Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quinta-feira, 20 de junho de 2013

Dólar opera em forte alta após Bernanke esclarecer plano para redução de estímulos

O dólar opera em forte alta generalizada em relação a moedas do G-10 e de países emergentes nesta manhã, após o presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, esclarecer a posição do banco central norte-americano em relação ao futuro de sua política de estímulos. Às 9h40, o dólar subia 1,54%, a R$ 2,239. Na máxima, atingiu R$ 2,249.
Depois de o Fed manter sua política monetária inalterada, Bernanke disse ontem à tarde que a instituição deve começar a reduzir suas compras de ativos este ano se a economia dos EUA continuar mostrando sinais de recuperação. Ele disse ainda que o processo será gradual e que a retirada total dos estímulos pode ser completada em meados de 2014.

Grãos realizam lucros na CBOT nesta 5ª feira

O mercado registra uma intensa realização de lucros no pregão eletrônico de hoje, soja trabalha com -12,0 e o minho com -6,0, devolvendo boa parte dos ganhos registrados na sessão anterior, quando a soja subiu mais de 17 pontos em algumas posições

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Grãos buscam direção e aguardam dados sobre economia dos EUA

No pregão desta quarta-feira (19), o mercado internacional de grãos opera na defensiva, tentando encontrar uma direção para os negócios. Os futuros da soja, do milho e do trigo  terminaram a sessão eletrônica próximos da estabilidade, do lado negativo da tabela, e esse movimento ainda podia ser visto no pregão regular. Porém, logo o mercado passou a operar em alta e, por volta de 12h (horário de Brasília), ganhavam entre 2 e 7 pontos. No milho, mercado também em alta, com altas de 3 a 8 pontos, já o trigo liderava as altas e subia mais de 10 pontos nas posições mais negociadas. 
Entre os fundamentos, tanto para a safra nova quanto para a safra velha, o cenário permanece inalterado. Porém, o mercado apresenta um menor apetite ao risco na sessão desta quarta à espera do pronunciamento do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, que acontece logo mais. 
A coletiva vem sendo muito esperada pelo mercado financeiro, que reflete um mau humor na manhã de hoje, e a expectativa é de que o presidente do banco central dos EUA indique uma direção sobre a política monetária do país, principalmente sobre  programa de estímulos da instituição. 
"Praticamente todos os ativos de risco estão esperando a divulgação da taxa de juros nos Estados Unidos e o pronunciamento de Bernanke. O mercado quer mais pistas para ter uma ideia de quando o banco central americano irá retirar esses estímulos monetários que estamos vendo hoje, o que levaria o dólar mais para cima, o que faria as commodities, ativos de risco, irem para baixo", explicou o analista de mercado Eduardo Vanin, da Agrinvest. 
No curto prazo, porém, os preços da soja e do milho seguem contando com o suporte dos baixos estoques norte-americanos e da demanda muito aquecida pelo produto dos EUA. O mercado interno norte-americano segue registrandoprêmios muito elevados nos portos locais, levando o preço da soja para julho  a mais de US$ 16 por bushel. De acordo com Vanin, nesta terça-feira foram registrados valores de mais de US$ 1 dólar acima do contrato julho. 
Para os vencimentos referentes à safra nova, ainda segundo Vanin, o mercado continua sendo pautado pelas mudanças climáticas nos Estados Unidos e o impacto que elas vêm registrando no desenvolvimento das lavouras. Um dos focos agora é o comportamento do clima para os próximos 6 a 15 dias. 
"O mercado ainda tem algumas perguntas a serem respondidas para se determinar o tamanho da safra. Depois, em meados de setembro, aí sim temos a entrada da safra americana e o mercado, sazonalmente, cai".
Milho - Esse cenário para os preços se repete no mercado do milho. O disponível, mesmo que um pouco menos agressivo do que o da soja, também conta com uma oferta menos restrita e a demanda aquecida, principalmente em função do alto uso do cereal para produção de etanol. 
Financeiro no Valor Econômico: Espera pelo Fed coloca investidor na retranca
Todos à espera do Federal Reserve (Fed). É esse o clima nos mercados financeiros globais nesta quarta-feira, dia em que o banco central americano toma sua decisão de política monetária. Embora a expectativa geral seja de que não vai haver mudanças - nem nos juros, nem no programa de compra de títulos -, os agentes financeiros alimentam grande expectativa com relação à fala do presidente da instituição, Ben Bernanke.
Em qualquer situação, as declarações de Bernanke farão preço. Se ele simplesmente deixar de dar sinais sobre o futuro da política monetária americana, estará esfriando as apostas que hoje estão nas mesas, de que os estímulos monetários poderão ser reduzidos em breve. Os efeitos sobre o mercado, que passam por uma forte correção nas últimas semanas por causa da possibilidade de haver uma mudança no ritmo de compra dos bônus do governo americano, podem ser intensos. É por isso que, até a hora da reunião, os investidores preferem ficar na retranca.

Dólar abre em alta à espera de fala de presidente do Fed


O dólar ante o real abriu nesta quarta-feira, 19, cotado a R$ 2,1830 no balcão, em alta de 0,28%. Em seguida, a moeda norte-americana à vista testou mínimas sequenciais até cair a R$ 2,1750 (-0,09%).

No mercado futuro, às 9h31, o contrato de dólar para julho de 2013 recuava 0,21%, a R$ 2,1825, após abrir a R$ 2,1880 (+0,05%) - máxima até o momento. A mínima ficou em R$ 2,1790 (-0,37%).

O desempenho ainda discreto do câmbio reflete a lateralidade exibida pela moeda norte-americana no exterior. Os mercados em âmbito global estão em compasso de espera pelo anúncio, nesta quarta-feira à tarde, da decisão de política monetária e da entrevista do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, nos Estados Unidos. A grande dúvida é sobre quando o Fed dará início à redução das compras de bônus nos EUA. Para a taxa de juros dos Fed Funds, a aposta é de manutenção nos níveis atuais historicamente baixos, de zero a 0,25% ao ano.

Apesar da cautela geral, alguns operadores de bancos e corretoras ouvidos pelo Broadcast não descartavam, mais cedo, alguma pressão sobre o câmbio interno nem a volta do Banco Central, caso a volatilidade se acentue. Há possibilidade de a agência de classificação de risco Moody''s retirar a perspectiva positiva do rating do Brasil, de acordo com a agência Reuters.

Na terça-feira, 18, o dólar à vista atingiu uma máxima, a R$ 2,1850 e o BC fez dois leilões consecutivos pela manhã no mercado futuro e vendeu US$ 4,5 bilhões em contratos de swap cambial com três vencimentos (1/8/, 2/9 e 1/10). O efeito de baixa sobre o dólar dessa injeção de liquidez, porém, durou pouco tempo. À tarde, a moeda norte-americana voltou a subir.

O gerente de câmbio de uma corretora atribuiu parte do ajuste a declarações do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos, do Senado. Tombini previu momentos difíceis e de "trepidações" no mercado mundial de câmbio por causa de ajustes do dólar em relação a outras moedas. Para ele, esse reposicionamento do mercado de câmbio pode ser um processo ainda muito longo. "Tombini corroborou expectativas de novas altas do dólar e isso pode estimular a demanda pela moeda", prevê o especialista.

De fato, o presidente do BC fez um prognóstico de continuidade de alta da moeda americana no Brasil. Ele afirmou que a atuação da autoridade monetária nesse mercado continuará, mas com o objetivo apenas de evitar mudanças bruscas de cotação, a volatilidade. Tombini salientou, porém, que apesar desse período ainda de incertezas, o mundo tende a ficar melhor no futuro do que nos últimos cinco anos. "Teremos de ver aonde isso nos levará e como se acomodará", disse. "A ação do BC é no sentido de consolidar o movimento da inflação para baixo e de mitigar os efeitos dessa depreciação, do fortalecimento do dólar em relação a várias moedas, incluindo o real", afirmou. Essa atuação, na avaliação de Tombini, fará com que o crescimento econômico do próximo semestre e o de 2014 sejam "balanceados".

Os agentes financeiros também atribuíram o ajuste de alta do dólar ontem ao avanço da moeda dos EUA no exterior, a preocupações com a economia brasileira e à busca por hedge (proteção) no mercado futuro. O dólar à vista no balcão encerrou o dia em alta de 0,23%, cotado a R$ 2,1780. Este é o maior patamar de fechamento desde 30 de abril de 2009. Já o dólar para julho fechou acima de R$ 2,18, cotado a R$ 2,1870.

Na agenda doméstica desta quarta-feira, 19, a presidente da República, Dilma Rousseff, recebeu o ministro da Fazenda, Guido Mantega, às 9h30. Mais cedo, a FGV informou que o Índice de Confiança da Indústria (ICI) apurado na prévia da Sondagem da Indústria apontou queda de 1,2% em junho em relação ao resultado de maio, atingindo 103,7 pontos, voltando a ficar abaixo da média histórica recente de 104 pontos. Essa é a menor pontuação desde julho de 2012, segundo os dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A prévia de junho demonstra que o Índice da Situação Atual (ISA) cedeu 1% ante a prévia de maio, para 104,6 pontos, abaixo da média histórica recente de 105,1 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE) caiu 1,3%, para 102,8 pontos.

Já o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) da indústria ficou estável na passagem de maio para junho, permanecendo em 84,6%, segundo a prévia da Sondagem da Indústria de junho, divulgada também pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado repetiu o indicador de maio e representa o maior nível desde janeiro de 2011, quando o indicador ficou em 84,7%. A prévia dos resultados da Sondagem da Indústria teve participação de 811 empresas entre os dias 03 e 14 de junho.

Diante do ambiente instável nos mercados em âmbito global, a Votorantim Cimentos anunciou que a sua oferta pública inicial (IPO) de distribuição primária e secundária de units da Votorantim Cimentos foi interrompida até o dia 11 de setembro. A companhia, que pediu a interrupção por até 60 dias úteis, disse que a operação foi adiada devido às condições adversas de mercado.

No exterior, a China informou que as importações de minério de ferro do País devem subir para um recorde de 750 milhões de toneladas métricas neste ano, com base nas tendências atuais, segundo o vice-secretário-geral da Associação de Ferro e Aço da China, Li Xinchuang, em uma conferência nesta quarta-feira. O país importou 744 milhões de toneladas de minério de ferro no ano passado. Li Xinchuang atribuiu o aumento ao contínuo desenvolvimento econômico da China, que, em grande parte, depende de aço.

Na zona do euro, a forte expansão das encomendas à indústria da Espanha, de 5,2% em abril ante o mesmo mês do ano passado, sem ajuste sazonal, ajuda a dar suporte ao euro.

Às 9h39, o euro estava a US$ 1,340, de US$ 1,3393 no fim da tarde de terça-feira, 18. O dólar estava a 94,98 ienes, de 95,32 ienes na véspera. A moeda norte-americana oscilava ante o dólar australiano (-0,16%), o dólar canadense ((-0,21%), o peso chileno (+0,30%), a rupia indiana (-0,08%), o peso mexicano (-0,06%) e o dólar neozleandês (-0,18%).

Grãos operam em busca de direção na manhã desta 4ª feira na CBOT

Na manhã desta quarta-feira (19), os contratos futuros da soja seguem operando em campo misto na Bolsa de Chicago. Por volta das 7h50 (horário de Brasília), o vencimento julho valia US$ 15,11, com alta de 0,50 ponto. Ao mesmo tempo, o agosto recuava 1 ponto, cotado a US$ 14,34. 
O milho e o trigo, no entanto, recuavam depois das boas altas registradas no pregão desta terça-feira (18). Ontem, os vencimentos mais longos do milho subiram mais de 10 pontos. 

terça-feira, 18 de junho de 2013

Desenvolvimento de plantio em Illinois EUA.

Por: David B. Rahe
Com o plantio do milho em fase de conclusão, muitos agricultores foram capazes de plantar mais soja, causando um aumento de 28 % de soja plantada. Devido às chuvas freqüentes em algumas partes do estado, alguns agricultores estavam lutando para conseguir feno cortado e embalado.

Precipitação média de 24.89 mm em todo o estado, bem em linha com o normal. As temperaturas em todo o estado em média 22.66ºC para a semana, 12.22ºC acima do normal. Houve 5 dias adequados para o trabalho de campo na semana passada. Níveis de umidade do solo superficial em todo o estado foram classificados como de 2 % ruim, 74% adequada e 24 % excedente. Plantio do milho foi de 99 % concluído, em comparação à média de cinco anos de 98 %. Milho vegetado progrediu para 94% em comparação a 100% no ano passado e da média de cinco anos de 94 %.  Condições milho foram classificados em 2 %muito ruim, 9 % ruim, 32 % regular, 44 % bom e 13 % excelente. Plantio de soja foi acelerado pelas condições climáticas da semana e avançou para 90 % concluída. A soja vegetada aumentou 67 %, em comparação com a média de cinco anos de 76 %. 

Dados de esmagamento de soja dizem respeito sobre estoques finais

O esmagamento de soja deve estar abaixo de 19% em Junho, julho e agosto. Em outros termos, isso significa que 1 em cada 5 unidades de processamento deve ser completamente fechada durante este período. O comércio terá que lidar com a questão, podemos importar soja o suficiente para atender às necessidades de esmagamento? O plantio tardio da soja também pode criar um buraco no abastecimento durante o final de agosto e setembro. O progresso de plantio estava em linha com as estimativas do comércio em 85% completo. As condições da soja estão começando a temporada em 64%, o que foi um pouco melhor do que o comércio estava esperando.
Condições do milho 1% bom e 64% excelente. Até o relatório de estoques trimestrais em 28 de junho o mercado vai ver muita volatilidade. 

Soja se recupera e sobe nesta 3ª feira, milho e trigo também avançam

O mercado internacional de  grãos tem um dia positivo, mesmo depois dos últimos números divulgados pelo USDA(Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sobre o desenvolvimento da nova safra do país. 
Assim, a soja consegue recuperar parte das perdas  registradas ontem, como o trigo, e o milho dá continuidade ao movimento de alta de ontem, quando fechou com a posição julho/13 subindo mais de 10 pontos. Por volta das 7h44 (horário de Brasília), a soja subia enttre 5,50 e 6,75 pontos, com o primeiro vencimento - julho/13 - valendo US$ 15,18 por bushel. 

Plantio da soja em 85% nos EUA e 64% das lavouras em boas condições

USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou, no final desta segunda-feira (17), que 85% da área de soja havia sido plantada até o último domingo (16). Na semana anterior, esse índice era de 71%. Porém, em relação ao ano passado, os números ainda apresentam um atraso. Em 2012, nesse mesmo período, 98% da semeadura já estava concluída, e a média dos últimos cinco anos é de 91%.
O departamento norte-americano informou ainda que 64% das lavouras de soja estão em boas ou excelentes condições. 30% estão em situação regular e 6% em condições ruins ou muito ruins.  
Sobre o milho, o USDA informou que também 64% das plantações estão em condições boas ou excelentes. Em situação regular, 28%, e 8% em condições ruins ou muito ruins. Na semana anterior, esses índices era de 63%, 29% e 8%, respectivamente. 

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Soja: Clima favorece nova safra dos EUA e mercado recua na CBOT

O mercado internacional registra um dia de expressivas baixas na Bolsa se Chicago nesta segunda-feira (17) e quem lidera as perdas é a soja, com baixas de mais de 10 pontos nos seus principais vencimentos por volta das 11h (horário de Brasília).
O principal fator de pressão para os preços na sessão de hoje é o clima favorável à nova safra dos Estados Unidos. O último final de semana foi de sol nas principais regiões produtoras norte-americanas, com boa umidade no solo e as previsões são de que essa semana continue com chuvasleves, adequadas ao bom desenvolvimento das lavouras. 
"Com isso, o mercado de clima veio forçando o noturno para baixo, o que é típico para esse período. Nós podemos ver até mais perdas para as cotações nos próximos dias, justamente por conta das condições climáticas e das lavouras americana neste momento estarem mais favoráveis", afirmou Vlamir Brandalizze, consultor da Brandalizze Consulting. 
O resultado desse clima mais propício aos trabalhos de campo já deverá ser contabilizado no relatório de acompanhamento de safra que o USDA(Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz no final do dia. Segundo Brandalizze, o boletim deverá apresentar boas condições sobre as plantações dos EUA, mesmo depois do forte atraso do plantio.
Apesar disso, como explica o consultor, os fundamentos para o curto prazo continuam positivos, principalmente em função da falta de soja nos Estados Unidos. Há quase nenhuma oferta disponível e uma grande disputa entre a demanda para exportação e do mercado interno norte-americano. "Há uma necessidade do grão tanto americana quanto chinesa e os produtores da América do Sul, tanto brasileiros quanto argentinos, estão limitando suas vendas", explicou Brandalizze. "E isso vai fazer com que o quadro siga apertado para as posições de julho até setembro".