Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

oyalties da nova soja da Monsanto serão de R$ 2 por saca


Enquanto torce pela adesão dos produtores rurais ao acordo que suspende a cobrança de royalty da soja RR1, a Monsanto confirmou ontem, no Show Rural Coopavel, em Cascavel, detalhes do custo da tecnologia da soja Intacta RR2 Pro, semente transgênica ainda em avaliação na China e que deve estar disponível ao plantio comercial no Brasil neste ano. No campo, uma tecnologia não deve simplesmente suceder a outra, mas nas contas dos produtores, sim. A Intacta, que oferece tolerância a herbicida associada a resistência a insetos, vai custar cerca de duas sacas de soja por hectare.

Veja a notícia na íntegra no site da Gazeta do Povo
Fonte: Gazeta do Povo

Grãos: À espera do USDA mercado opera sem convicção


Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam próximos da estabilidade nesta quinta-feira (7). As cotações que registraram mais de 6 pontos de baixa no início da manhã, trabalham em campo misto por volta das 12h30 (horário de Brasília). 

A divergência em relação às previsões climáticas na Argentina que indicam um novo sistema de chuvas para o país na segunda quinzena de fevereiro, assim como, o relatório de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que será divulgado nesta sexta-feira (8), tiram o direcionamento do mercado. Os investidores procuram se posicionar melhor antes da publicação dos números do órgão. 

Segundo o economista da Granoeste Corretora de Cereais, Camilo Motter, a expectativa do mercado é que o departamento reduza os números dos estoques finais da soja nos Estados Unidos, haja vista que as exportações seguem em ritmo acelerado e a demanda interna ganhou força.

No caso do milho, a previsão é de que haja um possível aumento nos estoques finais norte-americanos, tendo em vista a redução no consumo para a produção de etanol. O economista destaca que, os altos preços do cereal no mercado diminuem a competitividade do produto e, consequentemente um recuo na demanda. 

“Diferentemente da soja, o milho estabelece um patamar e a demanda cai, um nível de racionamento. Mas na oleaginosa isso não acontece mesmo com os altos preços a demanda não dá sinais de retração. Com a entrada da safra sulamericana no mercado podemos ter uma pressão sazonal sobre os preços, porém a demanda é soberana e as cotações da soja não têm um patamar de racionamento”, diz Motter. 
Fonte: Notícias Agrícolas // Fernanda Custódio

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Chicago: Soja devolve parte das perdas, mas ainda opera em queda


Os futuros da soja operam do lado negativo da tabela nesta quarta-feira (6) em Chicago. Por volta das 14h50 (horário de Brasília) os principais vencimentos trabalhavam com dois dígitos de baixa, perdendo mais de 12 pontos. Ao longo dos negócios, a soja chegou a perder mais de 18 pontos. Esse recuo nos preços, segundo o consultor de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, é reflexo de um movimento técnico de realização de lucros por parte dos investidores, após as altas registradas recentemente. 

A realização de lucros é estimulada ainda por novas previsões climáticas indicando possíveis chuvas para a região Sul do Brasil e Argentina o que poderia amenizar o stress hídrico das lavouras, pressionam para baixo para as cotações na CBOT. Segundo Stefan Tomkiw, analista da Jefferies Corretora, de Nova York, trata-se de um sistema de chuvas previsto para a segunda quinzena de fevereiro. "Isso está retirando um pouco do prêmio climático que foi adicionado nessa última semana por conta dessa insistência de um padrão climático mais árido e, por isso,  hoje trabalha um pouco mais pressionado", explicou. 

Além disso, nos últimos dias o mercado não conseguiu ultrapassar a barreira técnica e psicológica dos US$ 15 por bushel, conforme explica o consultor. E para que esse patamar seja superado seriam necessárias novas notícias para dar fôlego às cotações, haja vista que o fundamento de clima seco na Sul do Brasil e na Argentina começa a perder força no mercado de commodities agrícolas. 

“Para termos uma continuidade no crescimento precisaríamos ter indicativo que na segunda quinzena de fevereiro o clima na Argentina continua seco e quente e que daria oportunidade para uma pressão altista. E também notícias novas, como a liberação das importações pela China em grandes volumes, o que faria com que o país entrasse comprando volumes maiores de milho e soja”, afirma Brandalizze.

Do mesmo modo as possíveis importações de grãos por parte da Rússia, que é um grande exportador, devido aos baixos estoques e a pressão nos preços no mercado interno também poderiam contribuir para uma sustentação nas cotações em Chicago. 

O consultor ainda sinaliza que, nos atuais patamares de US$ 14,50 para a soja, nos meses mais curtos, já está dentro do patamar de projeção de perdas na produção argentina e possíveis elevações na estimativa da safra brasileira. “As perdas já estão praticamente absorvidas e não tem grandes forças sobre o mercado em Chicago”, ratifica Brandalizze.

Em decorrência desse cenário, a expectativa é que o relatório de exportações semanais dos EUA que será divulgado amanhã (7), pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) seja altista para os preços da oleaginosa. As perspectivas que os embarques da soja permaneçam acima das projeções do órgão.

Por outro lado, no caso do milho a tendência é que o departamento aponte que as exportações semanais continuam lentas e abaixo das expectativas. “No milho, á se trabalha que no relatório de oferta e demanda o USDA aumente os estoques norte-americanos e reduza os volumes de exportações. A situação é inversa na soja, uma vez que o órgão deve indicar que os embarques permanecem em ritmo acelerado”, ressalta Brandalizze. 

Sustentação - Apesar de vir registrando algumas quedas pontuais, os fundamentos de oferta e demanda ainda são muito positivos e oferecem suporte aos preços da soja no mercado internacional. Os problemas climáticos que poderão resultar em uma menor safra da América do Sul resultam nos temores de uma falta de soja nos mercados consumidores, os quais podem ser agravados por uma logística ainda defasada principalmente no Brasil. 

Para o consultor de mercado Liones Severo, em um comentário feito no Fala Produtor no Notícias Agrícolas, "o fator mais importante do mercado atual é a falta do produto nos mercados de consumo por oferta reduzida americana de demora de embarques no Brasil. Portanto, a frequente chuva do centro-oeste é mais importante que chuvas na Argentina". 
Fonte: Notícias Agrícolas // Fernanda Custódio e Carla Mendes

Governo tenta conter aumento dos alimentos, mas não tem estoques.‏


Após aumento anual médio de 10% nos preços dos alimentos nos últimos cinco anos, o governo tenta formular uma política para contê-los. O aumento da oferta de crédito rural e a desoneração dos produtos da cesta básica são os meios disponíveis, depois que a intervenção direta por meio dos estoques públicos de grãos revelou-se inexequível. Em reunião na semana passada, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, foi avisada de que a Conab não tem estoques suficientes, apesar do crescimento contínuo da produção de grãos.
Hoje, a estatal praticamente não tem milho e feijão em seus armazéns e conta com apenas 756 mil toneladas de arrozsuficientes para um mês de consumo. O governo iniciou uma ofensiva para coordenar as expectativas do mercado. Na segunda-feira, no Paraná, a presidente Dilma Rousseff afirmou que não faltará financiamento para a agricultura neste ano. "Se gastarem o dinheiro, terá mais. O que gastarem, nós cobrimos".
Ontem, a presidente disse que o governo estuda desonerar integralmente a cesta básica dos tributos federais. Isso deverá ocorrer ainda neste semestre e teria impacto direto de 0,3 ponto percentual no IPCA, podendo chegar a 0,44 ponto com os efeitos indiretos, segundo cálculos da consultoria LCA.
Na avaliação da Presidência da República, o Ministério da Agricultura não agiu no momento adequado para a aquisição de estoques. Agora, no curto prazo, não há condições de reforçá-los. Por isso, a Conab decidiu que vai aumentar o preço mínimo do feijão e da farinha de mandioca para incentivar o plantio. O feijão carioca, variedade mais consumida no país, subiu 31,53% em 2012 e o feijão preto, 44,2%.

Valor Econômico

Produção de soja e milho EUA 2013‏


Podemos esperar mais milho e soja hectares plantados em 2013, disse um especialista da Universidade do Missouri agricultura empresarial.
"Área de milho este ano será provavelmente cerca de 99 milhões de hectares, o que é de 2 milhões a mais do que no ano passado", disse David Reinbott. "Com um padrão de clima mais normal, a maioria dos cálculos da linha de tendência de rendimento coloca o rendimento em 162 bushels por acre."
Hectares plantados de soja também são esperados para aumentar cerca de 2 milhões de hectares para 79 milhões em 2013. Reinbott diz figurando 42 bushels por acre que iria criar uma oferta de 258 milhões de bushels.
Acres de trigo de inverno também aumentou em relação ao ano passado, mas não tanto quanto o esperado.
"Havia 41.820 mil hectares de trigo de inverno plantadas", Reinbott disse. "A estimativa de comércio estava mais perto de 42,6 milhões de hectares. Isso é cerca de 700 mil a menos."
Tempo vai continuar a desempenhar um grande papel nos campos de grãos este ano.
"Ainda é muito seco no Cinturão do Milho ocidental", Reinbott disse. "Alguns números saíram indicando que muitas partes das planícies do sul e oeste do cinturão do milho precisam de chuvas significativas apenas para levá-los de volta ao normal."
Se houver chuva abundante que leva a uma grande safra, os preços do milho e da soja vão cair, disse ele. Dependendo do quão grande é a colheita, os preços do milho podem cair nas 3s baixo $ 4s e, possivelmente, a parte superior quanto $ por bushel e a soja pode cair de US $ 2-3 por bushel.
Reinbott também aconselhado manter um olho sobre a cultura da América do Sul de milho. Argentina e Brasil agora parecem ter uma boa colheita se recuperando da má colheita do ano passado, mas isso pode mudar.
"Se secar a segunda metade da temporada, que pode cair significativamente", disse Reinbott. "Então, o milho ainda tem variabilidade Poderia para ir mais alto;. Só depende de como essa cultura brasileira e Argentina vão de desenvolver."
Reinbott também falou sobre o seguro agrícola federal, recomendando que os produtores aproveitem a oportunidade de participar.
"Neste momento, estamos, provavelmente, 50 centavos ou mais acima do que os preços do seguro de colheita vão ser, comparado com o ano passado", disse Reinbott. "Nós vamos estar definindo no mês de fevereiro, por isso os produtores de milho e soja precisam de olhar para isso."

Fornecida pela Universidade de Missouri

"Ainda acredito que para o milho realmente estamos mais longe de começar a desenhar/direção, o clima vai direcionar os preços para este ano, como as chuvas parecem que vão se prolongar como ocorreu o ano passado e isso vai fazer produzir bem (como foi em 2012). Os compradores estão de olho neste clima para definir como vão participar no mercado (preços/demanda).

Para a soja mesmo que ainda seja boa a produção da América do Norte e América do Sul os estoques de passagem ainda não estão nos níveis considerados "seguros", esta semana observamos informações que os estoques chineses estariam baixos (certamente compraram menos devido aos preços de 2012)".
Caso a produção seja boa nas duas Américas precisamos começar a repensar a estratégia de apostar por um longo período (2º semestre)! As empresas vão comprar soja mas vão tentar "embarrigar" ao máximo para poder acompanhar a safra dos EUA, por estratégia mesmo. 

Do dia 8 ao dia 13 de fevereiro será feriado na China, sempre temos preços mais frios neste período (Ano novo chines).

Alerta para TSUNAMI no Japão‏


Tóquio, 6 fev (EFE).- A Agência Meteorológica do Japão ativou nesta quarta-feira o alerta amarelo de tsunami em toda a costa oriental do arquipélago devido ao terremoto de 8 graus na escala Richter ocorrido no sudeste das Ilhas Salomão.
O organismo acredita que o mar poderá subir cerca de 50 centímetros por volta das 18h locais (7h de Brasília) na maior parte das zonas sob aviso.
O alerta vale para 17 municípios do Japão, que poderiam ser atingidos pelo tsunami gerado após o terremoto registrado a cinco quilômetros de profundidade sob o mar na província de Santa Cruz, nas Ilhas Salomão.
A previsão é que as primeiras ondas cheguem ao arquipélago de Ogasawara, pertencente ao distrito metropolitano de Tóquio, às 16h30 locais (5h30 de Brasília).
A televisão pública japonesa pediu à população das áreas sob o alerta que se afaste do litoral como forma de precaução. Além disso, a emissora transmite imagens em tempo real das câmeras instaladas nos portos e nas praias da maior parte dos municípios afetados.
O terremoto de hoje ocorreu a 347 quilômetros da cidade de Kira Kira, nas Ilhas Salomão, e foi seguido de várias réplicas de até 6,6 graus.
Desde terça-feira, essa região sofreu pelo menos dez sismos, com magnitudes entre 4,9 e 6,2 graus.
Em 2007, um terremoto de 8,1 graus causou 52 mortes nas Ilhas Salomão, formadas por cerca de 1 mil ilhas e com uma população de 523 mil pessoas.
O arquipélago fica sobre o chamado Anel de Fogo do Pacífico, uma área de grande atividade sísmica e vulcânica atingida por cerca de sete mil tremores todos os anos.

(Copyright (c) Agencia EFE, S.A. 2010, todos os direitos reservados)

Já sabemos onde isso pode levar os preços caso aconteça (já vimos este filme)

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Soja opera estável na CBOT; clima na América do Sul ainda em foco

Na sessão desta terça-feira (5), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam com pequenos ganhos, próximos da estabilidade. As cotações operam com volatilidade e por volta das 11h (horário de Brasília), os principais vencimentos registravam pouco mais de 1 ponto de elevação, dando continuidade, de forma menos expressiva, às altas do pregão anterior. O foco do mercado ainda tem sido o desenvolvimento da safra na América do Sul.

A ausência de chuvas na Argentina preocupa o mercado haja vista que esse quadro pode ocasionar perdas na produção do país e resultar em uma menor safra vinda da América do Sul. Ao longo de todo o mês de janeiro, as precipitações ficaram abaixo da média, e no último final de semana as chuvas foram esparsas e não aliviaram a situação de stress hídrico das lavouras de soja argentinas, frustrando previsões climáticas de boas chuvas para importantes regiões produtoras.

Segundo o analista da FCStone, Glauco Monte, a falta de chuvas na região Sul do Brasil também preocupa o mercado de commodities agrícolas. Por outro lado, o excesso de precipitações no Mato Grosso, que está atrasando a colheita da soja e até mesmo afetando a qualidade do grão, também são fatores que dão sustentação às cotações futuras.

Além disso, ontem, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou o relatório de exportações semanais nos EUA indicando que, o ritmo dos embarques norte-americanos permanece acelerado, em tempos de estoques de soja apertados no país. E grande parte das vendas tem sido para a China, o que sinaliza que a demanda continua forte. Na nação asiática, as margens de esmagamento estão positivas e as indústrias locais não estão operando com sua capacidade plena. A venda de farelo e óleo no país está aquecida e com isso as esmagadoras estão buscando matéria prima para aproveitar a boa fase dessas margens.

“O mercado subiu bastante dos valores registrados há três semanas, tomou outro rumo e atingiu novos patamares. E esses preços refletiam a expectativa de uma safra na América do Sul cheia, sem problemas. Mas o mercado voltou a focar no aperto dos estoques dos EUA e no clima e alcançou novos patamares”, ressalta Monte.

No entanto, os preços poderiam ficar pressionados negativamente com a entrada da safra sulamericana efetiva no mercado, mas será uma pressão sazonal, de acordo com o analista. Todavia, esse quadro de estoques apertados nos EUA só será regularizado a longo prazo, conforme destaca o analista.

“Então, até poderíamos realmente atingir novos patamares, até mesmo acima de US$ 15 por bushel nos contratos março e maio, caso as chuvas continuem abaixo da média e atrasando a entrada da safra no mercado. Mas se o clima acalmar não vejo uma queda expressiva frente à situação de estoques ajustado norte-americano”, explica Monte.

Ainda na visão do analista, o mercado de commodities terá dois períodos de grande volatilidade, o primeiro é agora no desenvolvimento da safra sulamericana com o mercado climático e o segundo, entre maio e junho, quando o mercado climático se estabelecer no hemisfério norte. “Nesse tempo o mercado tende a ser mais volátil, e acaba refletindo nas cotações”, finalizou o analista.

Por outro lado, o consultor de mercado Liones Severo, no Fala Produtor - espaço no Notícias Agrícolas destinado a opinião dos internautas - afirma que o mercado poderia continuar subindo até mesmo diante de uma melhora do clima. "Há poucas semanas atrás escrevi que preços baixos era exatamente o que o doutor receitava para expandir o consumo na China e outros mercados consumidores. O doutor acertou o diagnóstico e está difícil interromper o tratamento. Talvez até o clima melhore e o preços continuem a subir, pelo menos, os sintomas são fortes", explica Severo.


Fonte: Notícias Agrícolas // Fernanda Custódio

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Soja sobe após fim de semana quente e seco na Argentina


O tempo continua seco na Argentina e as preocupação seguem crescendo a cerca de uma produção menor no terceiro maior exportador mundial de soja. E ainda focado no clima da América do Sul, os negócios com a commodity na Bolsa de Chicago iniciaram a semana operando com expressivas altas na sessão desta segunda-feira (4). Por volta de meio-dia (horário de Brasília), os principais vencimentos subiam mais de 13 pontos. 

Na última sexta-feira (1), as principais regiões produtoras ao norte do país receberam chuvas pouco volumosas, de 3 a 19 mm, de acordo com informações do instituto Meteorlogix. Entretanto, no final de semana os dias voltaram a ficar secos e registrando altas temperaturas. 

Ainda segundo o instituto de meteorologia, a previsão é de que o tempo continue assim até o meio desta semana, com as temperaturas podendo chegar a 35 graus. Há mais de 20 dias não chove em importantes locais de produção e as plantações se encontram em um estágio determinante de desenvolvimento, o que agrava essas preocupações sobre as perdas. 

Além disso, as adversidades climáticas no Brasil também estimulam as altas. As regiões produtoras do Sul do Brasil continuam sofrendo com a falta de chuvas enquanto no Centro Oeste, principalmente no Mato Grosso, o excesso das precipitações atrasa a colheita da soja. 

Na última sexta-feira (1), o mercado contou ainda com a informação de que os estoques de soja na China estariam baixos e poderiam cair ainda mais. Segundo uma agência do governo da China, as reservas atuais do país são de aproximadamente 5 milhões de toneladas e, em março, esse número deverá recuar para 4 milhões em março. 

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Plantio de trigo nos EUA‏


Bom dia!

"Nosso trigo de inverno é bom olhem na foto. Torcemos para que ele fique adormecido por mais 6 semanas. Nós plantamos trigo de inverno vermelho macio. É usado para a farinha de bolo e as vezes é exportado para a alimentação de gado.

Nossos rios tem facilitado um pouco por agora, a água subiu cerca de 6 pés (2 metros), o que torna muito mais fácil o tráfego de barcaças. Eu não estou certo quanto tempo vai ficar assim, mas se temos rios "normais" as chuvas deve estar ok".


Por: Dave B. Hahe (Illinois-EUA)








Mercados:
Soja agora com +16 (14,90/bushel)
Milho agora com +4 (7,40/bushel)

O clima na América do Sul continua a ser o fator que impulsiona os ganhos para os grãos, o clima ainda é quem vai dar a direção para os mercados em 2013.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Ainda com foco no clima, soja volta a subir e opera em alta na CBOT


Nesta sexta-feira (01), os futuros da soja negociados em Chicago operam do lado positivo da tabela, recuperando parte da realização de lucros registrada na sessão anterior. Por volta das 11h00 (horário de Brasília) os principais vencimentos trabalhavam com altas de mais de 11 pontos. O foco mercado de commodities agrícolas permanece sendo às incertezas climáticas na América do Sul.

O economista da Granoeste Corretora de Cereais, Camilo Motter, explica que o tem direcionado as cotações futuras ainda é a questão climática no hemisfério sul, principalmente, na Argentina e no Sul do Brasil. A previsão é que haja chuvas neste final de semana, porém não devem ser suficientes para amenizar o stress hídrico das lavouras de soja. 

“Dependendo da intensidade das chuvas poderemos ter na segunda-feira (4) um direcionamento do mercado positivo ou negativo. Porque na verdade, já se fala em perdas na produção do RS e da Argentina”, afirma o economista.

Além disso, há problemas pontuais em outros estados brasileiros como Paraná e Mato Grosso do Sul que também registram um clima mais seco. Contrariamente, as plantações de Mato Grosso e Goiás sofrem com o excesso de precipitações que pode ocasionar perdas na qualidade do grão que começa a ser colhido. 

“Para o mercado esse período é decisivo, e a partir da próxima semana poderemos ter um quadro mais definido. Já existem avaliações de perdas, mas limitadas. No entanto, podem ser aprofundadas dependendo da questão das chuvas no final de semana”, ressalta Motter. 

Outro fator que também pode contribuir para o suporte das cotações em Chicago são os problemas logísticos no Brasil haja vista que podem atrasar a entrada efetiva da safra brasileira no mercado internacional. Em decorrência desse cenário, o economista destaca que, os preços internacionais podem subir de forma mais acentuada uma vez que a grande oferta da América do Sul pode demorar a entrar no mercado.

“Com isso, o mercado vai sentir a falta do produto em razão da nossa insuficiência para embarcar navios, o que vai gerar custos para os produtores. Preços internacionais mais altos em função da falta do grão, e cotações mais baixas no mercado interno devido à elevação dos custos portuários, custos de transportes e logístico de armazenagem”, diz Motter. 

Ainda na visão do economista, essa questão será fundamental para o mercado nos próximos meses. Assim como, a demanda pela soja norte-americana, especialmente, por parte da China que não dá sinais de retração e os estoques mundiais do grão que permanecem ajustados, contribui para a formação desse cenário.

Clique no link abaixo e confira a entrevista de Camilo Motter:

Fonte: Notícias Agrícolas // Fernanda Custódio