Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

USDA: Expectativa é de aumento nos estoques de soja e milho dos EUA

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga nesta sexta-feira (11), seu novo relatório de oferta e demanda e o mercado aguarda com ansiedade a atualização dos números. Segundo analistas, o boletim será o responsável por oferecer uma direção mais efetiva para os negócios.

Segundo pesquisas de agências internacionais, o departamento norte-americano deverá trazer estimativas maiores para a produção, a produtividade e os estoques finais dos Estados Unidos da temporada 2012/13.

Para a produção de soja, a expectativa é de que o USDA projete 81,62 milhões de toneladas, contra as 80,86 milhões estimadas no relatório de dezembro. A produtividade deverá passar de 44,57 para 44,9 sacas por hectare.

Já os estoques, de acordo com as expectativas, deverão aumentar de 3,54 milhões de toneladas, projetadas no mês passado, para 3,67 milhões de toneladas. Em 2011, neste mesmo período, os estoques norte-americanos de soja eram de 4,6 mlhões de toneladas.

Por outro lado, para o milho, o esperado é que sejam reduzidas as estimativas para a safra 2012/13. A expectativa é de que a produção seja estimada em 269,92 milhões de toneladas contra as 272.43 milhões exibidas no relatório de dezembro. A produtividade deverá registrar um ligeiro aumento, passando de 129,45 para 129,55 sacas por hectare.

No caso dos estoques de milho, a expectativa do mercado é de que passem de 16,43 milhões de toneladas estimadas em janeiro para 16,94 milhões. Na safra anterior, esse volume era de 25,1 milhões de toneladas.

Bolsa de Chicago - À espera dos números oficiais, o mercado internacional de grãos registra mais um pregão sem oscilações muito expressivas, operando de lado. Segundo analistas, os investidores acreditam que esses dados, que trarão os números consolidados sobre a safra 2012/13 dos EUA, serão responsáveis por dar um rumo para as cotações.

Paralelamente, afirma-se também que, após digerir essas informações, o mercado deverá se voltar definitivamente para as condições climáticas da América do Sul e acompanhar as expectativas para a nova safra sulamericana.

Até o momento, as estimativas de uma produção recorde estão mantidas. Entretanto, no Brasil, a irregularidade das chuvas e até mesmo a falta delas em algumas regiões do país começam a preocupar os produtores. Na Argentina, o plantio foi atrasado em função das precipitações excessivas e o quanto será produzido no país ainda é uma incógnita.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Chicago: Grãos ainda operam de lado à espera dos números do USDA

A sessão desta quarta-feira (8) do mercado internacional de grãos na Bolsa de Chicago mais uma vez é marcada por negócios sem uma direção definida. Às vésperas da divulgação do novo relatório de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), as cotações se movimentam de lado, sem oscilações expressivas.

Por volta das 10h50 (horário de Brasília), o contrato de soja com vencimento janeiro/13 operava com baixa de 4,50 pontos, enquanto as posições mais distantes operavam com ligeiros ganhos entre 0,75 e 1,25 ponto. No caso do milho, os ganhos eram registrados nos primeiros contratos - também um pouco acima de 1 ponto - e apenas o setembro trabalhava no vermelho.

O mercado opera, portanto, próximo da estabilidade, até que encontre informações que possam direcionar os preços de forma mais efetiva. Para Eduardo Vanin, analista da Agrinvest, o boletim poderia trazer os números consolidados para a safra 2012/13 com uma quebra de menos de 2% na produção de soja, enquanto, no início das notícias sobre os prejuízos com a seca, as perdas eram estimadas em mais quase 16%.

Por outro lado, os dados podem trazer ainda uma"surpresa positiva" tanto para as cotações da soja quanto para as do milho com estoques norte-americanos menores do que o esperado já que o esmagamento da oleaginosa continua muito expressivo e o uso do milho para a fabricação de etanol não recuou, como era previsto pelo USDA. Isso poderia, ainda segundo o analista, permitir e estimular uma recuperação dos preços.

Esse teria sido, de acordo com Vanin, um dos fatores de pressão nos preços da oleaginosa nas últimas semanas, além do cancelamento de compras da China, que também pesaram sobre o mercado nos últimos dias. "Temos uma oferta um pouco maior e a demanda parece estar recuando um pouco, em função da diferença de preços entre os Estados Unidos e a América do Sul já olhando fevereiro e também no caso da China, importando um pouco menos em janeiro e fevereiro", explicou.

Há ainda as boas expectativas para a nova safra da América do Sul e isso também pesa sobre os preços da soja. As condições climáticas são mais favoráveis e a expectativa para uma grande oferta segue mantida.

Esmagamento na China - De novembro até hoje, os preços do farelo de soja na China recuaram mais de 8% no mercado interno chinês e isso também contribuiu para o tom negativo que o mercado tomou nos últimos dias.

Ao mesmo tempo, os preços da soja em grão se mantiveram, em função de política do governo chinês de preço mínimo, e isso acabou fazendo com que as margens recuassem e pesassem, portanto, sobre a demanda, resultando até mesmo em cancelamentos como os que foram registrados nos últimos dias.

Como complemento, Vanin destacou ainda que no final de 2012 redes de fast food estariam registrando uma baixa em suas vendas de cerca de 6% diante de uma preocupação de consumidores chineses com segurança alimentar. "Surgiram boatos e até alertas do uso de antibióticos na carne de frango, e o frango corresponde a 20% do consumo de ração na China. Então, nesse final de ano vimos consumidores bastante estocados com farelo de soja na Ásia como um todo e vimos os preços, no mercado interno, recuando em função de uma demanda menor. Podemos ver as esmagadoras tirando um pouco o pé do acelerador no esmagamento nos meses de janeiro e fevereiro", explicou o analista.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Seca continua a ser uma preocupação nos EUA.

Segue abaixo um relato do nosso amigo correspondente de Illinois-EUA:

"Seca continua a ser uma preocupação aqui. Eu não tenho certeza se eu já mencionei para vocês as preocupações sobre os níveis de água no rio Mississippi. Uma parcela significativa das nossas exportações de soja, milho e trigo se deslocar para porto no rio Mississippi e está se aproximando de níveis recordes baixos. Nosso Army Corps of Engineers é o encarregado de manter profundezas de navegação, mas eles estão lutando em determinadas áreas para manter o tráfego do rio em movimento.
Dragagem hidráulica é frequentemente usado para abrir áreas rasas. A área no sul de Illinois que eu menciono é um lugar onde o canal é feito em rochas em vez de lama. Essa área foi dinamitada para soltar a pedra. A rocha está sendo escavado porque as obstruções não pode ser bombeado hidraulicamente como muitas partes do rio. Este é um grande esforço. Barcaças fluviais estão sendo preenchidas pela metade do total delas, de modo que eles não vão encalhar só com a metade da carga".


Fonte: David Rhae.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

SOJA: COLHEITA COMEÇA COM PRODUTIVIDADE IRREGULAR EM MTAPROSOJA

As primeiras lavouras de soja que estão sendo colhidas em
Mato Grosso, principal Estado produtor do país, apresentam produtividades
irregulares, uma vez que muitas áreas plantadas precocemente foram afetadas por
falta de chuvas no início do cultivo, informou nesta terça-feira a entidade
que reúne produtores.
"Nós temos relatos de produtores colhendo de 34 sacas até produtores
colhendo 54 sacas por hectare", disse Nery Ribas, diretor-técnico da
Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso (Aprosoja).
A estimativa mais recente do governo federal é de produtividade de 51,6
sacas por hectare, em média, em Mato Grosso, na safra 2012/13. A produção
deverá somar 23,8 milhões de tonelada, alta de 8,9 por cento ante a safra
anterior, com o crescimento do plantio, segundo a Companhia Nacional de
Abastecimento (Conab).
"A gente sabe que as variedades precoces e super precoces não têm enorme
potencial", disse Ribas, lembrando que muitas áreas registraram chuvas abaixo
do esperado no início do período de plantio, em função do fenômeno El
Niño, o que se somou ao menor potencial das sementes precoces.
Ribas estima que cerca de 1 por cento da área tenha sido colhida em Mato
Grosso.
"Como a área é muito irrisória ainda, não dá para estimar (se haverá
impacto na safra total do Estado)", completou.
Em Mato Grosso, alguns produtores optaram por variedades de ciclo curto
buscando plantar e colher antecipadamente, a fim de semear milho ou algodão
logo na sequência.
A irregularidade de chuvas em áreas de soja de ciclo normal em Mato Grosso
começa a despertar atenção dos produtores.
"Inicia alguma preocupação. É no Estado todo", disse Nery Ribas. "Mas
é muito cedo ainda para falar de perdas."
O mais recente levantamento da Somar Meteorologia mostra que praticamente
não choveu entre os dias 5 e 7 de janeiro, mas a partir de quarta-feira há
previsão de precipitações no Centro-Oeste.
Segundo Ribas, na região sul e em outras áreas de Mato Grosso, em locais
mais arenosos, "as lavouras estão sofrendo drasticamente agora".
"A (soja) de ciclo médio começa a sentir nessa fase de enchimento de
grãos", completou.

PARANÁ

No Paraná, segundo Estado produtor do Brasil, a falta de chuvas foi
sentida, mas não preocupa, na avaliação da Organização das Cooperativas
(Ocepar).
Houve estiagem no início do plantio, mas o atraso na semeadura ajudou a
sanidade das lavouras, porque houve um bom vazio sanitário e não houve
incidência de ferrugem nas plantações, disse Flávio Turra, gerente técnico
na Ocepar.
"Choveu nos últimos dias, as lavouras se recuperaram bem", afirmou.
A colheita no Paraná começa no final de janeiro, intensificando-se no fim
de fevereiro e início de março. A Conab prevê uma safra de 15,2 milhões de
toneladas, crescimento de 39 por cento, após uma temporada 11/12 afetada por
seca. As informações partem do site da Reuters no Brasil.

GRÃOS: RELATÓRIO DE JANEIRO DO USDA SERÁ DIVULGADO NA SEXTA, ÀS 15HS

O relatório de oferta e demanda mundial e norte-americana do
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) será divulgado na
sexta-feira, em novo horário. A partir deste mês, os dados serão liberados
às 15hs, diferentemente dos últimos levantamentos, que estavam sendo
divulgados ao mercado às 11h30min.
A alteração foi feita após consulta pública e foi promovida após a
expansão do funcionamento dos pregões eletrônicos na Bolsa de Mercadorias de
Chicago (CBOT), com o objetivo de diminuir as especulações.
O relatório de janeiro do Departamento será divulgado pela Agência
SAFRAS nesta sexta, dia 11, com os principais dados para arroz, algodão, trigo,
milho e soja.

FONTE: Safras e Mercado.

Soja: mercado em Chicago segue sem direção definida

A sessão desta terça-feira (08) na Bolsa de Mercadorias de Chicago está bastante volátil. Por volta das 13horas (Brasília) o vencimento março/13 trabalhava com 1,5 pontos de alta, cotado a US$ 13,90 e o vencimento maio/13 era negociado a US$ 13,79 / bushel, com alta de 1,25 pontos. Porém a soja iniciou as operações registrando leves quedas.

O tom negativo no início do dia foi motivado por um movimento de realização dos lucros, depois que as negociações de ontem (07) registraram ganhos de até 20 pontos nos principais vencimentos.

Mas o que tem deixado o mercado bastante instável é a expectativa em relação ao próximo relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). As incertezas sobre os números do próximo documento fazem os investidores mudarem suas posições a todo momento, buscando um melhor posicionamento frente ao relatório, que será publicado na próxima sexta-feira (11). Enquanto os números não forem oficialmente divulgados, o mercado tende a se manter bastante volátil.


Fonte: Notícias Agrícolas

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

À espera do USDA, grãos operam em alta e soja lidera recuperação

A semana começou positiva para o mercado internacional de grãos e, na sessão desta segunda-feira (7), soja, milho e trigo operam em alta na Bolsa de Chicago. Quem lidera os ganhos é a soja que, por volta de meio-dia (horário de Brasília), registrava alta de mais de 10 pontos nas posições mais próximas.

Com as altas de hoje, o mercado tenta se recuperar da última semana, que foi negativa para os preços, quando os futuros tanto da soja quanto do milho bateram no menor patamar em seis meses.

A recuperação também se dá com a busca dos investidores por um melhor posicionamento antes da divulgação do novo relatório de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que acontece nesta sexta-feira, 11 de janeiro.

"O mercado está tentando buscar, novamente, a base de preços em que trabalhou na semana passada na casa dos US$ 14 por bushel que perdeu na sexta-feira (4). O mercado caiu muito na semana passada e perdeu esse suporte. Agora, está buscando esse patamar já de olho no relatório do USDA que vem na sexta-feira (11)", disse Vlamir Brandalizze, consultor da Brandalizze Consulting.

Como explicou o consultor, neste início de ano o mercado começa a retomar seu ritmo normal e, ao passo que isso acontece, vai dando mais atenção àquilo que está por vir, à expectativas, principalmente sobre a nova safra da América do Sul.

Além disso, os investidores deverão observar também esses novos números que o USDA traz no dia 11, principalmente sobre as exportações e estoques norte-americanos. "A expectativa é de que o USDA atualize os volumes de exportações americanas de soja para níveis um pouco maiores do que foram no mês passado e derrubem os estoques, o que seria o fator positivo da semana. Então, em cima disso, é que o mercado começa a trabalhar a semana com os olhos mais otimistas. Porque a soja já caiu bastante nessas últimas semanas e a cotação entre US$ 13,50 e US$ 14 já estaria muito baixa para a situação do mercado atual", explicou Brandalizze.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

SOJA: CHICAGO REGISTRA FORTES PERDAS À ESPERA DO USDA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
opera com preços significativamente mais baixos no meio-pregão de hoje. O
mercado é pressionado por fatores técnicos e pelo clima favorável ao
desenvolvimento das lavouras de soja na América do Sul, além do posicionamento
frente ao relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos
Estados Unidos (USDA) - que sai na semana que vem. Alguns analistas esperam
que o USDA aumente a estimativa de safra do país.
As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à
temporada 2012/13, com início em 01 de setembro, ficaram em 434.900 toneladas
na semana encerrada em 27 de dezembro. Na semana anterior, o total havia sido de
87.000 toneladas. O principal comprador foi a China (360.200 toneladas). As
informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro de 2013 estão cotados
a US$ 13,81 3/4 por bushel, perda de 21,25 centavos de dólar em relação ao
fechamento anterior. As posições da soja em grão com entrega em março de
2013 estão cotadas a US$ 13,62 por bushel, recuo de 24,50 centavos de dólar
por bushel.
No farelo, janeiro de 2013 tem preço de US$ 395,20 por tonelada, baixa de
US$ 10,40 por tonelada em relação ao fechamento anterior. No óleo de soja, a
posição janeiro de 2013 vale 49,64 centavos de dólar por libra-peso, queda de
0,57 centavo de dólar em relação ao fechamento anterior.


FONTE: Safras e Mercado.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Safra brasileira foi recorde em 2012, mas houve deflação nos preços dos alimentos exportados

A crise internacional também deixou suas marcas no agronegócio brasileiro em 2012. Apesar da severa estiagem que atingiu estados do Sul e Nordeste do Brasil, o setor registrou safra recorde de 166,2 milhões de toneladas de grãos. Mesmo assim, seu PIB (Produto Interno Bruto) recuou na comparação com 2011, ficando em cerca de R$ 813 bilhões.

De acordo com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a austeridade fiscal adotada pela União Europeia, a redução no ritmo de crescimento da China e o enfraquecimento da economia americana contribuíram para a deflação dos preços das principais commodities exportadas pelo país.

Além disso, a crise levou a uma desaceleração da demanda de grandes compradores dos produtos agropecuários brasileiros, como Estados unidos e União Europeia. O setor também sofreu com embargos à carne nacional, principalmente por parte da Rússia, principal cliente, e Argentina, principal parceiro no Mercosul.

O maior ponto positivo do ano para os produtores rurais foi a aprovação do Novo Código Florestal, discutido por mais de dez anos no Congresso Nacional. Entidades representativas dos produtores rurais, como a CNA e a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) dizem que a nova legislação traz segurança jurídica necessária ao setor e contribui para a regularização das propriedades.

Apesar das incertezas quanto à recuperação das economias mundiais, há perspectivas otimistas para 2013. A produção de grãos, que já foi recorde este ano, deve crescer ainda mais. De acordo com levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a colheita deve ultrapassar 180 milhões de toneladas, um crescimento de mais de 8%.

Em relação à demanda externa, o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, disse que vislumbra a suspensão do embargo russo imposto em junho de 2011 às exportações de carnes dos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e de Mato Grosso, além da abertura de novos mercados.

“Após anos de negociações, o ano de 2013 será o momento para a conclusão do processo negociador com o Japão e a Coreia”, disse, se referindo ao reconhecimento, por esses países, de Santa Catarina como livre de febre aftosa sem vacinação e, conseqüentemente, a permissão para que o estado possa exportar carne suína para eles.

O ministro garante que não faltarão recursos aos produtores – o Plano Agrícola e Pecuário 2012/2013 disponibilizou R$ 115,2 bilhões para financiamentos nesta safra – e que medidas estão sendo tomadas com foco na geração de empregos no campo e no aumento da renda com sustentabilidade. Entre elas, está o Projeto de Regionalização do Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento, com o objetivo de tornar o órgão mais ágil, eficiente e próximo dos produtores.

“Na regionalização, a ser implementada inicialmente nas regiões Sul e Nordeste – em razão de serem atingidas pela seca – a principal meta é identificar as dificuldades locais do setor para induzir o crescimento da produção agropecuária e florestal por meio de sistemas que gerem emprego e renda com sustentabilidade”, disse Mendes Ribeiro.


Fonte: Agência Brasil

SOJA: CHICAGO REGISTRA PERDAS COM CANCELAMENTO DE COMPRAS DA CHINA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
opera com preços significativamente mais baixos no meio-pregão de hoje. O
mercado é pressionado pelo cancelamento de compras de produto norte-americano
por parte da China, levando a oleaginosa ao menor patamar em seis semanas.
Vendas por parte de especuladores, fatores técnicos e o clima favorável ao
desenvolvimento das lavouras na América do Sul também influenciam
negativamente.
Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de
Agricultura dos Estados Unidos (USDA) o cancelamento de exportações de 315 mil
toneladas de soja em grão para a China que seriam entregues na temporada
2012/13. Toda operação envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100
mil toneladas do grão, feita para o mesmo destino e no mesmo dia, tem que ser
reportada ao USDA.
Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro de 2013 estão cotados
a US$ 13,94 1/2 por bushel, perda de 11,00 centavos de dólar em relação ao
fechamento anterior. As posições da soja em grão com entrega em março de
2013 estão cotadas a US$ 13,80 por bushel, recuo de 12,25 centavos de dólar
por bushel.
No farelo, janeiro de 2013 tem preço de US$ 402,10 por tonelada, baixa de
US$ 5,00 por tonelada em relação ao fechamento anterior. No óleo de soja, a
posição janeiro de 2013 vale 50,34 centavos de dólar por libra-peso, queda de
0,18 centavo de dólar em relação ao fechamento anterior.


FONTE: Safras e Mercado.