaturados à indústria norte-americana, o que sinaliza a continuação da recuperação econômica do país. Contudo, também estão em compasso de espera pela divulgação, na sexta-feira, da pesquisa mensal sobre o mercado de trabalho dos EUA. Um resultado melhor do que o esperado poderá levantar receios de que o Federal Reserve reduza as medidas de estímulo econômico antes do previsto.
No Japão, o iene opera praticamente "de lado" ante o dólar antes do anúncio da decisão de política monetária do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês). A expectativa é que a primeira reunião de política monetária do BoJ sob o comando de Haruhiko Kuroda resulte no anúncio de medidas de estímulo à economia, ainda que a atividade de serviços tenha registrado um recorde no mês passado.
Na China, o setor de serviços também teve expansão em março, mas o índice de sentimento do consumidor caiu no mês passado. De acordo com a Market News International (MNI), a confiança nas condições atuais da China aumentou, mas houve um declínio nas expectativas futuras. Em comunicado divulgado após a reunião trimestral do Comitê de Política Monetária, o Banco Central da China (PBoC) informou que a economia do país está crescendo de forma constante e a tendência de preços está basicamente estável. O Comitê advertiu, porém, que ainda existem incertezas, particularmente em relação à recuperação econômica global. No comunicado, o PBoC afirmou que continuará a implementar uma política monetária "prudente", balanceando os quatro objetivos de crescimento constante, ajuste da estrutura econômica, controle da inflação e prevenção de riscos.
O cuidado também pauta os investidores nesta véspera de decisões de política monetária, amanhã, do Banco da Inglaterra (BoE) e do Banco Central Europeu (BCE). Na zona do euro, a desaceleração da inflação ao consumidor dos 17 países europeus que compartilham o euro, para 1,7% em março ante igual mês de 2012 - na menor alta desde agosto de 2010 - deve favorecer a manutenção dos juros, mas não estão descartadas eventuais medidas para impulsionar a atividade econômica da região. Vale destacar ainda que o Chipre e o Fundo Monetário Internacional (FMI) chegaram a um acordo para uma linha de crédito de 1,0 bilhão de euros, complementando a ajuda de 9,0 bilhões de euros que a ilha receberá de seus parceiros da zona do euro.

Euro sobe após confirmação de resgate ao Chipre


O euro sobe ante o dólar na sessão europeia após a troica de credores internacionais confirmar os termos do acordo de resgate com o Chipre. O memorando de entendimento, que ainda depende de aprovação do Eurogrupo e de Parlamentos da zona do euro, estabelece as condições para que o Chipre receba uma ajuda de 10 bilhões de euros (US$ 12,8 bilhões), 1 bilhão de euros que virá do Fundo Monetário Internacional e o restante da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu.

Os negócios no câmbio, no entanto, tendem a ser contidos antes das reuniões de política monetária do BCE e do Banco da Inglaterra (BoE), marcadas para a quinta-feira (04), embora não haja expectativa de mudanças.

Antes disso, o Banco do Japão (BoJ) fará seu primeiro anúncio de política monetária sob o comando do recém-empossado Haruhiko Kuroda. Analistas preveem que o banco central japonês passará a adotar medidas mais agressivas de relaxamento para estimular a economia.

Já o último número de inflação da zona do euro teve pouca influência nas transações. Em março, o índice de preços ao consumidor (CPI) do bloco subiu 1,7% em comparação com igual mês do ano passado, a menor alta desde o ganho anual de 1,6% registrado em agosto de 2010. O dado, que é preliminar, veio em linha com a expectativa.

Às 9h14 (pelo horário de Brasília), o euro avançava para US$ 1,2829, de US$ 1,2820 no final da tarde de terça-feira (02) em Nova York. Ante a moeda japonesa, o dólar subia para 93,52 ienes, de 93,43 ienes. Já a libra estava em US$ 1,5125, ante US$ 1,5110. As informações são da Dow Jones.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Análise Pré-Relatório


Allendale Inc., McHenry, Illinois, divulgou os resultados de sua pesquisa de intenções de plantio, recentemente, que mostrava  que os produtores podem plantar a segunda maior área cultivada com o milho já este ano, de 96,956 milhões de hectares, perdendo apenas para a do ano passado 97,155 milhões de hectares. As estimativas das corretoras ainda que assumindo uma tendência de rendimento de 156,97 bushels por acre significaria que a produção total de milho pode atingir 13,912 bilhões de bushels, o que seria 29 por cento maiores do que a do ano passado, 10,78 bilhões de bushels.
Embora não seja tão alta como em suas estimativas de área cultivada anteriores, Informa Economics, uma empresa privada de previsões com sede em Memphis - Tennessee, agora destaca plantações de milho em um recorde de 97.750.000 hectares, uma queda de 1,6% de sua estimativa de janeiro de 99,3 milhões de hectares.
"A seca está lentamente recuando no cinturão do milho ocidental", diz Chad Hart, economista agrícola da Iowa State University. No entanto, a grave seca excepcional tem ainda um controle sobre a maior parte da área de milho ocidental.
"O Cinturão do Milho oriental poderia ver os rendimentos de tendência no milho, e se as médias do milho ocidental são de 140 bushels por acre, ainda estamos falando de uma cultura de milho “whopper"(grande), diz Hart. "A menos que a seca se intensifique e prejudique o leste outra vez, nós estamos olhando para uma safra de milho de 13000 a 14000 milhões de bushels. Com “uma tendência de rendimento de 164 bushels por acre, a produção de milho pode atingir 14,5 bilhões de bushels.”
Recorde de soja, como?
De acordo com estimativas da Allendale o plantio de soja para os produtores pode atingir 78.324 milhões de hectares de soja, uma área plantada recorde. Allendale ainda estima uma tendência de rendimento de 43,35 bushel por acre e iria produzir 3,349 bilhões de bushels de soja, o nível de produção segundo maior recorde e 11 por cento maior do que no ano passado 3, 015 bilhões de bushels.
Hart espera que área plantada destinada ao milho poderia dar lugar  para a soja  de acordo com a progreção da estação. Em 13 dos últimos 20 anos, diz ele, os atrasos de plantio resultou em menos hectares de milho e mais hectares de soja do que os relatórios projetavam para as plantações.
A projeção para hectares de soja é de 78,5 milhões de hectares, superior ao estimado pela Allendale, mas menor do que sua previsão de janeiro de 78,8 milhões.
Com a projeção de área plantada recorde tanto para milho e soja, de onde virá a terra adicional? Algumas virão de pastagem, algumas a partir de outras culturas menores, algumas de área de algodão e algumas do Programa de Conservação de Reserva, observa Hart.
Estoques ainda apertados
Allendale também divulgou estimativas para o relatório trimestral de grãos para o próximo Stocks. Para o milho, Allendale coloca estoques a 5,07 bilhões de bushels, comparado com estoques de 8,03 bilhões no final de 2012. A empresa estima estoques de soja de 912 milhões de bushels, abaixo dos 1,97 bilhões no final de 2012. Se realizado, os estoques de milho e soja seria substancialmente mais baixo em relação a 01 de março de 2012, quando os estoques de milho foram 6,023 bilhões de bushels e estoques de soja foram 1, 375 bilhões de bushels.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Soja níveis de estoque para definir a direção do mercado


A safra de soja 2012 nos EUA foi de 79 milhões de toneladas, menor do que a safra de 2011. Por causa do estoque menor no início da campanha de 2012-13 a oferta foi 3,6% menor do que o ano anterior.
O consumo de soja dos EUA durante o primeiro trimestre da campanha 2012 foi recorde, o ritmo do consumo manteve-se elevado durante grande parte do segundo trimestre. O ritmo acelerado do consumo reflete a demanda das exportações que continuou forte para a soja e produtos de soja.
Com as perspectivas de uma recuperação acentuada na produção de soja na America sul para um nível recorde em 2013, tem sido antecipado que o abrandamento do consumo de soja dos EUA seria mais nítido do que o normal este ano e que os estoques finais seriam mantidos em níveis de iguais. A estimativa do USDA a parti de 01 março para estoques de soja dos EUA para que serão lançados em 28 de março irá revelar a desaceleração sazonal no consumo.
A magnitude da desaceleração é necessária, por sua vez determinar se os preços têm de ajustar e serem maiores a fim de reduzir o ritmo de consumo mais do que o normal ou se os suprimentos são grandes o suficiente para permitir que os preços continuem a se movimentar para baixo.
O consumo ocorre nas seguintes categorias: as exportações, esmagamento doméstico, de alimentação doméstica, semente e uso residual. O relatório semanal do USDA de exportação e inspeções mostrou exportações no trimestre totalizando 539,3 milhões de bushels. No entanto, o total do Censo estimado de exportações para dezembro e janeiro foram 13,7 milhões de bushels menos nas inspeções de exportações reportadas para os dois meses. Se essa margem persistiu até fevereiro, as exportações no trimestre teria sido perto 525,6 milhões de bushels.
O Census Bureau (responsável pela produção de dados sobre os americanos / pessoas e economia) fez estimativas sobre o tamanho do esmagamento de soja doméstica depois de junho de 2011. Como resultado, o USDA já não faz estimativas do tamanho da queda em uma base trimestral, mas relata o consumo interno total (inclui alimentação, sementes e consumo residual) durante o trimestre. O consumo é estimado como desaparecimento total das exportações durante o trimestre.

FECHAMENTO EM 27/03/2013
Dólar R$ 2,0090(0,3020)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (+5,0) 14,52
JUL13 (+3,2) 14,29
AUG13(+2,2) 13,84
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (+4,4) 7,34
JUL13 (+1,6) 7,14
SET13 (-1,4) 6,02
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 49,50
Sorriso: R$ R$ 45,50
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 15,70
Sorriso: R$ 13,80





Dólar abre em alta, seguindo piora do humor no exterior



SÃO PAULO - O Chipre e os sinais de fraqueza na zona do euro minam a disposição por risco dos investidores, dando combustível para o dólar subir ante o euro e as moedas ligadas a commodities. A Itália também traz temores, diante do impasse no cenário político e do aumento do custo observado em leilão de títulos. A moeda norte-americana, que registrou ontem ganhos ante o real no fechamento, deve prosseguir sua trajetória de alta, acompanhando o humor no exterior. O mercado está atento, ainda, à reunião dos Brics, em Durban, na África do Sul, onde estão a presidente Dilma Rousseff, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
Às 9h26, o dólar à vista no balcão sobe 0,25%, a R$ 2,022, na mínima. O dólar futuro para abril subia 0,15%, a R$ 2,0215. Ontem, a alta da moeda americana foi impulsionada pelo ministro interino da Fazenda, Nelson Barbosa, que disse que a flutuação do câmbio é muito pequena para causar alguma mudança no índice inflacionário, o que levou o dólar à vista a fechar em R$ 2,017 (+0,20%) no balcão. No mercado futuro, o contrato da moeda que vence em 1º de abril de 2013 terminou a R$ 2,0185 (+0,20%).
Na Europa, o Índice de Sentimento Econômico da zona do euro caiu para 90,0 em março, de 91,1 em fevereiro, na primeira queda desde outubro do ano passado, e ligeiramente pior do que a expectativa de economistas de queda para 90,5. A percepção sobre a economia do bloco único piorou mais na França, Alemanha e Espanha. Aliás, na França, a segunda maior economia da zona do euro, o Produto Interno Bruto (PIB) contraiu 0,3% no quarto trimestre do ano passado, em relação ao trimestre anterior, mas veio dentro do esperado.
Na Itália, o governo vendeu um total de 6,91 bilhões de euros em bônus em um leilão nesta manhã, pagando o custo mais alto desde outubro do ano passado sobre os papéis de cinco anos. No front político, fracassou a tentativa do líder do Partido Democrático da Itália, Pier Luigi Bersani, de formar uma aliança de governo.
E o Chipre segue sem certezas em relação ao seu futuro, colocando em xeque também o futuro da zona do euro. O ministro das Finanças de Chipre, Michalis Sarris, disse que os maiores correntistas do Banco Popular de Chipre, ou Laiki Bank, o maior do país, poderão sofrer perdas de até 80% de seus depósitos com o fechamento do banco. Se haverá corrida para saques de dinheiro, só se saberá amanhã, com a reabertura das instituições.
Autoridades europeias continuam tentando consertar o estrago causado pelas declarações feitas pelo presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, que disse no início da semana que o resgate do Chipre serviria de modelo para lidar com crises no futuro. Em documento, o Grupo de Trabalho do Eurogrupo afirma que o Chipre não é um "modelo" sobre como lidar com crises futuras. O próprio Dijsselbloem voltou atrás e disse ontem que a ilha não representa modelo para futuros resgates. Em seu blog, o Prêmio Nobel de Economia Paul Krugman foi categórico: "O Chipre deve deixar o euro. Agora."
No Brasil, o IGP-M desacelerou para 0,21% em março, de alta de 0,29% em fevereiro, mas isso não deve mexer com o mercado de câmbio. O resultado ficou abaixo da mediana prevista pelas casas ouvidas pelo AE Projeções, de +0,30%, mas dentro do intervalo previsto de +0,16% a +0,40%. Na agenda doméstica de hoje, está previsto o resultado primário do Governo Central (Tesouro, Banco Central e Previdência) referente a fevereiro.
Perto das 9 horas, o euro caía a US$ 1,2766, de US$ 1,2861 no fim da tarde de ontem. O dólar caía a 94,16, de 94,45 ienes no fim da tarde de ontem. O Dollar Index (DXY) subia 0,40%, a 83,216.
O dólar caía em relação às moedas ligadas a commodities, com exceção da rupia indiana: dólar canadense (+0,31%); dólar neozelandês (+0,46%); dólar australiano (+0,48%); lira turca (+0,40%); rand sul-africano (+0,69%); rupia indiana (-0,08%); rublo russo (+0,25%). 

Estadão PME - 

terça-feira, 26 de março de 2013

Tóquio fecha em queda com nervosismo sobre o Chipre


As ações da Bolsa de Tóquio fecharam em terreno negativo nesta terça-feira, uma vez que o nervosismo sobre o resgate do Chipre manteve o iene firme contra outras moedas, resultando em uma realização de lucros de exportadores como a Tokyo Electron e a Bridgestone. O índice Nikkei caiu 0,6%, para 12.471,62 pontos, após o ganho de 1,7% na sessão anterior.

O volume de negócios foi robusto, totalizando pouco menos de 3 bilhões de ações e cerca de 2,1 trilhões de ienes em valor.

O índice Nikkei abriu em queda, tendo em vista que as bolsas no exterior caíram e o iene manteve sua posição em relação ao dólar e ao euro após comentários do chefe do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem. A autoridade disse que os investidores - incluindo os depositantes - poderiam ser usados no programa de resgate do Chipre.

"É uma negativa adicional que planta as sementes da dúvida na mente dos investidores da Europa e pode agir como uma âncora que prejudica o crescimento econômico regional", disse Nicholas Smith, analista de ações da CLSA.

"O Chipre é um caso especial de resgate, e a reação dos mercados é um pouco exagerado, mas, no final, o investidor aproveitou a oportunidade para realizar lucros", disse Kenichi Hirano, analista da Tachibana Securities.

A Fast Retailing liderou os pesos-pesados com uma queda de 1,8%, ao mesmo tempo em que as empresas de tecnologia e industriais exportadores aumentaram a lista das piores performances da sessão.

A Tokyo Electron perdeu 2,1% e a Bridgestone recuou 2,2%. Ainda em terreno negativo a Kyocera perdeu 2,1% e a Nikon cedeu 1,9%.

Além do Chipre, os investidores estão de olho na próxima reunião de política monetária do Banco do Japão (BoJ , na sigla em inglês), que deve ocorrer nos dias 3 e 4 de Abril. Por isso, algumas ações sensíveis a mudanças de política monetária apresentaram um desempenho melhor no pregão desta terça-feira, especialmente os papeis de empresas do setor imobiliário.

A Sumitomo Realty & Development ganhou 0,3%, enquanto a Mitsui Fudosan perdeu apenas 0,2%.

Um movimento de fuga para ativos seguros também beneficiou ações defensivas. A Astellas Pharma ganhou 1,4% e a Chugoku Electric Power avançou 3,2%.

O Softbank também fechou em alta, com avanço de 2,4%. O banco se beneficiou do anúncio feito na segunda-feira de que fará uma oferta pública em abril para aumentar sua participação na Online Entertainment GungHo, transformando-a em uma subsidiária. As ações da GungHo perderam 4,6%.

Entre os motores individuais, a Nippon Electric Glass ganhou 3,5% depois de revisar para cima sua projeção para o quarto trimestre.

A NEC Mobiling fechou em seu limite diário de alta com uma alta de 15%, após uma notícia da Reuters de que controladora NEC está analisando a sua venda, talvez logo no final do mês. A NEC Mobiling deverá render entre 70 bilhões de ienes e 80 bilhões de ienes. As ações da NEC avançaram 4,1%. As infor

segunda-feira, 25 de março de 2013

Acordo do Chipre traz alívio e dólar cai ante re


O acordo para evitar que o Chipre entre em colapso e saia da zona do euro foi fechado na madrugada desta segunda-feira, traz alívio aos mercados e enfraquece o dólar ante o euro e moedas ligadas a commodities. A melhora do humor externo tira a pressão altista das últimas sessões do dólar em relação ao real. A moeda norte-americana ultrapassou os R$ 2,00 na semana passada, sem que houvesse intervenção do Banco Central. 

Na sexta-feira, o dólar à vista fechou em alta, pela terceira sessão seguida, a R$ 2,0140 (+0,35%) no balcão. Este é o maior valor de fechamento desde 24 de janeiro (a R$ 2,0310). A moeda desacelerou um pouco na sexta-feira, em parte influenciada por declarações feitas pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. 

Às 9h28, o dólar à vista no balcão caía 0,20%, a R$ 2,010. O dólar para abril de 2013 perdia 0,05%, a R$ 2,010. 

"Com essa melhora no exterior por causa do Chipre, nossa moeda deve valorizar, mas dificilmente o dólar cai abaixo de R$ 2,00", disse há pouco um operador de tesouraria de um banco nacional. Segundo ele, o dólar pode ficar perto de R$ 2,05. 

Nesta semana mais curta, por causa do feriado de Sexta-feira Santa, o foco doméstico estará em Tombini e no ministro da Fazenda, Guido Mantega, que participam amanhã e quarta-feira da 5ª Cúpula do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) em Durban, na África do Sul. Hoje, Tombini tem encontro fechado à imprensa com a presidente do Banco Central da África do Sul, Gill Marcus.

A leve desaceleração observada há pouco no euro, no entanto, reflete a cautela diante dos receios de que a ajuda ao Chipre possa não ser suficiente para eliminar o perigo de contágio para outros países da zona do euro e as consequências serão realmente sentidas em meses ou anos. Na imprensa internacional, alguns analistas avaliam que o plano fechado é até mais duro do que o original. 

O acordo prevê a liquidação do segundo maior banco cipriota, o Banco Popular do Chipre, ou Laiki, que será fundido com o Banco do Chipre, líder do ranking do país. Além disso, os correntistas com depósitos acima de 100 mil euros terão de arcar com uma taxa ainda a ser definida, mas que deve 30% ou um pouco abaixo disso. Em troca, o país finalmente irá receber o socorro de ? 10 bilhões em recursos internacionais.

A Alemanha, que desde sempre foi a favor da taxação dos depósitos bancários, comemorou o acordo. "O resultado é justo para todos os envolvidos", disse o ministro de Finanças da Alemanha, Wolfgang Schäuble.

Perto das 9h, euro subia a US$ 1,2984, de US$ 1,2989 no fim da tarde de sexta-feira. O dólar subia a 94,77 ienes, de 94,56 ienes no fim da tarde de sexta-feira. O Dollar Index (DXY) subia 0,02%, a 82,39. 

O dólar caía em relação às moedas relacionadas a commodities: dólar canadense (-0,37%); dólar neozelandês (-0,22%); dólar australiano (-0,26%); rand sul-africano (-0,41%); rupia indiana (-0,29%); rublo russo (-0,44%).


FONTE:ESTADÃO

sexta-feira, 22 de março de 2013

Após duas altas, dólar opera em queda nesta sexta-feira


Depois de dois dias seguidos de valorização, o dólar comercial opera em queda em relação ao real nesta sexta-feira (22), ainda à deriva dos desdobramentos da crise financeira do Chipre, que deu sinais de certo alívio após um acordo para a Grécia adquirir unidades de bancos cipriotas.

O movimento, no entanto, não era suficiente para tirar o dólar do patamar de R$ 2, o que pode levar à atuação do Banco Central durante a sessão, já que muitos analistas vêem tal nível como teto de uma banda informal de R$ 1,95 a R$ 2.
Perto das 9h30 (horário de Brasília), a moeda norte-americana recuava 0,13%, cotada a R$ 2, 0084 para a venda.
Na quinta-feira, o dólar encerrou o dia em alta de 1,03%, cotado a R$ 2,011 para a venda. A última vez que a moeda tinha fechado acima de R$ 2 foi no dia 28 de janeiro, quando encerrou o pregão cotado a R$ 2,0014.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Dólar opera em alta leve, seguindo cenário internacional


O dólar opera em leve alta nesta quinta-feira, acompanhando a piora do humor externo, diante de indicadores de atividade mais fracos na zona do euro e temores com Chipre. Pesa ainda o fluxo negativo no País, que pressionou o dólar na quarta-feira e pode fazer a moeda norte-americana testar o nível de R$ 2,00.
Segundo um operador consultado na manhã desta quinta-feira os investidores deram pouca atenção às declarações feitas pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que o câmbio estava, "mas não está mais tão valorizado". Ele também disse que não houve e não haverá descumprimento da meta de inflação.
Às 12h17, o dólar à vista no balcão tinha alta de 0,05%, a R$ 1,9930. O dólar futuro para 1º de abril subia 0,10%, a R$ 1,995. Ontem, a moeda à vista fechou em alta de 0,25%, a R$ 1,9920 no balcão, o maior valor desde o fechamento em 4 de fevereiro e o dólar para abril de 2013 terminou com valorização de 0,23%, a R$ 1,9930.
"Se o fluxo continuar negativo, podemos ver o dólar chegando a R$ 2,00, um nível perigoso, que deve colocar o Banco Central em alerta para querer intervir", comentou um operador.
Dentro do pacote de notícias indigestas, o índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) da zona do euro, Alemanha e França veio mais fraco em março. O PMI preliminar composto da zona do euro caiu para 46,5 em março, de 47,9 em Fevereiro, seguindo no nível abaixo de 50, o que indica contração. O PMI preliminar composto da Alemanha caiu para 51,0 em março, ante 53,3 em fevereiro. O PMI preliminar composto da França caiu para 42,1 em março, de 43,1 no mês anterior.
Por outro lado, o PMI preliminar da China, medido pelo HSBC, sobre o setor industrial subiu para 51,7 em março, ante uma leitura final de 50,4 em fevereiro.
Às 12h18, o euro caía a US$ 1,2903, de US$ 1,2933 no fim da tarde de ontem.
No front doméstico, o mercado de câmbio digere o rebaixamento do rating do BNDES pela Moody''s, anunciado na quarta-feira após o fechamento dos mercados, para avaliar como isso pode afetar o fluxo futuro para o País. A Moody''s rebaixou a nota de emissor de longo prazo do BNDES para Baa2, de A3, com perspectiva positiva, e reduziu seu perfil de risco de crédito individual para ba1, de baa2.
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, garantiu que a decisão da Moody''s não provocará alteração na imagem do banco oficial diante do mercado. 

FECHAMENTO EM 21/03/2013
Dólar R$ 2,0090(0,0050)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (+26,2) 14,46
JUL13 (+23,6) 14,23
AUG13(+20,0) 13,79
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel

MAY13 (+0,2) 7,32
JUL13 (-1,0) 7,16
SET13 (+3,0)5,98
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 47,50
Sorriso: R$ R$ 42,50
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 15,20
Sorriso: R$ 12,80



Dólar sobe a R$ 1,992, na contramão da queda no exterior


O dólar à vista fechou ontem em alta ante o real no mercado de balcão, a despeito do movimento de baixa da moeda americana ante outras divisas no exterior. Lá fora, os investidores dividiram suas atenções entre a crise no Chipre e a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos). A expectativa de que a Rússia possa ajudar o Chipre a evitar o colapso do setor financeiro trouxe desde cedo um viés de alta para os ativos com maior risco, como as ações, enquanto o dólar foi pressionado para baixo. No Brasil, porém, a saída líquida de dólares durante a sessão e os dados sobre o fluxo cambial em março e no ano fizeram o dólar à vista subir 0,25%, para R$ 1,9920 no balcão. Em março, até o dia 15, houve saída líquida de US$ 990 milhões do País. No ano, o saldo líquido de fluxo cambial é negativo em US$ US$ 3,481 bilhões.
Ontem à tarde, o Fed corroborou o otimismo dos investidores no exterior. Em pronunciamento, o presidente da instituição, Ben Bernanke, afirmou que o crescimento da economia dos EUA tem sido mais lento do que a queda no desemprego, mas alertou que o ritmo do programa de compra de bônus só será alterado quando houver melhora significativa no mercado de trabalho. Com isso, o índice Dow Jones subiu 0,39%, o S&P 500 teve alta de 0,67% e o Nasdaq avançou 0,78%.
Apesar dos ganhos em Nova York, o mercado de ações brasileiro voltou a fechar em baixa e quase perdeu o nível de 56 mil pontos. O Ibovespa encerrou em queda de 0,59%, aos 56.030,03 pontos, penalizado pelo setor elétrico e pela Petrobrás. A notícia de que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) reduziu a base de remuneração da Cemig para o terceiro ciclo de revisão tarifária trouxe receios de que isso possa ocorrer com outras companhias. Cemig PN recuou 13,95%.
No mercado de renda fixa, os dados positivos do Cadastro Geral de Empregados e Empregados (Caged), divulgados à tarde pelo Ministério do Trabalho e Emprego, trouxeram um viés de alta para as taxas dos contratos futuros de juros. A geração de 123.446 novos postos de trabalho em fevereiro no Brasil superou a previsão do mercado, que esperava resultado próximo de 100 mil novos postos de trabalho com carteira assinada.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Fator Chipre leva bolsas asiáticas a perderem no fechamento

Os mercados de ações da Ásia fecharam em direções divergentes nesta quarta-feira, uma vez que as preocupações sobre o Chipre continuaram a pesar sobre a confiança do investidor. Ao mesmo tempo, um forte desempenho de bancos e desenvolvedores levou os mercados chineses ao terreno positivo. No Japão, a Bolsa de Tóquio não abriu por causa de um feriado nacional.
A incerteza permaneceu sobre a situação no Chipre, visto que o plano para taxar os depósitos bancários locais não conseguiu ser aprovado no Parlamento do país. O imposto foi proposto no fim de semana como forma de ajudar a financiar um pacote de socorro para os bancos nacionais.
O plano para o Chipre deixou os investidores nervosos, pois levantou temores de que o polêmico imposto poderia minar a confiança dos poupadores da zona do euro. Com o imposto agora rejeitado, a forma de resgate do país ainda não está clara, mas temores sobre o risco de contágio diminuíram. O Banco Central Europeu (BCE) disse que dará apoio aos bancos do Chipre.
"A questão de Chipre está longe de terminar", disse Stan Shamu, estrategista de mercado da IG Markets, em Melbourne. "Eu não acho que será uma situação em que o BCE intervirá e não temos de nos preocupar com isso."
O euro subiu um pouco ante o dólar durante a sessão asiática, atingindo US$ 1,2906 em comparação com US$ 1,2883 no final da tarde de terça-feira em Nova York.
Os mercados japoneses estavam fechados por causa de um feriado na quarta-feira. Mas o iene se enfraqueceu levemente contra o dólar - a moeda norte-americana estava em 95,31 ienes no fim da sessão da Ásia, em comparação com 95,16 ienes no fim da tarde em Nova York.
Com o Japão fechado, o próximo catalisador da taxa de câmbio entre o dólar e o iene pode ser a reunião do FOMC do Federal Reserve. O banco central dos EUA deve anunciar a sua decisão de política monetária no final do dia, o que será examinada em busca de pistas sobre o rumo da política monetária da maior economia do mundo.
As ações na Austrália fecharam em queda, com o índice S&P/ ASX 200 caindo 0,4%, para 4.967,30 pontos, depois de atingir o menor nível em seis semanas a 4.937,50 pontos no início do pregão. As preocupações sobre a Europa continuaram a pesar sobre o mercado australiano.
As mineradoras em Sydney recuaram após o Goldman Sachs reduzir sua previsão para o preço do minério de ferro. A Rio Tinto caiu 2% e BHP Billiton perdeu 2,7%.
O índice Kospi, da Coreia do Sul, recuou 1%, para 1.959,41 e o índice Taiwan Weighted caiu 0,5% para 7.790,03 pontos. Nas Filipinas, o índice PSEi, da Bolsa de Manila, também fechou em terreno negativo, com queda de 0,1%, a 6.419,62 pontos, depois de atingir uma mínima intraday 6.310,37 pontos e uma máxima de 6.471,98 pontos.
Os mercados chineses contrariaram os declínios regionais, subindo antes da divulgação dos dados preliminares da indústria chinesa referente ao mês de março. O índice de gerentes de compra preliminar do setor industrial deve ser publicado nesta quarta-feira à noite.
As ações chinesas terminaram em terreno positivo. O índice Xangai Composto, saltou de 2,7%, para 2.317,37 pontos e o índice Shenzhen Composto subiu 2,7%, para 949,82 pontos. O índice Hang Seng, de Hong Kong, acabou em alta de 1% a 22.256,44 pontos.
Setores que haviam caído recentemente se recuperaram na quarta-feira. As incorporadoras imobiliárias tiveram bom desempenho, com a Holdings Country Garden saltando 9,4% em Hong Kong depois de uma série de comentários positivos feitos por analistas após a divulgação dos seus resultados anuais de 2012.
Os bancos chineses também avançaram antes do início de sua temporada de balanços, que começa na sexta-feira. A China Construction Bank saltou 2,6% em Hong Kong.

Também em Hong Kong, a Geely Automobile Holdings subiu 5,1% depois de a montadora chinesa anunciar um aumento de 32% em seu lucro líquido em 2012. As informações são da Dow Jones.


terça-feira, 19 de março de 2013

Mercado noturno sinalizando recuperação.


O mercado após cerca de cinco pregões com expressivas baixas na bolsa de Chicago exibe uma ligeira reação nessa manhã para soja e para o milho. Os preços trabalham com pequenas altas entre 2 e 3 pontos nos principais vencimentos.
Nesta segunda-feira a realização de lucros ainda foi intensificada pela noticias negativa vindas da Zona do Euro com proposta de pacote de resgate à economia do Chipre, novo fator que abala a confiança do bloco econômico.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Problemas na zona do euro voltam a prejudicar as bolsas


A soja despenca nessa segunda-feira na Bolsa de Chicago. O mercado financeiro é o principal fator de pressão negativa para os preços não só da soja como das demais commodities agrícolas. Diante disso, a crise na Zona do Euro bem como a confiança do bloco econômico volta ao foco e estimulam uma maior aversão ao risco por parte dos investidores. 

O cenário, portanto, se complementa com bolsas de valores em baixa ao redor do mundo e o dólar em alta. O avanço do dólar acaba também pesando nos preços e pressionando ainda mais o mercado. 

Essa é a primeira vez, desde o início da crise financeira na União Européia, que um pacote de ajuda conta com uma medida tão impopular. Dessa forma, volta a crescer a desconfiança sobre a real situação do sistema bancário da Zona do Euro. 

A notícia do pacote de ajuda ao Chipre, portanto, trouxe de volta uma preocupação com a situação da Zona do Euro, e intensificou a liquidação de posições por parte dos investidores, os quais buscam ativos mais seguros.

FECHAMENTO EM 18-03-13
Dólar R$ 1,9876(0,3530)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (-17,0) 14,09
JUL13 (-16,4) 13,94
AUG13(-13,6) 13,56
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel

MAY13 (+2,0) 7,19
JUL13 (+1,0) 7,01
SET13 (+1,2)5,88
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 46,00
Sorriso: R$ R$ 40,50
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 15,20
Sorriso: R$ 13,40