Jesus

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quinta-feira, 11 de julho de 2013

USDA aumenta estoques de soja e milho da safra 13/14 dos EUA

USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou há pouco seu novo relatório de oferta e demanda aumentando suas estimativas para os estoques de soja e milho da safra velha dos Estados Unidos e, da safra velha, manteve os estoques de soja e reduziu os de milho. 
Soja EUA - Os estoques finais de soja dos Estados Unidos da safra 2012/13 foram estimados em 3,4 milhões de toneladas, mesmo número reportado em junho. Foram mantidos também os números para a produção em 82,05 milhões de toneladas. 
Da safra 2013/14, a estimativa para a produção norte-americana subiu, passando para 93,08 milhões de toneladas, contra as 92,26 milhões de toneladas reportadas em junho. A produtividade também aumentou, passando de 47,1 para 50,45 sacas por hectare. 
Os estoques finais de norte-americanos foram divulgados em 8,03 milhões de toneladas, frente às 7,21 milhões de toneladas do boletim anterior. Os números de esmagamento e exportações foram mantidos em 46,13 milhões e 39,46 milhões de toneladas. 
Soja Mundo - A produção mundial da safra velha, entretanto, aumentou de 267,61 milhões de toneladas para 268,02 milhões de toneladas. Os estoques finais, no entanto, subiram de 61,21 milhões de toneladas para 61,52 milhões. 
No cenário mundial, a safra de soja foi estimada pelo USDA em 285,89 milhões de toneladas, contra as 285,3 milhões de toneladas reportadas no mês passado. Já os estoques subiram de 73,69 milhões para 74,12 milhões de toneladas. 
Em instantes, mais informações. 

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Grãos: Às vésperas do USDA, mercado opera sem direção em Chicago

Na manhã desta quarta-feira (10), os futuros dos grãos operam com volatilidade e sem um direção definida no mercado internacional. Por volta das 7h50 (horário de Brasília), soja, milho e trigo trabalhavam em campo misto à espera do novo relatório de oferta e demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga amanhã, dia 11 de julho. 
O que também intensifica a falta de uma direção definida para os negócios, apesar de os fundamentos - principalmente de demanda - ainda serem muito positivos - o é a incerteza sobre o clima nos Estados Unidos e o impacto que terá sobre a nova safra americana. 

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Soja: Com produção menor, China deve aumentar importações

A China, maior consumidor mundial de soja, pode registrar novamente uma quebra em sua safra da oleaginosa este ano, segundo a Oil World. Assim, diante de estoques menores, as importações da nação asiática devem crescer. 
A produção chinesa de oleaginosas pode chegar a 48 milhões de toneladas no ciclo 2013/14, cerca de 2 milhões de toneladas a menos em relação ao produzido há um ano, segundo projeções da consultoria alemã. Ainda segundo a Oil World, as importações de junho deverão totalizar um recorde de 8 milhões de toneladas, 43% maiores do que o registrado no mesmo mês de 2012 e a maioria dos carregamentos foi originada no Brasil. 
"Uma produção menor e estoques mais baixos no início da nova temporada deverão causar um aumento das importações chinesas de oleaginosas", disse a Oil World. Atualmente, a nação asiática consome quase um terço da produção mundial de soja, de acordo com o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). 
Segundo explicou Vlamir Brandalizze, consultor de mercado da Bradalizze Consulting, essa demanda crescente da China pode ser um importante fator de sustentação para os preços mais adiante, quando, para alguns analistas, a tendência é de baixa frente à entrada da nova safra dos EUA. 
Porém, afirma que não é só a China que vem registrando aumento de suas compras, mas a demanda em crescimento é um fenômeno mundial. "Demanda existe, e demanda forte. O mundo vai consumir mais soja porque nós temos todos os segmentos em que a soja se faz presente, que são os segmentos de ração, de óleos - tanto para consumo humano quanto para indústria, estão todos em crescimento", explica Brandalizze. 
O consultor explica que no setor de rações esse crescimento é o mais expressivo, com uma grande aumento do consumo de proteína animal. Há demanda em alta em mercados como o de ovos, leite - o qual conta com um momento positivo para os preços no cenário mundial - carnes, principalmente na China, onde a criação de suínos também vem aumentando. 
"A soja continua mostrando uma demanda potencial até mesmo maior do que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) vem indicando para o próximo ano e isso já faz com que os investidores olhem a soja do lado positivo", completou. 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Soja opera no misto, mas primeiros vencimentos seguem em alta

Nesta segunda-feira, os vencimentos mais próximos da soja operam em alta na Bolsa de Chicago. No pregão regular, por volta de 12h53 (horário de Brasília), o vencimento julho/13 subia 13,75 pontos, valendo US$ 15,78/bushel, e o agosto tinha alta de 7 pontos, cotado a US$ 14,38. As demais posições registravam ligeiras baixas de 0,25 a 3,75 pontos. 
Mais cedo, porém, o mercado da soja na CBOT chegou a subir mais, com altas de mais de 30 pontos para o julho, o qual chegou a se aproximar bastante dos US$ 16 por bushel. Segundo Vlamir Brandalizze, consultor da Brandalizze Consulting, a tendência é positiva para os preços nessa semana com os fundamentos voltando ao foco dos investidores. 
A alta no curto prazo ainda é justificada pela escassez de soja nos Estados Unidos e de uma demanda bastante aquecida pelo produto norte-americano. Na última sexta-feira (28), o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) confirmou essa oferta restrita no país reportando os estoques trimestrais da oleaginosa em 1º de junho em 11,84 milhões de toneladas, contra as 12 milhões de toneladas esperadas pelo mercado. 
Além disso, o departamento trouxe ainda uma área de soja para a safra nova também menor do que as projeções do mercado, ficando em 31,45 milhões de hectares, contra 31,58 milhões que vinham sendo esperados. 

quarta-feira, 12 de junho de 2013

À espera do USDA, grãos buscam direção em Chicago nesta 4ª

À espera do novo relatório de oferta e demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga nesta quarta-feira (12), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam em campo misto. Por volta das 8h15 (horário de Brasília), o vencimento julho operava com alta de 7,50 pontos, valendo US$ 15,48, enquanto o contrato março recuava 1,50 ponto, cotado a US$ 13,32 por bushel. 
Ainda na sessão desta quarta-feira, os futuros do milho e do trigo operam do lado negativo da tabela, porém, registravam ligeiras quedas, tentando manter-se próximos da estabilidade. 

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Mercado de fertilizantes tem tendências de baixas nos preços.


Por:Rodrigo Ferreira Pinto
Mesmo com o anúncio da politica de subsídios da Índia anunciada o mercado ainda não consegue tomar posições firmes pois ainda não estão definidos os volumes a serem pleiteados e detalhes contratuais de Fosfatados, no entanto há uma tendencia de baixa. O mercado de Ureia e Potássio aguardam as definições de plantio da safra de Milho Norte Americana que tem grande influencia sob o volume, podendo variar a demanda entre 20 a 30% dos dois elementos. As cotações de preços não tiveram alterações no período, 00.18.18 cotado na faixa de US$480,00/ton FOB Rondonópolis.