Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Safras estima aumento de 10% na safra de soja 13/14 da América do Sul


A América do Sul poderá produzir 160 milhões de toneladas de soja na safra 2013/14, 10 por cento a mais ante o recorde da temporada anterior, estimou a consultoria Safras & Mercados em relatório divulgado nesta terça-feira (13).

A avaliação considera uma tendência de aumento de área plantada, de 4 por cento, para 54 milhões de hectares, e de produtividade, de 5 por cento ante a temporada anterior, com uma normalidade climática.

"Para esta nova safra... segue a neutralidade climática, o que aproxima o clima geral da normalidade...", afirmou a consultoria.

Nas outras duas variáveis relevantes para a produtividade, disse a Safras, "há novamente a tendência da positiva ultrapassar a negativa".

"De um lado o avanço na utilização de insumos nas lavouras, relacionado com a melhora no nível de capitalização dos produtores. E de outro a utilização de áreas novas ou menos nobres, que atuaria limitando o potencial produtivo."

A safra 13/14 começa a ser plantada em setembro, pelo Centro-Oeste brasileiro, principal região produtora do Brasil.

O Brasil produziria mais da metade da safra estimada para a América do Sul. Em levantamento divulgado ao final de julho, a Safras previu uma colheita de 88,17 milhões de toneladas para o país.

"Com esse positivo sentimento para a oferta, e considerando a firme expectativa para a demanda, temos espaço para crescimento em 8 por no processamento na América do Sul, para chegar a 86 milhões de toneladas, e de 9 por cento nas exportações de soja, para alcançar os 64 milhões de toneladas", acrescentou.

Em relação à produtividade, a expectativa da Safras é de um rendimento médio potencial de 2.963 kg por hectare, que, em caso de confirmação, superaria os 2.825 kg da safra atual em 5 por cento, e o recorde de 2.887 kg da safra 2009/10 em 3 por cento.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Retração do mercado chinês no consumo de grãos pode ser problema para o Brasil, diz consultor

O consultor de agronegócios André Pessôa, que palestrou sobre cenário e oportunidade do agronegócio, diz que a safra de milho requer alguns cuidados e cautela do produtor.  A preocupação do consultor é com a comercialização da safrinha. Segundo ele, no ano passado os preços foram bons porque houve uma quebra da safra no Sul do Brasil, nos Estados Unidos e também na Argentina. "Temos que pensar que este ano tudo pode ser diferente. Temos a recuperação da produção americana e vários outros fatos que vão influenciar de uma forma negativa na comercialização da safra".

Segundo Pessôa, apenas 20% da safrinha de milho foram comercializadas até agora. Nesse mesmo período do ano passado a venda antecipada do grão atingia pelo menos 50% da safra. "Esse ano vamos precisar da intervenção das políticas públicas para manter os preços". Ele diz ainda que outro sinal negativo é a retração do mercado chinês.

Um dos palestrantes do Circuito Aprosoja, o executivo chinês, Lin Tan, diz que a China não reduzirá as compras. Segundo ele, a retração vai acontecer somente nos próximos três meses em função das dificuldades de embarcar os grãos no Brasil por conta da deficiência da logística. Ele até aposta num aumento na importação de grãos. "Vamos ter crescimento e aumento na produção de carne, consequentemente vamos precisar de mais grãos", analisou. 

Elaine Perassoli
Do Agrodebate

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Safra, interesse de vendas e Chicago pressionam milho no Brasil

A boa safra de milho neste verão no Brasil, o interesse dos produtores em vender sua produção e uma paralisação dos negócios de exportação têm pressionado os preços do cereal no mercado interno neste início de ano, avaliou nesta terça-feira o Cepea, centro de estudos da Universidade de São Paulo.
Desde o início do ano, os preços do milho no mercado de balcão (recebido pelo produtor) recuaram mais de 16 por cento e caíram mais 14 por cento no mercado de lotes (negociações entre empresas), considerando-se a média das regiões acompanhadas pelo Cepea em vários Estados do Brasil.
Na segunda-feira, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa, que registra negócios na região de Campinas (SP) e serve de referência para o mercado financeiro, fechou a 28,46 reais por saca de 60 kg, num recuo de mais de 15 por cento.
Uma boa colheita de verão seguida de uma segunda safra com perspectiva de ser recorde pressionam os preços, disse o Cepea.
Além disso, há muitas regiões deficitárias em capacidade de armazenagem e que produzem volumes expressivos do cereal, o que requer a venda conforme avança a colheita, afirmaram os pesquisadores.
"Novos negócios para embarque em curto prazo estão praticamente parados", acrescentou o Cepea em nota, acrescentando que há registro apenas de uma aceleração gradual nos negócios com grãos da segunda safra, que deverá ser colhida em meados do ano.
INFLUÊNCIA DE CHICAGO
As estimativas de crescimento na área de milho nos EUA, com expectativa de safra recorde no maior exportador mundial do cereal, pressionam ainda mais o cenário de médio prazo no Brasil, completou o centro de estudos.
O milho na bolsa de Chicago caiu nesta terça-feira pela terceira sessão consecutiva, à mínima de nove meses, com fundos liquidando posições depois de um relatório do Departamento de Agricultura do EUA (USDA) que mostrou, na quinta-feira, que os estoques no país estão maiores do que o estimado pelo mercado. O contrato já caiu certa de 1 dólar por bushel, ou 13 por cento, desde a divulgação do USDA.
(Por Gustavo Bonato)

quarta-feira, 20 de março de 2013

Estoques baixos na China podem dar suporte para o mercado no longo prazo.


Os estoques chineses de soja estão em níveis baixos com o problema sendo intensificado pela recente decisão do país de cancelar pedidos de importações. As compras externas em maio devem ser menores do que as necessárias, os estoques chineses de soja importada caíram severamente nos últimos três a cinco meses e contiarão em um nível indesejavelmente baixo também nos meses de março ou abril, devido aos atrasos nos embarques na América do Sul,  pelo menos no momento", disse a Oil World. 

segunda-feira, 18 de março de 2013

Transferência de demanda dos EUA para o Brasil pressiona o mercado.


O Mercado começa mais um dia em em quada dando continuidade a expressiva baixa da última semana, onde os preços foram pressionados pela transferência da demanda dos EUA para o Brasil.
Na última sexta feira (15), o mercado ainda sentia os números negativos (diminuição) divulgados pela Associação Norte-Americana sobre o esmagamento da soja dos EUA em fevereiro.
Os fundos observam com atenção a chegada da safra da America do Sul ao mercado e os graves problemas logísticos no Brasil.