Jesus

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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Soja: Mercado encontra suporte para o curto prazo na falta de oferta

Na sessão desta quarta-feira (5), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam em campo misto, com altas significativas para os vencimentos mais próximos. Por volta das 13h40 (horário de Brasília), o contrato julho/13 subia 13,25 pontos, cotado a US$ 15,42 por bushel. Mais cedo, o vencimento subiu mais de 17 pontos. 
mercado da soja no curto prazo segue encontrando estímulo para subir na extrema escassez de soja nos Estados Unidos. Os estoques norte-americanos se mostram extremamente ajustados, entretanto,a demanda permanece focada no país e, além das exportações, ainda há a necessidade de se abastecer o mercado interno. 
"A expectativa para esses primeiros vencimento é crescente, em função do estoque super apertado nos EUA e da necessidade que se observa das esmagadoras americanas. Os preços estão firmes para os primeiros vencimentos, e acredito que o potencial para os contratos agosto e setembro também seja de preços mais altos, já que podemos ter uma lacuna de oferta entre esses meses", diz a analista de mercado Nicole Brum, da Agrinvest. 
Para a analista, apesar da pouca oferta ainda disponível nos EUA, o papel de racionamento da demanda ainda é do mercado e, com isso, os preços devem se manter em bons patamares.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Grãos tem forte alta na CBOT com chuvas nos EUA e falta de oferta.

No mercado da soja, o foco dos investidores ainda se dá na escassa oferta de soja principalmente nos Estados Unidos, mas também no cenário mundial. Paralelamente, a demanda segue muito aquecida, inclusive por produto da safra nova. Nesta terça (28), o USDA(Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) anunciou a venda de 120 mil toneladas de soja para a China com entrega na temporada 2013/14.
Além disso, as condições climáticas continuam comprometendo o bom desenvolvimento do plantio da safra nova dos EUA. No último final de semana, novamente foram registras chuvas intensas que impediram um avanço mais expressivo da semeadura do milho e da soja, o que já cria espaço para especulações sobre uma possível redução na produtividade das lavouras norte-americanas.
Segundo explicou o economista Camilo Motter, da Granoeste Corretora, o clima nos EUA e a falta de soja da safra velha norte-americana seguem como os dois principais fatores de influência no mercado. Entretanto, Motter afirma ainda que é preciso muita atenção ao desenvolvimento dessa safra, com todo um cenário climático ainda pela frente. "O que devemos ver agora é um quadro de muita volatilidade", disse.