Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Dólar opera em queda no último dia de setembro

O dólar comercial opera em queda nesta segunda-feira (30), após três dias seguidos de alta. Perto das 9h15 (horário de Brasília), a moeda norte-americana tinha queda de 0,33%, a R$ 2,2501 para a venda. Veja cotação
Na sexta-feira, o dólar fechou em alta pelo terceiro dia seguido, afetado por temores sobre um possível calote da dívida dos Estados Unidos. A moeda fechou o dia cotada a R$ 2,2575 para a venda, em alta de 0,5%. Na última semana, o dólar teve alta de 1,71%. No mês, no entanto, a moeda ainda tem queda de 5,35%.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Dólar volta a ser negociado abaixo de R$ 2

 O dólar opera na mínima do dia, em queda de 1,04%, a R$ 1,996, menor cotação intradia desde 21 de março - quando, no fechamento, superou a marca de R$ 2 pela primeira vez desde o fim de janeiro.
O fluxo maior de entradas pela conta financeira, combinado com o volume mais fraco, acaba potencializando a queda da moeda, segundo operadores. Assim como ontem, a baixa até agora tem detonado operações de “stop loss” de investidores comprados na moeda americana, o que ajuda a acelerar o movimento de retração do dólar ante o real.
A expectativa de que o Japão vá injetar ainda mais moeda na economia para tentar recuperar seu crescimento, em conjunto com a continuidade dos programas de estímulo monetário dos Estados Unidos libera ainda mais liquidez no mundo, parte da qual acaba chegando ao Brasil e pressionando o dólar para baixo.
“Apesar de o Brasil ter perdido parte de sua atratividade do passado para investidores japoneses, a necessidade de diversificação de portfólio sozinha já justifica a troca de ienes por outras moedas, inclusive a local”, disse Gabriel Gersztein, estrategista-chefe da ICAP Brasil. “Na prática, isso significa mais pressão de baixa para o dólar.”
No exterior, o dólar também opera em queda ante outras moedas emergentes, com baixa de 0,40% em relação ao peso mexicano e de 0,50% frente o rand sul-africano. Em relação ao euro, a divisa americana registra queda de 0,66%.

Euro opera perto da estabilidade

O euro subiu levemente ante o dólar durante a sessão europeia, após os dados do setor industrial alemão superarem as estimativas do mercado, enquanto os movimentos nos mercados cambiais estão muito moderados antes da divulgação do relatório de empregos (payroll) nos EUA, prevista para as 9h30 (de Brasília).

Mais cedo, o euro atingiu uma nova máxima intradia de US$ 1,2939 após o relatório das encomendas à indústria da Alemanha aumentarem 2,3% em fevereiro, após analistas projetarem um aumento de 1,2%. As vendas no varejo da zona do euro recuaram 0,3% em fevereiro, abaixo das expectativas de queda de 0,4%.

A maior parte das expectativas sobre o relatório de empregos nos EUA diminuiu após a divulgação do relatório sobre a criação de empregos no setor privado, que ficou abaixo do esperado. A ADP afirmou na quarta-feira (03) que o número de empregos no setor privado aumento 158 mil em março, ante projeção de alta de 192 mil.

De acordo com o Citigroup, as previsões sobre o payroll parecem estar em uma faixa apertada incomum de entre 175 mil e 190 mil. O banco disse que isso não representa um grande grau de desvio em relação aos meses anteriores, mas o mercado está definitivamente se inclinando para o lado negativo.

Os economistas ouvidos pela Dow Jones disseram que preveem um aumento de 200 mil empregos em março e uma taxa de desemprego inalterada de 7,7%.

Entre outras moedas, o iene recuou em relação a todas as grande moedas e atingiu uma mínima em três anos e meio em relação ao dólar. O Banco do Japão (BoJ) introduziu um programa de relaxamento quantitativo na quinta-feira, aumentando expectativas que as carteiras estarão mudando para ativos mais arriscados.

Às 9h (de Brasília), o euro estava em US$ 1,2934, de US$ 1,2936 na quinta-feira. O dólar estava em 96,20 ienes, de 96,35 ienes, na quinta-feira. O euro estava em 124,41 ienes, de 124,62 ienes. A livra operava em US$ 1,5229, de US$ 1,5236 na quinta-feira. As informações são da Dow Jones.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Exportações norte-americanas de milho totalizaram 486,16 mil toneladas

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), as exportações norte-americanas de milho totalizaram 486,16 mil toneladas na semana encerrada no dia 28/3. Esse volume é 11,1% maior frente as 437,54 mil toneladas da semana anterior.

O Departamento divulgou ainda que no acumulado do ano safra, que se inicia em setembro, os Estados Unidos exportaram 10,96 milhões de toneladas, enquanto no mesmo período do ano passado, esse volume foi de 24,23 milhões de toneladas.

Desde a divulgação do relatório de intenção de plantio na última quinta-feira (28) o mercado segue estremecido com o aumento da estimativa dos estoques de milho norte americano, que deve ficar em 137,2 milhões de toneladas. O esperado pelo mercado era de 124,1 milhões de toneladas.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Tóquio fecha em queda de 1,1%

As ações na Bolsa de Tóquio fecharam em queda nesta terça-feira, uma vez que o iene pesou sobre o pregão, levando os exportadores de tecnologia, como a Nikon e a Canon, a perdas. Por outro lado, os comentários do presidente do Banco do Japão, Haruhiko Kuroda, ajudaram a puxar papéis de empresas do setor financeiro e imobiliárias para cima.
O índice Nikkei perdeu 1,1%, terminado o pregão em 12.003,43 pontos, após queda de 2,1% na sessão anterior. Intraday, o índice caiu para o menor nível desde 6 de março.
O volume de negociações foi pesado, com 3,77 bilhões de ações comercializadas sob o valor de mais de 2,5 trilhões de ienes.
O índice Nikkei abriu em queda, permanecendo bem abaixo do ponto de equilíbrio até o intervalo da sessão uma vez que o iene se fortaleceu ainda mais contra outras moedas.
Comentários feitos pelo presidente do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês), Haruhiko Kuroda, reafirmando que o banco central vai "dar passos ousados, tanto em quantidade quanto em qualidade", para atingir a meta de inflação de 2,0% em cerca de dois anos, posteriormente animaram a base de investidores individuais, puxando o Nikkei quase de volta ao nível de estabilidade perto do horário do intervalo.
As ações de bancos e imobiliárias, naturalmente influenciados pelos pronunciamentos de política monetária, avançaram acentuadamente após comentários de Kuroda, fechando o dia entre os melhores desempenhos por setor.
O Mitsubishi UFJ Financial Group adicionou 2,3% e a Mitsui Fudosan ganhou 4,4%.
No entanto, o enfraquecimento do dólar durante a segunda parte da sessão desencadeou mais vendas. A moeda dos EUA estava mudando de mãos em torno de 92,80 ienes por volta das 3h (em Brasília), horário do fechamento do pregão em Tóquio.
Os exportadores de tecnologia lideraram o mercado para baixo, com a Canon caindo 3,4% e a Nikon recuando 3,2%. A Tokyo Electron perdeu 3,7%.
A Nikon foi atingida por uma matéria do Nikkei que alegava que o lucro operacional do grupo da empresa deve afundar 44% para pouco mais de 45 bilhões de ienes no período fiscal encerrado no domingo, abaixo da projeção da empresa de 48 bilhões de ienes.
Entre os grandes fabricantes de automóveis, a Honda Motor perdeu 2,6%, enquanto a Toyota Motor caiu 3,0%.
Normalmente defensivos, os fabricantes de medicamentos não foram imunes à pressão de venda, com a Astellas Pharma caindo 1,4% e a Takeda Pharmaceutical perdendo 2,5%. As informações são da Dow Jones.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Mercado de câmbio inicia abril atento ao exterior


O mercado de câmbio doméstico começa a semana e o mês de abril, nesta segunda-feira, atento à volatilidade do dólar no exterior e à discussão interna sobre o rumo da política monetária e do próprio câmbio. Após encerrar março a R$ 2,0220 (+0,70%) no balcão, com valorização mensal de 2,33%, o dólar à vista abriu esta segunda-feira com leve queda, a R$ 2,020 (-0,10%).

No mercado futuro, o contrato da moeda para vencimento em 1º de maio começou a ser negociado a R$ 2,0270 (-0,20%) e, até 9h16, atingiu uma máxima de R$ 2,0315 (+0,02%). Na quinta-feira passada, esse vencimento de dólar terminou a R$ 2,0310 (+0,52%).

A leve queda da moeda ante o real na abertura está em sintonia com o desempenho da divisa dos EUA no exterior. Ao longo do dia, a tendência é de a moeda exibir uma volatilidade estreita, uma vez que o feriado prolongado na Europa pode reduzir um pouco a liquidez nos mercados. "O dólar tende a oscilar perto da estabilidade. É preciso um fato novo negativo para a moeda busca patamares mais altos", disse um operador de câmbio um banco.

Na semana passada, em meio a uma tensa discussão sobre o rumo da inflação e da política monetária brasileira, os agentes de câmbio testaram o Banco Central, puxando o dólar para perto de R$ 2,03. Quando o dólar atingiu o patamar de R$ 2,0280 no balcão, o Banco Central interveio com um leilão de swap cambial - sinalizando que este nível pode ser um novo teto informal de preço.

A alta do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) para +0,72% em março, ante 0,33% em fevereiro, divulgada nesta segunda-feira pode sustentar certa cautela dos investidores com a inflação doméstica. Já nos Estados Unidos, saem os índices ISM e Markit sobre a indústria, ambos referentes ao mês passado. Também nesta segunda-feira, serão conhecidos os números da balança comercial brasileira nos três primeiros meses do ano. Na Pesquisa Focus, do Banco Central, as projeções dos investidores para o câmbio seguiram em R$ 2,00 para o fim de 2013 e em R$ 2,05 para o fim de 2014.

A agenda semanal também prevê outros importantes indicadores internos e externos, que também irão direcionar os investidores. Na terça-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informa o resultado de fevereiro da produção industrial. Já na zona do euro será anunciado o índice de atividade (gerentes de compras) do bloco econômico em março, juntamente com a taxa de desemprego na região no período. Outros destaques do calendário serão as reuniões de política monetária dos bancos centrais da Inglaterra (BoE), zona do euro (BCE) e do Japão (BoJ), na quinta-feira, e os números oficiais do mercado de trabalho nos EUA (payroll), na sexta-feira.

Em Nova York, às 9h19, o euro estava em US$ 1,2803, de US$ 1,2820 no fim da tarde de sexta-feira. O dólar recuava a 93,77 ienes, de 94,25 ienes na sexta-feira. A moeda norte-americana tinha leve queda ante o dólar canadense (-0,07%) e o peso mexicano (-0,06%) e ligeira alta ante o peso chileno (+0,16%) e a 

quinta-feira, 28 de março de 2013

Estoques de milho abaixo de 10% em relação a março de 2012, soja para baixo 27% e todos os estoques de trigo acima de 3%.‏


Estoques de milho em todas as posições em 01 de março de 2013 totalizou 5,40 bilhões de bushels, abaixo de 10% em relação a de 1 de março de 2012. Do total das ações, 2,67 bilhões de bushels estão armazenados em fazendas, uma queda de 16% de um ano antes. Off-fazenda, a 2,73 bilhões de bushels, estão abaixo de 4 por cento de um ano atrás. Dezembro de 2012 - fevereiro 2013 indicou o desaparecimento/consumo de 2.63 bilhões de bushels, contra 3,62 bilhões de bushels durante o mesmo período no ano passado.

Soja armazenados em todas as posições em primeiro de março de 2013 totalizaram 999 milhões de bushels, abaixo de 27% em relação a de 1 de março de 2012. Estoques de soja armazenados em fazendas são estimadas em 457 milhões de bushels, queda de 18 por cento de um ano atrás. Off-fazenda, em 543 milhões de bushels, estão abaixo de 34% a partir de março. Indicado para o desaparecimento/consumo Dezembro de 2012 - fevereiro 2013 trimestre totalizou 967 milhões de bushels, queda de 3 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior.


Todos trigo armazenado em todas as posições em 01 de março de 2013 totalizou 1,23 bilhões de bushels, acima de 3% de um ano atrás. Na apuração de estoques são estimados 237 milhões de bushels, acima de 9 por cento a partir de março. Off-fazenda, em 997 milhões de bushels, estão acima de 2% de um ano atrás. Dezembro de 2012 - fevereiro 2013 indicaram desaparecimento/consumo de 436 milhões de bushels, queda de 6% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Estoques de trigo duro em todas as posições em 01 de março de 2013 totalizou 42,4 milhões de bushels, um aumento de 18% de um ano atrás. Na exploração ações, em 21,4 milhões de bushels, são até 20% a partir de 1 de março de 2012. Off-fazenda estoques totalizaram 21,0 milhões de bushels, um aumento de 17% de um ano atrás. Dezembro de 2012 - fevereiro 2013 indicou o desaparecimento de 18,6 milhões de bushels é de até 52% sobre o mesmo período um ano antes.
Estoques de cevada em todas as posições em 1 de março de 2013 totalizaram 116 milhões de bushels, acima de 24% a partir de 01 de março de 2012. Na apuração de estoques estão estimados em 35,2 milhões de bushels, 33% acima de um ano atrás. Off-fazenda, em 81,2 milhões de bushels, estão 21% acima de março de 2012. Dezembro de 2012 - fevereiro 2013 indicou o desaparecimento/consumo totalizando 41,7 milhões de bushels, 8% abaixo do mesmo período do ano anterior.
Aveia armazenados em todas as posições em 01 de março de 2013 totalizou 52,6 milhões de bushels, 30% dos estoques em 1 de março de 2012. Do total das ações em mãos, 18,9 milhões de bushels estão armazenados em fazendas, uma queda de 4 por cento de um ano atrás. Off-fazenda estoques totalizaram 33,7 milhões de bushels, abaixo de 39% em relação ao ano anterior. Desaparecimento/consumo indicada durante Dezembro de 2012 - fevereiro 2013 totalizou 20,6 milhões de bushels, até 374% em relação ao mesmo período um ano atrás.
Sorgo armazenado em todas as posições em 1 de março de 2013 totalizou 91,4 milhões de bushels, abaixo de 15% de um ano atrás. Na apuração em 10,9 milhões de bushels, estão abaixo de 15% a partir de março. Off-fazendas em 80,5 milhões de bushels, estão abaixo de 15% ante o ano anterior. Dezembro de 2012 - fevereiro 2013 indicou o desaparecimento/consumo de todas a variedades de 48,5 milhões de bushels, acima de 13% por cento sobre o mesmo período do ano passado.
Estoques de girassol em todas as posições em 01 de março de 2013 totalizaram £ 1190000000, até 31% a partir de 01 de março de 2012. Todos os estoques armazenados nas fazendas totalizaram 574.000.000 £ e não-agrícolas estoques totalizaram £ 621.000.000. Os estoques de óleo de semente de girassol são 1,00 milhões de libras; deste total, £ 503.000.000 são estoques de exploração e £ 499.000.000 são estoques não-agrícolas. Estoques não-óleo de girassol totalizaram £ 192.000.000, com £ 70.400.000 armazenados nas fazendas e 122.000.000 £ armazenados fora das fazendas.

FECHAMENTO EM 28/03/2013
Dólar R$ 2,0200(0,5470)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (-49,4) 14,04
JUL13 (-45,6) 13,85
AUG13(-38,6) 13,46
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (-40,0) 6,95
JUL13 (-40,0) 6,76
SET13 (-40,0) 5,63

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 49,20
Sorriso: R$ R$ 45,50
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 15,20
Sorriso: R$ 13,80




Análise Pré-Relatório


Allendale Inc., McHenry, Illinois, divulgou os resultados de sua pesquisa de intenções de plantio, recentemente, que mostrava  que os produtores podem plantar a segunda maior área cultivada com o milho já este ano, de 96,956 milhões de hectares, perdendo apenas para a do ano passado 97,155 milhões de hectares. As estimativas das corretoras ainda que assumindo uma tendência de rendimento de 156,97 bushels por acre significaria que a produção total de milho pode atingir 13,912 bilhões de bushels, o que seria 29 por cento maiores do que a do ano passado, 10,78 bilhões de bushels.
Embora não seja tão alta como em suas estimativas de área cultivada anteriores, Informa Economics, uma empresa privada de previsões com sede em Memphis - Tennessee, agora destaca plantações de milho em um recorde de 97.750.000 hectares, uma queda de 1,6% de sua estimativa de janeiro de 99,3 milhões de hectares.
"A seca está lentamente recuando no cinturão do milho ocidental", diz Chad Hart, economista agrícola da Iowa State University. No entanto, a grave seca excepcional tem ainda um controle sobre a maior parte da área de milho ocidental.
"O Cinturão do Milho oriental poderia ver os rendimentos de tendência no milho, e se as médias do milho ocidental são de 140 bushels por acre, ainda estamos falando de uma cultura de milho “whopper"(grande), diz Hart. "A menos que a seca se intensifique e prejudique o leste outra vez, nós estamos olhando para uma safra de milho de 13000 a 14000 milhões de bushels. Com “uma tendência de rendimento de 164 bushels por acre, a produção de milho pode atingir 14,5 bilhões de bushels.”
Recorde de soja, como?
De acordo com estimativas da Allendale o plantio de soja para os produtores pode atingir 78.324 milhões de hectares de soja, uma área plantada recorde. Allendale ainda estima uma tendência de rendimento de 43,35 bushel por acre e iria produzir 3,349 bilhões de bushels de soja, o nível de produção segundo maior recorde e 11 por cento maior do que no ano passado 3, 015 bilhões de bushels.
Hart espera que área plantada destinada ao milho poderia dar lugar  para a soja  de acordo com a progreção da estação. Em 13 dos últimos 20 anos, diz ele, os atrasos de plantio resultou em menos hectares de milho e mais hectares de soja do que os relatórios projetavam para as plantações.
A projeção para hectares de soja é de 78,5 milhões de hectares, superior ao estimado pela Allendale, mas menor do que sua previsão de janeiro de 78,8 milhões.
Com a projeção de área plantada recorde tanto para milho e soja, de onde virá a terra adicional? Algumas virão de pastagem, algumas a partir de outras culturas menores, algumas de área de algodão e algumas do Programa de Conservação de Reserva, observa Hart.
Estoques ainda apertados
Allendale também divulgou estimativas para o relatório trimestral de grãos para o próximo Stocks. Para o milho, Allendale coloca estoques a 5,07 bilhões de bushels, comparado com estoques de 8,03 bilhões no final de 2012. A empresa estima estoques de soja de 912 milhões de bushels, abaixo dos 1,97 bilhões no final de 2012. Se realizado, os estoques de milho e soja seria substancialmente mais baixo em relação a 01 de março de 2012, quando os estoques de milho foram 6,023 bilhões de bushels e estoques de soja foram 1, 375 bilhões de bushels.

Dólar à vista fecha em leve queda, mas mantém R$ 2

Depois que o Banco Central voltou a atuar no mercado de câmbio, o dólar à vista -referência nas negociações do mercado financeiro- fechou em leve queda de 0,04%, para R$ 2,011 na venda.
A autoridade efetuou um leilão de swap cambial tradicional -que equivale a venda de dólares no mercado futuro- hoje, ofertando 20 mil contratos com vencimento em 2 de maio de 2013. A operação movimentou US$ 995,1 milhões, segundo o BC.
A operação ocorreu às 11h20 (horário de Brasília), quando o dólar à vista atingiu sua cotação máxima no dia, de R$ 2,027 na venda. Cinco minutos depois, a moeda caiu para R$ 2,004.
O dólar comercial, utilizado no comércio exterior, registrou baixa de 0,34% no dia, terminando cotado a R$ 2,010 na venda. Ontem, o dólar comercial fechou em seu maior nível desde 25 de janeiro.
No início da semana, operadores de mercado já haviam alertado que a valorização do dólar, apesar de estar em linha com o exterior, poderia levar à intervenção do Banco Central, uma vez que a moeda está acima do nível de R$ 2, considerado por muitos analistas o teto de uma banda informal cujo piso seria R$ 1,95.
A última vez que o BC havia interferido no mercado de câmbio para abaixar a cotação da moeda havia sido em 28 de janeiro deste ano, quando o dólar ultrapassou R$ 2.
Em 11 de março, a autoridade promoveu um leilão de swap cambial reverso, que equivale a uma compra de dólares no mercado futuro, para aumentar a cotação da moeda americana, quando ela chegou a R$ 1,95. 
(Folhapress)