Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quarta-feira, 24 de outubro de 2012

MERCADO 24 / 10 / 2012

Para soja e milho a demanda da China continua aquecida e foi 20% maior em relação ao mesmo período do ano passado, isto deu firmeza para as cotações; Outro fator que está contribuindo é a demanda aquecida por grãos internamente nos EUA, a soja com seus estoques apertados e o milho devido a baixa qualidade está tendo uma parte destinada para uso na produção de etanol. Aqui no Brasil já temos alguns pontos com falta de chuva que começam a inspirar cuidados.

Att
Eduardo Paim.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

SOJA: CHICAGO FECHA EM BAIXA COM REALIZAÇÃO DE LUCROS

Os preços da soja (grão e óleo) fecharam em queda nesta
sexta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), enquanto as cotações do
farelo subiram.
O mercado foi pressionado pela estimativa da Informa, que projetou a área
norte-americana em 80 milhões de acres, 115 mil a mais que a última previsão.
As perdas também foram reflexo de um movimento de realização de lucros
frente ao final de semana e aos ganhos recentes.

Produção do Brasil deve crescer 24% em 2012/13 - SAFRAS

A última estimativa de SAFRAS & Mercado para a cultura de soja na
temporada 2012/2013 apresentou um aumento de 24% para a produção do Brasil. A
produção brasileira ficou estimada em 82,468 milhões de toneladas, ante
66,631 milhões de toneladas colhidas em 2011/12. No relatório anterior,
divulgado em julho, SAFRAS indicava produção de 82,295 milhões de toneladas.
SAFRAS estima um avanço de 9% na área plantada em todo o país, passando
de 25,103 para 27,268 milhões de hectares. O rendimento médio deve avançar,
passando de 2.665 para 3.024 quilos por hectare.
Os contratos da soja em grão com vencimento em novembro fecharam com queda
de 11,25 centavos a US$ 15,34 1/4 por bushel. A posição janeiro encerrou com
recuo de 9,75 centavos de dólar a US$ 15,36 1/2 por bushel.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo teve preço de US$ 463,80
por tonelada, com alta de US$ 0,50. Os contratos do óleo com vencimento em
dezembro fecharam a 51,58 centavos de dólar por libra-peso, desvalorização de
0,72 centavo frente ao fechamento anterior.


Fonte: Safras e Mercado.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

SOJA: CHICAGO ESTENDE VALORIZAÇÃO DE ONTEM

Os preços da soja fecharam em alta nesta quinta-feira na
Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), estendendo os ganhos de ontem. O mercado
foi sustentado por um movimento de compras associadas a fatores técnicos. O
sentimento é que o mercado ficou sobrevendido após as recentes perdas. A boa
demanda pelo grão dos Estados Unidos também influenciou positivamente. A
firmeza do mercado físico norte-americano completou o quadro altista.
As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à
temporada 2012/13, com início em 01 de setembro, ficaram em 523.400 toneladas
na semana encerrada em 11 de outubro, contra 1.269.600 toneladas na semana
anterior. China (268.400 toneladas) foi o principal comprador. As informações
são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Os contratos da soja em grão com vencimento em novembro fecharam com alta
de 36,25 centavos a US$ 15,45 1/2 por bushel. A posição janeiro encerrou com
alta de 38,00 centavos de dólar a US$ 15,46 1/4 por bushel.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo teve preço de US$ 463,30
por tonelada, com alta de US$ 8,60. Os contratos do óleo com vencimento em
dezembro fecharam a 52,30 centavos de dólar por libra-peso, valorização de
1,27 centavo frente ao fechamento anterior.


Fonte: Safras e Mercado.

PIB Chinês

LOS ANGELES - A economia da China cresceu 7,4% no terceiro trimestre em comparação com um ano antes, porém desacelerou 7,6% nos três meses anteriores, mas vários dos principais pontos de dados de setembro mostraram melhora, o governo informou quinta-feira. O crescimento do produto interno bruto ficou em linha com as expectativas relatadas em separado Dow Jones Newswires e pesquisas da Reuters marcou o crescimento mais lento desde o início de 2009. Vendas de varejo de setembro ganharam 14,2%, acelerando de resultado de 13,2% de agosto e batendo uma previsão de 13,2% da pesquisa da Reuters.
Setembro a produção industrial avançou 9,2% em relação ao período do ano anterior, passando de 8,9% em agosto e batendo uma previsão de 9,0% do Dow Jones Newswires e Reuters. Ações movidas um pouco fora de suas elevações após os números, com o Shanghai Composite CN: 000,001% 1,24 até 0,5% em comparação com um aumento de 0,7% antes dos dados. O índice Hang Seng de Hong Kong: HSI0,48% negociados 0,4% maior, facilitando a partir de um ganho de 0,6%.

Na outra mão estão os metais preciosos que começaram a recuar depois desta informação.

Com está informação, às 9:00 horas, soja trabalhando com + 17 ($ 14,99 / bushel no março) e milho + 4 ($ 7,49 / bushel no dezembro).


Fonte: Israel Corretora / Eduardo Paim.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

MERCADO: SOJA SEGUE EM RITMO LENTO E COM PREÇOS NOMINAIS

O mercado brasileiro de soja teve um dia de poucas
alterações nos preços, que na maioria das praças permaneceram em patamares
nominais. Poucos negócios foram registrados, envolvendo lotes isolados no Rio
Grande do Sul e no Mato Grosso.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 72,00. Na região das
Missões, o preço da saca permaneceu em R$ 71,50. No porto de Rio Grande, os
preços estabilizaram em R$ 72,00.
Em Cascavel, no Paraná, o preço estagnou em R$ 74,00 por saca. No porto
de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 71,00 por saca, estável na
comparação com terça. Em Rondonópolis (MT), o preço passou de R$ 68,00 para
R$ 71,00. Em Dourados (MS), a saca fechou em R$ 72,00, repetindo o valor de
ontem.

Chicago

Os preços da soja fecharam em alta nesta quarta-feira na Bolsa de
Mercadorias de Chicago (CBOT). O enfraquecimento do dólar frente a outras
moedas, diante de um cenário financeiro mais tranquilo, contribuiu para os
ganhos, em dia marcado por baixo volume de negócios e muita volatilidade.
Em termos fundamentais, o ainda apertado quadro de oferta e demanda mundial
para a oleaginosa ajudou a consolidar a recuperação dos contratos. Mas
qualquer reação mais consistente foi barrada pelas incertezas em relação ao
tamanho da safra americana, que está sendo colhida. De certeza, apenas que a
produção será maior do que a projetada inicialmente, após o efeito
prejudicial da estiagem no Meio Oeste dos Estados Unidos.
Os contratos da soja em grão com vencimento em novembro fecharam com alta
de 15,50 centavos a US$ 15,09 1/4 por bushel. A posição janeiro encerrou com
alta de 15,50 centavos de dólar a US$ 15,08 1/4 por bushel.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo teve preço de US$ 454,70
por tonelada, com alta de US$ 1,90. Os contratos do óleo com vencimento em
dezembro fecharam a 51,03 centavos de dólar por libra-peso, valorização de
0,56 centavo frente ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou com queda de 0,19%, a R$ 2,0290 para compra e
R$ 2,0310 para venda. Durante o dia a moeda norte-americana oscilou entre a
mínima de R$ 2,0310 e a máxima de R$ 2,0350.


Fonte: Safras e Mercado.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Soja não encontra força para sustentar altas e fecha próxima da estabilidade

A soja encerrou a terça-feira com leve alta na Bolsa de Chicago, com os preços próximos da estabilidade. Nesta sessão, os contratos mais próximos fecharam com ganhos de pouco mais de 1 ponto. As cotações iniciaram o pregão exibindo um avanço mais expressivo - a soja chegou a subir quase 20 pontos - tentando se recuperar da queda de mais de 30 pontos da sessão anterior.

Porém, ao longo dos negócios, o mercado foi reduzindo as altas até fechar próximo da estabilidade. Como explicou o analista de mercado Pedro Dejneka, da PHDerivativos, o mercado ainda é bastante técnico e "os gráficos apontam para baixo e os gráficos vão dominar".

Segundo Dejneka, o mercado ainda se mostra muito "pesado", sem forças suficientes para voltar a subir sustentar novas altas. O analista explica ainda que é um momento em que os especuladores estão vendendo e o comercial está comprando, porém, são volumes de compra ainda acanhados, não sendo o mercado busca. "O mercado está muito danificado psicologicamente", diz.

No cenário atual, não há notícias que sejam capazes de provocar uma nova alta que se mantenha, inclusive entre os fundamentos no curto prazo. A demanda ainda está bastante aquecida e os estoques de soja estão historicamente baixos. Entretanto, a safra dos Estados Unidos, apesar da quebra, será maior do que o esperado e isso acabou surpreendendo o mercado.

"Os fundamentos estão muito apertados ainda, mas isso não tem sido o suficiente. A pressão técnica ainda é muito grande e o mercado segue bastante técnico. Se estivéssemos focados só nos fundamentos, estaríamos ao menos sustentados. Porém, com os dados atuais e sem um problema climático na América do Sul, é difícil vermos os preços próximos dos US$ 18 novamente. O que os preços poderiam alcançar seria o patamar dos US$ 16, US$ 16,50 por bushel, mas será preciso muita lenha na fogueira. O mercado opera com muitas expectativas", disse Pedro Dejneka.

O analista explica ainda que o mercado deverá continuar buscando um piso, porém, não pode cair muito mais, já que isso poderia atrair muita demanda.

Paralelamente, Dejneka diz ainda que é preciso estar atento também ao desempenho do mercado do óleo de palma, já que a correlação do produto com o contrato de soja nos últimos dois meses. Como descreveu em seu último comentário no Notícias Agrícolas, o analista aponta que em apenas um mês a baixa na soja chegou a ser de mais de 15% do topo na primeira semana de setembro e no óleo de palma mais de 28%.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Soja: Fundos vendem e preços em Chicago recuam mais de 30 cents

Nesta segunda-feira (15), a soja encerrou o dia registrando expressiva queda na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa fecharam o pregão perdendo mais de 30 pontos, com os principais vencimentos já abaixo dos patamares dos US$ 15 por bushel.

Na sessão de hoje, os fundos voltaram a liquidar boa parte de suas posições e isso vem pesando seriamente sobre as cotações da soja no mercado internacional. De acordo com o operador de mercado Liones Severo, essa queda era um movimento já esperado e que vinha sendo sinalizado pelos gráficos históricos dos preços.

Para Severo, esse forte recuo reflete os sérios problemas financeiros pelo qual passa a Europa, e que acaba contagiando demais economias ao redor globo, além do aumento da estimativa da produção nos Estados Unidos e da projeção de uma safra cheia na América do Sul. "Esta baixa estava prevista e trata-se de uma situação normal", diz.

Entretanto, o operador afirma ainda que o mercado ainda dá indícios de que novas altas no final deste ano poderão acontecer, já que os fundamentos de oferta e demanda, que se mantêm positivos, voltarão a prevalecer. "O mercado é sazonal. Dezembro é um mês de alta, o mercado sempre teve esse desempenho e não será agora que vai acontecer diferente", diz Severo.

Paralelamente, o recuo dos preços da soja em grão sentem também a baixa na cotação do farelo de soja. A demanda pelo produto estaria um pouco retraída, principalmente por parte da Europa, o que acontece por conta da crise financeira pela qual passa o continente.

Na esteira da soja, os futuros do milho e do trigo também registraram expressiva queda na Bolsa de Chicago nesta segunda-feira.

No caso do milho, analistas afirmam que a baixa dos preços reflete uma menor demanda pelo cereal diante dos altos preços registrados nos últimos meses. As cotações do milho subiram muito e atingiram patamares recordes depois da séria quebra sofrida pela produção norte-americana na safra 2012/13 de cerca de 100 milhões de toneladas.

O mesmo acontece com o trigo, que, além da influência negativa dos mercados vizinhos, também sente a pressão de uma demanda menos aquecida e por isso recua em Chicago.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

COLHEITA DE SOJA E MILHO NOS EUA


Colheita de soja parece estar indo rápido agora. Os rendimentos variam de 30-60 bushels por acre para a maior parte das áreas. Colheita de milho está muito à frente do previsto. USDA revisou para baixo rendimento por um bushel por acre e hoje (11/10/12) o mercado reagiu, indo para cima. Soja foram estimados em 37 bushels por acre e milho em 122 bushels por acre.


Por: David B. Rahe / Illinois-EUA

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

SOJA: CHICAGO REPERCUTE USDA E FECHA EM ALTA

Os preços da soja fecharam em alta nesta quinta-feira na
Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado foi impulsionado pelo
relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado
hoje, que elevou a demanda pelo produto do país - as exportações foram
incrementadas em 20% na comparação com setembro, por exemplo. Nem mesmo o
aumento na safra norte-americana acima do esperado foi capaz de arrefecer o
ímpeto comprador.
Os contratos da soja em grão com vencimento em novembro fecharam com alta
de 25,25 centavos a US$ 15,48 1/2 por bushel. A posição janeiro encerrou com
alta de 24,75 centavos de dólar a US$ 15,48 1/2 por bushel.
Nos subprodutos, a posição outubro do farelo teve preço de US$ 482,70
por tonelada, com alta de US$ 12,60. Os contratos do óleo com vencimento em
outubro fecharam a 50,88 centavos de dólar por libra-peso, valorização de
0,71 centavo frente ao fechamento anterior.

USDA

O relatório de oferta e demanda norte-americana de outubro, divulgado pelo
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) nesta quinta, 11, indicou
elevação na estimativa de safra, esmagamento, exportações e estoques finais
dos Estados Unidos em 2012/13.
A produtividade está agora estimada em 37,8 bushels por acre, contra 35,3
bushels previstos em setembro. O número ficou acima da expectativa do mercado,
de 37 bushels por acre. Com isso, a projeção para a produção americana foi
elevada de 2,634 bilhões (71,69 milhões de toneladas) para 2,860 bilhões de
bushels (77,84 milhões de toneladas). O mercado apostava em safra de 2,77
bilhões ou 75,4 milhões de toneladas.
O Departamento elevou ainda as suas estimativas para as exportações
americanas, que passaram de 1,055 bilhão para 1,265 bilhão de bushels. O
número para esmagamento foi elevado de 1,500 bilhão para 1,540 bilhão de
bushels. Os estoques passaram de 115 milhões para 130 milhões de bushels,
número abaixo da expectativa do mercado, de 134 milhões de bushels.
A produção mundial de soja está agora estimada em 264,28 milhões de
toneladas, contra 258,13 milhões no relatório anterior. Os estoques mundiais
subiram de 53,10 milhões para 57,56 milhões de toneladas. O USDA estima
produção brasileira de 81 milhões de toneladas e argentina de 55 milhões de
toneladas, repetindo o mês anterior.
A safra americana teve estimativa elevada de 71,69 milhões para 77,84
milhões de toneladas. A China tem produção estimada em 12,6 milhões de
toneladas e deverá importar 61 milhões de toneladas, contra 59,5 milhões
projetados em setembro.


Fonte: Safras e Mercado.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

MERCADO: SOJA TEM DIA LENTO E COM PREÇOS NOMINAIS NA VÉSPERA DO USDA

O mercado brasileiro de soja teve um dia lento, com
negócios pontuais sendo registrados no Rio Grande do Sul e no Mato Grosso. Os
preços, apesar de na sua maioria serem nominais, recuaram nas principais
praças do país, acompanhando o comportamento da Bolsa de Mercadorias de
Chicago (CBOT).
Amanhã, a tendência é de um dia arrastado, com os participantes
absorvendo os números que serão divulgados pelo Departamento de Agricultura
dos Estados Unidos (USDA).
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 74,00 para R$ 72,00.
Na região das Missões, o preço da saca baixou de R$ 73,50 para R$ 71,50. No
porto de Rio Grande, os preços passaram de R$ 75,50 para R$ 73,50.
Em Cascavel, no Paraná, o preço baixou de R$ 75,00 para R$ 74,00 por
saca. No porto de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 71,00 por saca,
repetindo o valor de ontem. Em Rondonópolis (MT), o preço estabilizou em R$
70,00. Em Dourados (MS), a saca fechou em R$ 76,00, mesmo valor da terça.

Chicago

Os preços da soja fecharam em baixa nesta quarta-feira, na Bolsa de
Mercadorias de Chicago (CBOT). A exemplo do que predominou ao longo da semana,
os participantes buscaram um melhor posicionamento frente ao relatório do
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na
quinta, às 9h30min.
O mercado esteve sob pressão, com os agentes tentando antecipar uma
possível elevação nas estimativas de produção e de oferta dos Estados
Unido, no quadro de oferta e demanda que será divulgado amanhã.
Os contratos da soja em grão com vencimento em novembro fecharam com baixa
de 26,75 centavos a US$ 15,23 1/4 por bushel. A posição janeiro encerrou com
perda de 25,50 centavos de dólar a US$ 15,23 3/4 por bushel.
Nos subprodutos, a posição outubro do farelo teve preço de US$ 470,10
por tonelada, com baixa de US$ 8,00. Os contratos do óleo com vencimento em
outubro fecharam a 50,17 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,65
centavo frente ao fechamento anterior.

USDA

O relatório de outubro deverá elevar a projeção de safra americana em
2012/13, mas reduzir a projeção para os estoques finais.
Corretores e analistas consultados por agência internacionais apostam em
produção de 2,770 bilhões de bushels (75,4 milhões de toneladas), contra
2,634 bilhões (71,7 milhões) projetados no mês de setembro. A produtividade
deverá subir de 35,3 bushels por acre para 37 bushels por acre. Se confirmada a
estimativa, a elevação deverá ser de 5,2%.
Em relação aos estoques de passagem, a previsão é de número de 134
milhões de bushels em 2012/13. No final de setembro, quando da divulgação do
relatório de estoques trimestrais, o USDA indicava carryover de 169 milhões de
bushels.
As chuvas do final de agosto e do início de setembro melhoraram as
condições das lavouras americanas, que foram muito prejudicadas pela dura
estiagem que persistiu durante boa parte do desenvolvimento da planta. Durante a
colheita, que está em andamento, foram reportados rendimentos acima dos
esperados anteriormente, o que, para analistas, deverá forçar esta revisão no
número de produção do Departamento.
Diante desta expectativa, os preços da soja acumularam perdas na Bolsa de
Mercadorias de Chicago nos últimos dias, com os participantes tentando
precificar este sentimento de safra maior que a esperada inicialmente. A grande
dúvida do mercado é saber o tamanho desta revisão.
Os agentes também querem avaliar de que forma o USDA fará seus ajustes no
quadro de oferta e demanda. A projeção é de um quadro ainda apertado,
principalmente em decorrência da forte demanda externa pela soja americana. A
perspectiva é de os números de esmagamento e exportação sejam elevados. O
mercado aposta em estoques acima dos divulgados no relatório de setembro, mas
abaixo do previsto no final do mês passado, quando divulgado os estoques
trimestrais.

Câmbio

O dólar comercial encerrou as negociações de hoje com alta de 0,29%, a
R$ 2,0400 para compra e R$ 2,0420 para venda. Durante o dia, a divisa oscilou
entre a mínima de R$ 2,0320 e a máxima de R$ 2,0430.


Fonte: Safras e Mercado.