O mercado internacional de grãos permanece acompanhando as previsões climáticas nos EUA, que podem comprometer, ainda mais, o rendimento das lavouras do país. Nesta quarta-feira (28), alguns mapas já apontavam para possíveis chuvas em algumas regiões produtoras do país, a partir de hoje. Entretanto, segundo analistas, as precipitações ainda não seriam suficientes para amenizar a situação de stress hídrico das plantações norte-americanas.
Jesus
APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.
Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.
Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.
Mostrando postagens com marcador atraso. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador atraso. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Clima nos EUA ( GFS OU EURO?)
As previsões do tempo informado pelo modelo
GFS indicou o solo um pouco mais úmido nos últimos 5 dias e muito úmido nos próximos
11 a 15 dias. Os tempos são mais
frescos para o início da próxima semana e no período de 11 a 15 dias, e agora
fala-se de tempos muito mais frios no norte do Wisconsin. O modelo Euro é menos convincente do
potencial de chuva. Com os
rendimentos caindo os comerciantes querem ver a chuva antes de dar a sua
posição.
Farm
Futures Revista que pesquisou um grupo de agricultores que disseram que vai
plantar 3,4 % acres a menos de milho em
2014 e que pretendem plantar 2% a mais de soja. Isso faria uma plantação recorde de
hectares de soja em 2014.
Futuros
de soja na terça-feira foram revisados nos altos contratos que foram feitos no
dia 14 de setembro de 2012. A
14.09 ¾ é agora um nível de resistência crítica nos contratos futuros de
novembro. A lacuna deixada após a
forte alta de abertura de segunda-feira será o apoio.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
USDA anuncia venda de milho para a China e preços sobem na CBOT, soja tem volatilidade
No pregão regular desta quarta-feira (22), os contratos futuros dos grãos negociados na Bolsa de Chicago em campo misto. A firmeza do mercado físico norte-americano e mais as incertezas sobre a nova safra dos Estados Unidos dão sustentação aos preços reforçam as duas realidades que atuam no mercado e acabam tirando a direção dos negócios.
Altas mais expressivas nas posições de mais curto prazo ainda são registradas e seguem refletindo o aperto da oferta, não só nos EUA, mas em âmbito global, o que têm dado suporte também ao mercado físico norte-americano. Em alguns locais, o bushel da soja nos Estados Unidos foi negociado a mais de US$ 16, com um prêmio de mais de US$ 1 acima do vencimento julho.
Porém, na sessão desta quarta-feira, os futuros da soja trabalham com considerável volatilidade e passam por uma correção técnica e exibem uma ligeira realização de lucros. Por outro lado, há boas expectativas para a produção da nova temporada norte-americana e, mesmo que pontualmente, pressiona os preços, segundo analistas e consultores de mercado.
Além disso, como explicou Mário Mariano, analista da Novo Rumo Corretora, as preocupações com a possibilidade de uma área maior de soja em detrimento do milho já passou, haja vista que na última semana as melhores condições climáticas permitiram um avanço de 40% do plantio do cereal em uma semana nos EUA, fator que acaba sendo positivo para as cotações da oleaginosa.
Enquanto a soja opera com bastante volatlidade, oscilando bastante entre os dois lados da tabelas, os futuros do milho registram vigorosas altas na sessão de hoje. Por volta das 13h (horário de Brasília), o contrato julho subia 15 pontos e o setembro, 10,75.
Há pouco, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) anunciou a venda de 360 mil toneladas de milho para a China e 180 mil para destinos não revelados, os dois volumes com entrega na safra 2013/14. O anúncio acabou sendo como um catalisador para o avanço dos preços, que já vinham subindo diante das expectativas de novas chuvas no Meio-Oeste norte-americano podendo atrasar novamente o plantio do cereal no país.
Assinar:
Postagens (Atom)