Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 19 de abril de 2013

Com o prêmio mais baixo os preços recuaram nesta sexta-feira.



O mercado opera em busca de uma consolidação dos preços após três sessões consecutivas de alta, além de os investidores buscarem um melhor posicionamento antes da chegada do final de semana. Na bolsa de Chicago as cotações para a soja estão bastante volátil operando com   -3,2 o milho com +7,4. Porém o preço da soja caiu R$ 1,00 por saca nessa sexta-feira na região de ITIQUIRA-MT e RONDONOPOLIS-MT com o prêmio baixo (-45).

 FECHAMENTO EM 19/04/2013


Dólar R$ 2,0080(0,3720)
Mínima R$2,0025
Máxima R$ 2,0135
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:


Mês Pontos Bushel
MAY13 (-3,2) 14,27
JUL13 (-8,2) 13,81
AUG13(-11,2) 13,27

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:


Mês Pontos Bushel
MAY13 (+7,4) 6,52
JUL13 (+1,6) 6,31
SET13 (+5,2) 5,72
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:


L. do Rio Verde: R$ 43,00
Rondonópolis: R$ 47,00
Alto Garça: R$ 49,00
Sorriso: R$ 43,50
Itiquira: R$ 50,00


FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:


L. do Rio Verde: R$ 10,00
Rondonópolis: R$ 14,30
Alto Garças: R$ 15,30
Sorriso: R$ 10,00
Itiquira: R$ 15,30

Após consecutivas altas, soja realiza lucros nesta 6ª feira na CBOT

Após três pregões consecutivos de altas, os futuros da soja realizam lucros na manhã desta sexta-feira (19) na Bolsa de Chicago. As perdas são pouco significativas e, por volta das 7h50 (horário de Brasília), variavam entre 0,50 e 4 pontos nas posições mais negociadas.


O mercado atua com duas dinâmicas diferentes. Uma delas é de pressão positiva para os vencimentos de mais curto prazo, justificada pela estreita relação entre a oferta e a demanda, focando principalmente os apertados estoques norte-americanos de soja.


Por outro lado, as boas expectativas para a nova safra dos Estados Unidos pesam sobre as cotações de longo prazo. E o mercado ainda observa o atraso no plantio do milho no país em função do clima adverso,o que poderia resultar, caso se agrave, em uma maior área cultivada com soja diante da necessidade de migração de cultura.

Tóquio fecha em queda com nervosismo sobre empresas

Ações na Bolsa de Tóquio fecharam em queda nesta quinta-feira, uma vez que o nervosismo sobre os resultados de empresas norte-americanas e a instabilidade do dólar beneficiaram as ondas de vendas. Com isso, exportadores de tecnologia, como a Kyocera e a Toshiba, recuaram na sessão e pesaram sobre o pregão.

O índice Nikkei caiu pela quarta vez nas últimas cinco sessões, perdendo 1,2%, para 13.220,07 pontos.

A participação retornou aos níveis observados após o anúncio de política monetária do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês), superando 4,3 bilhões de ações no valor de mais 3,0 trilhões de ienes. O montante mostra que a forte compra de ações no exterior continua.

Dados do Ministério de Finanças divulgados na quinta-feira mostraram que a compra externa líquida de ações japonesas atingiram um recorde na segunda semana de abril, superando 1,58 trilhões de ienes.

O índice Nikkei abriu em queda, influenciado por resultados corporativos decepcionantes do Bank of America e uma queda em ações da Apple.

O dólar também oscilou em relação ao iene, sendo negociado em torno 97,89 no fim da tarde em Tóquio, de 98,11 ienes no fim da tarde em Nova York.

Por outro lado, vários participantes do mercado ainda encontraram motivos para otimismo.

"Apesar de fracos resultados em várias empresas norte-americanas, o dólar se manteve razoavelmente bem, considerando todos os fatores", disse o gerente geral de equities Hiroichi Nishi, da SMBC Nikko Securities.

"O mercado inteiro estava tecnicamente sobrecomprado nesta semana e, essencialmente, à procura de catalisadores para vender", disse o analista Kenichi Hirano, Tachibana Securities.

Entre os pesos pesados, o SoftBank e a Fast Retailing caíram 1,6% e 1,3%, respectivamente, enquanto a Japan Tobacco perdeu 2,5%.

Diversas ações de tecnologia perderam terreno. A Kyocera recuou 2,0% e a Toshiba cedeu 3,7%.

A queda da Apple, na esteira de uma fraca previsão de receita feita pelo seu fornecedor Cirrus Logic, dos EUA, atingiu vários de seus fornecedores japoneses.

A Ibiden e a Murata Mfg perderam 2,1% e 2,9%, respectivamente, por causa das preocupações sobre os planos da empresa e as perspectivas de vendas para os dispositivos iPad e iPhone.

Uma reportagem do Nikkei dizia que os reguladores dos EUA planejam suspender a proibição dos voos de passageiros do Boeing 787 Dreamliner ainda este mês. A informação elevou as ações da ANA Holdings e da Japan Airlines. A dupla fechou em alta de 3,6% e 0,8%, respectivamente.

As ações da GS Yuasa saltaram mais de 11% antes de fecharem em 5,5%. A empresa tem sido objeto de investigações sobre a causa dos incêndios a bordo do 787 nos últimos meses.

"Embora as fontes das chamas ainda não estejam claras, as incertezas sobre as vendas e produção de baterias de Yuasa já recuaram", disse Naoki Fujiwara, gestor de fundos da Shinkin Asset Management. AS informações são da Dow Jones.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Safrinha de milho deve ser marcada por alta produção e queda no preço pago ao produtor

A safrinha de milho deverá ter um grande volume de produção. De acordo com estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o total deve ultrapassar 40 milhões de toneladas. Produtores, no entanto, temem a queda do preço do grão. Em 2012, as exportações brasileiras foram beneficiadas devido à seca norte-americana, que não deve se repetir este ano. Com menos vendas, pode sobrar milho no mercado interno e o preço pago ao produtor deve cair. Nas estradas que cortam o Estado de Goiás, BRs e rodovias estaduais, o movimento cresce a cada dia, na medida em que avança a colheita dos grãos. Na grande maioria, são carretas carregadas com soja e um pouco de milho da última safra. Em alguns pontos, o trânsito é lento. É o caso da BR-060, que liga Mato Grosso do Sul a Brasília. A rodovia passa por obras e a quantidade de veículos complica o tráfego.

Fonte:cenarioMT

 FECHAMENTO EM 18/04/2013


Dólar R$ 2,0165(0,9000)
Mínima R$2,0078
Máxima R$ 2,0210
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:


Mês Pontos Bushel
MAY13 (+9,2) 14,31
JUL13 (+11,0) 13,91
AUG13(+8,6) 13,40

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:


Mês Pontos Bushel
MAY13 (-16,0) 6,44
JUL13 (-11,2) 6,30
SET13 (-7,4) 5,66
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:


L. do Rio Verde: R$ 43,00
Rondonópolis: R$ 48,00
Alto Garça: R$ 49,00
Sorriso: R$ 43,50
Itiquira: R$ 50,50


FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:


L. do Rio Verde: R$ 10,00
Rondonópolis: R$ 14,30
Alto Garças: R$ 15,30
Sorriso: R$ 10,00
Itiquira: R$ 15,30

Futuros de grãos são mais elevados.


Futuros de grãos são maioresa maioria dos comerciantes na área de Chicago que ouvir a chuva cair. O evento de chuvas se deslocam através do Centro-Oeste, e tem comerciantes preocupados com o progresso de plantio como o calendário rapidamente se aproxima 01 de maio. Esta preocupação está causando realização de lucros nos spreads de touros. Há alguma saída para Maio nas posições de futuros como estamos para baixo a 7 dias de negociação antes do primeiro dia de notificação. Oferta apertada de grãos de soja e as margens de esmagamento pobres têm processadores abrandar a produção que está causando um mercado de farelo muito volátil. Base de farelo de soja saltou $ 4 para US $ 6 na quarta-feira. Demanda por milho safra e soja serão números importantes quando USDA liberar os dados semanais de exportação esta manhã às 7:30. Estimativas de comércio para o milho velho safra 100 a 300 TMT e nova safra 100 a 400 TMT, soja velha safra 100 a 500 TMT e nova safra de 50 a 500 TMT, farelo 50-225 TMT e nova safra de 0 a 200 TMT, cultura velha de óleo de soja 0 a 15 TMT e trigo safra velha 50-325 TMT e nova safra 80-500 TMT
Problema da China continua a crescer à medida que mais animais doentes com o vírus são encontrados.

ISRAEL
O mercado interno continua a mostrar que tem mais espaço para os preços melhorarem, ontem percebemos um forte rally no MT por um determinado momento, quanto menos soja sobrar mais vamos ter empresas disputando.
 

Brasil tem 4º pior desempenho no comércio exterior do G-20



O governo lutou para levar o dólar a um nível que tornasse as exportações brasileiras mais competitivas. Após uma série de medidas, a moeda americana passou a valer R$ 2 em maio de 2012 e respeitou o nível até janeiro. A estratégia, porém, parece ter surtido pouco efeito. Dados da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad) mostram que as exportações brasileiras caíram 5,3% em 2012, ano em que a média mundial cresceu 0,2%. O desempenho deu ao Brasil uma desconfortável posição de quarto pior resultado no comércio exterior entre as 20 maiores economias do mundo no ano passado.
Levantamento anual da Unctad mostra que empresas brasileiras venderam US$ 242,580 bilhões em 2012. Os dados mostram que, em ano de agravamento da crise financeira, o Brasil parece ter sido prejudicado especialmente pela queda do preço das commodities.
Segundo a pesquisa, o preço médio de comercialização dos produtos básicos caiu 8,6% em 2012 na comparação com o ano anterior. A queda foi puxada especialmente pelos produtos mais importantes na pauta de exportações brasileira: produtos agrícolas, com redução do preço de 22,9%, e minerais e metais, em queda de 14,6%.
A série histórica da Unctad mostra que, desde 2003, a tendência das exportações brasileiras acompanha com muita proximidade a evolução dos preços das commodities. Em 2012, o preço médio das commodities subiu 17,9% e as exportações brasileiras saltaram 26,8%. Um ano antes, os produtos básicos aumentaram 22,7% e os embarques do Brasil avançaram 31,9%. Em 2009, por outro lado, quando o preço médio mundial caiu 16,9%, o desempenho brasileiro recuou 22,7%.
Com o mau desempenho das commodities, outros grandes exportadores também amargaram desempenho ruim. Em 2012, a África do Sul registrou queda nos embarques de 11%, o pior do G-20. Indonésia (-6,3%), Austrália (-5%) e Argentina (-3,3%) também são grandes exportadores de commodities.
No ranking das exportações, o país desenvolvido com o pior desempenho foi o Reino Unido, que viu os embarques caírem 6,8%. França (-4,6%), Alemanha (-4,5%) e Japão (-3%) também perderam mercado.
Na outra ponta do ranking, estão países que dependem menos das commodities. Em 2012, o maior aumento das exportações aconteceu na Turquia, onde os embarques aumentaram 13,1%. Na pauta de exportações do país, os principais itens são roupas, têxteis, produtos metálicos e equipamentos de transporte.
Em seguida, estão China (7,9%) e México (6,1%), dois mercados com pauta de exportações focada em produtos industrializados. Maior economia do planeta, os EUA tiveram avanço de 4,5% das exportações.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Após sessão volátil, soja fecha em alta e milho no misto nesta 4ª

Depois de uma sessão de intensa volatilidade, a soja conseguiu fechar os negócios desta quarta-feira (17) em alta na Bolsa de Chicago. O cenário para os preços se repete, com os vencimentos de mais curto prazo registrando ganhos mais expressivos e os mais distantes, altas menos expressivas.

Segundo analistas, duas forças atuam sobre o mercado no presente momento: os fatores que competem à temporada 2012/13 e outro que referem-se à safra nova dos Estados Unidos. Além disso, mesmo que não tão significativamente, o mercado sente ainda uma influência do mercado financeiro, o qual provocou uma queda generalizada no mercado de commodities na última segunda-feira (15). 

Sobre a atual temporada, o que impera é o quadro de fundamentos. Apesar de a situação já ser conhecida pelo mercado, a atual oferta muito apertada e a demanda global pela soja ainda muito aquecida dá sustentação aos preços na Bolsa de Chicago. O vencimento maio/13 se mantém acima dos US$ 14 por bushel e a tendência para as cotações é de que, pelo menos no curto prazo, é de que se mantenham firmes. 

Para o analista de mercado Steve Cachia, da Cerealpar, o movimento do mercado na sessão desta quarta é normal e só reflete o momento atual. "Nos contratos da safra velha, a demanda forte e os estoques apertados de soja nos Estados Unidos dão sustentação aos preços".

Por outro lado, as boas expectativas para a nova safra de soja nortea-americana pressionam as cotações ou limitam seu potencial de alta. Ainda de acordo com o analista, neste momento - em que as informações sobre a temporada 2013/14 ainda são preliminares - a tendência para o milho é baixista e, para a soja, altista. 

Isso se dá com o atraso que já começa a ser registrado no plantio do milho nos EUA em função de condições climáticas não favoráveis, o que poderia estimular uma troca para o cultivo da soja por parte dos produtores. Na segunda-feira, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou seu primeiro relatório de acompanhamento da safra 2013 afirmando que, até o último dia 14, cerca de 2% da área já havia sido semeada com o cereal, enquanto no ano passado, nesse mesmo período, o índice era de 16%. 

Esse atraso é resultado de um inverno mais longo e de um clima bastante frio no país. As previsões indicam para esta semana fortes chuvas e baixas temperaturas no Meio-Oeste norte-americano, onde se localiza o Cinturão do Milho - principal região produtora do país, o que poderia atrasar ainda mais a semeadura do milho. 

"Se o plantio atrasar mais, na minha opinião, o produtor poderá ser forçado a trocar o milho por outra cultura, e o mais provável é de que seja pela soja", explicou Cachia. 

O quadro, portanto, confirma as expectativas do analista, uma vez que, em função desse atraso, os vencimentos referentes à safra nova do mercado do milho fecharam a sessão desta quarta-feira em alta na Bolsa de Chicago, enquanto os de mais curto prazo terminaram do lado negativo da tabela. "Por isso um mercado está operando ao contrário do outro", afirmou o analista referindo-se aos futuros da soja e do milho.

 FECHAMENTO EM 17/04/2013


Dólar R$ 1,9984(0,3770)
Mínima R$1,9850
Máxima R$ 2,0044
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:


Mês Pontos Bushel
MAY13 (+9,4) 14,21
JUL13 (+3,6) 13,79
AUG13(+3,4) 13,31

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:


Mês Pontos Bushel
MAY13 (-4,2) 6,59
JUL13 (-0,6) 6,40
SET13 (+6,4) 5,72
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:


L. do Rio Verde: R$ 42,00
Rondonópolis: R$ 47,00
Alto Garça: R$ 49,00
Sorriso: R$ 43,50
Itiquira: R$ 50,00


FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:


L. do Rio Verde: R$ 9,80
Rondonópolis: R$ 13,00
Alto Garças: R$ 16,00
Sorriso: R$ 9,80
Itiquira: R$ 14,00

Milho: Plantio fora da janela só faz aumentar as expectativas em relação ao clima no MT

As exportações de milho no primeiro trimestre do ano demonstram claramente a importância do estado para o mercado do cereal na safra 11/12. Isso se justifica visto que nos três primeiros meses do ano, o volume exportado foi de 4,3 milhões de toneladas, um recorde para o período no Estado. A ocorrência desses grandes embarques foi favorecida devido a grande produção apresentada por Mato Grosso na safra passada. Junto a isso, a baixa oferta do cereal nos principais países exportadores fez com que outros destinos não tradicionalmente importadores de milho brasileiro passasem a buscar o grão aqui. Como exemplo, temos o Japão, país que no primeiro trimestre de 2012 não realizou importações de milho mato-grossense, no entanto, neste ano, importaram 792 mil t, tornando-se o segundo maior importador de milho do Estado. Porém, para esta safra 12/13, o que se observa é uma situação diferente da ocorrida na safra passada, visto que a Argentina tem apresentado boa produtividade com a colheita do cereal. Além disso, os EUA, principal exportador de milho, mantém grande expectativa de plantio de milho para a safra 13/14. Em vista disso, podemos vir a perder alguns destinos que se tornaram importantes para o Estado em um cenário em que somente 22,3% da produção de milho está negociada. Leia o boletim completo no site do Imea www.imea.com.br

Fonte: Imea

Previsões para América do Sul são otimistas demais, afirma Oil World

As previsões para a safra de soja da América do Sul estão muito otimistas e não levam em conta recentes condições climáticas desfavoráveis para as lavouras, afirmou nesta terça-feira a consultoria alemã especializada em oleaginosas, a Oil World. A safra de soja dos principais exportadores da América do Sul (Brasil, Argentina, Paraguai, Bolívia e Uruguai) vão totalizar neste ano 143,6 milhões de toneladas, segundo estimativa da Oil World, um número inferior à última projeção do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), de 148,75 milhões de toneladas, mas ainda bem acima da colheita de 2012 (114,95 milhões de toneladas).

Fonte: Reuters

Bolsa de Tóquio fecha em alta com recuperação do dólar



O índice Nikkei ganhou 1,2%, terminado o pregão com 13.382,89 pontos, após queda de 0,4% da sessão anterior. Com o resultado desta quarta-feira, o Nikkei encerrou uma série de três dias de queda.
Os níveis de participação continuaram altos, embora tenham ficado abaixo da marca de quatro bilhões de ações, observada nas nove sessões anteriores. O volume total chegou a 3,8 bilhões de ações com o valor equivalente de quase 2,8 trilhões de ienes.
As ações abriram em terreno positivo, tendo em vista que Wall Street se recuperou na terça-feira após forte queda na sessão anterior, ao mesmo tempo em que o dólar se estabilizou acima da área de 97 ienes.
O dólar continuou a avançar durante a sessão, e mudava de mãos por volta de 98,28 no fim da tarde em Tóquio.
Segundo especialistas, os indicadores dos EUA cujos resultados foram melhores do que o esperado ajudaram a puxar os mercados para cima.
Vários agentes observaram que o mercado está acompanhando de perto a próxima reunião do G-20 que deve acontecer neste final de semana e como o Japão será recebido após as medidas de estímulo do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês).
"A política de relaxamento do Japão precisa ser entendida como um meio para acabar com a deflação e estimular o crescimento econômico - e não um meio para conduzir o iene para baixo", disse o analista Kenichi Hirano, da Tachibana Securities. "Se isso ficar claro no G-20, o dólar deve, eventualmente, chegar a 100 ienes."
Exportadores terminaram majoritariamente em alta. A Honda e Toyota Motor avançaram 2,4% e 1,8%, respectivamente.
Os resultados da Intel em geral sustentaram as ações de tecnologia. A Toshiba ganhou 5,5%, enquanto Advantest subiu 2,0% e Tokyo Electron avançou 0,8%.
As ações do mercado imobiliário e de finanças receberam ofertas generosas. O Mitsui Fudosan subiu 3,1% e o Sumitomo Mitsui Financial Group ganhou 4,0%.
O SoftBank fechou em alta de 1,1% depois da queda de 6,8% no dia anterior por causa de notícias relacionadas a oferta concorrente da Dish Network de US$ 25,5 bilhões pela Sprint Nextel.
A Nomura Holdings perdeu 2,4% depois de notícia de que a polícia financeira italiana apreendeu cerca de 1,8 bilhões de euros da unidade local da corretora japonesa por causa de supostas irregularidades financeiras no banco italiano Banca Monte dei Paschi di Siena.
A Daiwa Securities Group imediatamente se beneficiou, terminado em alta de 4,9%. As informações são da Dow Jones.