Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



Mostrando postagens com marcador Bolsa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bolsa. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Grãos operam em busca de direção na manhã desta 4ª feira na CBOT

Na manhã desta quarta-feira (19), os contratos futuros da soja seguem operando em campo misto na Bolsa de Chicago. Por volta das 7h50 (horário de Brasília), o vencimento julho valia US$ 15,11, com alta de 0,50 ponto. Ao mesmo tempo, o agosto recuava 1 ponto, cotado a US$ 14,34. 
O milho e o trigo, no entanto, recuavam depois das boas altas registradas no pregão desta terça-feira (18). Ontem, os vencimentos mais longos do milho subiram mais de 10 pontos. 

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Mercado opera com leve queda na CBOT na manhã desta quinta-feira

Mercado dá continuidade à um ligeiro recuo apresentado ontem nos vencimentos mais distantes e, por volta das 8h53 (horário de Brasília), os contratos mais negociados perdiam entre 3,50 e 5,50 pontos. Além disso, como explicou o consultor da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, faltam informações e notícias novas e importantes que possam dar mais fôlego ao mercado neste momento.

Já no mercado do milho, apenas o vencimento julho apresentava uma baixa de 0,50 ponto, contra altas de 2 pontos nas demais posições. No entanto, apesar das baixas registradas hoje pela soja, o mercado no curto prazo ainda encontra sustentação na pouca oferta e na demanda muito intensa pela oleaginosa norte-americana. A falta de produto ainda confere ao mercado o papel de racionar essa demanda por meio de preços mais altos, como vem sendo explicado por analistas. 

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Soja: Mercado encontra suporte para o curto prazo na falta de oferta

Na sessão desta quarta-feira (5), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam em campo misto, com altas significativas para os vencimentos mais próximos. Por volta das 13h40 (horário de Brasília), o contrato julho/13 subia 13,25 pontos, cotado a US$ 15,42 por bushel. Mais cedo, o vencimento subiu mais de 17 pontos. 
mercado da soja no curto prazo segue encontrando estímulo para subir na extrema escassez de soja nos Estados Unidos. Os estoques norte-americanos se mostram extremamente ajustados, entretanto,a demanda permanece focada no país e, além das exportações, ainda há a necessidade de se abastecer o mercado interno. 
"A expectativa para esses primeiros vencimento é crescente, em função do estoque super apertado nos EUA e da necessidade que se observa das esmagadoras americanas. Os preços estão firmes para os primeiros vencimentos, e acredito que o potencial para os contratos agosto e setembro também seja de preços mais altos, já que podemos ter uma lacuna de oferta entre esses meses", diz a analista de mercado Nicole Brum, da Agrinvest. 
Para a analista, apesar da pouca oferta ainda disponível nos EUA, o papel de racionamento da demanda ainda é do mercado e, com isso, os preços devem se manter em bons patamares.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Cotaçoes segue em baixa nesta sexta-feira



As cotações na quinta-feira foi de intensa volatilidade para o mercado internacional da soja na Bolsa de Chicago. Os preços dos vencimentos mais negociados registraram oscilações muito expressivas, com o contrato julho chegando a subir mais de 50 pontos durante o pregão, batendo o valor de US$ 15,69 por bushel. Em seguida, o USDA anunciou os números de exportações semanais de grãos, reportando a venda de 183,5 mil toneladas da oleaginosa da safra 2012/13 e 838,9 mil toneladas da safra nova, dados que contribuíram para o avanço dos preços. Porém os números na bolsa de Chicago fecharam em baixas, o primeiro vencimento perdia mais de 20 pontos. O mercado nesta sexta-feira vem dando continuidade as suas perdas trabalhando com – 23 na bolsa de Chicago.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

As bolsas de Hong Kong cairam no início desta quinta-feira.

HONG KONG - As bolsas de Hong Kong cairam no início desta quinta-feira como a preocupação de que a Reserva Federal estava considerando desacelerar suas compras de títulos. A notícia pesou sobre o sentimento, com os investidores cautelosos antes de uma leitura preliminar da atividade manufatureira chinesa em maio. O índice Hang Seng de Hong Kong: HSI-2,54% perdeu 0,9%, para 23,051.27 eo Hang Seng China Enterprises Index desistiu de 0,9%, para 10,952.08. As ações financeiras andava a gota, com pesos pesados ​​HSBC Holdings PLC HK: 5-2,57%HBC-1,82% , China Construction Bank Corp HK: 939-2,33%CICHY-1,09% e AIA Group Ltd. HK: 1,299-3,34%AAGIY- 2,86% derramamento 0,8%, 1,2% e 1,3%, respectivamente. Entre outras decliners notáveis, produto alimentar fabricantes Tingyi Cayman Islands Holding CorpHK: 322-3,73%TCYMY0,40% e Want Want China Holdings Ltd. Hong Kong: 151-3,65%WWNTF0,00% caíram 2,3% e 2,2%, respectivamente. China Shanghai CompositeCN: 000001-1,16% aliviou 0,4%, à frente do Índice HSBC dos Gerentes de Compras de flash para maio, que deverá mostrar uma melhora suave e constante atividade durante o mês

terça-feira, 21 de maio de 2013

Soja: Mercado tem suporte da falta de oferta e pressão da safra nova

A soja fechou a terça-feira (21) em terreno misto na Bolsa de Chicago, com apenas o vencimento julho/13 em alta, cotado a US$ 14,78/bushel, subindo 13,75 pontos. O agosto, segundo vencimento mais próximo, recuou apenas 0,75 ponto. 
O fechamento com preços dos dois lados da tabela continua refletindo as duas realidades que podem ser vistas nomercado da soja atualmente, sendo uma referente à safra velha e outra da nova. 
De um lado, as posições mais curtas encontram suporte na ajustada oferta de soja nos Estados Unidos, fato que tem dado muita firmeza ao merca físico local e prêmios historicamente altos nos portos americanos, além de uma demanda extremamente aquecida pelo produto dos EUA. 
Segundo explicou o analista de mercado Pedro Dejneka, da PHDerivativos, diante desse aperto na oferta local, os Estados Unidos serão obrigados até mesmo a importar soja em grão e também farelo para conseguir cumprir alguns contratos. Ele explica ainda que o remanescente de soja que ainda há no país está nas mãos dos produtores que segeum sem interesse em vender nesse momento, mesmo diante de prêmios historicamente altos, à espera de preços ainda melhores. 
De acordo com informações do consultor de mercado Liones Severo, do SIMConsult, o prêmio no interior dos EUA já chega a US$ 1,20, US$ 1,40 por bushel acima do vencimento julho, o qual já registra US$ 16,18.
Por outro lado, o avanço do plantio da nova safra com muita expressividade na última semana pressionou os preços na sessão desta terça. A semeadura do milho, por exemplo, evoluiu mais de 40% com uma janela de clima bastante favorável e os números apresentados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) refletiram de forma negativa nas cotações de Chicago, principalmente nos vencimentos de mais longo prazo. 
"Na semana passada, o clima foi muito favorável ao plantio, ajudou muito e no relatório de ontem já se vê que o atraso que era muito significativo já não é tão mais e o mercado retira os prêmios de milho e trigo", disse Dejneka. 
Com isso, ao longo do pregão, os contratos mais negociados do milho chegaram a cair mais de 12 pontos refletindo essa evolução dos trabalhos de campo e diante ainda das boas expectativas de que possam avançar ainda mais com uma melhora nas condições de clima.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Mercado segue em alta nesta quinta-feira.


O mercado segue em alta na manhã desta quinta-feira (9), a soja trabalha com +5,2 e o milho com +2,0 na bolsa de Chicago. O mercado internacional da soja segue encontrando suporte na firmeza do físico norte-americano, que já registra preços mais altos do que os praticados na Bolsa de Chicago. A demanda é muito grande e a oferta disponível já é praticamente inexistente. Há rumores até de que os EUA já estariam importando soja. 
Além disso, o mercado ainda reflete as adversidades climáticas que atrasam o plantio da nova safra nos EUA.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Mercado volta a subir em Chicago com clima adverso nos EUA.

Após uma sessão de realização de lucros nesta quarta-feira (1), o mercado voltou a operar do lado positivo focando as condições de clima ruim nos Estados Unidos que têm atrasado o plantio da nova safra. A soja trabalha com +7,2 e o milho com +9,2 na bolsa de chicago nesta quinta-feira(2).

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Mercado mantém em 3% expansão da economia em 2013.

A previsão de crescimento da economia brasileira em 2013 foi mantida em 3,00% na pesquisa Focus divulgada nesta segunda-feira, 29, pelo Banco Central. Para 2014, a estimativa de expansão segue em 3,50%. Há quatro semanas, as projeções eram, respectivamente, de 3,01% e 3,50%. 


A projeção para o crescimento do setor industrial em 2013 recuou de 2,86% para 2,83%. Para 2014, economistas preveem avanço industrial de 3,75%, mesmo valor da pesquisa anterior. Um mês antes, a Focus apontava estimativa de expansão de 3,12% para 2013 e de 3,95% em 2014 para o setor. 

Analistas mantiveram ainda a previsão para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o Produto Interno Bruto (PIB) em 2013 em 34,50%. Para 2014, a projeção subiu de 33,50% para 33,90%. Há quatro semanas, as projeções estavam em, respectivamente, 34,50% e 33,10%, para esses dois anos.

Câmbio


A mediana das projeções para a taxa de câmbio ao final de 2013 segue em R$ 2,00 há nove semanas. Para o fim de 2014, a mediana segue em R$ 2,05 há seis pesquisas. O mercado financeiro manteve, na pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 29, a previsão para a taxa média de câmbio em 2013 em R$ 2,00. Para 2014, a projeção continua em R$ 2,04. Há um mês, a expectativa de dólar médio estava em R$ 2,00 neste ano e em R$ 2,04 no próximo. 



Para o fim de abril, a estimativa subiu de R$ 1,99 para R$ 2,00. Para maio, segue em R$ 2,00. A mediana das projeções para o câmbio dos analistas do Top 5 médio prazo para o fechamento de 2013 segue em R$ 2,00. Para 2014, segue em R$ 2,02.


sexta-feira, 26 de abril de 2013

Milho mais barato no Brasil pode ajudar exportação, diz Cepea


O O milho mais barato no mercado brasileiro na comparação com as cotações da bolsa de Chicago pode estimular as exportações, atraindo compradores estrangeiros, mas há incertezas para os próximos meses, disse nesta sexta-feira o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) nesta sexta-feira.
As cotações em regiões brasileiras como Campinas (SP) e no porto de Paranaguá (PR) estão entre 18 e 21 por cento inferiores aos valores do primeiro vencimento de Chicago, apontou o centro de pesquisas da Universidade de São Paulo.
Pesquisadores também questionam, porém, se o estímulo dos preços para impulsionar as exportações continuará forte nos próximos meses.
"Deve ser considerado o fato de que na Bolsa de Chicago o contrato setembro 2013 está sendo negociado entre 13 e 15 por cento inferior ao contrato maio 2013 (primeiro vencimento), o que, em parte, anularia a competitividade brasileira", disse o centro.
O Indicador Esalq/BM&FBovespa, referente a Campinas, caiu 2,1 por cento em sete dias, fechando a 25,14 reais a saca de 60 kg na quinta-feira. Na parcial do mês, o indicador acumula queda de 13,5 por cento.
"Alguns agentes já precificam a perspectiva de safra recorde no Brasil", apontou o Cepea.

Tóquio fecha em queda com dólar mais fraco



As ações na Bolsa de Tóquio fecharam em terreno negativo nesta sexta-feira, uma vez que uma onda de vendas de dólares prejudicou exportadores, como a Bridgestone, ao mesmo tempo em que decepcionantes resultados corporativos levaram a baixas na Advantest, Ibiden, e outras ações.
O índice Nikkei caiu 0,3%, para 13.884,13 pontos, após uma alta de 0,6% da sessão anterior. Na semana, o índice avançou 4,3% e agora acumula ganhos de 34% no ano. Desde o início do rali atual em meados de novembro, as ações subiram 60%.
O volume de negócios desta sexta-feira manteve-se forte em 3,95 trilhões de ações, mas abaixo da marca de 4,3 bilhões. O valor das operações chegou a 2,95 trilhões de ienes.
Com apenas mais um dia de negociação, abril está se preparando para ser um dos meses mais pesados em operações da história do mercado acionário do Japão, com mais de 83 bilhões de ações já negociadas.
Os mercados estarão fechados na segunda-feira e na próxima sexta-feira.
Nesta sexta-feira, o enfraquecimento do dólar ajudou a limitar ganhos de ações, que inicialmente haviam subido após os bons resultados do mercado de trabalho dos EUA. No fim da tarde em Tóquio, o dólar mudava de mãos a 98,70 ienes depois de ter avançado bem acima da marca de 99 ienes.
Antes da abertura do mercado, dados mostraram que o núcleo do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) do Japão caiu 0,5% em março ante o mesmo mês do ano anterior, um pouco pior do que o esperado. Mas o resultado não teve muito efeitos sobre as ações, uma vez que as medidas do Banco do Japão levam tempo para ter impacto sobre estes dados, disse o estrategista Hideyuki Ishiguro, Okasan Securities.
Entre os principais exportadores afetados pela queda do dólar, a Bridgestone caiu 2,1%. As empresas do setor imobiliário também foram alvo de realização de lucros, com a Mitsui Fudosan caindo 2,4% e o Sumitomo Realty & Development perdendo 2,9%.
Várias empresas foram impactadas por decepcionantes resultados corporativos. A Advantest perdeu 7,9% depois de informar um prejuízo líquido e 3,82 bilhões de ienes, pior do que o prejuízo de 2,20 bilhões de ienes de um ano atrás.
A Ibiden declinou 4,2%. Mais cedo, a empresa anunciou que seu lucro operacional no ano fiscal ficou em 5,4 bilhões de ienes, bem abaixo da previsão de 6,5 bilhões de ienes. Segundo a Ibiden, o resultado foi afetado por fracas vendas de componentes de smartphones. A Ibiden é uma fornecedora da Apple.
Por outro lado, outras empresas se beneficiaram de seus resultados. A Japan Tobacco adicionou 2,7% depois que a empresa anunciou a expectativa de um lucro recorde para o atual ano fiscal, ajudado pelo bom desempenho dos negócios no exterior e um iene mais fraco. A Japan Tobacco espera um aumento de 20,8% no lucro líquido, para 415 bilhões de ienes. As informações são da Dow Jones.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Soja com intensa volatilidade no mercado.



Mercado trabalha com volatilidade, os principais vencimentos operam em baixa, apenas o maio com + 1,4.
O mercado está um pouco confuso, já que do ponto de vista técnico ainda temos sinais baixistas, mas temos algumas notícias do lado fundamental que chegam a ser conflitantes, tanto do lado do clima quanto do lado da demanda, explica Steve Cachia, analista de mercado da Cerealpar

FECHAMENTO EM 23/04/2013

Dólar R$ 2,0220(0,1340)
Mínima R$2,0285
Máxima R$ 2,0125
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:


Mês Pontos Bushel
MAY13 (+1,4) 14,18
JUL13 (-6,6) 13,57
AUG13(-12,0) 12,97

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:


Mês Pontos Bushel
MAY13 (-7,2) 6,38
JUL13 (-9,4) 6,14
SET13 (-14,0) 5,42
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:


L. do Rio Verde: R$ 43,00
Rondonópolis: R$ 47,00
Alto Garça: R$ 48,00
Sorriso: R$ 43,50
Itiquira: R$ 49,50


FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:


L. do Rio Verde: R$ 10,00
Rondonópolis: R$ 14,30
Alto Garças: R$ 15,30
Sorriso: R$ 10,00
Itiquira: R$ 15,30