Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quarta-feira, 27 de março de 2013

Soja níveis de estoque para definir a direção do mercado


A safra de soja 2012 nos EUA foi de 79 milhões de toneladas, menor do que a safra de 2011. Por causa do estoque menor no início da campanha de 2012-13 a oferta foi 3,6% menor do que o ano anterior.
O consumo de soja dos EUA durante o primeiro trimestre da campanha 2012 foi recorde, o ritmo do consumo manteve-se elevado durante grande parte do segundo trimestre. O ritmo acelerado do consumo reflete a demanda das exportações que continuou forte para a soja e produtos de soja.
Com as perspectivas de uma recuperação acentuada na produção de soja na America sul para um nível recorde em 2013, tem sido antecipado que o abrandamento do consumo de soja dos EUA seria mais nítido do que o normal este ano e que os estoques finais seriam mantidos em níveis de iguais. A estimativa do USDA a parti de 01 março para estoques de soja dos EUA para que serão lançados em 28 de março irá revelar a desaceleração sazonal no consumo.
A magnitude da desaceleração é necessária, por sua vez determinar se os preços têm de ajustar e serem maiores a fim de reduzir o ritmo de consumo mais do que o normal ou se os suprimentos são grandes o suficiente para permitir que os preços continuem a se movimentar para baixo.
O consumo ocorre nas seguintes categorias: as exportações, esmagamento doméstico, de alimentação doméstica, semente e uso residual. O relatório semanal do USDA de exportação e inspeções mostrou exportações no trimestre totalizando 539,3 milhões de bushels. No entanto, o total do Censo estimado de exportações para dezembro e janeiro foram 13,7 milhões de bushels menos nas inspeções de exportações reportadas para os dois meses. Se essa margem persistiu até fevereiro, as exportações no trimestre teria sido perto 525,6 milhões de bushels.
O Census Bureau (responsável pela produção de dados sobre os americanos / pessoas e economia) fez estimativas sobre o tamanho do esmagamento de soja doméstica depois de junho de 2011. Como resultado, o USDA já não faz estimativas do tamanho da queda em uma base trimestral, mas relata o consumo interno total (inclui alimentação, sementes e consumo residual) durante o trimestre. O consumo é estimado como desaparecimento total das exportações durante o trimestre.

FECHAMENTO EM 27/03/2013
Dólar R$ 2,0090(0,3020)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (+5,0) 14,52
JUL13 (+3,2) 14,29
AUG13(+2,2) 13,84
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (+4,4) 7,34
JUL13 (+1,6) 7,14
SET13 (-1,4) 6,02
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 49,50
Sorriso: R$ R$ 45,50
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 15,70
Sorriso: R$ 13,80





Sentimento antes do relatório desta quinta.


O relatório do USDA , obviamente deve angariar mais atenção esta semana entre os comerciantes de grãos e soja. O problema é que não sei um comerciante que não está à procura de um número "bullish". De fato, muitos dos "ursos" mudaram-se para a linha lateral em antecipação ao evento de alta e parecem prontos para atacar em qualquer tipo de grande oportunidade que possam pressionar para baixo o mercado, mas por enquanto estão no "acostamento". No ano passado, os negócios eram para baixo antes do relatório e depois recebeu uma agradável surpresa de alta. Este ano, trocaram-se as semelhanças antes do relatório (o último par de semanas) e pode ser nos preparando para um pouco de decepção. Não há dúvidas de que vamos ver alguns números extremamente apertados mas com "ar" de otimista pelo USDA. Todo mundo parece querer ficar fora do rally no curto prazo, eu não sou apenas vendido como ainda vou permanecer assim até saber a direção.

OBS: Bullish Market é uma denominação na língua inglesa que indica quando um ativo qualquer está em movimento de alta.
Ele é representado pela figura do Touro porque entende-se que o touro faz movimentos de baixo para cima representando desta forma um movimento de alta.




Dólar abre em alta, seguindo piora do humor no exterior



SÃO PAULO - O Chipre e os sinais de fraqueza na zona do euro minam a disposição por risco dos investidores, dando combustível para o dólar subir ante o euro e as moedas ligadas a commodities. A Itália também traz temores, diante do impasse no cenário político e do aumento do custo observado em leilão de títulos. A moeda norte-americana, que registrou ontem ganhos ante o real no fechamento, deve prosseguir sua trajetória de alta, acompanhando o humor no exterior. O mercado está atento, ainda, à reunião dos Brics, em Durban, na África do Sul, onde estão a presidente Dilma Rousseff, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
Às 9h26, o dólar à vista no balcão sobe 0,25%, a R$ 2,022, na mínima. O dólar futuro para abril subia 0,15%, a R$ 2,0215. Ontem, a alta da moeda americana foi impulsionada pelo ministro interino da Fazenda, Nelson Barbosa, que disse que a flutuação do câmbio é muito pequena para causar alguma mudança no índice inflacionário, o que levou o dólar à vista a fechar em R$ 2,017 (+0,20%) no balcão. No mercado futuro, o contrato da moeda que vence em 1º de abril de 2013 terminou a R$ 2,0185 (+0,20%).
Na Europa, o Índice de Sentimento Econômico da zona do euro caiu para 90,0 em março, de 91,1 em fevereiro, na primeira queda desde outubro do ano passado, e ligeiramente pior do que a expectativa de economistas de queda para 90,5. A percepção sobre a economia do bloco único piorou mais na França, Alemanha e Espanha. Aliás, na França, a segunda maior economia da zona do euro, o Produto Interno Bruto (PIB) contraiu 0,3% no quarto trimestre do ano passado, em relação ao trimestre anterior, mas veio dentro do esperado.
Na Itália, o governo vendeu um total de 6,91 bilhões de euros em bônus em um leilão nesta manhã, pagando o custo mais alto desde outubro do ano passado sobre os papéis de cinco anos. No front político, fracassou a tentativa do líder do Partido Democrático da Itália, Pier Luigi Bersani, de formar uma aliança de governo.
E o Chipre segue sem certezas em relação ao seu futuro, colocando em xeque também o futuro da zona do euro. O ministro das Finanças de Chipre, Michalis Sarris, disse que os maiores correntistas do Banco Popular de Chipre, ou Laiki Bank, o maior do país, poderão sofrer perdas de até 80% de seus depósitos com o fechamento do banco. Se haverá corrida para saques de dinheiro, só se saberá amanhã, com a reabertura das instituições.
Autoridades europeias continuam tentando consertar o estrago causado pelas declarações feitas pelo presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, que disse no início da semana que o resgate do Chipre serviria de modelo para lidar com crises no futuro. Em documento, o Grupo de Trabalho do Eurogrupo afirma que o Chipre não é um "modelo" sobre como lidar com crises futuras. O próprio Dijsselbloem voltou atrás e disse ontem que a ilha não representa modelo para futuros resgates. Em seu blog, o Prêmio Nobel de Economia Paul Krugman foi categórico: "O Chipre deve deixar o euro. Agora."
No Brasil, o IGP-M desacelerou para 0,21% em março, de alta de 0,29% em fevereiro, mas isso não deve mexer com o mercado de câmbio. O resultado ficou abaixo da mediana prevista pelas casas ouvidas pelo AE Projeções, de +0,30%, mas dentro do intervalo previsto de +0,16% a +0,40%. Na agenda doméstica de hoje, está previsto o resultado primário do Governo Central (Tesouro, Banco Central e Previdência) referente a fevereiro.
Perto das 9 horas, o euro caía a US$ 1,2766, de US$ 1,2861 no fim da tarde de ontem. O dólar caía a 94,16, de 94,45 ienes no fim da tarde de ontem. O Dollar Index (DXY) subia 0,40%, a 83,216.
O dólar caía em relação às moedas ligadas a commodities, com exceção da rupia indiana: dólar canadense (+0,31%); dólar neozelandês (+0,46%); dólar australiano (+0,48%); lira turca (+0,40%); rand sul-africano (+0,69%); rupia indiana (-0,08%); rublo russo (+0,25%). 

Estadão PME - 

terça-feira, 26 de março de 2013

Produção será menor em MT


Mato Grosso colheu menos soja do que o previsto nesta safra. Clima e a alta incidência de pragas e doenças registradas nos últimos meses reduziram a capacidade de produção das lavouras. Das sete regiões de produção do grão no Estado, apenas uma deverá contabilizar média acima de 50 sacas por hectare no rendimento. A média estadual foi rebaixada neste ciclo e no histórico dos últimos cinco anos será a menor. Neste intervalo, o melhor rendimento médio se deu em 10/11, 53 sacas por hectare.

De qualquer forma, mesmo sem ter como comemorar, ainda, a safra da produtividade, Mato Grosso assegura mais um recorde sobre recorde, graças ao incremento de 11,6% da área plantada de ano para o outro e segue liderando a produção nacional do grão.

Restando menos de 8% da área de soja da safra 12/13 para ser colhida, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou na segunda-feira (25) a revisão dos números que haviam sido projetados no ano passado. Neste ciclo, a produtividade recua e fica abaixo das 50 sacas e consequentemente a produção de mais de 24,13 milhões de toneladas não se confirmará.

Os problemas em decorrência de estresses em vários estádios das plantas derrubaram a estimativa em quase meio milhão de toneladas, ou, para 23,58 milhões.

Como explicam os analistas do Imea, por meio do Boletim da Soja, a estratégia adotada por boa parte dos sojicultores mato-grossenses não surtiu o efeito desejado neste ciclo. Com o foco em plantar o mais cedo possível, o produtor mato-grossense cultivou os primeiros hectares logo nas primeiras chuvas de setembro de 2012 e, “em algumas regiões do Estado, um período de estiagem fez a oleaginosa se desenvolver de forma minguada”.

Fora isso, como relatam os analistas, no meio do ciclo a falta de luminosidade, causada por vários dias de céu encoberto, também se chocou com a intensidade das chuvas entre meados de janeiro e fevereiro. Em outras palavras, a má distribuição das precipitações impuseram perdas aos produtores. Não choveu como o esperado na fase do plantio e choveu acima do esperado durante a colheita, quando água demais atrapalha os trabalhos no campo, aumenta a incidência de doenças como a ferrugem asiática e pode levar o grão a passar do ponto e apodrecer, como foi verificado, especialmente, no médio norte mato-grossense.

“Nesse contexto, o resultado da temporada fez com que a produtividade diminuísse sobre o esperado, de 51 para 50 sacas/ha, redução de 1 saca/ha. Isso fará com que a produção reduza de 24,13 milhões de toneladas estimadas anteriormente para 23,59 milhões de toneladas, decréscimo de 542,5 mil toneladas, ou, recuo de 2,3%”.

REGIÕES - Quando se compara a produtividade entre as regiões, se nota que as tradicionais produtoras foram as que tiveram maiores reduções, puxando para baixo a média do Estado. Das sete regiões que servem de referência para os levantamentos do Imea, em apenas uma, a sudeste, fecha acima das 50 sacas (50,8).

As regiões médio norte, oeste e nordeste, após problemas com a falta de luminosidade e por ter muita soja para ser colhida ao mesmo tempo durante o período chuvoso, viu a produtividade cair em 2 sacas/ha sobre o estimado, fazendo com que as três regiões obtivessem média abaixo de 50 sacas/ha. “A região sudeste, apesar da queda de produção verificada em Campo Verde, teve a média de produtividade acima do esperado em uma saca, após Serra da Petrovina, Alto Garças, Alto Araguaia e Alto Taquari registrarem umas das melhores produtividades da atualidade”

Fonte: Diário de Cuiabá

FECHAMENTO EM 26/03/2013
Dólar R$ 2,0160(0,2290)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (+9,6) 14,47
JUL13 (+7,4) 14,25
AUG13(+9,2) 13,81
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (-3,6)  7,29
JUL13 (-4,2)  7,11
SET13 (-2,4) 6,02
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 48,50
Sorriso: R$ R$ 44,50
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 15,70
Sorriso: R$ 13,80





Brasil e China: a complexa relação do complexo soja


Na verdade, um agravante a mais na já tumultuada e polêmica temporada marcada pelos entraves logísticos que dificultam como nunca o escoamento da safra brasileira de grãos. De um lado a China, que cancela compras sob a alegação de demora na entrega. De outro o governo federal, que na iminência de anunciar novas regras de tributação do complexo soja provoca apreensão no mercado produtor, consumidor (esmagadoras) e exportador.

São inúmeras as opiniões, mas é clara a estratégia da China na pressão pela revisão dos contratos. E de preços, é óbvio. A China precisa da soja brasileira e neste momento não tem outro fornecedor com o produto disponível na escala do mercado brasileiro. Vai ampliar as compras da Argentina? Até pode, mas vai ter tantos ou mais problemas do que no Brasil. O país vizinho sofre com a quebra na produção e o atraso na colheita. Se está difícil e demorado carregar no Brasil, soja em volume considerável na Argentina só daqui a um mês, pelo menos. Não que isso justifique a ineficiência logística por aqui, mas demora por demora, melhor se garantir com o Brasil.

Hoje a legislação favorece o embarque de soja em grão. Amanhã, pode ser diferente. A questão é a que preço? Não tenho dúvida que o caminho é agregar valor, exportar farelo e óleo, esmagar o grão na indústria nacional e rentabilizar a cadeia. Contudo, é preciso ficar atento aos reflexos que medidas como essa podem causar. Estamos falando na inversão de estratégia, que implica em valores, mercado e parceiros. Podemos e devemos ampliar o porcentual de transformação da produção primária antes de exportar. Mas teremos clientes para os derivados, farelo e óleo?

Nos últimos 15 anos, via Lei Kandir, privilegiamos a exportação de grãos em detrimento do produto de maior valor agregado. Na temporada atual, o Brasil se consolida como o maior exportador mundial do produto. Fomos nós que dissemos ao mundo que nosso interesse era vender soja grão. E o mundo entendeu o recado. Mais que isso. Nosso principal comprador, a China, se preparou para isso. Os chineses detém hoje um parque agroindustrial invejável. No ano passado, a capacidade de esmagamento dos chineses ultrapassava as 120 milhões de toneladas/ano. Uma capacidade, é bom que se diga, que está ociosa. Ou seja, eles precisam de mais soja. E soja em grão. Seja para atender a demanda de consumo da população ou para viabilizar essa expressiva planta industrial.

Outra questão importante, que merece análise mais criteriosa, é que não estamos falando de qualquer comprador. Aliás, esse é outro problema. A alta dependência de um único cliente. Numa relação quase que irresponsável, atualmente mais de 60% do volume exportado em grão pelo Brasil tem como destino o país asiático. Na atual temporada, os portos brasileiros devem mandar para a China perto de 38 milhões, mais da metade de toda a soja que eles devem buscar no mercado internacional. Em 2013 os chineses devem importar mais de 60 milhões de toneladas de soja. Eles estão processando para abastecer o consumo doméstico e oferecer farelo e óleo a outros países que poderiam estar comprando do Brasil.

Que nós precisamos mudar esse jogo, agregar valor e equilibrar as exportações do produto primário com seus derivados, isso é questão de ordem, de sustentabilidade e rentabilidade. Mas não será um jogo fácil de virar. Se a China depende de nós, nós dependemos ainda mais da China, infelizmente. A proposta do governo, da nova tributação, é uma demanda mais do que legítima. Resta saber se ela realmente interessa ao setor produtivo. Teoricamente não deve enfrentar nenhuma resistência. Afinal, quem é que não quer vender e exportar com maior valor agregado. A questão está nas incertezas que mudanças como essa podem trazer.

A China pode até especular com preço, cancelar compras e rever contratos. Mas eles ainda precisam da produção de soja brasileira e o Brasil precisa da China. E isso não vai mudar no curto prazo. Isso é fundamento, oferta e demanda, de quem precisa comprar e de quem tem para vender. Agora, assim como os chineses, talvez seja a hora de o Brasil começar a se posicionar. A relação precisa ser boa para os dois lados, para quem compra e para quem vende. A necessidade de quem vende é tão grande quanto de quem compra. Se de um lado a variável é puramente econômica, do outro é ainda mais delicada. É abastecimento e segurança alimentar. A questão então é se alguém consultou a China e perguntou se ao invés de grãos eles querem comprar farelo e óleo do Brasil?

Para constar, no ciclo atual o Brasil deve exportar 58 milhões de toneladas de soja em grão, farelo ou óleo. Desse total, quase 38 milhões de toneladas será de soja em grão, de uma produção total estimada em 82 milhões de toneladas.

Tóquio fecha em queda com nervosismo sobre o Chipre


As ações da Bolsa de Tóquio fecharam em terreno negativo nesta terça-feira, uma vez que o nervosismo sobre o resgate do Chipre manteve o iene firme contra outras moedas, resultando em uma realização de lucros de exportadores como a Tokyo Electron e a Bridgestone. O índice Nikkei caiu 0,6%, para 12.471,62 pontos, após o ganho de 1,7% na sessão anterior.

O volume de negócios foi robusto, totalizando pouco menos de 3 bilhões de ações e cerca de 2,1 trilhões de ienes em valor.

O índice Nikkei abriu em queda, tendo em vista que as bolsas no exterior caíram e o iene manteve sua posição em relação ao dólar e ao euro após comentários do chefe do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem. A autoridade disse que os investidores - incluindo os depositantes - poderiam ser usados no programa de resgate do Chipre.

"É uma negativa adicional que planta as sementes da dúvida na mente dos investidores da Europa e pode agir como uma âncora que prejudica o crescimento econômico regional", disse Nicholas Smith, analista de ações da CLSA.

"O Chipre é um caso especial de resgate, e a reação dos mercados é um pouco exagerado, mas, no final, o investidor aproveitou a oportunidade para realizar lucros", disse Kenichi Hirano, analista da Tachibana Securities.

A Fast Retailing liderou os pesos-pesados com uma queda de 1,8%, ao mesmo tempo em que as empresas de tecnologia e industriais exportadores aumentaram a lista das piores performances da sessão.

A Tokyo Electron perdeu 2,1% e a Bridgestone recuou 2,2%. Ainda em terreno negativo a Kyocera perdeu 2,1% e a Nikon cedeu 1,9%.

Além do Chipre, os investidores estão de olho na próxima reunião de política monetária do Banco do Japão (BoJ , na sigla em inglês), que deve ocorrer nos dias 3 e 4 de Abril. Por isso, algumas ações sensíveis a mudanças de política monetária apresentaram um desempenho melhor no pregão desta terça-feira, especialmente os papeis de empresas do setor imobiliário.

A Sumitomo Realty & Development ganhou 0,3%, enquanto a Mitsui Fudosan perdeu apenas 0,2%.

Um movimento de fuga para ativos seguros também beneficiou ações defensivas. A Astellas Pharma ganhou 1,4% e a Chugoku Electric Power avançou 3,2%.

O Softbank também fechou em alta, com avanço de 2,4%. O banco se beneficiou do anúncio feito na segunda-feira de que fará uma oferta pública em abril para aumentar sua participação na Online Entertainment GungHo, transformando-a em uma subsidiária. As ações da GungHo perderam 4,6%.

Entre os motores individuais, a Nippon Electric Glass ganhou 3,5% depois de revisar para cima sua projeção para o quarto trimestre.

A NEC Mobiling fechou em seu limite diário de alta com uma alta de 15%, após uma notícia da Reuters de que controladora NEC está analisando a sua venda, talvez logo no final do mês. A NEC Mobiling deverá render entre 70 bilhões de ienes e 80 bilhões de ienes. As ações da NEC avançaram 4,1%. As infor

segunda-feira, 25 de março de 2013

Baixas temperaturas do solo podem atrapalhar plantio do milho nos EUA


A Primavera começou na última quarta-feira no Hemisfério Norte, mas a semana começou ainda com a cara do Inverno para os norte-americanos. Uma nevasca atingiu o Meio-Oeste dos Estados Unidos durante o domingo. No Estado do Colorado o acumulado de neve chegou a 30 centímetros, o que complicou muito o trânsito nas estradas. Um engavetamento, envolvendo cerca de 30 carros e dois caminhões deixou vários feridos. 

Para essa semana a previsão ainda não é de melhora no tempo. Nesta segunda-feira a onda de frio ganha força e avança para outros Estados. Há possibilidade de nevar hoje desde o Estado de Kansas, até Nova Iorque. Em Columbus, Ohio, as temperaturas podem chegar a -3°C e segundo os meteorologistas a probabilidade é de 100% de neve entre a tarde e a noite de hoje. 

Por: Rafaela Vendramini

FECHAMENTO EM 22/03/2013
Dólar R$ 2,0105(0,0500)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (-3,6) 14,36
JUL13 (0,0) 14,18
AUG13(+0,4) 13,73
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (+6,2) 7,32
JUL13 (+5,6) 7,14
SET13 (+7,6)6,04
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 48,00
Sorriso: R$ R$ 43,50
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 13,20
Sorriso: R$ 10,80

Acordo do Chipre traz alívio e dólar cai ante re


O acordo para evitar que o Chipre entre em colapso e saia da zona do euro foi fechado na madrugada desta segunda-feira, traz alívio aos mercados e enfraquece o dólar ante o euro e moedas ligadas a commodities. A melhora do humor externo tira a pressão altista das últimas sessões do dólar em relação ao real. A moeda norte-americana ultrapassou os R$ 2,00 na semana passada, sem que houvesse intervenção do Banco Central. 

Na sexta-feira, o dólar à vista fechou em alta, pela terceira sessão seguida, a R$ 2,0140 (+0,35%) no balcão. Este é o maior valor de fechamento desde 24 de janeiro (a R$ 2,0310). A moeda desacelerou um pouco na sexta-feira, em parte influenciada por declarações feitas pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. 

Às 9h28, o dólar à vista no balcão caía 0,20%, a R$ 2,010. O dólar para abril de 2013 perdia 0,05%, a R$ 2,010. 

"Com essa melhora no exterior por causa do Chipre, nossa moeda deve valorizar, mas dificilmente o dólar cai abaixo de R$ 2,00", disse há pouco um operador de tesouraria de um banco nacional. Segundo ele, o dólar pode ficar perto de R$ 2,05. 

Nesta semana mais curta, por causa do feriado de Sexta-feira Santa, o foco doméstico estará em Tombini e no ministro da Fazenda, Guido Mantega, que participam amanhã e quarta-feira da 5ª Cúpula do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) em Durban, na África do Sul. Hoje, Tombini tem encontro fechado à imprensa com a presidente do Banco Central da África do Sul, Gill Marcus.

A leve desaceleração observada há pouco no euro, no entanto, reflete a cautela diante dos receios de que a ajuda ao Chipre possa não ser suficiente para eliminar o perigo de contágio para outros países da zona do euro e as consequências serão realmente sentidas em meses ou anos. Na imprensa internacional, alguns analistas avaliam que o plano fechado é até mais duro do que o original. 

O acordo prevê a liquidação do segundo maior banco cipriota, o Banco Popular do Chipre, ou Laiki, que será fundido com o Banco do Chipre, líder do ranking do país. Além disso, os correntistas com depósitos acima de 100 mil euros terão de arcar com uma taxa ainda a ser definida, mas que deve 30% ou um pouco abaixo disso. Em troca, o país finalmente irá receber o socorro de ? 10 bilhões em recursos internacionais.

A Alemanha, que desde sempre foi a favor da taxação dos depósitos bancários, comemorou o acordo. "O resultado é justo para todos os envolvidos", disse o ministro de Finanças da Alemanha, Wolfgang Schäuble.

Perto das 9h, euro subia a US$ 1,2984, de US$ 1,2989 no fim da tarde de sexta-feira. O dólar subia a 94,77 ienes, de 94,56 ienes no fim da tarde de sexta-feira. O Dollar Index (DXY) subia 0,02%, a 82,39. 

O dólar caía em relação às moedas relacionadas a commodities: dólar canadense (-0,37%); dólar neozelandês (-0,22%); dólar australiano (-0,26%); rand sul-africano (-0,41%); rupia indiana (-0,29%); rublo russo (-0,44%).


FONTE:ESTADÃO

Umidade suficiente ajudou a repor a maior parte dos níveis de umidade, como os agricultores se preparam para o plantio de temporada.


Em Indiana, a época de plantio vai começar logo que a Mãe Natureza decidir que os agricultores possam entrar em seus campos relata Bob Nielsen, especialista na divisão de milho da Purdue University. O mais provável, diz ele, é que a época de plantio de milho ainda é duas ou três semanas para frente.
"Normalmente, o plantio começa no início a meados de abril, mas a maioria deve ser plantada no final de abril a maio", diz Nielsen.
O tempo é sempre a principal consideração, diz ele, acrescentando, porém, que ele dá pouca atenção à previsão do tempo profissional para o estado.
"Eles são notoriamente imprecisos", observa ele.
Nielsen avalia os agricultores Indianos, e eles vão dividir hectares de soja, milho e trigo nesta temporada, ele diz que antecipa pouca ou nenhuma mudança a partir de 2012, quando os agricultores plantaram 6,1 milhões de hectares de milho - até 6% maior partir de 2011. Em 2012 agricultores de Indiana também plantaram 5,1 milhões de hectares de soja e 390 mil hectares de trigo.
Apesar de uma forte temporada de plantio 2012, a seca histórica reduziu a produtividades de milho em todo o estado de Indiana em até 39%. Enquanto isso, as produtividades de soja caíram apenas 10%.
"Essa diferença na resposta da cultura com tempo severo deve moderar algum entusiasmo para o aumento de milho", afirma Nielsen.
Ele acrescenta que, embora a maioria de Indiana recebesse bastantes precipitações desde a colheita para recarregar muito suas reservas de umidade do solo, os agricultores, no entanto, temem que as condições de seca que persistem no cinturão do milho ocidental vão migrar de volta para o leste.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Grão no Brasil



O Brasil deve enviar um recorde de 39 milhões de toneladas de soja para o exterior na temporada 2012-13, as exportações de soja em fevereiro somaram 960 mil toneladas, uma queda de 1,57 milhões de tonelada em relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com a USDA.
O problema é complexo, grande parte da soja deveria ser embarcada esse ano foi adiada, a infra-estrutura logística do Brasil está tendo problemas para acomodar as duas culturas
(soja e milho).
"As exportações de milho mais que dobraram em relação ao ano passado", diz Luis Neves, diretor de logística para CHS em São Paulo, Brasil. CHS é uma cooperativa com sede em Minneapolis - agricultura familiar, com operações no Brasil. A Produção total de soja este ano no Brasil é estimada em 82 milhões de toneladas, é maior em comparação com a produção do ano passado de 67 milhões de toneladas.
"Não é um aumento muito grande na produção, mas a infra-estrutura que tem sido sempre abaixo das necessidades atuais, diz Neves. "O que era ruim agora é insustentável em termos de capacidade de fluxo."
O tamanho das exportações deste ano de milho do Brasil também estão contribuindo para atrasar as exportações de soja. Exportações de milho que normalmente são concluídas em dezembro, ainda estão se movendo para fora dos portos brasileiros.
Somando-se o problema, o Brasil recentemente aprovou uma lei reduzindo o número de horas trabalhadas de motoristas de caminhões (em um determinado dia). Motoristas são obrigados a descansar por pelo menos 11 horas por dia e fazer pausas após cada turno de condução de quatro horas. O cronograma de caminhões reduzido, juntamente com uma infra-estrutura ferroviária insuficiente e sistema viário também tem impedindo o fluxo de produtos agrícolas das regiões do interior de cultivo para os portos, que podem ser localizadas a mais de 1.200 quilômetros de distância.
Neves não espera que a situação melhore no curto prazo. "Certamente nos próximos três a quatro meses, a pressão vai ser intensa porque há uma produção de soja enorme que tem de ser exportada e a capacidade de fluxo logístico é limitado", diz ele. "O mercado está em tal inversa grande que todo mundo quer ser o primeiro a carregar o produto em Paranaguá o porto marítimo com a segunda maior importância para os produtos agrícolas, a espera é de cerca de 55 dias para obter um navio carregado e em movimento. No porto de Santos a espera está mais perto de 35 dias, diz Neves.
"A logísticas do interior é ruim ", diz ele. "Não há rio Mississipi que atravessa a área de produção, e as ferrovias no Brasil são menos eficientes do que nos Estados Unidos". Ele estima que custa US $ 150 por tonelada para mover o milho ou a soja de Sorriso, no Mato Grosso para os portos.
Para os produtores de milho  em quanto os preços são de US $ 7,00 por bushel custa US $ 150 para transporta o milho para o porto. Ainda assim, diz ele, não faz diferença para o cultivo do milho, porque é uma segunda safra plantada.

FECHAMENTO EM 22/03/2013
Dólar R$ 2,0095(0,0000)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (-8,2) 14,40
JUL13 (-7,4) 14,18
AUG13(-8,2) 13,73
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (-7,0) 7,26
JUL13 (-8,6) 7,08
SET13 (-1,6)5,96
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 48,00
Sorriso: R$ R$ 43,50
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 13,20
Sorriso: R$ 10,80