Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



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quinta-feira, 28 de março de 2013

Estoques de milho abaixo de 10% em relação a março de 2012, soja para baixo 27% e todos os estoques de trigo acima de 3%.‏


Estoques de milho em todas as posições em 01 de março de 2013 totalizou 5,40 bilhões de bushels, abaixo de 10% em relação a de 1 de março de 2012. Do total das ações, 2,67 bilhões de bushels estão armazenados em fazendas, uma queda de 16% de um ano antes. Off-fazenda, a 2,73 bilhões de bushels, estão abaixo de 4 por cento de um ano atrás. Dezembro de 2012 - fevereiro 2013 indicou o desaparecimento/consumo de 2.63 bilhões de bushels, contra 3,62 bilhões de bushels durante o mesmo período no ano passado.

Soja armazenados em todas as posições em primeiro de março de 2013 totalizaram 999 milhões de bushels, abaixo de 27% em relação a de 1 de março de 2012. Estoques de soja armazenados em fazendas são estimadas em 457 milhões de bushels, queda de 18 por cento de um ano atrás. Off-fazenda, em 543 milhões de bushels, estão abaixo de 34% a partir de março. Indicado para o desaparecimento/consumo Dezembro de 2012 - fevereiro 2013 trimestre totalizou 967 milhões de bushels, queda de 3 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior.


Todos trigo armazenado em todas as posições em 01 de março de 2013 totalizou 1,23 bilhões de bushels, acima de 3% de um ano atrás. Na apuração de estoques são estimados 237 milhões de bushels, acima de 9 por cento a partir de março. Off-fazenda, em 997 milhões de bushels, estão acima de 2% de um ano atrás. Dezembro de 2012 - fevereiro 2013 indicaram desaparecimento/consumo de 436 milhões de bushels, queda de 6% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Estoques de trigo duro em todas as posições em 01 de março de 2013 totalizou 42,4 milhões de bushels, um aumento de 18% de um ano atrás. Na exploração ações, em 21,4 milhões de bushels, são até 20% a partir de 1 de março de 2012. Off-fazenda estoques totalizaram 21,0 milhões de bushels, um aumento de 17% de um ano atrás. Dezembro de 2012 - fevereiro 2013 indicou o desaparecimento de 18,6 milhões de bushels é de até 52% sobre o mesmo período um ano antes.
Estoques de cevada em todas as posições em 1 de março de 2013 totalizaram 116 milhões de bushels, acima de 24% a partir de 01 de março de 2012. Na apuração de estoques estão estimados em 35,2 milhões de bushels, 33% acima de um ano atrás. Off-fazenda, em 81,2 milhões de bushels, estão 21% acima de março de 2012. Dezembro de 2012 - fevereiro 2013 indicou o desaparecimento/consumo totalizando 41,7 milhões de bushels, 8% abaixo do mesmo período do ano anterior.
Aveia armazenados em todas as posições em 01 de março de 2013 totalizou 52,6 milhões de bushels, 30% dos estoques em 1 de março de 2012. Do total das ações em mãos, 18,9 milhões de bushels estão armazenados em fazendas, uma queda de 4 por cento de um ano atrás. Off-fazenda estoques totalizaram 33,7 milhões de bushels, abaixo de 39% em relação ao ano anterior. Desaparecimento/consumo indicada durante Dezembro de 2012 - fevereiro 2013 totalizou 20,6 milhões de bushels, até 374% em relação ao mesmo período um ano atrás.
Sorgo armazenado em todas as posições em 1 de março de 2013 totalizou 91,4 milhões de bushels, abaixo de 15% de um ano atrás. Na apuração em 10,9 milhões de bushels, estão abaixo de 15% a partir de março. Off-fazendas em 80,5 milhões de bushels, estão abaixo de 15% ante o ano anterior. Dezembro de 2012 - fevereiro 2013 indicou o desaparecimento/consumo de todas a variedades de 48,5 milhões de bushels, acima de 13% por cento sobre o mesmo período do ano passado.
Estoques de girassol em todas as posições em 01 de março de 2013 totalizaram £ 1190000000, até 31% a partir de 01 de março de 2012. Todos os estoques armazenados nas fazendas totalizaram 574.000.000 £ e não-agrícolas estoques totalizaram £ 621.000.000. Os estoques de óleo de semente de girassol são 1,00 milhões de libras; deste total, £ 503.000.000 são estoques de exploração e £ 499.000.000 são estoques não-agrícolas. Estoques não-óleo de girassol totalizaram £ 192.000.000, com £ 70.400.000 armazenados nas fazendas e 122.000.000 £ armazenados fora das fazendas.

FECHAMENTO EM 28/03/2013
Dólar R$ 2,0200(0,5470)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (-49,4) 14,04
JUL13 (-45,6) 13,85
AUG13(-38,6) 13,46
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (-40,0) 6,95
JUL13 (-40,0) 6,76
SET13 (-40,0) 5,63

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 49,20
Sorriso: R$ R$ 45,50
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 15,20
Sorriso: R$ 13,80




segunda-feira, 18 de março de 2013

Problemas na zona do euro voltam a prejudicar as bolsas


A soja despenca nessa segunda-feira na Bolsa de Chicago. O mercado financeiro é o principal fator de pressão negativa para os preços não só da soja como das demais commodities agrícolas. Diante disso, a crise na Zona do Euro bem como a confiança do bloco econômico volta ao foco e estimulam uma maior aversão ao risco por parte dos investidores. 

O cenário, portanto, se complementa com bolsas de valores em baixa ao redor do mundo e o dólar em alta. O avanço do dólar acaba também pesando nos preços e pressionando ainda mais o mercado. 

Essa é a primeira vez, desde o início da crise financeira na União Européia, que um pacote de ajuda conta com uma medida tão impopular. Dessa forma, volta a crescer a desconfiança sobre a real situação do sistema bancário da Zona do Euro. 

A notícia do pacote de ajuda ao Chipre, portanto, trouxe de volta uma preocupação com a situação da Zona do Euro, e intensificou a liquidação de posições por parte dos investidores, os quais buscam ativos mais seguros.

FECHAMENTO EM 18-03-13
Dólar R$ 1,9876(0,3530)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (-17,0) 14,09
JUL13 (-16,4) 13,94
AUG13(-13,6) 13,56
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel

MAY13 (+2,0) 7,19
JUL13 (+1,0) 7,01
SET13 (+1,2)5,88
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 46,00
Sorriso: R$ R$ 40,50
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 15,20
Sorriso: R$ 13,40

Pré-relatório de plantio 2013 dos EUA.


Os produtores dos EUA vão plantar mais milho e soja do que a previsão do governo no mês passado, de acordo com um levantamento dos produtores de Allendale Inc. o plantio de trigo vai subir pelo terceiro ano consecutivo.

Os produtores indicaram que irão semear 96, 956 milhões de hectares de milho, disse Allendale em um comunicado enviado por email. É uma queda em relação ao ano passado que foi plantado 97, 155 milhões de hectares, o governo informou no relatório do mês passado que o plantio da safra 2013 vai ser de 96,5 milhões (previsão em 22 de fevereiro).
A plantação de soja subirá para 78.324 milhões de hectares contra 77.198 milhões no ano passado, de acordo com uma pesquisa anual dos agricultores, que foi realizada este ano entre 25 fevereiro - 8 março. O USDA informou no relatório do mês passado que a área plantada de soja seria de 77,5 milhões de hectares.
A área plantada combinada com todas as variedades de trigo irá subir para 56, 261 milhões de hectares contra 55,736 milhões em 2012, de acordo com a pesquisa realizada. 
No mês passado, o USDA informou que os agricultores irão semear 56 milhões de hectares.
O USDA em 28 de março ira divulgar os resultados de uma pesquisa nacional de intenção de plantio.    

quinta-feira, 7 de março de 2013

Padrão de sustentabilidade necessárias para apoiar as exportações de soja


 A falta de um padrão unificado, sustentabilidade generalizada ameaça a capacidade da norte-grown soja para competir internacionalmente. Esse foi o aviso entregue por um painel de especialistas em sustentabilidade na conferência  Commodity clássico 2013 em Kissimmee, na Flórida.
Há um movimento global para certificar culturas cultivadas de forma sustentável, disse Tim Venverloh, diretor de sustentabilidade para a ADM. O movimento internacional pode ter um grande impacto sobre os produtores dos EUA, uma vez que cerca de um terço da produção dos EUA é enviado ao exterior.
"Na Europa, eles não querem comprar produtos que prejudicariam e invadem áreas de biodiversidade", disse Venverloh. "Temos clientes globais já perguntando como os produtores americanos participam em biodiversidade. Essa conversa está ocorrendo, e se não se envolver, a mudança ocorrerá sem nós."
Tim Chamada, vice-presidente da United Soybean Board (USB), que moderou a sessão, observou que raramente a sustentabilidade surgiu em discussões com os compradores da China, o maior mercado de exportação dos EUA de soja, de longe."Agora estamos começando a ouvir alguns estrondoso da China, alguns da Índia, também a razão pode ser que eles estão exportando para alguns países[sobre sustentabilidade] agora.".
Christopher Brown, chefe de ética sustentável de abastecimento para ASDA Stores, uma cadeia de supermercados britânica, diz que os consumidores europeus de bom grado pagam mais por produtos produzidos de forma sustentável. Eles esperam encontrar produtos produzidos de forma sustentável nas prateleiras de suas lojas de supermercados do Reino Unido, assim como os consumidores americanos não "esperam comprar um casaco esportivo feito com o trabalho infantil."
Venverloh nota que diferentes regiões do mundo estão usando padrões de sustentabilidade diferentes. Algumas biodiversidades geram estresse, outros procuram proteger florestas tropicais. Nos Estados Unidos, "Nós não temos florestas tropicais, e não temos a demanda do consumidor para a produção sustentável."
Roger Wolf, diretor de programas e serviços ambientais para a Associação de soja de Iowa, executa dois programas de sustentabilidade, incluindo uma que informa a quantidade de nutrientes para agricultores aplicar, onde e quando. Ele encontra muito ceticismo nos agricultores.
"Eles não sabem que eu já estou fazendo um bom trabalho?" alguns agricultores lhe dizem. Outros dizem: "Os clientes não querem realmente saber como meu feijão é produzido?"
"Este é um problema global", disse Wolf. A preocupação é crescente sobre o nitrogênio, fósforo e potássio que "agricultores gerenciar em uma base diária."
Lobo trouxe o público atualizado sobre ESTRELAS (Sistema de Acompanhamento de Avaliação de Sustentabilidade, e Classificação), um programa voluntário em sete estados executado em conjunto com as universidades de concessão de terra. Mais de 500 agricultores estão compartilhando informações sobre nutrientes, uso de energia e de solo para criar uma base de dados. A organização está a desenvolver planos de ação para ajudar os agricultores a alcançar a melhoria contínua.
"Se podemos cortar nossas entradas, vai beneficiar o meio ambiente", disse Chamada, observando que não é uma coisa boa quando os fertilizantes acabam em nosso abastecimento de água.
A falta de um padrão unificado nos consumidores americanos forças para educar-se.

FECHAMENTO EM 07-03-13
Dólar R$ 1,9600 (-0,3860)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (+16,215,00
MAY13 (+7,6) 14,73
JUL13 (+4,6) 14,53
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (+3,67,11
MAY13 (+2,4) 6,91
JUL13 (-0,4) 6,72
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 49,00
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 14,40

terça-feira, 5 de março de 2013

Menor aversão a risco deve pressionar dólar para baixo


A melhora do humor nos mercados internacionais, graças a dados econômicos favoráveis na Europa e a notícias mais animadoras vindas da China, deve tirar o impulso para ganhos do dólar ante o real nesta terça-feira. Além disso, a expectativa é positiva para a divulgação do índice de atividade dos gerentes de compra (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços nos Estados Unidos em fevereiro. Essa menor aversão a risco generalizada aumenta o apetite dos investidores por ações nas bolsas europeias e nos futuros de Nova York, ao mesmo tempo em que coloca o dólar mais fraco em relação ao euro, iene, e algumas moedas correlacionadas a commodities, como o dólar australiano e o dólar canadense.
"Apesar do descolamento que ocorreu ontem, o dólar deve continuar acompanhando hoje o cenário externo, podendo abrir perto da estabilidade, mas com tendência de depreciação", comentou um operador de câmbio na manhã desta terça-feira. Segundo ele, o investidor mantém ainda cautela, à espera do comunicado do Copom, a ser anunciado na reunião de quarta-feira.
Na segunda-feira, o dólar virou e passou a cair ante o real, influenciado, em parte, pela entrada de recursos financeiros corporativos, e também melhora nas bolsas em Nova York. A moeda negociada no balcão, à vista, fechou cotada a R$ 1,9760, em baixa de 0,30%.
Nos EUA, o índice de atividade do setor de serviços, divulgado nesta terça-feira, subiu a 56,0 em fevereiro, de 55,2 em janeiro.
Na China, o investidor se animou ao ouvir do primeiro-ministro, Wen Jiabao, que o país irá aumentar os gastos e a dívida pública para alcançar um crescimento ao redor de 7,5% neste ano, além de fortalecer os esforços para mudar a estrutura econômica. Essa notícia ofuscou o dado fraco do PMI HSBC do setor de serviços na China, que recuou para 52,1 em fevereiro, de 54,0 em janeiro.
Na Europa, as vendas no varejo da zona do euro cresceram 1,2% em janeiro, ante dezembro, superando a previsão de alta de 0,3%. Na comparação com janeiro de 2012, a atividade registrou queda de 1,3%, mas menor que o esperado (-2,9%). A alta nas vendas na margem foi a maior desde abril de 2011. Outro dado da região, no entanto, o PMI composto da zona do euro, caiu para 47,9 em fevereiro, ante 48,6 em janeiro e previsão de 47,3, sinalizando uma contração mais forte no mês passado.
Na Alemanha, ainda que o PMI de serviços tenha recuado para 54,7 em fevereiro, de 55,7 em janeiro, essa desaceleração foi menor do que a esperada, de 54,1. Com isso, o PMI composto alemão passou de 54,4 para 53,3, o que ainda indica expansão da atividade, por estar acima de 50. No Reino Unido, o PMI de serviços subiu para 51,8 em fevereiro, de 51,5 em janeiro, na maior alta desde setembro de 2012 e acima da previsão, de 51,0. Isso reduz a apostas de que o Banco Central da Inglaterra (BoE), possa sinalizar mais medidas de estímulos a caminho, na reunião de quinta-feira.
O dólar australiano ganhou força nesta terça-feira após Banco Central da Austrália (RBA) manter a taxa básica de juros inalterada em 3% ao ano, pelo segundo mês consecutivo, como era esperado. A justificativa do BC para a decisão foi a de que houve melhora modesta na economia e nas condições na Europa e China.
Às 12h50, o dólar comercial operava cotado a R$ 1,9680 (-0,40%). 

Fonte:Economia & negocios
FECHAMENTO EM 04-03-2013
Dólar R$ 1,9650 (-0,3600)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (+6,614,97
MAY13 (+4,2) 14,66
JUL13 (+15,0) 14,43
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (+9,07,32
MAY13 (+6,0) 7,09
JUL13 (+4,2) 6,86
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 49,50
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 14,40

CBOT: Com logística ineficiente no Brasil, soja volta a operar acima de US$15/bushel


Após encerrar a sessão anterior com altas de dois dígitos, os futuros da soja operam do lado positivo da tabela nesta terça-feira (5). Por volta das 12h30 (horário de Brasília) as principais posições negociadas na Bolsa de Chicago registravam ganhos de dois dígitos. O contrato março/13 conseguiu ultrapassar o patamar de resistência de US$ 15/bushel.

Segundo o economista da Granoeste Corretora de Cereais, Camilo Motter, os problemas logísticos têm exercido pressão positiva nos preços em Chicago.  E a ausência de produto brasileiro no mercado internacional influencia positivamente as cotações futuras, mas por outro lado  pressiona para baixo os preços pagos aos produtores.

“No Brasil, temos prêmios negativos para embarques imediatos. Temos um mercado interno na contramão, que acaba sendo prejudicado, embora visivelmente temos uma elevação nos preços lá fora”, explica Motter.

O economista destaca que a fila de navios nos portos esperando para carregar chega há 50 dias. Além disso, nos embarques, o grão ainda compete com o milho e o farelo de soja, o que dificulta o escoamento da produção de soja brasileira. Diante desse cenário, muitos países importadores, principalmente, a China, têm preferido comprar o grão nos EUA, que possui estoques ajustados, para se protegerem dos atrasos nos embarques pelos portos do país. 

As exportações norte-americanas permanecem em ritmo acelerado nessa temporada. O economista sinaliza que o país, já exportou até o momento 31.2 milhões de toneladas contra 24.7 milhões de toneladas registradas no mesmo período do ano passado. 

“Por outro lado, apesar desse quadro os preços futuros estão confinados em um patamar entre US$ 14/bushel, patamar que sugere aos investidores mais compras e US$ 15/bushel que está sendo entendido como um nível de venda. E a questão logística passa a ser nesse momento, o centro de formação de preços antes era o clima e nas próximas semanas o mercado deve começar a observar o plantio nos EUA”, acredita o economista.

Além disso, na sexta-feira (8) será divulgado o relatório de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). A expectativa do mercado, é que o departamento norte-americano reduza os estoques de soja do país. 

“Tudo indica que haja também uma redução na projeção da safra argentina, em função dos problemas climáticos, e o número da safra brasileira deve ser mantido. Depois disso, o mercado voltar às atenções para o clima nos EUA se será favorável para a produção de grãos, pois caso se concretize uma safra recorde, os preços futuros devem ficar pressionados no segundo semestre”, diz o economista.
Fonte: Notícias Agrícolas // Fernanda Custódio

segunda-feira, 4 de março de 2013

Dólar abre semana em alta


LONDRES - O dólar opera em alta, mas os movimentos do mercado de câmbio estão limitados pela reunião dos ministros de Finanças da zona do euro, o Eurogrupo, e pela agenda cheia do restante da semana - que inclui reuniões de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) e do Banco da Inglaterra (BoE) e a divulgação do Livro Bege do Federal Reserve.
O euro apresenta queda e oscila em torno de US$ 1,30 enquanto o Eurogrupo se prepara para discutir a extensão do prazo para que Portugal e Irlanda reembolsem os empréstimos tomados por meio dos programas de resgate internacional que receberam. A incerteza política na Itália também deverá ser debatida na reunião.
Além do BCE e do BoE, os bancos centrais da Austrália, do Canadá e do Japão também decidem sobre juros nesta semana. Embora a previsão seja de que todos mantenham a política monetária inalterada, serão importantes os sinais sobre o futuro, segundo analistas. "No geral esses bancos centrais estão se movendo em direção a uma política mais acomodatícia e isso provavelmente vai dar suporte para o dólar nesta semana", afirmou Kiran Kowshik, estrategista do BNP Paribas.
O interesse no dólar também vai sendo sustentado pelo anúncio do governo da China, no fim da semana passada, de novas medidas para conter o aumento dos preços dos imóveis. O dólar australiano caiu para o nível mais baixo em quase oito meses diante do dólar dos EUA, em razão dos receios de que o movimento chinês prejudique a demanda por commodities da Austrália.
A libra também se enfraqueceu diante do dólar, pressionada pela contração mais forte em mais de três anos no setor de construção do Reino Unido em fevereiro, como mostrado pela queda no índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor para 46,8, de 48,7 em janeiro.
Enquanto isso, o iene opera em leve alta diante do dólar, depois de o candidato do governo do Japão para a presidência do banco central do país, Haruhiko Kuroda, não dizer nada novo na audiência realizada nesta segunda-feira no parlamento.
Às 10h (de Brasília), o euro caía de US$ 1,3025 no fim da tarde de sexta-feira (01) para US$ 1,3011, e de 121,80 ienes para 121,71 ienes, enquanto o dólar recuava para de 93,60 ienes 93,55 ienes. A libra se recuperava das perdas do início da manhã e subia de US$ 1,5036 na sexta-feira (01) para US$ 1,5048. O índice do dólar medido pelo Wall Street Journal estava em 73,329, de 73,347. 
FONTE:Dow Jones economia.estadao

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Media de produção de colheira


Continuamos a colher a soja com um bom clima e boas chuvas devem fazer o milho produzir bem!
Está havendo atrasos na entrega das sementes de milho e isso pode prejudicar a produção no geral e ainda temos o fator que as chuvas em excesso atrapalharam a colheita da soja e prejudicou o inicio do plantio do milho safrinha!
Hoje eu conversei com alguns produtores de soja e sua média é de 50 sacas por ha na maioria das fazendas, é uma produção normal! A média pode cair porque muitas fazendas estão misturando a soja podre com soja de boa qualidade!
Na Argentina, o clima continua castigando lavouras, neste fim de semana choveu nas áreas mais importantes, mas não foram chuvas grandes.

O clima aqui agora é bom para a colheita de soja e para o milho se desenvolver.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Negado à Monsanto pedido de extensão de patente de soja transgênica


O ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou nesta quinta-feira (21) recurso especial da Monsanto Technology LLC, que pretendia ampliar a vigência da patente de soja transgênica. Seguindo jurisprudência consolidada pela Segunda Seção, o ministro entendeu que a patente vigorou até 31 de agosto de 2010. 

O recurso é contra decisão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, que reconheceu o vencimento da patente, pois a vigência de 20 anos começou a contar da data do primeiro depósito da patente no exterior, em 31 de agosto de 1990. No outro polo da ação está o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). 

No recurso, a Monsanto contestou o termo inicial da contagem do prazo de vigência da patente, que foi a data do primeiro depósito no exterior, pois este foi abandonado. Também sustentou que o processo deveria ser suspenso porque tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI 4.234) dos artigos 230 e 231 da Lei 9.279/96 (Lei de Propriedade Industrial), que tratam do depósito de patentes. 

Inicialmente, o ministro ressaltou que a pendência de julgamento no STF de ação que discute a constitucionalidade de lei não suspende a tramitação de processos no STJ. Há precedentes nesse sentido. 

No mérito, Cueva destacou que a Segunda Seção, que reúne as duas Turmas de direito privado, uniformizou o entendimento de que “a proteção oferecida às patentes estrangeiras, as chamadas patentes pipeline, vigora pelo prazo remanescente de proteção no país onde foi depositado o primeiro pedido, até o prazo máximo de proteção concedido no Brasil – 20 anos –, a contar da data do primeiro depósito no exterior, ainda que posteriormente abandonado”. 
Fonte: Superior Tribunal de Justiça

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Chicago: soja amplia ganhos e opera pelo terceiro dia em alta


A soja opera do lado positivo da tabela pelo terceiro dia consecutivo nesta quarta-feira (20) na Bolsa de Chicago. Por volta das 11h00 (horário de Brasília), os contratos trabalhavam dois dígitos de alta, ampliando os ganhos registrados na sessão anterior. 

De acordo com o analista de mercado da Agrinvest, Eduardo Vanin, no último final de semana o mercado aguardava chuvas nas principais regiões produtoras da Argentina. Entretanto, as precipitações foram esparsas e em volumes insuficientes para amenizar a situação das lavouras argentinas que são castigadas pelo tempo seco. Na última quinta-feira (14), a Bolsa de cereais de Buenos Aires informou que a safra argentina deve atingir 50 milhões de toneladas. 

“As temperaturas estão elevadas no país, e já temos estimativas de consultorias privadas considerando quebra entre 15% a 17% ante as projeções iniciais. A expectativa é que a produção alcance 50 milhões de toneladas. E o mercado está nervoso com essa situação”, afirma. 

Paralela ao ajustado quadro de oferta e demanda mundial, há também a volta da China ao mercado internacional de grãos. Após o feriado de Ano Novo no país, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) anunciou ontem (19), uma venda de 120 mil toneladas de soja em grão para a nação asiática, para serem entregues na temporada 2012/13. O que indica que a demanda pelo grão permanece aquecida.

O analista destaca que, a importação seria uma forma da China se proteger contra uma possível paralisação dos portos brasileiros. Na última segunda-feira (18), trabalhadores portuários de Santos invadiram um navio chinês em protesto. “Diante desse quadro, podemos ver a demanda se deslocando para os EUA, mas sabemos que os estoques norte-americanos são apertados”, relata o analista. 

E caso, as exportações dos Estados Unidos permaneçam em ritmo acelerado, é possível que o país tenha que importar soja mais para frente para cumprir os seus compromissos, conforme acredita Vanin. 

Milho – Na contramão da soja, os futuros do milho em campo misto nesta quarta-feira (20) em Chicago. O analista da Agrinvest, explica que, há um deslocamento da demanda dos compradores tradicionais para outras origens como Brasil e Ucrânia e a substituição do cereal por outros produtos. 

“Com isso, as vendas de milho dos EUA são cerca de 50% menores em comparação com a temporada anterior”, diz Vanin. Essa situação reflete nos preços futuros e também, segundo analistas, é visto pelo mercado como um fator de limitante de alta. 

CNA rejeita termos dos acordos individuais propostos pela Monsanto aos produtores de soja


A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) rejeita os acordos individuais que a Monsanto está apresentando aos produtores de soja, pois os mesmos não obedecem aos termos da Declaração de Princípios firmada entre as partes. 

Não tratamos, em nenhum momento, da forma de cobrança de royalties, apenas ressaltando que o respeito a patentes é um princípio aceito pela CNA e pelas federações signatárias como forma de incentivar a inovação e a tecnologia, tão importantes para o aumento da produtividade da agricultura brasileira.

O objetivo da CNA é e sempre foi oferecer oportunidade de escolha para aqueles produtores rurais que não dispõem dos recursos necessários para enfrentar longas batalhas judiciais, de resultados imprevisíveis.  Os termos da Declaração de Princípios são claros e tratam exclusivamente dos royalties referentes ao uso da semente de soja RR1.

A CNA, ao tomar conhecimento de que a Monsanto está incluindo no acordo individual o termo de licenciamento de outras tecnologias, que sequer estão no mercado, manifestou o seu repúdio ao comportamento adotado pela empresa, exigindo a anulação dos acordos individuais firmados fora dos termos pactuados.

Aguardamos a confirmação oficial da Monsanto quanto à decisão, já antecipada de forma verbal, de recolher os contratos até agora assinados. E que um novo documento que venha ser oferecido aos produtores rurais seja claro, de fácil compreensão e, principalmente, que respeite o que foi pactuado entre as partes na Declaração de Princípios.  
Fonte: AI - CNA

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

PEC permite concessão de terra indígena a produtor rural


A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 237/13, em análise na Câmara, permite a posse indireta de terras indígenas por produtores rurais. A PEC acrescenta um parágrafo à Constituição para determinar que a pesquisa, o cultivo e a produção agropecuária nas terras tradicionalmente ocupadas pelos índios poderão ocorrer por concessão da União, tendo em vista o interesse nacional.


O texto prevê que os produtores rurais que explorarem esses territórios deverão se comprometer com o aproveitamento racional e adequado do terreno e de seus recursos naturais, sendo proibida a exploração das riquezas do solo, de rios e de lagos existentes. Os concessionários deverão ainda observar as regras relativas às relações de trabalho e também a convivência harmônica e pacífica com os grupos indígenas.



Impedimentos



A PEC não permite a concessão de terras que se destinem a atividades produtivas do grupo indígena, à preservação dos recursos ambientais necessários a seu bem-estar ou à sua reprodução e à manutenção de seus costumes.



A concessão não poderá abranger mais da metade da área indígena demarcada e terá sempre prazo determinado. Aos índios fica assegurada a participação nos resultados da exploração agropecuária.



O autor da proposta, deputado Nelson Padovani (PSC-PR), argumenta que a parceria entre produtores e índios pode resultar em benefícios para os dois lados. Ele cita exemplo de parceria em Mato Grosso entre produtores e os parecis da terra indígena Utiariti. “Há oito anos eles viviam na penúria. Uma parceria com produtores rurais da região transformou suas vidas. Os fazendeiros forneceram máquinas e insumos para o plantio de soja e girassol”, diz Padovani.



Esse caso, segundo o parlamentar, leva a uma reflexão sobre as reais necessidades da população indígena. “Enquanto a Funai [Fundação Nacional do Índio] e as organizações não governamentais cuidam apenas de seus interesses políticos, a vida financeira dos índios se deteriora cada vez mais. A miséria, as doenças, o tráfico de drogas e o consumo de álcool avançam em terras indígenas”, aponta o deputado.



Tramitação



A proposta será analisada Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania. Se aprovada, será examinada por uma comissão especial e, posteriormente, votada em dois turnos pelo Plenário.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Soja: diante de baixos estoques, cotações registram altas expressivas em Chicago


Após o feriado do Dia do Presidente, comemorado ontem (18) nos EUA, a soja trabalha com altas expressivas nesta terça-feira (19). Por volta das 15h20 (horário de Brasília) as principais posições, negociadas na Bolsa de Chicago ganhavam mais de 40 pontos. O vencimento maio, referência para a safra brasileira, operava US$ 14,57/bushel. 

De acordo com o consultor de mercado, Liones Severo, os fundamentos no mercado de commodities agrícolas são fortes, e essa elevação nos preços futuros representa a situação apertada dos estoques mundiais da soja. E os atrasos dos embarques da soja através dos portos brasileiros impedem que os produtos cheguem à velocidade necessária ao mercado, conforme sinaliza o consultor. 

Além disso, a demanda chinesa pelo grão permanece aquecida e não dá sinais de retração. Segundo o consultor de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, na última semana, o Governo chinês liberou as importações de alimentos, antes havia uma política para tentar reduzir as compras de grãos nos próximos anos. Hoje (19), os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) a venda de 120 mil toneladas de soja em grão à China, para serem entregues na temporada 2012/13. 

Severo ainda explica que, somente a China consome cerca de 30% do total da soja produzida por Estados Unidos, Brasil e Argentina. “Suas importações do grão correspondem a cerca de 21 milhões de hectares de plantação de soja, com projeções de fortes aumentos anuais, e sem acrescentar o aumento de demanda de outros países de economias emergentes da Ásia e da África, cujas economias em expansão acusam forte desempenho de crescimento para os próximos 5/6 anos”, acredita Severo.

Portanto, mesmo com safras de soja recordes nos dois hemisférios, será muito difícil reconstituir estoques em nível de conforto nos próximos 3 a 5 anos, segundo relata o consultor. E devido às intempéries climáticas várias regiões produtoras de grãos na América do Sul apresentam problemas pontuais. Na última quinta-feira (14), a Bolsa de Cereais de Buenos Aires reduziu a projeção da safra argentina para 50 milhões de toneladas, em função das adversidades climáticas que castigam as lavouras do país. 

Diante desse cenário, Severo afirma que a tendência altista permaneça no mercado internacional de grãos até o final de março com a confirmação do tamanho da safra sulamericana. E depois disso, as atenções do mercado serão voltadas para o início do plantio da safra norte-americana. 


Fonte: Notícias Agrícolas // Fernanda Custódio

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Chicago: soja esboça recuperação e opera com leves ganhos


No início desta sexta-feira (15), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam do lado positivo da tabela. As cotações da oleaginosa esboçam uma recuperação, após encerrar a sessão anterior com perdas entre 5,00 e 6,25 pontos. Por volta das 16h05 (horário de Brasília) os principais vencimentos trabalhavam com mais de 3 pontos de alta.

Segundo o analista de mercado da Novo Rumo Corretora, Mário Mariano, o mercado registra um movimento técnico e por isso, as cotações futuras ensaiam uma recuperação. O analista ainda sinaliza que a realização de lucros se faz necessária nesta sexta-feira, uma vez que não haverá pregão em Chicago na próxima segunda-feira em função do feriado do Dia do Presidente, comemorado na terceira semana do mês de fevereiro. 

O analista ainda explica que essa correção técnica não cria uma tendência. “E temos que considerar que os fatores negativos estão presentes no mercado. Ao longo dos últimos dias mais de 600 mil contratos em todas as commodities agrícolas foram liquidados”, afirma. 

Um dos fatores que exercem influência no mercado são as previsões climáticas para a Argentina que indicam chuvas ou umidade maior nos próximos dias e exercem pressão negativa nos preços futuros, conforme relata Mariano. A expectativa é que com o retorno das precipitações as lavouras do país apresentem uma melhora. Da mesma forma que, as chuvas também trouxeram alívio para as plantações no Sul do Brasil. 

Além disso, as exportações semanais dos Estados Unidos reportadas pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgadas ontem (14), contribuem para pressionar negativamente os preços em Chicago. Segundo analistas, os números vieram abaixo da expectativa do mercado. De acordo com o órgão, as exportações totalizaram 109.200 mil toneladas na semana que terminou no dia 07 de fevereiro. Na semana anterior, o volume havia sido de 896.2 mil toneladas.  Entretanto, é preciso salientar que os chineses estão fora do mercado essa semana devido ao feriado de Ano Novo no país. 

Por outro lado, também há o cenário macroeconômico que não tem apresentado noticias favoráveis para o mercado de commodities agrícolas. De acordo com Mariano, ontem, foram divulgadas informações de que alguns países da Zona do Euro não estariam conseguindo aumentar o PIB.

“E por essa questão os fundos estariam entendendo que não haveria interesse de demanda por países que não conseguem crescer economicamente. E os fundos estão saindo do mercado de agrícolas, então aparentemente a percepção é que não estão mais olhando a evolução de risco nesse mercado e, portanto, é melhor tirar o time de campo, e não haverá muita alavancagem”, acredita o analista. 

Fonte: Notícias Agrícolas // Fernanda Custódio

PRODUÇÃO DE SOJA 2012/13

 O plantio da safra 2012/13 de soja, em Mato Grosso estava previsto em 7,89 milhões hectares, mais devido a falta de chuvas no inicio do plantio da soja esta área certamente foi reduzida em aproximadamente 7%.

O Mato Grosso não deve produzir os 24 milhões de toneladas, primeiro motivo é que área inicial não foi toda plantada e o segundo motivo é que no inicio da colheita as chuvas atrapalharam (apodreceu soja na lavoura).

Em alguns lugares a soja está podre e os produtores já estão plantando milho em cima da soja que as chuvas não deixaram colher e acabaram apodrecendo.



quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Soja: preços ensaiam recuperação após seis pregões em queda


Após operar grande parte do dia do lado negativo da tabela, os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago ensaiam uma recuperação frente às recentes perdas, ao todo foram seis sessões em queda. Por volta das 16h30 (horário de Brasília) os principais contratos registravam pequenos ganhos. 

Segundo o analista de mercado da FCStone, Glauco Monte, depois do relatório de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgado na última sexta-feira (8), o mercado volta atenção para a situação climática na América do Sul que apresentou uma melhora.

“Tivemos chuvas no Rio Grande do Sul, e tem previsão de mais precipitações, o que de certa forma tira um pouco da tensão. Já na Argentina, o clima também melhorou, mas mesmo assim algumas perdas já podem ser contabilizadas”, afirma. 

Os fundamentos no mercado de commodities agrícolas permanecem positivos, devido às incertezas climáticas nas regiões produtoras da América do Sul. No sul do Brasil e na Argentina, as lavouras de soja são castigadas pela ausência de chuvas e no estado do Mato Grosso o problema é o excesso de precipitações que atrasam a colheita do grão. 

“Acho que teremos uma super safra até pelo tamanho da área plantada, mas afirmar que são 83 milhões de toneladas ainda não dá para fazer, em função dos problemas pontuais que tivemos em alguns estados. A safra brasileira deve ficar entre 80 e 81 milhões de toneladas”, ratifica Monte. 

Além disso, a soja disponível é bastante escassa, e os Estados Unidos exportam o produto em ritmo forte, e a demanda pelo produto continua aquecia e não dá sinais de desaquecimento. Frente a esse cenário, a tendência é que as cotações operem com forte volatilidade, com os investidores buscando uma direção melhor definida para as próximas semanas. 

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Grãos: À espera do USDA mercado opera sem convicção


Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam próximos da estabilidade nesta quinta-feira (7). As cotações que registraram mais de 6 pontos de baixa no início da manhã, trabalham em campo misto por volta das 12h30 (horário de Brasília). 

A divergência em relação às previsões climáticas na Argentina que indicam um novo sistema de chuvas para o país na segunda quinzena de fevereiro, assim como, o relatório de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que será divulgado nesta sexta-feira (8), tiram o direcionamento do mercado. Os investidores procuram se posicionar melhor antes da publicação dos números do órgão. 

Segundo o economista da Granoeste Corretora de Cereais, Camilo Motter, a expectativa do mercado é que o departamento reduza os números dos estoques finais da soja nos Estados Unidos, haja vista que as exportações seguem em ritmo acelerado e a demanda interna ganhou força.

No caso do milho, a previsão é de que haja um possível aumento nos estoques finais norte-americanos, tendo em vista a redução no consumo para a produção de etanol. O economista destaca que, os altos preços do cereal no mercado diminuem a competitividade do produto e, consequentemente um recuo na demanda. 

“Diferentemente da soja, o milho estabelece um patamar e a demanda cai, um nível de racionamento. Mas na oleaginosa isso não acontece mesmo com os altos preços a demanda não dá sinais de retração. Com a entrada da safra sulamericana no mercado podemos ter uma pressão sazonal sobre os preços, porém a demanda é soberana e as cotações da soja não têm um patamar de racionamento”, diz Motter. 
Fonte: Notícias Agrícolas // Fernanda Custódio

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Governo tenta conter aumento dos alimentos, mas não tem estoques.‏


Após aumento anual médio de 10% nos preços dos alimentos nos últimos cinco anos, o governo tenta formular uma política para contê-los. O aumento da oferta de crédito rural e a desoneração dos produtos da cesta básica são os meios disponíveis, depois que a intervenção direta por meio dos estoques públicos de grãos revelou-se inexequível. Em reunião na semana passada, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, foi avisada de que a Conab não tem estoques suficientes, apesar do crescimento contínuo da produção de grãos.
Hoje, a estatal praticamente não tem milho e feijão em seus armazéns e conta com apenas 756 mil toneladas de arrozsuficientes para um mês de consumo. O governo iniciou uma ofensiva para coordenar as expectativas do mercado. Na segunda-feira, no Paraná, a presidente Dilma Rousseff afirmou que não faltará financiamento para a agricultura neste ano. "Se gastarem o dinheiro, terá mais. O que gastarem, nós cobrimos".
Ontem, a presidente disse que o governo estuda desonerar integralmente a cesta básica dos tributos federais. Isso deverá ocorrer ainda neste semestre e teria impacto direto de 0,3 ponto percentual no IPCA, podendo chegar a 0,44 ponto com os efeitos indiretos, segundo cálculos da consultoria LCA.
Na avaliação da Presidência da República, o Ministério da Agricultura não agiu no momento adequado para a aquisição de estoques. Agora, no curto prazo, não há condições de reforçá-los. Por isso, a Conab decidiu que vai aumentar o preço mínimo do feijão e da farinha de mandioca para incentivar o plantio. O feijão carioca, variedade mais consumida no país, subiu 31,53% em 2012 e o feijão preto, 44,2%.

Valor Econômico

Produção de soja e milho EUA 2013‏


Podemos esperar mais milho e soja hectares plantados em 2013, disse um especialista da Universidade do Missouri agricultura empresarial.
"Área de milho este ano será provavelmente cerca de 99 milhões de hectares, o que é de 2 milhões a mais do que no ano passado", disse David Reinbott. "Com um padrão de clima mais normal, a maioria dos cálculos da linha de tendência de rendimento coloca o rendimento em 162 bushels por acre."
Hectares plantados de soja também são esperados para aumentar cerca de 2 milhões de hectares para 79 milhões em 2013. Reinbott diz figurando 42 bushels por acre que iria criar uma oferta de 258 milhões de bushels.
Acres de trigo de inverno também aumentou em relação ao ano passado, mas não tanto quanto o esperado.
"Havia 41.820 mil hectares de trigo de inverno plantadas", Reinbott disse. "A estimativa de comércio estava mais perto de 42,6 milhões de hectares. Isso é cerca de 700 mil a menos."
Tempo vai continuar a desempenhar um grande papel nos campos de grãos este ano.
"Ainda é muito seco no Cinturão do Milho ocidental", Reinbott disse. "Alguns números saíram indicando que muitas partes das planícies do sul e oeste do cinturão do milho precisam de chuvas significativas apenas para levá-los de volta ao normal."
Se houver chuva abundante que leva a uma grande safra, os preços do milho e da soja vão cair, disse ele. Dependendo do quão grande é a colheita, os preços do milho podem cair nas 3s baixo $ 4s e, possivelmente, a parte superior quanto $ por bushel e a soja pode cair de US $ 2-3 por bushel.
Reinbott também aconselhado manter um olho sobre a cultura da América do Sul de milho. Argentina e Brasil agora parecem ter uma boa colheita se recuperando da má colheita do ano passado, mas isso pode mudar.
"Se secar a segunda metade da temporada, que pode cair significativamente", disse Reinbott. "Então, o milho ainda tem variabilidade Poderia para ir mais alto;. Só depende de como essa cultura brasileira e Argentina vão de desenvolver."
Reinbott também falou sobre o seguro agrícola federal, recomendando que os produtores aproveitem a oportunidade de participar.
"Neste momento, estamos, provavelmente, 50 centavos ou mais acima do que os preços do seguro de colheita vão ser, comparado com o ano passado", disse Reinbott. "Nós vamos estar definindo no mês de fevereiro, por isso os produtores de milho e soja precisam de olhar para isso."

Fornecida pela Universidade de Missouri

"Ainda acredito que para o milho realmente estamos mais longe de começar a desenhar/direção, o clima vai direcionar os preços para este ano, como as chuvas parecem que vão se prolongar como ocorreu o ano passado e isso vai fazer produzir bem (como foi em 2012). Os compradores estão de olho neste clima para definir como vão participar no mercado (preços/demanda).

Para a soja mesmo que ainda seja boa a produção da América do Norte e América do Sul os estoques de passagem ainda não estão nos níveis considerados "seguros", esta semana observamos informações que os estoques chineses estariam baixos (certamente compraram menos devido aos preços de 2012)".
Caso a produção seja boa nas duas Américas precisamos começar a repensar a estratégia de apostar por um longo período (2º semestre)! As empresas vão comprar soja mas vão tentar "embarrigar" ao máximo para poder acompanhar a safra dos EUA, por estratégia mesmo. 

Do dia 8 ao dia 13 de fevereiro será feriado na China, sempre temos preços mais frios neste período (Ano novo chines).