Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Tempo permanece encoberto em todo o País

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta para tempo parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, exceto no sul e sudoeste e no Distrito Federal. Temperatura máxima de 37º C e a mínima de 16ºC. A previsão é válida para esta quarta-feira, dia 2 de outubro.
Possibilidade de chuva em áreas isoladas no leste do Rio Grande do Norte, da Paraíba, litoral e mata de Pernambuco, litoral de Alagoas e sudoeste da Bahia. Temperatura máxima de 39º C e mínima de 16º C.
Nublado com pancadas de chuva em Roraima e Rondônia. Pode chover no Amazonas, Pará, Acre e sul de Tocantins.  Temperatura máxima de 39º C e mínima de 20º C.
Nublado com chuva em Minas Gerais, Rio de Janeiro e em São Paulo. Temperatura máxima de 33º C e mínima de 10º C.
Parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva no centro/leste e norte do Paraná, norte, sul e leste de Santa Catarina. Demais áreas, parcialmente nublado com névoa úmida e/ou seca no decorrer do dia. Temperatura máxima de 29º C e mínima de 8º C.
Fonte: Mapa

terça-feira, 1 de outubro de 2013

soja tem forte baixa com USDA e impasse no governo americano

Nesta segunda-feira (30), o departamento norte-americano reportou os estoques do país, tanto de soja quanto de milho, em números que superaram as expectativas do mercado e isso ainda exerce alguma pressão negativa sobre as cotações. Entretanto, as perdas são bem mais expressivas para a oleaginosa do que para o cereal. 
Outros números do USDA que ainda pesam sobre os negócios são os do relatório de acompanhamento de safra, também divulgado nesta segunda, onde o órgão mostra que o percentual de área colhida, em uma semana, passou de 3 para 11%. Além disso, ainda informou que o índice de lavouras de soja em boas ou excelentes condições passou de 50 para 53%, reflexo das últimas chuvas que chegaram ao Corn Belt. 
Entretanto, o mercado espera ainda pelo relatório de oferta e demanda que o USDA divulga no dia 11 de outubro para dar uma direção mais definida ao mercado. Porém, a divulgação desse boletim está pendente e o mercado ainda não sabe se será efetivada, uma vez que o governo dos Estados Unidos está pralisado diante de uma falta de acordo sobre o aumento do teto da dívida federal dos EUA.
"Com essa falta de acerto da questão fiscal nos EUA, temos hoje pelo menos 800 mil pessoas em licença automática nos EUA, de agências, museus e parques nacionais. Hoje, o site principal do USDA já não traz informações e então o mercado trabalha com um possível adiamento desses relatórios, tanto o de condições de lavoura da próxima segunda (8) e também o de oferta e demanda do dia 11", explicou o analista de mercado João Schaffer, da Agrinvest. 
Todas essas informações criam também uma maior aversão ao risco por parte dos investidores, que operam mais na defensiva à espera das definições que são negociadas nos Estados Unidos. Entretanto, o mercado já não reage com tanto nervosismo às informações, como foi registrado ontem. 
"Além da realização de lucros por conta dessa questão de estoques, o mercado também já começa a observar outros ativos, com isso vimos o título de dez anos do mercado norte-americano voltando a observar uma tendência de alta, o que pode tirar um pouco o volume financeiro do mercado de commodities e olhar para essa questão dos títulos americanos, que ainda estão com uma boa valorização", explica Schaffer. 
Milho e Trigo - Enquanto a soja exibi um expressivo recuo, os preços do trigo operam em campo misto na Bolsa de Chicago e, por volta de 12h13 (horário de Brasília), operavam com oscilações pouco expressivas. Mais cedo, as cotações registravam boas altas. É esse movimento positivo, de acordo com o analista da Agrinvest, que limita as perdas do milho. 
Segundo Schaffer, os futuros do grão ainda encontram sustentação na expressiva demanda mundial. "No trigo, há uma demanda aquecida, principalmente do Brasil depois de termos a nossa safra prejudicada, principalmente no Paraná, depois da onda de geadas", disse. 

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Mercado inicia semana à espera de números do USDA.

O mercado aguarda a divulgação do novo relatório trimestral de estoques que será divulgado hoje pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) e por isso caminha de lado, sem movimentações muito expressivas nem de alta ou baixa. Para esta segunda, espera-se também o relatório de condições de lavouras, que sai no final do dia. 
Um levantamento feito com analistas e corretores por agências internacionais apontam estoques em 3,43 milhões de toneladas (126 milhões de bushels).
No início de setembro, o departamento norte-americano estimou os estoques de passagem para a temporada 2012/13 em 3,4 milhões de toneladas (125 milhões de bushels) e, há um ano, esse número era de 4,6 milhões de toneladas (169 milhões de bushels). No boletim trimestral de junho, o USDA projetou os estoques em 11,84 milhões de toneladas (435 milhões de bushels). 
Além desse reporte, os players do mercado esperam também pelo novo boletim de oferta e demanda que o departamento norte-americano traz no dia 11 de outubro. Para os analistas, esse será o grande direcionador dos preços em Chicago, uma vez que deverá trazer números mais reais e definitivos sobre a nova safra dos Estados Unidos. 

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

O mercado vive um momento de pressão sazonal em função do avanço da colheita da nova safra dos Estados Unidos

O mercado vive um momento de pressão sazonal em função do avanço da colheita da nova safra dos Estados Unidos. Segundo analistas, apesar da quebra na produção norte-americana em função da seca, estoques menores e uma demanda mundial ainda muito aquecida, a entrada efetiva dessa nova oferta pressiona as cotações. 
No entanto, o mercado vê suas altas sendo limitadas, ainda de acordo com os analistas, pelas expectativas para o novo relatório trimestral de estoques que oUSDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga na próxima segunda-feira (30). As projeções do mercado, segundo Stefan Tomkiw, analista da Jefferies Corretora, de Nova York, são de que o departamento traga números indicando estoques finais de soja bastante apertados, na casa de 3,4 milhões de toneladas. 

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

EUA: Menos da metade do milho está maduro e 7% foram colhidos

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estima que apenas 7% da safra de milho já tenha sido colhida nos EUA, o que está abaixo da média para o período, que é de 16%. O estado de Carolina do Norte é o que está mais adiantado, com 100% do milho maduro e 74% colhido. No Texas, 50% já está maduro. Os estados de Michigan, Dakota do Norte e Wisconsin são os mais lentos, todos com apenas 30% do milho maduro. 
Produtividade em cheque
Muito já foi dito sobre a safra de milho deste ano. De acordo com matéria publicada hoje pelo site americano Farmfutures, a expectativa é de que essa seja uma grande safra, mas não recorde. Muitos fatores fizeram com que esta seja uma colheita difícil de se prever. Mas a verdade logo será revelada. Algumas lavouras já foram colhidas, principalmente no leste do cinturão de grãos. 

Relatórios indicam que safra deverá render mais que o esperado, mesmo tendo passado por períodos muito chuvosos e secas extensas. No entanto, alguns relatórios precoces são de produtores que gerenciam suas lavouras minuciosamente, com fertilizantes, fungicidas e testes, por isso conseguem as melhores produtividades.  
Estes são os fatores que podem comprometer a produtividade do milho: 
Falta de nitrogênio: plantas sem o nível necessário de nitrogênio poderão ter produtividade limitada em alguns campos.
Plantio tardio: muitos campos foram semeados depois do periodo usual, devido às chuvas da primavera. No entanto, o histórico mostra que o milho plantado em meados de maio na região central do cinturão de grãos ainda poderá ter boa produtividade se o restante do periodo tiver clima favorável. 
Mudanças do clima: O clima esteve fresco e úmido durante o período de polinização. Isso favoreceu a produtividade do milho. No entanto, o clima ficou muito quente e seco em muitas áreas, nos meses de agosto e início de setembro. Isso pode fazer com que a produtividade caia, já que os grãos podem parar de crescer e não encher como seria esperado.    
Doenças: apesar de nenhuma epidemia séria ter sido relatada, as condições climática estavam favoráveis para a formação de mofo branco. Se aparecer na lavoura, ele pode continuar se desenvolvendo, mesmo se o clima ficar mais seco. A presença do mofo branco ajuda a determinar a produtividade e a qualidade do milho.
Insetos: Algumas lavouras em Illinois registraram ocorrências da larva rootworm, de acordo com o entomologista Mike Gray, da Universidade de Illinois. A larva estaria atacando algumas lavouras de milho genéticamente modificado. 
Informações: Farmfutures e USDA

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Condições de lavouras dos EUA.

Por: David B. Rahe -

As temperaturas médias e precipitações na semana passada permitiram que muitos produtores continuassem a colher o milho e permitiu também que alguns produtores iniciassem a colheita da soja e do sorgo. As temperaturas em média 34.00ºC para a semana, 11.6ºC acima do normal. As precipitações em todo o estado são em média de 8,4 Milímetros, 0,1 Milímetros abaixo do normal. Chuvas localizadas foram relatadas na maior parte dos estados, em média pelo menos 0,5 centímetros de chuvas. Houve 5,6 dias adequados para o trabalho de campo. A umidade foi avaliado em 22 %  curto, de 44 % curto, e 34 % adequada. A umidade do subsolo foi avaliada em 23 % muito ruim, 46 % ruim, e 31 % adequada. O milho na fase de preenchimento atingiu 94 %. 47 % da safra de milho estava maduro, em comparação com 94 % no ano passado e da média de 5 anos de 62 %. A colheita de milho atingiu 5 % completo, em comparação com 51 % no ano passado e da média de 5 anos de 24 %. As condições do milho foram avaliadas em 3 % péssimo, 9 % ruim, 30 % regular, 48 % bom, e 10 % excelente. A soja amarelados atingiu 72 %. Soja caindo as folhas atingiu 37 %, em comparação com 63 % no ano passado e da média de 5 anos de 47 %. 1% da safra de soja foi colhida. As condição da soja foi avaliada em 3 % péssimas, 11 % ruim, 36 % adequada, 44 % bom e 6 %  excelente. 

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

''Sem pressa, produtores de soja aguardam clima favorável para plantio”

Apesar de autorizado oficialmente, o plantio de soja nos principais Estados produtores deve se intensificar apenas nas próximas semanas, com produtores buscando fazer sua lavoura somente nas melhores condições climáticas, disseram na sexta-feira (20) entidades ligadas a produtores.
Este ano não há o mesmo entusiasmo para plantar o milho após a soja, considerando os preços mais baixos do cereal.
Mato Grosso e Paraná, que deverão ter a maior área já plantada, encerraram esta semana o período de vazio sanitário –no qual o plantio é proibido para evitar perpetuação de doenças.
“Em boa parte do Estado, (o plantio) ainda não começou. Os produtores que entraram na lavoura nesta segunda quinzena de setembro, são aqueles que plantam algodão na segunda safra e não se prendem muito ao clima”, disse o gestor do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Daniel Latorraca.
A estimativa do Imea é que até o momento menos de 0,5 por cento das lavouras de Mato Grosso tenham sido semeadas, em linha com o ano anterior.
A previsão dos meteorologista é de chuvas irregulares neste início de safra no Centro-Oeste brasileiro, com normalização das precipitações apenas em outubro.
“Este ano tende a ser muito parecido com o ano passado”, disse Latorraca, referindo-se ao atraso no plantio da soja em 2012, por falta de chuvas.
O gestor do Imea lembra que, no início de 2013, muitos produtores empolgados com os preços do milho anteciparam a colheita de soja para adiantar o plantio do cereal, mesmo sem que a oleaginosa tivesse secado de maneira adequada, reduzindo produtividades.
“Ano passado estávamos com uma fome de plantar milho muito grande, com antecipação de colheita da soja. Este ano a gente vai ter um plantio de soja mais tranquilo”, disse.
Este é um dos fatores que levaram o Imea a subir em uma saca a estimativa de produtividade média de Mato Grosso nesta temporada 2013/14, atingindo 51 sacas de soja por hectare.
O produtor rural Julio Cinpak, que planeja plantar 2 mil hectares de soja este ano na região de Lucas do Rio Verde, norte de Mato Grosso, disse que os agricultores não estão com pressa.
“De um modo geral os produtores querem fazer um bom plantio de soja, e não vão correr risco de plantar sem chuvas”, disse Cinpak, que também é vice-presidente do sindicato rural no município.
Ele relata que o plantio ocorreu na região apenas em poucas áreas, principalmente onde há irrigação.
“As chuvas já ocorreram, mas de uma maneira não uniforme. Acredito que na próxima chuva, a partir da semana que vem, é que vai ter plantio mais intenso.”
Se o padrão de plantio da safra passada for repetido, as próximas semanas devem ser de muito trabalho. Em 4 outubro de 2012, o Imea já havia registrado plantio em 8,6 por cento das áreas de soja de Mato Grosso. Em 18 de outubro o plantio estava realizado em 33 por cento da área.
PARANÁ
No Paraná, segundo maior produtor do país atrás de Mato Grosso, as chuvas têm sido boas nas últimas semanas, garantindo umidade ideal no solo. Mas é um outro fator relacionado ao clima que manteve muitas máquinas plantadeiras fora das lavouras.
“Aqui no Paraná, o zoneamento agroclimático da soja só permite plantio a partir do dia 20 (de setembro)”, lembrou o gerente técnico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), Flávio Turra.
Segundo ele, a tendência é de que a partir deste final de semana comece o plantio na região oeste do Estado, “próximo a Palotina e Marechal Cândido Rondon.”
“Existem plantios antecipados”, disse, ressaltando que eles são isolados.
Produtores que quiserem garantir financiamento em bancos oficiais ou estar habilitados para o seguro rural precisam realizar o plantio dentro dos períodos estabelecidos pelo zoneamento agroclimático, definido pelo governo.
“O mês de outubro vai ser forte no oeste e norte do Paraná, que é a região que planta milho safrinha”, disse Turra, citando a safra de milho prevista para ocorrer imediatamente depois da colheita de soja.
No norte do Paraná, por exemplo, muitos já se preparam para o plantio da soja.
“Os produtores estão realizando dessecação, roçadas de palhadas de milho e aplicação de calcário, ou seja, estão se preparando para o plantio das culturas de verão”, disse em nota o técnico William Meneghel, do Departamento de Economia Rural em Maringá.
Fonte: Agrolink

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Os preços da soja recuam para os menores patamares em quatro semanas na Bolsa de Chicago frente às especulações de que algumas lavouras poderão ainda escapar da severa estiagem que castigou o Corn Belt nas última semanas, segundo informações da agência internacional Bloomberg. O que os traders e investidores aguardam agora é por informações mais concretas e reais sobre os resultados da colheita norte-americana. Para alguns analistas, o mercado já começa a precificar uma possível melhora de produtividade em função das chuvas que chegaram nos últimos dias ao Meio-Oeste. Além disso, de acordo com as últimas previsões climáticas de institutos norte-americanos, ainda não há indicações de geadas precoces que pudessem atingir as lavouras e comprometer ainda mais seus rendimentos, como vinha sendo temido depois do atraso do plantio e dos problemas com a estiagem.

Os preços da soja recuam para os menores patamares em quatro semanas na Bolsa de Chicago frente às especulações de que algumas lavouras poderão ainda escapar da severa estiagem que castigou o Corn Belt nas última semanas, segundo informações da agência internacional Bloomberg. 
O que os traders e investidores aguardam agora é por informações mais concretas e reais sobre os resultados da colheita norte-americana. Para alguns analistas, o mercado já começa a precificar uma possível melhora de produtividade em função das chuvas que chegaram nos últimos dias ao Meio-Oeste. 
Além disso, de acordo com as últimas previsões climáticas de institutos norte-americanos, ainda não há indicações de geadas precoces que pudessem atingir as lavouras e comprometer ainda mais seus rendimentos, como vinha sendo temido depois do atraso do plantio e dos problemas com a estiagem.frente às especulações de que algumas lavouras poderão ainda escapar da severa estiagem que castigou o Corn Belt nas última semanas, segundo informações da agência internacional Bloomberg. 
O que os traders e investidores aguardam agora é por informações mais concretas e reais sobre os resultados da colheita norte-americana. Para alguns analistas, o mercado já começa a precificar uma possível melhora de produtividade em função das chuvas que chegaram nos últimos dias ao Meio-Oeste. 
Além disso, de acordo com as últimas previsões climáticas de institutos norte-americanos, ainda não há indicações de geadas precoces que pudessem atingir as lavouras e comprometer ainda mais seus rendimentos, como vinha sendo temido depois do atraso do plantio e dos problemas com a estiagem.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Números que vêm sendo divulgados pelo USDA também acabam por tirar um pouco da direção dos negócios.

O mercado internacional de grãos, segundo analistas, ainda opera sobre muita incerteza em relação à nova safrados Estados Unidos. As chuvas que chegaram ao Corn Belt nos últimos dias e as que estão previstas para o próximo final de semana poderiam, para uns, promover uma recuperação dos danos causados pela seca, ou ao menos limitar os prejuízos. Para outros, as precipitações chegaram tarde e os danos já são irreversíveis e, em alguns casos, poderiam se agravar. 
Números que vêm sendo divulgados pelo USDA também acabam por tirar um pouco da direção dos negócios. Ontem, o departamento atualizou algumas estimativas de área plantada, aumentando seus números para soja e milho. Porém, ao mesmo tempo, revisou para cima o tamanho de áreas abandonadas de ambas as culturas. Além disso, ainda no final de setembro, o USDA traz um boletim também com a revisão dos estoques norte-americanos, informações que deverão mexer com o mercado mais adiante. 

terça-feira, 17 de setembro de 2013

O mercado se recupera da expressiva queda registrada ontem

O mercado se recupera da expressiva queda registrada ontem, quando os preços chegaram ao seu nível mais baixo em uma semana e, segundo analistas, o avanço reflete os números das condições de lavouras trazidos ontem, no final do dia, pelo USDA
Em uma semana, o índice de plantações em boas ou excelentes condições caiu de 52 para 50%, de acordo com o USDA, mostrando que o calor intenso e a falta de chuvas ainda estão castigando os campos norte-americanos e comprometendo, principalmente, sua produtividade. 
Em função dessas condições de clima adverso, a soja subiu por seis semanas consecutivas em Chicago até o último dia 13. Para os traders, as chuvas que chegaram ao Meio-Oeste americano no último final de semana e as demais que estão previstas para os próximos dias serão insuficientes para reverter o quadro de perdas. 
Soja +11,6
Milho +7,6

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

A semana começa com preços em queda para a soja no mercado

A semana começa com preços em queda para a soja no mercado internacional após as chuvas que chegaram ao Meio-Oeste norte-americano no último final de semana. No pregão eletrônico desta segunda-feira (16), por volta das 7h50 (horário de Brasília), as cotações recuavam mais de 11 pontos nos principais vencimentos. 
Segundo informações do instituto meteorológico World Ag Weather, algumas áreas de estados como Minnesota e Wisconsin receberam cerca de 25 mm de chuvas. Já o MDA Weather Systems prevê que as chuvas devem voltar ao Corn Belt ainda essa semana, com mais intensidade na região norte. 
"As chuvas do final de semana e as previsões para mais precipitações para essa semana pesaram sobre o mercado em Chicago", disse o analista da Commonwealth Bank, Luke Matthews. 

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Os futuros dos grãos são maiores com a falta de chuvas

Os futuros dos grãos são maiores com a falta de chuvas. A soja e o milho devem cair 3 a 5% nas condições de cultivo. A decisão do Presidente para que o Congresso tome a decisão sobre a possibilidade de mover-se contra a Síria deu aos comerciantes uma razão para a sua atitude de risco-off nesta manhã em direção a outras commodities e o movimento de volta para a compra de ações.

Cerca de 40% da Cornbelt recebeu alguma chuva no fim de semana. Aquelas áreas que não receberam a umidade vão ter mais estresse esta semana. A próxima chance de chuva é para este fim de semana, mas os meteorologistas não estão fornecendo muita confiança na cobertura.

PMI da China mostrou uma melhora e as estimativas de comércio acima.  Ministro da China disse que vai continuar a aumentar as importações de milho devido à crescente demanda, aproveitando a oportunidade de uma colheita abundante no mercado.
Egito comprou 355 mil toneladas de trigo no fim de semana da região do Mar Negro.
Argentina está começando a enfrentar condições de seca em sua região trigo de inverno. Eles são um grande exportador de trigo, a maioria dos quais vão para o seu vizinho Brasil.

Brasil diz que exportou 3,0 mmt de milho em agosto, em comparação com 733.300 toneladas em julho. As exportações de soja foram 5,4 mmt em agosto em comparação com 5,66 mmt em julho.

Tecnicamente soja novembro precisa de um fechamento acima do nível 14,09 para retomar a tendência de alta.
SOJA +41
MILHO +6

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

EUA: Fim de semana de chuvas insuficientes no Corn Belt

O Cinturão de Grãos dos Estados Unidos, localizado no meio-oeste norte-americano, registrou algumas chuvas neste final de semana. Precipitações rápidas, localizadas e de baixo volume - de 10 a 20 mm - foram registradas nos estados de Iowa e Illinois. 
No entanto, segundo analistas e corretores tanto do Brasil quanto dos Estados Unidos afirmam que foram chuvas insuficientes para reduzir os danos que têm sido causados pela seca nas principais regiões produtoras do país. 
No entanto, em algumas regiões ao sul de Illinois, como na comunidade de Ridgway, não foram registradas chuvas e o clima continua castigando a produção, segundo Bill Raben, vice chairman da Associação dos Produtores de Soja de Illinois. 
De acordo com Raben, a cultura que mais sofre é a soja, uma vez que se encontra em fase determinante da produção - de enchimento de grãos - e a presença das precipitações é fundamental. Assim, com a estiagem, o que já se começa a notar é que há menos vagens por metro quadrado nos campos do que deveria. 
Porém, na mesma região, o milho dá sinais de resistência a essa seca, uma vez que já está em condições de ser colhido, processo que deverá ser iniciado nesta terça-feira (3). 
Além disso, para os próximos dias a previsão é de mais uma semana de clima intensamente quente e seco no Corn Belt. Está prevista para chegar à localidade uma onda de calor que deverá elevar ainda mais as temperaturas e comprometer ainda mais a produtividade das lavouras norte-americanas. Imagens de radar do site AccuWeather mostram que, nesse momento, nos estados de Iowa e Minnesota não há qualquer indicação de precipitações. 
Ainda segundo previsões do AccuWeather, o ar mais quente e seco deverá ser registrado desde essa segunda-feira (2), quando se comemora o feriado do Dia do Trabalho nos EUA, se estendendo até a próxima quarta-feira (4), principalmente no meio-oeste do país. Os níveis de umidade já começam a cair ainda mais em quase todos os estados norte-americanos. 

Feriado Nos EUA nesta segunda feira.

Nesta segunda-feira, 2 de setembro, comemora-se o feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos e, por isso, os negócios não acontecem nas Bolsas de Chicago e Nova York. os trabalhos serão retomados nesta terça-feira, dia 3.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Clima nos EUA

Uma frente fria deve se mover para o meio-oeste americano neste final de semana, fazendo com que as temperaturas comecem a cair gradualmente, de acordo com o site The Weather Channel. Porém, mais recordes de temperatura alta são esperadas nos Estados Unidos nesta sexta-feira. Des Moines, em Iowa, deve chegar a 38ºC. Em Peoria, no estado de Illinois, a máxima deve ficar por volta de 36ºC. 


No final de semana, as temperaturas irão cair para 21ºC e até 15ºC em algumas partes do norte do meio-oeste e na região dos grandes lagos. Mais ao sul do meio-oeste, em St. Louis e Kansas, as mínimas devem ficar nos 26ºC.

Tempestades
Segundo o site Accuweather, algumas tempestades podem atingir a região de Chicago, Illinois. Há riscos de fortes tempestades localizadas no final desta sexta-feira. Algumas comunidades podem ser atingidas por rajadas de vento e granizo. Esta tendência deve continuar no sábado e domingo. 

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

O mercado internacional de grãos permanece acompanhando as previsões climáticas nos EUA

O mercado internacional de grãos permanece acompanhando as previsões climáticas nos EUA, que podem comprometer, ainda mais, o rendimento das lavouras do país. Nesta quarta-feira (28), alguns mapas já apontavam para possíveis chuvas em algumas regiões produtoras do país, a partir de hoje. Entretanto, segundo analistas, as precipitações ainda não seriam suficientes para amenizar a situação de stress hídrico das plantações norte-americanas. 

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Clima nos EUA ( GFS OU EURO?)

 As previsões do tempo informado pelo modelo GFS indicou o solo um pouco mais úmido nos últimos 5 dias e muito úmido nos próximos 11 a 15 dias. Os tempos são mais frescos para o início da próxima semana e no período de 11 a 15 dias, e agora fala-se de tempos muito mais frios no norte do Wisconsin. O modelo Euro é menos convincente do potencial de chuva. Com os rendimentos caindo os comerciantes querem ver a chuva antes de dar a sua posição.

Farm Futures Revista que pesquisou um grupo de agricultores que disseram que vai plantar 3,4 % acres  a menos de milho em 2014 e que pretendem plantar 2% a mais de soja. Isso faria uma plantação recorde de hectares de soja em 2014.

Futuros de soja na terça-feira foram revisados nos altos contratos que foram feitos no dia 14 de setembro de 2012. A 14.09 ¾ é agora um nível de resistência crítica nos contratos futuros de novembro. A lacuna deixada após a forte alta de abertura de segunda-feira será o apoio.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

O clima quente e seco permanece dando sustentação aos preços futuros em Chicago.

O clima quente e seco permanece dando sustentação aos preços futuros em Chicago. Para esta semana, as previsões climáticas indicam que o calor deve continuar assolando o meio-oeste norte-americano. As temperaturas deverão permanecer 5°C acima da média para o período, segundo informações do site Weather.com. Em algumas regiões, como Iowa, Norte do Missouri, nordeste de Kansas e leste de Nebraska, as temperaturas tendem a ficar entre 38°C e 40°C.
Frente a essa situação, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reduziu o índice de lavouras de soja em boas ou excelentes condições, de 62% para 58%. Para o milho, o departamento apontou uma diminuição de 61% para 59%. 
Para o diretor do SIMconsult, João Birkhan, o mercado precifica uma quebra já consolidada. “A safra norte-americana de soja que era estimada em 93 milhões de toneladas em julho pelo USDA baixou para 85 milhões de toneladas, conforme os números do Crop Tour. E se o clima continuar ruim tem espaço para subir ainda mais”, afirma. 
Paralelo a esse cenário, o diretor destaca que os estoques dos EUA ficarão apertados, já que a safra do país irá atender a demanda mundial até a entrada da nova safra brasileira no mercado, em meados de abril do próximo ano. “Em determinado momento, as cotações podem recuar, porém o patamar de preços é daqui para cima”, acredita Birkhan.
Por: David B. Rahe

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Dados do Crop Tour e clima seco nos EUA

O Crop Tour Pro Farmer informou que a produção de soja norte-americana na temporada 2013/14 deve ser de aproximadamente, 85,95 milhões de toneladas. A última estimativa do USDA aponta para 88,59 milhões de toneladas. 
A produtividade média das lavouras de soja dos EUA deverá ser de 47,4 sacas por hectares, frente o estimado pelo USDA no início de agosto em 48,3 sacas por hectare. 
Já na safra de milho, os Estados Unidos 2013/14 deverá  colher 341,9 milhões de toneladas. O número ficou abaixo da última estimativa do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), divulgada em seu relatório de oferta e demanda em 12 de agosto, de 349,73 milhões de toneladas. 
A projeção do Pro Farmer para a produtividade norte-americana ficou em 163,15 sacas por hectare. O índice levantado durante o tour também veio em linha com a última estimativa do departamento norte-americano, apresentando um ligeiro recuo de 163,42 sacas para 163,15 sacas por hectare.  
A estimativa do tour para áreas que serão abandonadas é de 730 mil hectares para o milho e 323,76 mil hectares para a soja.
Além disso, os investidores continuam com suas atenções completamente voltadas ao comportamento do clima no Corn Belt e, segundo o noticiário internacional, apesar das chuvas registradas na semana passada,  os próximos dias deverão continuar com falta de chuvas e temperaturas muito elevadas, pelo menos até o final de semana. 
"Agora estamos no período mais crítico da safra americana (de soja), então uma semana sem chuva ou com poucas chuvas traz um nervosismo ao mercado, principalmente por conta do histórico de quebra que temos nos Estados Unidos. Assim, o que estamos vendo nessas últimas semanas é a volatilidade do mercado se baseando no clima, com os mapas mudando muito frequentemente", explicou o analista de mercado Glauco Monte, analista de mercado da FCStone. 

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Mercado se recupera nesta quarta feira.

O mercado se recupera depois de um realização de lucros que marcou a sessão desta terça-feira (20) e foca as condições de clima adverso nos Estados Unidos, além da boa demanda pela produto norte-americano diante de expectativas de uma safra menor podendo chegar do país. Em seu último relatório de oferta e demanda, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reduziu sua estimativa para a produção de 93 para 88 milhões de toneladas. 
Segundo analistas, com o clima menos favorável as plantações norte-americanas sofrem com a falta de chuvas e a possibilidade de temperaturas acima da média para as próximas semanas podendo prejudicar sua produtiviadade. Há também o risco de as lavouras serem atingidas pelas geadas precoces, as quais poderiam ser registradas em meados de setembro.
Porém, o modelo climático europeu indica algumas chuvas para quinta e sexta-feira, concentradas na porção noroeste do Meio-Oeste americano, pegando estados-chave na produção como Iowa e Minesotta. Essas previsões, portanto, acabam limitando o potencial de alta dos preços. 

Chicago
soja +14
milho +4