Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Clima favorável no Brasil pressiona cotações da soja em Chicago

Pelo segundo dia consecutivo, os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam do lado negativo da tabela. Nesta terça-feira (18), a soja perdia mais de 17 pontos nos principais vencimentos. O vencimento janeiro/13, que ontem chegou a superar os US$ 15 por bushel nos momentos de alta, hoje, por volta das 11h (horário de Brasília), trabalhava a US$ 14,78, perdendo 18 pontos. Milho e trigo também recuavam.

As melhores condições climáticas na América do Sul favorecem o bom desempenho da safra 2012/13 e pesam sobre as cotações da oleaginosa em Chicago.

Segundo informações da Somar Meteorologia, as chuvas essa semana no Centro-Oeste, no sudeste e no sul do Brasil irão manter os bons níveis de umidade do solo, favorecendo um melhor desenvolvimento das plantas.

O clima está melhorando no Brasil e isso alivia as preocupações sobre o volume da oferta de soja que virá do Brasil neste ciclo. Porém, alguns analistas já sinalizam que somente a soja vinda da América do Sul não será suficiente para reabastecer os estoques de soja a níveis adequados e ainda atender a demanda - que ainda é muito forte - com tranquilidade, cenário que mantém o mercado sustentado.

Além da questão do clima na América do Sul, depois que o mercado atingiu os US$ 15 na sessão de ontem, os traders realizaram algumas vendas, estimulando os movimentos de realização de lucros. O mercado, como vem sendo explicado pelos analistas e consultores, precisa de novidades que possam sustentar essas altas.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Trigo e Seca nos EUA


Não há muito a relatar aqui dos EUA, exceto preocupações de seca. Trigo em nossa área continua com boa aparência, mas o trigo no oeste já está estressado com a seca  e alguns estão morrendo. A área que é mostrada como excepcionalmente seca cobre a maior parte das Grandes Planícies, que também é a nossa maior área produtora de trigo. Eu tenho visto relatos de que o trigo plantado no sistema de plantio direto está sendo muito melhor do que as áreas que não foram plantadas no sistema direto.

Eu estarei postando algum tipo revisão anual da situação na próxima semana, assim, se você não enviar mais relatórios até janeiro, está bem.
Espero que você tenha um tempo maravilhoso que celebra o nascimento de nosso Salvador.


David B. Rahe - Illinois EUA

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

SOJA: MÉDIA DIÁRIA DE EXPORTAÇÕES É DE US$ 34,9 MI NA 2a SEMANA DO MES

A arrecadação média diária com as exportações de soja
em grão ficou em US$ 34,879 milhões na segunda semana de dezembro. No
acumulado do mês, a média diária é de US$ 36,387 milhões, 14,3% inferior a
média diária de novembro, que fora de US$ 42,442 milhões.
Na comparação com a média diária de dezembro de 2011, de US$ 54,014
milhões, verifica-se uma baixa de 32,6% no valor obtido diariamente pelas
exportações de soja em grão, até agora, entre os dias 01 e 16 do corrente
mês.
As exportações de soja em grão do Brasil renderam US$ 73,5 milhões até
a segunda semana do mês, com média diária de embarques de US$ 7,4 milhões.
A quantidade total de soja exportada pelo país no mês chegou a 109,8 mil
toneladas, com média diária de 11 mil toneladas. O preço médio da tonelada
do grão ficou em US$ 669,70.
As exportações de farelo de soja do Brasil renderam US$ 230,1 milhões,
com média diária de embarques de US$ 23 milhões. A quantidade total de farelo
exportada pelo país no mês chegou a 438,9 mil toneladas, com média diária
de 43,9 mil toneladas. O preço médio da tonelada do farelo de soja ficou em
US$ 524,30.
As exportações de óleo de soja do Brasil renderam US$ 47,1 milhões, com
média diária de embarques de US$ 4,7 milhões. A quantidade total de óleo
exportada pelo país no mês chegou a 39,7 mil toneladas, com média diária de
4 mil toneladas. O preço médio da tonelada do óleo de soja no mês ficou em
US$ 1.186,50.

As informações são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), órgão
ligado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC).

SOJA: CHICAGO REVERTE E REGISTRA PERDAS NO MEIO-PREGÃO

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
opera com preços mais baixos no meio-pregão de hoje. O mercado abriu em alta,
sustentado pela boa demanda pelo produto norte-americano e por compras
associadas a fatores técnicos. Porém, a oleaginosa reverteu para o território
negativo, pressionada pela queda no milho.
Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de
Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 151 mil toneladas de soja em
grão para destinos não revelados. Desse total, 91 mil toneladas serão
entregues na temporada 2012/13 e 60 mil toneladas na temporada 2013/14. Toda
operação envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100 mil toneladas do
grão, feita para o mesmo destino e no mesmo dia, tem que ser reportada ao
USDA.
As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 36,990
milhões de bushels na semana encerrada no dia 13 de dezembro conforme
relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos
(USDA). Na semana anterior, as inspeções haviam atingido 48,422 milhões de
bushels (número revisado). No ano passado, em igual período, o total foi de
31,809 milhões de bushels. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1 de
setembro, as inspeções estão em 687,337 milhões de bushels, contra 490,883
milhões de bushels no acumulado do ano-safra anterior.
Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro de 2013 estão cotados
a US$ 14,94 1/2 por bushel, perda de 1,50 centavos de dólar em relação ao
fechamento anterior. As posições da soja em grão com entrega em março de
2013 estão cotadas a US$ 14,87 1/4 por bushel, recuo de 4,25 centavos de dólar
por bushel.
No farelo, janeiro de 2013 tem preço de US$ 457,50 por tonelada, baixa de
US$ 0,30 por tonelada em relação ao fechamento anterior. No óleo de soja, a
posição janeiro de 2013 vale 49,59 centavos de dólar por libra-peso,
elevação de 0,40 centavo de dólar em relação ao fechamento anterior.


Fonte: Safras e Mercado.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Soja: Demanda aquecida por grão e derivados impulsiona altas

Nesta sexta-feira (14), a soja opera com expressivas altas na Bolsa de Chicago. Por volta das 10h (horário de Brasília), as posições mais próximas registravam ganhos de mais de 13 pontos. O vencimento janeiro/13 já se aproximava dos US$ 15 por bushel, operando a US$ 14,90, com alta de 13,75 pontos.

A demanda aquecida pela soja norte-americana, praticamente a única disponível no mercado, tem sido o principal suporte de pressão para os preços. Nesta quinta-feira (13), o USDA reportou as exportações semanais dos EUA em mais de 1 milhão de toneladas, e o volume ficou bem acima das expectativas do mercado. A China, como tradicionalmente acontece, foi a principal compradora da commodity.

"O movimento de alta permanece enquanto a demanda nos Estados Unidos estiver presente. Para este período onde os estoques nos Estados Unidos estão apertados, com qualquer demanda fora do esperado, os mercados reagem", disse Mário Mariano, analista de mercado da Novo Rumo Corretora.

Além disso, nesta sexta, o Nopa (Associação Nacional dos Processadores de Oleaginosa dos EUA), deverá divulgar os números sobre o esmagamento de soja em novembro nos EUA e já se espera que seja maior do que o mês anterior, expectativa que também motiva a altas das cotações na sessão de hoje.

De acordo com Mariano, espera-se que o esmagamento chegue a 4.300 milhões de toneladas, contra 4.200 milhões do mês anterior. "Isso quer dizer que a demanda também por farelo está um pouco mais aquecida e favorece o avanço de hoje".


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

CBOT: Soja opera em alta com bons dados de exportações dos EUA

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou, nesta quinta-feira (13), seu relatório de registro de exportações reportando as vendas semanais de soja norte-americanas e, 1.319.400 milhão de toneladas na semana encerrada em 6 de dezembro.

O volume ficou bem acima das estimativas do mercado, que variavam de 700 mil a 900 mil toneladas. O volume foi maior também do que o registrado na semana passada, de 1.142.700 milhão de toneladas. A China, como tradicionalmente acontece, foi o principal comprador da oleaginosa norte-americana, adquirindo 1.008.800 milhão de toneladas.

Já as vendas de farelo de soja somaram, na mesma semana, 271.900 mil toneladas, enquanto as projeções oscilavam entre 200 mil e 300 mil toneladas. O volume, entretanto, recuou em relação à semana anterior, quando foram exportadas 463.600 mil toneladas.

No caso do óleo de soja, por outro lado, as exportações semanais dos EUA ficaram acima do esperado. Enquanto as expectativas do mercado estavam entre 15 mil e 25 mil toneladas, as vendas totalizaram 30.500 mil toneladas. O volume foi bem maior do que o da semana anterior, de 19 mil toneladas.

Chicago - Como dito antes da divulgação dos números pelo analista Marcos Araújo, da Agrinvest, os números aguardavam essas informações para definir uma dirção para o mercado. Com as exportações tanto de soja em grão quanto de óleo acima das expectativas e as de farelo dentro do esperado, as cotações passaram para o lado positivo da tabela. Por volta das 12h20 (horário de Brasília), as posições mais negociadas já operavam com ganhos um pouco mais expressivos, acima dos 6 pontos.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Grãos: Sem novidades, mercado registra mais uma sessão de baixas na CBOT

Na sessão desta quarta-feira (12), soja, milho e trigo operam em queda na Bolsa de Chicago, registrando ligeiras perdas. O mercado internacional de grãos estende as perdas do pregão anterior depois que os preços refletiram os números de oferta e demanda divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) ontem e que não trouxeram muitas novidades.

Entretanto, os preços já deixaram esses dados de lado e operam de forma técnica, segundo explicou Steve Cachia, analista de mercado da Cerealpar Corretora. "O mercado reagiu de imediato a esses números, mas depois que absorveu os dados, entrou em uma fase técnica que, já há alguns anos, é tradicional nessa reta final do ano", disse Cachia.

Os fundamentos já são conhecidos pelo mercado e por isso o mercado perde um pouco da sua convicção para exibir movimentos mais expressivos de alta ou baixa. Nestes últimos dias de 2012, segundo explica o analista, é importante que se acompanhe as movimentações dos fundos de investimentos especuladores e a postura com que negociam. "Às vezes, algumas realizações de lucros que podemos ver não são relacionadas aos fundamentos, mas apenas com ajustes de posições visando um bônus de rendimento melhor no final do ano", completa.

Esse comportamento mais técnico do mercado, portanto, deverá trazer ainda mais volatilidade ao mercado. A demanda continua aquecida, os estoques de soja são historicamente baixos, porém, essas informações já são conhecidas pelo mercado, o que faz com que os preços sigam sustentados. Porém, essa presença mais ativa dos fundos de investimentos pode provocar movimentos de realizações de lucros em função de ajustes de posições.

Já no médio e longo prazos, o que se espera é de que as cotações, principalmente da soja, se recuperem frente a este cenário fundamental promissor, de acordo com o analista. Cachia afirma que o mercado acompanha com atenção o clima na América do Sul, "que está longe de ser perfeito", e, por outro lado, a entressafra norte-americana deverá chegar mais cedo ao mercado, aumentando, eventualmente, uma nova necessidade de racionar o produto através de um aumento dos preços.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

ECONOMIA: DÓLAR COMERCIAL ENCERRA EM QUEDA DE 0,14%, COTADO A R$ 2,0750

O dólar comercial encerrou as negociações de hoje em queda
de 0,14%, cotado a R$ 2,0730 na compra e a R$ 2,0750 na venda. Na terça-feira,
a divisa havia encerrado em alta de 0,04%, cotado a R$ 2,0780 para venda.
Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 2,0720 e a
máxima de R$ 2,0830.
O Banco Central (BC) realizou hoje dois leilões de venda conjugados com
leilões de compra de dólares, entre 10h20 e 10h25 (leilão A) e 10h35 e 10h40
(leilão B). A taxa de corte do leilão A ficou em R$ 2,088700 e a do leilão B
ficou em R$ 2,098685. O volume total ofertado foi de US$ 1,5 bilhão.
A taxa de câmbio a ser utilizada para a venda de dólares por parte do
Banco Central é de R$ 2,0800 (taxa de venda da Ptax das 10h). A data da
liquidação das operações de venda nos leilões será dia 14, sexta-feira. As
datas das liquidações das operações de compra no leilão 'A' será dia 14
de janeiro de 2013 (31 dias) e no leilão 'B' dia 14 de fevereiro de 2013 (62
dias).

As informações partem da Agência CMA.

ECONOMIA: FED COMPRARÁ US$ 45 BI MENSAIS EM TITULOS/TESOURO

O Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos)
passará a fazer aquisições mensais de US$ 45 bilhões em títulos do Tesouro
do país após o fim da "Operação Twist", de acordo com a decisão anunciada
há pouco pelo Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês).
A instituição afirmou também que continuará a adquirir mensalmente US$
40 bilhões em títulos apoiados em hipotecas. O objetivo das compras é apoiar
a recuperação econômica e garantir que a inflação atinja a meta
estabelecida (2%).
Além disso, o Fed decidiu também alterar a base de referência para a
manutenção dos juros na faixa atual, que foi mantida entre zero e 0,25%.
O banco central, que antes previa juros neste patamar até 2015, passou a
afirmar que eles permanecerão baixos enquanto a taxa de desemprego estiver
acima de 6,5% e a perspectiva de inflação para os próximos um ou dois anos
apontar uma taxa até 0,5 ponto porcentual acima da meta de inflação,
atualmente em 2,0% ao ano.


As informações são da agência CMA.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

USDA reduz estoques de soja dos EUA e aumenta produção mundial de milho

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou nesta terça-feira (11) seu novo relatório de oferta e demanda e, segundo analistas, não trouxe muitas surpresas e , frente a isso, a reação do mercado pouco expressiva.

Os números reportaram a produção de soja dos EUA em 80.66 milhões de toneladas, volume em linha com o estimado no relatório de novembro. A produtividade também foi mantida em 44,57 sacas por hectare.

Por outro lado, o USDA reduziu suas projeções para os estoques finais de soja do país. As reservas passaram de 3,81 milhões, estimadas em novembro, para 3,54 milhões de toneladas. As exportações de soja dos EUA foram estimadas em 36,6 milhões de toneladas.

No cenário mundial, a produção de soja foi estimada pelo departamento norte-americano em 267,72 milhões de toneladas, frente as 267,6 milhões projetadas em outubro. Já os estoques finais mundiais foram reduzidos de 60,02 milhões para 59,93 milhões de toneladas.

Para a China, o estimado é de que a produção chegue a 12,60 milhões de toneladas e suas importações deverão somar as 63 milhões de toneladas.

Milho - No caso do milho, o USDA estimou o mesmo volume produzido nos Estados Unidos de 272,43 milhões de toneladas, em linha com a projeção reportada em novembro. A produtividade também foi mantida em 129,45 sacas por hectare.

A estimativa para os estoques finais de milho também foram mantidas em relação a novembro e permaneceram em 16,43 milhões de toneladas. As exportações norte-americanas do cereal foram reportadas em 29,2 milhões de toneladas e, para a fabricação de etanol o esperado é que sejam utilizadas 114,3 milhões de toneladas.

A produção mundial de milho foi estimada pelo USDA neste relatório de dezembro em 849,09 milhões de toneladas, contra as 839,70 milhões indicadas no mês passado. Em contrapartida, os estoques finais registraram um leve recuo, passando de 117,99 milhões para 117,61 milhões de toneladas.

Para a produção brasileira, o departamento estima uma produção de 70 milhões de toneladas, mesmo número do boletim anterior, e para a Argentina, reduziu sua projeção de 28 milhões para 27,5 milhões de toneladas.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes