As cotações na quinta-feira foi de intensa volatilidade para o mercado internacional da
soja na Bolsa de Chicago. Os preços dos vencimentos mais negociados registraram
oscilações muito expressivas, com o contrato julho chegando a subir mais de 50
pontos durante o pregão, batendo o valor de US$ 15,69 por bushel. Em seguida, o USDA anunciou
os números de exportações semanais de grãos, reportando a venda de 183,5 mil
toneladas da oleaginosa da safra 2012/13 e 838,9 mil toneladas da safra nova,
dados que contribuíram para o avanço dos preços. Porém os números na bolsa de Chicago
fecharam em baixas, o primeiro vencimento perdia
mais de 20 pontos. O mercado nesta sexta-feira vem dando
continuidade as suas perdas trabalhando com – 23 na bolsa de Chicago.
Jesus
APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.
Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.
Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.
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sexta-feira, 24 de maio de 2013
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Novo relatório de oferta e demanda dos EUA.
O USDA (Departamento de Agricultura dos
Estados Unidos) divulgou nesta sexta-feira (10) seu novo relatório de oferta e
demanda mantendo seus números para os estoques e produção de soja nos Estados
Unidos e aumentando os números para os estoques finais de milho.
Os estoques de soja foram estimados em 3,4 milhões de toneladas, número
que ficou em linha com o divulgado no boletim anterior. Já as reservas do milho
foram revisadas para cima, passando de 19,23 milhões para 19,28 milhões de
toneladas.
Por outro lado, os estoques mundiais de soja da safra 2012/13 caíram de
62,6 milhões para 54,71 milhões de toneladas. Ao mesmo tempo, os de milho
aumentaram de 125,3 milhões para 125,43 milhões de toneladas.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Tóquio fecha em queda com nervosismo sobre empresas
Ações na Bolsa de Tóquio fecharam em queda nesta quinta-feira, uma vez
que o nervosismo sobre os resultados de empresas norte-americanas e a
instabilidade do dólar beneficiaram as ondas de vendas. Com isso,
exportadores de tecnologia, como a Kyocera e a Toshiba, recuaram na sessão e pesaram sobre o pregão.
O índice Nikkei caiu pela quarta vez nas últimas cinco sessões, perdendo 1,2%, para 13.220,07 pontos.
A participação retornou aos níveis observados após o anúncio de política monetária do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês), superando 4,3 bilhões de ações no valor de mais 3,0 trilhões de ienes. O montante mostra que a forte compra de ações no exterior continua.
Dados do Ministério de Finanças divulgados na quinta-feira mostraram que a compra externa líquida de ações japonesas atingiram um recorde na segunda semana de abril, superando 1,58 trilhões de ienes.
O índice Nikkei abriu em queda, influenciado por resultados corporativos decepcionantes do Bank of America e uma queda em ações da Apple.
O dólar também oscilou em relação ao iene, sendo negociado em torno 97,89 no fim da tarde em Tóquio, de 98,11 ienes no fim da tarde em Nova York.
Por outro lado, vários participantes do mercado ainda encontraram motivos para otimismo.
"Apesar de fracos resultados em várias empresas norte-americanas, o dólar se manteve razoavelmente bem, considerando todos os fatores", disse o gerente geral de equities Hiroichi Nishi, da SMBC Nikko Securities.
"O mercado inteiro estava tecnicamente sobrecomprado nesta semana e, essencialmente, à procura de catalisadores para vender", disse o analista Kenichi Hirano, Tachibana Securities.
Entre os pesos pesados, o SoftBank e a Fast Retailing caíram 1,6% e 1,3%, respectivamente, enquanto a Japan Tobacco perdeu 2,5%.
Diversas ações de tecnologia perderam terreno. A Kyocera recuou 2,0% e a Toshiba cedeu 3,7%.
A queda da Apple, na esteira de uma fraca previsão de receita feita pelo seu fornecedor Cirrus Logic, dos EUA, atingiu vários de seus fornecedores japoneses.
A Ibiden e a Murata Mfg perderam 2,1% e 2,9%, respectivamente, por causa das preocupações sobre os planos da empresa e as perspectivas de vendas para os dispositivos iPad e iPhone.
Uma reportagem do Nikkei dizia que os reguladores dos EUA planejam suspender a proibição dos voos de passageiros do Boeing 787 Dreamliner ainda este mês. A informação elevou as ações da ANA Holdings e da Japan Airlines. A dupla fechou em alta de 3,6% e 0,8%, respectivamente.
As ações da GS Yuasa saltaram mais de 11% antes de fecharem em 5,5%. A empresa tem sido objeto de investigações sobre a causa dos incêndios a bordo do 787 nos últimos meses.
"Embora as fontes das chamas ainda não estejam claras, as incertezas sobre as vendas e produção de baterias de Yuasa já recuaram", disse Naoki Fujiwara, gestor de fundos da Shinkin Asset Management. AS informações são da Dow Jones.
O índice Nikkei caiu pela quarta vez nas últimas cinco sessões, perdendo 1,2%, para 13.220,07 pontos.
A participação retornou aos níveis observados após o anúncio de política monetária do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês), superando 4,3 bilhões de ações no valor de mais 3,0 trilhões de ienes. O montante mostra que a forte compra de ações no exterior continua.
Dados do Ministério de Finanças divulgados na quinta-feira mostraram que a compra externa líquida de ações japonesas atingiram um recorde na segunda semana de abril, superando 1,58 trilhões de ienes.
O índice Nikkei abriu em queda, influenciado por resultados corporativos decepcionantes do Bank of America e uma queda em ações da Apple.
O dólar também oscilou em relação ao iene, sendo negociado em torno 97,89 no fim da tarde em Tóquio, de 98,11 ienes no fim da tarde em Nova York.
Por outro lado, vários participantes do mercado ainda encontraram motivos para otimismo.
"Apesar de fracos resultados em várias empresas norte-americanas, o dólar se manteve razoavelmente bem, considerando todos os fatores", disse o gerente geral de equities Hiroichi Nishi, da SMBC Nikko Securities.
"O mercado inteiro estava tecnicamente sobrecomprado nesta semana e, essencialmente, à procura de catalisadores para vender", disse o analista Kenichi Hirano, Tachibana Securities.
Entre os pesos pesados, o SoftBank e a Fast Retailing caíram 1,6% e 1,3%, respectivamente, enquanto a Japan Tobacco perdeu 2,5%.
Diversas ações de tecnologia perderam terreno. A Kyocera recuou 2,0% e a Toshiba cedeu 3,7%.
A queda da Apple, na esteira de uma fraca previsão de receita feita pelo seu fornecedor Cirrus Logic, dos EUA, atingiu vários de seus fornecedores japoneses.
A Ibiden e a Murata Mfg perderam 2,1% e 2,9%, respectivamente, por causa das preocupações sobre os planos da empresa e as perspectivas de vendas para os dispositivos iPad e iPhone.
Uma reportagem do Nikkei dizia que os reguladores dos EUA planejam suspender a proibição dos voos de passageiros do Boeing 787 Dreamliner ainda este mês. A informação elevou as ações da ANA Holdings e da Japan Airlines. A dupla fechou em alta de 3,6% e 0,8%, respectivamente.
As ações da GS Yuasa saltaram mais de 11% antes de fecharem em 5,5%. A empresa tem sido objeto de investigações sobre a causa dos incêndios a bordo do 787 nos últimos meses.
"Embora as fontes das chamas ainda não estejam claras, as incertezas sobre as vendas e produção de baterias de Yuasa já recuaram", disse Naoki Fujiwara, gestor de fundos da Shinkin Asset Management. AS informações são da Dow Jones.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
(CONAB) AVISO DE COMPRA DE MILHO EM GRÃOS Nº 068/2013
CONAB irá compra de 70.320.000 kg de milho em grãos. Os grãos deverão ser ensacados.
HORÁRIO DO LEILÃO ELETRÔNICO: 19/04/13, às 09h00min
Horário de Brasília –
DF
O produto devera ser entregues nos seguintes Estados:
ALAGOAS:
4.850.000,0
BHAIA:
24.700.000,0
MARANHÃO:
5.000.000,0
MINAS GERAIS:
2.500.000,0
PERNAMBUCO: 7, 270.000,0
PIAUÍ:
17.000.000,0
SUREG BAHIA:
9.000.000,0
O
período para a entrega do produto é de 09/05/2013 até o dia 01/06/2013.
QUANTIDADE
PERIODO DE ENTREGA
30% DO LOTE 09/05/13 A 16/05/13
30% DO LOTE 17/05/13 A 24/05/13
40% DO LOTE 25/05/13 A 01/06/13
PAGAMENTO DO PRODUTO ENTREGUE: até 10 (dez) dias úteis
contados
após a data de aceitabilidade do lote.
Relatorio do USDA estoques de milho.
Estoques
de milho nos EUA, maior produtor do mundo e exportador, o estoque será
20 por cento maior antes da próxima colheita, em relação ao que foi
previsto ha um mês, disse o governo. Analistas esperavam um aumento maior.
Estoques
em 31 de agosto será 757 milhões de bushels (19,24 milhões de
toneladas), em comparação com 632 milhões previsão de março e 989
milhões um ano antes, o Departamento de Agricultura dos EUA disse hoje
em um relatório. Analistas esperavam 836 milhões. Estoques mundiais também foram projetadas para subir. Futuros despencaram 24 por cento, quando as perspectivas da oferta mundial melhoraram e os altos preços desaceleraram a demanda.
Menor
do que o esperado para estoques, pode aumentar os custos para porcos
processados, disse Smithfield Foods Inc. Os produtores de etanol, como
Poeta LLC e Archer-Daniels-Midland Co. disseram que cerca de 41 por
cento da safra do ano passado foi transformada em combustível, superando
a parcela utilizada em alimentação animal para um segundo ano
consecutivo.
"É
um aumento menor do que as pessoas esperavam e deve melhorar o
interesse dos compradores comerciais para aumentar as compras", Jim
Gerlach, presidente da A / C Negociação Co. em Fowler, Indiana, disse
que antes do relatório. "Toda a atenção agora se desloca para as previsões do tempo e do ritmo dos EUA no plantio de milho."
Futuros de milho
Os
futuros do milho para entrega em maio subiu 0,1 por cento, para 6,4475
dólares por bushel em 07:39 na Chicago Board of Trade. Os
preços atingiram um recorde $ 8,49 em 10 de agosto com a pior seca em
mais de 70 anos de produção ameaçada, acabou cortando a safra 13 por
cento, para o menor nível desde 2006.
As
exportações deverão totalizar 800 milhões de bushels no ano que
terminou 31 de agosto, abaixo dos 825 milhões no mês passado e previsão
mais baixa desde 1972, disse o USDA. No ano passado, 1,543 bilhões de bushels foram transferidos para o exterior. As vendas na campanha em curso até 28 de março foram de 54 por cento menor em relação de um ano antes, dados do USDA.
Estima-se
que 4,55 bilhões de bushels será usada para produzir etanol e um
subproduto de alimentação animal, a partir de março a previsão de 4,5
bilhões e abaixo dos 5,011 bilhões no ano anterior, disse o USDA. Demanda
de alimentação terá um total de 4,4 bilhões de bushels, abaixo de 4,55
bilhões projetados há um mês e menos de 4,545 bilhões um ano antes,
disse a agência.
Preços
à vista para agricultores receberem na campanha em curso, em média,
6,90 dólares por bushel, em comparação com $ 7,10 estimada há um mês e
um registro $ 6,22 ano passado.
FECHAMENTO EM 09/04/2013
Dólar R$ 1,9745(0,4590)
FECHAMENTO EM 09/04/2013
Dólar R$ 1,9745(0,4590)
0FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (-2,6) 13,92
JUL13 (-4,2) 13,67
AUG13(-4,0) 13,35
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (+4,6) 6,49
JUL13 (+5,0) 6,32
SET13 (+3,6) 5,66
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 47,00
Rondonópolis: R$ 47,00
Sorriso: R$ R$ 42,50
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 15,20
Sorriso: R$ 13,80
terça-feira, 9 de abril de 2013
A produção brasileira de soja na temporada 2012/13 deverá totalizar um recorde de 82,5 milhões de toneladas
A produção brasileira de soja na temporada 2012/13 deverá totalizar
um recorde de 82,5 milhões de toneladas, informou nesta segunda-feira a
consultoria Safras & Mercado, apontando um ligeiro aumento na
comparação com a estimativa do mês passado.
Em março, a Safras havia apontado uma produção de 82,24 milhões de toneladas.
Com a nova estimativa, a produção no Brasil deverá crescer 22 por cento na comparação com a safra anterior, disse a consultoria.
"Sem grandes novidades em termos de problemas climáticos no
último mês, esse movimento nos números esteve ligado essencialmente ao
ajuste fino que vai sendo possível realizar com o avanço rápido da
colheita", disse em nota o analista do Instituto de Pesquisas
Agroeconômicas Safras, Flávio França Júnior.
Em caso de confirmação, a produção vai superar com folga o
recorde anterior de 75,5 milhões de toneladas, alcançado em 2011. Em
2012, o Brasil sofreu com uma seca no Sul do país. Já em 2013, o clima
foi favorável, de uma maneira geral, e a área plantada atingiu um
patamar recorde de para 27,64 milhões de hectares, na esteira de bons
preços da commodity.
"Mesmo assim, em função de uma série espalhada de problemas
menores de clima, o desempenho vai ficando um pouco aquém do potencial
inicial de produção de 85 milhões toneladas", disse França Júnior.
(Por Roberto Samora)
sexta-feira, 5 de abril de 2013
ASSIM COMO A SOJA O MERCADO DE FERTILIZANTES NÃO SE ENCONTRA EM UM BOM MOMENTO
Mercado
de Fertilizantes bastante desaquecido devido a alta dos Fosfatados e ao
declínio no preço das commodities. A tendência da alta do fosfatado é
devido ao fato de que os preços historicamente reagem nessa época nos últimos
5 anos. O próximo evento há observar
para fosfatados é a nova política de subsídios da Índia previsto para os
próximos dias, o que se sabe é que há bons níveis de estoques no país.
Preços de Kcl estáveis, nitrogenados com leve queda de preços. Os preços
de formulados tiveram um reajuste em torno de
US$15,00/ton, nos últimos dias, 00.18.18 US$490,00/ton, a retirar em
Rondonópolis, big bag.
(Por: Rodrigo Ferreira Pinto)
FECHAMENTO EM 05/04/2013
Dólar R$ 1,9865(1,4130)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (-14,0) 13,58
JUL13 (-12,0) 13,39
AUG13(-8,2) 13,13
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (-0,2) 6,29
JUL13 (0,0) 6,18
SET13 (+3,6) 5,51
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 45,00
Sorriso: R$ R$ 40,50
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 15,20
Sorriso: R$ 13,80
Chuvas atrapalham colheita da soja e milho na Argentina
O excesso de chuva está impedindo o avanço da colheita da soja cultivada
na Argentina. Atualmente os trabalhos no campo atingiram 9,1% da área
total prevista para o país, permitindo acumular um volume de 5,4 milhões
de toneladas. As projeção para esta safra, conforme consta no Bolsa de
Cereais de Buenos Aires divulgado na quinta-feira (4), é de 48,5 milhões
de toneladas de soja.
Os problemas climáticos estão atingindo, principalmente, o Centro-oeste e o Sul da Argentina. O engenheiro agrônomo do Departamento de Estimativas Agrícolas da Bolsa de Cereais, Esteban Copati, explica que apesar do avanço semanal de 4,1% o desempenho da colheita está atrasado em 4 pontos percentuais se comparando ao mesmo período da safra passada.
Milho - As chuvas registradas na Argentina também estão atrapalhando a colheita do milho. O avanço na última semana foi de 7 pontos percentuais. A colheita do grão atingiu 24,3%, equivalente a 890 mil hectares para uma produção de 7,2 milhões de toneladas. A estimativa é que a produção total alcance 25 milhões de toneladas.
Os problemas climáticos estão atingindo, principalmente, o Centro-oeste e o Sul da Argentina. O engenheiro agrônomo do Departamento de Estimativas Agrícolas da Bolsa de Cereais, Esteban Copati, explica que apesar do avanço semanal de 4,1% o desempenho da colheita está atrasado em 4 pontos percentuais se comparando ao mesmo período da safra passada.
Milho - As chuvas registradas na Argentina também estão atrapalhando a colheita do milho. O avanço na última semana foi de 7 pontos percentuais. A colheita do grão atingiu 24,3%, equivalente a 890 mil hectares para uma produção de 7,2 milhões de toneladas. A estimativa é que a produção total alcance 25 milhões de toneladas.
Fonte: Agrodebate
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Informa Economics reduz projeção da safra de soja do Brasil
Nesta quarta-feira (3), a consultoria americana Informa Economics
reduziu a projeção da safra de soja 2012/13 do Brasil para 83,25 milhões
de toneladas. No último relatório da empresa o número divulgado era de
84,5 milhões de toneladas, uma retração de 1,25 milhão de toneladas.
Os números estão em linha com o reportado pelo relatório de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) no início do mês de março. Em contrapartida, a produção de soja da Argentina foi estimada em 52 milhões toneladas, número maior do que o projetado pelo departamento norte-americano, de 51,5 milhões de toneladas.
Por outro lado, a consultoria projetou um aumento de 350 mil toneladas para a safra de milho brasileira, que deve passar de 71,6 milhões de toneladas para 71,95 milhões de toneladas. O número é menor do que o divulgado pelo USDA, de 72,5 milhões de toneladas.
Já a produção argentina do cereal deverá totalizar 25,3 milhões de toneladas, ainda de acordo com as estimativas da Informa Economics. O número representa uma redução em relação ao projetado pelo órgão norte-americano, de 26,5 milhões de toneladas.
Os números estão em linha com o reportado pelo relatório de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) no início do mês de março. Em contrapartida, a produção de soja da Argentina foi estimada em 52 milhões toneladas, número maior do que o projetado pelo departamento norte-americano, de 51,5 milhões de toneladas.
Por outro lado, a consultoria projetou um aumento de 350 mil toneladas para a safra de milho brasileira, que deve passar de 71,6 milhões de toneladas para 71,95 milhões de toneladas. O número é menor do que o divulgado pelo USDA, de 72,5 milhões de toneladas.
Já a produção argentina do cereal deverá totalizar 25,3 milhões de toneladas, ainda de acordo com as estimativas da Informa Economics. O número representa uma redução em relação ao projetado pelo órgão norte-americano, de 26,5 milhões de toneladas.
quarta-feira, 13 de março de 2013
Ouro fecha em queda com alta do dolár
NOVA
YORK - Os contratos futuros de ouro negociados na Comex, a divisão de metais da
New York Mercantile Exchange (Nymex), fecharam em queda nesta quarta-feira,
pressionados pela alta do dólar e por dados positivos do varejo
norte-americano. O contrato de ouro mais negociado, com entrega para abril,
perdeu US$ 3,30 (0,2%), fechando a US$ 1.588,40 a onça-troy.
O
dólar ganhou terreno ante o euro hoje, tornando os contratos de ouro
denominados na divisa norte-americana mais caros para detentores de outras
moedas. Uma série de dados positivos dos EUA impulsionaram o dólar.
As
vendas no varejo do país subiram 1,1% em fevereiro ante janeiro, resultado bem
acima da previsão dos economistas, que esperavam alta de 0,6%. O ganho do mês
passado foi o quarto consecutivo e o maior desde setembro. Na comparação anual,
as vendas subiram 4,6% em fevereiro. Além disso, os estoques das empresas dos
EUA subiram 1,0% em janeiro ante dezembro, também bem acima da previsão dos
analistas, que era de aumento de 0,5%.
"Os
dados podem causar uma onda de vendas de curto prazo na medida em que o mercado
antecipa menos relaxamento monetário do Federal Reserve", disse Peter Hug,
diretor da Kitco Metals. O programa de compra de bônus do Fed, juntamente com outros
estímulos, tem ajudado a impulsionar os preços do ouro nos últimos anos, com os
investidores buscando no metal precioso proteção contra a potencial inflação.
Os
preços do ouro caíram para o menor nível em sete meses no início do mês, após
os investidores favorecerem o mercado de ações em detrimento de outros ativos,
devido à menor necessidade por segurança.
Analistas
afirmam que ainda há uma forte demanda física pelo ouro, principalmente nos
mercados asiáticos, o que ajudou os preços a subirem.
Dólar R$ 1,9695(0,3560)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos BushelMAR13 (-15,0) 14,74
MAY13 (-21,6) 14,47
JUL13 (-20,6) 14,25
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos BushelMAR13 (+1,0) 7,42
MAY13 (-5,6) 7,14
JUL13 (-1,6) 6,92
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 47,50
Sorriso: R$ R$ 42,00
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Sorriso: R$ R$ 42,00
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 14,40
Sorriso: R$ 10,80
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IMEA DIVULGO OS PRIMEIROS DADOS DA COLHEITA DE SOJA DESTA SAFRA.
O IMEA divulgou informações que mais de 1,18 milhões de toneladas foram entregues como desconto de classificação nas MULTINACIONAIS, isso representa 5% da projeção de safra de soja de MT
Esse percentual auto de desconto de classificação é devido ao aumento na produção de soja precoce nos meses de janeiro e fevereiro (onde tivemos maior índice de chuvas)
FONTE:IMEA
segunda-feira, 4 de março de 2013
Dólar abre semana em alta
LONDRES - O dólar opera em alta, mas os movimentos do mercado de câmbio estão limitados pela reunião dos ministros de Finanças da zona do euro, o Eurogrupo, e pela agenda cheia do restante da semana - que inclui reuniões de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) e do Banco da Inglaterra (BoE) e a divulgação do Livro Bege do Federal Reserve.
O euro apresenta queda e oscila em torno de US$ 1,30 enquanto o Eurogrupo se prepara para discutir a extensão do prazo para que Portugal e Irlanda reembolsem os empréstimos tomados por meio dos programas de resgate internacional que receberam. A incerteza política na Itália também deverá ser debatida na reunião.
Além do BCE e do BoE, os bancos centrais da Austrália, do Canadá e do Japão também decidem sobre juros nesta semana. Embora a previsão seja de que todos mantenham a política monetária inalterada, serão importantes os sinais sobre o futuro, segundo analistas. "No geral esses bancos centrais estão se movendo em direção a uma política mais acomodatícia e isso provavelmente vai dar suporte para o dólar nesta semana", afirmou Kiran Kowshik, estrategista do BNP Paribas.
O interesse no dólar também vai sendo sustentado pelo anúncio do governo da China, no fim da semana passada, de novas medidas para conter o aumento dos preços dos imóveis. O dólar australiano caiu para o nível mais baixo em quase oito meses diante do dólar dos EUA, em razão dos receios de que o movimento chinês prejudique a demanda por commodities da Austrália.
A libra também se enfraqueceu diante do dólar, pressionada pela contração mais forte em mais de três anos no setor de construção do Reino Unido em fevereiro, como mostrado pela queda no índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor para 46,8, de 48,7 em janeiro.
Enquanto isso, o iene opera em leve alta diante do dólar, depois de o candidato do governo do Japão para a presidência do banco central do país, Haruhiko Kuroda, não dizer nada novo na audiência realizada nesta segunda-feira no parlamento.
Às 10h (de Brasília), o euro caía de US$ 1,3025 no fim da tarde de sexta-feira (01) para US$ 1,3011, e de 121,80 ienes para 121,71 ienes, enquanto o dólar recuava para de 93,60 ienes 93,55 ienes. A libra se recuperava das perdas do início da manhã e subia de US$ 1,5036 na sexta-feira (01) para US$ 1,5048. O índice do dólar medido pelo Wall Street Journal estava em 73,329, de 73,347.
FONTE:Dow Jones economia.estadao
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Monsanto adia cobrança de royalties da soja RR1 em todo o Brasil
Em nota oficial, publicada agora a pouco em seu site, a Monsanto informa estar adiando a cobranca dos boletos relativo aos royalties (direitos sobre a patente), cujo vencimento estava previsto para ocorrer na proxima quinta-feira, dia 28 . A cobranca de 2,5% incide sobre todos as sementes que utilizam a tecnologia RR1.
SEGUE A NOTA:
"A Monsanto trabalhou com diversas lideranças do setor rural do Brasil para estabelecer um caminho no que diz respeito à soja RR1 no País.
Em consequência, a empresa adiará a cobrança de royalties da soja RR1 no Brasil até que haja decisão final da justiça.
A companhia pretende continuar documentando e mantendo as informações comerciais relativas àqueles que usam a soja RR1 durante este período de adiamento da cobrança.
No Brasil, a soja RR1 é protegida por vários direitos de propriedade intelectual, inclusive patentes. De acordo com a legislação brasileira, a Monsanto busca corrigir o prazo de uma de suas patentes brasileiras para essa tecnologia até 2014.
Esse assunto ainda está pendente de decisão judicial e a Monsanto recorreu da recente decisão do Superior Tribunal de Justiça. Após manifestação final do STJ, a decisão definitiva ficará a cargo do Supremo Tribunal Federal.
Os agricultores que preferirem uma solução imediata e definitiva podem fazê-lo por meio de uma versão simplificada do termo de quitação geral.
Os agricultores que assinaram a primeira versão desse termo poderão mantê-la, encerrá-la ou substituí-la pelo novo documento que está disponível no site www.monsanto.com.br
A Monsanto e as lideranças rurais reconhecem que a biotecnologia tem um importante papel na agricultura brasileira ao proporcionar maior eficiência no campo e aumento de produtividade. Também reconhecem que a propriedade intelectual e o pagamento das tecnologias a cada uso viabilizam a inovação.
A Monsanto continua aberta ao diálogo com os agricultores e seus representantes de forma a pavimentar o caminho para novas tecnologias na agricultura brasileira".
Fonte: Redacao NA
Dólar R$ 1,9845
Mês Pontos Bushel
MAR13 (-2,6) 14,48
MAY13 (-3,0) 14,32
JUL13 (-3,0) 14,148
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (+11,0) 7,04
MAY13 (+9,0) 6,94
JUL13 (+7,0) 6,78
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 50,00
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Soja: frente à melhora climática na Argentina, mercado opera em baixa
Na sessão desta segunda-feira (25), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam do lado negativo da tabela. Por volta das 14h45 (horário de Brasília) os principais vencimentos trabalhavam com quedas de dois dígitos. Com o adiamento da greve dos portos no Brasil e a melhora climática na Argentina, os fundos de investimentos liquidam seus posições, segundo relata o analista de mercado da Cerealpar, Steve Cachia.
No momento, o foco do mercado internacional de grãos são os problemas logísticos no Brasil, conforme acredita o consultor de mercado da FCStone, Glauco Monte. O escoamento não está sendo suficiente para atender a demanda, principalmente, da China, maior comprador mundial de soja, conforme afirma o consultor.
“A China está preocupada com os atrasos e pode, em alguns momentos, voltar a comprar soja nos EUA. Sabemos que os estoques norte-americanos da oleaginosa são ajustados, e essa situação faz com que haja movimentações positivas em Chicago”, explica.
Na última sexta-feira (22), os portuários de todos os portos do Brasil entraram em greve contra a Medida Provisória 595, que prevê mudanças nas atividades do setor. No entanto, após negociações entre o Governo e os trabalhadores as manifestações foram suspensas até o dia 15 de março, enquanto as partes envolvidas tentam chegar a um acordo.
Além disso, o mercado internacional de grãos ainda observa a situação climática na América do Sul. As precipitações registradas no país no último final de semana foram esparsas e atingiram as principais regiões produtoras de soja argentina, o que poderia aliviar a situação das lavouras do país. Desde o começo da semeadura, as plantações argentinas sofrem com as adversidades climáticas.
Milho – As cotações futuras do cereal que trabalhavam em baixa nesta segunda-feira expressaram uma recuperação e operam com pequenos ganhos na CBOT. O consultor destaca que as exportações norte-americanas estão abaixo do que o esperado, o que deixa o mercado mais morno. “Com a safra norte-americana menor em função da seca, os preços não estão competitivos na exportação”, sinaliza Monte.
Fonte: Notícias Agrícolas // Fernanda Custódio
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Chicago: frente aos fundamentos positivos, soja opera em alta
No início desta sexta-feira (22), os futuros da soja negociados em Chicago operam do lado positivo da tabela. Os vencimentos que fecharam em campo misto, na sessão anterior, exibem altas de dois dígitos na CBOT. Por volta das 10h35 (horário de Brasília) os principais vencimentos da commodity trabalhavam com mais de 12 pontos de ganhos.
Segundo o consultor de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, os fundamentos no mercado internacional de grãos são positivos. E a situação climática na América do Sul, principalmente, na Argentina, ainda é observada pelo mercado. As lavouras de várias regiões produtoras no país sofrem com o tempo seco. Algumas projeções indicam que a produção argentina alcance 50 milhões de toneladas, número menor do que as estimativas iniciais.
Do mesmo modo, os problemas logísticos no Brasil também contribuem para a formação desse cenário. Os atrasos dos embarques da soja através dos portos brasileiros impedem que os produtos cheguem à velocidade necessária ao mercado. Nesta sexta-feira (22), portuários vinculados, avulsos e terceirizados de todos os portos do país entraram em greve contra a Medida Provisória 595, que prevê mudanças nas atividades do setor.
Paralela ao apertado quadro de oferta e demanda norte-americana, há a o retorno da China ao mercado. Durante esta semana, o USDA anunciou a venda de 120 mil toneladas de soja em grão para o país, para serem entregues ainda nesta temporada. O que indica que a demanda pela oleaginosa permanece aquecida e não dá sinais de retração.
Diante desse cenário, o consultor destaca que o mercado conseguiu ultrapassar o patamar de resistência de US$ 15/ bushel no vencimento março. “A tendência é altista para o mercado pelas próximas semanas”, afirma.
Fonte: Notícias Agrícolas // Fernanda Custódio
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