Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



terça-feira, 23 de abril de 2013

Progresso do plantio nos EUA e tendência do mercado.



OS  futuros dos grãos são menores após os mapas meteorológicos mostram temperaturas mais frescas para os proximos dias;  Após 11 ou 16 dias pode haver  temperaturas mais quentes com climas secos, o que pode elevar as cotações de chicago.
O progresso do plantio está tarde e vai ser vigiado de perto. Estamos ouvindo as estimativas pelo comércio de 5 a 6% plantada, atrazo de 18%  em comparação com média. O ritmo lento de plantio foi em 1993 com 4%.

O que deveria ter sido notícia favorável para o mercado não aconteceu (previsão de clima seco e quente), os fundos estão liquidando nesta manhã. USDA colocou o total plantado de  milho da semana passada em 4%, Três em cada quatro anos o milho plantado aumentou sua área e o rendimento caiu. É provável que o USDA vai fazer alguns ajustes para a produção do relatório do dia 10 de maio.

Acreditamos que se ocorrer o clima seco o mercado pode abrir janelas para melhores preços e contações da bolsa de Chicago, imagino que os fundos estão esperando o clima adverso se confirmar para dar uma nova direção.

Bolsas europeias avançam com balanços positivos

As bolsas europeias operam em alta nesta terça-feira, 23, sustentadas por uma série de balanços positivos e o leilão bem-sucedido de títulos da Espanha, apesar da divulgação de índices de atividade mistos na Europa e Ásia. O euro, por outro lado, cai e opera abaixo de US$ 1,30, pressionado pelo indicador de atividade da Alemanha, que mostrou contração na maior economia do bloco que compartilha a moeda única europeia.

O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro ficou em 46,5 em abril, mesma leitura de março, e ligeiramente acima dos 46,4 esperados por analistas consultados pela Dow Jones, segundo dados preliminares da Markit. O dado abaixo de 50, porém, continua indicando retração na atividade.

Já o PMI composto da Alemanha caiu para 48,8 em abril, de 50,6 em março, também ficando abaixo da marca de 50 que separa a expansão da contração. Na França, o mesmo indicador avançou este mês para 44,2, de 41,9 em março.

O PMI da China, divulgado na segunda-feira, 22, à noite pelo HSBC, mostra expansão mais lenta da atividade, com uma leitura preliminar de 50,5 em abril, ante 51,6 em março.

A Espanha, por sua vez, deu suporte aos negócios com ações no continente europeu ao vender 3,011 bilhões de euros (US$ 3,93 bilhões) em títulos de três e nove meses, um pouco mais do que o máximo pretendido de 3 bilhões de euros, a um custo bem menor que no leilão anterior. Também favorecem as bolsas europeias a publicação de bons resultados trimestrais de empresas como a ARM e a Richemont.

Enquanto isso, os yields (retorno ao investidor) dos bônus italianos caem, com o do papel de dez anos atingindo o menor nível de 2013, em meio à expectativa de que o presidente Giorgio Napolitano, reeleito no fim de semana, inicie negociações para a formação de um novo governo na Itália e encerre o impasse político que se arrasta desde fevereiro.

Às 8h03 (de Brasília), a Bolsa de Paris se destacava, com alta de 2,12%, enquanto Madri subia 1,97%, Milão avançava 1,96% e Londres e Frankfurt tinham ganhos de 1,03% e 0,95%, respectivamente. O euro recuava a US$ 1,2987, de US$ 1,3035 no fim da tarde de ontem em Nova York, e o dólar voltava a se afastar da marca de 100 ienes após os dados da China, cotado a 98,68 ienes, ante 99,22 ontem.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Melhora do clima nos EUA pressiona e soja.



Mercado realizando lucros nessa segunda-feira, soja com -13,2 e milho com -6,0 que contribuem para esse cenário de baixa, os preços mantém como na sexta-feira.
Os principais fatores de baixa foram a previsão de uma melhora climática nos Estados Unidos, mais casos de febre aftosa e novos cancelamentos de compras de soja no Brasil pela China.

FECHAMENTO EM 22/04/2013


Dólar R$ 2,0183(0,2980)
Mínima R$2,0095
Máxima R$ 2,0198
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:


Mês Pontos Bushel
MAY13 (-13,2) 14,15
JUL13 (-18,4) 13,64
AUG13(-18,0) 13,10

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:


Mês Pontos Bushel
MAY13 (-6,4) 6,46
JUL13 (-9,4) 6,23
SET13 (-16,4) 5,55
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:


L. do Rio Verde: R$ 43,00
Rondonópolis: R$ 47,00
Alto Garça: R$ 48,00
Sorriso: R$ 43,50
Itiquira: R$ 49,00


FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:


L. do Rio Verde: R$ 10,00
Rondonópolis: R$ 14,30
Alto Garças: R$ 15,30
Sorriso: R$ 10,00
Itiquira: R$ 15,30

China volta a cancelar compra de soja do Brasil, diz Blairo Maggi

Pela segunda vez no último mês, importadores chineses decidiram cancelar compra de soja brasileira alegando quebra de contrato. O problema, segundo os chineses, é o atraso no embarque causado por problemas de infraestrutura no Brasil.
 
A informação foi dada nesta sexta-feira (19) pelo senador e produtor de soja Blairo Maggi (PR), que criticou duramente os gargalos logísticos no Brasil. "É o fim do mundo", desabafou.
 
Acompanhado do presidente da Aprosoja (Associação Brasileira de Produtores de Soja), Glauber  Silveira, Maggi reuniu-se em Pequim com representantes do governo e de setores de exportação e importação de alimentos da China.
 
Eles não souberam dizer qual o volume da compra cancelada, mas disseram ser "vários navios".
Segundo Maggi, um dos compradores chineses que decidiu cancelar a compra contou ter sido obrigado a fechar sua processadora depois do atraso de 65 dias no embarque no porto de Santos.
No mês passado, a Sunrise, maior comercializadora chinesa de soja, anunciou que iria cancelar a compra de quase 2 milhões de toneladas do produto devido ao atraso provocado pela falta de infraestrutura no Brasil.
 
Dos Santos disse que a China compra 60% da soja exportada pelo país e e os danos gerados pelo gargalo logístico está fazendo o Brasil perder credibilidade.
Os compradores chineses afirmaram que os entraves farão com que troquem a soja do Brasil pela dos Estados Unidos.

Focus aponta inflação maior em 2013, em 5,70%



A projeção de inflação para os próximos 12 meses subiu de 5,42% para 5,53%, conforme a projeção suavizada para o IPCA. Há quatro semanas, estava em 5,42%. Nas estimativas do grupo dos analistas consultados que mais acertam as projeções, o chamado Top 5 da pesquisa Focus, a previsão para o IPCA em 2013 no cenário de médio prazo caiu de 5,73% para 5,72%. Para 2014, a previsão dos cinco analistas segue em 6,05% pela sexta semana. Há um mês, o grupo apostava em altas de 5,72% e de 6,05% para cada ano, respectivamente.
Entre todos os analistas ouvidos pelo BC, a mediana das estimativas para o IPCA em abril de 2013 subiu de 0,42% para 0,44, acima do 0,40% previsto há quatro semanas. Para maio de 2013, caiu de 0,32% para 0,31%. Há quatro semanas, estava em 0,33%.
Selic
Os economistas consultados na pesquisa Focus reduziram a previsão para a taxa básica de juros (Selic) no fim de 2013 de 8,50% para 8,25% ao ano. Para o fim de 2014, a mediana das projeções segue em 8,50% ao ano. Há quatro semanas, as duas projeções estavam em 8,50% ao ano.
A expectativa para a Selic no fim de maio segue em 7,75% ao ano, o que indica alta de 0,25 ponto porcentual em relação aos atuais 7,50% ao ano na próxima reunião do Copom. A projeção para Selic média em 2013 caiu de 7,88% para 7,81% ao ano. Estava em 7,81% há quatro semanas. Para 2014, segue em 8,50% ao ano. Estava em 8,50% há quatro semanas.
Nas estimativas do grupo dos analistas consultados que mais acertam as projeções, o chamado Top 5 da pesquisa Focus, a previsão para a Selic no fim de 2013 no cenário de médio prazo segue em 8,50% ao ano. Para o fim de 2014, continua em 8,38% ao ano.
Câmbio
A mediana das projeções para a taxa de câmbio ao final de 2013 segue em R$ 2,00 há oito semanas. Para o fim de 2014, a mediana segue em R$ 2,05 há cinco pesquisas. O o mercado financeiro manteve a previsão para a taxa média de câmbio em 2013 em R$ 2,00. Para 2014, a projeção subiu de R$ 2,03 para R$ 2,04. Há um mês, a pesquisa apontava que a expectativa de dólar médio estava em R$ 1,99 neste ano e R$ 2,04 no próximo.
Para o fim de abril, a estimativa segue em R$ 1,99. Para maio, segue em R$ 2,00. A mediana das projeções para o câmbio dos analistas do Top 5 médio prazo para o fechamento de 2013 segue em R$ 2,00. Para 2014, segue em R$ 2,02.
IGP-DI
A projeção para o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) em 2013 caiu de 4,95% para 4,80%. Para o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), que corrige a maioria dos contratos de aluguel, a expectativa recuou de 4,93% para 4,91%.
Quatro semanas atrás, o mercado previa altas de 4,87% para o IGP-DI e de 5,12% para o IGP-M. Para 2014, a projeção para o IGP-DI segue em 5,10%. Para o IGP-M, recuou de 5,31% para 5,30%. Quatro semanas antes, estavam em 5,10% e 5,31%, respectivamente.
A pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 22, também mostrou que a previsão para o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em 2013 segue em 5,12%. Há um mês, a expectativa dos analistas era de alta de 5,26% para o índice que mede a inflação ao consumidor em São Paulo. Para 2014, a projeção segue em 5,00%. Há quatro semanas estava em 4,90%.
Economistas reduziram ainda a estimativa para o aumento do conjunto dos preços administrados - as tarifas públicas - para 2013 de 2,95% para 2,85%. Para 2014, a projeção caiu de 4,10% para 4,00%. Há quatro semanas, as projeções eram de, respectivamente, 3,00% e 4,50%.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Com o prêmio mais baixo os preços recuaram nesta sexta-feira.



O mercado opera em busca de uma consolidação dos preços após três sessões consecutivas de alta, além de os investidores buscarem um melhor posicionamento antes da chegada do final de semana. Na bolsa de Chicago as cotações para a soja estão bastante volátil operando com   -3,2 o milho com +7,4. Porém o preço da soja caiu R$ 1,00 por saca nessa sexta-feira na região de ITIQUIRA-MT e RONDONOPOLIS-MT com o prêmio baixo (-45).

 FECHAMENTO EM 19/04/2013


Dólar R$ 2,0080(0,3720)
Mínima R$2,0025
Máxima R$ 2,0135
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:


Mês Pontos Bushel
MAY13 (-3,2) 14,27
JUL13 (-8,2) 13,81
AUG13(-11,2) 13,27

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:


Mês Pontos Bushel
MAY13 (+7,4) 6,52
JUL13 (+1,6) 6,31
SET13 (+5,2) 5,72
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:


L. do Rio Verde: R$ 43,00
Rondonópolis: R$ 47,00
Alto Garça: R$ 49,00
Sorriso: R$ 43,50
Itiquira: R$ 50,00


FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:


L. do Rio Verde: R$ 10,00
Rondonópolis: R$ 14,30
Alto Garças: R$ 15,30
Sorriso: R$ 10,00
Itiquira: R$ 15,30

Após consecutivas altas, soja realiza lucros nesta 6ª feira na CBOT

Após três pregões consecutivos de altas, os futuros da soja realizam lucros na manhã desta sexta-feira (19) na Bolsa de Chicago. As perdas são pouco significativas e, por volta das 7h50 (horário de Brasília), variavam entre 0,50 e 4 pontos nas posições mais negociadas.


O mercado atua com duas dinâmicas diferentes. Uma delas é de pressão positiva para os vencimentos de mais curto prazo, justificada pela estreita relação entre a oferta e a demanda, focando principalmente os apertados estoques norte-americanos de soja.


Por outro lado, as boas expectativas para a nova safra dos Estados Unidos pesam sobre as cotações de longo prazo. E o mercado ainda observa o atraso no plantio do milho no país em função do clima adverso,o que poderia resultar, caso se agrave, em uma maior área cultivada com soja diante da necessidade de migração de cultura.

Tóquio fecha em queda com nervosismo sobre empresas

Ações na Bolsa de Tóquio fecharam em queda nesta quinta-feira, uma vez que o nervosismo sobre os resultados de empresas norte-americanas e a instabilidade do dólar beneficiaram as ondas de vendas. Com isso, exportadores de tecnologia, como a Kyocera e a Toshiba, recuaram na sessão e pesaram sobre o pregão.

O índice Nikkei caiu pela quarta vez nas últimas cinco sessões, perdendo 1,2%, para 13.220,07 pontos.

A participação retornou aos níveis observados após o anúncio de política monetária do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês), superando 4,3 bilhões de ações no valor de mais 3,0 trilhões de ienes. O montante mostra que a forte compra de ações no exterior continua.

Dados do Ministério de Finanças divulgados na quinta-feira mostraram que a compra externa líquida de ações japonesas atingiram um recorde na segunda semana de abril, superando 1,58 trilhões de ienes.

O índice Nikkei abriu em queda, influenciado por resultados corporativos decepcionantes do Bank of America e uma queda em ações da Apple.

O dólar também oscilou em relação ao iene, sendo negociado em torno 97,89 no fim da tarde em Tóquio, de 98,11 ienes no fim da tarde em Nova York.

Por outro lado, vários participantes do mercado ainda encontraram motivos para otimismo.

"Apesar de fracos resultados em várias empresas norte-americanas, o dólar se manteve razoavelmente bem, considerando todos os fatores", disse o gerente geral de equities Hiroichi Nishi, da SMBC Nikko Securities.

"O mercado inteiro estava tecnicamente sobrecomprado nesta semana e, essencialmente, à procura de catalisadores para vender", disse o analista Kenichi Hirano, Tachibana Securities.

Entre os pesos pesados, o SoftBank e a Fast Retailing caíram 1,6% e 1,3%, respectivamente, enquanto a Japan Tobacco perdeu 2,5%.

Diversas ações de tecnologia perderam terreno. A Kyocera recuou 2,0% e a Toshiba cedeu 3,7%.

A queda da Apple, na esteira de uma fraca previsão de receita feita pelo seu fornecedor Cirrus Logic, dos EUA, atingiu vários de seus fornecedores japoneses.

A Ibiden e a Murata Mfg perderam 2,1% e 2,9%, respectivamente, por causa das preocupações sobre os planos da empresa e as perspectivas de vendas para os dispositivos iPad e iPhone.

Uma reportagem do Nikkei dizia que os reguladores dos EUA planejam suspender a proibição dos voos de passageiros do Boeing 787 Dreamliner ainda este mês. A informação elevou as ações da ANA Holdings e da Japan Airlines. A dupla fechou em alta de 3,6% e 0,8%, respectivamente.

As ações da GS Yuasa saltaram mais de 11% antes de fecharem em 5,5%. A empresa tem sido objeto de investigações sobre a causa dos incêndios a bordo do 787 nos últimos meses.

"Embora as fontes das chamas ainda não estejam claras, as incertezas sobre as vendas e produção de baterias de Yuasa já recuaram", disse Naoki Fujiwara, gestor de fundos da Shinkin Asset Management. AS informações são da Dow Jones.