Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Estatal chinesa poderá ter em MT usina de etanol de milho

A empresa estatal Chinesa “China National Heavy Machiney Corporation” (CHMC) poderá implantar uma usina para fabricação de etanol à base de milho, no município de Nova Mutum (350 km de Cuiabá).


Representantes da CHMC informaram a produtores rurais, empresários, sindicatos e Poder Executivo do município, durante uma reunião nesta semana, que vão lançar uma pesquisa de mercado para mapear a viabilidade do negócio.


Os chineses detêm alta tecnologia para transformar o milho em etanol. Conforme Lyang Guotal, representante da CHMC no Brasil, o município de Nova Mutum despertou interesse aos olhos internacionais devido a sua produção de soja, milho e algodão, além do franco desenvolvimento industrial que já está instalado na cidade.


“A empresa está ampliando os negócios aqui no Brasil e temos interesse em implantar o processamento de milho para a produção de etanol, sendo Nova Mutum uma cidade tão importante no cenário econômico e agrícola estamos dando início as negociações para conquistarmos mais este mercado”, disse Lyang.


A região médio-norte de Mato Grosso é forte produtora de grãos e importante para o país no fomento a industrialização e agregação de valor a produção agrícola. O Estado de Mato Grosso é o maior produtor de grãos do Brasil e se tornou, nos últimos anos, o maior exportador de alimentos para a China.


Para o secretário municipal de Indústria e Comércio, Romário Limberger Júnior, a iniciativa promove o aumento da produção e a diversificação econômica.


“Estamos ampliando as negociações com empresas de grande geração de produção e por consequência renda e emprego. O intuito é fortalecer nossa vocação econômica, que é a agricultura através da industrialização de alimentos e demais produtos”, comentou o secretário, via assessoria de comunicação.


Os representantes da “China National Heavy Machiney Corporation” apresentaram um modelo implantado no inicio de 1990 no país de origem. Os resultados reduziram as perdas em 15% e ampliaram a rentabilidade de produtores agrícolas.


O projeto no Brasil contará com a instalação de unidades de armazenamento e produção da biotecnologia nas propriedades. A meta é reduzir os custos de frete e ampliar os investimentos nas lavouras da região de Mato Grosso. As negociações vão prosseguir em breve (Cenário MT, 3/4/13)

terça-feira, 2 de abril de 2013

Exportação de soja deve ser forte em abril, apesar da logística

  Cerca de três quartos da safra do Brasil, estimada em um recorde acima de 80 milhões de toneladas, já foram colhido
 As exportações de soja do Brasil deverão encerrar este mês com forte crescimento na comparação com março deste ano e ante abril de 2012, apesar da logística deficitária do país e dos problemas com a nova lei dos caminhoneiros, devido à chegada de maiores volumes aos portos em meio à grande demanda internacional pelo produto, disseram especialistas nesta segunda-feira.
Em março, as exportações de soja do Brasil foram as maiores desde junho de 2012, mas poderiam ter sido ainda mais expressivas não fossem as dificuldades para escoamento, como estradas congestionadas e o tempo chuvoso, que interrompe as operações portuárias.
Uma nova lei que regulamenta a profissão de caminhoneiros, exigindo um período maior de descanso dos motoristas, também reduziu a oferta de veículos para transportar o produto, o que impactou no fluxo de escoamento da nova safra, que começou com estoques baixos após a quebra pela seca na temporada anterior.
Além disso, em março o milho atipicamente concorreu com a soja por espaço nas operações de embarques, outro fator que limitou as exportações. Somente em março o Brasil exportou 1,6 milhão de toneladas de milho, ante 3,5 milhões de toneladas de soja.
“A gente espera que (abril) seja um pouco acima do ano passado, vai ter muita soja disponível, só que temos esse problema enorme de logística, um enorme gargalo, vamos ter que usar toda a nossa logística em função da soja”, disse o operador de commodities do BES Securities, Leandro Bovo.
No entanto, segundo Bovo, o gargalo impede exportações de volumes muito maiores do que os registrados em abril do ano passado. Naquele mês, o Brasil exportou 4,4 milhões de toneladas de soja.
Com uma redução nas exportações de milho, depois de embarques volumosos nos primeiros anos do ano, a soja deverá voltar a ocupar sua participação preponderante nas vendas ao exterior.
“A gente acha que o milho deve diminuir sensivelmente a exportação, uma tonelada de soja vale, grosso modo, duas vezes o milho. Sempre a preferência é para a soja”, disse, acrescentando que houve muito milho originado em dezembro que teve embarques postergados de janeiro para fevereiro e depois março, atrapalhando as exportações da oleaginosa.
Já o analista Aedson Pereira, da Informa Economics FNP, chamou a atenção para a questão do fluxo de soja para os portos, em função da lei dos caminhoneiros, que deverá ter seu impacto minimizado em abril, com a colheita mais perto do seu final.
Cerca de três quartos da safra do Brasil, estimada em um recorde acima de 80 milhões de toneladas, já foram colhidos.
“Esse problema é minimizado com a colheita da soja mais avançada”, declarou Pereira, referindo-se à nova lei.
Ele acredita que em abril os volumes exportados serão bem maiores e o país poderá bater recordes de exportação mensal em maio, com os portos devidamente abastecidos e sem as interrupções nos embarques em função da chuva, já que nesses meses há uma tendência da redução das precipitações.
“É bem capaz que daremos uma estilingada, conseguiremos mandar um volume significativo, tem na programação do line up praticamente 7 milhões de toneladas”, disse ele, apontando para a grande fila de navios programados para atracar nos portos brasileiros e carregar soja.
Fonte: Roberto Samora

terça-feira, 26 de março de 2013

Brasil e China: a complexa relação do complexo soja


Na verdade, um agravante a mais na já tumultuada e polêmica temporada marcada pelos entraves logísticos que dificultam como nunca o escoamento da safra brasileira de grãos. De um lado a China, que cancela compras sob a alegação de demora na entrega. De outro o governo federal, que na iminência de anunciar novas regras de tributação do complexo soja provoca apreensão no mercado produtor, consumidor (esmagadoras) e exportador.

São inúmeras as opiniões, mas é clara a estratégia da China na pressão pela revisão dos contratos. E de preços, é óbvio. A China precisa da soja brasileira e neste momento não tem outro fornecedor com o produto disponível na escala do mercado brasileiro. Vai ampliar as compras da Argentina? Até pode, mas vai ter tantos ou mais problemas do que no Brasil. O país vizinho sofre com a quebra na produção e o atraso na colheita. Se está difícil e demorado carregar no Brasil, soja em volume considerável na Argentina só daqui a um mês, pelo menos. Não que isso justifique a ineficiência logística por aqui, mas demora por demora, melhor se garantir com o Brasil.

Hoje a legislação favorece o embarque de soja em grão. Amanhã, pode ser diferente. A questão é a que preço? Não tenho dúvida que o caminho é agregar valor, exportar farelo e óleo, esmagar o grão na indústria nacional e rentabilizar a cadeia. Contudo, é preciso ficar atento aos reflexos que medidas como essa podem causar. Estamos falando na inversão de estratégia, que implica em valores, mercado e parceiros. Podemos e devemos ampliar o porcentual de transformação da produção primária antes de exportar. Mas teremos clientes para os derivados, farelo e óleo?

Nos últimos 15 anos, via Lei Kandir, privilegiamos a exportação de grãos em detrimento do produto de maior valor agregado. Na temporada atual, o Brasil se consolida como o maior exportador mundial do produto. Fomos nós que dissemos ao mundo que nosso interesse era vender soja grão. E o mundo entendeu o recado. Mais que isso. Nosso principal comprador, a China, se preparou para isso. Os chineses detém hoje um parque agroindustrial invejável. No ano passado, a capacidade de esmagamento dos chineses ultrapassava as 120 milhões de toneladas/ano. Uma capacidade, é bom que se diga, que está ociosa. Ou seja, eles precisam de mais soja. E soja em grão. Seja para atender a demanda de consumo da população ou para viabilizar essa expressiva planta industrial.

Outra questão importante, que merece análise mais criteriosa, é que não estamos falando de qualquer comprador. Aliás, esse é outro problema. A alta dependência de um único cliente. Numa relação quase que irresponsável, atualmente mais de 60% do volume exportado em grão pelo Brasil tem como destino o país asiático. Na atual temporada, os portos brasileiros devem mandar para a China perto de 38 milhões, mais da metade de toda a soja que eles devem buscar no mercado internacional. Em 2013 os chineses devem importar mais de 60 milhões de toneladas de soja. Eles estão processando para abastecer o consumo doméstico e oferecer farelo e óleo a outros países que poderiam estar comprando do Brasil.

Que nós precisamos mudar esse jogo, agregar valor e equilibrar as exportações do produto primário com seus derivados, isso é questão de ordem, de sustentabilidade e rentabilidade. Mas não será um jogo fácil de virar. Se a China depende de nós, nós dependemos ainda mais da China, infelizmente. A proposta do governo, da nova tributação, é uma demanda mais do que legítima. Resta saber se ela realmente interessa ao setor produtivo. Teoricamente não deve enfrentar nenhuma resistência. Afinal, quem é que não quer vender e exportar com maior valor agregado. A questão está nas incertezas que mudanças como essa podem trazer.

A China pode até especular com preço, cancelar compras e rever contratos. Mas eles ainda precisam da produção de soja brasileira e o Brasil precisa da China. E isso não vai mudar no curto prazo. Isso é fundamento, oferta e demanda, de quem precisa comprar e de quem tem para vender. Agora, assim como os chineses, talvez seja a hora de o Brasil começar a se posicionar. A relação precisa ser boa para os dois lados, para quem compra e para quem vende. A necessidade de quem vende é tão grande quanto de quem compra. Se de um lado a variável é puramente econômica, do outro é ainda mais delicada. É abastecimento e segurança alimentar. A questão então é se alguém consultou a China e perguntou se ao invés de grãos eles querem comprar farelo e óleo do Brasil?

Para constar, no ciclo atual o Brasil deve exportar 58 milhões de toneladas de soja em grão, farelo ou óleo. Desse total, quase 38 milhões de toneladas será de soja em grão, de uma produção total estimada em 82 milhões de toneladas.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Acordo do Chipre traz alívio e dólar cai ante re


O acordo para evitar que o Chipre entre em colapso e saia da zona do euro foi fechado na madrugada desta segunda-feira, traz alívio aos mercados e enfraquece o dólar ante o euro e moedas ligadas a commodities. A melhora do humor externo tira a pressão altista das últimas sessões do dólar em relação ao real. A moeda norte-americana ultrapassou os R$ 2,00 na semana passada, sem que houvesse intervenção do Banco Central. 

Na sexta-feira, o dólar à vista fechou em alta, pela terceira sessão seguida, a R$ 2,0140 (+0,35%) no balcão. Este é o maior valor de fechamento desde 24 de janeiro (a R$ 2,0310). A moeda desacelerou um pouco na sexta-feira, em parte influenciada por declarações feitas pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. 

Às 9h28, o dólar à vista no balcão caía 0,20%, a R$ 2,010. O dólar para abril de 2013 perdia 0,05%, a R$ 2,010. 

"Com essa melhora no exterior por causa do Chipre, nossa moeda deve valorizar, mas dificilmente o dólar cai abaixo de R$ 2,00", disse há pouco um operador de tesouraria de um banco nacional. Segundo ele, o dólar pode ficar perto de R$ 2,05. 

Nesta semana mais curta, por causa do feriado de Sexta-feira Santa, o foco doméstico estará em Tombini e no ministro da Fazenda, Guido Mantega, que participam amanhã e quarta-feira da 5ª Cúpula do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) em Durban, na África do Sul. Hoje, Tombini tem encontro fechado à imprensa com a presidente do Banco Central da África do Sul, Gill Marcus.

A leve desaceleração observada há pouco no euro, no entanto, reflete a cautela diante dos receios de que a ajuda ao Chipre possa não ser suficiente para eliminar o perigo de contágio para outros países da zona do euro e as consequências serão realmente sentidas em meses ou anos. Na imprensa internacional, alguns analistas avaliam que o plano fechado é até mais duro do que o original. 

O acordo prevê a liquidação do segundo maior banco cipriota, o Banco Popular do Chipre, ou Laiki, que será fundido com o Banco do Chipre, líder do ranking do país. Além disso, os correntistas com depósitos acima de 100 mil euros terão de arcar com uma taxa ainda a ser definida, mas que deve 30% ou um pouco abaixo disso. Em troca, o país finalmente irá receber o socorro de ? 10 bilhões em recursos internacionais.

A Alemanha, que desde sempre foi a favor da taxação dos depósitos bancários, comemorou o acordo. "O resultado é justo para todos os envolvidos", disse o ministro de Finanças da Alemanha, Wolfgang Schäuble.

Perto das 9h, euro subia a US$ 1,2984, de US$ 1,2989 no fim da tarde de sexta-feira. O dólar subia a 94,77 ienes, de 94,56 ienes no fim da tarde de sexta-feira. O Dollar Index (DXY) subia 0,02%, a 82,39. 

O dólar caía em relação às moedas relacionadas a commodities: dólar canadense (-0,37%); dólar neozelandês (-0,22%); dólar australiano (-0,26%); rand sul-africano (-0,41%); rupia indiana (-0,29%); rublo russo (-0,44%).


FONTE:ESTADÃO

sexta-feira, 22 de março de 2013

Grão no Brasil



O Brasil deve enviar um recorde de 39 milhões de toneladas de soja para o exterior na temporada 2012-13, as exportações de soja em fevereiro somaram 960 mil toneladas, uma queda de 1,57 milhões de tonelada em relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com a USDA.
O problema é complexo, grande parte da soja deveria ser embarcada esse ano foi adiada, a infra-estrutura logística do Brasil está tendo problemas para acomodar as duas culturas
(soja e milho).
"As exportações de milho mais que dobraram em relação ao ano passado", diz Luis Neves, diretor de logística para CHS em São Paulo, Brasil. CHS é uma cooperativa com sede em Minneapolis - agricultura familiar, com operações no Brasil. A Produção total de soja este ano no Brasil é estimada em 82 milhões de toneladas, é maior em comparação com a produção do ano passado de 67 milhões de toneladas.
"Não é um aumento muito grande na produção, mas a infra-estrutura que tem sido sempre abaixo das necessidades atuais, diz Neves. "O que era ruim agora é insustentável em termos de capacidade de fluxo."
O tamanho das exportações deste ano de milho do Brasil também estão contribuindo para atrasar as exportações de soja. Exportações de milho que normalmente são concluídas em dezembro, ainda estão se movendo para fora dos portos brasileiros.
Somando-se o problema, o Brasil recentemente aprovou uma lei reduzindo o número de horas trabalhadas de motoristas de caminhões (em um determinado dia). Motoristas são obrigados a descansar por pelo menos 11 horas por dia e fazer pausas após cada turno de condução de quatro horas. O cronograma de caminhões reduzido, juntamente com uma infra-estrutura ferroviária insuficiente e sistema viário também tem impedindo o fluxo de produtos agrícolas das regiões do interior de cultivo para os portos, que podem ser localizadas a mais de 1.200 quilômetros de distância.
Neves não espera que a situação melhore no curto prazo. "Certamente nos próximos três a quatro meses, a pressão vai ser intensa porque há uma produção de soja enorme que tem de ser exportada e a capacidade de fluxo logístico é limitado", diz ele. "O mercado está em tal inversa grande que todo mundo quer ser o primeiro a carregar o produto em Paranaguá o porto marítimo com a segunda maior importância para os produtos agrícolas, a espera é de cerca de 55 dias para obter um navio carregado e em movimento. No porto de Santos a espera está mais perto de 35 dias, diz Neves.
"A logísticas do interior é ruim ", diz ele. "Não há rio Mississipi que atravessa a área de produção, e as ferrovias no Brasil são menos eficientes do que nos Estados Unidos". Ele estima que custa US $ 150 por tonelada para mover o milho ou a soja de Sorriso, no Mato Grosso para os portos.
Para os produtores de milho  em quanto os preços são de US $ 7,00 por bushel custa US $ 150 para transporta o milho para o porto. Ainda assim, diz ele, não faz diferença para o cultivo do milho, porque é uma segunda safra plantada.

FECHAMENTO EM 22/03/2013
Dólar R$ 2,0095(0,0000)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (-8,2) 14,40
JUL13 (-7,4) 14,18
AUG13(-8,2) 13,73
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (-7,0) 7,26
JUL13 (-8,6) 7,08
SET13 (-1,6)5,96
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 48,00
Sorriso: R$ R$ 43,50
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 13,20
Sorriso: R$ 10,80



quinta-feira, 21 de março de 2013

Chuvas prejudicam as operações no Porto de Paranaguá


As chuvas estão prejudicando as operações no Porto de Paranaguá, principalmente as exportações de granéis. Desde o início de janeiro até esta terça-feira, foram registrados 27 dias de paralisação em função do mau tempo. Os meteorologistas do Simepar explicam que a característica do outono é o tempo instável e as chuvas são freqüentes. Nos meses de janeiro e fevereiro, foram exportadas pelo Corredor de Exportação dois milhões de toneladas de grãos. O volume é praticamente igual ao exportado no mesmo período do ano passado, com destaque para as exportações de milho, que tiveram alta de 288%. De acordo com o superintendente dos portos de Paranaguá e Antonina, Luiz Henrique Dividino, as equipes estão trabalhando e fazendo o máximo possível para contornar essa situação. //SONORA LUIZ HENRIQUE DIVIDINO.// No porto, não só a chuva é responsável por paralisar as operações. A elevada umidade do ar ou a ameaça de chuva já fazem com que os porões sejam fechados e os embarques interrompidos. Apesar de não haver solução para este tipo de problema, a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina estão em busca de soluções de cobertura de porão de navios que possibilitem a exportação de granéis com chuva. No entanto, o projeto ainda está em fase de estudos. Com as constantes paralisações, o Corredor de Exportação, que consegue embarcar uma média de 80 mil toneladas por dia quando o tempo está seco, está embarcando menos da metade deste volume, o que atrasa a liberação dos navios. A Administração dos Portos do Paraná também tem monitorado com rigor a emissão das senhas para os caminhões por meio do sistema “Carga on Line”. O embarque atrasado por conta da chuva interfere também na descarga dos caminhões

segunda-feira, 18 de março de 2013

Pré-relatório de plantio 2013 dos EUA.


Os produtores dos EUA vão plantar mais milho e soja do que a previsão do governo no mês passado, de acordo com um levantamento dos produtores de Allendale Inc. o plantio de trigo vai subir pelo terceiro ano consecutivo.

Os produtores indicaram que irão semear 96, 956 milhões de hectares de milho, disse Allendale em um comunicado enviado por email. É uma queda em relação ao ano passado que foi plantado 97, 155 milhões de hectares, o governo informou no relatório do mês passado que o plantio da safra 2013 vai ser de 96,5 milhões (previsão em 22 de fevereiro).
A plantação de soja subirá para 78.324 milhões de hectares contra 77.198 milhões no ano passado, de acordo com uma pesquisa anual dos agricultores, que foi realizada este ano entre 25 fevereiro - 8 março. O USDA informou no relatório do mês passado que a área plantada de soja seria de 77,5 milhões de hectares.
A área plantada combinada com todas as variedades de trigo irá subir para 56, 261 milhões de hectares contra 55,736 milhões em 2012, de acordo com a pesquisa realizada. 
No mês passado, o USDA informou que os agricultores irão semear 56 milhões de hectares.
O USDA em 28 de março ira divulgar os resultados de uma pesquisa nacional de intenção de plantio.    

Transferência de demanda dos EUA para o Brasil pressiona o mercado.


O Mercado começa mais um dia em em quada dando continuidade a expressiva baixa da última semana, onde os preços foram pressionados pela transferência da demanda dos EUA para o Brasil.
Na última sexta feira (15), o mercado ainda sentia os números negativos (diminuição) divulgados pela Associação Norte-Americana sobre o esmagamento da soja dos EUA em fevereiro.
Os fundos observam com atenção a chegada da safra da America do Sul ao mercado e os graves problemas logísticos no Brasil.