Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



segunda-feira, 8 de abril de 2013

O mercado volta a subir após quatro dias consecutivos de quedas na bolsa de Chicago.




O  mercado de soja opera com +14,2  (13,76 bus)  e milho + 2,6 (6,31 bus). Sem grandes notícias o mercado espera o relatório  de estoques do USDA que será divulgado nesta quarta-feira(10). A soja deverá continuar passando por oscilações de cotações até a divulgação do relatório (assim o mercado poderá  estabilizar).

FECHAMENTO EM 08/04/2013
Dólar R$ 1,9860(0,0250)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (+15,2) 13,77
JUL13 (+13,2) 13,57
AUG13(+11,2) 13,28
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (+4,6) 6,33
JUL13 (+2,2) 6,20
SET13 (+1,2) 5,53
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 45,00
Sorriso: R$ R$ 40,50
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 15,20
Sorriso: R$ 13,80

Mercados prepara para o Relatório do USDA e Horário de Negociação Novas



À medida que começa a semana, os comerciantes de grãos tem três influências importantes que estarão olhando, o relatório mensal de demanda que será lançado na quarta-feira (10) às 11:00, previsões do tempo para o Centro-Oeste e mais notícias da China em relação ao surto de gripe aviária. A estimativa de comércio para o estoque final de milho é de 824 milhões bushel e para a soja 139 milhões bushel. A previsão do tempo  tem amenizado a quantidade de chuva para MO e IL sul. Os agricultores estão ficando ansiosos, mas não estão prontos para mudar os planos de plantio ainda (milho para soja).
O comércio começa a abrir diariamente às 07:00 CDT à noite, então pára por 45 minutos até às 7h45 CDT. O eletrônico abrirá às 8h30 e, em seguida, ambos vão fechar às 13:15 CDT. Este é o momento para novas negociações para grãos que começou ontem à noite. O relatório CFTC na sexta-feira mostrou gestores de dinheiro reduzido posições compradas em milho por 98.246, que deixou eles muito tempo com 94.315 contratos. Na soja reduziram posições compradas por 35.137 e no trigo aumentou posições curtas por 13.244 contratos. Mantenha-se em contato com seu representante de Allendale esta semana.
A estimativa do comércio para o estoque final de milho é de 824 milhões bushel e para soja 139 milhões bushel.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Focus aposta agora em inflação menor para 2013

A projeção de inflação medida pelo IPCA para 2013 recuou de 5,71% para 5,70%, de acordo com a pesquisa Focus divulgada nesta segunda-feira pelo Banco Central. Há quatro semanas, a estimativa estava em 5,82%. Para 2014, a projeção subiu pela quarta semana consecutiva, de 5,68% para 5,70%. Há quatro semanas, estava em 5,50%.

A projeção de alta da inflação para os próximos 12 meses segue em 5,43%, conforme a projeção suavizada para o IPCA. Há quatro semanas, estava em 5,51%. Nas estimativas do grupo dos analistas consultados que mais acertam as projeções, o chamado Top 5 da pesquisa Focus, a previsão para o IPCA em 2013 no cenário de médio prazo subiu de 5,79% para 5,84%. Para 2014, a previsão dos cinco analistas segue em 6,05% pela quarta semana. Há um mês, o grupo apostava em altas de 5,81% e de 6,05% para cada ano, respectivamente.

Entre todos os analistas ouvidos pelo BC, a mediana das estimativas para o IPCA em março de 2013 segue em 0,50%, acima do 0,45% previsto há quatro semanas. Para abril de 2013, segue em 0,40%. Há quatro semanas, estava em 0,50%.

Selic 
Os economistas consultados na pesquisa mantiveram a previsão para a taxa básica de juros (Selic) no fim de 2013 em 8,50% ao ano. Para o fim de 2014, a mediana das projeções também segue em 8,50% ao ano. Há quatro semanas, as projeções estavam em, respectivamente, 8,00% e 8,25% ao ano.

A projeção para a reunião do Copom de abril segue em 7,25% ao ano, indicando estabilidade. A projeção para Selic média em 2013 caiu de 7,83% para 7,81% ao ano, ante 7,39% há quatro semanas. Para 2014, segue em 8,50% ao ano, ante 8,38% há quatro semanas.

Nas estimativas do grupo dos analistas consultados que mais acertam as projeções, o chamado Top 5 da pesquisa Focus, a previsão para a Selic no fim de 2013 no cenário de médio prazo caiu de 8,50% para 8,25% ao ano. Para o fim de 2014, segue em 8,50% ao ano.

PIB

A previsão de crescimento da economia brasileira em 2013 caiu de 3,01% para 3,00% na pesquisa. Para 2014, a estimativa de expansão segue em 3,50%. Há quatro semanas, as projeções eram, respectivamente, de 3,10% e 3,50%.

A projeção para o crescimento do setor industrial em 2013 recuou de 3,12% para 3,00%. Para 2014, economistas preveem avanço industrial de 3,85%, ante 3,95% da pesquisa anterior. Um mês antes, a Focus apontava estimativa de expansão de 3,00% para 2013 e de 3,75% em 2014 para o setor.

Analistas mantiveram ainda a previsão para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB em 2013 em 34,50%. Para 2014, a projeção subiu de 33,10% para 33,63%. Há quatro semanas, as projeções estavam em, respectivamente, 34,30% e 33,20% para esses dois anos.



IGP-DI

A projeção para o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) em 2013 subiu de 4,83% para 4,87%. Para o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), que corrige a maioria dos contratos de aluguel, a expectativa subiu de 4,92% para 4,93%. Quatro semanas atrás, o mercado previa altas de 5,03% para o IGP-DI e de 5,17% para o IGP-M. Para 2014, a projeção para o IGP-DI subiu de 5,14% para 5,18%. Para o IGP-M, segue em 5,31%. Quatro semanas antes, estavam em 5,00% e 5,31%, respectivamente.

A pesquisa também mostrou que a previsão para o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em 2013 caiu de 5,26% para 5,16%. Há um mês, a expectativa dos analistas era de alta de 5,16% para o índice que mede a inflação ao consumidor em São Paulo. Para 2014, a projeção segue em 5,00%. Há quatro semanas estava em 4,95%.

Economistas reduziram ainda a estimativa para o aumento do conjunto dos preços administrados - as tarifas públicas - para 2013 de 3,00% para 2,90%. Para 2014, a projeção recuou de 4,50% para 4,00%. Há quatro semanas, as projeções eram de, respectivamente, 3,30% e 4,35%.

Câmbio

A mediana das projeções para a taxa de câmbio ao final de 2013 segue em R$ 2,00 há seis semanas nas estimativas dos analistas consultados. Para o fim de 2014, a mediana segue em R$ 2,05 há três pesquisas. Há quatro semanas estava em R$ 2,06.

Na mesma pesquisa, o mercado financeiro manteve a previsão para a taxa média de câmbio em 2013 em R$ 2,00. Para 2014, a projeção segue em R$ 2,04. Há um mês, a pesquisa apontava que a expectativa de dólar médio estava em R$ 2,00 neste ano e R$ 2,05 no próximo.

Para o fim de abril, a estimativa passou de R$ 1,99 para R$ 2,00. A mediana das projeções para o câmbio dos analistas do Top 5 médio prazo para o fechamento de 2013 segue em R$ 2,00. Para 2014, segue em R$ 2,02.

Conta corrente

O mercado financeiro elevou a previsão de déficit em transações correntes em 2013 e 2014. A mediana das expectativas de saldo negativo na conta corrente este ano subiu de US$ 65,80 bilhões para US$ 68,00 bilhões. Há um mês, estava em US$ 65,00 bilhões. Para 2014, a previsão de déficit nas contas externas subiu de US$ 70,67 bilhões para US$ 73,45 bilhões, ante US$ 70,20 bilhões há quatro semanas.

Na mesma pesquisa, economistas reduziram a estimativa de superávit comercial em 2013 de US$ 12,40 bilhões para US$ 11,00 bilhões. Quatro semanas antes, estava em US$ 14,90 bilhões. Para 2014, a projeção recuou de US$ 12,65 bilhões para US$ 12,00 bilhões. Há quatro semanas, essa estimativa estava em US$ 13,65 bilhões. 

A pesquisa mostrou ainda que as estimativas para o ingresso de Investimento Estrangeiro Direto (IED), aquele voltado ao setor produtivo, foi mantida em US$ 60,00 bilhões para 2013 e para 2014, mesmos valores de quatro semanas atrás.

ASSIM COMO A SOJA O MERCADO DE FERTILIZANTES NÃO SE ENCONTRA EM UM BOM MOMENTO

Mercado de Fertilizantes bastante desaquecido devido a alta dos Fosfatados e ao declínio no preço das commodities. A tendência da alta do fosfatado é devido ao fato de que os preços historicamente reagem nessa época nos últimos 5 anos. O próximo evento há observar para fosfatados é a nova política de subsídios da Índia previsto para os próximos dias, o que se sabe é que bons níveis de estoques no país. Preços de Kcl estáveis, nitrogenados com leve queda de preços. Os preços de formulados tiveram um reajuste em torno de US$15,00/ton, nos últimos dias, 00.18.18 US$490,00/ton, a retirar em Rondonópolis, big bag.

(Por: Rodrigo Ferreira Pinto)

 FECHAMENTO EM 05/04/2013
Dólar R$ 1,9865(1,4130) 
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (-14,0) 13,58
JUL13 (-12,0) 13,39
AUG13(-8,2) 13,13
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAY13 (-0,2) 6,29
JUL13 (0,0) 6,18
SET13 (+3,6) 5,51
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM: 
Rondonópolis: R$ 45,00
Sorriso: R$ R$ 40,50
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 15,20
Sorriso: R$ 13,80

Dólar volta a ser negociado abaixo de R$ 2

 O dólar opera na mínima do dia, em queda de 1,04%, a R$ 1,996, menor cotação intradia desde 21 de março - quando, no fechamento, superou a marca de R$ 2 pela primeira vez desde o fim de janeiro.
O fluxo maior de entradas pela conta financeira, combinado com o volume mais fraco, acaba potencializando a queda da moeda, segundo operadores. Assim como ontem, a baixa até agora tem detonado operações de “stop loss” de investidores comprados na moeda americana, o que ajuda a acelerar o movimento de retração do dólar ante o real.
A expectativa de que o Japão vá injetar ainda mais moeda na economia para tentar recuperar seu crescimento, em conjunto com a continuidade dos programas de estímulo monetário dos Estados Unidos libera ainda mais liquidez no mundo, parte da qual acaba chegando ao Brasil e pressionando o dólar para baixo.
“Apesar de o Brasil ter perdido parte de sua atratividade do passado para investidores japoneses, a necessidade de diversificação de portfólio sozinha já justifica a troca de ienes por outras moedas, inclusive a local”, disse Gabriel Gersztein, estrategista-chefe da ICAP Brasil. “Na prática, isso significa mais pressão de baixa para o dólar.”
No exterior, o dólar também opera em queda ante outras moedas emergentes, com baixa de 0,40% em relação ao peso mexicano e de 0,50% frente o rand sul-africano. Em relação ao euro, a divisa americana registra queda de 0,66%.

Chuvas atrapalham colheita da soja e milho na Argentina

O excesso de chuva está impedindo o avanço da colheita da soja cultivada na Argentina. Atualmente os trabalhos no campo atingiram 9,1% da área total prevista para o país, permitindo acumular um volume de 5,4 milhões de toneladas. As projeção para esta safra, conforme consta no Bolsa de Cereais de Buenos Aires divulgado na quinta-feira (4), é de 48,5 milhões de toneladas de soja.

Os problemas climáticos estão atingindo, principalmente, o Centro-oeste e o Sul da Argentina. O engenheiro agrônomo do Departamento de Estimativas Agrícolas da Bolsa de Cereais, Esteban Copati, explica que apesar do avanço semanal de 4,1% o desempenho da colheita está atrasado em 4 pontos percentuais se comparando ao mesmo período da safra passada.

Milho - As chuvas registradas na Argentina também estão atrapalhando a colheita do milho. O avanço na última semana foi de 7 pontos percentuais. A colheita do grão atingiu 24,3%, equivalente a 890 mil hectares para uma produção de 7,2 milhões de toneladas. A estimativa é que a produção total alcance 25 milhões de toneladas.

 Fonte: Agrodebate

Euro opera perto da estabilidade

O euro subiu levemente ante o dólar durante a sessão europeia, após os dados do setor industrial alemão superarem as estimativas do mercado, enquanto os movimentos nos mercados cambiais estão muito moderados antes da divulgação do relatório de empregos (payroll) nos EUA, prevista para as 9h30 (de Brasília).

Mais cedo, o euro atingiu uma nova máxima intradia de US$ 1,2939 após o relatório das encomendas à indústria da Alemanha aumentarem 2,3% em fevereiro, após analistas projetarem um aumento de 1,2%. As vendas no varejo da zona do euro recuaram 0,3% em fevereiro, abaixo das expectativas de queda de 0,4%.

A maior parte das expectativas sobre o relatório de empregos nos EUA diminuiu após a divulgação do relatório sobre a criação de empregos no setor privado, que ficou abaixo do esperado. A ADP afirmou na quarta-feira (03) que o número de empregos no setor privado aumento 158 mil em março, ante projeção de alta de 192 mil.

De acordo com o Citigroup, as previsões sobre o payroll parecem estar em uma faixa apertada incomum de entre 175 mil e 190 mil. O banco disse que isso não representa um grande grau de desvio em relação aos meses anteriores, mas o mercado está definitivamente se inclinando para o lado negativo.

Os economistas ouvidos pela Dow Jones disseram que preveem um aumento de 200 mil empregos em março e uma taxa de desemprego inalterada de 7,7%.

Entre outras moedas, o iene recuou em relação a todas as grande moedas e atingiu uma mínima em três anos e meio em relação ao dólar. O Banco do Japão (BoJ) introduziu um programa de relaxamento quantitativo na quinta-feira, aumentando expectativas que as carteiras estarão mudando para ativos mais arriscados.

Às 9h (de Brasília), o euro estava em US$ 1,2934, de US$ 1,2936 na quinta-feira. O dólar estava em 96,20 ienes, de 96,35 ienes, na quinta-feira. O euro estava em 124,41 ienes, de 124,62 ienes. A livra operava em US$ 1,5229, de US$ 1,5236 na quinta-feira. As informações são da Dow Jones.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Exportações norte-americanas de milho totalizaram 486,16 mil toneladas

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), as exportações norte-americanas de milho totalizaram 486,16 mil toneladas na semana encerrada no dia 28/3. Esse volume é 11,1% maior frente as 437,54 mil toneladas da semana anterior.

O Departamento divulgou ainda que no acumulado do ano safra, que se inicia em setembro, os Estados Unidos exportaram 10,96 milhões de toneladas, enquanto no mesmo período do ano passado, esse volume foi de 24,23 milhões de toneladas.

Desde a divulgação do relatório de intenção de plantio na última quinta-feira (28) o mercado segue estremecido com o aumento da estimativa dos estoques de milho norte americano, que deve ficar em 137,2 milhões de toneladas. O esperado pelo mercado era de 124,1 milhões de toneladas.

Dólar inicia negócios registrando queda


O mercado doméstico abriu com o dólar em baixa ante o real, na contramão da valorização generalizada da moeda dos Estados Unidos no exterior. O recuo inicial da divisa norte-americana representa um ajuste, uma vez que o patamar atual, acima de R$ 2,00, é considerado forte em meio às preocupações dos agentes financeiros com a inflação elevada e o crescimento baixo do País, segundo operadores de câmbio.

O dólar no mercado à vista de balcão começou a sessão a R$ 2,020 (-0,20%). No mercado futuro, às 9h18, o contrato de dólar com vencimento em 1º de maio de 2013 recuava 0,25%, a R$ 2,0275, após começar a sessão a R$ 2,0315 (-0,05%). Até esse horário, o dólar para maio oscilou de uma mínima de R$ 2,0270 (-0,27%) a uma máxima, de R$ 2,0325 (estável).

Na quarta-feira (03), a moeda norte-americana à vista fechou em alta e acima de R$ 2,00 pela nona sessão consecutiva. Na máxima do dia anterior, o dólar à vista atingiu R$ 2,0280, mesmo nível que acionou o último leilão de swap cambial do Banco Central - equivalente à venda de dólares no mercado futuro, realizado na segunda-feira da semana passada (25/3). No entanto, as cotações desaceleraram durante a tarde e a autoridade monetária não interveio, demonstrando tolerância com as taxas de câmbio recentes uma vez que refletem a cautela dos agentes financeiros com o quadro de incertezas interno e externo.

Na zona do euro a queda do índice do setor de serviços em março juntamente com uma inflação ao produtor no nível mais baixo em 35 meses em fevereiro confirmam a continuidade da contração econômica do bloco europeu e deprimem o euro. Na tentativa de estimular a economia, o Banco da Inglaterra (BOE) e o Banco Central Europeu anunciaram nesta quinta-feira a manutenção de suas respectivas taxas básicas de juros, em 0,50% e 0,75% ao ano. O BOE também manteve inalterado o seu programa de compra de ativos em 375 bilhões de libras. Há grande expectativa agora pela entrevista à imprensa do presidente da instituição, Mario Draghi, às 9h30. No Japão, o iene também recua diante do dólar, reagindo às medidas de estímulo anunciadas no começo da madrugada pelo Banco do Japão (BoJ) sob nova liderança. Com o feriado hoje e amanhã na China, o dólar também avança ante moedas correlacionadas a commodities, refletindo a busca de proteção.

Nos Estados Unidos, os mercados operam sob cautela antes do anúncio, na sexta-feira (05), do relatório oficial do mercado de trabalho referente a março. Na agenda desta quarta-feira, o indicador de demissões anunciadas mostrou uma alta de 30% em março ante o mesmo mês do ano passado. Já os números de pedidos de auxílio-desemprego da semana passada saem às 9h30 (de Brasília. O mercado aguarda ainda um discurso do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, às 11h30 (de Brasília), sobre educação financeira e econômica. Mais cedo, o presidente do Fed de Atlanta, Dennis Lockhart, disse que ainda é preciso esperar mais alguns meses de evidências de recuperação, mas não descartou totalmente a redução de compras de ativos neste verão. A declaração ajuda a impulsionar o dólar, disse um operador de uma corretora.

Na Europa, o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços da zona do euro caiu 46,4 em março, de 47,9 em fevereiro, segundo dados da Markit. O resultado de março também ficou abaixo da previsão de economistas, de 46,5. Os PMIs da Espanha e da Itália vieram acima do esperado, mas o dado da França foi o mais fraco em 48 meses e na Alemanha o PMI composto se aproximou da contração ao cair para 50,6, a mínima em três meses.

No Japão, sob o comando de seu novo presidente, Haruhiko Kuroda, o BoJ também manteve a taxa básica de juros entre 0,0% e 0,1% e anunciou um plano de política monetária para acabar com a deflação do país e atingir a meta de inflação de 2%. Entre as medidas, o banco aumentará seu programa de compra de títulos do governo japonês, o que incluirá bônus com vencimentos mais longos. Até então, as compras que o BoJ vinha fazendo eram de títulos com vencimento de um a três anos. O Banco do Japão também elevou a avaliação da economia do país pelo quarto mês seguido. A instituição afirmou que a economia japonesa "parou de se enfraquecer e tem mostrado alguns sinais de aceleração".

Em Nova York, às 9h23, o euro estava em US$ 1,2818, de US$ 1,2848 no fim da tarde de ontem. Na mínima, mais cedo, o euro escorregou até US$ 1,2783, de uma máxima intraday de US$ 1,2855. O dólar avançava a 95,40 ienes, de 93,05 ienes na véspera. A moeda norte-americana também subia ante o dólar australiano (+0,35%), o dólar canadense (+0,06%), o peso chileno (+0,16%), a rupia indiana (+0,85%) e o dólar neozelandês (+0,32%).

Informa Economics reduz projeção da safra de soja do Brasil

Nesta quarta-feira (3), a consultoria americana Informa Economics reduziu a projeção da safra de soja 2012/13 do Brasil para 83,25 milhões de toneladas. No último relatório da empresa o número divulgado era de 84,5 milhões de toneladas, uma retração de 1,25 milhão de toneladas.


Os números estão em linha com o reportado pelo relatório de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) no início do mês de março. Em contrapartida, a produção de soja da Argentina foi estimada em 52 milhões toneladas, número maior do que o projetado pelo departamento norte-americano, de 51,5 milhões de toneladas.


Por outro lado, a consultoria projetou um aumento de 350 mil toneladas para a safra de milho brasileira, que deve passar de 71,6 milhões de toneladas para 71,95 milhões de toneladas. O número é menor do que o divulgado pelo USDA, de 72,5 milhões de toneladas.


Já a produção argentina do cereal deverá totalizar 25,3 milhões de toneladas, ainda de acordo com as estimativas da Informa Economics. O número representa uma redução em relação ao projetado pelo órgão norte-americano, de 26,5 milhões de toneladas.