Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

SOJA: CHICAGO REVERTE E REGISTRA PERDAS NO MEIO-PREGÃO

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
opera com preços mais baixos para o grão, mistos para o farelo e mais altas
para o óleo no meio-pregão de hoje. Após abrir com ganhos, o mercado reverteu
para o território negativo, pressionado por um movimento de vendas frente ao
final de ano. A oleaginosa também é influenciada negativamente pela previsão
de safra recorde no Brasil.
Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro de 2013 estão cotados
a US$ 14,23 1/2 por bushel, perda de 1,00 centavos de dólar em relação ao
fechamento anterior. As posições da soja em grão com entrega em março de
2013 estão cotadas a US$ 14,18 por bushel, recuo de 0,50 centavo de dólar por
bushel.
No farelo, janeiro de 2013 tem preço de US$ 431,70 por tonelada, alta de
US$ 0,40 por tonelada em relação ao fechamento anterior. No óleo de soja, a
posição janeiro de 2013 vale 48,31 centavos de dólar por libra-peso, avanço
de 0,02 centavo de dólar em relação ao fechamento anterior.


FONTE: Safras e Mercado.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Chicago: Soja, milho e trigo fecham com baixas de dois dígitos

Nesta quarta-feira (26), a soja fechou o dia com perdas de dois dígitos na Bolsa de Chicago. Os principais contratos negociados da oleaginosa no mercado internacional encerraram a sessão perdendo mais de 15 pontos. Milho e trigo também recuaram.

O mercado passou por mais um movimento de realização de lucros com os investidores operando ainda na defensiva à espera de novidades, principalmente em relação à nova safra da América do Sul. A tendência, segundo analistas, é de que os traders reduzam sua exposição ao risco frente ao final do ano e, depois do Natal, o volume de negócios é menor.

Os preços da soja registraram esse forte recuo mesmo depois do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) ter reportado a venda de 108 mil toneladas de soja para destinos não conhecidos e mais 115 mil toneladas para a China.

Assim como a soja, os futuros do milho e do trigo também fecharam a sessão com perdas de dois dígitos. De acordo com analistas ouvidos pela agência de notícias Bloomberg, o trigo caiu ao menor patamar de preços em cinco meses e o principal fator de pressão negativa para o mercado do milho foi a demanda ainda bastante lenta para o produto norte-americano.

Os números de exportações semanais norte-americanas de milho confirmaram esse mau desempenho das vendas e o momento de procura pouco expressiva pelo milho dos EUA, com a demanda focada no grão da América do Sul.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Transporte da safra 2012/13 em MT pode ficar 56% mais caro, diz IMEA

A grande surpresa da safra 2012/13 em termos de custo de produção poderá ficar por conta do transporte. Segundo projeções do IMEA (Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária), transportar a safra soja, por exemplo, pode ser até 56% mais caro do que o registrado na última temporada. No pico do escoamento da produção, em março, o frete rodoviário pode chegar a R$ 310 por tonelada (ante R$ 198 em março de 2011) no trajeto entre Sorriso-MT e o
porto de Paraguá-PR.
De acordo com o grupo de pesquisa e extensão em logística da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiróz (Esalq), diversos fatores vêm pressionando o custo. Entre eles se destacam a quebra da safra americana, que fez crescer a demanda por soja do Brasil, a alta do óleo diesel e o escoamento de uma produção recorde de milho de inverno de Mato Grosso.


Fonte: Da redação

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Chicago: Vendas técnicas pressionam e soja fecha com quase de 30 pts de baixa

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago ampliaram suas perdas na sessão desta quarta-feira (19), sessão que está sendo marcada pela forte volatilidade e fecharam o dia com forte queda. A oleaginosa chegou a transitar pelos dois lados da tabela mais cedo, com oscilações pouco expressivas, porém, mais tarde assumiu um recuo mais intenso e terminou os negócios perdendo mais de 30 pontos.

Segundo analistas, neste ritmo de final de ano, o mercado é pressionado por movimentos de vendas técnicas diante de boas condições climáticas na América do Sul, principalmente no Brasil, e da recente notícia de cancelamento das compras de soja pela China nos Estados Unidos.

Como explicou Pedro Dejneka, analista da Futures International, de Chicago, "acima dos US$ 15, o mercado será vendido, e abaixo dos US$ 14, será comprado". O mercado, nestes últimos dias de 2012, vem trabalhando de forma técnica, sempre muito atento a importantes movimento do gráfico. "O volume de operações durante esta época do ano é geralmente pequeno, então qualquer volume maior move o mercado, tanto para baixo como para cima", completou.

O momento atual é de muita indefinição no mercado internacional da soja frente a incertezas, principalmente, sobre a safra 2012/13 sulamericana. A situação é mais preocupante na Argentina, onde as chuvas excessivas comprometem seriamente o processo de plantio e podem resultar em sérias perdas na colheita. Entretanto, há quem ainda creia em um volume acima dos 55 milhões de toneladas de soja.

Ainda segundo Dejneka, as previsões para a safra argentina variam entre 45 e 58 milhões de toneladas e, nem mesmo os produtores locais já sabem quais serão as reais consequências dessa enorme quantidade de chuvas. A projeção do analista é de que a Argentina produza 53 milhões de toneladas nesta temporada. Para o Brasil, ele espera algo entre 82 e 83 milhões de toneladas, 8,5 milhões de toneladas para o Paraguai e 4,5 milhões para a Bolívia a Uruguai.

"Ainda é cedo demais para ter-se qualquer tipo de convicção sobre o número final de produção na América do Sul. Ou seja, estimativas de produção ainda são pura especulação", disse Dejneka.

A latência dessa incerteza que ronda o mercado deverá ser reduzida a partir de janeiro quando será possível saber mais sobre o andamento do clima, estimativas de produção mais condizentes e o ritmo que a demanda da China tomará no próximo ano. "A indefinição do mercado traz suporte aos preços, pois dentro da situação atual, o mercado não pode “incentivar” maior demanda por meio de preços muito baixos", diz Dejneka.

O mercado ainda conta com fundamentos positivos, entretanto. Os estoques mundiais são historicamente baixos, a demanda se mantém aquecida há três quebras consecutivas de safra. Diante disso, agora o mercado está "disposto a pagar para ver como a safra irá se desenvolver na América do Sul. Até que o mercado tenha esta convicção de que a produção será acima de 145 milhões de toneladas na América do Sul, baixas serão compradas". Por outro lado, os preços poderão registrar um bom desempenho caso se confirme um corte significativo na colheita sulamericana.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Safra 12/13: Argentina quebra calendário para cumprir plano de plantio

Enquanto o Brasil conclui os trabalhos do plantio da safra 2012/13, a Argentina tenta driblar as enxurradas para conseguir cumprir seu plano de cultivo. O país, segundo maior produtor sul-americano de soja e milho e principal concorrente brasileiro no mercado internacional, está atropelando o calendário de semeadura e, segundo especialistas, isso pode prejudicar os resultados na colheita. De acordo com levantamento da Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 61% dos 19,7 milhões de hectares que devem ser destinados à oleaginosa foram plantados até a última semana. Nesta época do ano passado, o índice ultrapassava os 90%. No caso do milho, o atraso é de 10 pontos porcentuais – 61% do terreno foram plantados.


Fonte: Gazeta do Povo

Clima favorável no Brasil pressiona cotações da soja em Chicago

Pelo segundo dia consecutivo, os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam do lado negativo da tabela. Nesta terça-feira (18), a soja perdia mais de 17 pontos nos principais vencimentos. O vencimento janeiro/13, que ontem chegou a superar os US$ 15 por bushel nos momentos de alta, hoje, por volta das 11h (horário de Brasília), trabalhava a US$ 14,78, perdendo 18 pontos. Milho e trigo também recuavam.

As melhores condições climáticas na América do Sul favorecem o bom desempenho da safra 2012/13 e pesam sobre as cotações da oleaginosa em Chicago.

Segundo informações da Somar Meteorologia, as chuvas essa semana no Centro-Oeste, no sudeste e no sul do Brasil irão manter os bons níveis de umidade do solo, favorecendo um melhor desenvolvimento das plantas.

O clima está melhorando no Brasil e isso alivia as preocupações sobre o volume da oferta de soja que virá do Brasil neste ciclo. Porém, alguns analistas já sinalizam que somente a soja vinda da América do Sul não será suficiente para reabastecer os estoques de soja a níveis adequados e ainda atender a demanda - que ainda é muito forte - com tranquilidade, cenário que mantém o mercado sustentado.

Além da questão do clima na América do Sul, depois que o mercado atingiu os US$ 15 na sessão de ontem, os traders realizaram algumas vendas, estimulando os movimentos de realização de lucros. O mercado, como vem sendo explicado pelos analistas e consultores, precisa de novidades que possam sustentar essas altas.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Trigo e Seca nos EUA


Não há muito a relatar aqui dos EUA, exceto preocupações de seca. Trigo em nossa área continua com boa aparência, mas o trigo no oeste já está estressado com a seca  e alguns estão morrendo. A área que é mostrada como excepcionalmente seca cobre a maior parte das Grandes Planícies, que também é a nossa maior área produtora de trigo. Eu tenho visto relatos de que o trigo plantado no sistema de plantio direto está sendo muito melhor do que as áreas que não foram plantadas no sistema direto.

Eu estarei postando algum tipo revisão anual da situação na próxima semana, assim, se você não enviar mais relatórios até janeiro, está bem.
Espero que você tenha um tempo maravilhoso que celebra o nascimento de nosso Salvador.


David B. Rahe - Illinois EUA

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

SOJA: MÉDIA DIÁRIA DE EXPORTAÇÕES É DE US$ 34,9 MI NA 2a SEMANA DO MES

A arrecadação média diária com as exportações de soja
em grão ficou em US$ 34,879 milhões na segunda semana de dezembro. No
acumulado do mês, a média diária é de US$ 36,387 milhões, 14,3% inferior a
média diária de novembro, que fora de US$ 42,442 milhões.
Na comparação com a média diária de dezembro de 2011, de US$ 54,014
milhões, verifica-se uma baixa de 32,6% no valor obtido diariamente pelas
exportações de soja em grão, até agora, entre os dias 01 e 16 do corrente
mês.
As exportações de soja em grão do Brasil renderam US$ 73,5 milhões até
a segunda semana do mês, com média diária de embarques de US$ 7,4 milhões.
A quantidade total de soja exportada pelo país no mês chegou a 109,8 mil
toneladas, com média diária de 11 mil toneladas. O preço médio da tonelada
do grão ficou em US$ 669,70.
As exportações de farelo de soja do Brasil renderam US$ 230,1 milhões,
com média diária de embarques de US$ 23 milhões. A quantidade total de farelo
exportada pelo país no mês chegou a 438,9 mil toneladas, com média diária
de 43,9 mil toneladas. O preço médio da tonelada do farelo de soja ficou em
US$ 524,30.
As exportações de óleo de soja do Brasil renderam US$ 47,1 milhões, com
média diária de embarques de US$ 4,7 milhões. A quantidade total de óleo
exportada pelo país no mês chegou a 39,7 mil toneladas, com média diária de
4 mil toneladas. O preço médio da tonelada do óleo de soja no mês ficou em
US$ 1.186,50.

As informações são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), órgão
ligado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC).

SOJA: CHICAGO REVERTE E REGISTRA PERDAS NO MEIO-PREGÃO

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
opera com preços mais baixos no meio-pregão de hoje. O mercado abriu em alta,
sustentado pela boa demanda pelo produto norte-americano e por compras
associadas a fatores técnicos. Porém, a oleaginosa reverteu para o território
negativo, pressionada pela queda no milho.
Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de
Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 151 mil toneladas de soja em
grão para destinos não revelados. Desse total, 91 mil toneladas serão
entregues na temporada 2012/13 e 60 mil toneladas na temporada 2013/14. Toda
operação envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100 mil toneladas do
grão, feita para o mesmo destino e no mesmo dia, tem que ser reportada ao
USDA.
As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 36,990
milhões de bushels na semana encerrada no dia 13 de dezembro conforme
relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos
(USDA). Na semana anterior, as inspeções haviam atingido 48,422 milhões de
bushels (número revisado). No ano passado, em igual período, o total foi de
31,809 milhões de bushels. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1 de
setembro, as inspeções estão em 687,337 milhões de bushels, contra 490,883
milhões de bushels no acumulado do ano-safra anterior.
Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro de 2013 estão cotados
a US$ 14,94 1/2 por bushel, perda de 1,50 centavos de dólar em relação ao
fechamento anterior. As posições da soja em grão com entrega em março de
2013 estão cotadas a US$ 14,87 1/4 por bushel, recuo de 4,25 centavos de dólar
por bushel.
No farelo, janeiro de 2013 tem preço de US$ 457,50 por tonelada, baixa de
US$ 0,30 por tonelada em relação ao fechamento anterior. No óleo de soja, a
posição janeiro de 2013 vale 49,59 centavos de dólar por libra-peso,
elevação de 0,40 centavo de dólar em relação ao fechamento anterior.


Fonte: Safras e Mercado.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Soja: Demanda aquecida por grão e derivados impulsiona altas

Nesta sexta-feira (14), a soja opera com expressivas altas na Bolsa de Chicago. Por volta das 10h (horário de Brasília), as posições mais próximas registravam ganhos de mais de 13 pontos. O vencimento janeiro/13 já se aproximava dos US$ 15 por bushel, operando a US$ 14,90, com alta de 13,75 pontos.

A demanda aquecida pela soja norte-americana, praticamente a única disponível no mercado, tem sido o principal suporte de pressão para os preços. Nesta quinta-feira (13), o USDA reportou as exportações semanais dos EUA em mais de 1 milhão de toneladas, e o volume ficou bem acima das expectativas do mercado. A China, como tradicionalmente acontece, foi a principal compradora da commodity.

"O movimento de alta permanece enquanto a demanda nos Estados Unidos estiver presente. Para este período onde os estoques nos Estados Unidos estão apertados, com qualquer demanda fora do esperado, os mercados reagem", disse Mário Mariano, analista de mercado da Novo Rumo Corretora.

Além disso, nesta sexta, o Nopa (Associação Nacional dos Processadores de Oleaginosa dos EUA), deverá divulgar os números sobre o esmagamento de soja em novembro nos EUA e já se espera que seja maior do que o mês anterior, expectativa que também motiva a altas das cotações na sessão de hoje.

De acordo com Mariano, espera-se que o esmagamento chegue a 4.300 milhões de toneladas, contra 4.200 milhões do mês anterior. "Isso quer dizer que a demanda também por farelo está um pouco mais aquecida e favorece o avanço de hoje".


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes