Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quinta-feira, 14 de março de 2013

Diferencial de preço para soja convencional, é bom?‏


Bom, a pergunta hoje é:
É rentável plantar soja convencional?
Acredito que para termos uma resposta que nos convença e que seja mais completa é preciso olhar além da árvore, mas para a floresta como um todo!
Se compararmos os custos dos cuidados, colheita e trabalho (separar convencional de transgênico) com aplicações e a dificuldade que é cuidar da soja convencional eu tenho certeza que ninguém quer mais plantar soja convencional devido ao trabalho e o "pequeno" diferencial de preços.
Porém com o mercado internacional que se dispõe a pagar pelo diferencial de uma soja “ com menos químicos” eu começo a perceber que a visão precisa ser mais ampla do que olhar para os custos e dificuldade para cuidar da lavoura. Hoje temos mais empresas no mercado se especializando na compra de soja convencional (FREE / GMO NEGATIVO). É uma ótima ferramenta para poder diversificar os ganhos com o mesmo produto e usando a mesma terra (como consórcio de gado e lavoura, só que sem deixar de plantar).
Levando para a prática eu tenho observado entre os produtores que plantam as duas variedades de soja (trans. E free) eles têm conseguido melhor média devido ao fato que quando o preço da transgênica está baixo o preço da convencional “salva” a média dos preços.
Preço de soja transgênica no Itiquira R$ 48,30;
Preço de soja convencional no Itiquira R$ 56,00.
Gaúcha do Norte soja transgênica R$ 42,50;
Gaúcha do Norte soja convencional R$ 50,40.
O diferencial já não é mais "pequeno" com estava sendo em anos anteriores.
É o “consórcio” mais fácil de se fazer, não precisa trocar a plantação por capim e ainda tem a vantagem de que o maquinário já está na fazenda e a mão de obra também.
O mercado vai demandar soja convencional, pensem nisto!
BOI, soja transgênica e ainda com o diferencial de soja convencional parece trilegal, uma ótima receita.

Nosso objetivo é mostrar as tendências de mercado para que o produtor possa pensar sobre os assuntos.

O plantio do milho safrinha está na reta final no Mato Grosso


Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), foram semeados 98,0% da área prevista para o milho safrinha no estado em 2012/2013.


A cultura deve ocupar 2,78 milhões de hectares nesta temporada, 11,3% mais em relação à safrinha passada.



A produção mato-grossense está estimada em 13,29 milhões de toneladas de milho, 14,7% menos que o colhido anteriormente.



Apesar do incremento da área plantada é esperada uma produtividade menor este ano. O rendimento médio está estimado em 80 sacas de 60 quilos por hectare, frente as 104 sacas colhidas na safrinha passada.
Autor: Rafael Ribeiro de Lima Filho



FECHAMENTO EM 14-03-13
Dólar R$ 1,9743(0,2080)
Mínima R$ 1,9630
Máxima R$ 1,9759
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (-11,2) 14,63
MAY13 (-9,0) 14,38
JUL13 (-6,0) 14,18
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (-2,27,39
MAY13 (+5,6) 7,16
JUL13 (+5,6) 6,98
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 45,50
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 14,40

Déficit em conta corrente dos EUA cai para US$ 110,42 bi no 4º trimestre


WASHINGTON - O déficit em conta corrente dos EUA caiu para US$ 110,42 bilhões no quarto trimestre de 2012, ou 2,8% do produto interno bruto (PIB), segundo divulgou hoje o Departamento do Comércio. O número é menor que o déficit do terceiro trimestre, que foi revisado para cima, a US$ 112,45 bilhões, de uma leitura original de US$ 107,51 bilhões. Analistas consultados pela Dow Jones esperavam déficit de US$ 112,6 bilhões no período de outubro a dezembro.
O aumento no déficit em conta corrente - que mede o comércio de bens e serviços e também inclui remessas e recebimento de juros e lucros - foi resultado de uma alta no déficit comercial, que avançou para US$ 128,4 bilhões no quarto trimestre, de US$ 124,8 bilhões no terceiro trimestre. O déficit comercial maior se deve ao avanço das importações. Os EUA também reduziram as exportações no período, mas tiveram aumento nos pagamentos de serviços.
Enquanto isso, a conta de renda apresentou superávit de US$ 52,4 bilhões no quarto trimestre, ante resultado também positivo de US$ 46,6 bilhões nos três meses anteriores.
As transferências unilaterais, que incluem ajuda estrangeira dos EUA para outros países e recursos de trabalhadores estrangeiros para famílias que vivem fora país, subiram ligeiramente, para US$ 34,4 bilhões no último trimestre. Esse item contribui para o déficit em conta corrente.
Apesar da diminuição, a manutenção de um déficit em conta corrente exige que os EUA atraiam grandes quantias de financiamento do exterior, inclusive da China, ou o dólar perde seu valor. As compras estrangeiras privadas de Treasuries excederam as vendas em US$ 26 bilhões no quarto trimestre, de acordo com o Departamento do Comércio. A China continua sendo o maior detentor de Treasuries, segundo dados do Tesouro. As informações são da Dow Jones.
fonte:Estadao

Mercado sem novidades


Mercado trabalha em baixa em seu terceiro dia consecutivo na bolsa de CHICAGO.
O mercado continua sem novidade. Os investidores se deparem com um cenário já conhecido.com os estoques norte americano apertado. Problemas logístico no Brasil e também a demanda  que tem se transferido dos EUA  (onde a soja se esgotou) para o Brasil.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Ouro fecha em queda com alta do dolár


NOVA YORK - Os contratos futuros de ouro negociados na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), fecharam em queda nesta quarta-feira, pressionados pela alta do dólar e por dados positivos do varejo norte-americano. O contrato de ouro mais negociado, com entrega para abril, perdeu US$ 3,30 (0,2%), fechando a US$ 1.588,40 a onça-troy.
O dólar ganhou terreno ante o euro hoje, tornando os contratos de ouro denominados na divisa norte-americana mais caros para detentores de outras moedas. Uma série de dados positivos dos EUA impulsionaram o dólar.
As vendas no varejo do país subiram 1,1% em fevereiro ante janeiro, resultado bem acima da previsão dos economistas, que esperavam alta de 0,6%. O ganho do mês passado foi o quarto consecutivo e o maior desde setembro. Na comparação anual, as vendas subiram 4,6% em fevereiro. Além disso, os estoques das empresas dos EUA subiram 1,0% em janeiro ante dezembro, também bem acima da previsão dos analistas, que era de aumento de 0,5%.
"Os dados podem causar uma onda de vendas de curto prazo na medida em que o mercado antecipa menos relaxamento monetário do Federal Reserve", disse Peter Hug, diretor da Kitco Metals. O programa de compra de bônus do Fed, juntamente com outros estímulos, tem ajudado a impulsionar os preços do ouro nos últimos anos, com os investidores buscando no metal precioso proteção contra a potencial inflação.
Os preços do ouro caíram para o menor nível em sete meses no início do mês, após os investidores favorecerem o mercado de ações em detrimento de outros ativos, devido à menor necessidade por segurança.
Analistas afirmam que ainda há uma forte demanda física pelo ouro, principalmente nos mercados asiáticos, o que ajudou os preços a subirem.
FECHAMENTO EM 13-03-2013
Dólar R$ 1,9695(0,3560)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (-15,0) 14,74
MAY13 (-21,6) 14,47
JUL13 (-20,6) 14,25
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (+1,07,42
MAY13 (-5,6) 7,14
JUL13 (-1,6) 6,92
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 47,50
Sorriso: R$ R$ 42,00
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 14,40
Sorriso: R$ 10,80

IMEA DIVULGO OS PRIMEIROS DADOS DA COLHEITA DE SOJA DESTA SAFRA.‏


O IMEA divulgou informações que mais de 1,18 milhões de toneladas foram entregues como desconto de classificação  nas MULTINACIONAIS, isso representa 5% da projeção de safra de soja de MT
Esse percentual auto de desconto de classificação é devido ao aumento na produção de soja precoce nos meses de janeiro e fevereiro (onde tivemos maior índice de chuvas)

FONTE:IMEA 

Grãos têm cotações mistas nesta manha


O milho esta sustentando mais uma vez seus ganhos. Os spreads seguem crescendo com os contratos de Março que continuam firmes. O milho negociado atualmente tem diferença de 27 centavos maior em relação CHICAGO de maio. O milho também esta encontrando apoio para as cotações com a possibilidade de muitas chuvas no Delta. O milho poderá ter atrasos no plantio devido ao excesso de umidade no solo nesse momento. A nova safra tem apoio  e se aproxima dos níveis de resistência perto de 5,60 /bu para o milho.
A soja de março teve uma queda de 25 centavos por /bu ontem. Sinalizando falta de fundamentos /apoio para se manter acima dos 15/bu.
Os problemas nos Portos brasileiros continuam a influencia nas melhoras dos preços.
A soja deve encontrar apoio pra as cotações devido ao fato de que e mais favorável planta milho nesse momento, porém, temos informações de que o plantio de milho pode atrasar com a falta de sementes no EUA e agora o excesso de umidade no solo deixa o plantio lento.

Fonte: Israel/David B. Hare-Illinois-EUA

terça-feira, 12 de março de 2013

Problemas logísticos afetam preços da Soja


O problema agora é que os portos do Brasil estão cheios de caminhões nas filas, as ferrovias estão paralisadas por falta de espaço nos portos para despejar a soja.
Os caminhões que vão para os portos e para as filas das ferrovias estão demorando voltar, isso está provocando falta de caminhões no país e o frete está ficando muito caro, subiu cerca de 100%.
Não estamos vendo os produtores vender a soja, estão esperando o mês de março acabar para ver se "normalizar" os preços de fretes e os preços comecem a ficar bons para a soja!
Devido aos fretes caros e a falta de espaço nos portos para armazenar a soja, estamos vendo a China comprar muita soja nos EUA.



FECHAMENTO EM 12-03-2013
Dólar R$ 1,9625(0,3580)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (-24,06) 14,90
MAY13 (-11,04) 14,68
JUL13 (-8,0) 14,46
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (+6,47,41
MAY13 (+3,4) 7,14
JUL13 (+3,2) 6,94
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 48,00
Sorriso: R$ R$ 42,50
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 14,40
Sorriso: R$ 10,80

Câmbio é flutuante, mas BC está pronto para atuar, diz Tombini



SÃO PAULO - O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, fez um discurso em defesa do regime cambial brasileiro e defendeu que a evolução do real nos últimos meses é comparável com outras moedas internacionais. Apesar do discurso de que nada de diferente acontece com a moeda brasileira, ele voltou a falar em "instrumentos contra choques para usar em várias situações". "Podemos dar liquidez ao mercado", disse e citou como exemplo o mercado de câmbio futuro. Nesse segmento, o BC voltou a atuar ontem e segurou as cotações do dólar acima de R$ 1,95.

Às 14h30, a moeda americana é negociada a R$ 1,9620, em alta de 0,20% em relação ao fechamento de ontem. Até este horário, não houve intervenção do Banco Central no mercado de câmbio.
Em evento na capital polonesa, o presidente do Banco Central ainda rechaçou as críticas do mercado de que o câmbio não é flutuante no Brasil. "O câmbio no Brasil é flutuante. É flutuante sim". Ao apresentar um quadro com a evolução da volatilidade do real, Tombini argumentou que o que aconteceu com o real nos últimos meses é bem parecido com o visto com o peso mexicano, o rublo russo e o dólar australiano.
Choques externos
Ele reiterou que a política de câmbio no Brasil constitui a primeira linha de defesa do governo brasileiro contra choques internos e externos. Segundo o presidente do BC, as reservas internacionais (US$ 375,5 bilhões, dados de ontem) propiciam uma situação confortável para o Brasil e os estímulos monetários já adotados vão ajudar na recuperação da economia. Tombini destacou ainda que a confiança e o menor nível de estoques ajudarão no crescimento industrial.

Bolsa de Tóquio cai após oito dias de ganhos


A queda de 0,3% se deu em razão de grandes companhias compensarem compras de empresas de tecnologia

TÓQUIO - A Bolsa de Tóquio fechou em queda nesta terça-feira, terminando uma série de ganhos de oito dias uma vez que uma realização de lucros em papéis que avançaram muito nos últimos dias - como os da Fast Retailing, Honda Motor e Mitsubishi Estate - compensaram as compras da Kyocera e de outras empresas de tecnologia.
O índice Nikkei caiu 0,3%, para 12.314,81 pontos, após uma alta de 0,5% na sessão anterior. Durante a primeira parte da sessão, o índice atingiu o maior nível em quatro anos meio. Entre 27 de fevereiro até segunda-feira, o Nikkei já havia acumulado 9,7% em ganhos.
Os níveis de participação permaneceram robustos, com o volume superando a marca de 4 bilhões de ações pela terceira sessão seguida. O valor das negociações também foi alto com mais de 2,8 trilhões de ienes.
O Nikkei abriu com uma leve alta, uma vez que o dólar e o euro mantiveram suas posições ante o iene depois de avanços recentes. Além disso, a sétima alta consecutiva do índice Dow Jones também ajudou a estimular o mercado acionário japonês.
A realização de lucros começou a compensar os ganhos iniciais do pregão durante a sessão, no entanto, logo após o intervalo, o Nikkei caiu abaixo do ponto de equilíbrio.
A Fasst Retailing recuou por causa da realização de lucros pela segunda sessão seguida, uma medida esperada há algum tempo pelos traders visto que a empresa ganhou 24% só na semana passada.
A Honda Motor liderou as montadores para baixo, caindo 0,7%, enquanto a Toyota Motor recuou 0,8%.
Incorporadoras também foram alvo de vendas com a Mitsubishi Estate caindo 2,3%. As ações da empresa avançaram em 16 das últimas 17 semanas.
Por outro lado, vários nomes de tecnologia terminaram a sessão em alta acentuada, uma vez que o iene mostrou poucos sinais de que recuperará o terreno perdido para outras moedas. A Kyocera ganhou 4,2%, ao mesmo tempo em que a Canon avançou 1,3% e a TDK fechou em alta de 5,4%.
A Panasonic terminou a sessão em alta de 4,6% com alto volume, depois que a mídia local relatou que a empresa planeja contratar 350 recém graduados no ano fiscal de 2014 - quase o mesmo número previsto para ano fiscal de 2013. Mas a medida foi interpretada como positiva, considerando as dificuldades atuais no espaço de eletrônicos de consumo.
As ações da concorrente Sony terminaram em queda de 2,0%.
Entre os motores individuais, a Nippon Steel & Sumitomo Metal conquistou um ganho de 4,4%, visto que o jornal Nikkei divulgou uma notícias sobre o fechamento de um forno da empresa, aumentando as esperanças de uma oferta menor de produtos, o que pode sustentar o preços.
A JFE Holdings ganhou 1,1%.
A Japan Tobacco caiu 0,7% depois que o governo precificou a venda de sua participação na empresa na segunda-feira depois do fechamento do pregão a 2,949 ienes por ação. As informações são da Dow Jones.