Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



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terça-feira, 2 de abril de 2013

Exportação de soja deve ser forte em abril, apesar da logística

  Cerca de três quartos da safra do Brasil, estimada em um recorde acima de 80 milhões de toneladas, já foram colhido
 As exportações de soja do Brasil deverão encerrar este mês com forte crescimento na comparação com março deste ano e ante abril de 2012, apesar da logística deficitária do país e dos problemas com a nova lei dos caminhoneiros, devido à chegada de maiores volumes aos portos em meio à grande demanda internacional pelo produto, disseram especialistas nesta segunda-feira.
Em março, as exportações de soja do Brasil foram as maiores desde junho de 2012, mas poderiam ter sido ainda mais expressivas não fossem as dificuldades para escoamento, como estradas congestionadas e o tempo chuvoso, que interrompe as operações portuárias.
Uma nova lei que regulamenta a profissão de caminhoneiros, exigindo um período maior de descanso dos motoristas, também reduziu a oferta de veículos para transportar o produto, o que impactou no fluxo de escoamento da nova safra, que começou com estoques baixos após a quebra pela seca na temporada anterior.
Além disso, em março o milho atipicamente concorreu com a soja por espaço nas operações de embarques, outro fator que limitou as exportações. Somente em março o Brasil exportou 1,6 milhão de toneladas de milho, ante 3,5 milhões de toneladas de soja.
“A gente espera que (abril) seja um pouco acima do ano passado, vai ter muita soja disponível, só que temos esse problema enorme de logística, um enorme gargalo, vamos ter que usar toda a nossa logística em função da soja”, disse o operador de commodities do BES Securities, Leandro Bovo.
No entanto, segundo Bovo, o gargalo impede exportações de volumes muito maiores do que os registrados em abril do ano passado. Naquele mês, o Brasil exportou 4,4 milhões de toneladas de soja.
Com uma redução nas exportações de milho, depois de embarques volumosos nos primeiros anos do ano, a soja deverá voltar a ocupar sua participação preponderante nas vendas ao exterior.
“A gente acha que o milho deve diminuir sensivelmente a exportação, uma tonelada de soja vale, grosso modo, duas vezes o milho. Sempre a preferência é para a soja”, disse, acrescentando que houve muito milho originado em dezembro que teve embarques postergados de janeiro para fevereiro e depois março, atrapalhando as exportações da oleaginosa.
Já o analista Aedson Pereira, da Informa Economics FNP, chamou a atenção para a questão do fluxo de soja para os portos, em função da lei dos caminhoneiros, que deverá ter seu impacto minimizado em abril, com a colheita mais perto do seu final.
Cerca de três quartos da safra do Brasil, estimada em um recorde acima de 80 milhões de toneladas, já foram colhidos.
“Esse problema é minimizado com a colheita da soja mais avançada”, declarou Pereira, referindo-se à nova lei.
Ele acredita que em abril os volumes exportados serão bem maiores e o país poderá bater recordes de exportação mensal em maio, com os portos devidamente abastecidos e sem as interrupções nos embarques em função da chuva, já que nesses meses há uma tendência da redução das precipitações.
“É bem capaz que daremos uma estilingada, conseguiremos mandar um volume significativo, tem na programação do line up praticamente 7 milhões de toneladas”, disse ele, apontando para a grande fila de navios programados para atracar nos portos brasileiros e carregar soja.
Fonte: Roberto Samora

quarta-feira, 27 de março de 2013

Soja níveis de estoque para definir a direção do mercado


A safra de soja 2012 nos EUA foi de 79 milhões de toneladas, menor do que a safra de 2011. Por causa do estoque menor no início da campanha de 2012-13 a oferta foi 3,6% menor do que o ano anterior.
O consumo de soja dos EUA durante o primeiro trimestre da campanha 2012 foi recorde, o ritmo do consumo manteve-se elevado durante grande parte do segundo trimestre. O ritmo acelerado do consumo reflete a demanda das exportações que continuou forte para a soja e produtos de soja.
Com as perspectivas de uma recuperação acentuada na produção de soja na America sul para um nível recorde em 2013, tem sido antecipado que o abrandamento do consumo de soja dos EUA seria mais nítido do que o normal este ano e que os estoques finais seriam mantidos em níveis de iguais. A estimativa do USDA a parti de 01 março para estoques de soja dos EUA para que serão lançados em 28 de março irá revelar a desaceleração sazonal no consumo.
A magnitude da desaceleração é necessária, por sua vez determinar se os preços têm de ajustar e serem maiores a fim de reduzir o ritmo de consumo mais do que o normal ou se os suprimentos são grandes o suficiente para permitir que os preços continuem a se movimentar para baixo.
O consumo ocorre nas seguintes categorias: as exportações, esmagamento doméstico, de alimentação doméstica, semente e uso residual. O relatório semanal do USDA de exportação e inspeções mostrou exportações no trimestre totalizando 539,3 milhões de bushels. No entanto, o total do Censo estimado de exportações para dezembro e janeiro foram 13,7 milhões de bushels menos nas inspeções de exportações reportadas para os dois meses. Se essa margem persistiu até fevereiro, as exportações no trimestre teria sido perto 525,6 milhões de bushels.
O Census Bureau (responsável pela produção de dados sobre os americanos / pessoas e economia) fez estimativas sobre o tamanho do esmagamento de soja doméstica depois de junho de 2011. Como resultado, o USDA já não faz estimativas do tamanho da queda em uma base trimestral, mas relata o consumo interno total (inclui alimentação, sementes e consumo residual) durante o trimestre. O consumo é estimado como desaparecimento total das exportações durante o trimestre.

FECHAMENTO EM 27/03/2013
Dólar R$ 2,0090(0,3020)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (+5,0) 14,52
JUL13 (+3,2) 14,29
AUG13(+2,2) 13,84
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (+4,4) 7,34
JUL13 (+1,6) 7,14
SET13 (-1,4) 6,02
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 49,50
Sorriso: R$ R$ 45,50
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 15,70
Sorriso: R$ 13,80





segunda-feira, 25 de março de 2013

Umidade suficiente ajudou a repor a maior parte dos níveis de umidade, como os agricultores se preparam para o plantio de temporada.


Em Indiana, a época de plantio vai começar logo que a Mãe Natureza decidir que os agricultores possam entrar em seus campos relata Bob Nielsen, especialista na divisão de milho da Purdue University. O mais provável, diz ele, é que a época de plantio de milho ainda é duas ou três semanas para frente.
"Normalmente, o plantio começa no início a meados de abril, mas a maioria deve ser plantada no final de abril a maio", diz Nielsen.
O tempo é sempre a principal consideração, diz ele, acrescentando, porém, que ele dá pouca atenção à previsão do tempo profissional para o estado.
"Eles são notoriamente imprecisos", observa ele.
Nielsen avalia os agricultores Indianos, e eles vão dividir hectares de soja, milho e trigo nesta temporada, ele diz que antecipa pouca ou nenhuma mudança a partir de 2012, quando os agricultores plantaram 6,1 milhões de hectares de milho - até 6% maior partir de 2011. Em 2012 agricultores de Indiana também plantaram 5,1 milhões de hectares de soja e 390 mil hectares de trigo.
Apesar de uma forte temporada de plantio 2012, a seca histórica reduziu a produtividades de milho em todo o estado de Indiana em até 39%. Enquanto isso, as produtividades de soja caíram apenas 10%.
"Essa diferença na resposta da cultura com tempo severo deve moderar algum entusiasmo para o aumento de milho", afirma Nielsen.
Ele acrescenta que, embora a maioria de Indiana recebesse bastantes precipitações desde a colheita para recarregar muito suas reservas de umidade do solo, os agricultores, no entanto, temem que as condições de seca que persistem no cinturão do milho ocidental vão migrar de volta para o leste.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Grão no Brasil



O Brasil deve enviar um recorde de 39 milhões de toneladas de soja para o exterior na temporada 2012-13, as exportações de soja em fevereiro somaram 960 mil toneladas, uma queda de 1,57 milhões de tonelada em relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com a USDA.
O problema é complexo, grande parte da soja deveria ser embarcada esse ano foi adiada, a infra-estrutura logística do Brasil está tendo problemas para acomodar as duas culturas
(soja e milho).
"As exportações de milho mais que dobraram em relação ao ano passado", diz Luis Neves, diretor de logística para CHS em São Paulo, Brasil. CHS é uma cooperativa com sede em Minneapolis - agricultura familiar, com operações no Brasil. A Produção total de soja este ano no Brasil é estimada em 82 milhões de toneladas, é maior em comparação com a produção do ano passado de 67 milhões de toneladas.
"Não é um aumento muito grande na produção, mas a infra-estrutura que tem sido sempre abaixo das necessidades atuais, diz Neves. "O que era ruim agora é insustentável em termos de capacidade de fluxo."
O tamanho das exportações deste ano de milho do Brasil também estão contribuindo para atrasar as exportações de soja. Exportações de milho que normalmente são concluídas em dezembro, ainda estão se movendo para fora dos portos brasileiros.
Somando-se o problema, o Brasil recentemente aprovou uma lei reduzindo o número de horas trabalhadas de motoristas de caminhões (em um determinado dia). Motoristas são obrigados a descansar por pelo menos 11 horas por dia e fazer pausas após cada turno de condução de quatro horas. O cronograma de caminhões reduzido, juntamente com uma infra-estrutura ferroviária insuficiente e sistema viário também tem impedindo o fluxo de produtos agrícolas das regiões do interior de cultivo para os portos, que podem ser localizadas a mais de 1.200 quilômetros de distância.
Neves não espera que a situação melhore no curto prazo. "Certamente nos próximos três a quatro meses, a pressão vai ser intensa porque há uma produção de soja enorme que tem de ser exportada e a capacidade de fluxo logístico é limitado", diz ele. "O mercado está em tal inversa grande que todo mundo quer ser o primeiro a carregar o produto em Paranaguá o porto marítimo com a segunda maior importância para os produtos agrícolas, a espera é de cerca de 55 dias para obter um navio carregado e em movimento. No porto de Santos a espera está mais perto de 35 dias, diz Neves.
"A logísticas do interior é ruim ", diz ele. "Não há rio Mississipi que atravessa a área de produção, e as ferrovias no Brasil são menos eficientes do que nos Estados Unidos". Ele estima que custa US $ 150 por tonelada para mover o milho ou a soja de Sorriso, no Mato Grosso para os portos.
Para os produtores de milho  em quanto os preços são de US $ 7,00 por bushel custa US $ 150 para transporta o milho para o porto. Ainda assim, diz ele, não faz diferença para o cultivo do milho, porque é uma segunda safra plantada.

FECHAMENTO EM 22/03/2013
Dólar R$ 2,0095(0,0000)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (-8,2) 14,40
JUL13 (-7,4) 14,18
AUG13(-8,2) 13,73
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (-7,0) 7,26
JUL13 (-8,6) 7,08
SET13 (-1,6)5,96
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 48,00
Sorriso: R$ R$ 43,50
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 13,20
Sorriso: R$ 10,80



sexta-feira, 15 de março de 2013

Fretes caros, estrutura portuária construída para operar a 50 anos atrás atrapalham preços no Brasil.


Hoje as compradoras/Multi já estimam um prejuízo nos fretes na casa de R$ 400 Milhões para esta safra 2012/2013, somente no Mato Grosso.
Os caminhões estão indo para as ferrovias/portos e estão demorando voltar devido à falta de capacidade de descarga nos portos. Estamos vendo fretes com seus valores dobrados devido a estes problemas; Se não fosse o bastante, a o governo do Brasil (sra Dilma) gentilmente isentou alguns produtos da cesta básica de impostos, bom, onde isso entra nos preços de soja? Como eu já trabalhei em empresa compradora sei que uma parte do preço é devido ao crédito/benefício que as empresas recebem do PIS e COFINS e repassam para os produtores na forma de preço (quando compram para esmagar/fabricas).
Com a isenção de imposto que o governo deu para óleos as empresas perderam este crédito que era repassado para os produtores, isso representa +/- U$ 20,00/TON (U$ 1,20 por saco).
Outro detalhe é que as exportações se tornaram mais atrativas devido ao fato que as empresas perderam o incentivo de PIS e COFINS, e isso pode fazer com que os portos continuem lotados e fretes caros. As multi´s na esperança de embarcar a soja para os portos com fretes mais baratos estão jogando os embarques de soja para meses como maio, junho e até julho e isso pode ser ruim porque o frete da soja vai competir com o frete do milho e o preço do transporte pode não baixar.
Tenho informações que cooperativas do MT estão se reunindo com produtores para tentar “rachar” o prejuízo dos fretes de grãos vendidos direto para exportação.