Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 17 de maio de 2013

Soja em alta na manhã desta sexta-feira.


O contrato futuro da soja trabalha em alta com +6,6 na Bolsa de Chicago. As cotações ainda encontram sustentação nos estoques muito apertados nos Estados Unidos dando firmeza para o mercado físico norte-americano, onde os prêmios nos portos estão historicamente altos, e refletindo diretamente nos negócios em Chicago. 
Como explicou o analista de mercado Carlos Cogo, da Carlos Cogo Consultoria Agroeconômica, essa falta de produto se mostrou muito cedo nos EUA e isso tem oferecido um significativo suporte para os preços. "É uma escassez muito precoce nos EUA. Geralmente, vimos essa falta em meados de agosto e ainda estamos em maio", diz. 
Além disso, o posicionamento de especuladores e operadores de mercado por meio de compras técnicas também contribui, bem como as condições de clima adverso atrasando o plantio da nova safra.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Soja: Com falta de produto nos EUA, mercado fecha em alta


mercado da soja fechou os negócios em Chicago nesta quinta-feira (16) com boas altas. Os primeiros vencimentos subiram mais de 14 pontos, com o julho/13 encerrando o dia US$ 14,29 por bushel. Os preços se recuperam depois das perdas registradas no pregão anterior. 
A firmeza do mercado físico norte-americano em função da baixa oferta de soja disponível foi o principal fator de alta para as cotações. A demanda pelo produto dos EUA segue muito aquecida e o volume para a exportação é praticamente nulo neste momento. Com isso, os prêmios nos portos locais estão historicamente altos, com esmagadores norte-americanos e importadores brigando pela soja. 
"É uma escassez muito precoce nos EUA. Geralmente, vimos essa falta em meados de agosto e ainda estamos em maio", diz o analista de mercado Carlos Cogo, da Cogo Consultoria Agroeconômica, sobre essa falta de produto nos EUA. Para Cogo, esse avanço dos contratos mais curtos e o bom momento dos preços no mercado físico dos EUA acaba dando sustentação até mesmo para os vencimentos de mais longo prazo, porém, estes sobem com menos vigor. Clique no link abaixo e confira a entrevista de Carlos Cogo:

Governo lança opções de R$ 15,12 para MT


O governo federal definiu, nesta quarta-feira (15), os valores para os leilões de opções de venda de até 2 milhões de toneladas de milho. As operações chegam para tentar oferecer sustentação aos preços do cereal que vem sendo pressionados negativamente pela produção recorde deste ano no Brasil, estimada pela Conab em 77,998 milhões de toneladas. 
O Conselho Interministerial de Estoques Públicos de Alimentos (CIEP) estipulou os valores de exercício das opções em R$ 15,12 por saca para Mato Grosso e de R$ 19,74 para os demais estados do Centro-Oeste e do Sul. O valor de exercício da opção no caso de Mato Grosso ficou 16,1% acima do preço mínimo de R$ 13,02/saca e para os demais 13,1% superior ao mínimo de R$ 17,46.
A previsão é de que o exercício dessas opções aconteça no dia 30 de novembro, entretanto, há uma cláusula de antecipação. Nesse mecanismo de opções de venda são realizados leilões de prêmios para apoiar a comercialização do milho e os arrematantes podem, caso queiram, vender o cereal ao governo pelo valor do exercício. O produtor exerce a opção quando o preço de mercado, na época de vencimento, permanece abaixo do ofertado pelo governo.

ISRAEL.
Algumas informações sobre a opção:
R$ 15,12 é valor cheio, o GOVERNO vai estipular a taxa que o produtor vai ter que pagar para ter a opção; A opção é entregar para o GOVERNO ou se houver preço melhor vende para outra empresa, mas a taxa não é devolvida, depois o produtor terá que pagar o frete de sua fazenda até um armazém credenciado na CONAB ou na própria CONAB ( o que for mais perto); A opção tem que ser feita até 30/11/13, caso o GOVERNO antecipe a entrega ele pode cobrar uma taxa pela antecipação da entrega, então tem que fazer conta para ver se realmente vale a pena a opção. As regras vamos saber quando sair o edital para o leilão, mas não é muito diferente do que eu falei.

Soja avança, milho opera com volatilidade.


O mercado sobe na sessão de hoje tentando manter uma recuperação depois das perdas de ontem, a soja opera com +3,6 e o milho com -0,6. O que impulsiona os preços da oleaginosa ainda são os fundamentos de oferta e demanda, principalmente em relação ao escasso volume disponível de soja nos Estados Unidos. 
Nesta quarta (15), o Centro Nacional de Grãos e Óleos da China (CNGOIC) informou que as importações do país na safra 2013/14 deverão ser recordes por conta dos baixos estoques e ainda da demanda interna bastante ativa. Além disso, ontem oUSDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportou a venda de 171 mil toneladas de soja para a nação asiática com entrega para a safra nova. 
Os contratos futuros do milho e do trigo, também fecharam a sessão com pequenas altas, pouco expressivas. O mercado ainda observa as incertezas sobre a nova safra norte-americana e as previsões climáticas em constante mudança, dando margem para leituras diferentes sobe o andamento dos negócios.
A soja opera com +3,6 e o milho com -0,6

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Soja e milho fecham no vermelho em Chicago com previsão de clima melhor nos EUA


Mercado de soja e do milho fecharam o pregão com ligeiras baixas na Bolsa de Chicago. A oleaginosa perdeu entre 0,75 e 5 pontos nos principais vencimentos, e o cereal perdeu de 2 a 6,50 pontos. 
Entre os fatores de pressão para as cotações está a melhora para o clima dos Estados Unidos pelo menos até a próxima sexta-feira (17). Segundo Eduardo Vanin, analista de mercado da Agrinvest, os produtores norte-americanos puderam evoluir com o plantio contando com temperaturas um pouco mais altas em relação às das últimas semanas no Meio-Oeste. Com isso, as trades já divulgam expectativas sobre a semeadura do milho podendo estar concluída em cerca de 50% até o próximo domingo (19). 
Porém, no final da semana, já a partir da sexta-feira, as chuvas devem voltar à cena do plantio da nova safra norte-americana, podendo provocar mais atraso nos trabalhos de campo. Mais adiante, as previsões indicam a volta do tempo bom, com um clima mais seco na segunda quinzena de maio, de acordo com o analista de mercado Stefan Tomkiw, da Jefferies Corretora e Banco de Investimentos. 
Ainda há muita incerteza sobre o andamento das condições climáticas nos Estados unidos e as previsões se alteram a cada dia. "Isso (novas previsões de melhora) ainda precisa ser confirmado conforme o prazo vai correndo e as previsões vão tendo as leituras alteradas", afirmou Tomkiw. 
O que também pressionou os preços nesta quarta-feira foram novos rumores de mais compras de soja por parte dos Estados Unidos no Brasil, fator que pesou principalmente sobre os contratos de mais curto prazo.
Os números de esmagamento de soja nos Estados Unidos divulgados pelo Nopa (Associação Nacional dos Processadores de Oleaginosas dos EUA) ficaram abaixo das expectativas do mercado e também acabaram influenciando negativamente o mercado internacional da soja. O volume foi divulgado em 3,27 milhões de toneladas, enquanto as expectativas variavam entre 3,29 milhões e 3,51 milhões de toneladas, com uma média de 3,4 milhões. 
A alta do dólar também contribuiu para o tom negativo do mercado. A moeda norte-americana registrou hoje seu sexto dia consecutivo de alta. "Com isso, temos dólares para cima e commodities para baixo, já que isso diminui o apetite à risco por parte dos investidores", explica Vanin. 

Grãos realizam lucros na manhã desta quarta-feira


 Soja e milho trabalhavam no vermelho, porém, com perdas pouco expressivas. Segundo analistas, o mercado perde um pouco da sua direção a espera de uma definição do clima nos Estados Unidos, que continua adverso em várias regiões produtoras, mas já um pouco melhor em outras. 

terça-feira, 14 de maio de 2013

Desenvolvimente de plantio e clima dos EUA.



Por: David B. Rahe
‘’Nós estamos olhando para um curto período em que o tempo vai estar seco o suficiente para plantar.  Há previsão de chuvas para quarta-feira''. Os fazendeiros no extremo Norte de Illinois parecem estar um pouco à frente da maior parte do estado, onde o solo esta menos molhado.
Este relatório é muito coerente com o que eu já vi. Eu viajei recentemente, tanto quanto Chicago e sul de St. Louis. A quantidade plantada é regional, com algumas áreas à frente dos outros. Você pode olhar para os dias adequados para o trabalho de campo e dizer quais as áreas que tiveram oportunidade de plantar

Os agricultores do Norte e do Leste de Illinois na semana passada foram capazes de plantar milho onde os solos eram bastante secos. Pouco progresso foi feito em todo o resto do estado como os agricultores a espera de solos mais secos.
 As chuvas caíram novamente no final da semana. As mais pesadas chuvas caíram sobre o centro-sul do estado onde mais de 25,4 mm foi recebido. Em outras áreas do estado foram menos de 25 mm. Temperaturas em média 15 °C, 17.22 °C abaixo do normal. Havia relatado 1,7 dias adequados para o trabalho de campo na semana passada com a região Nordeste tendo o maior número de dias relatados 3.7.
Níveis de umidade superficial do solo em todo o estado foram classificados como 47 % adequadas, e 53 % em excesso. Os solos mais secos foram no Norte e Eastern Illinois. A umidade do subsolo foi classificada como 3 % curto, 62 % adequada e excesso de 35 %. Plantio do milho avançou para 17 % em todo o estado em comparação com 94 % no ano passado e 64 % para a média de cinco anos. As preocupações estão crescendo sobre os solos úmidos e atraso para o plantio de milho, bem como doenças devido ao tempo úmido na safra de trigo.

Grãos: Soja avança; milho e trigo passam por correção na CBOT


Na manhã desta terça-feira (14), os futuros da soja operam em alta na Bolsa de Chicago. Após fechar do lado positivo ontem, o mercado estende seus ganhos e, por volta das 7h50 (horário de Brasília), os principais vencimentos subiam entre 5 e 6 pontos. O contrato maio, que vence entre hoje e amanhã, era cotado a US$ 15,27 por bushel. 

As cotações são sustentadas de um lado pela apertada oferta de soja nos Estados Unidos e a demanda ainda concentrada no país, além da procura dos esmagadores locais por matéria-prima e, por outro, pelo clima adverso nos EUA prejudicando o avanço do plantio. 

Segundo números trazidos no fim da tarde desta segunda (13) pelo USDA(Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), a semeadura da oleaginosa está concluída em apenas 6% da área total prevista, contra 13% registrados no mesmo período do ano passado. 

O boletim reportou um atraso tambem bastante significativo para o milho e para o trigo, entretanto, o mercado dos grãos hoje opera próximo da estabilidade, registrando movimentações de correção após as expressivas altas de ontem. Na sessão anterior, os primeiros vencimentos do milho chegaram a subir mais de 20 pontos e no pregão de hoje acabam devolvendo parte desses ganhos. 

Tanto trigo quanto milho operam em campo misto na manhã desta terça-feira, com variações entre 0,50 ponto e 2 pontos nas posições mais negociadas. 

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Clima ruim para o plantio nos EUA favorece alta dos grãos em Chicago


Mercado bastante positivo para a soja trabalha com +34,6 e o milho com +30,0 na bolsa de Chicago.
A escassa oferta de soja disponível nos Estados Unidos e a demanda tanto interna quanto para exportação muito agressiva tem sido o principal fator de sustentação para os vencimentos mais próximos, ainda referentes à safra velha norte-americana. 

Além disso, como explicou o analista de mercado Glauco Monte, da FCStone, amanhã o contrato maio expira, o que favorece as altas dos contratos mais próximos, puxando os demais também para cima.  

Nas demais posições, as que se referem à safra nova, os preços subiram apesar das estimativas de uma produção recorde de grãos nos EUA trazidas pelo USDA(Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na última sexta-feira (10). O que impulsionou as cotações foram as condições de clima adverso que seguem comprometendo a boa evolução dos trabalhos de campo no país. 

O tempo permanece muito frio e úmido em importantes regiões produtoras do país, o que impede que o plantio da nova safra avance da forma adequada, estreitando a janela de plantio ideal para a implantação das lavouras. De acordo com Vlamir Brandalizze, consultor de mercado da Brandalizze Consulting, nesse último final de semana nevascar chegaram a atingir estados do norte dos EUA. 

“A janela ideal de plantio para o milho está se fechando. As principais lavouras encerram o período ideal no próximo dia 20, então, teriam que plantar somente esta semana mais de 20 milhões de hectares e não teriam condições para fazer isso. E caso as chuvas se confirmem, os produtores dos EUA terão que plantar mais da metade da safra fora da janela ideal”, diz. 

O consultor ressalta ainda que o plantio da soja, apesar de estar no início, também já registra atrasos, o que não deve fazer com que os produtores deixem a cultura do milho para migrar para a oleaginosa, como vinha sendo especulado pelos participantes do mercado. 

 “Se o clima se confirmar, talvez não consigam nem plantar a soja dentro do período ideal”, afirma Brandalizze. 

Soja opera em campo misto na manhã desta 2ª feira em Chicago


Os futuros da soja operam em campo misto na Bolsa de Chicago, sem registrar movimentos muito específicos. O mercado parece buscar uma direção depois dos números pouco alterados sobre a safra velha que o USDA trouxe em seu relatório da última sexta-feira (10). 
Os dados causaram um impacto pouco expressivo nos preços, que seguem trabalhando de um lado com a firmeza do mercado físico norte-americano em função da pouca oferta disponível local e de outro com as expectativas de que a safra nova venha cheia mesmo diante de alguns problemas climáticos que vem sendo registrados no início do plantio.
Soja +3,0
Milho +7,4