Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Grãos: Mercado recua em Chicago com sessão de realização de lucros nesta 5ª

Os futuros da soja, do milho e do trigo fecharam a quinta-feira (17) em queda na Bolsa de Chicago. Após uma sessão bastante volátil, o mercado internacional de grãos registrou terminou o dia do lado negativo da tabela sentindo a pressão de uma realização de lucros que veio depois das expressivas altas acumuladas nas primeiras sessões desta semana. Ao longo do dia, os preços da soja até tentaram emplacar novas altas, as quais não foram sustentadas.

Outra informação que pesou sobre as cotações da soja neste pregão foram as de chuvas na Argentina nas últimas 24 horas. As precipitações chegaram em importantes regiões produtoras que vinham sofrendo com a seca e acabaram estimulando ainda mais o recuo dos preços.

Por outro lado, os dados de exportações semanais do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que mostraram uma expressiva recuperação das vendas norte-americanas, não só de soja em grão, mas também de farelo e óleo, limitaram o potencial de baixa dos preços. As exportações de soja dos Estados Unidos na semana encerrada no dia 10 de janeiro totalizaram 1.608,8 milhão de toneladas. O volume foi bem maior do que o registrado na semana anterior, de apenas 321,8 mil toneladas, e ficou acima do esperado pelo mercado. Como tradicionalmente acontece, a China foi o principal comprador da soja norte-americana, adquirindo 845,6 mil toneladas.

"Hoje (17), os números do novo relatório semanal de registros ficaram acima do esperado. O mercado ainda não encontrou um nível de racionamento do consumo, que permanece crescendo e os preços se mantêm em alta”, explica o analista de mercado Flávio França, da Safras & Mercado.

Os dados de exportações semanais foram muito positivos também para o milho e o trigo. Os números aumentaram consideravelmente em relação à semana anterior e, assim como para a soja, acabaram limitando as perdas em função da realização de lucros.

No caso da soja, os analistas afirmam que o mercado ainda possui fôlego para subir mais e dar continuidade à recuperação iniciada essa semana. O principal fator que deverá atuar como trampolim para essas novas altas deverá ser os fundamentos de oferta e demanda. Ao passo em que o consumo mundial de soja aumenta, os estoques vão sendo reduzidos e a única oferta disponível no mercado ainda é a norte-americana. As especulações sobre o andamento da clima na América do Sul ajudam a sustentar os ganhos no mercado internacional.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

SOJA: PERDAS PERMANECEM EM 10% EM CAMPOS NOVOS (SC)

Em Campos Novos, centro de Santa Catarina, as perdas na safra
de soja 2012/13 permanecem em 10% do total. A quebra se deu pela implantação
da soja, e as perdas anteriores de 20% foram recuperadas com o clima de chuvas e
sol, o qual normalizou a situação na localidade, de acordo com agrônomo da
cooperativa local, Copercampos, Marcelo Capelari. No momento, o clima é seco, e
a previsão para os próximos dias é de poucas precipitações.
As condições das lavouras de soja são boas, em geral, apesar disso. A
produtividade estimada para a região é de 50 a 55 sacas por hectare este ano,
e o preço da saca hoje foi de R$ 59,00 contra R$ 61,00 no disponível da semana
passada.
As fases de desenvolvimento das plantas alcançam o desenvolvimento
vegetativo (40%), florescimento (40%) e enchimento de grãos (20%). A colheita
da soja na localidade deve iniciar somente em março, e a área semeada de soja
deve aumentar de 15% a 20% em relação ao ano passado, alcançando os 49 mil
hectares, em função dos altos valores da oleaginosa.


Fonte: Safras e Mercado

Em Chicago, soja volta a subir nesta quarta-feira focada nos fundamentos

Nesta quarta-feira (16) as cotações da soja operam em alta na Bolsa de Chicago, após encerrar a sessão de ontem (15) com leves recuos. Por volta das 10h30 (horário de Brasília) os futuros da oleaginosa trabalhavam do lado positivo da tabela com mais de 9 pontos de ganhos nos principais vencimentos.

Segundo o consultor de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, nessa semana, o mercado ainda reflete o relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), divulgado na última sexta-feira (11). E os fundamentos de oferta e demanda voltam a ser o foco principal do mercado. Brandalizze diz ainda que a irregularidade climática na Argentina, terceiro maior produtor mundial de soja, também exerce pressão positiva nas cotações.

“A situação de clima irregular na Argentina e ausência de chuvas e as altas temperaturas nas lavouras e a demanda por produtos contribuem para esse cenário. Há boatos de que a China estaria de volta às negociações essa semana comprando soja, então, o mercado já recuperou as perdas de ontem”, explica Brandalizze.

Com o retorno dos fundamentos ao mercado, os fatores financeiros deixam de ter tanta importância, pelo menos durante essa semana. E com isso, os grandes investidores voltam a atuar no mercado de commodities uma vez que enxergam que há uma possibilidade de lucros maior diante de menores "flutuações" do mercado financeiro, conforme diz o analista.

“Os preços da soja podem passar da faixa dos atuais US$ 14 por bushel e chegar a US$ 15 por bushel. E esse nível de preços não afeta a demanda e os países não controlam o consumo”, afirma o analista.

Mercado Interno - Essa recuperação dos preços das commodities em Chicago pode ser refletida nos valores no mercado interno. Ontem, foram registrados negócios com o milho entre R$ 33,50 e R$ 35,00 nos portos brasileiros, os números representam um aumento de quase R$ 2,00 em relação aos preços praticados na semana anterior. Do mesmo modo, a cotação da saca da soja apresentou uma elevação entre R$ 1,00 e R$ 1,50 ante o valor da semana passada. A oleaginosa está sendo negociada entre R$ 64,00 e R$ 65,00 nos portos.

“Estamos com o nível um pouco maior, os reflexos já começam a aparecer. No caso do milho, os produtores estão vendendo mais, e os produtores da safrinha aguardam uma valorização maior nos contratos de agosto e setembro”, acredita Brandalizze.

Ainda de acordo com o analista, uma possível recuperação do dólar também deve favorecer os produtores rurais brasileiros, haja vista que se o mercado avançar a barreira dos US$ 15 por bushel e o dólar ficar acima de R$ 2,10 os preços da saca da soja no Brasil podem registrar aumento de R$ 7,00, o que tornaria os valores mais atrativos para os agricultores.


Fonte: Notícias Agrícolas // Fernanda Custódio

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Soja: Preços recuam no mercado interno e produtores seguram vendas

A soja começou 2013 em um cenário de preços diferente do que encerrou 2012 no mercado interno brasileiro. Por conta da expressiva baixa dos preços no cenário internacional, acompanhada pelo recuo do dólar, o valor de uma saca de soja negociada no Brasil também caiu, o que fez com que o novo ano se iniciasse com negócios mais lentos e os produtores não muito dispostos a negociarem o restante de sua safra a preços significativamente menores.

A safra brasileira 2012/13 registra uma comercialização bastante avançada, com mais de 40 milhões de toneladas de soja já negociadas. Os níveis de preços anteriores permitiram que os produtores pudessem arcar com seus principais gastos, que são com insumos, com tranquilidade. No entanto, o momento agora é de cautela, pois, apesar de ainda serem remuneradores, os valores são bem mais baixos. No Mato Grosso, por exemplo, uma saca de soja que antes era negociada entre R$ 64 e R$ 65 agora vale algo entre R$ 49 e R$ 50.

"Para estes preços não há vendedor. Mas o mercado está bem vendido e eles aguardam uma melhora. Desde o final do ano, a soja caiu quase US$ 1 no mercado internacional e a colheita está apenas no começo. E além disso, ainda temos a baixa do dólar. Alguns negociaram com o câmbio a R$ 2,10 e agora está a R$ 2,03. O momento, então, é de espera", disse João Birkhan, diretor da CentroGrãos.

O produtor rural de Santa Terezinha da Itaipu, no Paraná, Emerson Romanha, confirmou essa situação no seu estado e afirma que os sojicultores também estão segurando sua produção. "Nós já tivemos várias baixas nas últimas duas semanas. Na última sexta-feira (11), o preço ficou em torno de R$ 58 e, na comercialização futura, para entrega em fevereiro, hoje o preço está por volta de R$ 50. Eu acredito que o produtor vá esperar mais, pois com certeza teremos um preço um pouco melhor do que este", diz.

Entretanto, o quadro mundial de oferta e demanda para soja ainda continua muito ajustado. Os estoques mundiais são os menores dos últimos anos e a procura pela oleaginosa ainda se mostra muito aquecida, cenário que deverá estimular uma recuperação às cotações e promover certa sustentação ao mercado. Porém, apesar disso, segundo Pedro Dejneka, analista da PHDerviativos, o mercado poderia operar ainda sob pressão principalmente se forem confirmadas safras recordes para a América do Sul nesta temporada e para os Estados Unidos na próxima.

"Em forte e contundente resposta a quase 2 anos seguidos de grandes quebras de produção devido a problemas climáticos, produtores nas Américas plantam áreas recordes de soja e milho e, desta vez, com a contribuição do
clima colhem safras recordes, aliviando assim a pressão da constante demanda mundial por estas commodities", diz.

Dejneka afirma ainda que acredita que a demanda da China pela soja norte-americana será menor em janeiro e que oschineses já focam na transição de sua demanda para o Brasil á partir de meados de fevereiro.

Já para o consultor de mercado Liones Severo, o foco dos negócios ainda não é o clima na América do Sul, mas sim a ajustada relação entre a oferta e a demanda e a maneira como esse cenário deverá dar sustentação aos preços da soja em Chicago. "No primeiro trimestre, a utilização da soja atingiu 34% e a utilização é decisiva para definir se o mercado é altista ou baixista. Passou dos 30%, é altista", afirmou.

Estimativas - A estimativa da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) é de que o Brasil produza 82,68 milhões de toneladas. Entretanto, o levantamento da entidade foi feito no período de 10 a 14 de dezembro, em que as condições climáticas eram favoráveis e possíveis perdas de produtividade ainda não eram cogitadas.

Entretanto, em entrevista ao Notícias Agrícolas, a maior parte dos sojicultores das principais regiões produtoras do Brasil afirmam que o período de seca em dezembro comprometeu o enchimento dos grãos e que, portanto, perdas serão inevitáveis.

Na cidade de Cristalina, em Goiás, as lavouras em algumas localidades chegaram a ficar sem chuvas por quase 40 dias. "Hoje ainda não podemos precisar a perda, já é visível, mas ainda não sabemos mensurá-la. As regiões sofreram com chuvas isoladas, sem regularidade", disse o produtor rural Josino da Veiga Antunes.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Chicago: Após forte avanço, soja permanece em alta nesta 3ª feira

Após as fortes altas registradas na sessão de ontem, os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago ainda operam em território positivo na sessão desta terça-feira (15). Por volta das 11h (horário de Brasília), os principais contratos da oleaginosa operavam com alta de mais de 8 pontos. Mais cedo, os preços chegaram até mesmo a transitar pelo lado negativo da tabela, exibindo uma leve realização de lucros que não se manteve.

Para o analista de mercado da FCStone, Glauco Monte, o foco do mercado ainda é a situação apertada entre estoque e demanda nos EUA. Nesta segunda-feira (14), a Nopa (Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais dos EUA) divulgou o relatório indicando que o ritmo do esmagamento da soja norte-americana permanece forte e, ainda na segunda, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) anunciou a venda de 120 mil toneladas de soja para a China, confirmando a demanda ainda aquecida.

“Qualquer notícia de demanda irá impactar fortemente no mercado, uma vez que a safra dos EUA é pequena, apesar de ser maior do que o esperado pelo mercado”, afirma o consultor.

Por outro lado, há uma necessidade de que a demanda nos EUA seja racionada, neste caso através dos preços, para que a produção consiga abastecer o mercado, conforme explica Monte. Em decorrência desse cenário, a tendência é que o mercado fique com preços mais firmes durante toda essa semana.

Para o analista da New Edge, Daniel D’Ávilla, as cotações devem continuar sustentadas até a entrada da safra sulamericana. “Vamos observar como essa soja vai chegar ao mercado, temos problemas logísticos no Brasil e também problemas climáticos na Argentina, e o mercado observa isso também”, explica D’Ávilla.

Ainda na visão do analista, o grande problema para safra brasileira serão os problemas logísticos que podem prejudicar o escoamento da produção. No entanto, quando o Brasil embarcar a safra os preços da soja tendem a ceder.

“A disponibilidade e o fácil acesso do grão pode contribuir para um recuo nos preços, caso contrário, continuamos com o mercado pressionado. E então, a China voltará para o mercado norte-americano comprando, o que pode colaborar para a elevação nos preços em Chicago”, disse o analista.

Além disso, os expressivos ganhos registrados nesta segunda foram uma reação retardada do mercado já que os mercados asiáticos e europeus estavam fechados durante a divulgação do relatório, como explica Pedro Dejneka, analista da PHDerivativos. "Muita gente que não participou na sexta-feira entrou no mercado nesta segunda. A não ser que tenhamos problemas climáticos na América do Sul ou que a demanda continue aquecida pela soja dos Estados Unidos, acredito que a soja estacione por aqui ou no máximo abaixo dos US$ 14,30 por agora. A alta é mais baseada em 'risk on' do que em fundamentos. É especulativa e, na minha opinião, não deverá se manter", disse.


Fonte: Notícias Agrícolas // Fernanda Custódio

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Mercados podem se desgovernar se teto da dívida não subir, diz Obama

O presidente dos EUA, Barack Obama, apelou nesta segunda-feira (14) ao Congresso para que atue de maneira "responsável" e aumente o limite da dívida do país, evitando assim uma "ferida autoinfligida" na economia.

Obama disse que, se o teto da dívida americana não for elevado, há o risco de os mercados internacionais "se descontrolarem".

"Pensar apenas na ideia de que isso ocorra, de que os Estados Unidos não paguem suas dívidas, é irresponsável, é absurdo", disse Obama na última entrevista coletiva do seu primeiro mandato na Casa Branca.

Os Estados Unidos chegarão a seu atual teto da dívida no final de fevereiro, e a discussão deve ser dura com os oposicionistas republicanos que controlam a Câmara de Deputados, chave em temas de orçamento.

Alguns deles pediram que qualquer aumento do limite da dívida tenha como contrapartida cortes de impostos equivalentes.

"Podem atuar de forma responsável e pagar as contas dos Estados Unidos, ou podem atuar irresponsavelmente e fazer os Estados Unidos atravessarem outra crise econômica", acrescentou o comunicado.

Seria a segunda vez em dois anos que um debate deste tipo acontece nos Estados Unidos, que em 2011 esteve perto do default, perdendo a nota máxima de sua dívida soberana avaliada pela agência de classificação Standard & Poor's.

Desde o dia 31 de dezembro, o Estado norte-americano funciona pouco abaixo do limite legal para contrair dívidas, fixado em US$ 16,3 trilhões, graças a medidas excepcionais que permitiram ao sistema político ganhar um tempo que se esgotará no final de fevereiro.

Armas de fogo

Obama também apelou à "consciência" dos congressistas em relação ao debate sobre a proibição de armas de fogo, que toma o país desde o massacre de Newtown, em Connecticut, em dezembro passado.

O presidente afirmou que a questão deve ser tratada de maneira "sensível" e disse que não pode garantir que as propostas que seu vice, Joe Biden, vai apresentar nesta terça, serão aprovadas pelo Congresso.

"A crença de que devemos ter um controle maior dos antecedentes, de que podemos fazer um trabalho muito melhor em termos de manter os carregadores de grande capacidade longe das mãos das pessoas que não deveria possui-los, uma proibição de rifles de assalto que seja significativa... essas são coisas que, continuo acreditando, fazem sentido", disse.

"Todas elas (as propostas) serão aprovadas por este Congresso? Não sei, mas o que predomina em minha mente é certamente que sou honesto com o povo americano e com os membros do Congresso sobre o que acredito que funcionará", explicou.

"Se houver algum passo que possamos dar para salvar pelo menos uma criança do que aconteceu em Newtown, deveremos dar esse passo", acrescentou Obama, quando nesta segunda-feira completa um mês a tragédia da escola Sandy Hook, em Newtown, Connecticut, na qual morreram 26 pessoas, entre elas 20 crianças.


FONTE: G1 / Globo.com

Soja: Incertezas sobre safra da América do Sul estimulam boas altas na Bolsa de Chicago

A semana começa positiva para o mercado internacional de grãos. Na sessão desta segunda-feira (14), soja, milho e trigo operam com expressivos ganhos após os últimos pregões em que os preços atuavam sem direção definida.

Na última sexta-feira (11), o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) atualizou seus números de oferta e demanda e, no caso da soja, como explicou Vlamir Brandalizze, consultor da Brandalizze Consulting, agora o foco dos investidores se volta com mais intensidade para o clima na América do Sul.

Algumas importantes regiões produtoras brasileiras já se deparam com uma produtividade menor do que o esperado e com condições climáticas desfavoráveis em importantes estágios de desenvolvimento das plantas. "Como a soja subiu pouco na última sexta-feira, hoje avança tentando consolidar um ajuste técnico", diz Brandalizze.

O cenário, portanto, já apresenta algumas incertezas e compromete as recentes estimativas não só do USDA para a safra brasileira, como da Conab também. "Uma safra cheia na América do Sul amenizaria o problema de uma oferta muito escassa, mas já começam a aparecer alguns problemas e o mercado tenta antecipar isso", afirma o consultor.

Na Argentina, a situação ainda é bastante incerta também. Enquanto no início do plantio o excesso de chuvas prejudicava o processo, agora as lavouras são castigadas por um calor de mais de 40°C em algumas regiões. Com isso, as estimativas variam muito diante de um quadro de muita irregularidade na atual safra.

Como outro fator de alta, há ainda indicações de que a China voltará ao mercado nesta semana novamente e isso também atua como um catalisador para as altas desta segunda-feira. "Temos portanto suporte tanto da demanda quanto da oferta", reforça Brandalizze.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

SOJA: USDA INDICA AUMENTO NA ESTIMATIVA DE PRODUÇÃO MUNDIAL EM 2012/13

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA)
divulgou hoje o relatório de oferta e demanda mundial de janeiro para a soja na
temporada 2012/13. O USDA elevou as estimativas de produção e cortou a
previsão para estoques.
A produção mundial de soja está agora estimada em 269,41 milhões de
toneladas, contra 267,72 milhões no relatório anterior. Os estoques mundiais
caíram de 59,93 milhões para 59,46 milhões de toneladas. O USDA estima
produção brasileira de 82,5 milhões de toneladas, contra 81 milhões do
relatório anterior, e argentina de 54 milhões de toneladas, contra 55 milhões
de dezembro.
A safra americana teve estimativa elevada de 80,66 milhões de toneladas
para 82,06 milhões de toneladas. A China tem produção estimada em 12,60
milhões de toneladas e deverá importar 63 milhões de toneladas, números
inalterados na comparação com o mês anterior.

FONTE: Safras e Mercado.

USDA aumenta estoques de soja e reduz os de milho nos EUA

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou nesta sexta-feira (11) seu novo relatório de oferta e demanda trazendo um aumento nos estoques finais norte-americanos de soja, bem como um incremento para a produção e produtividade.

Além disso, reportou ainda menores estoques para o milho nos EUA, mas, em contrapartida, aumentou suas estimativas para a produção e para a produtividade.

Soja EUA - A produção de soja dos Estados Unidos foi estimada pelo USDA em 82,05 milhões de toneladas, contra as 80,66 milhões projetadas em dezembro. A produtividade foi elevada de 44,57 para 44,9 sacas por hectare.

Os estoques norte-americanos passaram de 3,54 milhões, no relatório anterior, para 3,67 milhões de toneladas. As exportações dos EUA, por sua vez, foram mantidas em 36,6 milhões de toneladas e o esmagamento registrou um aumento de 42,73 milhões de toneladas para 44,91 milhões.

Soja Mundo - A safra mundial de soja, de acordo com os novos números do USDA, passaram de 267,72 milhões para 269,41 milhões de toneladas. Os estoques finais mundias, porém, recuaram de 59,96 milhões de toneladas para 59,46 milhões.

Soja América do Sul - Para o Brasil, o estimado pelo órgão foi uma produção de 82,5 milhões de toneladas e para a Argentina, 54 milhões.

Soja China - A safra chinesa foi mantida pelo departamento em 12,60 milhões de toneladas e as importações em 63 milhões de toneladas.

Milho EUA - A safra de milho dos Estados Unidos foi reportada pelo departamento em 273,83 milhões de toneladas, registrando um ligeiro aumento em relação ao número de dezembro de 272,43 milhões de toneladas. A produtividade ficou em 130,6 sacas por hectare, acima das 129,45 sacas do relatório anterior.

Os estoques dos EUA passaram para 15,29 milhões de toneladas ante as 16,43 milhões estimadas no boletim anterior. Segundo Pedro Dejneka, analista da PHDerivativos, estes números vieram abaixo das menores expectativas do mercado.

As exportações vieram em 24,13 milhões de toneladas, menores do que as reportadas em dezembro de 29,2 milhões de toneladas. O uso do cereal para etanol ficou mantido em 114,3 milhões de toneladas.

Milho Mundo - A estimativa para a produção mundial foi elevada pelo departamento norte-americano de 849,09 milhões para 852,3 milhões de toneladas. Os estoques finais, porém, passaram de 117,61 milhões para 115,99 milhões de toneladas.

Milho América do Sul - A produção brasileira de milho também registrou aumento, passando de 70 milhões para 71 milhões de toneladas, assim como a da Argentina, que subiu de 27,5 milhões para 28 milhões de toneladas.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Seca nos EUA: Monitor ainda aponta situação crítica no Cinturão Produtor

O Monitor da Seca, do governo dos Estados Unidos, informou nesta quinta-feira (10), que as condições no cinturão de produção dos Estados Unidos seguem críticas em função da severa estiagem. Entretanto, a seca na área continental do país recuou 0,83 ponto percentual, passando para 60,26% do território.

De acordo com informações do monitor, as condições não foram significativamente alteradas no Meio-Oeste e nas Grandes Planícies . Já no Sul, Oeste e Sudeste norte-americano foi registrada uma melhora.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes