Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

CBOT: Soja inicia mais uma semana em alta com foco na demanda

A semana começa com o mercado internacional da soja operando em alta. Os futuros da oleaginosa negociados na Bolsa de Chicago estendem os ganhos registrados na última sessão e, por volta das 7h40 (horário de Brasília), os ganhos das posições mais negociadas eram de 3,75 e 8 pontos nesta segunda-feira (2). No mesmo momento, milho e trigo também trabalhavam em campo positivo. 
A soja ainda encontra suporte e força para continuar avançando nos estoques norte-americanos bastante escassos, as exportações bastante aceleradas e os excedentes exportáveis dos EUA cada vez mais ajustados. Até o momento, das 39,5 milhões de toneladas projetadas pelo USDA (Departamrnto de Agricultura dos Estados Unidos) para serem exportadas, 37 milhões já estão comprometidas. 

“Vai faltar soja nos EUA com certeza e será pior do que o ano passado. Naturalmente, os preços devem subir, o futuro da escassez está próximo. Até o final de dezembro o país já terá vendido tudo e não terão como suprir o mundo, especialmente, nesse intervalo até a chegada da produção sulamericana no mercado. Vamos ter um mercado com bons preços para a próxima safra brasileira e o produtor terá oportunidade para antecipar vendas para 2015”, explica Liones Severo, consultor do SIM Consult.


segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Cotação 07/10/2013

FECHAMENTO EM 07/10/2013
Dólar R$2,2079 (0,1090%) 
Mínima R$2,2019
Máxima R$ 2,2185
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
NOV 13(+0,6) 12,95
JAN14(+0,4)12,95
MAR14 (+3,4) 12,82
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
DEZ13 (+3,2) 4,46
MAR 14 (+2,6) 4,58
mAI 14 (+2,4) 4,61

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 62,00
Rondonópolis: R$ 66,00
Alto Garça: R$ 65,50                                                          
Sorriso: R$ 62,00
Itiquira: R$ 65,00      
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2014:
Rondonopolis U$ 21,80 / Fevereiro
Itiquira: U$ 21,80 / Fevereiro
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
L. do Rio Verde: R$ 11,50
Rondonópolis: R$ 13,50
Alto Garças: R$ 12,00
Sorriso: R$ 7,50

Itiquira: R$ 13,50

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Soja: com correção técnica, mercado volta a subir em Chicago.

Depois de algumas sessões de baixa, os preços da soja no mercado internacional voltaram a subir. No pregão eletrônico desta quarta-feira (2), por volta das 8h30 (horário de Brasília), os principais vencimentos subiam entre 2 e 5 pontos era de mais de 14 pontos. Já o milho trabalhava do lado negativo da tabela, com perdas de de menos de 2 pontos nas posições mais negociadas. 
O mercado passa por uma correção técnica depois das últimas quedas. Segundo analistas, as cotações da soja sentem a pressão do avanço da colheita no Estados Unidos e, consequentemente, a entrada de um novo produto no mercado. "Nós já prevíamos que no momento da colheita nós teríamos pressão nos preços, vai entrando soja e vai entrando oferta", disse o consultor em agronegócio Ênio Fernandes. 
O mercado recua também frente à paralisação do governo americano com o impasse sobre o aumento do teto da dívida fiscal dos EUA. As incertezas sobre o futuro da principal economia mundial aumenta a aversão ao risco por parte dos investidores, os quais acabam deixando suas posições em ativos mais arriscados, como as commodities agrícolas, para migrarem para outros mais seguros. 

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Soja: Movimento técnico justifica fechamento positivo nesta 6ª feira

Nessa sexta-feira (19), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago fecharam a última sessão da semana do lado positivo da tabela. O mercado conseguiu sustentar sua recuperação após uma sessão bastante volátil. O contrato agosto/13 tenta se aproximar dos US$ 15 e encerrou os negócios com alta de 21,50 pontos, valendo US$ 14,90/bushel. 
Segundo explicou o analista de mercado Glauco Monte, da FCStone, os investidores, frente ao final de semana, buscaram se posicionar melhor e compraram algumas posições depois das expressivas baixas registradas nos últimos dias. O movimento, portanto, deu sustentação aos preços, principalmente no curto prazo. 
Outro fator que dá suporte aos vencimentos mais curtos é o quadro de fundamentos, que permanece positivo. A demanda pela pouca soja disponível é muito grande e os estoques norte-americanos estão cada vez mais apertados. 
Por outro lado, as previsões climáticas para os Estados Unidos se mantêm favoráveis e para grande parte das regiões produtoras dos EUA e isso exerce ainda algum impacto negativo sobre os preços, segundo analistas. “Então, os mercados ficam indecisos entre a safra velha e safra nova”, afirma Paulo Molinari, analista de mercado da Safras & Mercado. 
Outro fator de alta para os preços das commodities hoje foi a queda do dólar. A desvalorização da moeda norte-americana acaba atuando como uma ajuda para a alta dos preços uma vez que melhora a competitividade dos produtos dos EUA. 

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Chicago: Semana começa com grãos em queda nesta 2ª feira

Nesta segunda-feira (15), os futuros dos grãos negociados na Bolsa de Chicago iniciam a semana com oscilações pouco expressivas e, por volta das 8h (horário de Brasília), operavam em território negativo. O vencimento agosto/13 assume a primeira posição entre os vencimentos mais negociados com o vencimento do contrato julho e registrava recuo de 1 ponto, valendo US$ 14,28 por bushel. 
Ao mesmo tempo, o milho e o trigo também trabalhavam do lado negativo da tabela, com perdas de mais de 9 e 11 pontos, respectivamente. 
A incerteza sobre o clima nos Estados Unidos e o impacto que terá sobre as lavouras depois do significativo atraso no plantio acabam tirando a direção dos negócios. Além disso, segundo analistas, mercado também muito atento às informações vindas do financeiro

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Grãos têm sexta-feira volátil e operam em campo misto na CBOT

Em uma sexta-feira pós relatório doUSDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), o mercado de grãos opera com volatilidade e, por volta das 8h (horário de Brasília), os contratos futruros de soja, milho e trigo operavam em campo misto na Bolsa de Chicago. 
O mercado parece não encontrar uma direção comum para os preços frente aos fundamentos positivos ainda para o curto prazo, além das incertezas sobre o clima no Cinturão de Produção norte-americano. 
Segundo institutos internacionais de meteorologia, as próximas duas semanas deverão se dias mais quentes e secos no sudoeste do Cinturão de Produção dos EUA e essas condições poderiam causar prejuízos ao desenvolvimento das lavouras de soja e milho do país. 
De acordo com um meteorologista ouvido pela agência internacional Reuters, as temperaturas deverão subir, pouca ou nenhuma chuva será registrada, com a possibilidade um aumento de estresse hídrico cada vez mais iminente. 

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Na volta do feriado, soja e milho operam no misto, trigo recua na CBOT

O mercado retomou os negócios nas bolsas dos Estados Unidos nesta sexta-feira (5), após o feriado do Dia da Independência comemorado ontem no país. Para os grãos, a volta do feriado é de volatilidade na Bolsa de Chicago. Por volta de 12h (horário de Brasília), soja e milho operavam em campo misto, com apenas o julho do lado positivo da tabela, e o trigo, que chegou a operar em alta, passava por uma ligeira realização de lucros. 
Como é típico de uma sexta-feira, e ainda mais depois de um feriado, o mercado atua de forma mais calma, com os investidores buscando um melhor posicionamento frente a uma falta de tendência única para os preços nesse momento. 
O mercado continua se deparando com o suporte para os preços no curto prazo, com a situação de estoques apertados nos EUA e demanda aquecida, e as boas perspectivas para a nova safra norte-americana pesando sobre os vencimentos mais distantes.
"Esse cenário tem sido bem claro nas últimas semanas, e isso deve continuar assim enquanto o clima seguir ajudando, e a situação de estoques apertados nos EUA não vai embora. As exportações continuam bastante sólidas, um pouco acima do esperado, e os níveis de prêmios nos portos americanos continuam historicamente altos, principalmente para a soja", explica Pedro Dejneka, analista de mercado da PHDerivativos, de Chicago. 
Nesse momento, o mercado não conta com novidades que pudessem contribuir para que um rumo em comum fosse definido para os preços. "O foco do mercado é esse, entender que na safra velha a situação continua apertada, tanto no milho quanto na soja, e no o trigo conta ainda com essa demanda quase que surpresa da China ajudando a sustentar os preços

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Grãos: Mercado tem dia de alta nesta 4ª e soja lidera os ganhos

Nesta quarta-feira (3), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam com forte alta. Por volta das 7h50 (horário de Brasília), os principais vencimentos subiam entre 13,25 e 18 pontos impulsionados mais uma vez pelos fundamentos de oferta e demanda. 
O contrato julho/13 era cotado a US$ 15,91, tentando novamente se aproximar dos US$ 16 por bushel frente à escassez de soja nos Estados Unidos e de uma demanda ainda muito aquecida. A apertada relação entre a oferta e procura pelo pouco produto ainda disponível nos EUA ainda é o principal motivo de sustentação para os preços no curto prazo, porém, o cenário acaba puxando também os vencimentos mais distantes. 
Na sessão de hoje, os futuros do trigo também registram uma expressiva valorização, com altas superiores a 10 pontos nos principais contratos. Os futuros do grão sobem pelo segundo dia consecutivo frente à informações que depois das últimas baixas levando os preços aos menores patamares em um ano pode encorajar compras de países como o Egito, o maior importador mundial do produto. 
Na esteira da soja e do milho, os futuros do milho também operam em campo positivo, no entanto, os ganhos são um tanto menos expressivos e variam entre 4 e 5 pontos. O mercado do cereal dá continuidade ao movimento de alta registrado ontem, quando o vencimento julho fechou o dia subindo mais de 17 pontos. 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Soja: Mercado intensifica altas e julho se aproxima dos US$ 16/bushel

Puxadas pelas primeiras posições, as cotações da soja registram um bom avanço nesse início de semana na Bolsa de Chicago. Na manhã desta segunda-feira, por volta das 9h15 (horário de Brasília), o vencimento julho/13 subia mais de 30 pontos e era cotado a US$ 15,97 por bushel; o agosto/13 tinha alta de 21,25 pontos, valendo US$ 14,52 por bushel. 
A alta no curto prazo ainda é justificada pela escassez de soja nos Estados Unidos e de uma demanda bastante aquecida pelo produto norte-americano. Na última sexta-feira (28), o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) confirmou essa oferta restrita no país reportando os estoques trimestrais da oleaginosa em 1º de junho em 11,84 milhões de toneladas, contra as 12 milhões de toneladas esperadas pelo mercado. 
Além disso, o departamento trouxe ainda uma área de soja para a safra nova também menor do que as projeções do mercado, ficando em 31,45 milhões de hectares, contra 31,58 milhões que vinham sendo esperados. 
No mercado do milho, os preços operavam em campo misto, com apenas o primeiro contrato - julho/13 - registrava uma leve alta de 0,25 ponto, valendo US$ 6,79 por bushel. As demais posições perdiam entre 2 e 3,75 pontos. Esse recuo do cereal, segundo analistas, reflete os números do USDA para o plantio da safra 2013 que deverá ter uma área de 39,42 milhões de hectares. O número veio bem acima do projetado pelo mercado, que esperava algo em torno de 38,58 milhões de hectares, depois que o clima adverso nos EUA prejudicou a semeadura do grão com baixas temperaturas e chuvasexcessivas. 
Porém, na avaliação de Liones Severo, consultor de mercado do SIMConsult, estes são números precipitados, uma vez que o departamento norte-americano acompanhou apenas as duas duas primeiras semanas dos trabalhos de campo. Assim, o mercado aguarda agora o novo relatório do USDA com, segundo Severo, números mais realistas sobre a nova safra. 
Diante disso, o consultor acredita que os preços deverão encontrar melhores momentos mais adiantes, haja visto que, no caso da soja, por exemplo, os estoques mundiais seguem muito apertados e nem mesmo a entrada da produção dos EUA será capaz de reequilibrar a relação de oferta e demanda. Isso acontece já que a China segue dando sinais de que suas compras de soja devem continuar aumentando. 
No milho, o mercado deverá ser beneficiados, de acordo com Severo, com uma maior utilização do grão para a fabricação de etanol, o que poderia ainda reduzir as exportações norte-americanas.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Estoques de milho abaixo de 12% a partir de junho 2012 estoques de soja abaixo de 35% todos os estoques de trigo queda de 3%.

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) atualizou, nesta sexta-feira (28), seus números para a área de plantio e estoques nos Estados Unidos referentes à safra 2013/14. 
A área plantada com soja deverá ser de 31,44 milhões de hectares na safra nova, ficando abaixo das expectativas do mercado, que projetavam algo em torno de 31,58 milhões de acres. Ao se confirmar, a área seria 1% maior do que a registrada na temporada anterior, de 31,24 milhões de toneladas. A área a ser colhida é esperada em 31,12 milhões de hectares, também com aumento de 1% em relação a 2012. 
Essa pode ser a maior área colhida da história dos Estados Unidos, segundo analistas e o reporte desta sexta-feira indica recordes de área plantada nos estados da Pensilvânia e Dakota do Sul. 
Para o milho, o departamento reportou uma área de 39,42 milhões de hectares, contra 38,58 milhões esperados pelo mercado. No ciclo passado, os produtores norte-americanos cultivaram 39,32 milhões de hectares. Essa, de acordo com os números do USDA, será a maior área plantada nos EUA desde 1936.
Os estoques de milho em 01 de junho de 2013 totalizaram 2,76 bilhões de bushels, abaixo 12 % comparado com o mesmo período em 01 de junho de 2012. Do total de ações, 1,26 bilhão de bushels estão armazenados em fazendas, uma queda de 15% ante o ano anterior. Ações não-agrícolas, em 1,50 bilhões de bushels, estão abaixo de 10 por cento de um ano atrás. O março-maio ​​2013 houve desaparecimento indicado de 2,64 bilhões de bushels, em comparação com 2,88 bilhões de bushels durante o mesmo período do ano passado.
Soja armazenada em todas as posições totalizaram em 01 de junho de 2013 totalizou 435 milhões de bushels, abaixo 35 % comparado com o mesmo período de 1 de junho de 2012. Ações na exploração totalizaram 171 milhões de bushels, abaixo 4 % em relação há um ano atrás. Ações não-agrícolas, em 263 milhões de bushels, estão abaixo 46 % em relação há um ano atrás. Indicado o desaparecimento no trimestre de Março - Maio 2013 de 564 milhões de bushels, abaixo de 20 por cento em relação 
ao mesmo período do ano anterior.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Tendências sobre preços

SOJA DISPONÍVEL:
Ainda continuo acreditando que:
Julho considero o mês de “risco seguro” para a venda de soja disponível no Brasil; Temos o relatório nesta sexta (28) de estoques trimestrais dos EUA que devem divulgar estoques baixos, por lá fábricas esmagadoras possivelmente vão parar por falta de grão/soja, caso não comprem de outro país. Os estoques de soja no Brasil estão em torno de 13% - 15%, o que podemos ainda considerar um bom número, porém, se estes estoques começarem a ficar abaixo de 9% vamos ter pouca soja no mercado e isso pode fazer com que as empresas decidam não disputar mais esta soja com preços considerados "altos". Em Julho também temos previsão de clima seco nos EUA (lá tem variedades muito resistentes, não deve cair muito à produtividade), o que pode ajudar nas especulações e melhora de preços. Outro detalhe é que nada foi divulgado sobre quanto de área mudou de milho para soja, chegou para nós algo entre 20% e 25% (pode ser menor, mas não mais que isso).
Agosto já acredito ser um mês de risco médio-alto, pois antecede o mês de inicio de colheita nos EUA. Setembro acredito ser um mês de risco alto devido as especulações quanto a colheita nos EUA e início de plantio na América do Sul.
 MILHO SAFRINHA NO BRASIL:
Considerando que a área de milho nos EUA diminuiu (migrou para soja) muitos compradores estão procurando o nosso milho até que as coisas fiquem mais claras. Observamos que as empresas estão comprando conforme tem interesse no porto. O que pode ajudar os preços a melhorarem é a diminuição de área nos EUA devido ao atraso no plantio.

Com previsão de clima favorável nos EUA, grãos recuam nesta 2ª feira

A semana começou com preços em baixa no mercado internacional de grãos. Os futuros da soja, do milho e do trigo operam com ligeiras perdas na manhã desta segunda-feira na Bolsa de Chicago e, por volta das 8h (horário de Brasília), a soja perdia entre 3 e 8 pontos, com o vencimento julho/13 valendo US$ 14,90, perdendo 3,25 pontos. No milho e no trigo as perdas eram um pouco mais expressivas.
Segundo informações da agência internacional Bloomberg, o recuo dos grãos reflete um movimento dos investidores de mais cautela, à espera do relatório de acompanhamento de safra que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga no final do dia de hoje. Segundo analistas, o reporte deverá trazer uma melhora nas lavouras norte-americanas e ainda um avanço do plantio da soja.
Além disso, novas previsões indicam uma melhora nas condições climáticas do Meio -Oeste dos EUA nos próximos dias, com um tempo mais quente e menoschuvas.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

au humor do financeiro e forte alta do dólar pressionam grãos

 O mercado passa por uma realização de lucros depois das expressivas baixas registradas ontem e reflete também o mau humor do mercado financeiro, com uma queda generalizada de commodities e outros ativos de risco e uma forte alta do dólar. 
No mercado da soja, por volta das 14h15 (horário de Brasília), os vencimentos mais negociados perdiam entre 18,25 e 25 pontos pontos, com as perdas mais intensas registradas nos vencimentos mais distantes. O contrato março/14 já perdia, novamente, o patamar dos US$ 13 por bushel. O julho, vencimento mais negociado nesse momento, valia 15,04/bu, perdendo 18,75 pontos. 
Para o milho, no mesmo momento, as principais posições recuavam entre 5,75  e 10 pontos. O vencimento setembro/13 valia US$ 6, com baixa de 9,75 pontos. Já no mercado do trigo, porém,  as posições vinham amenizando as perdas, que estavam em pouco mais de 4 pontos nos principais contratos. 
O nervosismo do mercado financeiro tem sido motivado, principalmente, pelo anúncio do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, de que os estímulos à economia dos Estados Unidos podem começar a ser retirados, aos poucos, com o programa podendo terminar em meados de 2014.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Grãos operam em busca de direção na manhã desta 4ª feira na CBOT

Na manhã desta quarta-feira (19), os contratos futuros da soja seguem operando em campo misto na Bolsa de Chicago. Por volta das 7h50 (horário de Brasília), o vencimento julho valia US$ 15,11, com alta de 0,50 ponto. Ao mesmo tempo, o agosto recuava 1 ponto, cotado a US$ 14,34. 
O milho e o trigo, no entanto, recuavam depois das boas altas registradas no pregão desta terça-feira (18). Ontem, os vencimentos mais longos do milho subiram mais de 10 pontos. 

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Soja: Clima favorece nova safra dos EUA e mercado recua na CBOT

O mercado internacional registra um dia de expressivas baixas na Bolsa se Chicago nesta segunda-feira (17) e quem lidera as perdas é a soja, com baixas de mais de 10 pontos nos seus principais vencimentos por volta das 11h (horário de Brasília).
O principal fator de pressão para os preços na sessão de hoje é o clima favorável à nova safra dos Estados Unidos. O último final de semana foi de sol nas principais regiões produtoras norte-americanas, com boa umidade no solo e as previsões são de que essa semana continue com chuvasleves, adequadas ao bom desenvolvimento das lavouras. 
"Com isso, o mercado de clima veio forçando o noturno para baixo, o que é típico para esse período. Nós podemos ver até mais perdas para as cotações nos próximos dias, justamente por conta das condições climáticas e das lavouras americana neste momento estarem mais favoráveis", afirmou Vlamir Brandalizze, consultor da Brandalizze Consulting. 
O resultado desse clima mais propício aos trabalhos de campo já deverá ser contabilizado no relatório de acompanhamento de safra que o USDA(Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz no final do dia. Segundo Brandalizze, o boletim deverá apresentar boas condições sobre as plantações dos EUA, mesmo depois do forte atraso do plantio.
Apesar disso, como explica o consultor, os fundamentos para o curto prazo continuam positivos, principalmente em função da falta de soja nos Estados Unidos. Há quase nenhuma oferta disponível e uma grande disputa entre a demanda para exportação e do mercado interno norte-americano. "Há uma necessidade do grão tanto americana quanto chinesa e os produtores da América do Sul, tanto brasileiros quanto argentinos, estão limitando suas vendas", explicou Brandalizze. "E isso vai fazer com que o quadro siga apertado para as posições de julho até setembro".

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Soja reverte parte das perdas e opera em alta na manhã desta 6ª na CBOT

A soja voltou a subir na manhã desta sexta-feira (14) na Bolsa de Chicago. Depois de encerrar a sessão anterior com forte queda, o mercado tenta se recuperar na manhã de hoje, com o contrato julho/13, o mais negociado nesse momento, subindo 8,75 pontos, cotado a US$ 15,19 por bushel. As demais posições também operavam do lado positivo da tabela, com ganhos entre 4,75 e 7,50 pontos. 
Novamente, o mercado se foca no cenário de fundamentos ainda positivo para o curto prazo. Uma demanda muito intensa pelo pouco produto disponível nos Estados Unidos é o que dá suporte aos primeiros vencimentos. O mercado interno norte-americano também está muito aquecido e as esmagadoras locais disputam a soja que ainda existe para ser comercializada com os importadores. 
Nos vencimentos mais distantes, o mercado encontra alguma sustentação nas incertezas climáticas em importantes regiões produtoras dos Estados Unidos. Frente a isso, incertezas também são criadas sobre o desenvolvimento e os resultados reais da nova temporada norte-americana, segundo afirmam os analistas. 

terça-feira, 11 de junho de 2013

Soja foca fundamentos e intensifica ganhos na Bolsa de Chicago

Na sessão desta terça-feira (11), os contratos futuros da soja operam em alta e intensificam os ganhosregistrados na Bolsa de Chicago. Por volta das 12h53 (horário de Brasília), o primeiro e mais negociado vencimento, o julho/13, era cotado a US$ 15,34 por bushel, subindo  22,50 pontos. Os demais contratos subiam entre 2 e 13,75 pontos. 
O foco dos negócios segue no cenário de fundamentos inalterado e ainda muito positivo. Falta soja nos Estados Unidos, porém, a demanda pelo produto norte-americano, para exportação e abastecimento do mercado interno, segue muito aquecida. 
Esse ainda é o principal fator de sustentação para os preços da commodity negociada em Chicago e, para o consultor de mercado Liones Severo, do SIMConsult, a cotação do julho poderia até mesmo chegar aos US$ 16/bushel. 
Nos contratos mais distantes, as boas expectativas para a nova safra dos EUA seguem exercendo alguma pressão sobre os preços, ainda mais depois da recente melhora do clima no Cinturão de Produção. De acordo com os últimos números divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), até o último domingo (9),a área plantada de soja passou de 57 para 71% e a de milho de 91 para 95%. 
No mercado interno, os preços da soja continuam sendo favorecidos pelo avanço das cotações em Chicago e pela expressiva alta do dólar nos últimos dias. No entanto, como explica o diretor do SIMConsult, João Birkhan, os negócios acontecem de forma lenta no Brasil. 
"Os negócios estão parados. O produtor do Mato Grosso está muito bem vendido, vendeu muito no ano passado e hoje, como está muito bem capitalizado, não tem pressa para vender. Os negócios que estão acontecendo são os chamados 'da mão para a boca', e o produtor está mantendo sua poupança em produto", explica. 

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Soja tem queda na CBOT, mas se mantém no mercado interno

A soja fechou a sessão desta segunda-feira (10) com forte baixa na Bolsa de Chicago. O milho e o trigo acompanharam o movimento de queda e também encerraram o dia com perdas expressivas. O principal fator de pressão para os preços é o clima mais favorável ao plantio da nova safra dos Estados Unidos. 
Além disso, um movimento de realização de lucros pesou sobre o mercado no curto prazo, após seis semanas consecutivas de alta para o mercado internacional da soja. 
Na soja, os principais vencimentos terminaram o pregão caindo entre 7,50 e 20,50 pontos. O contrato julho/13,o mais negociado nesse momento, fechou o dia valendo US$ 15,11 por bushel, recuando 16,50 pontos. Já o setembro ficou em US4 13,56, com queda de 17,50 pontos. 
No curto prazo, a tendência para a soja ainda é de alta, com os fundamentos inalterados. A demanda pela soja norte-americana segue muito aquecida diante de estoques historicamente baixos. No entanto, o movimento de algunsfundos de investimentos rolando suas posições - vendendo os contratos mais próximos e comprando alguns mais distantes - acabam pressionando o mercado. 
Nos vencimentos mais distantes, referentes à safra nova, melhores condições climáticas nos Estados Unidos pesaram sobre o mercado. No último final de semana, choveu menos do que vinha sendo esperado, alguns campos puderam secar, condições que criaram oportunidades para que os produtores norte-americanos pudessem avançar com o plantio da nova safra. 
"Com a chuva menor do que o esperado ou o atraso das chuvas, vários produtores começaram a reportaram que conseguiram plantar mais do que esperado durante o final de semana", relatou o analista de mercado Pedro Dejneka, da PHDerivativos, direto de Chicago. 
No final da tarde de hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) atualiza seu relatório semanal de acompanhamento de safra, já indicando essa boa evolução dos trabalhos de campo nos EUA. Porém, como explica Dejneka, sempre há um certo atraso nos dados trazidos pelo departamento. Para o milho, espera-se algo em torno de 95% da área plantada e, para a soja, cerca de 70 a 75% de avanço. 
Ainda segundo Dejneka, o que meteorologistas e demais analistas acreditam, nesse momento, é que o clima nos Estados Unidos seja bem próximo da normalidade, favorecendo a entrada de uma safra cheia tanto de milho quanto de soja. "Tudo indica que a tendência de clima durante essa nova safra norte-americana será dentro do normal, isso não significa que não teremos sustos. Mas, principalmente com o fato de toda essa chuva ter reestabelecido a umidade em boa parte do Cinturão, a safra já está começando muito bem, as condições do milho devem continuar excelentes", explica. 
Entretanto, o analista alerta ainda para a necessidade que se tem de condições favoráveis para a conclusão do plantio e também para o tamanho da área que será destinada às duas culturas ou até mesmo que será abandonada com os produtores optando pelo seguro agrícola. 
Mercado Interno - No mercado interno, os preços seguem sustentados e se valorizando diante da combinação entre os bons preços vistos no curto prazo em Chicago, a alta do dólar e a falta de soja nos EUA que faz com que a demanda se volte, novamente, para a América do Sul. 
"O mercado está vindo buscar soja no Brasil, onde o produtor tem disponibilidade para vender, e o câmbio ajudou. Esse câmbio alto favorece nossa competitividade porque faz o nosso frete mais barato e estimula o produtor vender, então, alguns negócios estão saindo", explica o analista de mercado Ênio Fernandes. 
Ainda de acordo com o analista, esse cenário cria boas oportunidades de venda para o sojicultor brasileiro, com o preço da soja acima de US$ 15 e o dólar perto dos R$ 2,15. "O milho safrinha ainda não chegou, grande parte da soja já saiu, então, a demanda por caminhões neste momento está um pouco menor. Então, as três ferramentas que estimulam a gente vender - câmbio, Chicago e frete - estão sinalizando que é um bom momento de venda", diz Fernandes.

Mercado recua à espera de informações sobre safra dos EUA

A soja opera em baixa na Bolsa de Chicago. O mercado parece trabalhar na defensiva à espera de novas informações sobre o plantio da nova safra dos EUA, números que o USDA(Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) atualiza no final da tarde de hoje. Além disso, os primeiros vencimentos recuam em um movimento de realização de lucros depois das boas altas registradas na sessão da sexta-feira (7).
Na última semana, as previsões mostravam que as chuvas voltaram a se intensificar no Cinturão do Milho, principal região produtora de grãos norte-americana, o que teria voltado a complicar a semeadura. Os trabalhos de campo da safra 2012/13 estão bastante atrasados em relação não só à temporada anterior, como também à média histórica dos últimos cinco anos. 
No entanto, segundo explicou o economista Dennis Gartman à agência internacional Bloomberg, no último final de semana o clima parece ter proporcionado melhores condições. "Em Iowa, Nebraska e Missouri foram registradas boas condições climáticas, o que resulta nessa leve baixa para os grãos nesta segunda-feira", disse. 
Por volta das 7h45 (horário de Brasília), o vencimento julho/13 era cotado a US$ 15,18 por bushel, com queda de 10 pontos. O agosto perdia 10,40 pontos, valendo US$ 14,45. Nos vencimentos mais distantes, as perdas eram mais moderadas. O milho também se mostrava do lado negativo da tabela, com as principais posições recuando entre 5,4 e 7 pontos. O julho valia US$ 6,60/bushel e o setembro US$ 5,85, com baixa de 6,4 pontos. No mesmo momento, o trigo também recuava. 
As cotações apresentadas em nossa homepage trabalham com uma falha técnica na manhã de hoje e ainda mostram o fechamento da última sexta-feira. Porém, o serviço já está sendo reestabelecido e logo mais teremos os últimos números registrados na Bolsa de Chicago nesta segunda-feira (10).

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Mercado opera com leve queda na CBOT na manhã desta quinta-feira

Mercado dá continuidade à um ligeiro recuo apresentado ontem nos vencimentos mais distantes e, por volta das 8h53 (horário de Brasília), os contratos mais negociados perdiam entre 3,50 e 5,50 pontos. Além disso, como explicou o consultor da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, faltam informações e notícias novas e importantes que possam dar mais fôlego ao mercado neste momento.

Já no mercado do milho, apenas o vencimento julho apresentava uma baixa de 0,50 ponto, contra altas de 2 pontos nas demais posições. No entanto, apesar das baixas registradas hoje pela soja, o mercado no curto prazo ainda encontra sustentação na pouca oferta e na demanda muito intensa pela oleaginosa norte-americana. A falta de produto ainda confere ao mercado o papel de racionar essa demanda por meio de preços mais altos, como vem sendo explicado por analistas.