Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 7 de junho de 2013

Soja: Preços avançam na CBOT e no mercado interno brasileiro

A soja voltou a registrar boas altas na Bolsa de Chicago nesta sexta-feira (6). Por volta das 14h (horário Brasíllia), os vencimentos mais distantes subiam mais de 14 pontos. No curto prazo, osganhos eram menos expressivos dos que os registrados mais cedo, pois, apesar dos fundamentos ainda positivos, o mercado passa por uma leve realização de lucros devido a necessidade de uma rolagem de posições, como explicam os analistas. 
"Hoje é sexta-feira. O mercado opta pela garantia de lucros, tratam-se de operações técnicas, além de haver uma expectativa para o relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na semana que vem. E esses fatores não têm como serem analisados fundamentos, são apenas operações técnicas", explicou Steve Cachia, analista de mercado da Cerealpar. 
As condições climáticas nos Estados Unidos seguem desfavoráveis ao plantio da safra 2013 e há uma grande preocupação com a conclusão da semeadura da soja. As chuvas voltaram a se intensificar no Cinturão do Milho, principal região produtora de grãos dos Estados Unidos, e essas novas previsões voltaram a impulsionar as cotações em Chicago, principalmente as da soja. 
Acompanhando as altas de Chicago, os preços no mercado interno brasileiro também vêm registrando boa e expressiva valorização. O avanço do dólar nessa semana contribuiu para uma melhor formação de preços no país. 
Em importantes praças de comercialização, a saca de soja subiu de R$ 0,50 a R$ 1,00, como em Cascavel/PR, por exemplo, onde o preço passou de R$ 58 para R$ 58,50/saca, segundo a Coopavel. Em Maringá, de cordo com a Cocamar, o preço registrou o mesmo aumento. Em Não-Me-Toque/RS, a saca de soja passou a valer R$ 60,50 frente aos R$ 60 do início da semana, e em Passo Fundo, de R$ 66,50 para R$ 67,50. Uma valorização ainda mais expressiva, de R$ 2,00, foi registrada em Dourados/MS,  de R$ 57 para R$ 59 por saca. 
Além da soja em grão, o que também aumentou no Brasil foi o preço do farelo de soja. De acordo com um levantamento feito pelo Notícias Agrícolas, a tonelada do produto subiu entre 35 e 45% nos últimos 40 dias.

CBOT: Soja volta a subir e tem bons ganhos na manhã desta 6ª feira

Na manhã desta sexta-feira (7), a soja encerrou o pregão eletrônico com bons ganhos na Bolsa de Chicago. Os principais vencimentos da commodity registraram altas entre 12,00 e 19,75 pontos. O contrato julho/13, mais negociado nesse momento, fechou a sessão cotado a US$ 15,39/ bushel.
O mercado encontra suporte na demanda aquecida diante de estoques historicamente baixos configurando uma ajustada relação entre a oferta e a procura pelo produto norte-americano. Além disso, novas previsões climáticas para os Estados Unidos indicam novas chuvas para importantes regiões produtoras do Corn Belt e isso também estimulao avanço das cotações, principalmente nas posições mais distantes. 

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Soja: Com falta de novidades, mercado tem leve baixa em Chicago



O movimento de realização de lucros continua no mercado internacional da soja, depois das significativas altas dos últimos dias. Porém, o cenário dos fundamentos, de acordo com Steve Cachia, se mantém o mesmo. No curto prazo, suporte nos estoques apertados e na demanda aquecida e, nos contratos mais distantes, incertezas sobre a nova safra dos EUA trazendo volatilidade e um pouco de pressão ao mercado. 
Como explicou o analista de mercado da Cerealpar, o mercado entrou em um momento de mais calma agora, aguardando por novas informações, principalmente sobre a evolução da temporada 2013/14 norte-americana. 
"Os Estados Unidos, a cada dia que passa, tem menos soja, estoques historicamente e demanda, relativamente, firme. Na safra nova, um pouco de pressão porque as últimas áreas de milho poderiam ter uma parte trocada pela soja", disse Cachia. 
Frente a isso, para os próximos dias, o mercado deve contar com algumas sessões marcadas pelo ajuste de posições, ainda mais à espera do novo relatório de acompanhamento de safra na próxima segunda-feira (10) e mensal de oferta e demanda, ambos do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). "Depois disso, acredito que o mercado voltará a ficar um pouco mais agitado. Primeiramente, conhecendo esses números, para depois agir seja sobre fatores fundamentais ou até mesmo especulativos", afirma o analista. 

Soja trabalha com -2,6 e o milho com +3,2 na Bolsa de Chicago.

Mercado opera com leve queda na CBOT na manhã desta quinta-feira

Mercado dá continuidade à um ligeiro recuo apresentado ontem nos vencimentos mais distantes e, por volta das 8h53 (horário de Brasília), os contratos mais negociados perdiam entre 3,50 e 5,50 pontos. Além disso, como explicou o consultor da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, faltam informações e notícias novas e importantes que possam dar mais fôlego ao mercado neste momento.

Já no mercado do milho, apenas o vencimento julho apresentava uma baixa de 0,50 ponto, contra altas de 2 pontos nas demais posições. No entanto, apesar das baixas registradas hoje pela soja, o mercado no curto prazo ainda encontra sustentação na pouca oferta e na demanda muito intensa pela oleaginosa norte-americana. A falta de produto ainda confere ao mercado o papel de racionar essa demanda por meio de preços mais altos, como vem sendo explicado por analistas. 

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Soja: Mercado encontra suporte para o curto prazo na falta de oferta

Na sessão desta quarta-feira (5), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam em campo misto, com altas significativas para os vencimentos mais próximos. Por volta das 13h40 (horário de Brasília), o contrato julho/13 subia 13,25 pontos, cotado a US$ 15,42 por bushel. Mais cedo, o vencimento subiu mais de 17 pontos. 
mercado da soja no curto prazo segue encontrando estímulo para subir na extrema escassez de soja nos Estados Unidos. Os estoques norte-americanos se mostram extremamente ajustados, entretanto,a demanda permanece focada no país e, além das exportações, ainda há a necessidade de se abastecer o mercado interno. 
"A expectativa para esses primeiros vencimento é crescente, em função do estoque super apertado nos EUA e da necessidade que se observa das esmagadoras americanas. Os preços estão firmes para os primeiros vencimentos, e acredito que o potencial para os contratos agosto e setembro também seja de preços mais altos, já que podemos ter uma lacuna de oferta entre esses meses", diz a analista de mercado Nicole Brum, da Agrinvest. 
Para a analista, apesar da pouca oferta ainda disponível nos EUA, o papel de racionamento da demanda ainda é do mercado e, com isso, os preços devem se manter em bons patamares.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Chuvas desaceleram plantio de grãos nos EUA em semana importante

Chuvas ocasionais durante os próximos 10 dias irão desacelerar ainda mais o final do plantio do milho e da soja nos EUA, ameaçando reduzir o potencial de produtividade das culturas, disse um meteorologista agrícola nesta terça-feira.
"Haverá chuva leve no noroeste do Meio-Oeste nos próximos dois dias, não tão intensas como na semana passada, mas mais chuvas não é o que eles precisam neste momento", disse Don Keeney, meteorologista da MDA Weather Services.
"Os produtores conseguirão plantar um pouco nesta semana, mas não muito", disse ele. Keeney acrescentou que as lavouras que já estão plantadas irão se beneficiar da umidade abundante no solo mas "há o risco agora de que se houver um clima quente e seco agora isso prejudicaria as plantações mais tardias."
As chuvas mantiveram os agricultores fora das lavouras em boas parte da semana passada, limitando a capacidade de encerrar o plantio de milho e acelerar o da soja, disse o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) em seu relatório semanal do progresso das lavouras divulgado na segunda-feira.
O USDA disse que 91 por cento das lavouras de milho estão plantadas, uma alta ante os 86 por cento registrados na semana anterior, mas atrás da média de cinco anos, de 95 por cento.
O plantio de soja está 57 por cento encerrado, alta ante os 44 por cento da semana anterior, mas muito atrás da média de cinco anos, de 74 por cento.
O ritmo de plantio é o mais lento para as duas culturas, para este estágio do ano, desde 1996.
Há uma tendência de produtores migrarem as intenções de plantio do milho para a soja, em função do clima.
Um volume maior de mudança de intenções é esperado para esta semana, com a continuidade das chuvas. A produtividade potencial do milho cai a cada dia de atraso nas lavouras do cereal. A produtividade pode cair em um bushel por acre por diapara o milho plantado depois do período de 10 a 15 de maio, e produtores começam a perder os benefícios do seguro agrícola se as lavouras são plantadas após o fim de maio, dizem especialistas.

Grãos: Mercado tem manhã de realização de lucros nesta 3ª feira

O movimento de realização de lucros se dá depois dos ganhos de mais de 20 pontos nos principais vencimentos para a soja, que subiu focada no clima adverso atrasando o plantio da nova safra dos EUA e ainda há extrema escassez de produto no país em um momento em que a demanda se mantém concentrada na oleaginosa norte-americana. 
Por volta das 7h53 (horário de Brasília), o contrato julho/13 caia 9,75 pontos, cotado a US$ 15,22. Os demais vencimentos caíam entre 10 e 17,50 pontos. O milho perdia entre 3,75 e 8,50 pontos e o trigo, entre 7,25 e 8,25 pontos. 

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Clima desfavorável para os EUA.

David B. Rahe – Illinois EUA
‘’Acima de tudo o plantio de milho está quase terminado em Illinois. Na minha área, ainda temos cerca de 25% para ser plantado. Os agricultores estão falando sobre a mudança para a soja, se produtos químicos aplicados vão permitir isso. Temos pouca soja plantada. Estamos recebendo mais chuva agora e há tornados na área também.’’
As chuvas voltaram a cair em todo o estado na semana passada trazendo um progresso desfavorável para o plantio. Agricultores na maioria das regiões do estado estavam trabalhando longas horas tentando compensar um início lento para o plantio quando as chuvas começaram a cair na segunda-feira (27). Alguns foram capazes de trabalhar no final de semana, mas a maioria do trabalho foi totalmente perdido em seguida com mais chuvas caindo no final de semana e durante todo o feriado Memorial. Total de chuva para a semana variou de pouco mais de 25.40 mm e 63.50 mm. O tempo intenso localizado causou danos a edifícios, árvores e em vários locais causando inundações.
A germinação do plantio do milho foi excelente, durante a semana as plantas de milho foram surgindo após apenas cinco ou seis dias após ter sido plantada. Temperaturas mais frias voltaram no final da semana com geada leve que está sendo relatado no extremo Norte de Illinois.
As temperaturas em todo o estado é em média 17.00ºC para a semana, 2.77ºC abaixo do normal. Houve 3,3 dias adequados para o trabalho de campo na semana passada. Níveis de umidade em todo o estado foram classificados como 53 % adequado e 47 % em excesso. Umidade do subsolo foi classificada como 2 %  curto, 71 % adequada e de 27 % em excesso.

Os agricultores estavam tentando manter o controle das ervas daninhas com pulverização na semana passada, mas foram encontrando dificuldades devido as condições do clima. Hay estava sendo embalado na semana passada entre as chuvas, mas muitos acres têm necessidade de ser cortado, assim como o tempo o permita.

Soja e milho avançam na bolsa de Chicago.

A soja opera com forte alta na manhã desta segunda-feira trabalha com  +27,0 e o milho com +6,4 na Bolsa de Chicago.
O mercado ainda encontra suporte na pouca oferta disponível, principalmente nos Estados Unidos, e na demanda muito aquecida, que está praticamente toda focada no pouco produto norte-americano. Paralelamente, o cenário climático desfavorável ao plantio da nova safra nos EUA também confere alguma sustentação aos preços.
As chuvas excessivas têm impedido a boa evolução dos trabalhos nos campos norte-americanos, o que já começa a preocupar o mercado e os investidores sobre possíveis perdas de produtividade. O mesmo cenário influencia os preços do milho. 
As posições mais negociadas do cereal, por volta das 9h14 (Brasília), também operavam em alta, porém, registravam ganhos menos expressivos, subindo entre 5,25 e 6,50 pontos. O trigo também opera do lado positivo, avançando pouco mais de 7 pontos nos principais contratos. 

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Chuvas no feriado aumentam a expectativa de produção do milho, e o dólar em alta melhora os preços.

Em Mato Grosso ocorreu algumas chuvas entre os dias 29 e 30/05/2013, a previsão era de 20mm de chuvas, porém em algumas cidades caíram 40mm. Essas chuvas ajudaram alguns produtores que tinham alguns milhos plantados em faze de enchimento dos grãos. Antes das chuvas a estimativa era de 60% ​​da safra de milho em bom estado, agora temos 85% do milho em boas condições e 15% regulares precisando de mais chuvas. Antes das chuvas de 30/05/2013 a produção estava estimada em 75 sacas de milho por hectare, em média, agora os produtores acreditam que vão colher 90 sacos em média, mesmo que não chova mais.
O preço da soja melhorou muito em relação à semana passada, o preço em Rondonópolis-MT foi de R$ 56,50 na sexta-feira e hoje R$ 60,00. Além de o dólar ter subido R$ (Reais) 2,05 para R$ 2,13 (hoje), devido o governo ter parado de conter a inflação e elevado a taxa de juros no Brasil, essa alta do dólar aqui no Brasil ajudou muito nos preços de soja e milho. O preço do milho na segunda foi de U$ 7,00 e hoje é de US $ 7,50 por saco.
O problema é que muitos produtores têm as contas em dólar e quem recebeu pagamentos na terça-feira (25/05/2013) com o dólar de R$ 2,05 e hoje precisa pagar suas contas com dólar de R $ 2,13 vai ter problemas!

A conta fica assim: U$ 100.000,00 x = R$ 2,05 R$ 205.000,00 hoje que vai pagar U $ 100.000,00 x 2,13 = R$ 213.000,00, prejuízo de R$ 8.000,00 ou U$ 3.755,86.