Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



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quarta-feira, 24 de julho de 2013

Chuvas inesperadas ontem nos EUA.

Chifres do touro (mercado em alta) foram cortados pelas chuvas inesperadas ontem, a previsão de tempos mais baixos nos próximos 10 dias. A não ser que o calor aparece novamente sem qualquer umidade, a próxima etapa do mercado de clima 2013 será a palestra de geada precoce. As negociações em curto prazo estão olhando para a ação técnica nesta terça-feira de baixa. Mercado de baixa para soja. Dezembro do milho agora tem a resistência em 4,90 bu e suporte em 4,66 bu.
 Apoio soja novembro será observado de perto às 12h50. Mercado de trigo tem sido um seguidor impulso nas últimas semanas, como a colheita está progredindo rapidamente. A turnê de trigo vermelho duro de primavera começou na terça-feira e vai divulgar os resultados de suas descobertas na quinta-feira à tarde. China liberando 3 mmt de soja de reserva de 2010 é semelhante ao que tinham feito no ano passado. 

As audiências RFS estão acontecendo em Washington esta semana. Vencimento da opção para os contratos de agosto é sexta-feira. Sell-off de ontem provocou alguns movimento  futuros do milho e da soja. Os comerciantes estarão observando para ver se ontem foi o ponto de viragem na eliminação de alguns dos prêmios em dinheiro safra velha para milho e soja. Aqueles que querem tirar a proteção da soja deve dar o seu representante Allendale uma chamada hoje.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Soja: Movimento técnico justifica fechamento positivo nesta 6ª feira

Nessa sexta-feira (19), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago fecharam a última sessão da semana do lado positivo da tabela. O mercado conseguiu sustentar sua recuperação após uma sessão bastante volátil. O contrato agosto/13 tenta se aproximar dos US$ 15 e encerrou os negócios com alta de 21,50 pontos, valendo US$ 14,90/bushel. 
Segundo explicou o analista de mercado Glauco Monte, da FCStone, os investidores, frente ao final de semana, buscaram se posicionar melhor e compraram algumas posições depois das expressivas baixas registradas nos últimos dias. O movimento, portanto, deu sustentação aos preços, principalmente no curto prazo. 
Outro fator que dá suporte aos vencimentos mais curtos é o quadro de fundamentos, que permanece positivo. A demanda pela pouca soja disponível é muito grande e os estoques norte-americanos estão cada vez mais apertados. 
Por outro lado, as previsões climáticas para os Estados Unidos se mantêm favoráveis e para grande parte das regiões produtoras dos EUA e isso exerce ainda algum impacto negativo sobre os preços, segundo analistas. “Então, os mercados ficam indecisos entre a safra velha e safra nova”, afirma Paulo Molinari, analista de mercado da Safras & Mercado. 
Outro fator de alta para os preços das commodities hoje foi a queda do dólar. A desvalorização da moeda norte-americana acaba atuando como uma ajuda para a alta dos preços uma vez que melhora a competitividade dos produtos dos EUA. 

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Grãos: Mercado opera sem direção definida na manhã desta 4ª na CBOT


Na manhã desta quarta-feira (22), os futuros dos grãos negociados na Bolsa de Chicago não exibem uma direção definida. Por volta das 8h (horário de Brasília), a soja operava no misto, com apenas o vencimento março/14 no positivo, subindo 1 ponto. No milho e no trigo, preços do lado positivo da tabela, porém registrando ganhos pouco expressivos, tentando operar próximos da estabilidade. 
A volatilidade ainda continua bastante presente nos negócios com os grãos na CBOT. O mercado encontra sustentação na pouca oferta disponível nos EUA, porém, no pregão de hoje, as posições mais próximas da soja exibem uma ligeira realização de lucros. Ao mesmo tempo, os vencimentos de mais longo prazo procuram uma direção diante das incertezas sobre a nova safra dos Estados Unidos. 
No mercado do trigo, os preços avançam, segundo informações da agência internacional Bloomberg, frente às preocupações com o clima seco na região do Mar Negro podendo comprometer a safra no noroeste da Europa. 

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Mercado em alta encontra sustentação sobre economia da China.


Chicago fecha em alta para a soja +15,4 nesta quarta-feira. Como já vem acontecendo há algumas sessões, os ganhos mais expressivos foram registrados nos vencimentos de curto e médio prazo em função da atual situação da relação de oferta e demanda, principalmente nos Estados Unidos. O mercado futuro da soja também encontrou sustentação nas boas notícias sobre a economia da China divulgadas hoje. Os números indicaram um superávit comercial de US$ 18 bilhões em sua balança comercial em abril. Os números acabaram revertendo o déficit registrado no mês anterior e ficou acima do esperado. "A China continua demandando muito bem soja e isso foi o que impulsionou outros mercados asiáticos e deu sustentação aos preços da soja
Além desses fatores, o clima nos Estados Unidos também já exerce forte influência no mercado internacional de grãos. O plantio da soja, do milho e do trigo já foi iniciado no país e por conta de condições bastante adversas está bastante atrasado, se comparado aos números do ano passado e também da média histórica dos últimos cinco anos. O milho fechou o dia perdendo entre 1,50 (maio) e 7,75 (julho) pontos nos principais vencimentos na bolsa de Chicago.
FECHAMENTO EM 08/05/2013

Dólar R$ 2,0025(0,1740)
Mínima R$1,9995
Máxima R$ 2,0062
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:

Mês Pontos Bushel
MAY13 (+15,04) 14,79
JUL13 (+9,2) 13,91
AUG13(+0,4) 13,30

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:

Mês Pontos Bushel
MAY13 (-0,4) 6,76
JUL13 (-7,0) 6,33
SET13 (-7,2) 5,54

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:

L. do Rio Verde: R$ 45,00
Rondonópolis: R$ 50,30
Alto Garça: R$ 51,00
Sorriso: R$ 46,00
Itiquira: R$ 49,50

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2014:

Itiquira: U$ 20,00 / MARÇO


FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:

L. do Rio Verde: R$ 11,00
Rondonópolis: R$ 13,50
Alto Garças: R$ 14,50
Sorriso: R$ 11,00
Itiquira: R$ 13,50




sexta-feira, 3 de maio de 2013

A falta de chuvas em Mato Grosso pode prejudicar a super safra de milho estimada para 2013.



De acordo com alguns produtores em Mato Grosso, as lavouras ainda necessitam de algumas chuvas nas próximas semanas. Na região de Primavera do Leste as lavouras que sofreram com excesso de chuvas durante a colheita da soja, agora pedem retorno das precipitações para a produção do milho, apenas 20% estão salvos e 80 % ainda necessita de chuvas.
Em Guiratinga e Jaciara já estão mais de 15 dias sem chuvas e 80 % dos milhos já estão salvos apenas 20 % ainda esperam algumas chuvas. Caso as chuvas acabem hoje os produtores de Guiratinga acreditam que irão colher 80 s/c por há, em Jaciara seria de 90 s/c por há.
Itiquira e Alto Garças já são mais criticas a falta de chuvas ha mais de 20 dias sem chuvas e apenas 50 % dos milhos já estão salvos. Os produtores de Itiquira acreditam que se não haver mais chuvas nos próximos dias a produção seria de 90 s/c por há, e Alto Garças 80 s/c por há.
Paranatinga e Campo Verde receberam algumas chuvas nas últimas semanas, 80% dos milhos estão salvos. Em Paranatinga os produtores acreditam em colher 90 s/c por há, em Campo Verde 100 por há casa as não ocorrer mais chuvas.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Informa Economics reduz projeção da safra de soja do Brasil

Nesta quarta-feira (3), a consultoria americana Informa Economics reduziu a projeção da safra de soja 2012/13 do Brasil para 83,25 milhões de toneladas. No último relatório da empresa o número divulgado era de 84,5 milhões de toneladas, uma retração de 1,25 milhão de toneladas.


Os números estão em linha com o reportado pelo relatório de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) no início do mês de março. Em contrapartida, a produção de soja da Argentina foi estimada em 52 milhões toneladas, número maior do que o projetado pelo departamento norte-americano, de 51,5 milhões de toneladas.


Por outro lado, a consultoria projetou um aumento de 350 mil toneladas para a safra de milho brasileira, que deve passar de 71,6 milhões de toneladas para 71,95 milhões de toneladas. O número é menor do que o divulgado pelo USDA, de 72,5 milhões de toneladas.


Já a produção argentina do cereal deverá totalizar 25,3 milhões de toneladas, ainda de acordo com as estimativas da Informa Economics. O número representa uma redução em relação ao projetado pelo órgão norte-americano, de 26,5 milhões de toneladas.

Tóquio fecha perto de maior nível do ano


 As medidas de estímulo anunciadas no começo da madrugada pelo Banco do Japão animaram a Bolsa.

 As ações na Bolsa de Tóquio reverteram as fortes perdas do início da sessão e fecharam em alta nesta quinta-feira, reagindo às esperadas medidas de estímulo anunciadas no começo da madrugada pelo Banco do Japão (BoJ) sob nova liderança.

O índice Nikkei subiu 2,2%, para 12.634,54 pontos, após a forte alta de 3,0% da sessão anterior. O Nikkei encerrou o pregão na máxima do dia e a apenas dois pontos do nível máximo de fechamento deste ano, atingido em 21 de março.

O volume de negócios foi bem significativo, com mais de 4,27 bilhões de ações, com valor próximo de 3,1 trilhões de ienes, mudando de mãos. Neste ano, no entanto, o mercado japonês já teve vários outros dias ainda mais intensos de transações.

Antes do anúncio do BoJ, as ações japonesas caíram com força, seguindo a desvalorização do dólar após indicadores negativos do mercado de trabalho e setor de serviços dos EUA, divulgados ontem.

O plano de relaxamento quantitativo revelado pelo BOJ nos últimos 80 minutos de pregão, porém, acabou dando impulso à bolsa após o dólar mudar radicalmente de tendência ante a moeda japonesa e avançar para mais de 95 ienes, de menos de 93 ienes em seu pior momento. No final da tarde de ontem em Nova York, o dólar estava em 93,05 ienes.

Como esperado, o recém-empossado presidente do BoJ, Haruhiko Kuroda, anunciou medidas agressivas para estimular a economia do Japão e tentar superar o problema da deflação. A instituição planeja ampliar a base monetária do país a um ritmo anual de 60 trilhões a 70 trilhões de ienes, com o objetivo de dobrá-la para 270 trilhões de ienes até o final de 2014, e estender o vencimento médio dos bônus do governo de 3 para 7 anos.

"A clareza do anúncio foi bem-vinda após várias semanas ouvindo frases condicionais como o que, onde e quanto o BoJ fará sob novo comando", comentou Takako Masai, gerente geral de mercados do Shinsei Bank. "O aumento do vencimentos dos bônus e a expansão da base monetária foram positivas e não decepcionaram o mercado."

Ações dos setores financeiro e imobiliário foram as mais beneficiadas hoje. Entre os bancos, Mitsubishi UFJ Financial Group deu um salto de 5,5%, enquanto Mizuho Financial Group ganhou 5,1%. Daiwa Securities Group liderou as grandes corretoras, com uma alta de 4,1%.

Já a Mitsui Fudosan, blue chip da indústria imobiliária, avançou 3,1%, e a rival Sumitomo Realty & Development disparou 10%.

Já Honda Motor and Kyocera estiveram entre exportadores que ganharam com a desvalorização do iene, com ganhos respectivos de 3,4% e 2,0%. As informações são da Dow Jones.


quarta-feira, 3 de abril de 2013

Dólar oscila perto da estabilidade

O mercado de câmbio doméstico abriu nesta quarta-feira com o dólar perto da estabilidade, acompanhando o relativo equilíbrio da moeda norte-americana ante seus principais pares no exterior. O dólar à vista no balcão começou a sessão a R$ 2,0190 (-0,15%). No mercado futuro, às 9h21, o dólar para maio de 2013 subia 0,02%, a R$ 2,0290, mesma taxa registrada no inicio da sessão. Até esse horário, o dólar maio oscilou de R$ 2,0260 (-0,12%) a R$ 2,030 (+0,07%).
Nesta manhã, predomina o sinal negativo nas Bolsas europeias, enquanto o euro estava em US$ 1,2837 às 9h23, de US$ 1,2820 no fim da tarde de terça-feira (02). O dólar estava em 93,40 ienes, de 93,43 ienes na véspera.
O comportamento quase "de lado" das moedas nesta quarta-feira reflete o sentimento de cautela dos investidores em relação aos indicadores e eventos previstos para hoje e o resto da semana, além de um feriado amanhã e sexta-feira na China, disse um operador de tesouraria de um banco.
Os agentes de câmbio no Brasil estão na expectativa com os dados sobre o fluxo cambial, que saem às 12h30, mesmo horário previsto para o anúncio do Índice Commodities Brasil (IC-Br) de março. Mais cedo, a Fundação Getulio Vargas (FGV) informou que a confiança do empresário do comércio evoluiu desfavoravelmente em março, quando avaliado em médias móveis. O Índice de Confiança do Comércio (Icom) foi de -2,3% para o trimestre encerrado em março,, em comparação ao resultado do mesmo período do ano anterior. É a terceira piora consecutiva do indicador. Em fevereiro, a taxa havia sido de -0,9% na mesma base de comparação. "O resultado geral da pesquisa revela um ritmo de atividade entre moderado e forte ao final do primeiro trimestre do ano e expectativas menos otimistas em relação aos próximos meses.", informou a FGV, em nota oficial. Já às 10 horas, sai o índice dos gerentes de compras (PMI) do setor de serviços em março, apurado pelo HSBC.
Mais cedo, a BB Seguridade, braço de seguros do Banco do Brasil, também anunciou uma oferta pública de distribuição secundária com valor inicial de 500 milhões de ações ordinárias da companhia e de titularidade do acionista vendedor. A oferta poderá ser acrescida em até 15% em lote suplementar e em outros 20% no lote adicional. A faixa de preço estimado para a ação é de R$ 15,00 a R$ 18,00, com a oferta podendo alcançar R$ 12,150 bilhões, incluindo os lotes extras. O início dos negócios com ações da oferta está previsto para 25 de abril, sob o código "BBSE3".
A intenção da BB Seguridade é atrair investidores nacionais e estrangeiros para a operação. Eventual adesão de investidores não residentes poderá reforçar o fluxo financeiro para o País. O BC atualiza hoje os dados de fluxo cambial, mas em março até o dia 22, o segmento financeiro, que inclui investimentos estrangeiros e remessas de lucros, entre outras operações, contabilizou um saldo negativo de US$ 1,089 bilhão no período. As operações comerciais, por outro lado, mostraram entrada líquida de US$ 1,353 bilhão no período. Como resultado, o fluxo cambial foi positivo em US$ 264 milhões no mês passado até dia 22. No acumulado de 2013 até 22 de março, o fluxo cambial está negativo em US$ 2,227 bilhões, com entrada de US$ 486 milhões no segmento financeiro e saída de US$ 2,712 bilhões no comercial.
Nos EUA, a agenda de indicadores para esta quarta-feira traz como destaque o relatório da ADP/Macroeconomic Advisers sobre a criação de empregos em março e o índice de atividade dos gerentes de compra (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços para o mesmo mês, medido pelo Instituto para Gestão de Oferta (ISM). Ontem, os investidores reagiram bem ao crescimento das encomendas de bens manufaturados à indústria norte-americana, o que sinaliza a continuação da recuperação econômica do país. Contudo, também estão em compasso de espera pela divulgação, na sexta-feira, da pesquisa mensal sobre o mercado de trabalho dos EUA. Um resultado melhor do que o esperado poderá levantar receios de que o Federal Reserve reduza as medidas de estímulo econômico antes do previsto.
No Japão, o iene opera praticamente "de lado" ante o dólar antes do anúncio da decisão de política monetária do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês). A expectativa é que a primeira reunião de política monetária do BoJ sob o comando de Haruhiko Kuroda resulte no anúncio de medidas de estímulo à economia, ainda que a atividade de serviços tenha registrado um recorde no mês passado.
Na China, o setor de serviços também teve expansão em março, mas o índice de sentimento do consumidor caiu no mês passado. De acordo com a Market News International (MNI), a confiança nas condições atuais da China aumentou, mas houve um declínio nas expectativas futuras. Em comunicado divulgado após a reunião trimestral do Comitê de Política Monetária, o Banco Central da China (PBoC) informou que a economia do país está crescendo de forma constante e a tendência de preços está basicamente estável. O Comitê advertiu, porém, que ainda existem incertezas, particularmente em relação à recuperação econômica global. No comunicado, o PBoC afirmou que continuará a implementar uma política monetária "prudente", balanceando os quatro objetivos de crescimento constante, ajuste da estrutura econômica, controle da inflação e prevenção de riscos.
O cuidado também pauta os investidores nesta véspera de decisões de política monetária, amanhã, do Banco da Inglaterra (BoE) e do Banco Central Europeu (BCE). Na zona do euro, a desaceleração da inflação ao consumidor dos 17 países europeus que compartilham o euro, para 1,7% em março ante igual mês de 2012 - na menor alta desde agosto de 2010 - deve favorecer a manutenção dos juros, mas não estão descartadas eventuais medidas para impulsionar a atividade econômica da região. Vale destacar ainda que o Chipre e o Fundo Monetário Internacional (FMI) chegaram a um acordo para uma linha de crédito de 1,0 bilhão de euros, complementando a ajuda de 9,0 bilhões de euros que a ilha receberá de seus parceiros da zona do euro.

Euro sobe após confirmação de resgate ao Chipre


O euro sobe ante o dólar na sessão europeia após a troica de credores internacionais confirmar os termos do acordo de resgate com o Chipre. O memorando de entendimento, que ainda depende de aprovação do Eurogrupo e de Parlamentos da zona do euro, estabelece as condições para que o Chipre receba uma ajuda de 10 bilhões de euros (US$ 12,8 bilhões), 1 bilhão de euros que virá do Fundo Monetário Internacional e o restante da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu.

Os negócios no câmbio, no entanto, tendem a ser contidos antes das reuniões de política monetária do BCE e do Banco da Inglaterra (BoE), marcadas para a quinta-feira (04), embora não haja expectativa de mudanças.

Antes disso, o Banco do Japão (BoJ) fará seu primeiro anúncio de política monetária sob o comando do recém-empossado Haruhiko Kuroda. Analistas preveem que o banco central japonês passará a adotar medidas mais agressivas de relaxamento para estimular a economia.

Já o último número de inflação da zona do euro teve pouca influência nas transações. Em março, o índice de preços ao consumidor (CPI) do bloco subiu 1,7% em comparação com igual mês do ano passado, a menor alta desde o ganho anual de 1,6% registrado em agosto de 2010. O dado, que é preliminar, veio em linha com a expectativa.

Às 9h14 (pelo horário de Brasília), o euro avançava para US$ 1,2829, de US$ 1,2820 no final da tarde de terça-feira (02) em Nova York. Ante a moeda japonesa, o dólar subia para 93,52 ienes, de 93,43 ienes. Já a libra estava em US$ 1,5125, ante US$ 1,5110. As informações são da Dow Jones.

Safra, interesse de vendas e Chicago pressionam milho no Brasil

A boa safra de milho neste verão no Brasil, o interesse dos produtores em vender sua produção e uma paralisação dos negócios de exportação têm pressionado os preços do cereal no mercado interno neste início de ano, avaliou nesta terça-feira o Cepea, centro de estudos da Universidade de São Paulo.
Desde o início do ano, os preços do milho no mercado de balcão (recebido pelo produtor) recuaram mais de 16 por cento e caíram mais 14 por cento no mercado de lotes (negociações entre empresas), considerando-se a média das regiões acompanhadas pelo Cepea em vários Estados do Brasil.
Na segunda-feira, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa, que registra negócios na região de Campinas (SP) e serve de referência para o mercado financeiro, fechou a 28,46 reais por saca de 60 kg, num recuo de mais de 15 por cento.
Uma boa colheita de verão seguida de uma segunda safra com perspectiva de ser recorde pressionam os preços, disse o Cepea.
Além disso, há muitas regiões deficitárias em capacidade de armazenagem e que produzem volumes expressivos do cereal, o que requer a venda conforme avança a colheita, afirmaram os pesquisadores.
"Novos negócios para embarque em curto prazo estão praticamente parados", acrescentou o Cepea em nota, acrescentando que há registro apenas de uma aceleração gradual nos negócios com grãos da segunda safra, que deverá ser colhida em meados do ano.
INFLUÊNCIA DE CHICAGO
As estimativas de crescimento na área de milho nos EUA, com expectativa de safra recorde no maior exportador mundial do cereal, pressionam ainda mais o cenário de médio prazo no Brasil, completou o centro de estudos.
O milho na bolsa de Chicago caiu nesta terça-feira pela terceira sessão consecutiva, à mínima de nove meses, com fundos liquidando posições depois de um relatório do Departamento de Agricultura do EUA (USDA) que mostrou, na quinta-feira, que os estoques no país estão maiores do que o estimado pelo mercado. O contrato já caiu certa de 1 dólar por bushel, ou 13 por cento, desde a divulgação do USDA.
(Por Gustavo Bonato)

terça-feira, 2 de abril de 2013

Soja em baixa, influenciada por milho e trigo


A Bolsa de Cereais de Chicago registrou baixa de US$ 0,14 no preço da soja nos contratos comercializados para Maio deste ano. O mercado negociou negativo, influenciado pela forte baixa nos mercados de milho e trigo. 

Há rumores de que a China pode ter voltado atrás e reservado novas cargas pontuais do Brasil, apesar do gargalo nos embarques dos portos. Por outro lado, traders sugerem que a demanda chinesa por soja pode ser revista para abaixo de 63 milhões de toneladas. 

O mercado também reagiu à revisão anunciada pelo Goldman Sachs nos preços da soja para os próximos 3 meses, de US$ 14 para US$ 13,50 por bushel. O banco também reduziu suas projeções de 6 a 12 meses de US$ 13 para US$ 12,50.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Tendência de mercado no curto prazo.‏

GRÃOS:  Os mercados foram inferiores em forte baixa durante a noite. O milho é o liderar no caminho do sentido descendente seguindo a última quinta-feira de baixa depois das intenções de plantio do USDA e estoques de grãos trimestrais no seu relatório. Danos graves para os gráfico de curto prazo já foram infligido nos mercados futuros de grãos. Os dados baixistas do USDA da última quinta-feira já deu o tom de baixa para os grãos nos mercados futuros, pelo menos, nas próximas semanas. Agora os padrões climáticos vão começar a dominar o noticiário fundamental nas próximas semanas, mas o tempo mais úmido para padrões dos EUA central também estão influenciando a baixa para os grãos.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Dólar à vista fecha em leve queda, mas mantém R$ 2

Depois que o Banco Central voltou a atuar no mercado de câmbio, o dólar à vista -referência nas negociações do mercado financeiro- fechou em leve queda de 0,04%, para R$ 2,011 na venda.
A autoridade efetuou um leilão de swap cambial tradicional -que equivale a venda de dólares no mercado futuro- hoje, ofertando 20 mil contratos com vencimento em 2 de maio de 2013. A operação movimentou US$ 995,1 milhões, segundo o BC.
A operação ocorreu às 11h20 (horário de Brasília), quando o dólar à vista atingiu sua cotação máxima no dia, de R$ 2,027 na venda. Cinco minutos depois, a moeda caiu para R$ 2,004.
O dólar comercial, utilizado no comércio exterior, registrou baixa de 0,34% no dia, terminando cotado a R$ 2,010 na venda. Ontem, o dólar comercial fechou em seu maior nível desde 25 de janeiro.
No início da semana, operadores de mercado já haviam alertado que a valorização do dólar, apesar de estar em linha com o exterior, poderia levar à intervenção do Banco Central, uma vez que a moeda está acima do nível de R$ 2, considerado por muitos analistas o teto de uma banda informal cujo piso seria R$ 1,95.
A última vez que o BC havia interferido no mercado de câmbio para abaixar a cotação da moeda havia sido em 28 de janeiro deste ano, quando o dólar ultrapassou R$ 2.
Em 11 de março, a autoridade promoveu um leilão de swap cambial reverso, que equivale a uma compra de dólares no mercado futuro, para aumentar a cotação da moeda americana, quando ela chegou a R$ 1,95. 
(Folhapress)

quarta-feira, 27 de março de 2013

Sentimento antes do relatório desta quinta.


O relatório do USDA , obviamente deve angariar mais atenção esta semana entre os comerciantes de grãos e soja. O problema é que não sei um comerciante que não está à procura de um número "bullish". De fato, muitos dos "ursos" mudaram-se para a linha lateral em antecipação ao evento de alta e parecem prontos para atacar em qualquer tipo de grande oportunidade que possam pressionar para baixo o mercado, mas por enquanto estão no "acostamento". No ano passado, os negócios eram para baixo antes do relatório e depois recebeu uma agradável surpresa de alta. Este ano, trocaram-se as semelhanças antes do relatório (o último par de semanas) e pode ser nos preparando para um pouco de decepção. Não há dúvidas de que vamos ver alguns números extremamente apertados mas com "ar" de otimista pelo USDA. Todo mundo parece querer ficar fora do rally no curto prazo, eu não sou apenas vendido como ainda vou permanecer assim até saber a direção.

OBS: Bullish Market é uma denominação na língua inglesa que indica quando um ativo qualquer está em movimento de alta.
Ele é representado pela figura do Touro porque entende-se que o touro faz movimentos de baixo para cima representando desta forma um movimento de alta.




segunda-feira, 25 de março de 2013

Acordo do Chipre traz alívio e dólar cai ante re


O acordo para evitar que o Chipre entre em colapso e saia da zona do euro foi fechado na madrugada desta segunda-feira, traz alívio aos mercados e enfraquece o dólar ante o euro e moedas ligadas a commodities. A melhora do humor externo tira a pressão altista das últimas sessões do dólar em relação ao real. A moeda norte-americana ultrapassou os R$ 2,00 na semana passada, sem que houvesse intervenção do Banco Central. 

Na sexta-feira, o dólar à vista fechou em alta, pela terceira sessão seguida, a R$ 2,0140 (+0,35%) no balcão. Este é o maior valor de fechamento desde 24 de janeiro (a R$ 2,0310). A moeda desacelerou um pouco na sexta-feira, em parte influenciada por declarações feitas pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. 

Às 9h28, o dólar à vista no balcão caía 0,20%, a R$ 2,010. O dólar para abril de 2013 perdia 0,05%, a R$ 2,010. 

"Com essa melhora no exterior por causa do Chipre, nossa moeda deve valorizar, mas dificilmente o dólar cai abaixo de R$ 2,00", disse há pouco um operador de tesouraria de um banco nacional. Segundo ele, o dólar pode ficar perto de R$ 2,05. 

Nesta semana mais curta, por causa do feriado de Sexta-feira Santa, o foco doméstico estará em Tombini e no ministro da Fazenda, Guido Mantega, que participam amanhã e quarta-feira da 5ª Cúpula do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) em Durban, na África do Sul. Hoje, Tombini tem encontro fechado à imprensa com a presidente do Banco Central da África do Sul, Gill Marcus.

A leve desaceleração observada há pouco no euro, no entanto, reflete a cautela diante dos receios de que a ajuda ao Chipre possa não ser suficiente para eliminar o perigo de contágio para outros países da zona do euro e as consequências serão realmente sentidas em meses ou anos. Na imprensa internacional, alguns analistas avaliam que o plano fechado é até mais duro do que o original. 

O acordo prevê a liquidação do segundo maior banco cipriota, o Banco Popular do Chipre, ou Laiki, que será fundido com o Banco do Chipre, líder do ranking do país. Além disso, os correntistas com depósitos acima de 100 mil euros terão de arcar com uma taxa ainda a ser definida, mas que deve 30% ou um pouco abaixo disso. Em troca, o país finalmente irá receber o socorro de ? 10 bilhões em recursos internacionais.

A Alemanha, que desde sempre foi a favor da taxação dos depósitos bancários, comemorou o acordo. "O resultado é justo para todos os envolvidos", disse o ministro de Finanças da Alemanha, Wolfgang Schäuble.

Perto das 9h, euro subia a US$ 1,2984, de US$ 1,2989 no fim da tarde de sexta-feira. O dólar subia a 94,77 ienes, de 94,56 ienes no fim da tarde de sexta-feira. O Dollar Index (DXY) subia 0,02%, a 82,39. 

O dólar caía em relação às moedas relacionadas a commodities: dólar canadense (-0,37%); dólar neozelandês (-0,22%); dólar australiano (-0,26%); rand sul-africano (-0,41%); rupia indiana (-0,29%); rublo russo (-0,44%).


FONTE:ESTADÃO

quinta-feira, 21 de março de 2013

Dólar sobe a R$ 1,992, na contramão da queda no exterior


O dólar à vista fechou ontem em alta ante o real no mercado de balcão, a despeito do movimento de baixa da moeda americana ante outras divisas no exterior. Lá fora, os investidores dividiram suas atenções entre a crise no Chipre e a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos). A expectativa de que a Rússia possa ajudar o Chipre a evitar o colapso do setor financeiro trouxe desde cedo um viés de alta para os ativos com maior risco, como as ações, enquanto o dólar foi pressionado para baixo. No Brasil, porém, a saída líquida de dólares durante a sessão e os dados sobre o fluxo cambial em março e no ano fizeram o dólar à vista subir 0,25%, para R$ 1,9920 no balcão. Em março, até o dia 15, houve saída líquida de US$ 990 milhões do País. No ano, o saldo líquido de fluxo cambial é negativo em US$ US$ 3,481 bilhões.
Ontem à tarde, o Fed corroborou o otimismo dos investidores no exterior. Em pronunciamento, o presidente da instituição, Ben Bernanke, afirmou que o crescimento da economia dos EUA tem sido mais lento do que a queda no desemprego, mas alertou que o ritmo do programa de compra de bônus só será alterado quando houver melhora significativa no mercado de trabalho. Com isso, o índice Dow Jones subiu 0,39%, o S&P 500 teve alta de 0,67% e o Nasdaq avançou 0,78%.
Apesar dos ganhos em Nova York, o mercado de ações brasileiro voltou a fechar em baixa e quase perdeu o nível de 56 mil pontos. O Ibovespa encerrou em queda de 0,59%, aos 56.030,03 pontos, penalizado pelo setor elétrico e pela Petrobrás. A notícia de que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) reduziu a base de remuneração da Cemig para o terceiro ciclo de revisão tarifária trouxe receios de que isso possa ocorrer com outras companhias. Cemig PN recuou 13,95%.
No mercado de renda fixa, os dados positivos do Cadastro Geral de Empregados e Empregados (Caged), divulgados à tarde pelo Ministério do Trabalho e Emprego, trouxeram um viés de alta para as taxas dos contratos futuros de juros. A geração de 123.446 novos postos de trabalho em fevereiro no Brasil superou a previsão do mercado, que esperava resultado próximo de 100 mil novos postos de trabalho com carteira assinada.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Clima e pragas reduzem produtividade das lavouras de soja em Mato Grosso


A Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja) informou hoje, dia 20, por meio de comunicado que a produtividade da soja na reta final da colheita está abaixo do esperado. O clima mais seco no início do plantio e o excesso de chuvas durante a colheita reduziram em 8 a 12 sacas por hectare o rendimento médio das plantações. 

A estimativa era de 60 sacas por hectare, mas a média foi de 50 sacas – conta Fernando Cadore, delegado da Aprosoja em Primavera do Leste, no sul do Estado. 

No oeste de Mato Grosso, a produtividade média também deve ficar em torno de 50 sacas por hectare, disse o vice-presidente da associação na região, Alex Utida. No leste, ainda falta colher 40% da área porque o ciclo da soja é mais tardio, mas altas temperaturas aceleraram o amadurecimento das plantas, o que deve refletir no rendimento das lavouras. 

No norte do Estado, além das dificuldades climáticas, os produtores também tiveram problemas com pragas e a produtividade média caiu duas sacas por hectare em relação ao ano passado, para 48 sacas por hectare. 

Tivemos a presença de diversas lagartas que atacaram as lavouras – afirmou o segundo vice-presidente da Aprosoja na região, Silvésio de Oliveira.

Mercado noturno


A soja negociada na bolsa de Chicago trabalha em alta nessa manha com 9,6 bu/, o contrato de maio e o único que ainda mantém o patamar de US$14 por bu/.
O mercado tenta busca uma correção após seis pregões consecutivos em baixa, os preço tem sido pressionados pela entrada da nova safra brasileira no mercado, e também a transferência da demanda dos EUA para o Brasil



Fator Chipre leva bolsas asiáticas a perderem no fechamento

Os mercados de ações da Ásia fecharam em direções divergentes nesta quarta-feira, uma vez que as preocupações sobre o Chipre continuaram a pesar sobre a confiança do investidor. Ao mesmo tempo, um forte desempenho de bancos e desenvolvedores levou os mercados chineses ao terreno positivo. No Japão, a Bolsa de Tóquio não abriu por causa de um feriado nacional.
A incerteza permaneceu sobre a situação no Chipre, visto que o plano para taxar os depósitos bancários locais não conseguiu ser aprovado no Parlamento do país. O imposto foi proposto no fim de semana como forma de ajudar a financiar um pacote de socorro para os bancos nacionais.
O plano para o Chipre deixou os investidores nervosos, pois levantou temores de que o polêmico imposto poderia minar a confiança dos poupadores da zona do euro. Com o imposto agora rejeitado, a forma de resgate do país ainda não está clara, mas temores sobre o risco de contágio diminuíram. O Banco Central Europeu (BCE) disse que dará apoio aos bancos do Chipre.
"A questão de Chipre está longe de terminar", disse Stan Shamu, estrategista de mercado da IG Markets, em Melbourne. "Eu não acho que será uma situação em que o BCE intervirá e não temos de nos preocupar com isso."
O euro subiu um pouco ante o dólar durante a sessão asiática, atingindo US$ 1,2906 em comparação com US$ 1,2883 no final da tarde de terça-feira em Nova York.
Os mercados japoneses estavam fechados por causa de um feriado na quarta-feira. Mas o iene se enfraqueceu levemente contra o dólar - a moeda norte-americana estava em 95,31 ienes no fim da sessão da Ásia, em comparação com 95,16 ienes no fim da tarde em Nova York.
Com o Japão fechado, o próximo catalisador da taxa de câmbio entre o dólar e o iene pode ser a reunião do FOMC do Federal Reserve. O banco central dos EUA deve anunciar a sua decisão de política monetária no final do dia, o que será examinada em busca de pistas sobre o rumo da política monetária da maior economia do mundo.
As ações na Austrália fecharam em queda, com o índice S&P/ ASX 200 caindo 0,4%, para 4.967,30 pontos, depois de atingir o menor nível em seis semanas a 4.937,50 pontos no início do pregão. As preocupações sobre a Europa continuaram a pesar sobre o mercado australiano.
As mineradoras em Sydney recuaram após o Goldman Sachs reduzir sua previsão para o preço do minério de ferro. A Rio Tinto caiu 2% e BHP Billiton perdeu 2,7%.
O índice Kospi, da Coreia do Sul, recuou 1%, para 1.959,41 e o índice Taiwan Weighted caiu 0,5% para 7.790,03 pontos. Nas Filipinas, o índice PSEi, da Bolsa de Manila, também fechou em terreno negativo, com queda de 0,1%, a 6.419,62 pontos, depois de atingir uma mínima intraday 6.310,37 pontos e uma máxima de 6.471,98 pontos.
Os mercados chineses contrariaram os declínios regionais, subindo antes da divulgação dos dados preliminares da indústria chinesa referente ao mês de março. O índice de gerentes de compra preliminar do setor industrial deve ser publicado nesta quarta-feira à noite.
As ações chinesas terminaram em terreno positivo. O índice Xangai Composto, saltou de 2,7%, para 2.317,37 pontos e o índice Shenzhen Composto subiu 2,7%, para 949,82 pontos. O índice Hang Seng, de Hong Kong, acabou em alta de 1% a 22.256,44 pontos.
Setores que haviam caído recentemente se recuperaram na quarta-feira. As incorporadoras imobiliárias tiveram bom desempenho, com a Holdings Country Garden saltando 9,4% em Hong Kong depois de uma série de comentários positivos feitos por analistas após a divulgação dos seus resultados anuais de 2012.
Os bancos chineses também avançaram antes do início de sua temporada de balanços, que começa na sexta-feira. A China Construction Bank saltou 2,6% em Hong Kong.

Também em Hong Kong, a Geely Automobile Holdings subiu 5,1% depois de a montadora chinesa anunciar um aumento de 32% em seu lucro líquido em 2012. As informações são da Dow Jones.


terça-feira, 19 de março de 2013

Mercado noturno sinalizando recuperação.


O mercado após cerca de cinco pregões com expressivas baixas na bolsa de Chicago exibe uma ligeira reação nessa manhã para soja e para o milho. Os preços trabalham com pequenas altas entre 2 e 3 pontos nos principais vencimentos.
Nesta segunda-feira a realização de lucros ainda foi intensificada pela noticias negativa vindas da Zona do Euro com proposta de pacote de resgate à economia do Chipre, novo fator que abala a confiança do bloco econômico.