Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quinta-feira, 16 de maio de 2013

Soja avança, milho opera com volatilidade.


O mercado sobe na sessão de hoje tentando manter uma recuperação depois das perdas de ontem, a soja opera com +3,6 e o milho com -0,6. O que impulsiona os preços da oleaginosa ainda são os fundamentos de oferta e demanda, principalmente em relação ao escasso volume disponível de soja nos Estados Unidos. 
Nesta quarta (15), o Centro Nacional de Grãos e Óleos da China (CNGOIC) informou que as importações do país na safra 2013/14 deverão ser recordes por conta dos baixos estoques e ainda da demanda interna bastante ativa. Além disso, ontem oUSDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportou a venda de 171 mil toneladas de soja para a nação asiática com entrega para a safra nova. 
Os contratos futuros do milho e do trigo, também fecharam a sessão com pequenas altas, pouco expressivas. O mercado ainda observa as incertezas sobre a nova safra norte-americana e as previsões climáticas em constante mudança, dando margem para leituras diferentes sobe o andamento dos negócios.
A soja opera com +3,6 e o milho com -0,6

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Soja e milho fecham no vermelho em Chicago com previsão de clima melhor nos EUA


Mercado de soja e do milho fecharam o pregão com ligeiras baixas na Bolsa de Chicago. A oleaginosa perdeu entre 0,75 e 5 pontos nos principais vencimentos, e o cereal perdeu de 2 a 6,50 pontos. 
Entre os fatores de pressão para as cotações está a melhora para o clima dos Estados Unidos pelo menos até a próxima sexta-feira (17). Segundo Eduardo Vanin, analista de mercado da Agrinvest, os produtores norte-americanos puderam evoluir com o plantio contando com temperaturas um pouco mais altas em relação às das últimas semanas no Meio-Oeste. Com isso, as trades já divulgam expectativas sobre a semeadura do milho podendo estar concluída em cerca de 50% até o próximo domingo (19). 
Porém, no final da semana, já a partir da sexta-feira, as chuvas devem voltar à cena do plantio da nova safra norte-americana, podendo provocar mais atraso nos trabalhos de campo. Mais adiante, as previsões indicam a volta do tempo bom, com um clima mais seco na segunda quinzena de maio, de acordo com o analista de mercado Stefan Tomkiw, da Jefferies Corretora e Banco de Investimentos. 
Ainda há muita incerteza sobre o andamento das condições climáticas nos Estados unidos e as previsões se alteram a cada dia. "Isso (novas previsões de melhora) ainda precisa ser confirmado conforme o prazo vai correndo e as previsões vão tendo as leituras alteradas", afirmou Tomkiw. 
O que também pressionou os preços nesta quarta-feira foram novos rumores de mais compras de soja por parte dos Estados Unidos no Brasil, fator que pesou principalmente sobre os contratos de mais curto prazo.
Os números de esmagamento de soja nos Estados Unidos divulgados pelo Nopa (Associação Nacional dos Processadores de Oleaginosas dos EUA) ficaram abaixo das expectativas do mercado e também acabaram influenciando negativamente o mercado internacional da soja. O volume foi divulgado em 3,27 milhões de toneladas, enquanto as expectativas variavam entre 3,29 milhões e 3,51 milhões de toneladas, com uma média de 3,4 milhões. 
A alta do dólar também contribuiu para o tom negativo do mercado. A moeda norte-americana registrou hoje seu sexto dia consecutivo de alta. "Com isso, temos dólares para cima e commodities para baixo, já que isso diminui o apetite à risco por parte dos investidores", explica Vanin. 

Grãos realizam lucros na manhã desta quarta-feira


 Soja e milho trabalhavam no vermelho, porém, com perdas pouco expressivas. Segundo analistas, o mercado perde um pouco da sua direção a espera de uma definição do clima nos Estados Unidos, que continua adverso em várias regiões produtoras, mas já um pouco melhor em outras. 

terça-feira, 14 de maio de 2013

Desenvolvimente de plantio e clima dos EUA.



Por: David B. Rahe
‘’Nós estamos olhando para um curto período em que o tempo vai estar seco o suficiente para plantar.  Há previsão de chuvas para quarta-feira''. Os fazendeiros no extremo Norte de Illinois parecem estar um pouco à frente da maior parte do estado, onde o solo esta menos molhado.
Este relatório é muito coerente com o que eu já vi. Eu viajei recentemente, tanto quanto Chicago e sul de St. Louis. A quantidade plantada é regional, com algumas áreas à frente dos outros. Você pode olhar para os dias adequados para o trabalho de campo e dizer quais as áreas que tiveram oportunidade de plantar

Os agricultores do Norte e do Leste de Illinois na semana passada foram capazes de plantar milho onde os solos eram bastante secos. Pouco progresso foi feito em todo o resto do estado como os agricultores a espera de solos mais secos.
 As chuvas caíram novamente no final da semana. As mais pesadas chuvas caíram sobre o centro-sul do estado onde mais de 25,4 mm foi recebido. Em outras áreas do estado foram menos de 25 mm. Temperaturas em média 15 °C, 17.22 °C abaixo do normal. Havia relatado 1,7 dias adequados para o trabalho de campo na semana passada com a região Nordeste tendo o maior número de dias relatados 3.7.
Níveis de umidade superficial do solo em todo o estado foram classificados como 47 % adequadas, e 53 % em excesso. Os solos mais secos foram no Norte e Eastern Illinois. A umidade do subsolo foi classificada como 3 % curto, 62 % adequada e excesso de 35 %. Plantio do milho avançou para 17 % em todo o estado em comparação com 94 % no ano passado e 64 % para a média de cinco anos. As preocupações estão crescendo sobre os solos úmidos e atraso para o plantio de milho, bem como doenças devido ao tempo úmido na safra de trigo.

Grãos: Soja avança; milho e trigo passam por correção na CBOT


Na manhã desta terça-feira (14), os futuros da soja operam em alta na Bolsa de Chicago. Após fechar do lado positivo ontem, o mercado estende seus ganhos e, por volta das 7h50 (horário de Brasília), os principais vencimentos subiam entre 5 e 6 pontos. O contrato maio, que vence entre hoje e amanhã, era cotado a US$ 15,27 por bushel. 

As cotações são sustentadas de um lado pela apertada oferta de soja nos Estados Unidos e a demanda ainda concentrada no país, além da procura dos esmagadores locais por matéria-prima e, por outro, pelo clima adverso nos EUA prejudicando o avanço do plantio. 

Segundo números trazidos no fim da tarde desta segunda (13) pelo USDA(Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), a semeadura da oleaginosa está concluída em apenas 6% da área total prevista, contra 13% registrados no mesmo período do ano passado. 

O boletim reportou um atraso tambem bastante significativo para o milho e para o trigo, entretanto, o mercado dos grãos hoje opera próximo da estabilidade, registrando movimentações de correção após as expressivas altas de ontem. Na sessão anterior, os primeiros vencimentos do milho chegaram a subir mais de 20 pontos e no pregão de hoje acabam devolvendo parte desses ganhos. 

Tanto trigo quanto milho operam em campo misto na manhã desta terça-feira, com variações entre 0,50 ponto e 2 pontos nas posições mais negociadas. 

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Clima ruim para o plantio nos EUA favorece alta dos grãos em Chicago


Mercado bastante positivo para a soja trabalha com +34,6 e o milho com +30,0 na bolsa de Chicago.
A escassa oferta de soja disponível nos Estados Unidos e a demanda tanto interna quanto para exportação muito agressiva tem sido o principal fator de sustentação para os vencimentos mais próximos, ainda referentes à safra velha norte-americana. 

Além disso, como explicou o analista de mercado Glauco Monte, da FCStone, amanhã o contrato maio expira, o que favorece as altas dos contratos mais próximos, puxando os demais também para cima.  

Nas demais posições, as que se referem à safra nova, os preços subiram apesar das estimativas de uma produção recorde de grãos nos EUA trazidas pelo USDA(Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na última sexta-feira (10). O que impulsionou as cotações foram as condições de clima adverso que seguem comprometendo a boa evolução dos trabalhos de campo no país. 

O tempo permanece muito frio e úmido em importantes regiões produtoras do país, o que impede que o plantio da nova safra avance da forma adequada, estreitando a janela de plantio ideal para a implantação das lavouras. De acordo com Vlamir Brandalizze, consultor de mercado da Brandalizze Consulting, nesse último final de semana nevascar chegaram a atingir estados do norte dos EUA. 

“A janela ideal de plantio para o milho está se fechando. As principais lavouras encerram o período ideal no próximo dia 20, então, teriam que plantar somente esta semana mais de 20 milhões de hectares e não teriam condições para fazer isso. E caso as chuvas se confirmem, os produtores dos EUA terão que plantar mais da metade da safra fora da janela ideal”, diz. 

O consultor ressalta ainda que o plantio da soja, apesar de estar no início, também já registra atrasos, o que não deve fazer com que os produtores deixem a cultura do milho para migrar para a oleaginosa, como vinha sendo especulado pelos participantes do mercado. 

 “Se o clima se confirmar, talvez não consigam nem plantar a soja dentro do período ideal”, afirma Brandalizze. 

Soja opera em campo misto na manhã desta 2ª feira em Chicago


Os futuros da soja operam em campo misto na Bolsa de Chicago, sem registrar movimentos muito específicos. O mercado parece buscar uma direção depois dos números pouco alterados sobre a safra velha que o USDA trouxe em seu relatório da última sexta-feira (10). 
Os dados causaram um impacto pouco expressivo nos preços, que seguem trabalhando de um lado com a firmeza do mercado físico norte-americano em função da pouca oferta disponível local e de outro com as expectativas de que a safra nova venha cheia mesmo diante de alguns problemas climáticos que vem sendo registrados no início do plantio.
Soja +3,0
Milho +7,4

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Safra 13/14: USDA estima produção de soja dos EUA mais de 90 milhões de ton


USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe em seu boletim de oferta e demanda divulgado nesta sexta-feira (10) suas primeiras estimativas para a nova safra de grãos do Estados Unidos e também mundial. 

Os números para a temporada 2013/14 vêm bem acima dos registrados no ciclo anterior, quando uma das piores secas da história dos Estados Unidos provocou uma severa quebra de safra de 10 milhões de toneladas para a soja e mais de 100 milhões para o milho. 

Para a soja produzida nos Estados Unidos, o estimado pelo USDA é de que totalize 92,26 milhões de toneladas, com a produtividade estimada em 50,45 sacas por hectare. Os estoques finais devem totalizar, de acordo com o departamento, 7,21 milhões de toneladas. 

O órgão estimou ainda um volume de 46,13 milhões de toneladas para o esmagamento de soja e as exportações do ano comercial em 39,46 milhões de toneladas. As importações da China no mesmo período devem crescer para 69 milhões de toneladas. 

A produção mundial de soja foi estimada pelo USDA em 285,50 milhões de toneladas na safra 2013/14, contra pouco mais de 269 milhões da temporada atual, e os estoques globais podem chegar a 62,46 milhões de toneladas. O Brasil, segundo números do USDA, deve produzir 85 milhões de toneladas e a Argentina 54,5 milhões. A China, por sua vez, deverá colher cerca de 12 milhões de toneladas. 

No caso do milho, a estimativa do USDA é de que produção norte-americana seja de 359,18 milhões de toneladas, com uma área plantada de 39,38 milhões de hectares e a colhida em 36,22 milhões. O rendimento está projetado em 167,22 sacas por hectare. 

As exportações de milho dos EUA foi estimada pelo departamento em 33 milhões de toneladas, o uso para etanol em 123,2 milhões de toneladas, e os estoques finais do país em 50,9 milhões de toneladas. 

O USDA projetou ainda a produção global de milho em 965 mil toneladas. A previsão atual do órgão para a safra 2012/13 é de 857,12 milhões de toneladas. Para os estoques mundiais, o USDA espera 154,63 milhões de toneladas. O Brasil, de acordo com os números do USDA, deve colher 72 milhões de toneladas de milho, a Argentina 27 milhões e a China, 212 milhões de toneladas. 

A demanda mundial por grãos segue muito aquecida e, para o consultor de mercado do SIMConsult Liones Severo, essa produção de 92 milhões de toneladas será insuficiente para recompor os estoques e atender a procura global. "Isso acontece porque, a partir de agosto, o Brasil não vai mais exportar mais soja e toda a demanda mundial irá para os Estados Unidos novamente, ficando novamente sozinho para abastecer o mundo, e não será o suficiente", diz Severo.

FECHAMENTO EM 10/05/2013

Dólar R$ 2,0258 (0,5310%)

Mínima R$1,0155
Máxima R$ 2,0282
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:

Mês Pontos Bushel

MAY13 (-2,0) 14,91
JUL13 (-10,2) 13,98
AUG13(-9,6) 13,30

FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:

Mês Pontos Bushel
MAY13 (-2,46,92
JUL13 (-12,2) 6,36
SET13 (-13,4) 5,
53


FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:

L. do Rio Verde: R$ 47,30
Rondonópolis: R$ 51,00
Alto Garça: R$ 51,00
Sorriso: R$ 47,50
Itiquira: R$ 51,80

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2014:

Itiquira: U$ 20,00 / MARÇO


FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:

L. do Rio Verde: R$ 10,00
Rondonópolis: R$ 13,50
Alto Garças: R$ 14,50
Sorriso: R$ 12,00
Itiquira: R$ 14,00

Novo relatório de oferta e demanda dos EUA.


O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou nesta sexta-feira (10) seu novo relatório de oferta e demanda mantendo seus números para os estoques e produção de soja nos Estados Unidos e aumentando os números para os estoques finais de milho. 

Os estoques de soja foram estimados em 3,4 milhões de toneladas, número que ficou em linha com o divulgado no boletim anterior. Já as reservas do milho foram revisadas para cima, passando de 19,23 milhões para 19,28 milhões de toneladas. 

Por outro lado, os estoques mundiais de soja da safra 2012/13 caíram de 62,6 milhões para 54,71 milhões de toneladas. Ao mesmo tempo, os de milho aumentaram de 125,3 milhões para 125,43 milhões de toneladas. 

Mercado aguarda números do USDA e opera na estabilidade.



Mercado aguarda relatório de estoque do USDA que será divulgado nesta tarde de sexta-feira (10). A expectativa para a soja é de que o número para os estoques da safra nova caiam de 3,4 milhões para 3,37 milhões de toneladas. Já para a safra nova, o primeiro esperado pelo mercado é de 6,53 milhões de toneladas. Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam com ligeiras altas de + 2,2, enquanto o milho trabalha com pequena baixa -2,2.