Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Pessoas deixam suas casas em São Francisco do Sul por causa de fumaça


Uma equipe de Corpo de Bombeiros Voluntários de São Francisco do Sul, da Defesa Civil de São Francisco do Sul, e bombeiros de Joinville, Barra do Sul e Araquari do Norte de Santa Catarina estão em operação para controlar um incêndio de grandes proporções no terminal marítimo na BR-280, em São Francisco do Sul. 

Por volta das 23h da terça-feira, dia 24, o incêndio teria iniciado em uma carga de fertilizante em um armazém da empresa Global Logística. A situação é considerada grave já que o produto contém, segundo o Centro de Informações Toxicológicas do Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), nitrato de amônio, diofosfato de amônio e cloreto de potássio, considerados tóxicos. As pessoas estão sendo levadas ao pronto-atendimentos de São Francisco do Sul. 

Segundo o coordenador regional da Defesa Civil, Antônio Edival Pereira, a fumaça causa irritação na garganta, náuseas e em casos mais graves, insuficiência respiratória. Por isso a orientação é para que os moradores procurem locais arejados.  

— Pedimos que as pessoas que sentirem alguma ardência nas vias aéreas que procurem lugares arejados — orienta a bombeira voluntária de São Francisco do Sul, Meri Costa.

Bairros afetados 

De acordo com o Bombeiros Voluntários os bairros Paulas, onde fica o terminal, Reta, Peroba, Sandra Regina, no Forte foram afetados. Cerca de 80 moradores, entre eles cerca de 40 idosos, do bairro Paulas foram levados pelos bombeiros para o Colégio Estadual Santa Catarina, que fica no Centro da cidade. 

Segundo a assessora de imprensa da prefeitura, Marilene Dalmolini, as escolas municipais deveriam funcionar normalmente, mas como os pais estão preocupados, decidiram não mandar os filhos à escola. 

A maioria dos postos de saúde funciona normalmente, exceto as unidades do Paulas e das áreas mais perto da praia. Ainda segundo Marilene, grande parte do comércio não abriu nesta quarta-feira. 

Outras áreas podem ser atingidas se o vento mudar de direção. 

Defesa Civil, Polícia Militar e bombeiros já montaram uma área de operação ao lado do terminal marítimo. Todos os envolvidos no controle do incêndio estão usando equipamento especial para não serem intoxicados. 

Trânsito 

Enquanto não há controle, a BR-280 está bloqueada ao redor da área atingida, perto do quilômetro 8. Também já é grande o fluxo de pessoas deixando São Francisco Sul, principalmente das área das praias. Há uma barreira no trevo de Balneário Barra do Sul e o tráfego flui apenas no sentido oposto, para quem sai da cidade.

Muitas pessoas estão paradas em bares e postos de gasolina ao longo da rodovia. 

Porto de São Francisco do Sul

Funcionários do Porto de São Francisco foram todos dispensados.  A informação é de que outras categorias, como estivadores, também não estão trabalhando. O superintendente do Porto, Paulo Corsi, está na Alemanha, mas já está ciente da situação. 

Foi ele quem dispensou os funcionários. Por enquanto, a suspensão das atividades é somente para esta quarta-feira. A informação inicial é de que o trem ainda estaria funcionando no local.

Escolas

A Secretaria de Educação de São Francisco do Sul suspendeu as aulas desta quarta-feira até sexta-feira. As aulas voltam, a princípio, na segunda-feira.

Abastecimento de água

O Samae, responsável pelo abastecimento de água em São Francisco do Sul, tranquiliza a população de que a água não está contaminada pela substância.

Exército ajuda na mobilização

O comando do 62º Batalhão de Infantaria de Joinville está em São Francisco do Sul analisando como o Exército poderá colaborar na mobilização do enfrentamento do incêndio.

De acordo com o comando da unidade militar, somente após a avaliação dos oficiais será possível definir quais os procedimentos serão tomados. Os militares poderão ajudar na logística, isto é, auxiliando na remoção de moradores se houver necessidade, entre outras providências.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Relatório de plantio nos EUA.

Relatório de plantio do USDA mostrou que 64% das lavouras de soja do país estão em boas ou excelentes condições. Uma semana antes o percentual era o mesmo. Ainda de acordo com a publicação, outros 27% estão em situação regular. Em patamar ruins ou muito ruins são 9%, conforme demonstrou o departamento em análise nesta segunda-feira (12).

O USDA também mensurou as condições do milho norte-americano. São 64% em condições boas ou excelentes, 25% em regular, e outros 11% entre ruim ou muito ruim.

Para o trigo, o percentual de lavouras em condições boas ou excelentes recuou de 68% para 66%. Outras em situação regular passou de 26% para 25% e, em condições ruins ou muito ruins, 8%.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Conab vê menor pressão dos alimentos sobre a inflação nos próximos meses

O diretor de Política Agrícola e Informação da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Sílvio Porto, prevê nos próximos meses pressão menor dos alimentos sobre os índices inflacionários, a exemplo do que mostrou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de julho. Porto observa que a geada que ocorreu no Paraná não atingiu regiões produtoras de hortifrutigranjeiros. "Não houve mudança em termos de preços nas centrais de abastecimento, o que dá para inferir que não há tendência de reversão da tendência de queda", diz ele.

Chuvas continuam mal distribuídeas nas lavouras americanas e ainda há risco d estiagens regionalizadas

Verão americano, diferente do brasileiro, é marcado por poucas chuvas, principalmente no Meio-Oeste. Nos últimos dias as chuvas foram irregulares e mal distribuídas, mas conseguiram manter uma boa condição do solo para a evolução das lavouras de milho e soja. O Estado de Iowa é o maior produtor da oleaginosa no país e o que mais sofre com a falta de precipitação nos últimos 30 dias. Como 60% dos produtores fizeram o plantio em junho, quando deveria ser feito em abril, ainda há preocupação com desenvolvimento das plantas. 

O início de agosto se mostra muito parecido com a condição de clima observada em julho. Na semana passada se manteve a condição de chuvas irregulares e mal distribuídas sobre o Meio-oeste americano. “Voltou a chover em Missouri e também em Illinois, Indianna e Ohio. Já os estados de 
Iowa, Wisconsin e Minnesota continuam apresentando desvios negativos de chuvas no último mês”, afirma o climatologista da Somar, Paulo Etchichury. 

Os efeitos dessa seca regional são amenizados pela redução do calor e também pela boa reserva hídrica no solo. Como as chuvas ficaram acima da média na Primavera, o que atrapalhou o plantio, qualquer chuva que aconteça durante o Verão ajuda arecuperar a umidade da terra. Além disso, o Departamento de Agricultura Americano – USDA – divulgou que 64% das lavouras de milho e de soja estão em condições excelentes. 

A previsão para esta semana mantém uma condição de chuvas ainda irregulares. Os maiores volumes acumulados são previstos para as áreas produtoras ao sul, incluindo os estados de Missouri, Illinois, Kentucky e Tennessee. Mais uma vez Iowa passará por uma semana de poucas precipitações. 

Para o restante de agosto, as condições quase não mudam. As chuvas permanecem isoladas e ainda acontecem ondas de calor, não tão intensas, típicas do verão americano. Ou seja, em algumas regiões a chuva deve oscilar em torno da média, enquanto outras áreas ainda convivem com o risco de estiagens regionalizadas, principalmente as lavouras localizadas mais ao norte e oeste.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

AVISO DE LEILÃO DE MILHO – PEPRO DIA 13/08/2013.

O MILHO DEVERA TER O DESTINO QUE COMPÕEM A REGIÃO DE GOIÁS, MATO GROSSO E MATO GROSSO DO SUL.

ORIGEM                                    PRÊMIO S/C      QUANTIDADE (kg)
GOIÁS (REGIÃO I)                       1,92               100.000.000
MT (REG I - NORTE)                    4,50               385.000.000
MT (REG II – CENTRO NORTE)  3,90                390.000.000
MT (REG  III – CENTRO SUL)      3,90                325.000.000
MT (REG IV – NORDESTE)         3,18               200.000.000
MATO GROSSO DO SUL            1,92               100.000.000


O Preço Mínimo, livre de tributos e descontos, será de R$ 17,46/kg para o Estado de Goiás e do Mato Grosso do Sul, e de R$13,02/kg para o Estado do Mato Grosso.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

As condições meteorológicas continuam a melhorar nos EUA.



As condições meteorológicas continuam a melhorar, o tempo deve permanecer abaixo do normal por mais alguns dias. A umidade se move pelo Cornbelt esta semana deve reduzir as áreas de estresse das culturas. Os comerciantes já estão tentando analisar o efeito de uma geada precoce, no entanto, o próximo grande evento é 12 de agosto de culturas Relatório de Produção. Onde USDA vai colocar a sua estimativa de rendimento? Seu rendimento  a tendência é 163,6, e no mês passado eles usaram 156,6. 

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Mercados externos estão fornecendo uma atitude de risco-off, esta manhã

Mercados externos estão fornecendo uma atitude de risco-off, esta manhã. Liquidação de touro (vendas de posições) espalha ter sido o foco principal para o milho e soja esta semana. Agora que o período de polinização bem sucedida está em fase de conclusão, os usuários finais têm puxado para trás o seu entusiasmo a pagar melhores preços para a velha safra de milho e soja. A base do milho sofreu um golpe ontem, embora não devido ao movimento de grãos. Supõe-se que a colheita vai começar em algumas semanas no sul e algumas lavouras poderiam estar em situação critica no norte.  Nos EUA os negócios de exportação de milho continuam a serem ​​informados sem números exatos.  Esta semana alguns dos bons clientes dos EUA foram para a América do Sul e compram milho para entrega em dezembro. O que é preciso para chegar a nossas exportações de volta? Vamos precisar de mais do que a China como um comprador. 

terça-feira, 23 de julho de 2013

Condições e clima nos EUA.

Apesar da força das oleaginosas, milho e trigo fecharam em baixa. Algumas das áreas mais secas receberam umidade na noite passada. Tempos mais frios estão previstos para o período de pico de polinização do milho, que tem compradores relutantes para adquirir novos contratos de culturas, grandes parte da Iowa perdeu as chuvas no fim de semana, mas temperaturas mais baixas e uma perspectiva mais favorável para sete dias têm mantido uma tampa sobre os preços do milho.   As perspectivas de chuvas para a semana também foi favorável para a soja.


Classificações das culturas foram informadas as 03h00min EUA.   O mercado esperava uma queda generalizada para o milho / soja classificada em 2-3%.   milho caiu 3% como esperado e soja caiu apenas 1%. Isso significa que boa excelente classificação do milho é de 63% e da soja é de 64%.   Para o milho mais notáveis ​​áreas de declínio foram Missouri, (queda de 9%), Kansas (queda de 9%) e Nebraska (queda de 5%).   No geral, as avaliações foram em linha com as expectativas do mercado para o milho e melhor do que o esperado para a soja.   trigo de Inverno é agora de 75% colhida que teve um retorno muito rápido para nos trazer de volta a um ritmo médio de colheita.   Primavera do trigo classificações de culturas caiu mais 2 % a 68% de bom excelente. O mercado ainda está sendo negociado em um padrão baseado em tempo agitado. A classificações da colheita foi diminuída um pouco tanto para milho e soja, mas não se espera que o rendimento médio nacional irá cair o suficiente para que o milho desempenhe uma situação apertada no próximo ano.   

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Soja e milho ainda recuam na manhã desta 5ª feira em Chicago

Na manhã desta quinta-feira (18), os mercados da soja e do milho dão continuidade ao movimento de baixa da sessão anterior e seguem operando em queda na Bolsa de Chicago. As perdas, no entanto, são pouco expressivas e, na soja, por volta das 7h50 (horário de Brasília), estavam entre 4,50 e 8 pontos. Já no milho, o recuo era de 3 a 6 pontos nas posições mais negociadas. 
Novos mapas climáticos lançados nesta quarta-feira (17) indicavam um clima mais favorável para o desenvolvimento das lavouras da nova safra norte-americano, com temperaturas um pouco mais baixas e chuvas em algumas das regiões produtoras do Meio-Oeste. 
As previsões, portanto, pressionaram os preços e ainda exercem alguma influência sobre o andamento das cotações no pregão eletrônico desta quinta-feira. Como afirmam analistas, até que essa incerteza climática continue sendo registrada nos EUA, o mercado deve caminhar de lado. Porém, no curto prazo, principalmente no caso da soja, os preços ainda encontram sustentação na ajustada relação entre a oferta e a demanda. 

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Grãos realizam lucros na manhã desta 4ª feira em Chicago.

Na manhã desta quarta-feira (17), os futuros dos grãos negociados na Bolsa de Chicago operam próximos da estabilidade depois dos bons ganhos registrados ontem. A soja e o milho passam por uma ligeira realização de lucros, com pequenos recuos, enquanto o trigo trabalhava com pequenas altas no pregão eletrônico.
Na sessão anterior, o mercado fechou com boas altas, principalmente para a soja, diante do clima mais quente e seco nos Estados Unidos, além do cenário de fundamentos de oferta e demanda, o qual permanece ainda bastante positivo. 
Por volta das 8h (horário de Brasília), a soja operava com baixas de 2,50 a 3,50 pontos nos principais contratos, com apenas o agosto registrando um pequeno avanço de 0,75 ponto. O milho perdia 0,50 ponto, e o trigo subia pouco mais de 1 ponto.

terça-feira, 16 de julho de 2013

O relatório de condição de plantio do USDA.

O relatório de condição de plantio do USDA confirmou a queda na classificação para milho e soja. A maior parte veio dos estados do oeste do Kansas (-9%), Nebraska (-5%) e Missouri (-4%). De acordo com o cálculo da Allendale uma queda de 15% do rendimento dos grãos, a tendência nos estados pode impactar o estoque final  de milho em 200 milhões de bushels. Há também os estados onde as culturas estão melhorando e poderia compensar parte da perda. O USDA tem que encarar os fatos, mais cedo ou mais tarde o uso da soja safra velha. Os dados de esmagamento NOPA era de 2 milhões de bushel maior do que as estimativas do comércio. Isso significa que pode alcançar os números do USDA, esmagamento soja devem ser 23% abaixo do ano passado para o final 2 meses de campanha. As exportações de soja são 1305000000 bushel (já foi enviado para fora) de previsão do USDA de 1,330 bilhões bushel para este ano de comercialização de 2012/13. 

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Chicago: Semana começa com grãos em queda nesta 2ª feira

Nesta segunda-feira (15), os futuros dos grãos negociados na Bolsa de Chicago iniciam a semana com oscilações pouco expressivas e, por volta das 8h (horário de Brasília), operavam em território negativo. O vencimento agosto/13 assume a primeira posição entre os vencimentos mais negociados com o vencimento do contrato julho e registrava recuo de 1 ponto, valendo US$ 14,28 por bushel. 
Ao mesmo tempo, o milho e o trigo também trabalhavam do lado negativo da tabela, com perdas de mais de 9 e 11 pontos, respectivamente. 
A incerteza sobre o clima nos Estados Unidos e o impacto que terá sobre as lavouras depois do significativo atraso no plantio acabam tirando a direção dos negócios. Além disso, segundo analistas, mercado também muito atento às informações vindas do financeiro

quinta-feira, 11 de julho de 2013

USDA aumenta estoques de soja e milho da safra 13/14 dos EUA

USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou há pouco seu novo relatório de oferta e demanda aumentando suas estimativas para os estoques de soja e milho da safra velha dos Estados Unidos e, da safra velha, manteve os estoques de soja e reduziu os de milho. 
Soja EUA - Os estoques finais de soja dos Estados Unidos da safra 2012/13 foram estimados em 3,4 milhões de toneladas, mesmo número reportado em junho. Foram mantidos também os números para a produção em 82,05 milhões de toneladas. 
Da safra 2013/14, a estimativa para a produção norte-americana subiu, passando para 93,08 milhões de toneladas, contra as 92,26 milhões de toneladas reportadas em junho. A produtividade também aumentou, passando de 47,1 para 50,45 sacas por hectare. 
Os estoques finais de norte-americanos foram divulgados em 8,03 milhões de toneladas, frente às 7,21 milhões de toneladas do boletim anterior. Os números de esmagamento e exportações foram mantidos em 46,13 milhões e 39,46 milhões de toneladas. 
Soja Mundo - A produção mundial da safra velha, entretanto, aumentou de 267,61 milhões de toneladas para 268,02 milhões de toneladas. Os estoques finais, no entanto, subiram de 61,21 milhões de toneladas para 61,52 milhões. 
No cenário mundial, a safra de soja foi estimada pelo USDA em 285,89 milhões de toneladas, contra as 285,3 milhões de toneladas reportadas no mês passado. Já os estoques subiram de 73,69 milhões para 74,12 milhões de toneladas. 
Em instantes, mais informações. 

Grãos sobem na CBOT com clima quente e seco nos EUA; mercado aguarda USDA

Na manhã desta quinta-feira (11), dia em que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga seu novo relatório de oferta e demanda, os contratos futuros dos grãos operam em alta na Bolsa de Chicago. Na soja, por volta das 8h (horário de Brasília), os primeiros vencimentos subiam mais de 10 pontos. 
De acordo com a agência internacional Bloomberg, além dos fundamentos positivos, o mercado observa com muita atenção o desenvolvimento do clima nos Estados Unidos. o risco de os dias mais quentes e e secos prejudicarem o desenvolvimento das lavouras norte-americanas. 
Um relatório da DTN mostra que um padrão mais seco e quente pode se desenvolver no Meio-Oeste a partir da próxima semana, aumentando o estresse para as plantações de soja e milho, especialmente nos estados de Kansas e Nebraska. 
Estimativas para o relatório - USDA pode reduzir estoques de soja dos EUA da safra velha e aumentar para safra nova
O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga, nesta quinta-feira (11), seu novo relatório mensal de oferta e demanda e o mercado já conta com algumas expectativas sobre os números. 
Para a soja, segundo um levantamento feito por agências nacionais e internacionais, o órgão deverá trazer um aumento em suas estimativas para os estoques norte-americanos da safra nova. A projeção dos analistas é de que o chamado carryover fique em 7,35 milhões de toneladas, contra 7,21 milhões de toneladas estimadas em junho. 
Por outro lado, o mercado acredita que o departamento irá reportar estoques finais menores para a temporada 2012/13 passando de 3,4 milhões de toneladas, do boletim de junho, para 3,29 milhões de toneladas. 
No caso do milho, o levantamento aponta para um corte nos estoques finais de milho também da safra velha. Para os analistas, o volume estimado deverá ser de algo em torno de 18,34 milhões de toneladas. Em junho, foram estimadas 19,53 milhões de toneladas. 
Para o cereal espera-se também um corte nos estoques da safra nova. O número deverá cair de 49,51 milhões de toneladas, do relatório de junho, para 47,6 milhões no reporte que será divulgado nesta quinta. 
O USDA deverá cortar ainda os estoques finais de trigo da safra velha de 17,94 milhões, do relatório anterior, para 16,98 milhões de toneladas no boletim de julho.  

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Grãos: Às vésperas do USDA, mercado opera sem direção em Chicago

Na manhã desta quarta-feira (10), os futuros dos grãos operam com volatilidade e sem um direção definida no mercado internacional. Por volta das 7h50 (horário de Brasília), soja, milho e trigo trabalhavam em campo misto à espera do novo relatório de oferta e demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga amanhã, dia 11 de julho. 
O que também intensifica a falta de uma direção definida para os negócios, apesar de os fundamentos - principalmente de demanda - ainda serem muito positivos - o é a incerteza sobre o clima nos Estados Unidos e o impacto que terá sobre a nova safra americana. 

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Grãos: Mercado inicia mais uma semana com volatilidade nesta 2ª feira

Mais uma semana se inicia com volatilidade no mercado internacional de grãos. Na sessão desta segunda-feira (8), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago, por volta das 7h50 (horário de Brasília), operavam em campo misto, com um leve recuo de 1,75 ponto apenas no vencimento agosto/13, que valia US$ 14,30 por bushel. Os contratos mais distantes subiam entre 7 e 8 pontos. 
No mesmo momento momento, entre os grãos, milho e trigo operavam em campo positivo. Nos dois mercados, as altas eram de pouco mais de 2 pontos nos principais vencimentos. 
Para o trigo, segundo analistas consultados pela agência internacional Bloomberg, mais uma sessão de ganhos reflete um possível aumento na demanda pelo cereal frente ao recuo de 15% que os preços já registram esse ano. 
Além disso, as condições climáticas desfavoráveis para a culturatambém favorecem o bom momento das cotações em Chicago. "As chuvas atrasaram a colheita do trigo de inverno. Isso implica, possivelmente, em uma safra menor de soja, a qual pode ser imediatamente plantada após a colheita do grão", disse um analista. 

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Na volta do feriado, soja e milho operam no misto, trigo recua na CBOT

O mercado retomou os negócios nas bolsas dos Estados Unidos nesta sexta-feira (5), após o feriado do Dia da Independência comemorado ontem no país. Para os grãos, a volta do feriado é de volatilidade na Bolsa de Chicago. Por volta de 12h (horário de Brasília), soja e milho operavam em campo misto, com apenas o julho do lado positivo da tabela, e o trigo, que chegou a operar em alta, passava por uma ligeira realização de lucros. 
Como é típico de uma sexta-feira, e ainda mais depois de um feriado, o mercado atua de forma mais calma, com os investidores buscando um melhor posicionamento frente a uma falta de tendência única para os preços nesse momento. 
O mercado continua se deparando com o suporte para os preços no curto prazo, com a situação de estoques apertados nos EUA e demanda aquecida, e as boas perspectivas para a nova safra norte-americana pesando sobre os vencimentos mais distantes.
"Esse cenário tem sido bem claro nas últimas semanas, e isso deve continuar assim enquanto o clima seguir ajudando, e a situação de estoques apertados nos EUA não vai embora. As exportações continuam bastante sólidas, um pouco acima do esperado, e os níveis de prêmios nos portos americanos continuam historicamente altos, principalmente para a soja", explica Pedro Dejneka, analista de mercado da PHDerivativos, de Chicago. 
Nesse momento, o mercado não conta com novidades que pudessem contribuir para que um rumo em comum fosse definido para os preços. "O foco do mercado é esse, entender que na safra velha a situação continua apertada, tanto no milho quanto na soja, e no o trigo conta ainda com essa demanda quase que surpresa da China ajudando a sustentar os preços

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Soja: Com produção menor, China deve aumentar importações

A China, maior consumidor mundial de soja, pode registrar novamente uma quebra em sua safra da oleaginosa este ano, segundo a Oil World. Assim, diante de estoques menores, as importações da nação asiática devem crescer. 
A produção chinesa de oleaginosas pode chegar a 48 milhões de toneladas no ciclo 2013/14, cerca de 2 milhões de toneladas a menos em relação ao produzido há um ano, segundo projeções da consultoria alemã. Ainda segundo a Oil World, as importações de junho deverão totalizar um recorde de 8 milhões de toneladas, 43% maiores do que o registrado no mesmo mês de 2012 e a maioria dos carregamentos foi originada no Brasil. 
"Uma produção menor e estoques mais baixos no início da nova temporada deverão causar um aumento das importações chinesas de oleaginosas", disse a Oil World. Atualmente, a nação asiática consome quase um terço da produção mundial de soja, de acordo com o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). 
Segundo explicou Vlamir Brandalizze, consultor de mercado da Bradalizze Consulting, essa demanda crescente da China pode ser um importante fator de sustentação para os preços mais adiante, quando, para alguns analistas, a tendência é de baixa frente à entrada da nova safra dos EUA. 
Porém, afirma que não é só a China que vem registrando aumento de suas compras, mas a demanda em crescimento é um fenômeno mundial. "Demanda existe, e demanda forte. O mundo vai consumir mais soja porque nós temos todos os segmentos em que a soja se faz presente, que são os segmentos de ração, de óleos - tanto para consumo humano quanto para indústria, estão todos em crescimento", explica Brandalizze. 
O consultor explica que no setor de rações esse crescimento é o mais expressivo, com uma grande aumento do consumo de proteína animal. Há demanda em alta em mercados como o de ovos, leite - o qual conta com um momento positivo para os preços no cenário mundial - carnes, principalmente na China, onde a criação de suínos também vem aumentando. 
"A soja continua mostrando uma demanda potencial até mesmo maior do que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) vem indicando para o próximo ano e isso já faz com que os investidores olhem a soja do lado positivo", completou. 

Com feriado nos EUA, bolsas de Chicago e NY não operam nesta quinta

Nesta quinta-feira, 4 de julho, comemora-se o feriado do Dia da Independência nos Estados Unidos e com isso as bolsas tanto de Chicago quanto de Nova York não operam. Os negócios no mercado internacional serão retomados, portanto, amanhã, às 10h30 (horário de Brasília), com a abertura da sessão regular. 

terça-feira, 2 de julho de 2013

Os futuros dos grãos são melhores em função de cobertura de posições vendidas por fundos.

Mercado noturno chamando para soja com +1 no Julho e milho +8e e soja 2014 +6 no março e milho +3.
Os futuros dos grãos são melhores em função de cobertura de posições vendidas por fundos.
Para soja disponível ontem observamos que as empresas mantiveram os preços da semana passada (R$ 59,00 em Rondonópolis e Itiquira), acredito que ainda teremos mais algumas oportunidades de "pico" nos preços no curto prazo em função da pouca oferta no mercado e a resistência do produtor em comercializar; Também acredito que temos dois pontos para serem considerados:
1º Olhando para a oferta restrita de soja disponível e o fato de ainda estarmos em julho seria lógico que a saca de soja continuaria a se valorizar;
2º Agosto antecede o mês de início da colheita dos EUA e teremos intenção de plantio na América do Sul, então o receio é que tipo de especulação o mercado pode tentar para manipular os preços? ou a oferta restrita no Brasil vai mesmo ser o que vai manter os preços bons no mercado interno?

Soja Para 2014:
Mercado de soja está com preços bem abaixo do que o produtor gostaria de estar travando, chegamos a ter indicações de U$ 23,00 (R$ 52,00) no Itiquira e de U$ 21,70 em Rondonópolis (R$ 50,00); Porém ontem observamos que as empresas reduziram em média U$ 1,50 por saco. A redução no preço é atribuída a logística ruim, falta de capacidade dos portos para escoar milho e soja ao mesmo tempo (o que aconteceu este ano) e disputa de frete entre soja 2014 e milho safrinha 2013.

Milho Safrinha 2013:
Os preços recuaram em relação as duas semanas anteriores, isso ocorreu devido a expectativa de safra Norte Americana e um possível excedente que deve sobrar no Brasil, no momento os preços de fretes não atrapalham. Compradores externos estão se abastecendo com o milho brasileiro conforme necessitam, e isso provoca cautela nas empresas que também só compram o que tem de interesse.