Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quarta-feira, 21 de novembro de 2012

AVISULAT: GOVERNO ESTÁ PREOCUPADO COM SETOR AGROPECUÁRIO

Por Arno Baasch, de Bento Gonçalves (RS)
O Superintendente Federal do Ministério da Agricultura no
Rio Grande do Sul, Francisco Signor, sinalizou durante a abertura do Avisulat
2012, na manhã de hoje, em Bento Gonçalves (RS), que o ministro da
Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, está muito preocupado com o setor
agropecuário do Brasil e Rio Grande do Sul no que tange à política de
abastecimento de milho aos setores de aves, suínos e leite. "Como ficaria a
economia do Rio Grande com o risco destes setores ficarem impossibilitados de
produzir?", indagou Signor.
Signor disse que o setor público tem de se fazer presente, no sentido de
criar mecanismos para a colocação de produtos no mercado interno e externo.
"Há alguns anos o grande problema era crédito, que agora está resolvido, mas
agora precisamos trabalhar para desenvolver produtos com qualidade e sanidade,
especialmente levando em conta que nos próximos 10 anos a produção de carne
de frango, bovina, suína e do setor lácteo terão de crescer
significativamente para atender as demandas", afirma.
O presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados
do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS), Wilson Zanatta, destacou a
evolução do setor lácteo e reiterou a necessidade de discussões envolvendo
as políticas nacional e estadual do leite para o crescimento da cadeia
produtiva, assuntos estes que serão debatidos pela entidade no Avisulat 2012.
O presidente do Sindicato da Indústria de Produtos Suínos do Rio Grande
do Sul (SIPS), Osmildo Bieleski, sinalizou que o evento contribuirá para a
busca de soluções para os problemas enfrentados pelas indústrias e produtores
na atualidade, os quais envolvem a falta de matéria-prima para a produção de
ração para aves, suínos e bovinocultura de leite. "Não há condições de
continuarmos assim", desabafou.
O presidente da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), Nestor
Freiberger, salientou o esforço do governo estadual no sentido de desenvolver
um novo projeto de política industrial e uma readequação tributária, mas
reforçou a necessidade de uma solução para a carência de milho no Rio Grande
do Sul. "Chegamos ao limite", admitiu.


Fonte: Safras e Mercado.

Soja: Oil World estima baixa de 3 mi de ton nas safras do Brasil e da Argentina

A Oil World mais uma vez reduziu suas estimativas para a safra de soja da Argentina e do Brasil. Juntas, a safra dos dois países deverão apresentar uma baixa de 3 milhões de toneladas, de acordo com a consultoria. Essa diminuição se daria em função das condições climáticas desfavoráveis em regiões produtoras importantes de ambos os países.

Com isso, a projeção para a colheita da Argentina passou a 54 milhões de toneladas, contra as 56 milhões estimadas em outubro. Já para o Brasil, o estimado é que sejam colhidas 81 milhões de toneladas. No mês anterior, o estimado era de um volume de 82 milhões de toneladas.

Apesar dessas expectativas de menores safras, os números ainda ficam bem acima dos registrados na safra 2011/12. Na temporada anterior, os produtores brasileiros produziram 66,8 milhões de toneladas e os argentinos, 40,5 milhões.

A nova safra da América do Sul é aguardada com ansiedade pelo mercado, já que a produção norte-americana foi severamente atingida por uma das piores secas da história dos Estados Unidos. O que se espera é que a soja sulamericana seja capaz de aliviar os estoques mundiais no próximo ano, os quais já são historicamente baixos.

Por conta dessas perdas, em setembro deste ano os preços da oleaginosa no mercado internacional atingiram os maiores preços ede todos os tempos em Chicago. No entanto, na última semana as cotações desceram ao menor nível em cinco meses depois de informações de que a produção nos EUA seria maior do que o esperado.

Frente a isso, a Oil World acredita ainda que os Estados Unidos possam satisfazer uma parcela um pouco maior da demanda mundial, haja vista que a sua produção será maior do que mostravam as estimativas anteriores.

Farelo de Soja - A Oil World reduziu também suas estimativas para a os estoques finais de farelo de soja, que podem cair 6,8% chegando a 6,86 milhões de toneladas. As reservas mundiais de farelos de oleaginosas, por sua vez, devem registrar um recuo de 7,7%, passando a 8,47 milhões de toneladas.

Segundo a consultoria alemã, essa baixa dos estoques de farelo deverá impactar mais o setor de alimentação animal do que o de óleos vegetais, já que a produção de óleo de palma é bastante expressiva. As reservas de farelo deverão ser reduzidas até meados de abril, quando há a entrada da safra de soja da América do Sul amenizando as faltas de produto.

"A rentabilidade das rações se deteriorou severamente nos últimos meses e o racionamento da demanda por farelo de soja já começou. Esse racionamento será necessário, o que deverá manter os preços do produto em níveis elevados no médio prazo", disse a Oil World em seu relatório.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Trigo e Inverno nos EUA.

O inverno está prestes a se instalar aqui nos EUA. Nosso trigo de inverno em Illinois está em melhor forma do que nunca. A maior parte foi plantada mais cedo possível considerando a data recomendados para evitar Fly Hessian (espécie de mosca). Algumas lavouras foram plantadas mais tarde e estão apenas emergindo, mas parece ok também. Nós estamos olhando para a frente precisamos de mais chuvas. Eu introduzi uma sonda em um buraco profundo no fim de semana e temos umidade muito boa (cerca de 2 metros). O solo é muito seco abaixo disso, mas temos potencial para 15 dias de inverno através destes centímetros de chuvas acumulados desde o início da primavera, por isso ainda é de cedo para entrar em pânico.

Por David B. Rahe / Illinois - EUA.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Soja: Mercado recua com cancelamento de compras da China

O Centro de Informações sobre Grãos e Óleos da China (CNGOIC) informou nesta sexta-feira (16) que o país teria cancelado a compra de 10 navios de soja dos Estados Unidos (600 mil toneladas) por conta das margens de esmagamentos negativas. Segundo Eduardo Vanin, analista de mercado da Agrinvest, essa informação seria a principal a pressionar o mercado internacional da soja na sessão de hoje.

De acordo com o analista, os preços já vêm pressionados desde a divulgação do último relatório de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), onde o órgão indicou um aumento da produção de soja no país. Com isso, essa notícia negativa sobre a demanda acaba abrindo ainda mais espaço para o recuo das cotações.

Por isso, ainda de acordo com Vanin, é preciso que o mercado acompanhe de perto as informações sobre o comportamento das margens de esmagamento na China, que é o fator que está mais atrelado à demanda dos que os preços propriamente ditos.

Além disso, o mercado sente ainda a pressão negativa vinda do clima favorável para a safra 2012/13 na América do Sul. As condições têm sido favoráveis, principalmente para o Brasil e também para o Paraguai, e isso também pesa sobre os negócios em Chicago.

"O mercado vinha com uma tendência de alta, mas com dois relatórios do USDA negativos na sequência e também um clima favorável na América do Sul temos uma realização de lucros. E tecnicamente, o mercado - vencimento janeiro - perdeu a média de 200 dias que é tomado pelo mercado como a tendência de longo prazo, ou seja, a soja perdeu a tendência de alta de longo prazo", explicou Vanin. Para o analista, agora a chave do mercado é o clima na América do Sul.

No momento atual do mercado, outro fator que dá direcionamento aos negócios da soja em grão é o andamento do mercado do farelo. Os preços do produto também tem devolvido boa parte de seus ganhos, até mais do que o grãos, e isso pesa sobre as cotações.

A pressão nesse mercado vem, principalmente, de informações sobre uma possível safra recorde de soja na América do Sul. Caso se confirme esse grande volume na colheita sulamericana, espera-se que a produção de farelo também seja bastante expressiva, pressionando os preços no mercado global.

"Hoje temos, dos estoques globais, entre 60 e 70% na América do Sul e a produção sulamericana de farelo também deverá ser recorde (..). Além disso, ainda temos a Índia tomando o mercado de farelo de soja para os consumidores asiáticos, ou seja, temos também produtos substitutos em maior quantidade e isso tudo pressiona o mercado", completou Vanin.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Demanda firme estimula recuperação da soja em Chicago nesta quarta feira

A soja sobe pelo segundo dia consecutivo na Bolsa de Chicago e exibe uma recuperação técnica nesta quarta-feira (14). O foco do mercado, pós pressão vinda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), é a demanda ainda muito aquecida pelo produto dos EUA.

Depois da forte liquidação dos últimos dias, o mercado, como explicou o consultor de mercado Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, teria encontrado seu nível de suporte na faixa dos US$ 14 para o novembro, o mês disponível. Com isso, o mercado enxerga que a soja estaria "muito barata", o que permite essa recuperação dos preços, já que estimula a demanda.

Nesta terça-feira (13), o USDA divulgou seu relatório de inspeções semanais reportando um expressivo aumento dos embarques de soja na semana encerrada no último dia 8. O volume embarcado foi de 1,74 milhões de toneladas enquanto, na semana anterior, foi de 1,63 milhão. Os dados mostraram também que os embarques do acumulado deste ano-safra também estão bem acima do registrado na temporada anterior.

"Os Estados Unidos já estão com a comercialização da soja desta safra bastante adiantada e vai ter pouca oferta nas próximas semanas, e isso faz com que se desperte um olhar de alta nesse momento", explicou Brandalizze.

As projeções de consultorias internacionais, como disse o consultor, já indicam um aumento da procura por soja principalmente por parte de países emergentes como a China, maior consumidor mundial da oleaginosa, a Índia. Nem mesmo uma possível desaceleração no crescimento econômico estaria reduzindo a demanda destas nações por alimentos, o que também acaba sendo um fator altista para o mercado.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

terça-feira, 13 de novembro de 2012

AGRICULTURA: GOVERNO AMPLIA AUXILIO A PRODUTORES CASTIGADOS PELA

Medida provisória (MP) publicada hoje, no Diário Oficial da
União pela Presidência da República reforça os benefícios concedidos a
agricultores e famílias atingidas pela estiagem que castiga o Nordeste e os
estados de Minas Gerais e Espírito Santo.
Os agricultores prejudicados pela seca receberão um auxílio extra de R$
280 por meio do Programa Garantia-Safra 2011/2012, que já paga cinco parcelas
de R$ 80 a produtores atingidos pelo problema.
Excepcionalmente para a safra de 2012/2013, a MP exclui a exigência de o
produtor aderir ao programa apenas antes do plantio. Ainda para 2012, a
presidente Dilma Rousseff ampliou o auxílio emergencial financeiro em R$ 160,
elevando para R$ 560 o máximo a ser pago para famílias que sofrem com
desastres naturais.


Fonte: Agência Brasil.

SOJA: CHICAGO REVERTE E REGISTRA PERDAS NO MEIO-PREGÃO

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
opera com preços mais baixos no meio-pregão de hoje. O mercado chegou a
buscar uma recuperação frente às perdas de segunda-feira, quando atingiu o
pior patamar em cinco meses. Apesar do relatório de oferta e demanda do
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado na sexta-feira,
ter elevado a estimativa de safra do país acima do esperado, a demanda pela
oleaginosa continua firme e os estoques apertados, garantindo o avanço inicial.
Porém, o mercado reverteu para o território negativo, estendendo as últimas
perdas.
As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 64,065
milhões de bushels na semana encerrada no dia 08 de novembro conforme
relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos
(USDA). Na semana anterior, as inspeções haviam atingido 59,969 milhões de
bushels (número revisado). No ano passado, em igual período, o total foi de
54,123 milhões de bushels. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1 de
setembro, as inspeções estão em 434,246 milhões de bushels, contra 314,290
milhões de bushels no acumulado do ano-safra anterior.
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro de 2012 estão
cotados a US$ 14,04 1/2 por bushel, baixa de 6,50 centavos de dólar por bushel
em relação ao fechamento anterior. As posições da soja em grão com entrega
em janeiro de 2013 estão cotadas a US$ 13,96 por bushel, perda de 9,00 centavos
de dólar por bushel.
No farelo, dezembro de 2012 tem preço de US$ 428,60 por tonelada, recuo de
US$ 2,80 por tonelada em relação ao fechamento anterior. No óleo de soja, a
posição dezembro de 2012 vale 47,11 centavos de dólar por libra-peso,
retração de 0,28 centavo de dólar em relação ao fechamento anterior.


Fonte: Safras e Mercado.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

SOJA: CHICAGO REGISTRA FORTES PERDAS COM VENDAS TÉCNICAS

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
opera com preços bem mais baixos no meio-pregão de hoje. O mercado é
pressionado por vendas associadas a fatores técnicos, que levam a oleaginosa ao
pior patamar em quatro meses. O relatório de oferta e demanda do Departamento
de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado na sexta-feira, que elevou a
estimativa de safra do país acima do esperado, segue influenciando
negativamente. Os poucos problemas na oferta global completam o quadro baixista.
A produtividade está agora estimada em 39,3 bushels por acre, contra 37,8
bushels previstos em outubro. Com isso, a projeção para a produção americana
foi elevada de 2,860 bilhões (77,84 milhões de toneladas) para 2,971 bilhões
de bushels (80,66 milhões de toneladas).
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro de 2012 estão
cotados a US$ 14,42 por bushel, baixa de 40,00 centavos de dólar por bushel em
relação ao fechamento anterior. As posições da soja em grão com entrega em
janeiro de 2013 estão cotadas a US$ 14,08 3/4 por bushel, perda de 42,50
centavos de dólar por bushel.
No farelo, dezembro de 2012 tem preço de US$ 434,50 por tonelada, recuo de
US$ 15,20 por tonelada em relação ao fechamento anterior. No óleo de soja, a
posição dezembro de 2012 vale 47,16 centavos de dólar por libra-peso,
retração de 0,61 centavo de dólar em relação ao fechamento anterior.


Fonte: Safras e Mercado.

Em Chicago, soja inicia semana dando continuidade ao recuo de sexta-feira

A soja iniciou a semana dando continuidade ao fechamento bastante negativo da última sexta-feira (9) e opera com expressiva baixa na sessão de hoje, perdendo mais de 20 pontos nos principais vencimentos por volta das 8h50 (horário de Brasília).

No último pregão, o mercado trabalhou em campo negativo refletindo os últimos números de oferta e demanda divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). O departamento indicou um aumento na oferta, apesar das perdas ocasionadas pela seca, e esses dados exerceram forte pressão sobre os preços.

Paralelamente, alguns outros fatores completaram o cenário negativo e pesaram ainda mais sobre as cotações. Um desses fatores foi a foi a previsão da consultoria Informa Economics de um aumento de área e produtividade na próxima temporada nos Estados Unidos que poderiam fazer com que a produção norte-americana no ano que vem chegasse aos 94 milhões de toneladas, volume 16,5% maior do que o registrado em 2012. Um grande aumento foi previsto também para o milho.

Continue acompanhando o mercado pelo Notícias Agrícolas. Em instantes, mais informações sobre o andamento dos preços da soja, do milho e do trigo em Chicago.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Produção pode chegar a 182 milhões de t de grãos (atualizado)

A safra nacional de grãos do período 2012/2013 deve ficar entre 176,82 e 181,55 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 6,4% a 9,3% ou o correspondente a 10,65 milhões e 15,38 milhões de toneladas a mais que a da safra passada que chegou a 166,17 milhões. Os números são da intenção de plantio apurada no 2º levantamento da safra e divulgados hoje (8) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A soja teve maior o destaque entre as culturas em termos de crescimento de produção, com um acréscimo estimado entre 13,71 milhões e 16,61 milhões de toneladas em comparação com o período passado. Já o milho primeira safra apresentou uma elevação entre 216,6 mil e 1,52 milhão de toneladas, enquanto que o feijão primeira safra sofreu uma variação de – 1,4 mil a 49,3 mil toneladas. O motivo se deve aos altos preços do grão no mercado, devido à quebra de safra dos principais países exportadores.

Área – A estimativa aponta para uma área cultivada entre 50,89 e 52,22 milhões de hectares, resultado que indica uma variação desde a manutenção a um aumento de 2,6%, ou seja, poderá haver acréscimos de 1,34 milhão de hectares à área de 50,85 milhões cultivada na safra anterior.

A soja foi o único grão que apresentou crescimento de área, em comparação com o estudo das culturas de algodão, arroz, feijão primeira safra e milho primeira safra. A variação é de 5,5% a 9,3% ou o intervalo entre 1,39 e 2,34 milhões de hectares acima do obtido em 2011/2012, quando foram cultivados 25,04 milhões de ha.

Participaram do levantamento cerca de 50 técnicos da Conab que foram a campo nas principais regiões produtoras do país, no período de 22 a 26 de outubro.


Fonte: Raimundo Estevam/ Conab