Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 15 de março de 2013

Plantio de milho e previsão de chuvas nos EUA.‏




Mapas de precipitações que segue parecem indicar que a chuvas para os últimos 60 dias tem sido razoável. O rio Mississipi em St. Louis deve chegar a 27 pés. Isto é mais do que suficiente para a navegação nesse momento. No ano passado, nesta época algumas pessoas estavam ficando muito ansiosas para plantar. 
O primeiro milho em nossa área foi plantada em 13 de março. Eu não acho que vai dar para plantar muito milho em março este ano, Topsoil está muito molhado.  

Por David B. Hare - Illinois-EUA

quinta-feira, 14 de março de 2013

Diferencial de preço para soja convencional, é bom?‏


Bom, a pergunta hoje é:
É rentável plantar soja convencional?
Acredito que para termos uma resposta que nos convença e que seja mais completa é preciso olhar além da árvore, mas para a floresta como um todo!
Se compararmos os custos dos cuidados, colheita e trabalho (separar convencional de transgênico) com aplicações e a dificuldade que é cuidar da soja convencional eu tenho certeza que ninguém quer mais plantar soja convencional devido ao trabalho e o "pequeno" diferencial de preços.
Porém com o mercado internacional que se dispõe a pagar pelo diferencial de uma soja “ com menos químicos” eu começo a perceber que a visão precisa ser mais ampla do que olhar para os custos e dificuldade para cuidar da lavoura. Hoje temos mais empresas no mercado se especializando na compra de soja convencional (FREE / GMO NEGATIVO). É uma ótima ferramenta para poder diversificar os ganhos com o mesmo produto e usando a mesma terra (como consórcio de gado e lavoura, só que sem deixar de plantar).
Levando para a prática eu tenho observado entre os produtores que plantam as duas variedades de soja (trans. E free) eles têm conseguido melhor média devido ao fato que quando o preço da transgênica está baixo o preço da convencional “salva” a média dos preços.
Preço de soja transgênica no Itiquira R$ 48,30;
Preço de soja convencional no Itiquira R$ 56,00.
Gaúcha do Norte soja transgênica R$ 42,50;
Gaúcha do Norte soja convencional R$ 50,40.
O diferencial já não é mais "pequeno" com estava sendo em anos anteriores.
É o “consórcio” mais fácil de se fazer, não precisa trocar a plantação por capim e ainda tem a vantagem de que o maquinário já está na fazenda e a mão de obra também.
O mercado vai demandar soja convencional, pensem nisto!
BOI, soja transgênica e ainda com o diferencial de soja convencional parece trilegal, uma ótima receita.

Nosso objetivo é mostrar as tendências de mercado para que o produtor possa pensar sobre os assuntos.

O plantio do milho safrinha está na reta final no Mato Grosso


Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), foram semeados 98,0% da área prevista para o milho safrinha no estado em 2012/2013.


A cultura deve ocupar 2,78 milhões de hectares nesta temporada, 11,3% mais em relação à safrinha passada.



A produção mato-grossense está estimada em 13,29 milhões de toneladas de milho, 14,7% menos que o colhido anteriormente.



Apesar do incremento da área plantada é esperada uma produtividade menor este ano. O rendimento médio está estimado em 80 sacas de 60 quilos por hectare, frente as 104 sacas colhidas na safrinha passada.
Autor: Rafael Ribeiro de Lima Filho



FECHAMENTO EM 14-03-13
Dólar R$ 1,9743(0,2080)
Mínima R$ 1,9630
Máxima R$ 1,9759
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (-11,2) 14,63
MAY13 (-9,0) 14,38
JUL13 (-6,0) 14,18
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (-2,27,39
MAY13 (+5,6) 7,16
JUL13 (+5,6) 6,98
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 45,50
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 14,40

Déficit em conta corrente dos EUA cai para US$ 110,42 bi no 4º trimestre


WASHINGTON - O déficit em conta corrente dos EUA caiu para US$ 110,42 bilhões no quarto trimestre de 2012, ou 2,8% do produto interno bruto (PIB), segundo divulgou hoje o Departamento do Comércio. O número é menor que o déficit do terceiro trimestre, que foi revisado para cima, a US$ 112,45 bilhões, de uma leitura original de US$ 107,51 bilhões. Analistas consultados pela Dow Jones esperavam déficit de US$ 112,6 bilhões no período de outubro a dezembro.
O aumento no déficit em conta corrente - que mede o comércio de bens e serviços e também inclui remessas e recebimento de juros e lucros - foi resultado de uma alta no déficit comercial, que avançou para US$ 128,4 bilhões no quarto trimestre, de US$ 124,8 bilhões no terceiro trimestre. O déficit comercial maior se deve ao avanço das importações. Os EUA também reduziram as exportações no período, mas tiveram aumento nos pagamentos de serviços.
Enquanto isso, a conta de renda apresentou superávit de US$ 52,4 bilhões no quarto trimestre, ante resultado também positivo de US$ 46,6 bilhões nos três meses anteriores.
As transferências unilaterais, que incluem ajuda estrangeira dos EUA para outros países e recursos de trabalhadores estrangeiros para famílias que vivem fora país, subiram ligeiramente, para US$ 34,4 bilhões no último trimestre. Esse item contribui para o déficit em conta corrente.
Apesar da diminuição, a manutenção de um déficit em conta corrente exige que os EUA atraiam grandes quantias de financiamento do exterior, inclusive da China, ou o dólar perde seu valor. As compras estrangeiras privadas de Treasuries excederam as vendas em US$ 26 bilhões no quarto trimestre, de acordo com o Departamento do Comércio. A China continua sendo o maior detentor de Treasuries, segundo dados do Tesouro. As informações são da Dow Jones.
fonte:Estadao

Mercado sem novidades


Mercado trabalha em baixa em seu terceiro dia consecutivo na bolsa de CHICAGO.
O mercado continua sem novidade. Os investidores se deparem com um cenário já conhecido.com os estoques norte americano apertado. Problemas logístico no Brasil e também a demanda  que tem se transferido dos EUA  (onde a soja se esgotou) para o Brasil.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Ouro fecha em queda com alta do dolár


NOVA YORK - Os contratos futuros de ouro negociados na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), fecharam em queda nesta quarta-feira, pressionados pela alta do dólar e por dados positivos do varejo norte-americano. O contrato de ouro mais negociado, com entrega para abril, perdeu US$ 3,30 (0,2%), fechando a US$ 1.588,40 a onça-troy.
O dólar ganhou terreno ante o euro hoje, tornando os contratos de ouro denominados na divisa norte-americana mais caros para detentores de outras moedas. Uma série de dados positivos dos EUA impulsionaram o dólar.
As vendas no varejo do país subiram 1,1% em fevereiro ante janeiro, resultado bem acima da previsão dos economistas, que esperavam alta de 0,6%. O ganho do mês passado foi o quarto consecutivo e o maior desde setembro. Na comparação anual, as vendas subiram 4,6% em fevereiro. Além disso, os estoques das empresas dos EUA subiram 1,0% em janeiro ante dezembro, também bem acima da previsão dos analistas, que era de aumento de 0,5%.
"Os dados podem causar uma onda de vendas de curto prazo na medida em que o mercado antecipa menos relaxamento monetário do Federal Reserve", disse Peter Hug, diretor da Kitco Metals. O programa de compra de bônus do Fed, juntamente com outros estímulos, tem ajudado a impulsionar os preços do ouro nos últimos anos, com os investidores buscando no metal precioso proteção contra a potencial inflação.
Os preços do ouro caíram para o menor nível em sete meses no início do mês, após os investidores favorecerem o mercado de ações em detrimento de outros ativos, devido à menor necessidade por segurança.
Analistas afirmam que ainda há uma forte demanda física pelo ouro, principalmente nos mercados asiáticos, o que ajudou os preços a subirem.
FECHAMENTO EM 13-03-2013
Dólar R$ 1,9695(0,3560)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (-15,0) 14,74
MAY13 (-21,6) 14,47
JUL13 (-20,6) 14,25
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (+1,07,42
MAY13 (-5,6) 7,14
JUL13 (-1,6) 6,92
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 47,50
Sorriso: R$ R$ 42,00
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 14,40
Sorriso: R$ 10,80

IMEA DIVULGO OS PRIMEIROS DADOS DA COLHEITA DE SOJA DESTA SAFRA.‏


O IMEA divulgou informações que mais de 1,18 milhões de toneladas foram entregues como desconto de classificação  nas MULTINACIONAIS, isso representa 5% da projeção de safra de soja de MT
Esse percentual auto de desconto de classificação é devido ao aumento na produção de soja precoce nos meses de janeiro e fevereiro (onde tivemos maior índice de chuvas)

FONTE:IMEA 

Grãos têm cotações mistas nesta manha


O milho esta sustentando mais uma vez seus ganhos. Os spreads seguem crescendo com os contratos de Março que continuam firmes. O milho negociado atualmente tem diferença de 27 centavos maior em relação CHICAGO de maio. O milho também esta encontrando apoio para as cotações com a possibilidade de muitas chuvas no Delta. O milho poderá ter atrasos no plantio devido ao excesso de umidade no solo nesse momento. A nova safra tem apoio  e se aproxima dos níveis de resistência perto de 5,60 /bu para o milho.
A soja de março teve uma queda de 25 centavos por /bu ontem. Sinalizando falta de fundamentos /apoio para se manter acima dos 15/bu.
Os problemas nos Portos brasileiros continuam a influencia nas melhoras dos preços.
A soja deve encontrar apoio pra as cotações devido ao fato de que e mais favorável planta milho nesse momento, porém, temos informações de que o plantio de milho pode atrasar com a falta de sementes no EUA e agora o excesso de umidade no solo deixa o plantio lento.

Fonte: Israel/David B. Hare-Illinois-EUA

terça-feira, 12 de março de 2013

Problemas logísticos afetam preços da Soja


O problema agora é que os portos do Brasil estão cheios de caminhões nas filas, as ferrovias estão paralisadas por falta de espaço nos portos para despejar a soja.
Os caminhões que vão para os portos e para as filas das ferrovias estão demorando voltar, isso está provocando falta de caminhões no país e o frete está ficando muito caro, subiu cerca de 100%.
Não estamos vendo os produtores vender a soja, estão esperando o mês de março acabar para ver se "normalizar" os preços de fretes e os preços comecem a ficar bons para a soja!
Devido aos fretes caros e a falta de espaço nos portos para armazenar a soja, estamos vendo a China comprar muita soja nos EUA.



FECHAMENTO EM 12-03-2013
Dólar R$ 1,9625(0,3580)
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (-24,06) 14,90
MAY13 (-11,04) 14,68
JUL13 (-8,0) 14,46
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
MAR13 (+6,47,41
MAY13 (+3,4) 7,14
JUL13 (+3,2) 6,94
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
Rondonópolis: R$ 48,00
Sorriso: R$ R$ 42,50
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
Rondonópolis: R$ 14,40
Sorriso: R$ 10,80

Câmbio é flutuante, mas BC está pronto para atuar, diz Tombini



SÃO PAULO - O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, fez um discurso em defesa do regime cambial brasileiro e defendeu que a evolução do real nos últimos meses é comparável com outras moedas internacionais. Apesar do discurso de que nada de diferente acontece com a moeda brasileira, ele voltou a falar em "instrumentos contra choques para usar em várias situações". "Podemos dar liquidez ao mercado", disse e citou como exemplo o mercado de câmbio futuro. Nesse segmento, o BC voltou a atuar ontem e segurou as cotações do dólar acima de R$ 1,95.

Às 14h30, a moeda americana é negociada a R$ 1,9620, em alta de 0,20% em relação ao fechamento de ontem. Até este horário, não houve intervenção do Banco Central no mercado de câmbio.
Em evento na capital polonesa, o presidente do Banco Central ainda rechaçou as críticas do mercado de que o câmbio não é flutuante no Brasil. "O câmbio no Brasil é flutuante. É flutuante sim". Ao apresentar um quadro com a evolução da volatilidade do real, Tombini argumentou que o que aconteceu com o real nos últimos meses é bem parecido com o visto com o peso mexicano, o rublo russo e o dólar australiano.
Choques externos
Ele reiterou que a política de câmbio no Brasil constitui a primeira linha de defesa do governo brasileiro contra choques internos e externos. Segundo o presidente do BC, as reservas internacionais (US$ 375,5 bilhões, dados de ontem) propiciam uma situação confortável para o Brasil e os estímulos monetários já adotados vão ajudar na recuperação da economia. Tombini destacou ainda que a confiança e o menor nível de estoques ajudarão no crescimento industrial.