Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Chicago: soja amplia ganhos e opera pelo terceiro dia em alta


A soja opera do lado positivo da tabela pelo terceiro dia consecutivo nesta quarta-feira (20) na Bolsa de Chicago. Por volta das 11h00 (horário de Brasília), os contratos trabalhavam dois dígitos de alta, ampliando os ganhos registrados na sessão anterior. 

De acordo com o analista de mercado da Agrinvest, Eduardo Vanin, no último final de semana o mercado aguardava chuvas nas principais regiões produtoras da Argentina. Entretanto, as precipitações foram esparsas e em volumes insuficientes para amenizar a situação das lavouras argentinas que são castigadas pelo tempo seco. Na última quinta-feira (14), a Bolsa de cereais de Buenos Aires informou que a safra argentina deve atingir 50 milhões de toneladas. 

“As temperaturas estão elevadas no país, e já temos estimativas de consultorias privadas considerando quebra entre 15% a 17% ante as projeções iniciais. A expectativa é que a produção alcance 50 milhões de toneladas. E o mercado está nervoso com essa situação”, afirma. 

Paralela ao ajustado quadro de oferta e demanda mundial, há também a volta da China ao mercado internacional de grãos. Após o feriado de Ano Novo no país, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) anunciou ontem (19), uma venda de 120 mil toneladas de soja em grão para a nação asiática, para serem entregues na temporada 2012/13. O que indica que a demanda pelo grão permanece aquecida.

O analista destaca que, a importação seria uma forma da China se proteger contra uma possível paralisação dos portos brasileiros. Na última segunda-feira (18), trabalhadores portuários de Santos invadiram um navio chinês em protesto. “Diante desse quadro, podemos ver a demanda se deslocando para os EUA, mas sabemos que os estoques norte-americanos são apertados”, relata o analista. 

E caso, as exportações dos Estados Unidos permaneçam em ritmo acelerado, é possível que o país tenha que importar soja mais para frente para cumprir os seus compromissos, conforme acredita Vanin. 

Milho – Na contramão da soja, os futuros do milho em campo misto nesta quarta-feira (20) em Chicago. O analista da Agrinvest, explica que, há um deslocamento da demanda dos compradores tradicionais para outras origens como Brasil e Ucrânia e a substituição do cereal por outros produtos. 

“Com isso, as vendas de milho dos EUA são cerca de 50% menores em comparação com a temporada anterior”, diz Vanin. Essa situação reflete nos preços futuros e também, segundo analistas, é visto pelo mercado como um fator de limitante de alta. 

CNA rejeita termos dos acordos individuais propostos pela Monsanto aos produtores de soja


A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) rejeita os acordos individuais que a Monsanto está apresentando aos produtores de soja, pois os mesmos não obedecem aos termos da Declaração de Princípios firmada entre as partes. 

Não tratamos, em nenhum momento, da forma de cobrança de royalties, apenas ressaltando que o respeito a patentes é um princípio aceito pela CNA e pelas federações signatárias como forma de incentivar a inovação e a tecnologia, tão importantes para o aumento da produtividade da agricultura brasileira.

O objetivo da CNA é e sempre foi oferecer oportunidade de escolha para aqueles produtores rurais que não dispõem dos recursos necessários para enfrentar longas batalhas judiciais, de resultados imprevisíveis.  Os termos da Declaração de Princípios são claros e tratam exclusivamente dos royalties referentes ao uso da semente de soja RR1.

A CNA, ao tomar conhecimento de que a Monsanto está incluindo no acordo individual o termo de licenciamento de outras tecnologias, que sequer estão no mercado, manifestou o seu repúdio ao comportamento adotado pela empresa, exigindo a anulação dos acordos individuais firmados fora dos termos pactuados.

Aguardamos a confirmação oficial da Monsanto quanto à decisão, já antecipada de forma verbal, de recolher os contratos até agora assinados. E que um novo documento que venha ser oferecido aos produtores rurais seja claro, de fácil compreensão e, principalmente, que respeite o que foi pactuado entre as partes na Declaração de Princípios.  
Fonte: AI - CNA

Aprosoja solicita na Justiça apresentação da patente da Intacta


A Aprosoja protocolou nesta terça (19), no Fórum de Cuiabá, uma notificação judicial solicitando que a empresa Monsanto apresente as patentes da soja Intacta RR2 Pro. A intenção é dar transparência às negociações da empresa com os produtores rurais, já que a nova variedade já poderá ser plantada na próxima safra, caso a China a libere.
 
“Em nenhum momento a empresa divulgou o número das patentes desta variedade, nem quando os diretores foram notificados pessoalmente, em uma reunião. Por isso, decidimos solicitar na Justiça”, explicou o vice-presidente da Aprosoja, Ricardo Tomczyk.
 
A Federação da Agricultura de Mato Grosso (Famato) e Sindicatos Rurais, em parceria com a Aprosoja, já questionam na Justiça a validade da patente da soja RR1. Segundo estudos técnicos, a validade já expirou em setembro de 2010 e as entidades pedem o reembolso dos pagamentos feitos nas safras 2010/11 e 2011/12. Até o momento, os produtores de Mato Grosso ganharam o direito de depositar em juízo os royalties que estão sendo cobrados indevidamente.
 
“Ingressamos com uma Ação Coletiva porque temos certeza de que a patente sobre a tecnologia usada atualmente está vencida. A multinacional diz o contrário, mas até o momento não apresentou nenhum documento provando sua validade”, disse Tomczyk.
 
A Aprosoja e os produtores rurais de Mato Grosso apoiam o uso de novas tecnologias e entendem a importancia da pesquisa para o desenvolvimento do agronegócio. A entidade também ressalta que totalmente favorável ao pagamento por estas tecnologias, mas de forma transparente e dentro da legalidade brasileira.
Fonte: AI - Aprosoja

Clima nos EUA


Boa tarde!

"Está faltando ainda cinco ou seis semanas para começo de plantio de milho. O tempo está se tornando mais frio e mais úmido agora, eu vi alguns melões plantados, mas eles estão cobertos com plástico preto e coberto com plástico transparente por causa do frio. Eu não tenho certeza de que vai dar certo porque tivemos até -10 graus Celsius na noite passada. É uma aposta para obter um mercado mais cedo".

Illinois-EUA David B. Rahe

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

PEC permite concessão de terra indígena a produtor rural


A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 237/13, em análise na Câmara, permite a posse indireta de terras indígenas por produtores rurais. A PEC acrescenta um parágrafo à Constituição para determinar que a pesquisa, o cultivo e a produção agropecuária nas terras tradicionalmente ocupadas pelos índios poderão ocorrer por concessão da União, tendo em vista o interesse nacional.


O texto prevê que os produtores rurais que explorarem esses territórios deverão se comprometer com o aproveitamento racional e adequado do terreno e de seus recursos naturais, sendo proibida a exploração das riquezas do solo, de rios e de lagos existentes. Os concessionários deverão ainda observar as regras relativas às relações de trabalho e também a convivência harmônica e pacífica com os grupos indígenas.



Impedimentos



A PEC não permite a concessão de terras que se destinem a atividades produtivas do grupo indígena, à preservação dos recursos ambientais necessários a seu bem-estar ou à sua reprodução e à manutenção de seus costumes.



A concessão não poderá abranger mais da metade da área indígena demarcada e terá sempre prazo determinado. Aos índios fica assegurada a participação nos resultados da exploração agropecuária.



O autor da proposta, deputado Nelson Padovani (PSC-PR), argumenta que a parceria entre produtores e índios pode resultar em benefícios para os dois lados. Ele cita exemplo de parceria em Mato Grosso entre produtores e os parecis da terra indígena Utiariti. “Há oito anos eles viviam na penúria. Uma parceria com produtores rurais da região transformou suas vidas. Os fazendeiros forneceram máquinas e insumos para o plantio de soja e girassol”, diz Padovani.



Esse caso, segundo o parlamentar, leva a uma reflexão sobre as reais necessidades da população indígena. “Enquanto a Funai [Fundação Nacional do Índio] e as organizações não governamentais cuidam apenas de seus interesses políticos, a vida financeira dos índios se deteriora cada vez mais. A miséria, as doenças, o tráfico de drogas e o consumo de álcool avançam em terras indígenas”, aponta o deputado.



Tramitação



A proposta será analisada Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania. Se aprovada, será examinada por uma comissão especial e, posteriormente, votada em dois turnos pelo Plenário.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Soja: diante de baixos estoques, cotações registram altas expressivas em Chicago


Após o feriado do Dia do Presidente, comemorado ontem (18) nos EUA, a soja trabalha com altas expressivas nesta terça-feira (19). Por volta das 15h20 (horário de Brasília) as principais posições, negociadas na Bolsa de Chicago ganhavam mais de 40 pontos. O vencimento maio, referência para a safra brasileira, operava US$ 14,57/bushel. 

De acordo com o consultor de mercado, Liones Severo, os fundamentos no mercado de commodities agrícolas são fortes, e essa elevação nos preços futuros representa a situação apertada dos estoques mundiais da soja. E os atrasos dos embarques da soja através dos portos brasileiros impedem que os produtos cheguem à velocidade necessária ao mercado, conforme sinaliza o consultor. 

Além disso, a demanda chinesa pelo grão permanece aquecida e não dá sinais de retração. Segundo o consultor de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, na última semana, o Governo chinês liberou as importações de alimentos, antes havia uma política para tentar reduzir as compras de grãos nos próximos anos. Hoje (19), os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) a venda de 120 mil toneladas de soja em grão à China, para serem entregues na temporada 2012/13. 

Severo ainda explica que, somente a China consome cerca de 30% do total da soja produzida por Estados Unidos, Brasil e Argentina. “Suas importações do grão correspondem a cerca de 21 milhões de hectares de plantação de soja, com projeções de fortes aumentos anuais, e sem acrescentar o aumento de demanda de outros países de economias emergentes da Ásia e da África, cujas economias em expansão acusam forte desempenho de crescimento para os próximos 5/6 anos”, acredita Severo.

Portanto, mesmo com safras de soja recordes nos dois hemisférios, será muito difícil reconstituir estoques em nível de conforto nos próximos 3 a 5 anos, segundo relata o consultor. E devido às intempéries climáticas várias regiões produtoras de grãos na América do Sul apresentam problemas pontuais. Na última quinta-feira (14), a Bolsa de Cereais de Buenos Aires reduziu a projeção da safra argentina para 50 milhões de toneladas, em função das adversidades climáticas que castigam as lavouras do país. 

Diante desse cenário, Severo afirma que a tendência altista permaneça no mercado internacional de grãos até o final de março com a confirmação do tamanho da safra sulamericana. E depois disso, as atenções do mercado serão voltadas para o início do plantio da safra norte-americana. 


Fonte: Notícias Agrícolas // Fernanda Custódio

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Chicago: soja esboça recuperação e opera com leves ganhos


No início desta sexta-feira (15), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam do lado positivo da tabela. As cotações da oleaginosa esboçam uma recuperação, após encerrar a sessão anterior com perdas entre 5,00 e 6,25 pontos. Por volta das 16h05 (horário de Brasília) os principais vencimentos trabalhavam com mais de 3 pontos de alta.

Segundo o analista de mercado da Novo Rumo Corretora, Mário Mariano, o mercado registra um movimento técnico e por isso, as cotações futuras ensaiam uma recuperação. O analista ainda sinaliza que a realização de lucros se faz necessária nesta sexta-feira, uma vez que não haverá pregão em Chicago na próxima segunda-feira em função do feriado do Dia do Presidente, comemorado na terceira semana do mês de fevereiro. 

O analista ainda explica que essa correção técnica não cria uma tendência. “E temos que considerar que os fatores negativos estão presentes no mercado. Ao longo dos últimos dias mais de 600 mil contratos em todas as commodities agrícolas foram liquidados”, afirma. 

Um dos fatores que exercem influência no mercado são as previsões climáticas para a Argentina que indicam chuvas ou umidade maior nos próximos dias e exercem pressão negativa nos preços futuros, conforme relata Mariano. A expectativa é que com o retorno das precipitações as lavouras do país apresentem uma melhora. Da mesma forma que, as chuvas também trouxeram alívio para as plantações no Sul do Brasil. 

Além disso, as exportações semanais dos Estados Unidos reportadas pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgadas ontem (14), contribuem para pressionar negativamente os preços em Chicago. Segundo analistas, os números vieram abaixo da expectativa do mercado. De acordo com o órgão, as exportações totalizaram 109.200 mil toneladas na semana que terminou no dia 07 de fevereiro. Na semana anterior, o volume havia sido de 896.2 mil toneladas.  Entretanto, é preciso salientar que os chineses estão fora do mercado essa semana devido ao feriado de Ano Novo no país. 

Por outro lado, também há o cenário macroeconômico que não tem apresentado noticias favoráveis para o mercado de commodities agrícolas. De acordo com Mariano, ontem, foram divulgadas informações de que alguns países da Zona do Euro não estariam conseguindo aumentar o PIB.

“E por essa questão os fundos estariam entendendo que não haveria interesse de demanda por países que não conseguem crescer economicamente. E os fundos estão saindo do mercado de agrícolas, então aparentemente a percepção é que não estão mais olhando a evolução de risco nesse mercado e, portanto, é melhor tirar o time de campo, e não haverá muita alavancagem”, acredita o analista. 

Fonte: Notícias Agrícolas // Fernanda Custódio

Faltam 6 semanas para começar o plantio de milho nos EUA‏



Estamos a cerca de seis semanas do início da temporada de plantio de milho na nossa área (Illinois). No ano passado, começou em meados de março, mas em geral, que não funcionou bem. Embora as condições atmosféricas e do solo foram boas, tivemos geada em meados de abril, que fez algum dano.

Há ainda preocupações sobre as condições de seca, especialmente a oeste de nós. No início desta semana, eu escrevi sobre um comunicado de imprensa de Missouri, nosso estado vizinho a oeste, sobre as condições de seca.

Universidade de Missouri, diz que vai levar dois anos para recuperar da seca.

Miles Randall, da Universidade de Missouri, criou uma celeuma com um comunicado de imprensa e disse que vai levar dois anos para se recuperar da seca de 2012. "Eu sigo o que ele está dizendo a um certo ponto. Não tenho certeza exatamente do ponto que ele está tentando mostrar", disse David. Eu vou admitir que o monitor Seca EUA de modo geral, as condições estão mais secas no Missouri que em Illinois, de modo que pode apoiar o Dr. Miles nesta premissa. É natural ficar preocupado com condições de crescimento áridas, mas Darrel Boa apontou na semana passada que os registros parecem indicar que um ano extremamente seco raramente segue a outra. Em Illinois, as nossas condições de umidade do solo estão melhorando a ponto de que a produção agrícola em 2013 vai depender mais de chuvas recebidas durante o período de crescimento do que na umidade do subsolo no presente. Também tenha em mente que cada chuva, não importa o quão pequeno tende a infiltrar-se no solo nesta época do ano. Temos praticamente evapotranspiração não ocorrendo até por volta de 01 de abril.

Jim Angel-Illinois climatologista do Estado publicado sobre as perspectivas para o próximo ano de crescimento. Angel também apontou que chuvas de janeiro é acima da média, apesar da falta de neve.        
  
"Meu pai sempre disse que leva dois anos para secar depois de um ano húmido. Minhas próprias observações não científicas levaram-me a acreditar que há alguma verdade nessa afirmação. Ele também pode estar com a razão, então, que poderia levar dois anos para se recuperar totalmente de uma seca".      

"Eu tendo a concordar que isso pode levar dois anos para obter a umidade normal a fluir no solo. Só porque a umidade do subsolo não está ligado para as águas subterrâneas não significa que não podemos ter uma boa colheita. Neste ponto, a seca está a afetar os fluxos dos rios e poços mais do potencial produtivo da cultura em Illinois. Sim, nós poderíamos usar mais água, mas acho que também temos o potencial para ter um ano agrícola muito bom". 
Por: David B. Hare-Illinois (EUA)

PRODUÇÃO DE SOJA 2012/13

 O plantio da safra 2012/13 de soja, em Mato Grosso estava previsto em 7,89 milhões hectares, mais devido a falta de chuvas no inicio do plantio da soja esta área certamente foi reduzida em aproximadamente 7%.

O Mato Grosso não deve produzir os 24 milhões de toneladas, primeiro motivo é que área inicial não foi toda plantada e o segundo motivo é que no inicio da colheita as chuvas atrapalharam (apodreceu soja na lavoura).

Em alguns lugares a soja está podre e os produtores já estão plantando milho em cima da soja que as chuvas não deixaram colher e acabaram apodrecendo.



quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013


Mercado tem realizado lucros após o relatório do USDA e somado as chuvas na Argentina estamos vendo os preços derreterem. O ponto positivo é que o sol tem deixado alguns produtores colher.

Acredito ainda que não vamos ver produção de 24 MILHÕES de Tons no Mato Grosso, quando foi divulgado já era um pouco "puxado".

Continuo acreditando que os preços vão melhorar no longo prazo, a soja está bem vendida (65% da produção) e a redução de produção por excesso de chuvas deve dar suporte para os preços.

Fazendo a conta do que está vendido e o que falta, somente as duas esmagadoras de Rondonópolis mais a de Primavera (Bunge, ADM e Cargill) consomem o que falta ser comercializado (35%), e ainda faltam as outras...!!!

Vamos ficar de olho nos EUA (safra/clima) e nos estoques da China (baixos) e o que os chineses vão usar de estratégia, comprar muito e reabastecer ou comprar pouco e manter esperando 2014?!

Sou otimista no longo prazo, e acho o 2º semestre muito tenso com todos estes fatores de clima e estratégia de compra dos maiores consumidores.