Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



terça-feira, 8 de janeiro de 2013

SOJA: COLHEITA COMEÇA COM PRODUTIVIDADE IRREGULAR EM MTAPROSOJA

As primeiras lavouras de soja que estão sendo colhidas em
Mato Grosso, principal Estado produtor do país, apresentam produtividades
irregulares, uma vez que muitas áreas plantadas precocemente foram afetadas por
falta de chuvas no início do cultivo, informou nesta terça-feira a entidade
que reúne produtores.
"Nós temos relatos de produtores colhendo de 34 sacas até produtores
colhendo 54 sacas por hectare", disse Nery Ribas, diretor-técnico da
Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso (Aprosoja).
A estimativa mais recente do governo federal é de produtividade de 51,6
sacas por hectare, em média, em Mato Grosso, na safra 2012/13. A produção
deverá somar 23,8 milhões de tonelada, alta de 8,9 por cento ante a safra
anterior, com o crescimento do plantio, segundo a Companhia Nacional de
Abastecimento (Conab).
"A gente sabe que as variedades precoces e super precoces não têm enorme
potencial", disse Ribas, lembrando que muitas áreas registraram chuvas abaixo
do esperado no início do período de plantio, em função do fenômeno El
Niño, o que se somou ao menor potencial das sementes precoces.
Ribas estima que cerca de 1 por cento da área tenha sido colhida em Mato
Grosso.
"Como a área é muito irrisória ainda, não dá para estimar (se haverá
impacto na safra total do Estado)", completou.
Em Mato Grosso, alguns produtores optaram por variedades de ciclo curto
buscando plantar e colher antecipadamente, a fim de semear milho ou algodão
logo na sequência.
A irregularidade de chuvas em áreas de soja de ciclo normal em Mato Grosso
começa a despertar atenção dos produtores.
"Inicia alguma preocupação. É no Estado todo", disse Nery Ribas. "Mas
é muito cedo ainda para falar de perdas."
O mais recente levantamento da Somar Meteorologia mostra que praticamente
não choveu entre os dias 5 e 7 de janeiro, mas a partir de quarta-feira há
previsão de precipitações no Centro-Oeste.
Segundo Ribas, na região sul e em outras áreas de Mato Grosso, em locais
mais arenosos, "as lavouras estão sofrendo drasticamente agora".
"A (soja) de ciclo médio começa a sentir nessa fase de enchimento de
grãos", completou.

PARANÁ

No Paraná, segundo Estado produtor do Brasil, a falta de chuvas foi
sentida, mas não preocupa, na avaliação da Organização das Cooperativas
(Ocepar).
Houve estiagem no início do plantio, mas o atraso na semeadura ajudou a
sanidade das lavouras, porque houve um bom vazio sanitário e não houve
incidência de ferrugem nas plantações, disse Flávio Turra, gerente técnico
na Ocepar.
"Choveu nos últimos dias, as lavouras se recuperaram bem", afirmou.
A colheita no Paraná começa no final de janeiro, intensificando-se no fim
de fevereiro e início de março. A Conab prevê uma safra de 15,2 milhões de
toneladas, crescimento de 39 por cento, após uma temporada 11/12 afetada por
seca. As informações partem do site da Reuters no Brasil.

GRÃOS: RELATÓRIO DE JANEIRO DO USDA SERÁ DIVULGADO NA SEXTA, ÀS 15HS

O relatório de oferta e demanda mundial e norte-americana do
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) será divulgado na
sexta-feira, em novo horário. A partir deste mês, os dados serão liberados
às 15hs, diferentemente dos últimos levantamentos, que estavam sendo
divulgados ao mercado às 11h30min.
A alteração foi feita após consulta pública e foi promovida após a
expansão do funcionamento dos pregões eletrônicos na Bolsa de Mercadorias de
Chicago (CBOT), com o objetivo de diminuir as especulações.
O relatório de janeiro do Departamento será divulgado pela Agência
SAFRAS nesta sexta, dia 11, com os principais dados para arroz, algodão, trigo,
milho e soja.

FONTE: Safras e Mercado.

Soja: mercado em Chicago segue sem direção definida

A sessão desta terça-feira (08) na Bolsa de Mercadorias de Chicago está bastante volátil. Por volta das 13horas (Brasília) o vencimento março/13 trabalhava com 1,5 pontos de alta, cotado a US$ 13,90 e o vencimento maio/13 era negociado a US$ 13,79 / bushel, com alta de 1,25 pontos. Porém a soja iniciou as operações registrando leves quedas.

O tom negativo no início do dia foi motivado por um movimento de realização dos lucros, depois que as negociações de ontem (07) registraram ganhos de até 20 pontos nos principais vencimentos.

Mas o que tem deixado o mercado bastante instável é a expectativa em relação ao próximo relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). As incertezas sobre os números do próximo documento fazem os investidores mudarem suas posições a todo momento, buscando um melhor posicionamento frente ao relatório, que será publicado na próxima sexta-feira (11). Enquanto os números não forem oficialmente divulgados, o mercado tende a se manter bastante volátil.


Fonte: Notícias Agrícolas

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

À espera do USDA, grãos operam em alta e soja lidera recuperação

A semana começou positiva para o mercado internacional de grãos e, na sessão desta segunda-feira (7), soja, milho e trigo operam em alta na Bolsa de Chicago. Quem lidera os ganhos é a soja que, por volta de meio-dia (horário de Brasília), registrava alta de mais de 10 pontos nas posições mais próximas.

Com as altas de hoje, o mercado tenta se recuperar da última semana, que foi negativa para os preços, quando os futuros tanto da soja quanto do milho bateram no menor patamar em seis meses.

A recuperação também se dá com a busca dos investidores por um melhor posicionamento antes da divulgação do novo relatório de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que acontece nesta sexta-feira, 11 de janeiro.

"O mercado está tentando buscar, novamente, a base de preços em que trabalhou na semana passada na casa dos US$ 14 por bushel que perdeu na sexta-feira (4). O mercado caiu muito na semana passada e perdeu esse suporte. Agora, está buscando esse patamar já de olho no relatório do USDA que vem na sexta-feira (11)", disse Vlamir Brandalizze, consultor da Brandalizze Consulting.

Como explicou o consultor, neste início de ano o mercado começa a retomar seu ritmo normal e, ao passo que isso acontece, vai dando mais atenção àquilo que está por vir, à expectativas, principalmente sobre a nova safra da América do Sul.

Além disso, os investidores deverão observar também esses novos números que o USDA traz no dia 11, principalmente sobre as exportações e estoques norte-americanos. "A expectativa é de que o USDA atualize os volumes de exportações americanas de soja para níveis um pouco maiores do que foram no mês passado e derrubem os estoques, o que seria o fator positivo da semana. Então, em cima disso, é que o mercado começa a trabalhar a semana com os olhos mais otimistas. Porque a soja já caiu bastante nessas últimas semanas e a cotação entre US$ 13,50 e US$ 14 já estaria muito baixa para a situação do mercado atual", explicou Brandalizze.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

SOJA: CHICAGO REGISTRA FORTES PERDAS À ESPERA DO USDA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
opera com preços significativamente mais baixos no meio-pregão de hoje. O
mercado é pressionado por fatores técnicos e pelo clima favorável ao
desenvolvimento das lavouras de soja na América do Sul, além do posicionamento
frente ao relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos
Estados Unidos (USDA) - que sai na semana que vem. Alguns analistas esperam
que o USDA aumente a estimativa de safra do país.
As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à
temporada 2012/13, com início em 01 de setembro, ficaram em 434.900 toneladas
na semana encerrada em 27 de dezembro. Na semana anterior, o total havia sido de
87.000 toneladas. O principal comprador foi a China (360.200 toneladas). As
informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro de 2013 estão cotados
a US$ 13,81 3/4 por bushel, perda de 21,25 centavos de dólar em relação ao
fechamento anterior. As posições da soja em grão com entrega em março de
2013 estão cotadas a US$ 13,62 por bushel, recuo de 24,50 centavos de dólar
por bushel.
No farelo, janeiro de 2013 tem preço de US$ 395,20 por tonelada, baixa de
US$ 10,40 por tonelada em relação ao fechamento anterior. No óleo de soja, a
posição janeiro de 2013 vale 49,64 centavos de dólar por libra-peso, queda de
0,57 centavo de dólar em relação ao fechamento anterior.


FONTE: Safras e Mercado.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Safra brasileira foi recorde em 2012, mas houve deflação nos preços dos alimentos exportados

A crise internacional também deixou suas marcas no agronegócio brasileiro em 2012. Apesar da severa estiagem que atingiu estados do Sul e Nordeste do Brasil, o setor registrou safra recorde de 166,2 milhões de toneladas de grãos. Mesmo assim, seu PIB (Produto Interno Bruto) recuou na comparação com 2011, ficando em cerca de R$ 813 bilhões.

De acordo com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a austeridade fiscal adotada pela União Europeia, a redução no ritmo de crescimento da China e o enfraquecimento da economia americana contribuíram para a deflação dos preços das principais commodities exportadas pelo país.

Além disso, a crise levou a uma desaceleração da demanda de grandes compradores dos produtos agropecuários brasileiros, como Estados unidos e União Europeia. O setor também sofreu com embargos à carne nacional, principalmente por parte da Rússia, principal cliente, e Argentina, principal parceiro no Mercosul.

O maior ponto positivo do ano para os produtores rurais foi a aprovação do Novo Código Florestal, discutido por mais de dez anos no Congresso Nacional. Entidades representativas dos produtores rurais, como a CNA e a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) dizem que a nova legislação traz segurança jurídica necessária ao setor e contribui para a regularização das propriedades.

Apesar das incertezas quanto à recuperação das economias mundiais, há perspectivas otimistas para 2013. A produção de grãos, que já foi recorde este ano, deve crescer ainda mais. De acordo com levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a colheita deve ultrapassar 180 milhões de toneladas, um crescimento de mais de 8%.

Em relação à demanda externa, o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, disse que vislumbra a suspensão do embargo russo imposto em junho de 2011 às exportações de carnes dos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e de Mato Grosso, além da abertura de novos mercados.

“Após anos de negociações, o ano de 2013 será o momento para a conclusão do processo negociador com o Japão e a Coreia”, disse, se referindo ao reconhecimento, por esses países, de Santa Catarina como livre de febre aftosa sem vacinação e, conseqüentemente, a permissão para que o estado possa exportar carne suína para eles.

O ministro garante que não faltarão recursos aos produtores – o Plano Agrícola e Pecuário 2012/2013 disponibilizou R$ 115,2 bilhões para financiamentos nesta safra – e que medidas estão sendo tomadas com foco na geração de empregos no campo e no aumento da renda com sustentabilidade. Entre elas, está o Projeto de Regionalização do Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento, com o objetivo de tornar o órgão mais ágil, eficiente e próximo dos produtores.

“Na regionalização, a ser implementada inicialmente nas regiões Sul e Nordeste – em razão de serem atingidas pela seca – a principal meta é identificar as dificuldades locais do setor para induzir o crescimento da produção agropecuária e florestal por meio de sistemas que gerem emprego e renda com sustentabilidade”, disse Mendes Ribeiro.


Fonte: Agência Brasil

SOJA: CHICAGO REGISTRA PERDAS COM CANCELAMENTO DE COMPRAS DA CHINA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
opera com preços significativamente mais baixos no meio-pregão de hoje. O
mercado é pressionado pelo cancelamento de compras de produto norte-americano
por parte da China, levando a oleaginosa ao menor patamar em seis semanas.
Vendas por parte de especuladores, fatores técnicos e o clima favorável ao
desenvolvimento das lavouras na América do Sul também influenciam
negativamente.
Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de
Agricultura dos Estados Unidos (USDA) o cancelamento de exportações de 315 mil
toneladas de soja em grão para a China que seriam entregues na temporada
2012/13. Toda operação envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100
mil toneladas do grão, feita para o mesmo destino e no mesmo dia, tem que ser
reportada ao USDA.
Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro de 2013 estão cotados
a US$ 13,94 1/2 por bushel, perda de 11,00 centavos de dólar em relação ao
fechamento anterior. As posições da soja em grão com entrega em março de
2013 estão cotadas a US$ 13,80 por bushel, recuo de 12,25 centavos de dólar
por bushel.
No farelo, janeiro de 2013 tem preço de US$ 402,10 por tonelada, baixa de
US$ 5,00 por tonelada em relação ao fechamento anterior. No óleo de soja, a
posição janeiro de 2013 vale 50,34 centavos de dólar por libra-peso, queda de
0,18 centavo de dólar em relação ao fechamento anterior.


FONTE: Safras e Mercado.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

SOJA: CHICAGO REVERTE E REGISTRA PERDAS NO MEIO-PREGÃO

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
opera com preços mais baixos para grão e farelo, e cotações mais altas para
óleo no meio-pregão de hoje. A oleaginosa abriu com boa alta, sustentada por
um movimento de cobertura de posições vendidas, acompanhando o cenário
financeiro mais positivo. Porém, o mercado reverteu para o território
negativo, pressionado por fatores técnicos.
O mercado foi influenciado na abertura da sessão pela notícia de que o
Congresso dos Estados Unidos aprovou ontem um projeto de lei para evitar o
chamado abismo fiscal - conjunto de cortes de gastos públicos e aumentos de
impostos que entraria em vigor em 2013 e poderia prejudicar a recuperação da
economia norte-americana. A legislação aumenta os impostos para indivíduos e
famílias com renda anual superior a US$ 400 mil e US$ 450 mil, respectivamente.
Para as demais faixas de renda, foram mantidos os benefícios fiscais que
estavam em vigor até o final de 2012. O texto também adia por dois meses a
introdução de cortes automáticos nas despesas do governo dos Estados Unidos.
Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro de 2013 estão cotados
a US$ 14,12 3/4 por bushel, perda de 6,00 centavos de dólar em relação ao
fechamento anterior. As posições da soja em grão com entrega em março de
2013 estão cotadas a US$ 14,01 3/4 por bushel, recuo de 7,75 centavos de dólar
por bushel.
No farelo, janeiro de 2013 tem preço de US$ 410,60 por tonelada, baixa de
US$ 10,00 por tonelada em relação ao fechamento anterior. No óleo de soja, a
posição janeiro de 2013 vale 50,42 centavos de dólar por libra-peso, avanço
de 1,26 centavo de dólar em relação ao fechamento anterior.


FONTE: Safras e Mercado.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

SOJA: CHICAGO BUSCA RECUPERAÇÃO NO MEIO-PREGÃO

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
opera com preços mais altos para o grão e óleo, e cotações mais baixas
para farelo no meio-pregão de hoje. O mercado busca uma recuperação frente
às perdas de ontem, quando foi pressionado por um movimento de vendas por parte
de fundos especuladores. A boa demanda pelo produto norte-americano nesta
sexta-feira influencia positivamente.
Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de
Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 165 mil toneladas de soja em
grão para a China, que serão entregues na temporada. Foi reportada também a
venda de 30 mil toneladas para destino desconhecido para 2012/13. Toda
operação envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100 mil toneladas do
grão, feita para o mesmo destino e no mesmo dia, tem que ser reportada ao
USDA.
Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro de 2013 estão cotados
a US$ 14,24 1/4 por bushel, ganho de 5,50 centavos de dólar em relação ao
fechamento anterior. As posições da soja em grão com entrega em março de
2013 estão cotadas a US$ 14,19 1/2 por bushel, avanço de 5,50 centavo de
dólar por bushel.
No farelo, janeiro de 2013 tem preço de US$ 429,30 por tonelada, baixa de
US$ 0,50 por tonelada em relação ao fechamento anterior. No óleo de soja, a
posição janeiro de 2013 vale 48,92 centavos de dólar por libra-peso, avanço
de 0,63 centavo de dólar em relação ao fechamento anterior.


FONTE: Safras e Mercado.

Preço da soja deve cair quase 30% em fevereiro devido pico da colheita local

O preço da saca de 60 quilos da soja em fevereiro deverá ser 27% menor que os R$ 74 vistos entre outubro e novembro e 13,5% inferior a cotação atual que está na casa dos R$ 64 em média. Segundo o setor produtivo, os preços em janeiro deverão seguir estáveis visto a demanda ser maior que a oferta, em princípio.

Veja a notícia na íntegra no site da Folha do Estado