Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Chicago: Com demanda aquecida, soja segue em alta nesta quarta-feira

A soja registra mais um dia positivo no mercado internacional e opera em alta nesta quarta-feira (31) na Bolsa de Chicago. Segundo analistas, os preços ainda se recuperam, mesmo que timidamente, depois das severas perdas registradas na última segunda-feira (29), quando a oleaginosa perdeu mais de 30 pontos.

Com um mercado ainda bastante técnico, os investidores seguem norteados pelas incertezas climáticas na América do Sul e pelo andamento do mercado financeiro. "O mercado voltou a comprar ontem, cobrindo as posições de venda da segunda", disse Wilson Bezerra, operador de mercado da Safra Oeste Corretora.

A demanda ainda muito aquecida e os estoques mundiais bastante ajustados também continuam a impulsionar as cotações na CBOT. Segundo Bezerra, não só a procura pela soja norte-americana, como pela sulamericana também estimula uma alta dos preços.

Como explica o operador, os investidores tentam consolidar suas compras como tentativa de se garantir antes do alto volume de embarques do início do ano. "O mercado entende que os tomadores estão se posicionando frente à safra americana. Então, o que eles puderem efetivar de compras no presente, eles o farão, tentando "sair do sufoco" dos embarques no início do ano da safra brasileira".

Nesta quarta-feira, o mercado internacional conta ainda com uma notícia de que produção de soja da China poderia ser reduzida o que poderia acarretar, consequentemente, um aumento de sua demanda pela oleaginosa.

"O mercado ficou bem sem notícias nesses dias, caminhando em função do cenário macro, mas hoje parecem ter surgido informações mais fortes sobre a demanda e acho que o mercado pode retomar um movimento de alta, com o contrato maio/2013 se aproximando dos US$ 15 por bushel", disse o analista de mercado Bruno Perottoni.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Grãos: Mercado ensaia recuperação depois de recuo na sessão anterior

A soja, o milho e trigo operam em terreno positivo na Bolsa de Chicago nesta terça-feira (30), com os principais vencimentos dos grãos operando próximos da estabilidade, ensaiando uma recuperação depois do forte recuo de ontem. Na sessão de segunda-feira (29), os futuros da soja encerraram o dia perdendo mais de 30 pontos.

Para Steve Cachia, analista de mercado da Cerealpar, o movimento de ontem foi bastante técnico e as baixas foram bastante exageradas dado o momento pelo qual passam os preços no mercado internacional. Cachia explicou ainda que a chegada do furacão Sandy aos Estados Unidos também esfriou os negócios, preocupou os mercados e fez com que muitos fundos preferissem ficar fora do mercado neste pregão de segunda-feira, o que contribuiu para as baixas.

Entretanto, explicou ainda que, com as quedas, os preços acabam se tornando mais atrativos para os investidores, que voltam ao mercado e confirmam a demanda mundial ainda se mostra muito aquecida, principalmente pela soja norte-americana e por parte da China.

"Se olharmos o cenário macro de médio e longo prazo a história de oferta reduzida e estoques baixos continua, por isso o mercado volta a subir", diz Cachia.

Depois de uma acomodação do mercado, os investidores passam a enxergar com mais clareza que o quadro de oferta x demanda no médio e longo prazo permanece bastante apertado e, além disso, em algum momento será necessário, novamente, um racionamento da demanda pela oleaginosa. "Com isso, entende-se que esse racionamento virá com um preço mais elevado e, consequentemente, os preços que estão sendo praticados hoje são considerados baratos", reafirmou o analista.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Clima melhora no Brasil e soja amplia perdas na Bolsa de Chicago

A soja ampliou as perdas registradas na Bolsa de Chicago e encerrou com expressivo recuo na sessão desta segunda-feira (29), perdendo mais de 30 pontos em seus principais vencimentos. O mercado opera sem muitas novidades significativas, e, mesmo frente a um quadro de fundamentos positivos, fechou mais um dia de forte realização de lucros no pregão de hoje.

A previsão de uma melhora climática no Centro-Oeste brasileiro, principal região produtora de soja do país, para as próximas semanas tem pressionado as cotações da oleaginosa no mercado internacional. Há alguns dias, o atraso no plantio em função da falta de chuvas ofereceu algum suporte aos preços, que, nesta segunda-feira parecem fazer o caminho inverso.

Além disso, como explicou Pedro Dejneka, analista de mercado da Futures International e da PHDerivativos, os investidores já passam a olhar também com mais atenção para o excesso de chuvas no Rio Grande do Sul e também na Argentina. Entretanto, fala que ainda é um pouco cedo para que os problemas climáticos na América do Sul comecem a impactar mais expressivamente os preços no mercado internacional.

"Esse movimento hoje é muito mais técnico. O mercado, na semana passada, tentou novamente ultrapassar a área dos US$ 15,75, já bateu seis vezes nesse nível e não conseguiu ultrapassar recentemente, está bem difícil. O mercado não tem notícias novas para subir, e, enquanto isso vemos um pouco de liquidação (por parte dos fundos)", diz Dejneka.

O mercado agora aguarda novidades que possam aquecer novamente os negócios, notícias sobre um problema climático mais evidente na América do Sul ou até mesmo uma demanda maior do que a que vendo sendo registrada, a qual já é conhecida pelos investidores.

Nesta segunda-feira, a queda dos preços do complexo soja na China, o mau momento do óelo de palma e o mercado financeiro negativo completaram o cenário ruim para a soja em Chicago, segundo explicou Eduardo Vanin, analista de mercado da Agrinvest.

Segundo Vanin, os preços neste início de semana ainda estariam um tanto "contaminados" pelas baixas registradas na semana passada e nesta segunda-feira deram continuidade à esse movimento de realização de lucros.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

MERCADO 24 / 10 / 2012

Para soja e milho a demanda da China continua aquecida e foi 20% maior em relação ao mesmo período do ano passado, isto deu firmeza para as cotações; Outro fator que está contribuindo é a demanda aquecida por grãos internamente nos EUA, a soja com seus estoques apertados e o milho devido a baixa qualidade está tendo uma parte destinada para uso na produção de etanol. Aqui no Brasil já temos alguns pontos com falta de chuva que começam a inspirar cuidados.

Att
Eduardo Paim.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

SOJA: CHICAGO FECHA EM BAIXA COM REALIZAÇÃO DE LUCROS

Os preços da soja (grão e óleo) fecharam em queda nesta
sexta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), enquanto as cotações do
farelo subiram.
O mercado foi pressionado pela estimativa da Informa, que projetou a área
norte-americana em 80 milhões de acres, 115 mil a mais que a última previsão.
As perdas também foram reflexo de um movimento de realização de lucros
frente ao final de semana e aos ganhos recentes.

Produção do Brasil deve crescer 24% em 2012/13 - SAFRAS

A última estimativa de SAFRAS & Mercado para a cultura de soja na
temporada 2012/2013 apresentou um aumento de 24% para a produção do Brasil. A
produção brasileira ficou estimada em 82,468 milhões de toneladas, ante
66,631 milhões de toneladas colhidas em 2011/12. No relatório anterior,
divulgado em julho, SAFRAS indicava produção de 82,295 milhões de toneladas.
SAFRAS estima um avanço de 9% na área plantada em todo o país, passando
de 25,103 para 27,268 milhões de hectares. O rendimento médio deve avançar,
passando de 2.665 para 3.024 quilos por hectare.
Os contratos da soja em grão com vencimento em novembro fecharam com queda
de 11,25 centavos a US$ 15,34 1/4 por bushel. A posição janeiro encerrou com
recuo de 9,75 centavos de dólar a US$ 15,36 1/2 por bushel.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo teve preço de US$ 463,80
por tonelada, com alta de US$ 0,50. Os contratos do óleo com vencimento em
dezembro fecharam a 51,58 centavos de dólar por libra-peso, desvalorização de
0,72 centavo frente ao fechamento anterior.


Fonte: Safras e Mercado.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

SOJA: CHICAGO ESTENDE VALORIZAÇÃO DE ONTEM

Os preços da soja fecharam em alta nesta quinta-feira na
Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), estendendo os ganhos de ontem. O mercado
foi sustentado por um movimento de compras associadas a fatores técnicos. O
sentimento é que o mercado ficou sobrevendido após as recentes perdas. A boa
demanda pelo grão dos Estados Unidos também influenciou positivamente. A
firmeza do mercado físico norte-americano completou o quadro altista.
As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à
temporada 2012/13, com início em 01 de setembro, ficaram em 523.400 toneladas
na semana encerrada em 11 de outubro, contra 1.269.600 toneladas na semana
anterior. China (268.400 toneladas) foi o principal comprador. As informações
são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Os contratos da soja em grão com vencimento em novembro fecharam com alta
de 36,25 centavos a US$ 15,45 1/2 por bushel. A posição janeiro encerrou com
alta de 38,00 centavos de dólar a US$ 15,46 1/4 por bushel.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo teve preço de US$ 463,30
por tonelada, com alta de US$ 8,60. Os contratos do óleo com vencimento em
dezembro fecharam a 52,30 centavos de dólar por libra-peso, valorização de
1,27 centavo frente ao fechamento anterior.


Fonte: Safras e Mercado.

PIB Chinês

LOS ANGELES - A economia da China cresceu 7,4% no terceiro trimestre em comparação com um ano antes, porém desacelerou 7,6% nos três meses anteriores, mas vários dos principais pontos de dados de setembro mostraram melhora, o governo informou quinta-feira. O crescimento do produto interno bruto ficou em linha com as expectativas relatadas em separado Dow Jones Newswires e pesquisas da Reuters marcou o crescimento mais lento desde o início de 2009. Vendas de varejo de setembro ganharam 14,2%, acelerando de resultado de 13,2% de agosto e batendo uma previsão de 13,2% da pesquisa da Reuters.
Setembro a produção industrial avançou 9,2% em relação ao período do ano anterior, passando de 8,9% em agosto e batendo uma previsão de 9,0% do Dow Jones Newswires e Reuters. Ações movidas um pouco fora de suas elevações após os números, com o Shanghai Composite CN: 000,001% 1,24 até 0,5% em comparação com um aumento de 0,7% antes dos dados. O índice Hang Seng de Hong Kong: HSI0,48% negociados 0,4% maior, facilitando a partir de um ganho de 0,6%.

Na outra mão estão os metais preciosos que começaram a recuar depois desta informação.

Com está informação, às 9:00 horas, soja trabalhando com + 17 ($ 14,99 / bushel no março) e milho + 4 ($ 7,49 / bushel no dezembro).


Fonte: Israel Corretora / Eduardo Paim.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

MERCADO: SOJA SEGUE EM RITMO LENTO E COM PREÇOS NOMINAIS

O mercado brasileiro de soja teve um dia de poucas
alterações nos preços, que na maioria das praças permaneceram em patamares
nominais. Poucos negócios foram registrados, envolvendo lotes isolados no Rio
Grande do Sul e no Mato Grosso.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 72,00. Na região das
Missões, o preço da saca permaneceu em R$ 71,50. No porto de Rio Grande, os
preços estabilizaram em R$ 72,00.
Em Cascavel, no Paraná, o preço estagnou em R$ 74,00 por saca. No porto
de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 71,00 por saca, estável na
comparação com terça. Em Rondonópolis (MT), o preço passou de R$ 68,00 para
R$ 71,00. Em Dourados (MS), a saca fechou em R$ 72,00, repetindo o valor de
ontem.

Chicago

Os preços da soja fecharam em alta nesta quarta-feira na Bolsa de
Mercadorias de Chicago (CBOT). O enfraquecimento do dólar frente a outras
moedas, diante de um cenário financeiro mais tranquilo, contribuiu para os
ganhos, em dia marcado por baixo volume de negócios e muita volatilidade.
Em termos fundamentais, o ainda apertado quadro de oferta e demanda mundial
para a oleaginosa ajudou a consolidar a recuperação dos contratos. Mas
qualquer reação mais consistente foi barrada pelas incertezas em relação ao
tamanho da safra americana, que está sendo colhida. De certeza, apenas que a
produção será maior do que a projetada inicialmente, após o efeito
prejudicial da estiagem no Meio Oeste dos Estados Unidos.
Os contratos da soja em grão com vencimento em novembro fecharam com alta
de 15,50 centavos a US$ 15,09 1/4 por bushel. A posição janeiro encerrou com
alta de 15,50 centavos de dólar a US$ 15,08 1/4 por bushel.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo teve preço de US$ 454,70
por tonelada, com alta de US$ 1,90. Os contratos do óleo com vencimento em
dezembro fecharam a 51,03 centavos de dólar por libra-peso, valorização de
0,56 centavo frente ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou com queda de 0,19%, a R$ 2,0290 para compra e
R$ 2,0310 para venda. Durante o dia a moeda norte-americana oscilou entre a
mínima de R$ 2,0310 e a máxima de R$ 2,0350.


Fonte: Safras e Mercado.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Soja não encontra força para sustentar altas e fecha próxima da estabilidade

A soja encerrou a terça-feira com leve alta na Bolsa de Chicago, com os preços próximos da estabilidade. Nesta sessão, os contratos mais próximos fecharam com ganhos de pouco mais de 1 ponto. As cotações iniciaram o pregão exibindo um avanço mais expressivo - a soja chegou a subir quase 20 pontos - tentando se recuperar da queda de mais de 30 pontos da sessão anterior.

Porém, ao longo dos negócios, o mercado foi reduzindo as altas até fechar próximo da estabilidade. Como explicou o analista de mercado Pedro Dejneka, da PHDerivativos, o mercado ainda é bastante técnico e "os gráficos apontam para baixo e os gráficos vão dominar".

Segundo Dejneka, o mercado ainda se mostra muito "pesado", sem forças suficientes para voltar a subir sustentar novas altas. O analista explica ainda que é um momento em que os especuladores estão vendendo e o comercial está comprando, porém, são volumes de compra ainda acanhados, não sendo o mercado busca. "O mercado está muito danificado psicologicamente", diz.

No cenário atual, não há notícias que sejam capazes de provocar uma nova alta que se mantenha, inclusive entre os fundamentos no curto prazo. A demanda ainda está bastante aquecida e os estoques de soja estão historicamente baixos. Entretanto, a safra dos Estados Unidos, apesar da quebra, será maior do que o esperado e isso acabou surpreendendo o mercado.

"Os fundamentos estão muito apertados ainda, mas isso não tem sido o suficiente. A pressão técnica ainda é muito grande e o mercado segue bastante técnico. Se estivéssemos focados só nos fundamentos, estaríamos ao menos sustentados. Porém, com os dados atuais e sem um problema climático na América do Sul, é difícil vermos os preços próximos dos US$ 18 novamente. O que os preços poderiam alcançar seria o patamar dos US$ 16, US$ 16,50 por bushel, mas será preciso muita lenha na fogueira. O mercado opera com muitas expectativas", disse Pedro Dejneka.

O analista explica ainda que o mercado deverá continuar buscando um piso, porém, não pode cair muito mais, já que isso poderia atrair muita demanda.

Paralelamente, Dejneka diz ainda que é preciso estar atento também ao desempenho do mercado do óleo de palma, já que a correlação do produto com o contrato de soja nos últimos dois meses. Como descreveu em seu último comentário no Notícias Agrícolas, o analista aponta que em apenas um mês a baixa na soja chegou a ser de mais de 15% do topo na primeira semana de setembro e no óleo de palma mais de 28%.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Soja: Fundos vendem e preços em Chicago recuam mais de 30 cents

Nesta segunda-feira (15), a soja encerrou o dia registrando expressiva queda na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa fecharam o pregão perdendo mais de 30 pontos, com os principais vencimentos já abaixo dos patamares dos US$ 15 por bushel.

Na sessão de hoje, os fundos voltaram a liquidar boa parte de suas posições e isso vem pesando seriamente sobre as cotações da soja no mercado internacional. De acordo com o operador de mercado Liones Severo, essa queda era um movimento já esperado e que vinha sendo sinalizado pelos gráficos históricos dos preços.

Para Severo, esse forte recuo reflete os sérios problemas financeiros pelo qual passa a Europa, e que acaba contagiando demais economias ao redor globo, além do aumento da estimativa da produção nos Estados Unidos e da projeção de uma safra cheia na América do Sul. "Esta baixa estava prevista e trata-se de uma situação normal", diz.

Entretanto, o operador afirma ainda que o mercado ainda dá indícios de que novas altas no final deste ano poderão acontecer, já que os fundamentos de oferta e demanda, que se mantêm positivos, voltarão a prevalecer. "O mercado é sazonal. Dezembro é um mês de alta, o mercado sempre teve esse desempenho e não será agora que vai acontecer diferente", diz Severo.

Paralelamente, o recuo dos preços da soja em grão sentem também a baixa na cotação do farelo de soja. A demanda pelo produto estaria um pouco retraída, principalmente por parte da Europa, o que acontece por conta da crise financeira pela qual passa o continente.

Na esteira da soja, os futuros do milho e do trigo também registraram expressiva queda na Bolsa de Chicago nesta segunda-feira.

No caso do milho, analistas afirmam que a baixa dos preços reflete uma menor demanda pelo cereal diante dos altos preços registrados nos últimos meses. As cotações do milho subiram muito e atingiram patamares recordes depois da séria quebra sofrida pela produção norte-americana na safra 2012/13 de cerca de 100 milhões de toneladas.

O mesmo acontece com o trigo, que, além da influência negativa dos mercados vizinhos, também sente a pressão de uma demanda menos aquecida e por isso recua em Chicago.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes