Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quarta-feira, 12 de junho de 2013

Safra Nova: USDA reduz estoques finais mundiais de soja e milho

USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou há pouco seu novo relatório mensal de oferta e demanda mantendo inalterados os números para os estoques finais de soja dos EUA tanto para a safra nova quanto para a safra velha. 

Soja Safra 2013/14 - Para a nova safra norte-americana de soja, o USDA manteve a estimativa de 92,26 milhões de toneladas, no entanto, espera uma produtividade menor, de 47,1 sacas por hectare, contra 50,45 estimadas no relatório de maio. 
O departamento manteve ainda suas projeções para a safra brasileira 13/14 em 85 milhões de toneladas e 54,5 milhões de toneladas para a Argentina. Para a China, números também mantido, com uma produção de 12 milhões de toneladas e importações de 69 milhões. 
Sobre a produção mundial, no entanto, o USDA reduziu suas estimativas, passando de 285,51 milhões para 285,3 milhões de toneladas. Os estoques também foram revisados para baixo, recuando de 79,46 milhões de toneladas para 73,69 milhões. 
USDA Safra Nova Soja
Soja Safra 2012/13 - Sobre a safra velha, o USDA também manteve seus números para os Estados Unidos. No entanto, apresentou revisou para baixo algumas estimativas no cenário mundial. 
O departamento manteve a produção e os estoques em 82,05 milhões e 3,4 milhões de toneladas, respectivamente, para a safra norte-americana. 
Já a produção do Brasil caiu de 83,5 milhões para 82 milhões de toneladas e a da Argentina, de 51,5 milhões para 51 milhões de toneladas. Para a China, a safra foi mantida em 12,60 milhões de toneladas, porém, a projeção para as importações da nação asiática caíram de 61 para 59 milhões de toneladas. 
A produção mundial de soja também foi revista para menos, passando de 269,63 milhões de toneladas para 267,61 milhões. Ao mesmo tempo, foram reduzidos ainda os estoques globais, caindo de 62,6 milhões para 61,21 milhões de toneladas. 
Tabela USDA Junho - Soja Safra 2012/13
Milho Safra 2013/14 - Nesta quarta-feira (12), o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou seu relatório mensal de oferta e demanda e os reflexos do atraso no plantio da nova safra de milho já puderam ser observados. 
As estimativas do órgão para a produção de milho dos EUA na temporada 2013/14 passaram de 359,18 milhões para 355,75 milhões de toneladas. A produtividade também foi revista para menos, passando de 167,22 para 165,75 sacas por hectare. O mesmo aconteceu com os estoques finais norte-americanos, estimados em 49,51 milhões de toneladas, contra 50,9 milhões projetados em maio. 
Em contrapartida, as exportações apresentaram um ligeiro aumento - de 33 para 33,02 milhões de toneladas e o uso de milho para etanol aumentou de 123,2 milhões para 124,47 milhões de toneladas. 
No cenário mundial para a safra nova, a produção do cereal do Brasil foi mantida em 72 milhões de toneladas e a da Argentina em 27 milhões. O mesmo aconteceu para a China, com a projeção mantida em 212 milhões de toneladas. 
No entanto, o USDA revisou para menos a produção mundial de milho. A estimativa do departamento caiu  de 965 para 962,58 milhões de toneladas. Os estoques também recuaram e foram revisadosde 154,63 para 151,83 milhões de toneladas. 
USDA Milho Safra Nova

À espera do USDA, grãos buscam direção em Chicago nesta 4ª

À espera do novo relatório de oferta e demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga nesta quarta-feira (12), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam em campo misto. Por volta das 8h15 (horário de Brasília), o vencimento julho operava com alta de 7,50 pontos, valendo US$ 15,48, enquanto o contrato março recuava 1,50 ponto, cotado a US$ 13,32 por bushel. 
Ainda na sessão desta quarta-feira, os futuros do milho e do trigo operam do lado negativo da tabela, porém, registravam ligeiras quedas, tentando manter-se próximos da estabilidade. 

terça-feira, 11 de junho de 2013

Soja foca fundamentos e intensifica ganhos na Bolsa de Chicago

Na sessão desta terça-feira (11), os contratos futuros da soja operam em alta e intensificam os ganhosregistrados na Bolsa de Chicago. Por volta das 12h53 (horário de Brasília), o primeiro e mais negociado vencimento, o julho/13, era cotado a US$ 15,34 por bushel, subindo  22,50 pontos. Os demais contratos subiam entre 2 e 13,75 pontos. 
O foco dos negócios segue no cenário de fundamentos inalterado e ainda muito positivo. Falta soja nos Estados Unidos, porém, a demanda pelo produto norte-americano, para exportação e abastecimento do mercado interno, segue muito aquecida. 
Esse ainda é o principal fator de sustentação para os preços da commodity negociada em Chicago e, para o consultor de mercado Liones Severo, do SIMConsult, a cotação do julho poderia até mesmo chegar aos US$ 16/bushel. 
Nos contratos mais distantes, as boas expectativas para a nova safra dos EUA seguem exercendo alguma pressão sobre os preços, ainda mais depois da recente melhora do clima no Cinturão de Produção. De acordo com os últimos números divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), até o último domingo (9),a área plantada de soja passou de 57 para 71% e a de milho de 91 para 95%. 
No mercado interno, os preços da soja continuam sendo favorecidos pelo avanço das cotações em Chicago e pela expressiva alta do dólar nos últimos dias. No entanto, como explica o diretor do SIMConsult, João Birkhan, os negócios acontecem de forma lenta no Brasil. 
"Os negócios estão parados. O produtor do Mato Grosso está muito bem vendido, vendeu muito no ano passado e hoje, como está muito bem capitalizado, não tem pressa para vender. Os negócios que estão acontecendo são os chamados 'da mão para a boca', e o produtor está mantendo sua poupança em produto", explica. 

Comercialização de agroprodutos ficará suspensa por uma semana na Argentina

 O presidente da Federação Agrária Argentina (FAA), Eduardo Buzzi, anunciou nesta segunda-feira (10)  que a comercialização de produtos agropecuários naquele país deverá ser paralisada por uma semana, a partir da zero hora do próximo domingo (16).
O locaute, termo utilizado pelos argentinos para definir a paralisação vai interromper as exportações agrícolas em um momento de falta de moeda no mercado de câmbio. Sem financiamento externo, nem atração de investimentos estrangeiros, as únicas divisas que entram na Argentina são provenientes dos embarques, especialmente da soja. O país é líder mundial nas exportações de óleo e farelo de soja e o terceiro em milho.
 O locaute também terá apoio de outras  associações como a Sociedade Rural (SRA), Confederações Rurais (CRA) e Confederação Intercooperativa (Coninagro). O objetivo é chamar a atenção do governo para os elevados custos de produção e alta carga tributária. 
Segundo os representantes dos produtores, o protesto não deve afetar o abastecimento doméstico, mas sim os embarques às exportações. A manifestação ocorre apenas alguns meses antes das eleições parlamentares de outubro, quando o país vai renovar metade da Câmara e um terço do Senado. 

Recente surto de vírus Suínos nos EUA.

Ocorreu na semana passada em Des Moines, Iowa. Um recente surto de vírus Suínos (diarréia Epidêmica), ainda há dúvidas sobre a doença. "AgDay" Nacional Repórter Tyne Morgan falou com o Conselho Nacional Pork Producers (NPPC) durante a Expo para falar sobre este novo vírus. A indústria de carne de porco e especialista em saúde permanece em estado de alerta, uma vez que parece estar se espalhando.  A verdadeira ameaça, no entanto, não é a segurança alimentar, é um problema de produção.
Diz Liz Wagstrom última vez que ouvi esta manhã, eu acho que estamos com até 10 estados talvez 11 estados, algo em torno de 65 a 70 vacas, e agora não temos certeza se vamos continuar a ter novos rebanhos, ou movê-lo de rebanho para rebanho.
Wagstrom diz PEDVC não é nova no mundo inteiro, como foi descoberto pela primeira vez na Inglaterra durante a década de 1970. É só agora foi introduzido nos EUA, o que significa um novo território para a indústria de carne de porco.
"Nós estamos olhando de onde veio esta doença, onde ele está se movimentando, não há nenhuma informação sobre isso,"
Wagstrom diz que é uma investigação em curso para descobrir como ou o que introduziu PED em rebanhos do país. Na verdade, o National Pork Board apenas anunciou esta semana que está investindo US $ 450.000 em fundos de pesquisa para continuar a investigar e ajudar a encontrar respostas.
"Nós gostaríamos de ser capazes de tirá-lo daqui e voltar a não ter PEDV, mas não é tão devastador quanto qualquer outra doença pode ser", diz ela.
Mesmo que as questões vão cercar o impacto que isso poderia ter sobre o comércio mundial, Diz Wagstrom esta não é uma questão de segurança alimentar. E ela diz que ainda não há quaisquer barreiras no local.
"Muitos de nossos parceiros comerciais mais valorizados já têm a doença", diz Wagstrom. "Então, assim como muitos dos outros países que são concorrentes nosso no mercado de exportação, já tem PED positivo".
Abrindo novas portas do comércio, apesar de surtos, como PEDV, é um esforço contínuo para a indústria de carne de porco. Eles dizem que carne de porco é segura e veja as oportunidades de crescimento dos mercados de exportação.

"Nós exportamos para mais de 100 países, diz Howard Hill, NPPC presidente eleito." Eu acho que com os acordos de livre comércio que temos no lugar, com a parceria trans-Pacífico estamos trabalhando, nós temos o potencial para exportar mais carne de porco. Nós podemos importar costelas.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Soja tem queda na CBOT, mas se mantém no mercado interno

A soja fechou a sessão desta segunda-feira (10) com forte baixa na Bolsa de Chicago. O milho e o trigo acompanharam o movimento de queda e também encerraram o dia com perdas expressivas. O principal fator de pressão para os preços é o clima mais favorável ao plantio da nova safra dos Estados Unidos. 
Além disso, um movimento de realização de lucros pesou sobre o mercado no curto prazo, após seis semanas consecutivas de alta para o mercado internacional da soja. 
Na soja, os principais vencimentos terminaram o pregão caindo entre 7,50 e 20,50 pontos. O contrato julho/13,o mais negociado nesse momento, fechou o dia valendo US$ 15,11 por bushel, recuando 16,50 pontos. Já o setembro ficou em US4 13,56, com queda de 17,50 pontos. 
No curto prazo, a tendência para a soja ainda é de alta, com os fundamentos inalterados. A demanda pela soja norte-americana segue muito aquecida diante de estoques historicamente baixos. No entanto, o movimento de algunsfundos de investimentos rolando suas posições - vendendo os contratos mais próximos e comprando alguns mais distantes - acabam pressionando o mercado. 
Nos vencimentos mais distantes, referentes à safra nova, melhores condições climáticas nos Estados Unidos pesaram sobre o mercado. No último final de semana, choveu menos do que vinha sendo esperado, alguns campos puderam secar, condições que criaram oportunidades para que os produtores norte-americanos pudessem avançar com o plantio da nova safra. 
"Com a chuva menor do que o esperado ou o atraso das chuvas, vários produtores começaram a reportaram que conseguiram plantar mais do que esperado durante o final de semana", relatou o analista de mercado Pedro Dejneka, da PHDerivativos, direto de Chicago. 
No final da tarde de hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) atualiza seu relatório semanal de acompanhamento de safra, já indicando essa boa evolução dos trabalhos de campo nos EUA. Porém, como explica Dejneka, sempre há um certo atraso nos dados trazidos pelo departamento. Para o milho, espera-se algo em torno de 95% da área plantada e, para a soja, cerca de 70 a 75% de avanço. 
Ainda segundo Dejneka, o que meteorologistas e demais analistas acreditam, nesse momento, é que o clima nos Estados Unidos seja bem próximo da normalidade, favorecendo a entrada de uma safra cheia tanto de milho quanto de soja. "Tudo indica que a tendência de clima durante essa nova safra norte-americana será dentro do normal, isso não significa que não teremos sustos. Mas, principalmente com o fato de toda essa chuva ter reestabelecido a umidade em boa parte do Cinturão, a safra já está começando muito bem, as condições do milho devem continuar excelentes", explica. 
Entretanto, o analista alerta ainda para a necessidade que se tem de condições favoráveis para a conclusão do plantio e também para o tamanho da área que será destinada às duas culturas ou até mesmo que será abandonada com os produtores optando pelo seguro agrícola. 
Mercado Interno - No mercado interno, os preços seguem sustentados e se valorizando diante da combinação entre os bons preços vistos no curto prazo em Chicago, a alta do dólar e a falta de soja nos EUA que faz com que a demanda se volte, novamente, para a América do Sul. 
"O mercado está vindo buscar soja no Brasil, onde o produtor tem disponibilidade para vender, e o câmbio ajudou. Esse câmbio alto favorece nossa competitividade porque faz o nosso frete mais barato e estimula o produtor vender, então, alguns negócios estão saindo", explica o analista de mercado Ênio Fernandes. 
Ainda de acordo com o analista, esse cenário cria boas oportunidades de venda para o sojicultor brasileiro, com o preço da soja acima de US$ 15 e o dólar perto dos R$ 2,15. "O milho safrinha ainda não chegou, grande parte da soja já saiu, então, a demanda por caminhões neste momento está um pouco menor. Então, as três ferramentas que estimulam a gente vender - câmbio, Chicago e frete - estão sinalizando que é um bom momento de venda", diz Fernandes.

Mercado recua à espera de informações sobre safra dos EUA

A soja opera em baixa na Bolsa de Chicago. O mercado parece trabalhar na defensiva à espera de novas informações sobre o plantio da nova safra dos EUA, números que o USDA(Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) atualiza no final da tarde de hoje. Além disso, os primeiros vencimentos recuam em um movimento de realização de lucros depois das boas altas registradas na sessão da sexta-feira (7).
Na última semana, as previsões mostravam que as chuvas voltaram a se intensificar no Cinturão do Milho, principal região produtora de grãos norte-americana, o que teria voltado a complicar a semeadura. Os trabalhos de campo da safra 2012/13 estão bastante atrasados em relação não só à temporada anterior, como também à média histórica dos últimos cinco anos. 
No entanto, segundo explicou o economista Dennis Gartman à agência internacional Bloomberg, no último final de semana o clima parece ter proporcionado melhores condições. "Em Iowa, Nebraska e Missouri foram registradas boas condições climáticas, o que resulta nessa leve baixa para os grãos nesta segunda-feira", disse. 
Por volta das 7h45 (horário de Brasília), o vencimento julho/13 era cotado a US$ 15,18 por bushel, com queda de 10 pontos. O agosto perdia 10,40 pontos, valendo US$ 14,45. Nos vencimentos mais distantes, as perdas eram mais moderadas. O milho também se mostrava do lado negativo da tabela, com as principais posições recuando entre 5,4 e 7 pontos. O julho valia US$ 6,60/bushel e o setembro US$ 5,85, com baixa de 6,4 pontos. No mesmo momento, o trigo também recuava. 
As cotações apresentadas em nossa homepage trabalham com uma falha técnica na manhã de hoje e ainda mostram o fechamento da última sexta-feira. Porém, o serviço já está sendo reestabelecido e logo mais teremos os últimos números registrados na Bolsa de Chicago nesta segunda-feira (10).

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Soja: Preços avançam na CBOT e no mercado interno brasileiro

A soja voltou a registrar boas altas na Bolsa de Chicago nesta sexta-feira (6). Por volta das 14h (horário Brasíllia), os vencimentos mais distantes subiam mais de 14 pontos. No curto prazo, osganhos eram menos expressivos dos que os registrados mais cedo, pois, apesar dos fundamentos ainda positivos, o mercado passa por uma leve realização de lucros devido a necessidade de uma rolagem de posições, como explicam os analistas. 
"Hoje é sexta-feira. O mercado opta pela garantia de lucros, tratam-se de operações técnicas, além de haver uma expectativa para o relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na semana que vem. E esses fatores não têm como serem analisados fundamentos, são apenas operações técnicas", explicou Steve Cachia, analista de mercado da Cerealpar. 
As condições climáticas nos Estados Unidos seguem desfavoráveis ao plantio da safra 2013 e há uma grande preocupação com a conclusão da semeadura da soja. As chuvas voltaram a se intensificar no Cinturão do Milho, principal região produtora de grãos dos Estados Unidos, e essas novas previsões voltaram a impulsionar as cotações em Chicago, principalmente as da soja. 
Acompanhando as altas de Chicago, os preços no mercado interno brasileiro também vêm registrando boa e expressiva valorização. O avanço do dólar nessa semana contribuiu para uma melhor formação de preços no país. 
Em importantes praças de comercialização, a saca de soja subiu de R$ 0,50 a R$ 1,00, como em Cascavel/PR, por exemplo, onde o preço passou de R$ 58 para R$ 58,50/saca, segundo a Coopavel. Em Maringá, de cordo com a Cocamar, o preço registrou o mesmo aumento. Em Não-Me-Toque/RS, a saca de soja passou a valer R$ 60,50 frente aos R$ 60 do início da semana, e em Passo Fundo, de R$ 66,50 para R$ 67,50. Uma valorização ainda mais expressiva, de R$ 2,00, foi registrada em Dourados/MS,  de R$ 57 para R$ 59 por saca. 
Além da soja em grão, o que também aumentou no Brasil foi o preço do farelo de soja. De acordo com um levantamento feito pelo Notícias Agrícolas, a tonelada do produto subiu entre 35 e 45% nos últimos 40 dias.

CBOT: Soja volta a subir e tem bons ganhos na manhã desta 6ª feira

Na manhã desta sexta-feira (7), a soja encerrou o pregão eletrônico com bons ganhos na Bolsa de Chicago. Os principais vencimentos da commodity registraram altas entre 12,00 e 19,75 pontos. O contrato julho/13, mais negociado nesse momento, fechou a sessão cotado a US$ 15,39/ bushel.
O mercado encontra suporte na demanda aquecida diante de estoques historicamente baixos configurando uma ajustada relação entre a oferta e a procura pelo produto norte-americano. Além disso, novas previsões climáticas para os Estados Unidos indicam novas chuvas para importantes regiões produtoras do Corn Belt e isso também estimulao avanço das cotações, principalmente nas posições mais distantes. 

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Soja: Com falta de novidades, mercado tem leve baixa em Chicago



O movimento de realização de lucros continua no mercado internacional da soja, depois das significativas altas dos últimos dias. Porém, o cenário dos fundamentos, de acordo com Steve Cachia, se mantém o mesmo. No curto prazo, suporte nos estoques apertados e na demanda aquecida e, nos contratos mais distantes, incertezas sobre a nova safra dos EUA trazendo volatilidade e um pouco de pressão ao mercado. 
Como explicou o analista de mercado da Cerealpar, o mercado entrou em um momento de mais calma agora, aguardando por novas informações, principalmente sobre a evolução da temporada 2013/14 norte-americana. 
"Os Estados Unidos, a cada dia que passa, tem menos soja, estoques historicamente e demanda, relativamente, firme. Na safra nova, um pouco de pressão porque as últimas áreas de milho poderiam ter uma parte trocada pela soja", disse Cachia. 
Frente a isso, para os próximos dias, o mercado deve contar com algumas sessões marcadas pelo ajuste de posições, ainda mais à espera do novo relatório de acompanhamento de safra na próxima segunda-feira (10) e mensal de oferta e demanda, ambos do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). "Depois disso, acredito que o mercado voltará a ficar um pouco mais agitado. Primeiramente, conhecendo esses números, para depois agir seja sobre fatores fundamentais ou até mesmo especulativos", afirma o analista. 

Soja trabalha com -2,6 e o milho com +3,2 na Bolsa de Chicago.