Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



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terça-feira, 7 de maio de 2013

Grãos voltam a focar clima adverso e atraso no plantio dos EUA.


Com foco no clima dos EUA mercado fecha com expressiva alta para soja trabalhando com -19,6 na bolsa de Chicago recuperando as perdas de ontem. O milho trabalha com pequena queda -2,2 tentando de recuperar da forte queda na segunda-feira (6).
FECHAMENTO EM 07/05/2013
Dólar R$ 2,0050(0,3230)
Mínima R$2,0024
Máxima R$ 2,0139
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (+19,2) 14,63
JUL13 (+13,2) 13,82
AUG13(+12,6) 13,19
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (-2,2) 6,76
JUL13 (+3,2) 6,39
SET13 (+1,6) 5,61
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 43,00
Rondonópolis: R$ 49,50,00
Alto Garça: R$ 49,50
Sorriso: R$ 43,50
Itiquira: R$ 49,50

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2014:
Itiquira: U$ 20,00 / MARÇO

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
L. do Rio Verde: R$ 11,00
Rondonópolis: R$ 13,50
Alto Garças: R$ 14,50
Sorriso: R$ 11,00
Itiquira: R$ 13,50

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Futuros de grãos são mais elevados.


Futuros de grãos são maioresa maioria dos comerciantes na área de Chicago que ouvir a chuva cair. O evento de chuvas se deslocam através do Centro-Oeste, e tem comerciantes preocupados com o progresso de plantio como o calendário rapidamente se aproxima 01 de maio. Esta preocupação está causando realização de lucros nos spreads de touros. Há alguma saída para Maio nas posições de futuros como estamos para baixo a 7 dias de negociação antes do primeiro dia de notificação. Oferta apertada de grãos de soja e as margens de esmagamento pobres têm processadores abrandar a produção que está causando um mercado de farelo muito volátil. Base de farelo de soja saltou $ 4 para US $ 6 na quarta-feira. Demanda por milho safra e soja serão números importantes quando USDA liberar os dados semanais de exportação esta manhã às 7:30. Estimativas de comércio para o milho velho safra 100 a 300 TMT e nova safra 100 a 400 TMT, soja velha safra 100 a 500 TMT e nova safra de 50 a 500 TMT, farelo 50-225 TMT e nova safra de 0 a 200 TMT, cultura velha de óleo de soja 0 a 15 TMT e trigo safra velha 50-325 TMT e nova safra 80-500 TMT
Problema da China continua a crescer à medida que mais animais doentes com o vírus são encontrados.

ISRAEL
O mercado interno continua a mostrar que tem mais espaço para os preços melhorarem, ontem percebemos um forte rally no MT por um determinado momento, quanto menos soja sobrar mais vamos ter empresas disputando.
 

terça-feira, 26 de março de 2013

Brasil e China: a complexa relação do complexo soja


Na verdade, um agravante a mais na já tumultuada e polêmica temporada marcada pelos entraves logísticos que dificultam como nunca o escoamento da safra brasileira de grãos. De um lado a China, que cancela compras sob a alegação de demora na entrega. De outro o governo federal, que na iminência de anunciar novas regras de tributação do complexo soja provoca apreensão no mercado produtor, consumidor (esmagadoras) e exportador.

São inúmeras as opiniões, mas é clara a estratégia da China na pressão pela revisão dos contratos. E de preços, é óbvio. A China precisa da soja brasileira e neste momento não tem outro fornecedor com o produto disponível na escala do mercado brasileiro. Vai ampliar as compras da Argentina? Até pode, mas vai ter tantos ou mais problemas do que no Brasil. O país vizinho sofre com a quebra na produção e o atraso na colheita. Se está difícil e demorado carregar no Brasil, soja em volume considerável na Argentina só daqui a um mês, pelo menos. Não que isso justifique a ineficiência logística por aqui, mas demora por demora, melhor se garantir com o Brasil.

Hoje a legislação favorece o embarque de soja em grão. Amanhã, pode ser diferente. A questão é a que preço? Não tenho dúvida que o caminho é agregar valor, exportar farelo e óleo, esmagar o grão na indústria nacional e rentabilizar a cadeia. Contudo, é preciso ficar atento aos reflexos que medidas como essa podem causar. Estamos falando na inversão de estratégia, que implica em valores, mercado e parceiros. Podemos e devemos ampliar o porcentual de transformação da produção primária antes de exportar. Mas teremos clientes para os derivados, farelo e óleo?

Nos últimos 15 anos, via Lei Kandir, privilegiamos a exportação de grãos em detrimento do produto de maior valor agregado. Na temporada atual, o Brasil se consolida como o maior exportador mundial do produto. Fomos nós que dissemos ao mundo que nosso interesse era vender soja grão. E o mundo entendeu o recado. Mais que isso. Nosso principal comprador, a China, se preparou para isso. Os chineses detém hoje um parque agroindustrial invejável. No ano passado, a capacidade de esmagamento dos chineses ultrapassava as 120 milhões de toneladas/ano. Uma capacidade, é bom que se diga, que está ociosa. Ou seja, eles precisam de mais soja. E soja em grão. Seja para atender a demanda de consumo da população ou para viabilizar essa expressiva planta industrial.

Outra questão importante, que merece análise mais criteriosa, é que não estamos falando de qualquer comprador. Aliás, esse é outro problema. A alta dependência de um único cliente. Numa relação quase que irresponsável, atualmente mais de 60% do volume exportado em grão pelo Brasil tem como destino o país asiático. Na atual temporada, os portos brasileiros devem mandar para a China perto de 38 milhões, mais da metade de toda a soja que eles devem buscar no mercado internacional. Em 2013 os chineses devem importar mais de 60 milhões de toneladas de soja. Eles estão processando para abastecer o consumo doméstico e oferecer farelo e óleo a outros países que poderiam estar comprando do Brasil.

Que nós precisamos mudar esse jogo, agregar valor e equilibrar as exportações do produto primário com seus derivados, isso é questão de ordem, de sustentabilidade e rentabilidade. Mas não será um jogo fácil de virar. Se a China depende de nós, nós dependemos ainda mais da China, infelizmente. A proposta do governo, da nova tributação, é uma demanda mais do que legítima. Resta saber se ela realmente interessa ao setor produtivo. Teoricamente não deve enfrentar nenhuma resistência. Afinal, quem é que não quer vender e exportar com maior valor agregado. A questão está nas incertezas que mudanças como essa podem trazer.

A China pode até especular com preço, cancelar compras e rever contratos. Mas eles ainda precisam da produção de soja brasileira e o Brasil precisa da China. E isso não vai mudar no curto prazo. Isso é fundamento, oferta e demanda, de quem precisa comprar e de quem tem para vender. Agora, assim como os chineses, talvez seja a hora de o Brasil começar a se posicionar. A relação precisa ser boa para os dois lados, para quem compra e para quem vende. A necessidade de quem vende é tão grande quanto de quem compra. Se de um lado a variável é puramente econômica, do outro é ainda mais delicada. É abastecimento e segurança alimentar. A questão então é se alguém consultou a China e perguntou se ao invés de grãos eles querem comprar farelo e óleo do Brasil?

Para constar, no ciclo atual o Brasil deve exportar 58 milhões de toneladas de soja em grão, farelo ou óleo. Desse total, quase 38 milhões de toneladas será de soja em grão, de uma produção total estimada em 82 milhões de toneladas.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Mercado opera próximo da estabilidade à espera do USDA

 Durante toda a semana os investidores têm buscado um melhor posicionamento frente ao relatório de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que será divulgado na tarde desta sexta-feira. Segundo o analista de mercado da Consultoria Agroeconômica, Carlos Cogo, sinaliza que o mercado espera que o departamento norte-americano reduza os números de estoques finais de soja nos Estados Unidos. 


E qualquer alteração nos estoques, terá um impacto altista no mercado até a entrada na nova safra norte-americana. O relatório para a soja deve ser altista no curto prazo”, afirma o analista. 
 diante dos baixos estoques do país, a demanda, especialmente a chinesa, permanece aquecida e não dá sinais de retração. E o Brasil não tem sido eficiente em atender a demanda mundial. Os problemas logísticos impedem que a oferta brasileira chegue à velocidade necessária aos países compradores.

Do mesmo modo, o departamento norte-americano pode revisar para baixo os números da produção da Argentina, em função das intempéries climáticas que prejudicaram as lavouras desde o início do plantio. O analista destaca que as projeções para a safra brasileira também podem ser reduzidas.

Contrariamente, o relatório do USDA tende a ser negativo para os futuros do milho. Com o Brasil exportando volumes maiores do cereal, e com os embarques norte-americanos em ritmo lento, o departamento pode aumentar os números de estoques de passagem dos EUA, conforme acredita Cogo. Fator que pode pressionar negativamente as cotações em Chicago. 

sexta-feira, 1 de março de 2013

Noticia do mercado 01/03/13


Mercados foram menores durante à noite em meio aos comerciantes "risco-off". Os principais "mercados externos hoje também estão em baixa, o índice do dólar dos EUA é maior e os preços do petróleo são menores. A melhora na umidade do solo nos EUA tem contribuído para o mercado trabalhar negativo, a umidade pode favorecer uma boa produção de grãos na safra 2013 americana.


FECHAMENTO EM 01-03-2013
Dólar R$ 1,9809


FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (-7,614,73
MAY13 (-6,6) 14,52
JUL13 (-5,6) 14,35
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel

MAR13 (+4,6) 7,24
MAY13 (+4,6) 7,08
JUL13 (+2,4) 6,87
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM
Rondonópolis: R$ 50,00
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 14,00

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Media de produção de colheira


Continuamos a colher a soja com um bom clima e boas chuvas devem fazer o milho produzir bem!
Está havendo atrasos na entrega das sementes de milho e isso pode prejudicar a produção no geral e ainda temos o fator que as chuvas em excesso atrapalharam a colheita da soja e prejudicou o inicio do plantio do milho safrinha!
Hoje eu conversei com alguns produtores de soja e sua média é de 50 sacas por ha na maioria das fazendas, é uma produção normal! A média pode cair porque muitas fazendas estão misturando a soja podre com soja de boa qualidade!
Na Argentina, o clima continua castigando lavouras, neste fim de semana choveu nas áreas mais importantes, mas não foram chuvas grandes.

O clima aqui agora é bom para a colheita de soja e para o milho se desenvolver.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Mercado nesta sexta (compras técnicas/fundos)‏


Na abertura Chicago chegou a trabalhar com +20 na soja (neste momento +8 e 14,93/BU) e no milho +2.
Os fundamentos ainda são os mesmos de oferta apertada, estoques baixos, redução de produção na Argentina e hoje fundos realizando compras técnicas. Este movimento técnico (compra/venda) deve continuar até os dias que antecedem o pré-relatório de intenção de plantio dos EUA (12/03/13) e relatório definitivo no final do mês.
Por momento vamos ter mercados de necessidade e as empresas vão continuar a participar, certamente a intenção de plantio pode segurar por momento as cotações na bolsa, mas no médio prazo vamos ter empresas buscando a soja para poder esmagar ou exportar e no longo prazo o mercado interno deve demandar muito.

Temos que ficar de olho nestas compras técnicas (antes do pré e antes do relatório), isso pode abrir janelas para quem precisa vender para receber curto e pagar contas de colheita.

Entrando no março os fretes continuam a prejudicar a evolução dos preços, como a soja que deveria ser escoada no mês de fevereiro não saiu devido as chuvas, agora a disputa por caminhões está encarecendo o frete.

Soja Rondonópolis R$ 52,50
Itiquira R$ 52,00
Guiratinga / chapadão R$ 50,00
Canarana R$ 50,00

Milho / safrinha / agosto R$ 17,00 em Itiquira

Chicago: frente aos fundamentos positivos, soja opera em alta


No início desta sexta-feira (22), os futuros da soja negociados em Chicago operam do lado positivo da tabela. Os vencimentos que fecharam em campo misto, na sessão anterior, exibem altas de dois dígitos na CBOT. Por volta das 10h35 (horário de Brasília) os principais vencimentos da commodity trabalhavam com mais de 12 pontos de ganhos.

Segundo o consultor de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, os fundamentos no mercado internacional de grãos são positivos. E a situação climática na América do Sul, principalmente, na Argentina, ainda é observada pelo mercado. As lavouras de várias regiões produtoras no país sofrem com o tempo seco. Algumas projeções indicam que a produção argentina alcance 50 milhões de toneladas, número menor do que as estimativas iniciais.

Do mesmo modo, os problemas logísticos no Brasil também contribuem para a formação desse cenário. Os atrasos dos embarques da soja através dos portos brasileiros impedem que os produtos cheguem à velocidade necessária ao mercado. Nesta sexta-feira (22), portuários vinculados, avulsos e terceirizados de todos os portos do país entraram em greve contra a Medida Provisória 595, que prevê mudanças nas atividades do setor. 

Paralela ao apertado quadro de oferta e demanda norte-americana, há a o retorno da China ao mercado. Durante esta semana, o USDA anunciou a venda de 120 mil toneladas de soja em grão para o país, para serem entregues ainda nesta temporada. O que indica que a demanda pela oleaginosa permanece aquecida e não dá sinais de retração. 

Diante desse cenário, o consultor destaca que o mercado conseguiu ultrapassar o patamar de resistência de US$ 15/ bushel no vencimento março. “A tendência é altista para o mercado pelas próximas semanas”, afirma. 


Fonte: Notícias Agrícolas // Fernanda Custódio

Protesto nos portos afeta exportações agrícolas do Brasil

Uma manifestação dos trabalhadores portuários iniciada na manhã desta sexta-feira em Santos e outros importantes portos do país, em protesto contra Medida Provisória 595, interrompeu as exportações de grãos e outros produtos agrícolas nos principais terminais brasileiros. O protesto afeta os embarques de soja, milho e açúcar nos portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR), num momento em que começa o escoamento de uma safra recorde de grãos do país.

Negado à Monsanto pedido de extensão de patente de soja transgênica


O ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou nesta quinta-feira (21) recurso especial da Monsanto Technology LLC, que pretendia ampliar a vigência da patente de soja transgênica. Seguindo jurisprudência consolidada pela Segunda Seção, o ministro entendeu que a patente vigorou até 31 de agosto de 2010. 

O recurso é contra decisão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, que reconheceu o vencimento da patente, pois a vigência de 20 anos começou a contar da data do primeiro depósito da patente no exterior, em 31 de agosto de 1990. No outro polo da ação está o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). 

No recurso, a Monsanto contestou o termo inicial da contagem do prazo de vigência da patente, que foi a data do primeiro depósito no exterior, pois este foi abandonado. Também sustentou que o processo deveria ser suspenso porque tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI 4.234) dos artigos 230 e 231 da Lei 9.279/96 (Lei de Propriedade Industrial), que tratam do depósito de patentes. 

Inicialmente, o ministro ressaltou que a pendência de julgamento no STF de ação que discute a constitucionalidade de lei não suspende a tramitação de processos no STJ. Há precedentes nesse sentido. 

No mérito, Cueva destacou que a Segunda Seção, que reúne as duas Turmas de direito privado, uniformizou o entendimento de que “a proteção oferecida às patentes estrangeiras, as chamadas patentes pipeline, vigora pelo prazo remanescente de proteção no país onde foi depositado o primeiro pedido, até o prazo máximo de proteção concedido no Brasil – 20 anos –, a contar da data do primeiro depósito no exterior, ainda que posteriormente abandonado”. 
Fonte: Superior Tribunal de Justiça

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

USDA projeta queda nos preços da soja e milho nos EUA para safra 13/14


As autoridades agrícolas norte-americanas aprofundaram nesta quinta-feira (21) as previsões de uma queda nos preços do milho e da soja na temporada 2013/14 com expectativas de colheitas recordes para ambas as culturas nos EUA.  

O economista chefe do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), Joe Glauber, afirmou durante o Fórum anual do órgão que os preços da soja no mercado físico norte-americano podem cair 27% na safra 13/14, para uma média de US$10,50/bushel.  Para o milho as quedas podem atingir a mínima em quatro anos, chegando a US$5,40/bushel. 

A queda nos preços pode acontecer caso as estimativas de produção da temporada se confirmem nos EUA. Hoje, o USDA estimou a produção de soja estadunidense na safra 13/14 em 92,67 milhões de toneladas. Para o milho a produção poderá somar 369,1 milhões de toneladas. A área plantada com soja deve atingir 31,36 milhões de hectares, ante 31,24 milhões de hectares na safra passada. No o milho são esperados 39,05 milhões de hectares plantados, contra 39,34 milhões de hectares na produção anterior.

Clima

No fórum, o economista reconheceu que a persistência da seca era uma incerteza importante para confirmação dos números. No entanto, Glauber acredita que há pouca relação entre a falta de chuvas em um ano e no próximo, o que significa que “um verão seco em 2012 tem poucas implicações no volume de precipitações do verão de 2013”, afirma. 

Ele afirma ainda que os baixos níveis de umidade na pré-temporada podem não ser determinantes para a safra de grãos estadunidense, uma vez que o mais importante para o tamanho da safra é o volume de chuvas no mês de julho. 

Fonte: Notícias Agrícolas // Ana Paula Pereira

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013


Mercado tem realizado lucros após o relatório do USDA e somado as chuvas na Argentina estamos vendo os preços derreterem. O ponto positivo é que o sol tem deixado alguns produtores colher.

Acredito ainda que não vamos ver produção de 24 MILHÕES de Tons no Mato Grosso, quando foi divulgado já era um pouco "puxado".

Continuo acreditando que os preços vão melhorar no longo prazo, a soja está bem vendida (65% da produção) e a redução de produção por excesso de chuvas deve dar suporte para os preços.

Fazendo a conta do que está vendido e o que falta, somente as duas esmagadoras de Rondonópolis mais a de Primavera (Bunge, ADM e Cargill) consomem o que falta ser comercializado (35%), e ainda faltam as outras...!!!

Vamos ficar de olho nos EUA (safra/clima) e nos estoques da China (baixos) e o que os chineses vão usar de estratégia, comprar muito e reabastecer ou comprar pouco e manter esperando 2014?!

Sou otimista no longo prazo, e acho o 2º semestre muito tenso com todos estes fatores de clima e estratégia de compra dos maiores consumidores.

Soja: somatória de fatores negativos pressionam preços na CBOT


Nesta quinta-feira (14), o mercado internacional de grãos opera com pequenas baixas registrando um movimento de realização de lucros. Após cinco pregões em queda, os futuros encerraram a sessão anterior com leves ganhos, próximos da estabilidade, confirmando o momento de volatilidade no mercado. Por volta das 11h00 (horário de Brasília) os principais vencimentos registravam mais de 3 pontos de queda. 

Segundo o economista da Granoeste Corretora de Cereais, Camilo Motter, a tendência é que haja um momento de volatilidade, em que o mercado não tem direção definida em busca de novas notícias que estimulem os investidores. “O quadro mudou, alguns fatores negativos entraram em ação e fez com que os fundos liquidassem suas posições de forma maciça. A partir do relatório do USDA os preços se sustentam acima de US$ 14 por bushel quando anteriormente estavam próximos de US$ 15 por bushel”, afirma. 

O economista destaca que o mercado aguardava certo recuo nas exportações norte-americanas e o comprometimento dos estoques finais dos EUA. No entanto, o órgão manteve os números dos embarques no país e aumentou a produção brasileira, que deverá alcançar 83,5 milhões de toneladas. Já a safra argentina diminuiu para 53 milhões de toneladas. 

“Então, tivemos o desencadeamento de uma série de fatores negativos, primeiro o relatório, que aumentou a produção brasileira, a combinação de melhores chuvas no RS e na Argentina, embora haja problemas pontuais e com a China fora do mercado em função do feriado de Ano Novo no país, contribuem para a formação desse cenário”, explica Motter. 

Da mesma forma, a ineficiente logística brasileira que pode atrasar a entrada efetiva da produção no mercado também influencia a formação desse quadro, mas por outro lado, aumenta a oferta do produto no mercado, conforme relata o economista. Fator que também pode pressionar, sazonalmente, os preços futuros em Chicago.

Fonte: Notícias Agrícolas // Fernanda Custódi

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Chicago: Soja devolve parte das perdas, mas ainda opera em queda


Os futuros da soja operam do lado negativo da tabela nesta quarta-feira (6) em Chicago. Por volta das 14h50 (horário de Brasília) os principais vencimentos trabalhavam com dois dígitos de baixa, perdendo mais de 12 pontos. Ao longo dos negócios, a soja chegou a perder mais de 18 pontos. Esse recuo nos preços, segundo o consultor de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, é reflexo de um movimento técnico de realização de lucros por parte dos investidores, após as altas registradas recentemente. 

A realização de lucros é estimulada ainda por novas previsões climáticas indicando possíveis chuvas para a região Sul do Brasil e Argentina o que poderia amenizar o stress hídrico das lavouras, pressionam para baixo para as cotações na CBOT. Segundo Stefan Tomkiw, analista da Jefferies Corretora, de Nova York, trata-se de um sistema de chuvas previsto para a segunda quinzena de fevereiro. "Isso está retirando um pouco do prêmio climático que foi adicionado nessa última semana por conta dessa insistência de um padrão climático mais árido e, por isso,  hoje trabalha um pouco mais pressionado", explicou. 

Além disso, nos últimos dias o mercado não conseguiu ultrapassar a barreira técnica e psicológica dos US$ 15 por bushel, conforme explica o consultor. E para que esse patamar seja superado seriam necessárias novas notícias para dar fôlego às cotações, haja vista que o fundamento de clima seco na Sul do Brasil e na Argentina começa a perder força no mercado de commodities agrícolas. 

“Para termos uma continuidade no crescimento precisaríamos ter indicativo que na segunda quinzena de fevereiro o clima na Argentina continua seco e quente e que daria oportunidade para uma pressão altista. E também notícias novas, como a liberação das importações pela China em grandes volumes, o que faria com que o país entrasse comprando volumes maiores de milho e soja”, afirma Brandalizze.

Do mesmo modo as possíveis importações de grãos por parte da Rússia, que é um grande exportador, devido aos baixos estoques e a pressão nos preços no mercado interno também poderiam contribuir para uma sustentação nas cotações em Chicago. 

O consultor ainda sinaliza que, nos atuais patamares de US$ 14,50 para a soja, nos meses mais curtos, já está dentro do patamar de projeção de perdas na produção argentina e possíveis elevações na estimativa da safra brasileira. “As perdas já estão praticamente absorvidas e não tem grandes forças sobre o mercado em Chicago”, ratifica Brandalizze.

Em decorrência desse cenário, a expectativa é que o relatório de exportações semanais dos EUA que será divulgado amanhã (7), pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) seja altista para os preços da oleaginosa. As perspectivas que os embarques da soja permaneçam acima das projeções do órgão.

Por outro lado, no caso do milho a tendência é que o departamento aponte que as exportações semanais continuam lentas e abaixo das expectativas. “No milho, á se trabalha que no relatório de oferta e demanda o USDA aumente os estoques norte-americanos e reduza os volumes de exportações. A situação é inversa na soja, uma vez que o órgão deve indicar que os embarques permanecem em ritmo acelerado”, ressalta Brandalizze. 

Sustentação - Apesar de vir registrando algumas quedas pontuais, os fundamentos de oferta e demanda ainda são muito positivos e oferecem suporte aos preços da soja no mercado internacional. Os problemas climáticos que poderão resultar em uma menor safra da América do Sul resultam nos temores de uma falta de soja nos mercados consumidores, os quais podem ser agravados por uma logística ainda defasada principalmente no Brasil. 

Para o consultor de mercado Liones Severo, em um comentário feito no Fala Produtor no Notícias Agrícolas, "o fator mais importante do mercado atual é a falta do produto nos mercados de consumo por oferta reduzida americana de demora de embarques no Brasil. Portanto, a frequente chuva do centro-oeste é mais importante que chuvas na Argentina". 
Fonte: Notícias Agrícolas // Fernanda Custódio e Carla Mendes

Governo tenta conter aumento dos alimentos, mas não tem estoques.‏


Após aumento anual médio de 10% nos preços dos alimentos nos últimos cinco anos, o governo tenta formular uma política para contê-los. O aumento da oferta de crédito rural e a desoneração dos produtos da cesta básica são os meios disponíveis, depois que a intervenção direta por meio dos estoques públicos de grãos revelou-se inexequível. Em reunião na semana passada, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, foi avisada de que a Conab não tem estoques suficientes, apesar do crescimento contínuo da produção de grãos.
Hoje, a estatal praticamente não tem milho e feijão em seus armazéns e conta com apenas 756 mil toneladas de arrozsuficientes para um mês de consumo. O governo iniciou uma ofensiva para coordenar as expectativas do mercado. Na segunda-feira, no Paraná, a presidente Dilma Rousseff afirmou que não faltará financiamento para a agricultura neste ano. "Se gastarem o dinheiro, terá mais. O que gastarem, nós cobrimos".
Ontem, a presidente disse que o governo estuda desonerar integralmente a cesta básica dos tributos federais. Isso deverá ocorrer ainda neste semestre e teria impacto direto de 0,3 ponto percentual no IPCA, podendo chegar a 0,44 ponto com os efeitos indiretos, segundo cálculos da consultoria LCA.
Na avaliação da Presidência da República, o Ministério da Agricultura não agiu no momento adequado para a aquisição de estoques. Agora, no curto prazo, não há condições de reforçá-los. Por isso, a Conab decidiu que vai aumentar o preço mínimo do feijão e da farinha de mandioca para incentivar o plantio. O feijão carioca, variedade mais consumida no país, subiu 31,53% em 2012 e o feijão preto, 44,2%.

Valor Econômico

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Soja sobe após fim de semana quente e seco na Argentina


O tempo continua seco na Argentina e as preocupação seguem crescendo a cerca de uma produção menor no terceiro maior exportador mundial de soja. E ainda focado no clima da América do Sul, os negócios com a commodity na Bolsa de Chicago iniciaram a semana operando com expressivas altas na sessão desta segunda-feira (4). Por volta de meio-dia (horário de Brasília), os principais vencimentos subiam mais de 13 pontos. 

Na última sexta-feira (1), as principais regiões produtoras ao norte do país receberam chuvas pouco volumosas, de 3 a 19 mm, de acordo com informações do instituto Meteorlogix. Entretanto, no final de semana os dias voltaram a ficar secos e registrando altas temperaturas. 

Ainda segundo o instituto de meteorologia, a previsão é de que o tempo continue assim até o meio desta semana, com as temperaturas podendo chegar a 35 graus. Há mais de 20 dias não chove em importantes locais de produção e as plantações se encontram em um estágio determinante de desenvolvimento, o que agrava essas preocupações sobre as perdas. 

Além disso, as adversidades climáticas no Brasil também estimulam as altas. As regiões produtoras do Sul do Brasil continuam sofrendo com a falta de chuvas enquanto no Centro Oeste, principalmente no Mato Grosso, o excesso das precipitações atrasa a colheita da soja. 

Na última sexta-feira (1), o mercado contou ainda com a informação de que os estoques de soja na China estariam baixos e poderiam cair ainda mais. Segundo uma agência do governo da China, as reservas atuais do país são de aproximadamente 5 milhões de toneladas e, em março, esse número deverá recuar para 4 milhões em março. 

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Ainda com foco no clima, soja volta a subir e opera em alta na CBOT


Nesta sexta-feira (01), os futuros da soja negociados em Chicago operam do lado positivo da tabela, recuperando parte da realização de lucros registrada na sessão anterior. Por volta das 11h00 (horário de Brasília) os principais vencimentos trabalhavam com altas de mais de 11 pontos. O foco mercado de commodities agrícolas permanece sendo às incertezas climáticas na América do Sul.

O economista da Granoeste Corretora de Cereais, Camilo Motter, explica que o tem direcionado as cotações futuras ainda é a questão climática no hemisfério sul, principalmente, na Argentina e no Sul do Brasil. A previsão é que haja chuvas neste final de semana, porém não devem ser suficientes para amenizar o stress hídrico das lavouras de soja. 

“Dependendo da intensidade das chuvas poderemos ter na segunda-feira (4) um direcionamento do mercado positivo ou negativo. Porque na verdade, já se fala em perdas na produção do RS e da Argentina”, afirma o economista.

Além disso, há problemas pontuais em outros estados brasileiros como Paraná e Mato Grosso do Sul que também registram um clima mais seco. Contrariamente, as plantações de Mato Grosso e Goiás sofrem com o excesso de precipitações que pode ocasionar perdas na qualidade do grão que começa a ser colhido. 

“Para o mercado esse período é decisivo, e a partir da próxima semana poderemos ter um quadro mais definido. Já existem avaliações de perdas, mas limitadas. No entanto, podem ser aprofundadas dependendo da questão das chuvas no final de semana”, ressalta Motter. 

Outro fator que também pode contribuir para o suporte das cotações em Chicago são os problemas logísticos no Brasil haja vista que podem atrasar a entrada efetiva da safra brasileira no mercado internacional. Em decorrência desse cenário, o economista destaca que, os preços internacionais podem subir de forma mais acentuada uma vez que a grande oferta da América do Sul pode demorar a entrar no mercado.

“Com isso, o mercado vai sentir a falta do produto em razão da nossa insuficiência para embarcar navios, o que vai gerar custos para os produtores. Preços internacionais mais altos em função da falta do grão, e cotações mais baixas no mercado interno devido à elevação dos custos portuários, custos de transportes e logístico de armazenagem”, diz Motter. 

Ainda na visão do economista, essa questão será fundamental para o mercado nos próximos meses. Assim como, a demanda pela soja norte-americana, especialmente, por parte da China que não dá sinais de retração e os estoques mundiais do grão que permanecem ajustados, contribui para a formação desse cenário.

Clique no link abaixo e confira a entrevista de Camilo Motter:

Fonte: Notícias Agrícolas // Fernanda Custódio

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

SOJA: CHICAGO INICIA SESSÃO NO TERRITÓRIO POSITIVO

A Bolsa de Mercadorias de Chicago para a soja opera com
preços mais altos na abertura da sessão viva-voz. . A perspectiva de aumento
nas importações chinesas na temporada fez com que os contratos atingissem os melhores níveis desde 17 de dezembro. Completam o cenário positivo o
persistente clima seco na Argentina, que poderia comprometer o potencial
produtivo, e o atraso na colheita e nos embarques do Brasil, em decorrência do
excesso de chuvas.
A China deverá importar 62 milhões de toneladas de soja em grão na
temporada 2012/13 - que encerra em setembro -, superando as 59,2 milhões de
toneladas adquiridas na temporada anterior. A previsão foi feita pela
publicação alemã Oil World.
Os contratos com vencimento em março operam com ganho de 17,25 centavos em
relação ao último fechamento, cotados em US$ 14,69. Os contratos com
vencimento em maio operam com alta de 19,25 centavos em relação ao último
fechamento, cotados em US$ 14,59.

Fonte: Safras e Mercado.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Clima incerto na America do Sul mantem volatilidade na soja

Os futuros da soja operam mais uma vez com volatilidade nesta terça-feira (29) na Bolsa de Chicago, alternando entre altas e baixas, porém, movimentos pouco significativos. Sem grandes novidades, o mercado trabalha de lado, tentando buscar uma direção. Por volta das 10h30 (horário de Brasília) os principais contratos registram ligeiros ganhos. O foco do mercado tem sido a questão climática na América do Sul, especialmente, na Argentina e o ritmo acelerado das exportações norte-americanas.

Segundo o analista da Cerealpar, Steve Cachia, o mercado voltou à atenção para as áreas plantadas na Argentina que sofrem com a estiagem. E como o país, tradicionalmente, inicia a semeadura mais tarde, esse seria o período mais importante em relação aos índices pluviométricos. Nas últimas quatro semanas, as notícias divulgadas afirmam que em algumas áreas no país as chuvas foram abaixo do normal. E caso não haja precipitações suficientes até a primeira de fevereiro o rendimento dos grãos pode ficar comprometido.

“Essa incerteza faz com que o mercado oscile, tem horas que os preços estão com leves baixas ou altas, movimentando-se de acordo com as previsões climáticas, que são divergentes. Algumas lavouras precisam de volumes maiores de precipitações”, explica Cachia.

No Brasil, os problemas são pontuais e, segundo o analista, o mercado entende que essa situação não deve afetar a previsão de safra cheia no país. Ao contrário do quadro da Argentina, que devido ao stress hídrico pode apresentar perdas.

Apesar de cenário, a colheita brasileira continua, mas com ritmo mais lento. O analista destaca que a entrada da safra do hemisfério sul no mercado pode ocasionar uma pressão sazonal nos preços em Chicago. Por outro lado, a demanda pela soja norte-americana permanece agressiva.

“O ritmo de exportações continua elevado, e vai chegar o momento em que os EUA terão pouca soja disponível para atender o mercado interno e internacional. Consequentemente, o mercado deve sentir um pouco de suporte em função dessa questão haja vista que se não houver produto suficiente a entressafra chega mais cedo e único jeito de racionar a demanda é através do aumento nos preços”, ressalta Cachia.

E a necessidade de racionamento da soja nos EUA tende a diminuiu o efeito negativo da pressão sazonal da colheita na América do Sul. No entanto, o Brasil precisará superar os problemas logísticos para conseguir exportar a safra de grãos.

“O país precisa embarcar o máximo possível nos próximos meses para depois não concorrer com a safra norte-americana uma vez que os produtores estadunidenses tendem a aumentar as áreas plantadas de milho e soja. Com isso, a demanda pode se deslocar de volta para os EUA e os produtos brasileiros pode perder um pouco da competitividade”, diz Cachia.

Em decorrência desse cenário, o analista sinaliza que, a tendência é que o mercado fique pressionado à medida que a safra norte-americana comece a se desenhar como uma safra cheia. E caso essa expectativa se concretize, o mercado pode recompor os seus estoques. “Mas até lá, pode haver uma janela no mercado onde os produtores rurais do Brasil poderão aproveitar para adiantar a comercialização da safra 2013”, acredita o analista.

Fonte: Notícias Agrícolas // Fernanda Custódio

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Chicago: soja recua frente ao retorno das chuvas na Argentina

As cotações futuras da soja operam do lado negativo da tabela na Bolsa de Chicago nesta quinta-feira (24). A commodity dá continuidade ao movimento de realização de lucros iniciado no pregão de ontem (23), no qual, os principais vencimentos fecharam o dia com mais de 15 pontos de queda. Por volta das 10h30 (horário de Brasília) todas as posições trabalham com mais de 12 pontos de baixa.

Segundo o operador de mesa da Mc Donald Pelz, Flávio Oliveira, naturalmente, o mercado recua depois das fortes e expressivas altas dos últimos 10 dias. Somado a essa situação há o retorno das chuvas na Argentina, e a previsão é que as precipitações continuem nos próximos dias. Esses dois fatores fizeram com que o mercado devolvesse parte dos recentes ganhos.

As chuvas ainda não são suficientes para amenizar a situação das lavouras argentinas, conforme explica o operador. No Brasil, o excesso de umidade nas plantações mato-grossenses tem retraído a entrada da produção no mercado.

“A produção brasileira é boa, temos alguns problemas pontuais, porém deve ficar acima de 82 milhões de toneladas. Então, mais cedo ou mais tarde o mercado irá sofrer uma pressão com a entrada da safra e as cotações futuras podem recuar”, diz Oliveira.

Devido a esse cenário, a tendência é que a volatilidade permaneça no mercado até a entrada efetiva da safra da América do Sul no mercado. Por um lado, a oferta do grão será expressiva, mas é preciso destacar que a relação entre estoque e demanda mundial é ajustada.

“Podemos até ver os EUA comprando soja do Brasil, em um quadro de aperto de estoques e demanda aquecida. Pode ser que a balança se equilibre, o mercado vai ficar atento ao clima no início do plantio da safra norte-americana”, relata Oliveira.

Fonte: Notícias Agrícolas // Fernanda Custódio