Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



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segunda-feira, 10 de junho de 2013

Mercado recua à espera de informações sobre safra dos EUA

A soja opera em baixa na Bolsa de Chicago. O mercado parece trabalhar na defensiva à espera de novas informações sobre o plantio da nova safra dos EUA, números que o USDA(Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) atualiza no final da tarde de hoje. Além disso, os primeiros vencimentos recuam em um movimento de realização de lucros depois das boas altas registradas na sessão da sexta-feira (7).
Na última semana, as previsões mostravam que as chuvas voltaram a se intensificar no Cinturão do Milho, principal região produtora de grãos norte-americana, o que teria voltado a complicar a semeadura. Os trabalhos de campo da safra 2012/13 estão bastante atrasados em relação não só à temporada anterior, como também à média histórica dos últimos cinco anos. 
No entanto, segundo explicou o economista Dennis Gartman à agência internacional Bloomberg, no último final de semana o clima parece ter proporcionado melhores condições. "Em Iowa, Nebraska e Missouri foram registradas boas condições climáticas, o que resulta nessa leve baixa para os grãos nesta segunda-feira", disse. 
Por volta das 7h45 (horário de Brasília), o vencimento julho/13 era cotado a US$ 15,18 por bushel, com queda de 10 pontos. O agosto perdia 10,40 pontos, valendo US$ 14,45. Nos vencimentos mais distantes, as perdas eram mais moderadas. O milho também se mostrava do lado negativo da tabela, com as principais posições recuando entre 5,4 e 7 pontos. O julho valia US$ 6,60/bushel e o setembro US$ 5,85, com baixa de 6,4 pontos. No mesmo momento, o trigo também recuava. 
As cotações apresentadas em nossa homepage trabalham com uma falha técnica na manhã de hoje e ainda mostram o fechamento da última sexta-feira. Porém, o serviço já está sendo reestabelecido e logo mais teremos os últimos números registrados na Bolsa de Chicago nesta segunda-feira (10).

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Grãos: Mercado inicia semana devolvendo parte dos ganhos



O mercado devolve partes dos ganhos das últimas sessões e registra movimentos de realizações de lucros, além disso, sente a pressão do mau humor do mercado financeiro. 

Um fator que contribui para as perdas dos grãos em Chicago são os dados negativos vindos da economia da China, que indicam uma desaceleração do crescimento do PIB do país para 7,7% no 1º trimestre em relação ao mesmo período do ano passado. 

Os dados vieram mais fracos do que as expectativas do mercado, que apostavam em um aumento de 8%, segundo pesquisa feitra pela agência Reuters. 

A última semana terminou com preços em alta para os grãos, que novamente focam os fundamentos de oferta e demanda - principalmente os ajustados estoques norte-americanos. Além disso, outro fator de sustentação para os preços é a firmeza das cotações no mercado interno dos EUA, que observa os produtores freando suas vendas a espera de preços melhores enquanto a demanda - tanto interna quanto para exportação - se mantém bastante aquecida. 

Porém, para definir uma tendência para os preços, os investidores aguardam informações sobre o desenvolvimento da nova safra norte-americana. Segundo analistas, nas próximas semanas a atenção do mercado deverá se voltar cada vez mais para o desenvolvimento desta temporada para definir um caminho mais específico para os preços.

 FECHAMENTO EM 15/04/2013


Dólar R$ 1,9960(1,4730)
Mínima R$1,9720
Máxima R$ 1,9976
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:


Mês Pontos Bushel
MAY13 (-18,0) 13,95
JUL13 (-23,6) 13,55
AUG13(-25,4) 13,13

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:


Mês Pontos Bushel
MAY13 (-12,6) 6,45
JUL13 (-13,2) 6,28
SET13 (-23,0) 5,54
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:


L. do Rio Verde: R$ 41,00
Rondonópolis: R$ 46,00
Alto Garça: R$ 49,00
Sorriso: R$ 42,50
Itiquira: R$ 49,70


FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:


L. do Rio Verde: R$ 9,80
Rondonópolis: R$ 13,70
Alto Garças: R$ 16,00
Sorriso: R$ 9,80
Itiquira: R$ 14,00

Tóquio fecha em queda com fortalecimento do iene

As ações na Bolsa de Tóquio fecharam em queda acentuada nesta segunda-feira, uma vez que o fortalecimento do iene e o nervosismo sobre o crescimento econômico chinês pesaram sobre o pregão. O índice Nikkei recuou 1,6%, para 13.275,66 pontos.

Os níveis de participação mantiveram-se robustos. O volume total negociado atingiu 4,23 bilhões de ações com o valor equivalente superior a 3,0 trilhões de ienes.

Os principais índices caíram desde o início do pregão após o dólar recuar para marcas mais baixas do que o nível registrado no fim da sessão anterior. No fim da tarde em Tóquio, o dólar mudava de mãos em cerca de 97,91 ienes.

Uma realização de lucros já deveria ter ocorrido, principalmente visto que a tendência de enfraquecimento do iene foi interrompida, disse o analista de mercado Kenichi Hirano, da Tachibana Securities.

Durante a sessão, o anúncio dos indicadores chineses desencadeou um enfraquecimento ainda maior do Nikkei. O Produto Interno Bruto (PIB) da China cresceu 7,7% no primeiro trimestre de 2013 ante o mesmo período do ano anterior, de acordo com dados do Departamento Nacional de Estatísticas do país (NBSC, na sigla em inglês).

"Havia expectativas gerais para um crescimento de, no mínimo, 8,0%", disse um diretor de operações de uma corretora estrangeira. "Mas as consequências podem não ser profundas ou de longa duração, uma vez que o Japão está sendo visto como um mercado de capitais em crescimento novamente, e na verdade o país pode se beneficiar dos fluxos de saída de investidores da China".

Durante o pregão, as ações de exportadores caíram acentuadamente por causa do iene mais forte. A Tokyo Electron cedeu 3,7% e a Toyota Motor recuou 2,1%.

A Sumitomo Realty & Development liderou as ações de incorporadoras imobiliárias para baixo, perdendo 3,4%.

Entre as ações expostas à China, a Fanuc caiu 1,3% e a Komatsu perdeu 2,9%.

A Sumitomo Metal Mining perdeu 5,9%, tendo em vista que o preço do ouro caiu 4% na sexta-feira em Nova York.

As ações de Sharp avançaram 10%, depois da divulgação de uma reportagem do Nikkei no sábado. A notícia afirmava que a empresa decidiu vender a sua participação completa em ações, 9,2% ou 30 milhões de ações, na Pioneer. Segundo a nota, a Sharp está atualmente à procura de compradores. A Pioneer fechou o pregão em alta de 4,3%.

As ações de operadores de usinas nucleares dispararam, uma vez que o setor ainda espera que alguns reatores da nação sejam reativados antecipadamente. A Kansai Electric Power ganhou 16% e a Kyushu Electric Power ganhou 12%.

As ações do setor estão em alta acentuada desde 10 de abril, por volta da data em que o governo definiu novas normas de segurança para lidar com graves acidentes em caso de terremotos e tsunamis. As informações são da Dow Jones.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Tóquio fecha no maior nível desde 24 de julho de 2008

As ações na Bolsa de Tóquio fecharam em terreno positivo nesta quinta-feira, uma vez que a ascensão do dólar próximo da marca de 100 ienes estimulou investidores estrangeiros a comprarem papéis de exportadores como a Toyota Motor, Fuji Heavy Industries e a Bridgestone. Com isso, o índice Nikkei avançou para o maior nível de fechamento em quatro anos e oito meses.

O Nikkei avançou 2%, para 13.549,16 pontos, após uma alta de 0,7% na sessão anterior. O índice fechou na máxima da sessão e atingiu o maior nível desde 24 de julho de 2008.

O volume de negociações continuou forte, tendo em vista que mais de 5,1 bilhões de ações trocaram de mãos sob o valor de quase 4,0 trilhões de ienes.

As ações em Tóquio abriram em alta, uma vez que o dólar voltou a subir ante o iene. Além disso, os mercados de ações nos EUA fecharam em terreno positivo na quarta-feira depois da divulgação da ata da reunião de política monetária do Federal Reserve. O documento mostrou que a instituição continua empenhada em apoiar a economia com sua política monetária de relaxamento.

Por volta das 3h00 (em Brasília), horário do fechamento do pregão, o dólar era negociado em torno de 99,67 ienes, enquanto o euro estava em 130,32 ienes.

"Novos fluxos de investidores estrangeiros continuaram pressionando o mercado para cima", disse Norihiro Fujito, estrategista sênior de investimentos da Mitsubishi UFJ Morgan Stanley Securities.

O volume de negócios e o valor das transações "sugerem que os investidores estrangeiros estão visando ações japonesas de grande capitalização, líquidas e representativas como as da Toyota Motor e a Japan Tobacco", acrescentou.

Papéis relacionados ao setor automotor ficaram entre os melhores desempenhos do Nikkei. A Toyota ganhou 5,8%, a Honda Motor avançou 3,1% e Fuji Heavy subiu 7,5%.

A fabricante de autopeças Denso ganhou 6,3%, enquanto a fabricante de pneus Bridgestone fechou em alta de 5,6%.

Com o avanço desta quinta-feira, a Bridgestone acumula agora um aumento de 30% desde o final de fevereiro. O crescimento da empresa na quota do mercado global tende a aumentar, visto que o declínio do iene aumenta a competitividade da empresa, disse o analista Masahiro Akita, do Credit Suisse, ressaltando a eficácia da ofensiva de preços da empresa.

Fabricantes de máquinas se beneficiaram de dados anunciados mais cedo que mostraram que as encomendas de máquinas de fevereiro avançaram 7,5% no mês. O resultado foi um pouco mais alto do que o esperado pelos economistas. A Fanuc ganhou 3,6%, enquanto a Komatsu subiu 5,3%.

As ações de grandes empresas de setor de energia terminaram em forte alta, com a Tokyo Electric Power avançando 13% e a Kansai Electric Power subindo 6,9%.

Entre os motores individuais, a Sharp adicionou 7,9%. Mais cedo, uma notícia do Nikkei disse que a fabricante de painéis de LCD deve ter gerado pouco mais de 20 bilhões de ienes no lucro operacional do grupo no período de outubro a março, superando a projeção de 13,8 bilhões de ienes.

A operadora de lojas de conveniência Lawson caiu 5,2% depois de anunciar projeções para o ano fiscal atual que ficaram abaixo das expectativas. A administração prevê uma alta de 6,0% no ano em lucro operacional consolidado, para 70,0 bilhões de ienes, abaixo das expectativas de 71,9 bilhões de ienes. AS informações são da Dow Jones.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Euro segue em alta e atinge maior nível ante iene

O rali do euro prossegue nesta manhã de quarta-feira, apesar dos dados fracos sobre produção industrial da Espanha e da Itália. A moeda atingiu o nível mais alto diante do iene em mais de três anos e a máxima em um mês frente ao dólar, com o agressivo programa de relaxamento monetário do Banco do Japão (BoJ) anunciado na semana passada fornecendo suporte indireto.

O euro superou 130,00 ienes pela primeira vez desde janeiro de 2010 e alcançou a máxima em um mês de US$ 1,3122. A decisão do BoJ continua sendo o principal tema nos mercados de câmbio e os observadores estão se preparando para o fluxo de saída de capital do Japão à medida que as compras pelo banco central reduzirem o yield (retorno ao investidor) dos bônus soberanos japoneses.

"Embora os fluxos ainda não tenham sido vistos, o mercado está se posicionando para uma crescente saída de capital do Japão e o euro é o principal beneficiário", comentou Michael Sneyd, estrategista do BNP Paribas em Londres. Os mercados de bônus soberanos europeus, em especial, estão sentindo os efeitos positivos e isso está sustentando o sentimento com relação à Europa, observou Sneyd.

Adam Cole, estrategista do RBC Capital Markets, destacou ainda que o tom positivo dos mercados tem contribuição dos dados sobre a balança comercial da China. Moedas ligadas a commodities, como os dólares australiano, neozelandês e canadense, ganharam força diante do dólar dos EUA depois de a China anunciar que teve déficit de US$ 880 milhões em março, gerado por um aumento acima do esperado de 14,4% nas importações.

O dólar também se valorizou frente ao iene, mas o patamar de 100,00 ienes ainda enfrenta resistência. "Nós achamos que o iene está apenas na metade do caminho em sua tendência de declínio", afirmaram analistas do UBS, prevendo que o dólar vai operar a 110,00 ienes no fim deste ano e 120,00 ienes no fim de 2014.

Às 8h30 (de Brasília), o euro subia para US$ 1,3100, de US$ 1,3082 no fim da tarde de ontem (9), e para 130,34 ienes, de 129,65 ienes, enquanto o dólar avançava para 99,50 ienes, de 99,03 ienes. A libra era negociada a US$ 1,5316, de US$ 1,5341 ontem. O índice do dólar medido pelo Wall Street Journal estava em 73,594, de 73,594. As informações são da Dow Jones. 

 DANIELLE CHAVES
Agencia Estado

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Focus aposta agora em inflação menor para 2013

A projeção de inflação medida pelo IPCA para 2013 recuou de 5,71% para 5,70%, de acordo com a pesquisa Focus divulgada nesta segunda-feira pelo Banco Central. Há quatro semanas, a estimativa estava em 5,82%. Para 2014, a projeção subiu pela quarta semana consecutiva, de 5,68% para 5,70%. Há quatro semanas, estava em 5,50%.

A projeção de alta da inflação para os próximos 12 meses segue em 5,43%, conforme a projeção suavizada para o IPCA. Há quatro semanas, estava em 5,51%. Nas estimativas do grupo dos analistas consultados que mais acertam as projeções, o chamado Top 5 da pesquisa Focus, a previsão para o IPCA em 2013 no cenário de médio prazo subiu de 5,79% para 5,84%. Para 2014, a previsão dos cinco analistas segue em 6,05% pela quarta semana. Há um mês, o grupo apostava em altas de 5,81% e de 6,05% para cada ano, respectivamente.

Entre todos os analistas ouvidos pelo BC, a mediana das estimativas para o IPCA em março de 2013 segue em 0,50%, acima do 0,45% previsto há quatro semanas. Para abril de 2013, segue em 0,40%. Há quatro semanas, estava em 0,50%.

Selic 
Os economistas consultados na pesquisa mantiveram a previsão para a taxa básica de juros (Selic) no fim de 2013 em 8,50% ao ano. Para o fim de 2014, a mediana das projeções também segue em 8,50% ao ano. Há quatro semanas, as projeções estavam em, respectivamente, 8,00% e 8,25% ao ano.

A projeção para a reunião do Copom de abril segue em 7,25% ao ano, indicando estabilidade. A projeção para Selic média em 2013 caiu de 7,83% para 7,81% ao ano, ante 7,39% há quatro semanas. Para 2014, segue em 8,50% ao ano, ante 8,38% há quatro semanas.

Nas estimativas do grupo dos analistas consultados que mais acertam as projeções, o chamado Top 5 da pesquisa Focus, a previsão para a Selic no fim de 2013 no cenário de médio prazo caiu de 8,50% para 8,25% ao ano. Para o fim de 2014, segue em 8,50% ao ano.

PIB

A previsão de crescimento da economia brasileira em 2013 caiu de 3,01% para 3,00% na pesquisa. Para 2014, a estimativa de expansão segue em 3,50%. Há quatro semanas, as projeções eram, respectivamente, de 3,10% e 3,50%.

A projeção para o crescimento do setor industrial em 2013 recuou de 3,12% para 3,00%. Para 2014, economistas preveem avanço industrial de 3,85%, ante 3,95% da pesquisa anterior. Um mês antes, a Focus apontava estimativa de expansão de 3,00% para 2013 e de 3,75% em 2014 para o setor.

Analistas mantiveram ainda a previsão para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB em 2013 em 34,50%. Para 2014, a projeção subiu de 33,10% para 33,63%. Há quatro semanas, as projeções estavam em, respectivamente, 34,30% e 33,20% para esses dois anos.



IGP-DI

A projeção para o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) em 2013 subiu de 4,83% para 4,87%. Para o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), que corrige a maioria dos contratos de aluguel, a expectativa subiu de 4,92% para 4,93%. Quatro semanas atrás, o mercado previa altas de 5,03% para o IGP-DI e de 5,17% para o IGP-M. Para 2014, a projeção para o IGP-DI subiu de 5,14% para 5,18%. Para o IGP-M, segue em 5,31%. Quatro semanas antes, estavam em 5,00% e 5,31%, respectivamente.

A pesquisa também mostrou que a previsão para o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em 2013 caiu de 5,26% para 5,16%. Há um mês, a expectativa dos analistas era de alta de 5,16% para o índice que mede a inflação ao consumidor em São Paulo. Para 2014, a projeção segue em 5,00%. Há quatro semanas estava em 4,95%.

Economistas reduziram ainda a estimativa para o aumento do conjunto dos preços administrados - as tarifas públicas - para 2013 de 3,00% para 2,90%. Para 2014, a projeção recuou de 4,50% para 4,00%. Há quatro semanas, as projeções eram de, respectivamente, 3,30% e 4,35%.

Câmbio

A mediana das projeções para a taxa de câmbio ao final de 2013 segue em R$ 2,00 há seis semanas nas estimativas dos analistas consultados. Para o fim de 2014, a mediana segue em R$ 2,05 há três pesquisas. Há quatro semanas estava em R$ 2,06.

Na mesma pesquisa, o mercado financeiro manteve a previsão para a taxa média de câmbio em 2013 em R$ 2,00. Para 2014, a projeção segue em R$ 2,04. Há um mês, a pesquisa apontava que a expectativa de dólar médio estava em R$ 2,00 neste ano e R$ 2,05 no próximo.

Para o fim de abril, a estimativa passou de R$ 1,99 para R$ 2,00. A mediana das projeções para o câmbio dos analistas do Top 5 médio prazo para o fechamento de 2013 segue em R$ 2,00. Para 2014, segue em R$ 2,02.

Conta corrente

O mercado financeiro elevou a previsão de déficit em transações correntes em 2013 e 2014. A mediana das expectativas de saldo negativo na conta corrente este ano subiu de US$ 65,80 bilhões para US$ 68,00 bilhões. Há um mês, estava em US$ 65,00 bilhões. Para 2014, a previsão de déficit nas contas externas subiu de US$ 70,67 bilhões para US$ 73,45 bilhões, ante US$ 70,20 bilhões há quatro semanas.

Na mesma pesquisa, economistas reduziram a estimativa de superávit comercial em 2013 de US$ 12,40 bilhões para US$ 11,00 bilhões. Quatro semanas antes, estava em US$ 14,90 bilhões. Para 2014, a projeção recuou de US$ 12,65 bilhões para US$ 12,00 bilhões. Há quatro semanas, essa estimativa estava em US$ 13,65 bilhões. 

A pesquisa mostrou ainda que as estimativas para o ingresso de Investimento Estrangeiro Direto (IED), aquele voltado ao setor produtivo, foi mantida em US$ 60,00 bilhões para 2013 e para 2014, mesmos valores de quatro semanas atrás.

Euro opera perto da estabilidade

O euro subiu levemente ante o dólar durante a sessão europeia, após os dados do setor industrial alemão superarem as estimativas do mercado, enquanto os movimentos nos mercados cambiais estão muito moderados antes da divulgação do relatório de empregos (payroll) nos EUA, prevista para as 9h30 (de Brasília).

Mais cedo, o euro atingiu uma nova máxima intradia de US$ 1,2939 após o relatório das encomendas à indústria da Alemanha aumentarem 2,3% em fevereiro, após analistas projetarem um aumento de 1,2%. As vendas no varejo da zona do euro recuaram 0,3% em fevereiro, abaixo das expectativas de queda de 0,4%.

A maior parte das expectativas sobre o relatório de empregos nos EUA diminuiu após a divulgação do relatório sobre a criação de empregos no setor privado, que ficou abaixo do esperado. A ADP afirmou na quarta-feira (03) que o número de empregos no setor privado aumento 158 mil em março, ante projeção de alta de 192 mil.

De acordo com o Citigroup, as previsões sobre o payroll parecem estar em uma faixa apertada incomum de entre 175 mil e 190 mil. O banco disse que isso não representa um grande grau de desvio em relação aos meses anteriores, mas o mercado está definitivamente se inclinando para o lado negativo.

Os economistas ouvidos pela Dow Jones disseram que preveem um aumento de 200 mil empregos em março e uma taxa de desemprego inalterada de 7,7%.

Entre outras moedas, o iene recuou em relação a todas as grande moedas e atingiu uma mínima em três anos e meio em relação ao dólar. O Banco do Japão (BoJ) introduziu um programa de relaxamento quantitativo na quinta-feira, aumentando expectativas que as carteiras estarão mudando para ativos mais arriscados.

Às 9h (de Brasília), o euro estava em US$ 1,2934, de US$ 1,2936 na quinta-feira. O dólar estava em 96,20 ienes, de 96,35 ienes, na quinta-feira. O euro estava em 124,41 ienes, de 124,62 ienes. A livra operava em US$ 1,5229, de US$ 1,5236 na quinta-feira. As informações são da Dow Jones.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Exportações norte-americanas de milho totalizaram 486,16 mil toneladas

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), as exportações norte-americanas de milho totalizaram 486,16 mil toneladas na semana encerrada no dia 28/3. Esse volume é 11,1% maior frente as 437,54 mil toneladas da semana anterior.

O Departamento divulgou ainda que no acumulado do ano safra, que se inicia em setembro, os Estados Unidos exportaram 10,96 milhões de toneladas, enquanto no mesmo período do ano passado, esse volume foi de 24,23 milhões de toneladas.

Desde a divulgação do relatório de intenção de plantio na última quinta-feira (28) o mercado segue estremecido com o aumento da estimativa dos estoques de milho norte americano, que deve ficar em 137,2 milhões de toneladas. O esperado pelo mercado era de 124,1 milhões de toneladas.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Euro sobe após confirmação de resgate ao Chipre


O euro sobe ante o dólar na sessão europeia após a troica de credores internacionais confirmar os termos do acordo de resgate com o Chipre. O memorando de entendimento, que ainda depende de aprovação do Eurogrupo e de Parlamentos da zona do euro, estabelece as condições para que o Chipre receba uma ajuda de 10 bilhões de euros (US$ 12,8 bilhões), 1 bilhão de euros que virá do Fundo Monetário Internacional e o restante da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu.

Os negócios no câmbio, no entanto, tendem a ser contidos antes das reuniões de política monetária do BCE e do Banco da Inglaterra (BoE), marcadas para a quinta-feira (04), embora não haja expectativa de mudanças.

Antes disso, o Banco do Japão (BoJ) fará seu primeiro anúncio de política monetária sob o comando do recém-empossado Haruhiko Kuroda. Analistas preveem que o banco central japonês passará a adotar medidas mais agressivas de relaxamento para estimular a economia.

Já o último número de inflação da zona do euro teve pouca influência nas transações. Em março, o índice de preços ao consumidor (CPI) do bloco subiu 1,7% em comparação com igual mês do ano passado, a menor alta desde o ganho anual de 1,6% registrado em agosto de 2010. O dado, que é preliminar, veio em linha com a expectativa.

Às 9h14 (pelo horário de Brasília), o euro avançava para US$ 1,2829, de US$ 1,2820 no final da tarde de terça-feira (02) em Nova York. Ante a moeda japonesa, o dólar subia para 93,52 ienes, de 93,43 ienes. Já a libra estava em US$ 1,5125, ante US$ 1,5110. As informações são da Dow Jones.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Grãos mais forte anoite

Dois dias (quinta e segunda) de venda dramática levando a quase um dólar de desconto no preço do milho e 70 cents na soja, mas parece que chegou no fim, os preços apresentaram recuperação modesta durante a noite. Milho subiu 5 centavos de dólar por bushel, enquanto a soja adicionado 10 centavos de dólar por bushel na sessão durante à noite. Trigo foi maior 7 centavos de dólar por bushel.
O primeiro relatório de progresso da colheita que o USDA divulgou para a temporada mostrou condições pobres para a safra de trigo de inverno dos EUA, com apenas 34% da safra classificado como bom a excelente contra 58% no ano passado é a pior classificação desde 2002. Enquanto nas planícies do Sul, estados como Kansas e Oklahoma mostraram melhorias modestas em condições de colheita, graças a umidade de fevereiro e março, eles ainda permanecem bem abaixo do normal com 31% e 27%, respectivamente. Condições em Nebraska e Dakota do Sul são ainda piores com 10% e 2%, respectivamente. Durante à noite, Taiwan lançou uma informação para adquirir 82.330 MT de trigo de moagem a ser provenientes de Estados Unidos.


quinta-feira, 28 de março de 2013

Dólar à vista fecha em leve queda, mas mantém R$ 2

Depois que o Banco Central voltou a atuar no mercado de câmbio, o dólar à vista -referência nas negociações do mercado financeiro- fechou em leve queda de 0,04%, para R$ 2,011 na venda.
A autoridade efetuou um leilão de swap cambial tradicional -que equivale a venda de dólares no mercado futuro- hoje, ofertando 20 mil contratos com vencimento em 2 de maio de 2013. A operação movimentou US$ 995,1 milhões, segundo o BC.
A operação ocorreu às 11h20 (horário de Brasília), quando o dólar à vista atingiu sua cotação máxima no dia, de R$ 2,027 na venda. Cinco minutos depois, a moeda caiu para R$ 2,004.
O dólar comercial, utilizado no comércio exterior, registrou baixa de 0,34% no dia, terminando cotado a R$ 2,010 na venda. Ontem, o dólar comercial fechou em seu maior nível desde 25 de janeiro.
No início da semana, operadores de mercado já haviam alertado que a valorização do dólar, apesar de estar em linha com o exterior, poderia levar à intervenção do Banco Central, uma vez que a moeda está acima do nível de R$ 2, considerado por muitos analistas o teto de uma banda informal cujo piso seria R$ 1,95.
A última vez que o BC havia interferido no mercado de câmbio para abaixar a cotação da moeda havia sido em 28 de janeiro deste ano, quando o dólar ultrapassou R$ 2.
Em 11 de março, a autoridade promoveu um leilão de swap cambial reverso, que equivale a uma compra de dólares no mercado futuro, para aumentar a cotação da moeda americana, quando ela chegou a R$ 1,95. 
(Folhapress)

segunda-feira, 25 de março de 2013

Acordo do Chipre traz alívio e dólar cai ante re


O acordo para evitar que o Chipre entre em colapso e saia da zona do euro foi fechado na madrugada desta segunda-feira, traz alívio aos mercados e enfraquece o dólar ante o euro e moedas ligadas a commodities. A melhora do humor externo tira a pressão altista das últimas sessões do dólar em relação ao real. A moeda norte-americana ultrapassou os R$ 2,00 na semana passada, sem que houvesse intervenção do Banco Central. 

Na sexta-feira, o dólar à vista fechou em alta, pela terceira sessão seguida, a R$ 2,0140 (+0,35%) no balcão. Este é o maior valor de fechamento desde 24 de janeiro (a R$ 2,0310). A moeda desacelerou um pouco na sexta-feira, em parte influenciada por declarações feitas pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. 

Às 9h28, o dólar à vista no balcão caía 0,20%, a R$ 2,010. O dólar para abril de 2013 perdia 0,05%, a R$ 2,010. 

"Com essa melhora no exterior por causa do Chipre, nossa moeda deve valorizar, mas dificilmente o dólar cai abaixo de R$ 2,00", disse há pouco um operador de tesouraria de um banco nacional. Segundo ele, o dólar pode ficar perto de R$ 2,05. 

Nesta semana mais curta, por causa do feriado de Sexta-feira Santa, o foco doméstico estará em Tombini e no ministro da Fazenda, Guido Mantega, que participam amanhã e quarta-feira da 5ª Cúpula do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) em Durban, na África do Sul. Hoje, Tombini tem encontro fechado à imprensa com a presidente do Banco Central da África do Sul, Gill Marcus.

A leve desaceleração observada há pouco no euro, no entanto, reflete a cautela diante dos receios de que a ajuda ao Chipre possa não ser suficiente para eliminar o perigo de contágio para outros países da zona do euro e as consequências serão realmente sentidas em meses ou anos. Na imprensa internacional, alguns analistas avaliam que o plano fechado é até mais duro do que o original. 

O acordo prevê a liquidação do segundo maior banco cipriota, o Banco Popular do Chipre, ou Laiki, que será fundido com o Banco do Chipre, líder do ranking do país. Além disso, os correntistas com depósitos acima de 100 mil euros terão de arcar com uma taxa ainda a ser definida, mas que deve 30% ou um pouco abaixo disso. Em troca, o país finalmente irá receber o socorro de ? 10 bilhões em recursos internacionais.

A Alemanha, que desde sempre foi a favor da taxação dos depósitos bancários, comemorou o acordo. "O resultado é justo para todos os envolvidos", disse o ministro de Finanças da Alemanha, Wolfgang Schäuble.

Perto das 9h, euro subia a US$ 1,2984, de US$ 1,2989 no fim da tarde de sexta-feira. O dólar subia a 94,77 ienes, de 94,56 ienes no fim da tarde de sexta-feira. O Dollar Index (DXY) subia 0,02%, a 82,39. 

O dólar caía em relação às moedas relacionadas a commodities: dólar canadense (-0,37%); dólar neozelandês (-0,22%); dólar australiano (-0,26%); rand sul-africano (-0,41%); rupia indiana (-0,29%); rublo russo (-0,44%).


FONTE:ESTADÃO

quinta-feira, 21 de março de 2013

Dólar sobe a R$ 1,992, na contramão da queda no exterior


O dólar à vista fechou ontem em alta ante o real no mercado de balcão, a despeito do movimento de baixa da moeda americana ante outras divisas no exterior. Lá fora, os investidores dividiram suas atenções entre a crise no Chipre e a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos). A expectativa de que a Rússia possa ajudar o Chipre a evitar o colapso do setor financeiro trouxe desde cedo um viés de alta para os ativos com maior risco, como as ações, enquanto o dólar foi pressionado para baixo. No Brasil, porém, a saída líquida de dólares durante a sessão e os dados sobre o fluxo cambial em março e no ano fizeram o dólar à vista subir 0,25%, para R$ 1,9920 no balcão. Em março, até o dia 15, houve saída líquida de US$ 990 milhões do País. No ano, o saldo líquido de fluxo cambial é negativo em US$ US$ 3,481 bilhões.
Ontem à tarde, o Fed corroborou o otimismo dos investidores no exterior. Em pronunciamento, o presidente da instituição, Ben Bernanke, afirmou que o crescimento da economia dos EUA tem sido mais lento do que a queda no desemprego, mas alertou que o ritmo do programa de compra de bônus só será alterado quando houver melhora significativa no mercado de trabalho. Com isso, o índice Dow Jones subiu 0,39%, o S&P 500 teve alta de 0,67% e o Nasdaq avançou 0,78%.
Apesar dos ganhos em Nova York, o mercado de ações brasileiro voltou a fechar em baixa e quase perdeu o nível de 56 mil pontos. O Ibovespa encerrou em queda de 0,59%, aos 56.030,03 pontos, penalizado pelo setor elétrico e pela Petrobrás. A notícia de que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) reduziu a base de remuneração da Cemig para o terceiro ciclo de revisão tarifária trouxe receios de que isso possa ocorrer com outras companhias. Cemig PN recuou 13,95%.
No mercado de renda fixa, os dados positivos do Cadastro Geral de Empregados e Empregados (Caged), divulgados à tarde pelo Ministério do Trabalho e Emprego, trouxeram um viés de alta para as taxas dos contratos futuros de juros. A geração de 123.446 novos postos de trabalho em fevereiro no Brasil superou a previsão do mercado, que esperava resultado próximo de 100 mil novos postos de trabalho com carteira assinada.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Fator Chipre leva bolsas asiáticas a perderem no fechamento

Os mercados de ações da Ásia fecharam em direções divergentes nesta quarta-feira, uma vez que as preocupações sobre o Chipre continuaram a pesar sobre a confiança do investidor. Ao mesmo tempo, um forte desempenho de bancos e desenvolvedores levou os mercados chineses ao terreno positivo. No Japão, a Bolsa de Tóquio não abriu por causa de um feriado nacional.
A incerteza permaneceu sobre a situação no Chipre, visto que o plano para taxar os depósitos bancários locais não conseguiu ser aprovado no Parlamento do país. O imposto foi proposto no fim de semana como forma de ajudar a financiar um pacote de socorro para os bancos nacionais.
O plano para o Chipre deixou os investidores nervosos, pois levantou temores de que o polêmico imposto poderia minar a confiança dos poupadores da zona do euro. Com o imposto agora rejeitado, a forma de resgate do país ainda não está clara, mas temores sobre o risco de contágio diminuíram. O Banco Central Europeu (BCE) disse que dará apoio aos bancos do Chipre.
"A questão de Chipre está longe de terminar", disse Stan Shamu, estrategista de mercado da IG Markets, em Melbourne. "Eu não acho que será uma situação em que o BCE intervirá e não temos de nos preocupar com isso."
O euro subiu um pouco ante o dólar durante a sessão asiática, atingindo US$ 1,2906 em comparação com US$ 1,2883 no final da tarde de terça-feira em Nova York.
Os mercados japoneses estavam fechados por causa de um feriado na quarta-feira. Mas o iene se enfraqueceu levemente contra o dólar - a moeda norte-americana estava em 95,31 ienes no fim da sessão da Ásia, em comparação com 95,16 ienes no fim da tarde em Nova York.
Com o Japão fechado, o próximo catalisador da taxa de câmbio entre o dólar e o iene pode ser a reunião do FOMC do Federal Reserve. O banco central dos EUA deve anunciar a sua decisão de política monetária no final do dia, o que será examinada em busca de pistas sobre o rumo da política monetária da maior economia do mundo.
As ações na Austrália fecharam em queda, com o índice S&P/ ASX 200 caindo 0,4%, para 4.967,30 pontos, depois de atingir o menor nível em seis semanas a 4.937,50 pontos no início do pregão. As preocupações sobre a Europa continuaram a pesar sobre o mercado australiano.
As mineradoras em Sydney recuaram após o Goldman Sachs reduzir sua previsão para o preço do minério de ferro. A Rio Tinto caiu 2% e BHP Billiton perdeu 2,7%.
O índice Kospi, da Coreia do Sul, recuou 1%, para 1.959,41 e o índice Taiwan Weighted caiu 0,5% para 7.790,03 pontos. Nas Filipinas, o índice PSEi, da Bolsa de Manila, também fechou em terreno negativo, com queda de 0,1%, a 6.419,62 pontos, depois de atingir uma mínima intraday 6.310,37 pontos e uma máxima de 6.471,98 pontos.
Os mercados chineses contrariaram os declínios regionais, subindo antes da divulgação dos dados preliminares da indústria chinesa referente ao mês de março. O índice de gerentes de compra preliminar do setor industrial deve ser publicado nesta quarta-feira à noite.
As ações chinesas terminaram em terreno positivo. O índice Xangai Composto, saltou de 2,7%, para 2.317,37 pontos e o índice Shenzhen Composto subiu 2,7%, para 949,82 pontos. O índice Hang Seng, de Hong Kong, acabou em alta de 1% a 22.256,44 pontos.
Setores que haviam caído recentemente se recuperaram na quarta-feira. As incorporadoras imobiliárias tiveram bom desempenho, com a Holdings Country Garden saltando 9,4% em Hong Kong depois de uma série de comentários positivos feitos por analistas após a divulgação dos seus resultados anuais de 2012.
Os bancos chineses também avançaram antes do início de sua temporada de balanços, que começa na sexta-feira. A China Construction Bank saltou 2,6% em Hong Kong.

Também em Hong Kong, a Geely Automobile Holdings subiu 5,1% depois de a montadora chinesa anunciar um aumento de 32% em seu lucro líquido em 2012. As informações são da Dow Jones.


segunda-feira, 18 de março de 2013

Euro recua com pacote de ajuda ao Chipre


O euro se estabilizou na casa de US$ 1,29 em razão das expectativas de que os termos do pacote de resgate para o Chipre anunciado no fim de semana sejam suavizados. Depois de operar no patamar de US$ 1,31 na sexta-feira (15), a moeda caiu à mínima de US$ 1,2882 durante a sessão asiática como consequência da decisão inédita dos ministros de Finanças da zona do euro de confiscar parte dos depósitos bancários no Chipre para ajudar a financiar o resgate ao país.


Segundo fontes, o Chipre está preparando uma contraproposta que distribuirá mais amplamente o ônus dos 5,8 bilhões de euros que estão sendo exigidos do país como condição para receber um pacote internacional de 10 bilhões de euros. Jörg Asmussen, que é membro do conselho do BCE, afirmou que o Chipre pode ajustar os termos do resgate desde que não reduza sua contribuição financeira e destacou que a situação na ilha e nos bancos locais é única.

Além da redução das perdas do euro, também houve melhora nos mercados de bônus europeus, onde os yields (retorno ao investidor) dos papéis soberanos da Itália e da Espanha recuaram das máximas. Há esperança de que a potencial ameaça de contágio dos problemas do Chipre para outros países da zona do euro seja impedida pelo plano de apoio do Banco Central Europeu (BCE), o programa Transações Monetárias Completas (OMT, na sigla em inglês), que ainda não foi usado.

Outras moedas sensíveis ao risco, como o dólar australiano e a libra, não sofreram tanto quanto o euro, o que sugere que o problema é percebido pelos mercados estrangeiros como apenas eurocêntrico, por enquanto. Mas os mercados deverão continuar agitados por causa das incertezas em torno da implementação do acordo para o Chipre, cujo Parlamento precisa aprovar o pacote de resgate e adiou a votação sobre o tema para a terça-feira (18).

Enquanto isso, o franco suíço apresentou forte queda em um curto espaço de tempo diante do euro e do dólar, depois de relatos de que um membro do Banco Nacional da Suíça (SNB, na sigla em inglês) afirmou que o banco central não exclui a possibilidade de taxas de juros negativas. O euro alcançou a máxima de 1,2290 franco nesta manhã.

Às 9h31 (de Brasília), o euro caía para US$ 1,2947, de US4 1,3076 no fim da tarde de sexta-feira, e para 123,01 ienes, de 124,60 ienes, enquanto o dólar recuava para 95,00 ienes, de 95,25 ienes. A libra subia para US$ 1,5113, de US$ 1,5097 na sexta-feira (15). O índice do dólar medido pelo Wall Street Journal estava em 73,474, de 73,206. As informações são da Dow Jones.
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