Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



Mostrando postagens com marcador banco. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador banco. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Dólar opera em queda no último dia de setembro

O dólar comercial opera em queda nesta segunda-feira (30), após três dias seguidos de alta. Perto das 9h15 (horário de Brasília), a moeda norte-americana tinha queda de 0,33%, a R$ 2,2501 para a venda. Veja cotação
Na sexta-feira, o dólar fechou em alta pelo terceiro dia seguido, afetado por temores sobre um possível calote da dívida dos Estados Unidos. A moeda fechou o dia cotada a R$ 2,2575 para a venda, em alta de 0,5%. Na última semana, o dólar teve alta de 1,71%. No mês, no entanto, a moeda ainda tem queda de 5,35%.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Focus aposta agora em inflação menor para 2013

A projeção de inflação medida pelo IPCA para 2013 recuou de 5,71% para 5,70%, de acordo com a pesquisa Focus divulgada nesta segunda-feira pelo Banco Central. Há quatro semanas, a estimativa estava em 5,82%. Para 2014, a projeção subiu pela quarta semana consecutiva, de 5,68% para 5,70%. Há quatro semanas, estava em 5,50%.

A projeção de alta da inflação para os próximos 12 meses segue em 5,43%, conforme a projeção suavizada para o IPCA. Há quatro semanas, estava em 5,51%. Nas estimativas do grupo dos analistas consultados que mais acertam as projeções, o chamado Top 5 da pesquisa Focus, a previsão para o IPCA em 2013 no cenário de médio prazo subiu de 5,79% para 5,84%. Para 2014, a previsão dos cinco analistas segue em 6,05% pela quarta semana. Há um mês, o grupo apostava em altas de 5,81% e de 6,05% para cada ano, respectivamente.

Entre todos os analistas ouvidos pelo BC, a mediana das estimativas para o IPCA em março de 2013 segue em 0,50%, acima do 0,45% previsto há quatro semanas. Para abril de 2013, segue em 0,40%. Há quatro semanas, estava em 0,50%.

Selic 
Os economistas consultados na pesquisa mantiveram a previsão para a taxa básica de juros (Selic) no fim de 2013 em 8,50% ao ano. Para o fim de 2014, a mediana das projeções também segue em 8,50% ao ano. Há quatro semanas, as projeções estavam em, respectivamente, 8,00% e 8,25% ao ano.

A projeção para a reunião do Copom de abril segue em 7,25% ao ano, indicando estabilidade. A projeção para Selic média em 2013 caiu de 7,83% para 7,81% ao ano, ante 7,39% há quatro semanas. Para 2014, segue em 8,50% ao ano, ante 8,38% há quatro semanas.

Nas estimativas do grupo dos analistas consultados que mais acertam as projeções, o chamado Top 5 da pesquisa Focus, a previsão para a Selic no fim de 2013 no cenário de médio prazo caiu de 8,50% para 8,25% ao ano. Para o fim de 2014, segue em 8,50% ao ano.

PIB

A previsão de crescimento da economia brasileira em 2013 caiu de 3,01% para 3,00% na pesquisa. Para 2014, a estimativa de expansão segue em 3,50%. Há quatro semanas, as projeções eram, respectivamente, de 3,10% e 3,50%.

A projeção para o crescimento do setor industrial em 2013 recuou de 3,12% para 3,00%. Para 2014, economistas preveem avanço industrial de 3,85%, ante 3,95% da pesquisa anterior. Um mês antes, a Focus apontava estimativa de expansão de 3,00% para 2013 e de 3,75% em 2014 para o setor.

Analistas mantiveram ainda a previsão para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB em 2013 em 34,50%. Para 2014, a projeção subiu de 33,10% para 33,63%. Há quatro semanas, as projeções estavam em, respectivamente, 34,30% e 33,20% para esses dois anos.



IGP-DI

A projeção para o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) em 2013 subiu de 4,83% para 4,87%. Para o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), que corrige a maioria dos contratos de aluguel, a expectativa subiu de 4,92% para 4,93%. Quatro semanas atrás, o mercado previa altas de 5,03% para o IGP-DI e de 5,17% para o IGP-M. Para 2014, a projeção para o IGP-DI subiu de 5,14% para 5,18%. Para o IGP-M, segue em 5,31%. Quatro semanas antes, estavam em 5,00% e 5,31%, respectivamente.

A pesquisa também mostrou que a previsão para o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em 2013 caiu de 5,26% para 5,16%. Há um mês, a expectativa dos analistas era de alta de 5,16% para o índice que mede a inflação ao consumidor em São Paulo. Para 2014, a projeção segue em 5,00%. Há quatro semanas estava em 4,95%.

Economistas reduziram ainda a estimativa para o aumento do conjunto dos preços administrados - as tarifas públicas - para 2013 de 3,00% para 2,90%. Para 2014, a projeção recuou de 4,50% para 4,00%. Há quatro semanas, as projeções eram de, respectivamente, 3,30% e 4,35%.

Câmbio

A mediana das projeções para a taxa de câmbio ao final de 2013 segue em R$ 2,00 há seis semanas nas estimativas dos analistas consultados. Para o fim de 2014, a mediana segue em R$ 2,05 há três pesquisas. Há quatro semanas estava em R$ 2,06.

Na mesma pesquisa, o mercado financeiro manteve a previsão para a taxa média de câmbio em 2013 em R$ 2,00. Para 2014, a projeção segue em R$ 2,04. Há um mês, a pesquisa apontava que a expectativa de dólar médio estava em R$ 2,00 neste ano e R$ 2,05 no próximo.

Para o fim de abril, a estimativa passou de R$ 1,99 para R$ 2,00. A mediana das projeções para o câmbio dos analistas do Top 5 médio prazo para o fechamento de 2013 segue em R$ 2,00. Para 2014, segue em R$ 2,02.

Conta corrente

O mercado financeiro elevou a previsão de déficit em transações correntes em 2013 e 2014. A mediana das expectativas de saldo negativo na conta corrente este ano subiu de US$ 65,80 bilhões para US$ 68,00 bilhões. Há um mês, estava em US$ 65,00 bilhões. Para 2014, a previsão de déficit nas contas externas subiu de US$ 70,67 bilhões para US$ 73,45 bilhões, ante US$ 70,20 bilhões há quatro semanas.

Na mesma pesquisa, economistas reduziram a estimativa de superávit comercial em 2013 de US$ 12,40 bilhões para US$ 11,00 bilhões. Quatro semanas antes, estava em US$ 14,90 bilhões. Para 2014, a projeção recuou de US$ 12,65 bilhões para US$ 12,00 bilhões. Há quatro semanas, essa estimativa estava em US$ 13,65 bilhões. 

A pesquisa mostrou ainda que as estimativas para o ingresso de Investimento Estrangeiro Direto (IED), aquele voltado ao setor produtivo, foi mantida em US$ 60,00 bilhões para 2013 e para 2014, mesmos valores de quatro semanas atrás.

Euro opera perto da estabilidade

O euro subiu levemente ante o dólar durante a sessão europeia, após os dados do setor industrial alemão superarem as estimativas do mercado, enquanto os movimentos nos mercados cambiais estão muito moderados antes da divulgação do relatório de empregos (payroll) nos EUA, prevista para as 9h30 (de Brasília).

Mais cedo, o euro atingiu uma nova máxima intradia de US$ 1,2939 após o relatório das encomendas à indústria da Alemanha aumentarem 2,3% em fevereiro, após analistas projetarem um aumento de 1,2%. As vendas no varejo da zona do euro recuaram 0,3% em fevereiro, abaixo das expectativas de queda de 0,4%.

A maior parte das expectativas sobre o relatório de empregos nos EUA diminuiu após a divulgação do relatório sobre a criação de empregos no setor privado, que ficou abaixo do esperado. A ADP afirmou na quarta-feira (03) que o número de empregos no setor privado aumento 158 mil em março, ante projeção de alta de 192 mil.

De acordo com o Citigroup, as previsões sobre o payroll parecem estar em uma faixa apertada incomum de entre 175 mil e 190 mil. O banco disse que isso não representa um grande grau de desvio em relação aos meses anteriores, mas o mercado está definitivamente se inclinando para o lado negativo.

Os economistas ouvidos pela Dow Jones disseram que preveem um aumento de 200 mil empregos em março e uma taxa de desemprego inalterada de 7,7%.

Entre outras moedas, o iene recuou em relação a todas as grande moedas e atingiu uma mínima em três anos e meio em relação ao dólar. O Banco do Japão (BoJ) introduziu um programa de relaxamento quantitativo na quinta-feira, aumentando expectativas que as carteiras estarão mudando para ativos mais arriscados.

Às 9h (de Brasília), o euro estava em US$ 1,2934, de US$ 1,2936 na quinta-feira. O dólar estava em 96,20 ienes, de 96,35 ienes, na quinta-feira. O euro estava em 124,41 ienes, de 124,62 ienes. A livra operava em US$ 1,5229, de US$ 1,5236 na quinta-feira. As informações são da Dow Jones.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Euro sobe após confirmação de resgate ao Chipre


O euro sobe ante o dólar na sessão europeia após a troica de credores internacionais confirmar os termos do acordo de resgate com o Chipre. O memorando de entendimento, que ainda depende de aprovação do Eurogrupo e de Parlamentos da zona do euro, estabelece as condições para que o Chipre receba uma ajuda de 10 bilhões de euros (US$ 12,8 bilhões), 1 bilhão de euros que virá do Fundo Monetário Internacional e o restante da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu.

Os negócios no câmbio, no entanto, tendem a ser contidos antes das reuniões de política monetária do BCE e do Banco da Inglaterra (BoE), marcadas para a quinta-feira (04), embora não haja expectativa de mudanças.

Antes disso, o Banco do Japão (BoJ) fará seu primeiro anúncio de política monetária sob o comando do recém-empossado Haruhiko Kuroda. Analistas preveem que o banco central japonês passará a adotar medidas mais agressivas de relaxamento para estimular a economia.

Já o último número de inflação da zona do euro teve pouca influência nas transações. Em março, o índice de preços ao consumidor (CPI) do bloco subiu 1,7% em comparação com igual mês do ano passado, a menor alta desde o ganho anual de 1,6% registrado em agosto de 2010. O dado, que é preliminar, veio em linha com a expectativa.

Às 9h14 (pelo horário de Brasília), o euro avançava para US$ 1,2829, de US$ 1,2820 no final da tarde de terça-feira (02) em Nova York. Ante a moeda japonesa, o dólar subia para 93,52 ienes, de 93,43 ienes. Já a libra estava em US$ 1,5125, ante US$ 1,5110. As informações são da Dow Jones.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Dólar à vista fecha em leve queda, mas mantém R$ 2

Depois que o Banco Central voltou a atuar no mercado de câmbio, o dólar à vista -referência nas negociações do mercado financeiro- fechou em leve queda de 0,04%, para R$ 2,011 na venda.
A autoridade efetuou um leilão de swap cambial tradicional -que equivale a venda de dólares no mercado futuro- hoje, ofertando 20 mil contratos com vencimento em 2 de maio de 2013. A operação movimentou US$ 995,1 milhões, segundo o BC.
A operação ocorreu às 11h20 (horário de Brasília), quando o dólar à vista atingiu sua cotação máxima no dia, de R$ 2,027 na venda. Cinco minutos depois, a moeda caiu para R$ 2,004.
O dólar comercial, utilizado no comércio exterior, registrou baixa de 0,34% no dia, terminando cotado a R$ 2,010 na venda. Ontem, o dólar comercial fechou em seu maior nível desde 25 de janeiro.
No início da semana, operadores de mercado já haviam alertado que a valorização do dólar, apesar de estar em linha com o exterior, poderia levar à intervenção do Banco Central, uma vez que a moeda está acima do nível de R$ 2, considerado por muitos analistas o teto de uma banda informal cujo piso seria R$ 1,95.
A última vez que o BC havia interferido no mercado de câmbio para abaixar a cotação da moeda havia sido em 28 de janeiro deste ano, quando o dólar ultrapassou R$ 2.
Em 11 de março, a autoridade promoveu um leilão de swap cambial reverso, que equivale a uma compra de dólares no mercado futuro, para aumentar a cotação da moeda americana, quando ela chegou a R$ 1,95. 
(Folhapress)

segunda-feira, 25 de março de 2013

Acordo do Chipre traz alívio e dólar cai ante re


O acordo para evitar que o Chipre entre em colapso e saia da zona do euro foi fechado na madrugada desta segunda-feira, traz alívio aos mercados e enfraquece o dólar ante o euro e moedas ligadas a commodities. A melhora do humor externo tira a pressão altista das últimas sessões do dólar em relação ao real. A moeda norte-americana ultrapassou os R$ 2,00 na semana passada, sem que houvesse intervenção do Banco Central. 

Na sexta-feira, o dólar à vista fechou em alta, pela terceira sessão seguida, a R$ 2,0140 (+0,35%) no balcão. Este é o maior valor de fechamento desde 24 de janeiro (a R$ 2,0310). A moeda desacelerou um pouco na sexta-feira, em parte influenciada por declarações feitas pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. 

Às 9h28, o dólar à vista no balcão caía 0,20%, a R$ 2,010. O dólar para abril de 2013 perdia 0,05%, a R$ 2,010. 

"Com essa melhora no exterior por causa do Chipre, nossa moeda deve valorizar, mas dificilmente o dólar cai abaixo de R$ 2,00", disse há pouco um operador de tesouraria de um banco nacional. Segundo ele, o dólar pode ficar perto de R$ 2,05. 

Nesta semana mais curta, por causa do feriado de Sexta-feira Santa, o foco doméstico estará em Tombini e no ministro da Fazenda, Guido Mantega, que participam amanhã e quarta-feira da 5ª Cúpula do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) em Durban, na África do Sul. Hoje, Tombini tem encontro fechado à imprensa com a presidente do Banco Central da África do Sul, Gill Marcus.

A leve desaceleração observada há pouco no euro, no entanto, reflete a cautela diante dos receios de que a ajuda ao Chipre possa não ser suficiente para eliminar o perigo de contágio para outros países da zona do euro e as consequências serão realmente sentidas em meses ou anos. Na imprensa internacional, alguns analistas avaliam que o plano fechado é até mais duro do que o original. 

O acordo prevê a liquidação do segundo maior banco cipriota, o Banco Popular do Chipre, ou Laiki, que será fundido com o Banco do Chipre, líder do ranking do país. Além disso, os correntistas com depósitos acima de 100 mil euros terão de arcar com uma taxa ainda a ser definida, mas que deve 30% ou um pouco abaixo disso. Em troca, o país finalmente irá receber o socorro de ? 10 bilhões em recursos internacionais.

A Alemanha, que desde sempre foi a favor da taxação dos depósitos bancários, comemorou o acordo. "O resultado é justo para todos os envolvidos", disse o ministro de Finanças da Alemanha, Wolfgang Schäuble.

Perto das 9h, euro subia a US$ 1,2984, de US$ 1,2989 no fim da tarde de sexta-feira. O dólar subia a 94,77 ienes, de 94,56 ienes no fim da tarde de sexta-feira. O Dollar Index (DXY) subia 0,02%, a 82,39. 

O dólar caía em relação às moedas relacionadas a commodities: dólar canadense (-0,37%); dólar neozelandês (-0,22%); dólar australiano (-0,26%); rand sul-africano (-0,41%); rupia indiana (-0,29%); rublo russo (-0,44%).


FONTE:ESTADÃO

sexta-feira, 22 de março de 2013

Após duas altas, dólar opera em queda nesta sexta-feira


Depois de dois dias seguidos de valorização, o dólar comercial opera em queda em relação ao real nesta sexta-feira (22), ainda à deriva dos desdobramentos da crise financeira do Chipre, que deu sinais de certo alívio após um acordo para a Grécia adquirir unidades de bancos cipriotas.

O movimento, no entanto, não era suficiente para tirar o dólar do patamar de R$ 2, o que pode levar à atuação do Banco Central durante a sessão, já que muitos analistas vêem tal nível como teto de uma banda informal de R$ 1,95 a R$ 2.
Perto das 9h30 (horário de Brasília), a moeda norte-americana recuava 0,13%, cotada a R$ 2, 0084 para a venda.
Na quinta-feira, o dólar encerrou o dia em alta de 1,03%, cotado a R$ 2,011 para a venda. A última vez que a moeda tinha fechado acima de R$ 2 foi no dia 28 de janeiro, quando encerrou o pregão cotado a R$ 2,0014.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Ouro fecha em queda com alta do dolár


NOVA YORK - Os contratos futuros de ouro negociados na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), fecharam em queda nesta quarta-feira, pressionados pela alta do dólar e por dados positivos do varejo norte-americano. O contrato de ouro mais negociado, com entrega para abril, perdeu US$ 3,30 (0,2%), fechando a US$ 1.588,40 a onça-troy.
O dólar ganhou terreno ante o euro hoje, tornando os contratos de ouro denominados na divisa norte-americana mais caros para detentores de outras moedas. Uma série de dados positivos dos EUA impulsionaram o dólar.
As vendas no varejo do país subiram 1,1% em fevereiro ante janeiro, resultado bem acima da previsão dos economistas, que esperavam alta de 0,6%. O ganho do mês passado foi o quarto consecutivo e o maior desde setembro. Na comparação anual, as vendas subiram 4,6% em fevereiro. Além disso, os estoques das empresas dos EUA subiram 1,0% em janeiro ante dezembro, também bem acima da previsão dos analistas, que era de aumento de 0,5%.
"Os dados podem causar uma onda de vendas de curto prazo na medida em que o mercado antecipa menos relaxamento monetário do Federal Reserve", disse Peter Hug, diretor da Kitco Metals. O programa de compra de bônus do Fed, juntamente com outros estímulos, tem ajudado a impulsionar os preços do ouro nos últimos anos, com os investidores buscando no metal precioso proteção contra a potencial inflação.
Os preços do ouro caíram para o menor nível em sete meses no início do mês, após os investidores favorecerem o mercado de ações em detrimento de outros ativos, devido à menor necessidade por segurança.
Analistas afirmam que ainda há uma forte demanda física pelo ouro, principalmente nos mercados asiáticos, o que ajudou os preços a subirem.
FECHAMENTO EM 13-03-2013
Dólar R$ 1,9695(0,3560)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (-15,0) 14,74
MAY13 (-21,6) 14,47
JUL13 (-20,6) 14,25
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (+1,07,42
MAY13 (-5,6) 7,14
JUL13 (-1,6) 6,92
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 47,50
Sorriso: R$ R$ 42,00
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 14,40
Sorriso: R$ 10,80

terça-feira, 12 de março de 2013

Bolsa de Tóquio cai após oito dias de ganhos


A queda de 0,3% se deu em razão de grandes companhias compensarem compras de empresas de tecnologia

TÓQUIO - A Bolsa de Tóquio fechou em queda nesta terça-feira, terminando uma série de ganhos de oito dias uma vez que uma realização de lucros em papéis que avançaram muito nos últimos dias - como os da Fast Retailing, Honda Motor e Mitsubishi Estate - compensaram as compras da Kyocera e de outras empresas de tecnologia.
O índice Nikkei caiu 0,3%, para 12.314,81 pontos, após uma alta de 0,5% na sessão anterior. Durante a primeira parte da sessão, o índice atingiu o maior nível em quatro anos meio. Entre 27 de fevereiro até segunda-feira, o Nikkei já havia acumulado 9,7% em ganhos.
Os níveis de participação permaneceram robustos, com o volume superando a marca de 4 bilhões de ações pela terceira sessão seguida. O valor das negociações também foi alto com mais de 2,8 trilhões de ienes.
O Nikkei abriu com uma leve alta, uma vez que o dólar e o euro mantiveram suas posições ante o iene depois de avanços recentes. Além disso, a sétima alta consecutiva do índice Dow Jones também ajudou a estimular o mercado acionário japonês.
A realização de lucros começou a compensar os ganhos iniciais do pregão durante a sessão, no entanto, logo após o intervalo, o Nikkei caiu abaixo do ponto de equilíbrio.
A Fasst Retailing recuou por causa da realização de lucros pela segunda sessão seguida, uma medida esperada há algum tempo pelos traders visto que a empresa ganhou 24% só na semana passada.
A Honda Motor liderou as montadores para baixo, caindo 0,7%, enquanto a Toyota Motor recuou 0,8%.
Incorporadoras também foram alvo de vendas com a Mitsubishi Estate caindo 2,3%. As ações da empresa avançaram em 16 das últimas 17 semanas.
Por outro lado, vários nomes de tecnologia terminaram a sessão em alta acentuada, uma vez que o iene mostrou poucos sinais de que recuperará o terreno perdido para outras moedas. A Kyocera ganhou 4,2%, ao mesmo tempo em que a Canon avançou 1,3% e a TDK fechou em alta de 5,4%.
A Panasonic terminou a sessão em alta de 4,6% com alto volume, depois que a mídia local relatou que a empresa planeja contratar 350 recém graduados no ano fiscal de 2014 - quase o mesmo número previsto para ano fiscal de 2013. Mas a medida foi interpretada como positiva, considerando as dificuldades atuais no espaço de eletrônicos de consumo.
As ações da concorrente Sony terminaram em queda de 2,0%.
Entre os motores individuais, a Nippon Steel & Sumitomo Metal conquistou um ganho de 4,4%, visto que o jornal Nikkei divulgou uma notícias sobre o fechamento de um forno da empresa, aumentando as esperanças de uma oferta menor de produtos, o que pode sustentar o preços.
A JFE Holdings ganhou 1,1%.
A Japan Tobacco caiu 0,7% depois que o governo precificou a venda de sua participação na empresa na segunda-feira depois do fechamento do pregão a 2,949 ienes por ação. As informações são da Dow Jones. 




sexta-feira, 8 de março de 2013

Dólar abriu em queda


- O dólar abriu em queda nesta sexta-feira, acompanhando a melhora no cenário externo e a expectativa de números bons do mercado de trabalho dos Estados Unidos, além de dados mais suaves de inflação trazidos pelo IPCA de fevereiro e 1ª prévia do IGP-M de março. O IPCA, no entanto, apesar de vir menor do que no mês anterior, veio perto do teto das estimativas. Às 9h12, o dólar caía 0,31%, a R$ 1,955. O dólar futuro para 1º de abril caía 0,31%, a R$ 1,960.
"A tendência de curto prazo é de apreciação do real", comentou um operador de câmbio. Segundo ele, o dólar deve se aproximar de R$ 1,95. "Mas não agora. Hoje a moeda deve ficar ao redor de R$ 1,96, acompanhando o cenário externo e a inflação", disse. Na quinta-feira (07), o dólar fechou em queda de 0,41%, a R$ 1,9610, no mercado à vista.
O IPCA de fevereiro subiu 0,60%, perto do teto das estimativas do mercado que iam de altas de 0,36% a 0,63%. Em janeiro, o IPCA subiu 0,86%. Uma desaceleração maior foi vista na primeira prévia do IGP-M de março, quando subiu 0,15% ante alta de 0,41%, em igual prévia do mesmo índice no mês passado, ficando perto do piso das estimativas dos analistas do mercado financeiro ouvidos pelo AE-Projeções, que esperavam de uma alta de 0,12% a 0,45%, com mediana das expectativas em 0,25%.
Nos EUA, às 10h30 (pelo horário de Brasília), saem os dados de criação de emprego nos setores público e privado em fevereiro. Analistas esperam que tenham sido criadas 160 mil vagas, ante mais 157 mil em janeiro. Para a taxa de desemprego, a expectativa é de recuo para 7,8%, de 7,9% em janeiro.
Nesta sexta-feira, o euro, que chegou a cair no início da manhã, invertia a mão e subia a US$ 1,3111, de US$ 1,3106 no fim da tarde de quinta-feira (07). O dólar avançava a 95,74 ienes, de 94,83 ienes no fim da tarde de quinta-feira (07). O dólar caía ante várias moedas correlacionadas a commodities: lira turca (-0,10%); rupia indiana (-0,49%); rublo russo (-0,17%). Ante o dólar australiano, o dólar americano tinha alta de 0,03% e de +0,04% ante o dólar neozelandês. 



quinta-feira, 7 de março de 2013

Padrão de sustentabilidade necessárias para apoiar as exportações de soja


 A falta de um padrão unificado, sustentabilidade generalizada ameaça a capacidade da norte-grown soja para competir internacionalmente. Esse foi o aviso entregue por um painel de especialistas em sustentabilidade na conferência  Commodity clássico 2013 em Kissimmee, na Flórida.
Há um movimento global para certificar culturas cultivadas de forma sustentável, disse Tim Venverloh, diretor de sustentabilidade para a ADM. O movimento internacional pode ter um grande impacto sobre os produtores dos EUA, uma vez que cerca de um terço da produção dos EUA é enviado ao exterior.
"Na Europa, eles não querem comprar produtos que prejudicariam e invadem áreas de biodiversidade", disse Venverloh. "Temos clientes globais já perguntando como os produtores americanos participam em biodiversidade. Essa conversa está ocorrendo, e se não se envolver, a mudança ocorrerá sem nós."
Tim Chamada, vice-presidente da United Soybean Board (USB), que moderou a sessão, observou que raramente a sustentabilidade surgiu em discussões com os compradores da China, o maior mercado de exportação dos EUA de soja, de longe."Agora estamos começando a ouvir alguns estrondoso da China, alguns da Índia, também a razão pode ser que eles estão exportando para alguns países[sobre sustentabilidade] agora.".
Christopher Brown, chefe de ética sustentável de abastecimento para ASDA Stores, uma cadeia de supermercados britânica, diz que os consumidores europeus de bom grado pagam mais por produtos produzidos de forma sustentável. Eles esperam encontrar produtos produzidos de forma sustentável nas prateleiras de suas lojas de supermercados do Reino Unido, assim como os consumidores americanos não "esperam comprar um casaco esportivo feito com o trabalho infantil."
Venverloh nota que diferentes regiões do mundo estão usando padrões de sustentabilidade diferentes. Algumas biodiversidades geram estresse, outros procuram proteger florestas tropicais. Nos Estados Unidos, "Nós não temos florestas tropicais, e não temos a demanda do consumidor para a produção sustentável."
Roger Wolf, diretor de programas e serviços ambientais para a Associação de soja de Iowa, executa dois programas de sustentabilidade, incluindo uma que informa a quantidade de nutrientes para agricultores aplicar, onde e quando. Ele encontra muito ceticismo nos agricultores.
"Eles não sabem que eu já estou fazendo um bom trabalho?" alguns agricultores lhe dizem. Outros dizem: "Os clientes não querem realmente saber como meu feijão é produzido?"
"Este é um problema global", disse Wolf. A preocupação é crescente sobre o nitrogênio, fósforo e potássio que "agricultores gerenciar em uma base diária."
Lobo trouxe o público atualizado sobre ESTRELAS (Sistema de Acompanhamento de Avaliação de Sustentabilidade, e Classificação), um programa voluntário em sete estados executado em conjunto com as universidades de concessão de terra. Mais de 500 agricultores estão compartilhando informações sobre nutrientes, uso de energia e de solo para criar uma base de dados. A organização está a desenvolver planos de ação para ajudar os agricultores a alcançar a melhoria contínua.
"Se podemos cortar nossas entradas, vai beneficiar o meio ambiente", disse Chamada, observando que não é uma coisa boa quando os fertilizantes acabam em nosso abastecimento de água.
A falta de um padrão unificado nos consumidores americanos forças para educar-se.

FECHAMENTO EM 07-03-13
Dólar R$ 1,9600 (-0,3860)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (+16,215,00
MAY13 (+7,6) 14,73
JUL13 (+4,6) 14,53
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (+3,67,11
MAY13 (+2,4) 6,91
JUL13 (-0,4) 6,72
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 49,00
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 14,40

Dólar começa negócios em baixa sob impacto do exterior


 O dólar abriu em queda ante o real nesta quinta-feira, seguindo o movimento da moeda norte-americana ante o euro e algumas moedas correlacionadas a commodities. Os investidores aguardam pela decisão do Banco Central Europeu (BCE) sobre a política monetária e pela entrevista coletiva do presidente da instituição, Mario Draghi. No entanto, o investidor deve acompanhar mais de perto o cenário doméstico após o Copom e a leitura de que um futuro de Selic mais elevada pode estar bem próximo coloca viés de alta para o dólar ante o real.
Às 9h52, o dólar futuro com vencimento em 1º de abril caía R$ 1,968 (-0,05%), na máxima do dia. Na quarta-feira (07), o dólar à vista fechou alta ante o real cotado a R$ 1,9690 (+0,15%).
"Creio que o mercado de câmbio irá olhar bastante o comportamento dos juros e se ficar claro que o investidor entendeu que a Selic pode subir mesmo em abril, por causa da preocupação com a inflação, então pode haver espaço para o dólar subir", comentou um operador de câmbio. Ele observa, porém, que a tendência da moeda segue sendo de queda, com dólar mais acomodado ao redor de R$ 1,95, uma vez que há expectativa positiva com a safra deste ano, o fluxo mais positivo e a melhora nas exportações.
O comitê do Banco Central manteve a Selic em 7,25%, mas alterou a linguagem, com destaque para a retirada do termo sobre tempo "suficientemente prolongado" para estabilidade da taxa básica. O Copom afirmou que irá acompanhar a evolução do cenário macroeconômico até o encontro de abril para "definir os próximos passos na sua estratégia de política monetária".
No exterior, também aguardam pela entrevista coletiva do presidente do BCE e o anúncio de política monetária do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês). Nos Estados Unidos, o destaque é o resultado do saldo comercial.
Nesta quinta-feira, o BoJ manteve, como era esperado, o tamanho do programa de compra de ativos em 101 trilhões de ienes até o final do ano e deixou inalterada a taxa de juros na faixa entre 0% e 0,1%. A autoridade monetária avalia que a economia do Japão caminha para sair do quadro de deflação, apesar de ainda haver incertezas no horizonte. "O BoJ quer atingir uma meta de inflação de 2% o mais cedo possível", disse o presidente do BoJ, Masaaki Shirakawa.
Às 9h52, o euro subia a US$ 1,3021, de US$ 1,2967 no fim da tarde de quarta-feira (07). O dólar subia a 94,40 ienes, de 94,07 ienes no fim da tarde de quarta-feira (07). Perto das 9h, o dólar cedia ante algumas moedas correlacionadas a commodities, com queda de 0,24% ante o dólar canadense; -0,12% ante o dólar neozelandês; -0,33% ante o dólar australiano. 

Fonte:www.estadao.com.br